Boas vindas
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
13/08/22
Projeto Dream - episódio 36
Naej, Muramasa, Tankanar e Haraniku estão conversando com uma fênix chamada Félix ao ar livre, próximos do castelo de gelo de Tifanny e Naej, após o grupo completar um ninho de palha com aroma de canela para o animal mágico.
Naej: Sério, eu não sabia que o episódio anterior ia sair tão longo, aí deixamos tudo pra hoje.
Félix: É... eu não tô entendendo isso.
Muramasa: Pouco importa, ele é louco mesmo, ou... parece ser.
Naej: Ei!
Haraniku: Ah, tive uma ideia! E se a gente juntasse mais criaturas mágicas para cá?
Muramasa: Tem certeza?... Isso parece perigo-
Tankanar: Ei, nanico, que bicho é esse?
Tankanar andava carregando Xim, aquele demônio em forma de urso com cabeça de palhaço, acorrentado por um fio vermelho de Mully, e estranhamente aquele ser estava muito submisso a um homem calvo - tão calvo que não há pelo nenhum no corpo todo - com 4 mamilos no peito, e Félix... se surpreendia com aquilo.
Félix: Essa criatura é bem familiar pra mim...
Naej: Ele apareceu por aí uns meses atrás e o Muramasa pediu pra gente guardar ele pra estudar, aí largamo ele aí.
Muramasa: Interessante como ele tá amarrado só em fios de lacinho.
Naej: Não sei se tem macumba nos fiozinhos ou se é um material forte, mas... tá potente.
Tankanar: São só fios vermelhos.
Xim escuta aquilo, e irritado, se solta dos laços e ruge, e Naej ficava puto com aquilo porque o Tankanar "quebrou a magia" daquele laço que tava prendendo o ursão, e Muramasa já toma dianteira e, depois de 700 golpes dentro de 0,0000000001 segundos, ele congela e nocauteia a criatura, a fazendo cair.
Naej: Eu sei lá o que você disse, mas claramente o bicho acreditou que o laço tava prendendo ele e aí você caguetou que era falso. Tactel, meio poliéster nas bordas, contaminada pela pele venenosa desse bicho feio...
Tankanar: Qual é? Por que você tá detalhando do que o laço é feito?
Naej: Por que tu caguetaste que o laço era algo comum pra um bicho burro desses? Se não fosse de fato, se fosse um blefe, o bicho não sairia fácil. O laço nem precisava ser forte pra conter aquela coisa, se a gente intimida ele, ele se assusta, vai lá saber a idiota que passou por aqui que amarrou o bicho num laço comum e ele tava todo encolhido?
Tankanar: ...
Enquanto isso, Haraniku está lendo seu livro de magia para ver se tinha algo sobre o castelo de gelo, e Naej, tentando se acalmar, vai até ele conversar.
Naej: Esse livro é sobre o que?
Haraniku: Ele sabe de todo tipo de magia já usado na Terra.
Naej: Hummmm... isso me deu uma ideia. Procura alguma magia de transmutação.
Haraniku: Achei, primeira lista da página 10, capítulo primeiro.
Naej: O que a gente precisa pra transformar o gelo desse castelo, em diamante?
Haraniku: Por que essa vírgula se você podia falar tudo de uma vez?
Naej: Isso se chama sotaque, eu fiz uma pausa porque eu, realmente, não falei tudo de uma vez.
Haraniku: Genial.
Eles conferem o livro e qual é a magia mais associada a esse feito, para poder tornar aquele gelo permanente sem deixar o lugar ainda permanentemente congelado, e então, com 3 penas do Félix, cada um de uma cor (vermelho, dourado e violeta), um dente do Xim que o Naej quebra agorinha na base do soco, instrumentos que o Naej improvisa com fogo (um bandeiro para o Naej e um violão para o Haraniku), eles fazem um ritual para transformar o gelo de Tifanny em cristal de magia pura. No ritual, eles fazem um pequeno artefato juntando o dente de Xim com as 3 penas de Félix, rodeiam com a palha que transbordou do ninho de canela, e começam a andar ao redor do círculo de palha, centralizado pelo artefato. Nada daquilo tinha muito significado ou relação, mas canalizava muito poder mágico, incluindo a música que eles estão improvisando.
