Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

07/12/24

Sapatos Laranja, parte 8

> 21/04/2272; Deming, Novo México; Universo 255-P
 Luna Nouvelle resolveu visitar Deming, no Novo México, pra poder conversar com Giulia de forma mais direta, elas conversaram, e Nouvelle concluiu para Giulia que ela tava levando aquilo longe demais, e se quiser, ela pode ressuscitar o John Parker pra passar essa dor, enquanto Giulia, concordando, apenas avisa Nouvelle sobre o corte da relação entre as famílias Parker e Luna, Nouvelle implorava para que Giulia não levasse mais para o pessoal, mas Giulia retruca.
Giulia: Você fala isso porque não é a sua irmã, uma namorada, ou no caso, porque não é a sua mãe que foi morta por alguém aqui da Web Caverna, seus argumentos são infantis e você só defende a Origi por ser da sua família e tá usando uma tentativa de automorte dela como justificativa.
L. Nouvelle: Mas Giulia, você também tá defendendo o John por ser seu marido e por ele ter até morri-
 Giulia lança seu braço de forma que esticasse e alcançasse a boca de Nouvelle, e pressionasse seu corpo contra a parede de forma que rachasse levemente.
Giulia: John Parker matou Origi enquanto acreditava que aquela rainha esquisita tava manipulando todo mundo? Ou pior, vocês sabiam da caralha da manipulação, e a Pleine demorou muito pra esfregar a verdade na cara dessa sua mãe, aquela vaca vitimista!
L. Nouvelle: Hiuh... Ihehe... (Giulia... Espere...)
Giulia: ESPERAR O QUÊ!? CÚMPLICE, CÚMPLICE, CÚMPLICE, CÚMPLICE CÚMPLICE CÚMPLICE!!
 Giulia batia Nouvelle com muito ódio no chão, ao ponto de rachá-lo, e a joga para cozinha onde ela quebra as portas do armário da pia, e Giulia, vendo que não poderia convencer Giulia sobre aquele ressentimento, ela usa a varinha de madeira de palmeira, núcleo de safira e faixa com juba de leão, para lançar dois feitiços: Um leva Nouvelle embora, e outro traz a Giulia uma mensagem telepática muito curta - "busque a solução", e Giulia não entendia aquela frase na sua mente, mas entende que, realmente, ela precisa resolver de um jeito, de outro ou de vários, e enfim, ela vai ao laboratório.
 Giulia inicialmente ia meramente pegar a amostra conservada na Web Cave e iniciar o procedimento de clonagem, no caso ela coleta as células pra produzir delas um zigoto, que irá crescer normalmente, enquanto isso a Giulia guarda o restante da amostra no mesmo armazém por segurança e, no mesmo armazém – uma rede de armários e estantes metálicos conectados ao laboratório, cuja altura vai desde o fundo onde é o laboratório especial ao terceiro entre os 8 andares do fundo à superfície, para economizar espaço pois a área é muito curta e não valeria escavar mais só pra estender o armazenamento.
 De qualquer forma, Giulia volta a ativar a parte do laboratório que fabricava os energéticos Sairi, que tinham parado temporariamente devido à crise emocional que Giulia esteve passando, e que ela bebeu umas 3 latas do estoque pra continuar na operação, e até chama Luca, Bob Lee, Maizon, Genny e Melissa pra acompanharem no que ela tava planejando.

> Las Vegas, Novo México.
Frigga: E então, garoto, qual é a sua personalidade?~ Compensa força com inteligência? Sabe... Eu acho fofo~
Charles: Frigga, não sei o que quer dizer, mas pra você é fácil falar que eu sou fraco porque você é forte que nem uns monstros daqui.
Frigga: E-espere! Por que você falaria algo assim de mim? Eu... Eu gostaria de rotular alguém assim!
Charles: Mesmo fazendo isso segundos atrás? Não tenho gravador de voz aqui, esse clichê é batido demais em desenho dos anos 90.
Frigga: Para de quebrar a quarta parede, tô sendo séria!
Charles: Você é bem engraçada quando tá fraca, mas deve ser mais perigosa que a minha mulher.
Frigga: M-mulher?~ Fiquei curiosa, pensava que você não namoraria uma~
Charles: Você e outras Larapink, eu não ficaria com aquela lagartixa escandalosa que grita comigo de dez em dez minutos.
Dragondorf: EU OUVI ISSO!
Charles: A última vez que ele gritou comigo hoje foi a 15 minutos, new record.
Frigga: ...

> plano evolutivo.
 Bois Sheng, Dapai Wang e Milk Almonds visitaram diferentes lugares da Terra e voltavam periodicamente pro Espaço Cebola ou pra casa deles, e hoje eles visitaram o plano evolutivo, uma camada no plano material onde cada DNA do universo forma um tipo de floresta infinita, com no céu um céu azul com bordas verdes e o que parece ser a fonte de luz, na forma de um círculo dividido por uma linha horizontal, que os alquimistas interpretam como o símbolo da união, intermediário ou os sais, e os três encontram Akinaduba explorando mais uma vez e, extraindo das folhas das árvores genéticas, o que parecia ser energia ia para ele, e ele ficava mais forte e o seu artefato brilhava mais.
Bois: Ei, espere.
Akinaduba: Quem são vocês?
Milk: Eu sou a Milk, e tô junta com Bois e Dapai pra revermos uns amigos, quer acompanhar a gente?
Akinaduba: Na verdade eu ia até demorar mais, mas eu gostaria de ver outros lugares do mundo como vocês tão fazendo agora.

> Canal de São Jorge, Oceano Atlântico.
 Aleborja fez uma proposta para o exército britânico, podendo assim oferecer aquelas novas Maçãs de Avalon para fortalecer os militares com poderes novos. Aleborja descobriu que, enquanto comer diretamente uma Maçã de Avalon que cresceu e ficou nos oceanos poderia causar as maldições que o Lungus verdadeiro sofria, e que o Carbonado Dourado era um soro feito pra reduzir maldições, o que adiantaria se a maldição de uma Maçã de Avalon não fosse efeito de uma das maiores feiticeiras do universo, Morgan Le Fay, ex-rainha do Reino das Fadas e irmã perdida de Arthur, e que uma magia tão poderosa dessas só poderia ser repelida verdadeiramente por um poder completo do Sol, como uma magia solar de alto nível, assim como o ouro do Carbonado Dourado tinha esse tamanho potencial solar para eliminar maldições.
 Com isso, era melhor usar as sementes velhas de uma Maçã de Avalon pra crescer uma árvore com as condições que uma árvore natural merecia, purificando a árvore das maldições e sendo banhada pelo sol, algo que, além de afastar a maldição de Morgan, também tinha uma forte força elementar conjunta, fortalecendo as frutas, porém, Aleborja também esteve vendendo algumas dessas maçãs para o exército russo, para piratas somalianos e para uma organização terrorista do Oriente Médio chamada Segredo da Lua, para assim fortalecer eles também e eles poderem ter guerras mais duradouras e com mais vantagens.
 Isabella, no entanto, também foi esperta ao enviar Nogri e Elena para "consultarem" as instalações de Lungus e, com cada uma tendo uma câmera escondida em seus olhos, elas poderão tirar fotos ou gravar as instalações de dentro pra fora, e além das criaturas aprisionadas e da árvore exótica, também havia uma fábrica automatizada que estava montando um tipo de arma chamado Deathhand, um tipo de espingarda cerca de 5 vezes mais alta, 2 vezes mais larga e 3 vezes mais longa, com peso suficiente para aguentar o coice dos próprios tiros, que em um teste, foi capaz de desmoronar um prédio provisório e decorativo instalado na ilha em que estavam, arma essa suportada por um tipo de robô gigante.
 Porém, Aleborja já sabia que elas "saberiam de mais", e por isso os sinais foram aos poucos bloqueados e absorvidos, como o teste da Deathhand e a presença daqueles três robôs gigantes que suportavam as armas, e por isso, foram capturadas e Isabella recebia uma chamada alterada e orquestrada para parecer que uma equipe diferente que sequestrou elas, Isabella ficava preocupada demais, e negociava com aqueles agentes para poderem libertar elas, mas a equipe preferia, em vez do dinheiro, negociar qual delas seria "salva".

> Python, Escócia.
 Isabella escolheu que Nogri fosse a escolhida, achando que ela que seria liberada enquanto Elena seria morta, mas na verdade, a Nogri que foi fatalmente torturada na frente das telas e renasceu na câmara regenerativa (onde Isabella preparou pra que elas reencarnassem em clones caso morressem na infiltração), enquanto a Elena ficou lá, e a Isabella começa a se preocupar mais ainda e a Nogri, embora tenha renascido com a alma e identidade, não tinha as memórias de quando foi à base em São Jorge e por isso foram necessários os registros passarem para o banco de dados da Contingência Substituta Dermurer. Agora o plano B será resgatar a Elena.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 356

> 20/04/2272; Konetai, plano etéreo; Universo 255-P
 Muramasa lidera a viagem dimensional naquela dimensão que, embora no plano etéreo, em que o tempo é indecifrável e imprevisível, aquela dimensão chamada Konetai tinha espaço-tempo para uma vida estável, e Muramasa teve que conversar com os Konebas, seres nativos daquele mundo, com corpo negro de lesma, cabeça de peixe-diabo com pressas grossas e olhos de crocodilo, barba de tentáculos e partes que brilhavam biologicamente em tons azuis ou beges.

 O grupo estava com medo, o ambiente era muito escuro, o chão muito seco, e os Konebas eram vistos bem assustadores, seja pela aparência naturalmente monstruosa ou pelo rosto, costas e pés (sim, a parte da lesma que rasteja também se chama pé) brilhando no escuro, e Frigga chegava a vomitar de nojo quando olhava muito pra alguns deles, mas fora isso, parecia que cada um tinha uma forma de iluminação: Dragondorf usava uma poção farmacêutica à base de flores Lúneas (um tipo de flor azul especial que desabrocha à noite em diferentes cantos do Hemisfério Norte), o Ego podia segurar a escuridão e afastar ela de perto de si temporariamente, Carla e Henry tinham lanternas comuns e Charles tinha a luz de uma lanterna comum.
 Frigga resolveu ficar ao lado de Charles, enquanto o grupo já tava em partes separado, com a Carla, Henry e Dragondorf em um que está visitando pequenas instalações por motivos de turismo e catálogo da dimensão, e Muramasa e Ego indo pra um local de foco, consultando o rei daquela dimensão para poderem os ajudar em uma missão importante. De qualquer forma, Frigga acompanhava Charles enquanto não entendia se o mesmo estaria tão "seguro" por lá, mas quando ela segura seu ombro, Charles responde.
Charles: Com licença, Friday, só me toca se me chamar pra alguma coisa.
Frigga: Ah, oh, desculpa~ V-você não acha tão... opressor esse mundo que estamos?~
Charles: Não é opressor, Friday, na verdade eles têm até medo da gente, e o Muramasa só recomendou que a gente não se perdesse, e nem arrume briga com eles.
Frigga: Huhuhuhu, gostei desse apelido~ Sabia que Friday é um nome inspirado na deusa Frigga? Também Frigga é meu nome por essa homenagem~
Charles: Eu achava que seu nome realmente era Friday.
Frigga: ...

> ???, Novo México.
 Jean Phill e Anna Brown, as mesmas garotas de Zaria que Naej contratou uma vez, estiveram temporariamente nesse estado para poderem matar Mehana, uma irmã de Meluisa que está em outra cidade e que uma organização chamada Sociedade Verdadeira e Honesta dos Homens Americanos as pagaram muito para isso, enquanto, anteriormente, Mehana expôs nas notícias da empresa em que trabalha, chamada Eagle Diary, sobre alguns crimes de roubo, estelionato e de ódio, alguns casos incluindo:
  • Homofobia e Transfobia, que poucos falam sobre, mas esteve bem claro sobre alguns pronunciamentos deles contra as integrantes do Clube do Livro Larapink;
  • Cerca de três dos integrantes mais antigos dessa equipe foram presos por assalto, e um quarto integrante foi responsabilizado e exposto por um esquema de pirâmide de cursos falsos;
  • No entanto, esse grupo é sustentado por conservadores do Partido Republicano do Novo México e muitas vezes acobertado, e encomendar a morte da Mehana poderia queimar algumas provas, assim como eles irão enviar notícias falsas pra desmoralizá-la.
 No entanto, Mehana já sabia que deixar os maus atos desse grupo a colocaria sob mira do mesmo, e por isso, embora ela tenha descoberto recentemente que John Parker não estava mais entre nós, ela queria muito ter conhecido ele durante alguma missão de guarda-costas, e Giulia promete que ao menos um colega confiável dele e de sua família (que inclui a própria Giulia) poderá proteger ela, especificamente o Luca Kashinabi, que já estava empolgado para lutar fora de Deming.
 Durante a tarde, Luca conversa um pouco sobre Mehana, seja sobre um pouco mais sobre o pós-morte do John e que, por enquanto, até a Giulia deixou que enterrassem o John Parker fosse enterrado com dignidade na cidade dos mutantes e descansasse em paz, enquanto, caso mudarem de ideia ou precisarem muito do John, o grupo deixou uma amostra genética do John Parker conservada para reviverem ele por um clone simples, e que a Web Cave tá tentando cuidar dos filhos da Giulia, além disso, Mehana perguntava pra saber se o Luca já conheceu Meluisa em Las Vegas.
Mehana: É... John também trabalhou muito em Las Vegas do Novo México, e lá mora a minha irmã, você conhece?
Luca: Não, nunca vi ela, onde ela trabalha?
Mehana: Contribuições, ela fala de uma cafeteria e uma biblioteca, mas já vi até umas pinturas dela e de uma amiga numa faculdade que eu estudei e também ela me manda essas poções de presente pra mim.
Luca: Por isso esses frascos nas estantes brilham tanto, né?
 Sendo mais específico, os dois agora acabaram falando de umas poções vermelhas da Vida, azuis da Mente, e verdes do Vigor, que estavam juntas de alguns colecionáveis dela em um armário da sala de estar no apartamento dela, porém, Luca sente umas presenças chegando, usando como referência o calor, e avisa para Mehana esperar um pouco porque ele ia atender por ela, mas a JP e a Anna atiram com seus revólveres contra o peito do Luca, que é um pouco empurrado pra trás com alguns furos na camiseta e as regiões atingidas soltando uma fumaça pelas balas terem sido pulverizadas pelo poder flamejante do Luca antes de chegarem a 5 mm da gordura corporal antes de seus músculos duros.
Luca: Ah, pelo visto é assim que covardes recebem alguém só porque tem muito mais massa muscular que vocês, não é?
J. Phill: Ele não morreu?
Anna: Espera, você era mais gordo quando a gente te conheceu!
J. Phill: Agora saia daqui antes que a gente acerte a sua cabeça.
Luca: E acertariam com o que?
 As armas das duas explodem, com um fogo que queima as mãos delas e faz os pedaços caírem no chão, e Mehana, enquanto isso, se escondia no quarto do apartamento e esperava Luca fazer alguma coisa, e bem nos primeiros segundos que Jean Phill havia invocado um Loá em pleno quarto pra enfrentá-lo, o Luca começa a usar mais da sua força, ele quebra a mão esquerda daquela entidade, e depois o braço, e depois o que pareciam ser as costelas naquela entidade, a Anna Brown saca uma adaga de prata com um pomo de safira (pomo é aquela ponta após o cabo da lâmina, isso vai ajudar o entendimento de alguns) para furar e cortar o ombro direito do Luca, atrapalhando enquanto o Loá tenta contra atacar com a mão direita que tava faltando, mas Luca desintegra a mão direita do Loá de Jean Phill, que não aguentava mais aquilo e morria, Anna joga a adaga com sangue para JP passar o sangue no boneco vodu.
J. Phill: Agora, sem você no nosso caminho, nós poderemos resolver o nosso problema.
Luca: E por que diabos vocês tão indo atrás da Mehana?
J. Phill: Uns homens nos pagaram muito, se explicássemos mais ia nos obrigar a parar, mas já é tarde, o dinheiro tá no nosso bolso.
Luca: Espera aí, você tá fazendo média ou quebrando a quarta parede? Parece que você entregou um pedaço do roteiro.
J. Phill: Tarde demais! Morra, morra, morra!
 Jean Phill fura com uma agulha de costura o peito do boneco vodu para dar danos ao coração do Luca, e embora ela poderia meramente se concentrar em "marcar" o Luca para estar representado no boneco, ter uma foto ou amostra corporal dele no boneco deixa o boneco permanentemente ligado a ele, e Luca, desesperado, ateia fogo ao boneco, consequentemente queimando o corpo de Luca também, mas por seus poderes, aquilo não o afetava, enquanto o boneco virava pó, e Luca caía tentando aguentar o sofrimento, e elas se preocupam.
Anna: Mas o que? Mas queimar um boneco vodu marcado não só iria queimar o corpo da pessoa, mas também a alma.
Luca: Ah, eu sei como é- *cof cof*, é como o suicídio, pense na alma como um gole d'água, e a taça como o seu sustento, quebrar a taça pelo bojo fará sua alma vazar, algo como a magia que custa o livre-arbítrio, e quebrar pelo cabo é como destruir a força de vontade, isso é o suicídio?
J. Phill: M-mas o que isso teria a ver com o vodu?
Luca: Não é óbvio? Queimar o boneco seria como tacar fogo no próprio corpo até morrer, a vontade some e não vai ter ela pra sustentar a alma após a morte, assim como o bojo do Ego é o que mantém a alma no lugar enquanto tá em vida.
Anna: Isso é estranho, mas extremamente impressionante, jovem Luca, a gente não vai atrás da tal Mehana, mas seria ótimo você nos acompanharem.
Mehana: Um momento, pois eu tenho uma ideia melhor.
 Mehana saca de sua carteira três cartões de crédito de três contas-poupança, e ainda oferece pra elas a escolha de qual dessas contas elas iriam querer o pagamento desse tal dinheiro, pra elas começarem a lutar por ela e pegarem quem as enviou como um "pedido de desculpas", e elas, sem pensar, só diziam que queriam de qualquer uma das contas, e depois de um procedimento curto pra pagar elas, as duas vão para eliminar os responsáveis da Sociedade Verdadeira e Honesta dos Homens Americanos que tentaram as contratar, enquanto algumas notícias falsas já estavam circulando sobre Mehana, mas só vamos ver as manchetes.
"Mehana O'hair se envolve com traficantes e mata filho recém-nascido após o parto"
"Artista e jornalista afro-americana faz campanha de educação sexual em jardins de infância"
"Que feio! Eagle Diary divulga notícias falsas sobre a TAHSAM"
[TAHSAM = True And Honest Society of American Men, o nome desse grupo em inglês]
 Claramente o plano de desmoralizarem Mehana após a morte dela foi justamente uma forma de garantirem que não a houvesse pra contra argumentar com seu lado, e não desse tempo para testemunhas de seu lado contra argumentarem, ou para aumentar a imagem da Sociedade Verdadeira e Honesta dos Homens Americanos como "heróis", o que foi interrompido pois Luca Kashinabi parou momentaneamente as mercenárias enviadas e Mehana conseguiu corromper elas contra a própria equipe.