Naej batucava o seu bandeiro, fazendo sons de tambor devido à composição do fogo sólido, Haraniku fazia uma sequência de Sóis com o seu violão, 1 nota por segundo, e os sons também eram grossos como o tom forte do poder do fogo, e enquanto tocavam, Naej e Haraniku gritavam "Hu! Ha!" 3 vezes seguidas, e depois cantavam um verso, e assim, gritavam "Hu! Ha!" 3 vezes, e o ciclo seguia.
Naej (primeiro verso dele): HU! HA! HU! HA! HU! HA! O ciclo da transmutação começooou!
Haraniku (em seu primeiro verso): HU! HA! HU! HA! HU! HA! Gelo nunca maaais, somente cristaaaiis!
Naej e Haraniku (segundo verso, juntos): HU! HA! HU! HA! HU! HA! MACUMBA DE CRISTAL, MACUMBA DE CRISTAAAL!
Naej (terceiro verso): HU! HA! HU! HA! HU! HA! HU! HA! HU! HA! HU! HA!
Haraniku (terceiro verso, junto com Naej): HU! HA! HU! HA! HU! HA! Ciclo de transmutação, do inverno ao diamante, ciclo de transmutação, do inverno ao diamante!
Naej e Haraniku (encerrando a música): MACUMBA DE CRISTAL! MACUMBA DE CRISTAL! Do inverno ao diamante, do inverno ao diamante, DO INVERNO AO DIAMANTE! HU!
Quando eles terminam a música, uma onda de luz e ventos surgia do círculo, a palha, o dente e as penas sumiam, assim como o gelo do castelo todo se transformava em um cristal semelhante a um conjunto de diamantes violeta, e as tochas de lá, que controlavam a temperatura, agora começavam a tornar o castelo muito quente, e Muramasa, estranhando, saía do castelo calmamente.
Muramasa: O que o Naej fez pro castelo ficar quente? E roxo?
Naej: Eu e o japa aqui fizemos um ritual pra transformar o gelo em cristal.
Muramasa: ... Ok, apague as tochas.
Naej: Nem vai precisar.
Naej reaproveita as chamas, que são de seu poder, para torná-las mais leves, porém, mesmo assim mais brilhantes, afinal, sua única magia era a do fogo, mas com o fogo, ele podia fazer praticamente de tudo, e com isso, o lugar só iria esfriar de pouco em pouco, e como o Naej, depois de dominar a poção, já é feito de fogo, ele não sentia nada com o calor. E para completar, Naej transforma o núcleo, de fogo anômalo, para fogo comum, apenas reforçado para gerar tanto calor que ionizava o ar, servindo como fonte de energia para tornar o castelo vivo, canalizando o calor do núcleo como era o fogo anômalo do núcleo de gelo, porém, Muramasa ajuda a isolar a chama e os raios só naquele conjunto de anéis, para não consumir o ar do ambiente e assim se dissipar.
Muramasa: Fez um bom trabalho, pequeno.
Naej: Os créditos não são só meus.
Haraniku: Sim, sim, fui eu que ajudei, brehe...
> 06/05/2252.
Depois de contar as novidades para a Tifanny, Naej a leva para o castelo de cristal para mostrar pessoalmente, junto também do Félix, novo habitante daquele lugar, e isso deixava Tifanny legitimamente maravilhada, porque era muito incrível ver pessoalmente a ave do Sol depois de séculos em que esses seres estavam desaparecidos. Além disso, criaturas novas apareciam, como passarinhos, esquilos, um gato preto com cauda de leão, e também uma árvore começou a crescer por aí.
Tifanny: Ok, como você juntou todas essas coisas aqui?
Naej: Eis a melhor parte, eu não juntei.
Tifanny: Hã???
Gato preto: Ele tem razão, nós escolhemos ficar aqui, o poder mágico desse castelo tem uma aura acolhedora.
Tifanny: Cara... aquele gato fala!
Gato preto: Bem... fui convidado por uma ave de fogo que fala, e...
Tifanny: Não, eu já esperava uma fênix falar, mas um gato... com pelos grandes no rabo...
Gato preto: Eu posso ajudar vocês a melhorarem como magos.
Tifanny: Não tem sacrifício, né?
Gato preto: Não, obviamente.