> 21/04/2272; Meca, Arábia Saudita.
 Luna Ártemis e Nouvelle resolveram visitar momentaneamente as Arábias à procura de uma feiticeira poderosa que, além de proteger os civis na Arábia, também é uma grande assistente mágica para Rael no Egito e é uma dos guardiões astronômicos da sociedade mágica.
 Zahra Layla é uma feiticeira estelar, um tipo de feiticeira capaz de coletar energia, controlar a forma e calcular a posição das estrelas por, entre os fatores, prever o futuro ou se localizar na Terra (seja pela energia especial que cada estrela pode ter, como a Estrela do Norte que ela representa, ou por usar os padrões temporais das estrelas como referenciais dos eventos do mundo que habita), e os árabes não gostam muito do termo de "feiticeiros" e "feitiçaria" por soar maligno, e costumam a chamar de "Grande Astrônoma" ou "Sacerdotisa das Estrelas" (algo como "عالم فلكي عظيم" e "كاهنة نجمة"), e ela pôde orientar elas sobre magia e um pouco de lições de vida, pois, sendo mais velha do que parece, mas muito dedicada, é experiente, e pode guiar essas duas após aquela guerra.
Zahra: Quem sabe vocês deveriam deixar a sua família longe de temas políticos de tão larga escala, afinal, como vocês disseram, elas acreditaram numa falsa promessa.
L. Nouvelle: Mas, senhora Layla, nós somos de uma família real francesa, mesmo estando abaixo da presidência, nossa diplomacia ainda é importante.
L. Ártemis: É, e a minha tia Origi está sofrendo internamente também, sabe, depressão, ela está muito mal.
Zahra: Bem, obviamente vocês deveriam cuidar delas e mantê-las distante de assuntos polêmicos até elas se recuperarem, e a propósito, vocês são bem conhecidas, e onde está a sua irmã, baixinha?
L. Nouvelle: Ela só prefere ficar com aquela... colega dela.
Zahra: Eu sei dos relacionamentos das pessoas lá de fora, eu sei que você e a sua irmã namoram.
L. Nouvelle: É...
Zahra: Mas bem, vocês podem levar isso, considerem isso uma lembrança.
 Zahra entrega a Nouvelle uma ampola de Sopro do Deus do Fogo (chamado aqui como Bafo de Ifrit) e uma varinha feita de madeira de palmeira com um núcleo de safira e faixa de pelos de leão na faixa, e para Ártemis uma pedra verde do vento e um talismã simples com uma esfera de vidro cheia de Nitori (uma substância mágica, dourada e luminosa) com penas de falcão. Depois disso, as três passam só mais um tempo na Arábia juntas, desenvolvendo melhor sua amizade.

Continua>>>

05/12/24

Projeto Dream, episódio 355

> 20/04/2272; Espaço Cebola; Universo 255-P
Dapai: Não falei que ia dar certo?
Milk: É, você falou, mas ia ser arriscado.
Dapai: Bom, pelo menos foram educados de devolverem o meu cartão.
Bois: Ei, garotos, o que vocês acharam da experiência de darem uma volta numa cidade do nosso planeta.
 Os nove oniões (aqueles seres meio cebola e bem pequenos, e que esses estavam vestidos daquele jeito pra não serem vistos, e tinham próteses corporais de metal-cebola) admitem que ficaram com pena de que as pessoas ficaram com medo deles, e um deles até meio que se perdeu quando se separou temporariamente deles, o que foi engraçado e, em compensação, os oniões juntam os enlatados pra terem um almoço diferente hoje, e então, Dapai e seu grupo usam essa dimensão, a partir de uma porta, como atalho pra visitarem algum outro lugar da Terra.

> espaço sideral.
 Anandré está jogando num campeonato importante de Busterball em nome de seu time, para os expectadores o tempo passou mais rápido que o esperado dos primeiros jogos às finais desse campeonato da Copa de Fogo Taurino, em Aldebarã, o Anandré estava seguindo muito bem e mestrando com a bola, tocando e passando para os colegas pela estratégia que ele desenvolveu chamada Triângulo do Pacífico, em que ele e outros dois atacantes passam e repassam a bola sempre que os adversários ficam mais pertos, e pelo que parece os jogadores descobriram até que rápido, e pularam pra cima do Anandré pra incapacitá-lo e parar aquela estratégia.
 Anandré acaba com o ombro esquerdo ferido e dores de cabeça pelos golpes nas têmporas e peito, mas improvisou ao jogar a bola pra fora do campo, assim impedindo aquela jogada e fazendo os quatro que o bateram tomarem faltas, e o público ficava impressionado e até empolgado ao receber a bola que foi lançada por Anandré, que a propósito, foi levado para a reserva e sugere para que o atacante substituto fique mais perto do meio campo mesmo quando os colegas também atacantes chegarem mais perto do anel, para que caso tentem atacá-lo ele tenha como fugir pra defesa em que terá os colegas pra ajudar e prevenir algo parecido com o que teve agora a pouco.
 Com mais uma tentativa de jogo, com eles passando a bola com a mesma estratégia, e os jogadores adversários tentando pegar a bola ou impedir os jogadores do time do Anandré, quando um três deles avançam contra o atacante substituto (um humano estereano bem alto e exercitado, usando um uniforme branco e vermelho com um símbolo de círculo dividido no meio por uma linha horizontal), o mesmo passa a bola para a equipe de defesa e enfrenta os adversários, quebrando o nariz de um, derrubando o segundo com um empurrão e lançando o terceiro com um ippon que o jogava contra o segundo, a plateia ia à loucura, enquanto a defesa consegue retornar a passar a bola para os atacantes, que conseguem ludibriar a defesa inimiga e acertarem o anel.
 Depois disso, Anandré toma um banho e conversava com o atacante substituto, dizendo como ele foi ótimo naquela jogada, e depois de se arrumar e sair, ele passa um tempo com Magnus Dedalus no planeta Aristar (um planeta de atmosfera azul bem brilhante e única, em que tudo abaixo dele também brilha em diferentes tons de azul, com águas e bebidas brilhantes, habitantes mamídeos de golfinho muito gentis e amigáveis nas regiões metropolitanas e diferentes raças de piscêtropos nas praias, auroras boreais com cores do arco-íris, mesmo as cores quentes que são raras, e casas e prédios de estética clássica, parecendo de arquitetura greco-romana mas com uma botânica única) no Setor Katrium, não muito distante do Setor Céu-da-Terra, e o Anandré troca mensagens com Otasha Misarabua e diz que irá visitar ela com as lembranças do jogo e do planeta em que está agora.

> 21/04/2272; Las Vegas, Novo México.
 Frigga esteve ajudando Miko e outras garotas na biblioteca Larapink e elas estiveram conversando um pouco sobre umas notícias que estiveram ocorrendo, como um processo judiciário que Larry Dean está sofrendo por uma acusação falsa de assédio, um acidente de carro que Barbara Rose sofreu três dias atrás ou um atentado terrorista que danificou os bancos de Nova Colúmbia e aparenta tar começando uma crise econômica, no entanto, Frigga tentava mudar de assunto com base no que ela viu na base do Muramasa.
Frigga: Ah, legal o que vocês tão falando mas~... E esse Marshall? Eu ouvi vocês tarem falando tanto sobre ele, mas o que ele tem de tão especial?~
Olivia: Ah, miga, é que ele é tão gente fina mas... Não tive a chance de ver, mas a Avamma ficou traumatizada ao olhar pra cara dele anteontem.
Miko: A Avamma ficou sem expressão por dois dias, só agora voltou ao normal porque a Abigail cuidou das memórias dela.
Frigga: Ainda não parece muito pra mim, se o poder dele é só ser feio então não é um problema~
Olivia: Bem, na verdade não é só isso, ele parece que é necromante, e chego a ficar surpresa com um necromante tão legal.
Frigga: Bem, melhor deixarmos ele quieto, é bem chato falar sobre isso~

> Oceano Atlântico.
 A equipe Caranguejo esteve navegando por mais um tempo nos oceanos, e durante esse tempo eles negociaram na Atlântida para comprarem, além do que poderia ser útil pras pesquisas de botânica mágica e viagem submarinha, também alguns itens de lazer, como unidades de um brinquedo chamado Zefipodis, um tipo de brinquedo similar a um pião de pontas superiores e inferiores finas, as laterais largas que podem girar o brinquedo com muita estabilidade no chão, ou girar sobre superfícies aquáticas ou, quando ajustadas para ficarem estendidas e com curvas em sua plataforma, podem ficar leves e com melhor controle do Princípio de Bernoulli para serem manuseados no ar. Alguns desses brinquedos foram doados para algumas crianças no mundo e sobraram um pouco pro lazer dos próprios integrantes.
 No entanto, Vitoria Flandre acabou achando, no meio das favelas abissais da Atlântida, protegida por um pórtico cujo teto era a ossada de um dos taninins mais velhos do Atlântico, três das bruxas que Muramasa derrotou poucos anos atrás, como Bloncé (uma bruxa de trajes azuis escuros e uma Femmesuit com detalhes negros), Cocoa (uma bruxa de trajes castanhos-escuros e detalhes em sua Femmesuit com detalhes que lembram pedrinhas de chocolate) e Ignum (uma bruxa de manto roxo de detalhes vermelhos finos sobre uma Femmesuit negra com luvas e botas vermelhas-roxeadas, e a única não vendada, com olhos brilhando em amarelo mesmo sob a água), que pareciam-lhe simpáticas, mas elas mesmas pediam pra que ela se afastasse.
Bloncé: Não queria estar conosco, nossa reputação já tá manchada.
Vitoria: Esperem, eu ainda não conheci vocês.
Cocoa: Quem sabe não seja tão ruim, afinal, somos bruxas, e nossa magia quase matou o Sol.
Vitoria: O... sol? Se bem que matar o sol podia abaixar o calor lá de cima, hein?
Cocoa: Difícil explicar, mas na Atlântida aparecem não se importarem com o que fizemos e nos deram esse território desde que não façamos nada de errado.
Vitoria: Eu não gostaria de ficar num lugar abandonado desses, haha!
Ignum: Elas acabaram preferindo ficar por aqui, e eu mesma as guiei.
Vitoria: Ei, eu gostei do seu look, e... Poderiam me contar mais sobre isso?
Bloncé: Adoraríamos se prometer não nos entregar a autoridades terrestres que nos odeiam, mas também gostaríamos de mais um acordo.
Ignum: Uma guerreira aliada nossa nos traiu e feriu muito, e um consumidor da magia caída de Avalon tá nos difamando e caçando usuários de magia perto da zona de Greenwich.
Vitoria: Zona? Não é um meridiano? Se quiserem, eu ajudo vocês a deterem o filho da p-
Bloncé: Não precisa dizer essa palavra, senhorita, prostituição não é algo realmente indigno para bruxas como nós, não soaria uma ofensa eficiente.
Vitoria: Bruxas prostitutas? Fiquei interessada.
Ignum: Esse povo peixe aparenta gostar do nosso calor mais íntimo no mar gelado, mas não é o nosso maior lucro, ajudamos com o artesanato e usamos magia pra acelerar a eletricidade para que chegue nesses territórios.
Vitoria: Isso é tipo um Gato do Mar? Parece familiar.
Bloncé: Gato?
Cocoa: E por que "do mar"?
Vitoria: Vi isso em favelas, é como chamam uns sistemas elétricos de baixa qualidade, mas não sei como é aqui.
 Depois disso, as três contam resumidamente sobre o que elas passaram antes de chegarem lá, que envolvia uma richa com Muramasa, que destruiu essa equipe por motivos que incluíam:
  • Restaurar um grande artefato de conhecimento que foi rompido pelas bruxas.
  • Impedir seus processos mágicos que estavam custando a natureza.
 Mas passado à parte, elas pedem um tempo antes de se unirem de fato à expedição.

> Las Vegas, Novo México.
 Frigga resolve ficar mais um tempo com as Larapink antes delas saírem, e hoje, enquanto elas almoçavam, cada uma tinha algum prato diferente, como a Alex e a Laura comendo carne de porco com tomate, a Joana comendo um espaguete ao molho branco com sal grosso, Meluisa um prato egípcio chamado Koshari (baseado numa receita que seus pais e seu avô ensinaram) e Miko um prato de arroz com ovo bem simples (mas ainda adaptando o que ela aprendeu cozinhando com a parte de mãe de sua família no Japão, mas em vez de um ovo cru, era frito e com a gema ainda mole e mal-passada), Frigga preparava uma mistura de uma bela picanha assada e temperada com mel e cebolas em óleo das carnes que Laura tinha preparado, e depois a carne era servida junta com um pouco do macarrão que Joana fez e o arroz que Miko cozinhou. Depois disso, Frigga diz que vai visitar aqueles tais "heróis e mercenários" da cidade.
Alex: Opa, mas já? Gostaria que me ajudasse um pouco com umas tarefas.
Miko: Pra falar a verdade acho até que você tá um tempo de mais consultando eles e pouco tempo com a gente, não quer dar um tempo antes?
Frigga: Mas com o que eu poderia ajudar vocês?~
Alex: Venha comigo.
 Alex leva Frigga para ajudar no laboratório de alquimia na biblioteca Larapink, especificamente com ela, a Alex e a Miko reorganizando alguns materiais mágicos, como os frascos das ervas mágicas (havia algumas como as ervas helênicas - verdes e com folhas redondas com pontas que pareciam chifres -, ctônicas - vermelhas com folhas em formatos de serpentes e um cheiro de ferrugem ou sangue - e etéreas - azuis de folhas triangulares e uma textura mais macia que as outras mesmo quando seca) e algumas pedras mágicas (que a Frigga não manuseava muito, mas sendo uma alquimista, entendia que, entre as que haviam, tinha pedras vermelhas de fogo, azuis de gelo, e brancas de luz, e que eram úteis para sintetizar um material importante).
 Enquanto as outras usavam um almofariz e um pirão pra moer 3 cores daquelas joias, a Frigga era forte muito mais que o suficiente pra quebrar as joias e fazer um pó mágico e de cores misturadas capazes que trazer alguns efeitos místicos, e com isso, elas misturam com uma tinta vermelha natural para, então, elas poderem cuidar e revitalizar as tatuagens de dragão vermelho que elas tinham em seus pescoços, deixando seu potencial mágico mais forte e duradouro, e com pedras de quaisquer outras cores e elementos, era possível formar esse Sal de Affequa (um sal cristalino e brilhante que pode conceder ou melhorar poderes mágicos).
 Tal escolha das pedras vermelhas, azuis e brancas é pela trindade mística ligada a Marte (que pode ser tanto pelo elemento fogo quanto pela cor vermelha natural do planeta e a força ligada ao ferro, alquimicamente ligado a esse planeta), Urano (com a joia azul ligada ao elemento gelo desse planeta) e Júpiter (por seu elemento elétrico ser próximo do elemento da pedra branca), que por sua vez tem a ver com as magias de afinidade máxima delas.
 Depois disso, Alex e Miko se reverenciam à Frigga em gratidão, e Frigga, saindo a biblioteca, calcula a sua trajetória para, em um único salto, chegar à base do Muramasa, e então ela continua o que ela mesma esteve continuando com aquele grupo, dessa vez com o grupo de Dapai Wang, que entre os lugares que estiveram visitando encontraram a cidade em que Muramasa se sedia e agora irão pra uma outra dimensão a partir de uma máquina especial, o que ela se voluntaria pra ir, achando que eles irão enfrentar alguma coisa.
Frigga: Pois eu posso ajudar, vocês sabem, te ajudei na parte braçal e adiantei muito esse serviço pra vocês~ E o clube Larapink ensina muitas magias básicas pra combate, posso dar conta~
Muramasa: É... Não é uma viagem pra invasão, é pra uma diplomacia com os Konebas na Konetai.
Frigga: ... Okay, quero saber o que é isso~... ou eles. Konebas são comestíveis?
Muramasa: Não, eles são gelatinosos demais~
Frigga: E-espera, QUÊ!?
 De qualquer forma, Frigga entra no portal junto com Ego, Carla, Charles, Dragondorf, Henry e Muramasa.

Continua>>>

04/12/24

Projeto Dream, episódio 354

> 17/04/2272; templos desérticos, Egito; Universo 255-P
 Mark acompanhou o grupo para descer, após o segundo, agora para o terceiro andar no templo, e no meio daquelas zonas havia uma humanoide ogrístico, maior que os vampiros anteriormente vencidos, com o corpo deformado, como se fosse algo como cânceres ou Síndrome de Proteus, com ossos e carne crescendo mais que o normal, e o grupo precisava ser o mais rápido possível. 
 Rael emite uma luz de um mini sol que cegava e torrava o monstro, as petrômatas sacam metralhadoras pra atirar nele com toda força, e Nayara projeta, depois de uma grande onda elétrica, uma bola de fogo de grande volume, e só restava então um conjunto do corpo do vampiro em que tinha a cabeça, o lado direito do tronco e o braço direito, o Mark se voluntaria pra seguir a criatura, mas as petrômatas seguiam na frente com suas lanças pra finalizar.
 Yara saca um recipiente metálico do qual saía um perfume natural de laranjas, citronela, hortelã e canela, um tipo de repelente de vampiros e assombrações natural que Yara aprendeu combinando habilidades de sua tribo com o que aprendeu viajando ao mundo, e esse cheiro afastava o cheiro de carne podre que fez o grupo passar mal no andar anterior e agora deixava o monstro sem forças e esperança, e depois de ser furado e cortado pelas lanças, o vampiro-ogro teve sua cabeça esmagada por Yumtun em sua forma de tigre, que já tava muito estressado com aquela expedição, e depois disso, o Yumtun e o Mark ajudam o grupo a coletar os tesouros e catalogar o que aquele templo parecia ter, como:
  • Hierógrifos comuns, mas contando, junto dos desenhos, uma história sobre a presença dos tais vampiros e aparentemente a deusa Sekhmet.
  • Enquanto o primeiro e segundo andares tinham paredes tingidas de azul que meramente ficaram danificadas com o tempo, ainda representando algo belo, esse andar tinha desenhos horríveis com a magia dos vampiros, o que eles tiveram que destruir.
 Com isso, precisavam ir embora e avisar Hematon.

> 19/04/2272; dimensão dos monstros, plano etéreo/material
 Muramasa visitou a dimensão dos monstros para avisar sobre o progresso de seus alunos e aliados em cuidar da Terra, mas é surpreendido por Safira que a avisava de algo estranho. 
Safira: Muramasa, finalmente te achei, eu e minhas tropas sofremos dificuldades na Antártida por causa de uma tropa de vampiros.
Muramasa: Mas o que? Acabei de chegar aqui justamente porque minhas tarefas tavam feitas por agora. 
Safira: Aí que tá, Muramasa, esses vampiros já tavam crescendo e se multiplicando muito desde mês retrasado, isso que eu te disse foi só fruto de uma negligência. 
Muramasa: Mas espera, tá tendo isso em outros países?
Safira: Egito, Eurásia, Japão e Singapura, esses são os países mais afetados.
Muramasa: Tá tendo algum caso nas Américas?
Safira: Não pelo que eu saiba, mestra Macabá disse que está tudo bem, e em regiões como México e Chile tá acontecendo a IMEV.
Muramasa: O que é IMEV?
Safira: Iniciativa Maestra de Exterminio de Vampiros, é bem recente na verdade. 
Muramasa: Posso ajudar com isso, mas antes preciso que ajude uns garotos do Oceano Atlântico a deter um demônio que tá atacando no Canal de São Jorge.
Safira: Julistaunia também te contou sobre isso? Ouvi a mesma coisa.
Muramasa: Na verdade soube por causa de um parente de um aluno meu que perdi naquela guerra.