Os dois seguem o gato preto para dentro do castelo, e lá tinha gravuras em forma de runas nórdicas, mas também estavam formando palavras em inglês, que juntas formavam o texto "A black cat will come there, and he will bring gifts", e abaixo também tinha um símbolo equivalente ao do Planeta Urano na alquimia, no centro de um círculo preenchido pelo desenho, símbolo inteiro esse brilhando em um tom de azul cinábrio. Os dois estavam assustados com aquilo, nem o Naej, que esteve desde ontem, soube daquilo, mas fora isso, o gato se mostrava entediado.
Gato preto: Vou ficar aqui um tempo, talvez...
Tifanny: Pode ficar em casa se quiser.
Naej: Ué, por que?
Tifanny: Bem, o que um gato falante iria fazer contra nós?
Naej: Não, não tem nada pra cuidar de gato lá- Espera, vou ver se tem.
Tifanny: Tá, se não vai se decidir... vamos deixar ele com o Muramasa que ele deve saber como resolver.
Então, eles levam o gato para o Muramasa em Las Vegas e voltam para a casa, e compram algumas rações para os animais que resolverem morar lá, como aqueles potes de ração que tem para cães de rua, mas para animais da natureza ou do mundo mágico que resolverem visitar o castelo, inclusive para o Xim, a fim de relaxá-lo no castelo, mas esse em específico parecia não querer comer nada, mas também juntaram coisas para cuidarem do gato preto falante.
> Las Vegas, Novo México.
Os dois voltam a Las Vegas e, depois de 1 hora inteira de viagem, eles se deparam com o gatinho preto... dormindo por aí, inclusive Tifanny perguntava ao grupo o porquê deles estarem tão de boa com o gato, enquanto Naej foi ver Donald e Howard. Avatar está junta com Ego e Élia atendendo telefonemas de diferentes lugares dos Estados Unidos, agora que elas também trabalham na secretaria da equipe de Muramasa, que deu uma acordada nesses últimos meses e está precisando de ajuda. Tom Papa, Marcos e Dukkha ajudam nos maquinários mágicos ou altamente tecnológicos do construto, enquanto Argus está ajudando Piccu e John Parker em uma escolta espacial.
Tifanny e Naej ficam um tempo sem entender, mas ainda levavam numa boa, porque aquele dia estava muito normal, então, Tifanny foi ficar com o gato preto, conversando com ele para entendê-lo melhor, e Naej via magias com Haraniku, atualmente anexado à associação de Muramasa, e eles descobrem o porquê daquele gato preto ser tão especial.
Tifanny: ... bom, talvez eu prepare umas paradas, e talvez sim eu faça a viagem que você promete, mas preciso do-
Naej: Oi, gente.
Tifanny: Aquele aí.
Haraniku: Eu?
Tifanny: Não, só aquele do seu lado.
Haraniku: Oh...
Gato preto: Essas pessoas são muito interessantes, eu poderia convidar todos vocês, mas só posso levar duas pessoas.
Haraniku: Ah, qual é!?
Naej: Convenientemente será nós dois, mas... sério, você parece ter mais vantagem.
Haraniku: Bem, eu sei quase nada do mundo mágico, eu só estudei poderes mágicos mesmo.
Naej: Considere isso um estágio-
Gato preto: Não, não posso, bom, a viagem que eu planejei é uma de caçar um tigre-dentes-de-fogo.
Tifanny: Ué? Mas... esses monstros não tão ameaçados de extinção?
Gato preto: O foco não é bem matar esse animal, mas sim extinguir a Ordem da Presa-Sol, ela tá idolatrando um tigre-dentes-de-sabre que acharam e tão caçando qualquer um que discordar que aquele animal é um ser divino.
Naej: Ok, vamos primeiro ver isso daí, não vou sair matando gente de graça pra você tacar culpa na gente.
Gato preto: Oh, é, vocês não conhecem esse grupo, e eu só ficar contando essas histórias parecem apenas demonizações idiotas, que nem igrejas fazem para mover cruzadas.
Tifanny: O que mais cê sabe dessa ordem?
Dragondorf: Do que vocês estão falando?
Gato preto: Ah, mais um.
Dragondorf: Sério, do que vocês tão falando?
Gato preto: É...
Tifanny: Uma quest.
Dragondorf: Oh, bem... posso ajudar?