> Las Vegas, Novo México.
Frigga: Okay, tá tranquilo de aguentar esse peso ainda, não se preocupem~
Dragondorf: Sério? Esses caminhões haviam travado no meio da viagem e tivemos que ajudar.
Frigga: Entendo, eu não gosto de histórias populares de heróis, mas quem sabe eu deva conhecer melhor uns de verdade que nem vocês~
 Frigga e Dragondorf conseguiram socorrer e tirar da estrada, cada um puxando com correntes, um caminhão bem cheio que havia sido acidentado e quase assaltado, enquanto Melissa socorre os caminhoneiros para um hospital próximo e Carla guia alguns policiais e guardas de trânsito a normalizar o tráfego.
 Marshall mostra o seu álbum de memórias pro Clube do Livro Larapink, que ainda suas integrantes sentiam pena pela dedicação e medo do plano original de Marshall, mas com uma energia mágica verde, as fotos pareciam ter, temporariamente, uma certa consciência de Summer, e que ela conseguia se comunicar com o Marshall e o clube na biblioteca em que estavam, e a Summer ainda estranhava elas, pois tinha a memória de ter sido morta por Larapinks, mas o pouco tempo de conversa parecia acalmar mais o Marshall e isso desperta a curiosidade de Mia, que prometeu ajudá-lo.
 Abigail se voluntaria pra acompanhar uma ocorrência que denunciava um assalto à mão armada que levou a bolsa de uma civil e feriu seu marido, e com base na testemunha e nas gravações, ela resolve ajudar a resolver o caso, e rolando até o endereço vazado que descobriram com os rastreamentos do Programa Fênix, ela conseguiu chegar até antes do assaltante e, com a sua força física, o derruba com socos fortes no tronco, e como ela usou a modificação de seu femitraje, o ladrão apanhou com muita força e acabou nem vendo, e acorda quando Abigail, que saiu da camuflagem e o carregou, o deixou no mesmo hospital que os outros acidentados de hoje tavam, com a diferença que será preso após a alta.
 Durante um trabalho numa loja atacadista, um grupo de pessoas cobertas em mantos e capuzes indo comprar alguns alimentos enlatados, mas em vez de só pegarem os produtos fisicamente, das mãos mecânicas deles saíam uma eletrostática que levitava as latas, porém, um dos 9 parecia ter sumido. No entanto, uma prima de Avamma Mero, chamada Pawla Mero, que trabalha lá como uma das caixas do serviço, teve que atender eles e, sem entender muito, foi atendendo eles e tendo que empacotar cada uma daquelas latas, e era paga com um Taulosis (uma moeda física do Setor C em formato circular plano e cores violeta vibrosas) e mais de 300 dólares.
 Preocupada, Pawla chama o gerente pra inspecionar a moeda e liga para Avamma, para poderem resolver, Avamma fica com um pé atrás e a dúvida se isso devia ser preocupante, no entanto, misteriosamente esse grupo (que voltou a ser nove pois o nono se reagrupou depois de coletar muito gelo do frigorífico) estava mais perto dela e de Olivia, as duas iam se preparar pra lutar, mas uma onda escura, com muita Essência da Noite voando nelas, e eles desapareciam, e elas, preocupadas, avisam o grupo do Charles e Dragondorf pra resolverem.
 Olivia conversava com a Ego sobre o que elas viram e a Avamma ia chamar o Dragondorf, guiada por um zelador, mas se depara com o Marshall, embora ao lado do Dragondorf, lendo alguns dos livros sobre história e artesanato, os mesmos que ele tinha pego, devolvido e pego de volta várias vezes até aprender o encantamento que ele fez pro seu álbum de memórias, e Avamma reconhecia que eram livros da biblioteca Larapink por causa de uma marcação laranja, rosada e com um desenho de dragão vermelho, que ficava nos livros físicos protegidos por essa biblioteca, e ela puxa o Marshall pela costa da gola e o levanta bem alto.
Avamma: Eu sabia.
Marshall: Aaaah!
Avamma: O que você taria fazendo com livros da nossa biblioteca? Já não havia devolvido?
Marshall: Mas é a terceira vez que eu emprestei, avisei a Miko que ia devolver ainda hoje. 
Avamma: Você já deveria saber que se você mentir isso vai se virar contra você, não é?
Dragondorf: Eu acompanhei ele junto com a Frigga, eu até falei pra elas que ia devolver os livros se não desse tempo.
Avamma: ...
 Avamma olhava pro Dragondorf incrédula, e quando ia virar a cara pro Marshall, ele tava até sem a máscara branca alienígena que ele tava vestindo, e ela gritava alto pelo susto enquanto jogava ele pra longe, e Dragondorf o pega no ar pra impedir que se ferisse, e o Marshall vestia a máscara de volta, Olivia e Ego são teleportadas numa onda escura pra saberem o que aconteceu. 
Olivia: O que aconteceu!?
Avamma: Os olhos dele! Eu vi a morte! A pele escamosa dele parece com nada que vi antes! Ele... Ele... Marshall, como você aguenta ver o seu rosto? 
Marshall: Eu não sei, na verdade eu nem sei como controlar esse poder direito, por isso a Mia se voluntariou pra me ajudar a arrumar isso.
Olivia: A Tia Mia? Ela aceitou te ajudar? Isso é bom, ela é uma ótima professora e... Você já teve ter visto aquela... 'antena mágica', né?
Marshall: Eu já vi ela soltando fogo ou modelando vasos de porcelana com a varinha dela, o que quer dizer? 
Olivia: Ah, você conhece? 
Marshall: Bem, vocês são um MacGuffin gigante pra magia, pelo menos uma de vocês conduziria feitiços com isso.
Olivia: Isso é ótimo, pra alguém de uma cidade em que magia é proibida, achei que nem saberia o que é uma varinha mágica. 
Marshall: Magia não é proibida em Deming, são os mutantes evocristãos que são contra a ideia de mutantes usarem magia, afinal, pra que aperfeiçoar o que você já é capaz de fazer se você pode decidir seus poderes?
Olivia: Hmm, a Carla tem uma força muito alta e uns atributos de corrida muito avançados, como isso é possível? Os mutantes não se aplicam à magia?
Marshall: Cada mutante tem seus poderes e fisiologia, o que me pergunto é como a magia não pode alterar o usuário. 
Ego: Tome esse chá, madame leoa, se sente bem?
Avamma: Eu tô, eu tô... Melhor agora~
Ego: ...
 Quando Marshall tava falando sobre magia e mutantes, Avamma tava sendo socorrida por Ego, e pela resposta dela, Ego se envergonha um pouco e materializa um vestido preto, e se pergunta por que não foi se vestir assim antes. Olivia acha o Marshall interessante por esse interesse em magia e como ela poderia ajudar ele. 

> 21/04/2272; Deming, Novo México.
 Octavien está voltando pra casa enquanto Giulia recebe chamadas telefônicas de Recóte depois do que aconteceu ontem, era necessário. 
L. Recóte: Ei, Giulia... Espero que não leve nosso assunto muito longe, mas... Você ainda tá com raiva daquele incidente, não é?
Giulia: Que resposta você iria esperar de quem ficou viúva por culpa de vocês? 'Ah, nada pessoal, todo mundo morre'? Vocês faziam ideia do que tavam fazendo, o Oct contou sobre como vocês chegaram a chamar inimigos dele pra ajudarem nessa guerra idiota, tá feliz? Espero que não. 
L. Recóte: M-mas... A minha irmã quase se matou ontem à noite.
Giulia: Então que ela tente de novo, por que eu me importaria com a morte de quem INVESTIU na morte do meu marido?
L. Recóte: Giulia...
Giulia: O que?
L. Recóte: Podemos devolver os documentos da pesquisa sobre aquele Ícor Mutante.
Giulia: De que ia adiantar? Baixei tudo e mantive em segurança, não preciso das cópias do servidor Luna.
L. Recóte: Giula, poderia me dizer algo que eu posso fazer pra compensar o que teve naquele mês!?
Giulia: Nada, você não faz a menor ideia de eu ter que cuidar dos filhos com ajuda do meu primo e de uns amigos pelo que vocês fizeram, eu já tô planejando reviver ele.
L. Recóte: V-VOCÊS PODERIAM REVIVER ELE ESSE TEMPO TODO!?
Giulia: Me dizeram pra só pôr o plano em ação se for muito necessário, e vocês e os meus filhos já tão sendo motivos mais do que suficientes pra pôr em prática.
L. Recóte: É... Giulia, al revoir.

Continua>>>

Saló do Mar, episódio 6

> 20/04/2272; Lille, França; Universo 210-P
 Depois da Guerra da D.R.V.G. encerrada mês passado, mesmo em diferentes universos, havia poucas coisas que aconteceram tão iguais ao que teve no nosso universo padrão, como a morte de Linda Dermurer, o resgate de Jozua e a redenção dos sobreviventes pra ajudarem a Terra.
 De qualquer forma, o John Parker desse universo sobreviveu e, irritado com as escolhas das Luna quanto a essa guerra, confiscou as pesquisas sobre o Michor que ele tanto confiou a elas. Origi implorou pra que mudasse de ideia ou desse um tempo, mas John recusou, e Luna Boudica agora esteve conferindo como resolver e intermedisr essa situação. 

> Universo 255-P
 Octavien Parker, junto com a Caranguejo, pôde se infiltrar com uma capa camaleão anti-radar, que podia tornar o submarino invisível à luz, a radares e a sensores térmicos, enquanto projetava um submersível por onde o grupo podia sair de forma mais discreta.
 Já estava de noite, e antes deles entrarem no Castelo das Luna, aranhas de Octavien foram enviadas como suas espiãs, passando discretamente no escuro e podendo ver para eles, e então, Gabriel usa uma magia de vento que tanto propulsiobaca o seu salto e o de Lucas e Vitoria quanto empurrava Octavien ao alto, e Takeshi e Angera vão para dentro usando a dimensão de bolso de Takeshi, chamada Kyūhaku.
 Porém, a família Luna possuía câmeras de segurança e os robôs no castelo, o que precisou que, uns dias antes, Summer Tabin e tivesse que se hospedar no castelo pra, no dia certo, desligar esses aparelhos aos poucos, e quando Octavien, possuindo um sentido aracnídeo diferente em que ele conseguia sentir presenças a partir de um tato avançado junto de uma capacidade própria de sentir impulsos elétricos, ele reconhece alguém acordado, em pé mas ainda sobre uma superfície alta.
 Octavien tenta abrir a porta, e não conseguindo, parte a maçaneta e a fechadura com uma de suas patas de aranha, e abre com o chute. Origi estava se pendurando pelo pescoço numa corda grossa, ela ainda tava com aquele Femmesuit branco e vermelho, o cabelo bagunçado e olheiras suaves nos olhos, dava pra ouvir sua respiração, e na hora que Octavien via aquilo, ele projeta uma teia pressurizada que partia a corda e fazia Origi cair e recuperar o fôlego. 
L. Origi: *gasp* O-o... O que? Quem é você? 
Octavien: Abordar a missão, gente! Há um problema sério aqui!
Summer: Mas o que?
Gabriel: O que será que aconteceu? 
Lucas: Não sei, mas temos que ser rápidos!
Vitoria: Angera-san, temos que sair, eles acordar e verem o que aconteceu. 
 Angera, com um portal de Takeshi, consegue tirar um por um, mas Summer já não tinha vindo pra cá com eles, e o Octavien teve que sair de última hora e até levar a corda que Origi tinha usado embora. Só tinha tempo de Luna Nouvelle, Boudica e Lunére Leon verem ela ainda tentando se recuperar na cadeira.
L. Nouvelle: Mamãe? Por favor, fala comigo, o que aconteceu? 
L. Origi: Eu... Eu ia deixar esse mundo, a culpa era de mais pra mim mas... Eu vi como se o John Parker estivesse aqui e tivesse me salvado, e...
L. Boudica: Mas, tia Origi, isso é impossível, o pessoal de Deming preferiu deixar ele descansar em paz.
L. Origi: M-mas... Mas eu vi, e ele... Ele foi embora.
L. Leon: Pode ser uma metáfora pra... Ele indo embora pro Além?
L. Origi: Não, realmente era uma pessoa física. 
L. Nouvelle: Pode ser uma versão alternativa. 
L. Boudica: Incrível como isso virou uma segunda opção tão rápido e ainda foi a Sua primeira opção, 'Velle.
L. Nouvelle: Eu tive que visitar o multiverso ao lado da Pleine e da Ártemis, eu sei do que tô falando. 
L. Origi: Por favor, podem ir dormir, talvez a Saang saiba uma solução pra mim.

> Universo DG89
 Nesse universo mal se sabia como rolou a Guerra da D.R.V.G. pois a D.R.V.G. em si não é a mesma, mas Foramin buscou induzir diretamente contra as monarquias delas, o que o grupo de Muramasa buscou interferir bem rápido para evitar problemas. Tifanny, Maize, Sugar, Judith e Sia lideraram parte da solução, e impediram o pior de acontecer. 
 Curiosa pelo ocorrido, Julie Redlar desse universo pesquisou sobre multiverso e até pediu ajuda para Tifanny, que já tinha visto um universo paralelo uma vez, e Luna Pleine e Boudica se voluntariam pra lutar ao lado de Tifanny e acompanhar ela numa possível revisita. Nesse universo, a Gisele e a Alexia, que no caso estão em um relacionamento honesto e lutando juntas, souberam de uma luta séria que, embora não tenha matado essa Julie como antes, a deixou muito ferida, e mesmo com a relutância dessa Julie, elas a protegeram por um tempo e Julie, interessada nas magias de Gisele, treinou com ela e, sabendo o potencial de Alexia, treinou suas artes marciais a ela.

> 21/04/2272; Universo 255-P.
 Origi está recebendo os cuidados da sua irmã Saang, que por sua vez, além dos remédios que ela receitou pra Origi tomar periodicamente, também esteve conferindo um encantamento da máscara de Origi, que havia uma micromagia que fazia com que a máscara guiasse suas portadoras, falando em seus subconscientes, e a Saang temia que a máscara tivesse sofrido algo e começasse a induzir as más ideias que começaram aquela cena de ontem, mas parecia que não tinha nada a ver, pelo contrário, Luna Origi tava triste demais pra máscara poder confortar, e quando Saang entregava pra Origi voltar a usar...
L. Origi: Jogue isso no lixo, agora!
L. Saang: Mas, Origi, a máscara tá ótima, inteira, e a programação mágica tá certa.
L. Origi: Se essa máscara fosse tão útil ela teria certeza que o que a gente tava fazendo era errado, e por que você ainda só sem o teu olho?
L. Saang: Origi... Não muda de assunto.
L. Origi: E você, que acha que uma cicatriz física que minha filha deixou em você é tão importante que você até apresentou naquele dia como um símbolo da sua redenção? Você não acha que eu ter tentado me matar mostra que o nosso envolvimento só teve Péssimas consequências!?
L. Saang: Origi, acho que você não devia ficar ostentando a sua depressão, a gente podia perder você!
L. Origi: Já não basta a gente ter matado o John achando que estávamos no lado certo?... *sniff sniff*
L. Saang: Mas você fala como se a máscara tirasse totalmente a sua capacidade de escolha. 
L. Origi: Você é psicóloga, Saang, já devia saber como convicção funciona. 

Continua???

Projeto Dream, episódio 353

> 17/04/2272; Quetzalcoatl, México; Universo 255-P
Isabella: Será um pouco chato de explicar, gente, mas a Julie tá aqui conosco.
Adrima: J-Julie? Mas, Isabella, você não tinha rancor dela?
Isabella: Como eu disse antes, havia muita lavagem cerebral que virou nós umas contra as outras.
Maria: Ela parece menos pálida e ainda mais ruiva.
Isabella: É uma biotecnologia da minha amiga em outro canto da galáxia, é um tipo de célula que...
Andrima: G-galáxia!? Você tem parcerias alienígenas? 
Isabella: Óbvio que tenho, e isso que adiantou aquela investigação. 
Julie: É... Isa, acho melhor irmos embora, não tô me sentindo bem.
Andrima: Posso te levar pra minha casa, madame Redlar, faço uma sopa de carne e um guacamole ótimos.
Maria: Isa, tá a fim de visitar elas também? 
Isabella: Sim, e também revisitar os colegas da academia.

> espaço sideral.
 No meio da tempestade nebulosa Yuluiyihi, Waldus esteve junto dos Brasões de Latão em uma grande nave espacial, eles tinham que passar por tamanha nuvem elétrica pois era um ponto de referência pra poderem alcançar o planeta Venta-D agora que uma frota de piratas espaciais começou a cercar as áreas convencionais, e Shiro convence o governo hocertiano a trazer um exército que, durante a viagem de Waldus, destruíssem aqueles piratas, pra assim a tropa viajar de forma mais segura, e destruindo a âncora espacial Rim de Kujata, usarem os Portões de Partida.

> 18/04/2272; templos desérticos, Egito.
 Mark Goldlane, um humano canadense meio neocolumbiano (vindo de Nova Colúmbia) de cabelo loiro, barba curta e roupas muito simples e comuns, esteve acompanhando, entre seus colegas e junto de uma equipe com Rael e petrômatas de Hematon, uma mutante nativa-americana chamada Nayara Lincoln e uma alquimista nativa-americana chamada Yara Wolfsbane, ambas de roupas azuis e vermelhas tradicionais e a Nayara sendo mais velha, e também Yumtun que veio de Taivuga para ajudar as operações de Muramasa, Piccu e Isabella.
 Durante o acampamento que eles montaram, combinando o poder mágico deles todos, um oasis começou a se formar sozinho, com plantas nunca antes vistas e com uma bioluminescência dourada bem única, e Mark estava ainda nervoso pela missão, embora sabendo que era necessário para protegerem num país que conecta a África e o Oriente Médio, o sol já está nascendo, e era lindo.
 De qualquer forma, agora que o dia começou pro grupo, eles tiveram que sair e continuar, e adentraram uma área com muito arenito e, estranhamente, alguns cristais de gelo que se formaram com o tempo na região, e com uma análise minuciosa, as petrômatas com equipamentos como Sextante Olho Azul (um sextante que podia calcular a geometria ao conferir ângulos do chão e sombras com os astros no céu,  Relógio de Hórus (que podia medir hora, estação do ano e a posição correta do sol usando uma mini-bússola como orientação, completando com o Sextante) e um Periscópio de Rubi (que pode ver a partir de ondas de rádio e raio X para assim identificarem qualquer objeto, mesmo que atrás, dentro ou embaixo de outras superfícies), elas identificam alguns detalhes como:
  • O templo está 98% sob a areia, e ainda há conteúdo do mesmo dentro, com uma profundidade de 138,8 metros.
  • Dá para estimar que, entre os 3 andares, o menor e mais próximo deles e da entrada tem cerca de 203 m², e o maior e mais abaixo tem 432 m².
  • Mesmo soterrado, as medições identificaram sinais de vida e espaço suficiente para adentrar, incluindo uma entrada ao Oeste do terreno.
Mark: Deveras interessante essa magia que vocês carregam. 
Petrômata 1: Magia? Navegação marítima é magia agora, garoto?
Mark: Espera, isso são só equipamentos físicos? Vocês descobriram até o volume abaixo e se tinha bicho!
Petrômata 2: Quantos anos você tem, garoto? Parece até que idolatraria um GPS.
Mark: Por que falariam assim de mim? Eu tenho 43 anos e fui formado em filosofia.
Nayara: Mark, lembre-se do que a gente ensinou, você não pode se estressar. 
Mark: Eu ainda tô me mantendo calmo, não se preocupa.
Petrômata 1: Bem... Humanos sempre sendo autoconscientes demais.
Mark: Eu só me enganei, pensava que não se aplicasse da mesma forma que a magia.
Petrômata 3: Garotas, não levem esse assunto muito longe, todas nós e alguns deles também são acostumados com magia.
Petrômata 2: Só alguns?
Nayara: No meu caso eu não uso magia, eu tenho poderes naturalmente. 
Petrômata 4: Isso é impressionante pra uma humana que nem você. 
Nayara: Seus irmãos e primos viram gente do meu tipo, mas não na mesma cidade que eu.
 Depois daquela discussão que parecia chegar a lugar algum, eles descem o templo, e no meio do que encontravam, haviam feras com corpos de crocodilo com escamas altamente resistente e conservavam a água de seu corpo, chifres de vaca na cabeça quer serviam como arma e sinalização telepática, e corcovas de camelo que armazenam uma estranha e brilhavam quando eles sentem raiva, medo ou perigo, e flui quando eles se alimentam ou gastam essa energia, os humanos do grupo não sabiam o que poderia ser, mas as petrômatas sabiam que eram algum tipo de criatura vinda do Absin, e que só podia ter sido invocada por lá há mais de dois mil anos atrás.
 O grupo abatia aquelas feras, chamadas Krolikotófis (plural para Krolikotep), as petrômatas furavam com suas lanças furando as corcovas energéticas, e até recomendavam que fizessem o mesmo, o Mark ficava com nojo porque, embora ele tenha lutado contra vilões no Canadá, Groelândia e Nova Colúmbia, poucos ele fez sangrar, e ele tentava superar esse medo enquanto, usando fios de uma energia azulada como a paz, com listras vermelhas como a coragem e manchas douradas como o olhar divino, seja entre as suas mãos, ou enroladas nelas, ele usava pra se fortalecer enquanto segurava aquele Krolikotep cego (seja pela escuridão de milênios ou pelas feridas nos olhos) e se via no meio de ossos de vampiros e animais ordinários, e quando Nayara socorre Mark bombardeando o Krolikotep com sua quiropotência chamada Stars and Stripes, em que da sua mão direita saíam "estrelas" de fogo azulado e da esquerda saíam "faixas" de raios vermelhos que explodiam as costas do crocodilo, e Mark, se recuperando, empurra o Krolikotep para cima, solta as faixas de energia e passa no pescoço da criatura, a enforcando e a quebrando seu pescoço, e em seguida, Rael traz para perto deles uma esfera solar similar à magia de Jolly Sunshine, revelando os tesouros que brilhavam no meio da sujeira mais pura, a escadaria para o próximo andar e também um Krolikotep que fugia mordendo as paredes até escapar pelo subsolo.
Rael: Esses monstros não pareciam grande coisa, será que são assim mesmo?
Petrômata 1: Obviamente não, Rael, devem ter vivido aqui há tempo de mais, o que impressiona é eles terem sequer sobrevivido.
Petrômata 4: Bem, esses seres conseguem se alimentar de energia, então tenham certeza que quilos de ouro, de areia e até a própria múmia que podia ter aqui foram devorados pra sustentar os que sobraram.
Mark: Mas havia ossos do que não eram esses jacarés alienígenas, por que teria isso?
Petrômata 3: Pode ter sido com o tempo, alguns animais eram enterrados juntos com o seu Faraó, assim como comidas e parentes, mas há uma inconsistência aqui.
Petrômata 1: Concordo, algo não faz sentido. Mark, você tá entendendo o que a gente entendeu?
Mark: Claro, simplesmente isso seria tempo de mais pra ter esses bichos.
Yara: Malditos yee naldlooshiis.
Nayara: Yara, não diga isso.
Yara: Tarde demais, eles claramente podem ar aqui, ou quem sabe serem vários. Outros povos chamam de vampiros, outros de bruxas, outros de lobisomens malignos, há uma variedade de formas de chamar essas coisas que surgiram de fora da matéria em forma de vida.
Yumtun: Isso é estranho, eu já conheci um deus maligno pai dos monstros, mas eu sei que não era alguém ligado a vocês e ao jovem do sol.
Petrômata 2: Oh, será que era Poora, a mãe dos vampiros?
Yumtun: Eu pensei que fosse o Pahapayar, deus do fogo e do Naraka.

> Deming, Novo México.
 Marshall convidou Meluisa, Miko e Mia para verem a sua casa, e enquanto Meluisa já estava familiarizada com Bianca, Logan e seus filhos, as outras duas ficavam surpresas de terem dois mutantes adolescentes brincando, um em forma de um dinossauro pequeno e outra voando com um poder sobre os ventos, mas Marshall mandava ignorar pois ele queria mostrar um álbum de memórias que o Marshall montou, foto por foto, dia por dia, com fotos de bons momentos da Summer com a família Anthonny e também uma pequena corrente de aço comum com um pingente em forma oval com um desenho de um escaravelho visto de cima a baixo, elas ficavam surpresas com aquilo, mesmo a Meluisa que teve mais contato.
Meluisa: Então... Você realmente sente saudades, né? Gostaria de falar sobre isso?
Marshall: Mas é claro, lembram de eu ter falado que seguia uma entidade cósmica? Me prometeram que eu posso trazer ela de volta desde que eu trabalhasse pra ele.
Meluisa: Eu pensava que você fosse ateu.
Miko: Mas será que é? A Carla que nos disse isso, e se...
Marshall: Eu era colega de aula dela, de que adianta acreditar numa entidade humanoide sentada no outro mundo, que promete tudo, mas que não faz nada no mundo físico?
Miko: Ainda assim não explica você tar seguindo um deus sendo ateu.
Marshall: Khlûl′-hloo não é um deus, e pelo que eu saiba ateus são associados à ciência por acreditarem só no que há certeza.
Mia: É... Garoto, é meio difícil explicar, mas esse que você chama... assim, o Kithulhu, é um péssimo caminho, invocar entidades demoníacas e hiperdimensionais são magias bem parentes da necromancia, que fazem mal à natureza e à vida em troca de poder.
Marshall: Meio que já é tarde, e não adianta fazerem piada, eu não sou filho de Khlûl′-hloo e nem fui alterado por uma magia dele, eu já nasci destruído.
Mia: Espera, Marshall, não precisa falar isso sobre ti mesmo, a gente não quer o seu mal.
Marshall: Eu entendo, é algo que eu falei pra um monte de gente, e fiquei surpreso como vocês não responderam repetidamente que beleza não importasse ou que eu supostamente seria bonito por dentro.
Miko: Ele... tá lendo nossa mente?
Marshall: Por que? Tavam pensando nisso?
Miko: É... espera, ele consegue mesmo ler mentes? Marshall, qual é o seu poder de sangue?
Marshall: Meu clínico de poderes apelidou de Face do Terror, e em suma, eu teria o potencial pra controlar o medo mentalmente, mas eu não tenho controle, é como se estivesse concentrando todo esse poder na minha cabeça.
Meluisa: É... Marshall, eu entendo, mas você não poderia simplesmente usar aquele soro, o Michor?
Marshall: O John me proibiu, ele temia que isso deixaria meus poderes ainda piores, sabe, mais macabro, e mais fora de controle, porque o Michor não 'melhora', ele aumenta os poderes, e sabe, moças, desculpa eu ter mostrado algo tão triste do meu quarto, e eu ter sido tão insensível com vocês, o que vocês têm a dizer? Eu sou... horrivel?
Meluisa, Miko e Mia: ...
Meluisa: Você na verdade foi bem melhor que muita gente 'bonita' que eu já conheci.
Miko: Eu acho melhor não me envolver muito.
Mia: Se quiser, Marshall, eu posso te ajudar. Você esteve pesquisando muito sobre magia, não é mesmo? Quem sabe o que você precisa pra sua melhoria física terá que alterar a natureza do seu corpo, algo que não vai ser fácil com feitiços.
Marshall: Entendo, e pensando bem, ainda levará tempo pra eu trazer a Summer de volta.

> Canal de São Jorge, Oceano Atlântico.
 Helinsky, que lutou pra se aliar a Aleborja depois da dissolução da sociedade das bruxas de anos atrás, só precisou fazer mais um ritual para retornar o seu chefe para o mundo material, desenhando símbolos das 10 moedas mais influentes da Terra atual ao redor do chamado Sigilo de Mamon, e pingar um frasco de Carbonado Dourado para assim invocá-lo.
 Ressurgindo daquele ritual, Aleborja se reorganiza com Helinsky para assim eles poderem continuar no laboratório usurpado do Lungus, com os cientistas e operários controlados por alguns vermes similares aos que as Damas de Ferro encontraram em territórios vampíricos, porém de corpo cinzento com detalhes azuis, e que assim como os originais vermelhos, na cabeça e coluna dava controle sobre seu corpo, e na barriga dava nutrientes.
 Esses vermes se escondiam muito facilmente e quem esteve trabalhando lá só voltava uma vez por semana, quando era dia de folga deles, e falando nesse setor trabalhístico, o ambiente estava ainda mais limpo que quando o verdadeiro Lungus trabalhava, com uma árvore de Maçãs de Avalon e um calabouço para armazenar zumbis necromânticos e radioativos, diferentes tipos de vampiros e também umas feras mágicas, como um grifo que, devido à propensão a estresse fácil, a sua gaiola é bem grande e algum operário era mandado periodicamente para, não só alimentar, mas brincar com o grifo capturado.
 Com isso, Aleborja tinha a sua logística bem definida para que confiassem nele como uma "ressurreição de Lungus", assim como ele voltava a usar o disfarce imediatamente, e ele e Helinsky usavam parte da tecnologia telescópica pra, conferindo o universo, poderem descobrir onde foi parar Julistaunia, que matou Aleborja e deixou Helinsky sozinha com outros Perdidos.

Continua>>>

02/12/24

Fogo do Céu, parte 9

> 17/04/2272; espaço sideral; Universo 255-P
Akari: Que alegria sentir ar fresco de novo.
Sean: É, e olha só, e olha só, o Cnor tá até dormindo, bem tranquilo.
Akari: Traz ele pra cá, ele precisa mamar.
 Sean, Akari e outros voltam a seus mundos, Julistaunia tira um tempo pra interagir com o Muramasa atual, e ambos tanto visitavam quanto observavam de longe vários mundos. Julistaunia conhece Yunasuba no planeta Coração, ela e Yaksuba viajam pelos campos com ela pra que ela conheça aqueles terrenos com terras azuis, vegetações rosadas e criaturas de milhares de formas corporais, e com os ensinamentos da Hestia, treina um pouco sobre a magia do tempo, a lei de que o tempo é uma constante importante para o fluxo do universo, e que está muito expresso na energia escura, que se acelera conforme o universo cresce, e também ela usa como base pra controlar melhor a entropia, a matéria e o decaimento ao seu redor, a partir do caos.
Hestia: O-o que? Uma demônia vermelha? Achava que não viriam a esse mundo.
Julistaunia: Talvez tenha concluído isso por não ter visto mais nenhum depois do meu irmão.
Hestia: Irmão? Mestre Mura, é dele que ela tá falando?
Muramasa: Sim, Tankanar, ele já é um só com a entropia, e desde que tenha ele na memória do universo, assim como outras entidades vermelhas, ele ainda fará parte daquilo que o lembra.
 Hestia entende a mensagem e a explicação, e guia eles para o planeta Ta'sgate, um planeta extremamente quente e vulcânico, preenchido por máquinas e uma forte indústria, antes uma colônia penal em que criminosos interestelares trabalharem diariamente com apenas 6 horas de descanso, 2 intervalos e uma escala de sete dias por semana terrestre, mas atualmente a escravidão foi reduzida e a automatização aumentou, para que possa haver mais coleta e manufatura de minerais e joias importantes.
 Sulfaisto, um gigante biomecânico protegido em sua armadura negra com brilhos similares a fogo, os dá as boas vindas e, ao conversarem, Julistaunia e Muramasa são levados para a Torre da Noite, um dos únicos lugares "frios" desse planeta e com os principais líderes desse planeta, e que eles entregam a eles uma Espada do Sangue de T'zurl, o Coração de L'iututin e o Escudo Botânico de A'zmalani, três tesouros de demônios-vermelhos antigos que lutaram a favor do universo, e quando perguntaram se iam tomar aqueles artefatos por direito, Julistaunia tira um tempo pra pensar, e response.
Julistaunia: Levar embora não seria algo tão necessário, povo à base de carbono, uma espada banhada com sangue, um coração caótico e uma forma de vida protetora são comuns pro meu povo, desde que tenham isso intacto, é bom pra provarem a diplomacia com o meu reino. Mestre Mura, podemos ir.
 Depois disso, viajando em outros planetas, eles conhecem as cidades nostálgicas de Stereo, as grandes cidades tecnológicas de Batatt, as cidades mecânicas em terras secas de Hunkal, passam um tempo acertando contas em Marte, e antes de voltarem pra casa, eles visitam a Dinastia Naga no planeta Hocerti e a família de Sean e Akari em Hunkal, que depois de uma visita agradável com um banquete fardo e onívoro, o Muramasa e a Julistaunia recebem, como presentes, pequenas pérolas-turmalinas hocertianas (pérolas que brilham como turmalinas e em um tom verde muito lindo e especial, e que os trarão mais força e proteção) dos Naga, e depois de uma visita agradável e Julistaunia ajudar Akari a cuidar de Cnor, eles recebem, cada um, um retrato ao estilo Elcsum, esculpido em pedras em uma moldura 9:16 e com tintas variadas para combinar a tridimensionalidade e a coloração para parecer algo vivo, Sean esculpiu um retrato da equipe de Las Vegas original, embora com a adição de membros como Ellen, Charles e Summer Sambari, Julistaunia achava estranho ela não tar ali.
Sean: Não se preocupa, eu não sabia que você ia tar permanente com a gente, e diria que a Akari pôde compensar.
 Akari aparece com o retrato esculpido com a Julistaunia, Inka Liva, Safira, Saturni, Fortrex e mais algumas que não dá pra reconhecer agora.
Akari: Exatamente, desenhei você e as monstras daquele outro reino, parecia que você era mais do lado deles.
Julistaunia: Eu concordo, embora... em partes.

> 12/03/2272; Deming, Novo México.
Freddy: Não! Esperem! Se quiserem, eu posso dividir o dinheiro que juntei e podemos...
 Freddy é interrompido com uma bomba de Mario Tesla que o empurrou pra longe e, mesmo caindo no meio dos arbustos ásperos que ainda podiam amortecer sua queda, ele estava um pouco desnorteado, e quando Freddy se recuperava e usava as asas de sua armadura pra voar, uma asa era obstruída por uma das flechas explosivas de Slaven que também explodiu seu braço, e depois uma flecha de gancho que o prendia ao acertar o ombro da asa perdida, e uma segunda flecha de gancho que fazia a corda da flecha anterior se prender melhor na árvore em que Freddy estava anexado.
Slaven: Sua traidhor de merda, esqueceu do nosso acohrdo de não nos vendehrmos pahra enfrentar o John Parker?
Freddy: Mas isso não faz sentido, ele foi o nosso inimigo há anos.
Mario: Você deveria ter entendido melhor a nossa promessa com o Octavien, que mesmo se continuássemos nessa carreira deveríamos ter evitado a atenção dele.
Freddy: É, mas pelo visto só falta mais um de vocês, por que não foram atrás também?
 Slaven aponta para atrás da árvore que Freddy estava, mas Freddy só entendia quando Nixtau empurrava a árvore, que gritava com mais dor e medo que o próprio Freddy, que era amassado pela árvore que grunhia de dor, mas embora não morria logo com aquilo, cortaram-lhe as duas orelhas e a mão direita de Freddy, e depois o soltaram.

> ??/04/2272; Oceano Atlântico.
 Falando em Octavien, ele esteve operando ao lado da equipe Caranguejo em troca de pistas do paradeiro das assassinas de John Parker e também uma forma mais eficiente de se vingar do ocorrido, e embora Amai saiba do segredo das Luna, ela evitou contar muito diretamente e até pediu para que os integrantes que sabiam ainda mais, como a Summer Tabin, seus filhos e Vitoria Flandre, a contarem aos poucos, porque temia que eles iria atacar elas impulsivamente e se ferraria assim como o seu primo, mas o próprio Octavien, em contramedida, já sabia qual Luna estava envolvida e só precisava fazer as tarefas durante esses meses pra negociar por informações com a equipe.
 De qualquer forma, um com o qual o Octavien desenvolveu amizade o suficiente foi Brutus McAllister, cuja força bruta elevada junta com poderes adicionais bem básicos completava a variedade de poderes que Octavien Parker tinha como um mutante, como uma vez que ele derrotou uma tropa de piratas abissais (um tipo de piratas que atacam nas profundezas submersas a partir de submarinos armados) chamada Água Negra, em que após conseguirem invadir uma base deles em terras isoladas próximas da Atlântida o Octavien pôde se comunicar com os caranguejos-ferradura para formarem uma armadura temporária para proteger o Brutus de parte da pressurização, e depois prender a maior parte dos piratas em uma armadilha de teia que o Brutus pôde finalizar usando um choque elétrico ao segurar a teia com suas mãos eletrizadas enquanto eles estavam sob o mar, e depois disso, Octavien pôde teleportar junto com Brutus e o tesouro que eles resgataram e ficaram com 70% dele como recompensa e puderam vender em diferentes lugares em troca de comidas, insumos para suas tecnologias e alquimia e também um pouco de infraestrutura para uma emboscada futura.
 No quartel submarino deles, Octavien resolveu conversar com alguns sobre o progresso do acordo.
Octavien: Amai, eu sei que isso é pra eu ajudar vocês em troca de me ajudarem, mas acho que já estamos pronto pra isso.
Amai: Oh, é? Entendo, só acho melhor você descansar mesmo que por hoje, você foi até que bem.
Octavien: Flandre, quando você falou que não ia ter chance sozinho lá no castelo das Luna, quer dizer que vocês só querem testar a minha confiança pra depois aceitar me ajudarem?
Vitoria: Ah não. *pfft* Acho que você é bem completo e até conseguiria abater pelo menos a do seu alvo caso fizer direitinho... Ou quase... Quando irmos lá a gente prova.
Octavien: Vocês três, eu não entendi o jeito que vocês me estranharam, se é por eu ser parente de um dito herói urbano reconhecido? Ou é mais pessoal?
Lucas: Ah, é... A gente nunca foi tão confiante com novatos. Mas eu realmente te subestimei, e sabe... Você poderia convencer o Brutus a passar uma noite com a gente?
Gabriel: Isso mesmo, realmente é impressionante um homem tão forte e guerreiro como ele não ter namorado antes, e aprecio o seu respeito de ter se aproximado de um homem tão... grande~
Octavien: Não me estranhem, eu salvei ele quando pude, e ele era o melhor pras minhas estratégias.
Lucas: Oh, você poderia fazer uma estratégia entre eu, o Takeshi e o 'Briel com o Brutus?
Lucas e Gabriel (com as mãos em palmas juntas, implorando): Por favor?

> 17/04/2272; plano etéreo.
 Julistaunia esteve viajando na escuridão do plano etéreo, um ambiente de espaço infinito para os padrões tridimensionais e, quando não havendo algum espaço considerado dimensional ou relacionado, o tempo não fluía, algo que mortais só sentiam quando iam de uma dimensão a outra – como se fosse um jetlag cósmico, os sentidos se alteram temporariamente e o corpo sofre oscilações temporais imprevisíveis, por isso devem viajar aqui com alguma proteção elementar ou numa nave, que possui um pouco de gravidade e sofrerá as oscilações no lugar do viajante –, mas seres complexos como os monstros dos deuses exilados ou uma demônia-vermelha como a Julistaunia podem simplesmente não sentirem nada ou até mesmo sentirem as dimensões e seus níveis temporais quando estão vagando no plano, isso desde monstros mais "puro-sangue" como os de suas dimensões de origem aos mais "humanizados" como os que cresceram e evoluíram na Terra.
 De qualquer forma, no meio dos Perdidos que ela enfrentava, e alguns conseguiam feri-la temporariamente, mas o caos da própria luta a regenerava tão rápido quanto ela começava a sangrar, então aparecia Helinsky, que estava há anos peregrinando naquela camada da realidade, e quem supostamente era pra ser "Lunks", mas assim como aquele "Lunks" que ajudou Sora e Kinblu na floresta amazônica não poderia ser o mesmo que foi petrificado anos atrás, após uma chuva de raios de luz e fogo que queimavam a carne elástica do "Lunks", acaba se revelando um demônio.
 Julistaunia não conseguia ver por causa da poeira que se formava da interação da magia com a Escuridão Pura, mas sentia de longe que, ao lado de Helinsky, estava Aleborja, um demônio em forma de tigre, e que parecia que seu manto se formou do próprio sangue da sua transformação anterior, usada para poder analisar e se aproveitar de humanos no Reino Unido, e só auxiliando os Dermurer em recursos por isso ter sido benéfico pro seu plano inicial de ter o mundo material para se desfrutar, e no fim, ele teria que lutar ao lado de uma humanoide monstruosa que só se aliou a ele para que ele pudesse se manifestar no mundo material.
 Julistaunia, sabendo do perigo de um demônio capital fora do Tártaro, emitiu um corte temporal que, embora Helinsky tenha desviado para não ser despedaçada, o corpo de Aleborja era partido ao meio, e obliterado, desintegrado em partículas verdes do tempo, vermelhas do caos, e rosadas do Tártaro, e ele renascia em seu reino de origem, e depois, Julistaunia fugia para uma dimensão bem próxima, parando no Complexo.

Continua>>>