Gato preto: Vocês têm poções pra aumentar poder mágico?
Dragondorf: Vou ver se tem, o Tom Papa e a Élia sabem fazer muito bem esses exilirs.
Voltando 1 minuto depois, Dragondorf traz 3 frascos redondos com um líquido roxo, brilhante e viscoso, que Tifanny ajuda o gato a beber direto de um dos frascos, porque o gato não podia segurar objetos, mas também colocar num pode de água para gatos seria uma ação preguiçosa, mas ao mesmo tempo que daria muito trabalho. Então, o gato se preparava para fazer um portal.
Gato preto: Bem, eles tão sendo um problema em Utah, incluindo as Skinwalkers da terra maldita onde eles vivem tão perto.
Tifanny: Bom... vamos lá, espero que valha a jornada.
Continua>>>
11/08/22
As espécies que foram extintas
> Ato 1
Após a evolução dos humanos, não como espécie, mas como civilização, eles começaram a descobrir novas espécies, porém, muitas delas morreram antes de serem vistas pela primeira vez por eles, e outras tiveram muita intriga com a humanidade, como por exemplo, os Apantros, seres humanoides com espinhos formados de ossos, alguns parecidos com dentes, que começaram dominando os humanos na Grécia, os escravizando e os subjugando, porém, que os humanos se uniram para eliminar todos eles, e as cabeças daqueles seres estão boiando nos oceanos até hoje.
Gigantes eram monstros muito presentes na natureza, mais fortes e mais numerosos que os humanos, porém, por interferência de Amon, seus monstros caçaram os gigantes para que eles não intervissem em seu plano, e por isso, os poucos gigantes que sobreviveram, fugiram para as terras mais densas, não esperando muita salvação, mas curiosamente, eles puderam sobreviver nas montanhas e savanas, e por isso, eles tiveram um grande medo dos povos pequenos.
> Ato 2
Foram muitas tentativas para Amon criar civilizações funcionais com suas espécies, e por isso, só algumas subespécies de cada grupo sobreviveram na Terra, como os mamídeos de cachorro, leão, tigre, urso, rena e pantera, os aviunos de coruja, águia e abutre, e os reptilianos de lagarto, crocodilo, tartaruga e cobras peçonhenta, enquanto os piscêtropos estão todos dissipados pelo mar e os únicos anfídios que se prevaleceram foram aqueles em forma de salamandras, os últimos a se perderem após a guerra dos humanos contra monstros.
Lobisomens eram tribais e se renegavam dos humanos durante a Idade Média, e não eram facilmente extintos devido a eles nascerem de humanos mutantes, que podem se manifestar mesmo entre filhos de humanos comuns, e o mesmo valia para os tigresomens, variação dos lobisomens na Índia, que viveram em tribos que se uniram e formaram a cidade de Taivugá.
No espaço, é desconhecida a quantidade de civilizações que foram eliminadas por destruição planetária, guerras nucleares ou acidentes tão graves quanto o de Chernobyl, mas a única extinção realmente provocada pelos humanos foi uma entre os humanos e os gamma-leonianos, um povo de tecnólogos com um poder inestimável para seu tempo, e que tinha potencial para desbravar o cosmo, mas foram eliminados por concorrência com os humanos, que para as outras pessoas e para leitores de senso de justiça raso, foi uma baita injustiça, mas para as civilizações espaciais, foi nada mais do que como matar um goblin num RPG de mesa.
> Ato 3
No século XXIII, o pico da Idade Neocontemporânea, a presidente dos Estados Unidos da América dessa época, chamada Martha Wallow, eleita no ano de 2250, e que com sua liderança, formou um exército de clones geneticamente modificados, para que sejam fortes, iguais e agissem como "máquinas vivas", para aposentar soldados humanos e monstruosos, reduzir os preços da mão de obra e também ter guerreiros bem fortes, uma vez que são artificiais e feitos para não sentirem dor, além de se regenerarem.
Porém, monstros, ainda com rancor da tecnologia desenfreada dos humanos, tentaram invadir e destruir esses supersoldados, acreditando que isso iria retornar a ordem e diplomacia entre humanos e monstros, porém, os monstros foram prejudicados, massacrados e perderam seus direitos por um mês, quase um castigo no cantinho mas muito mais absurdo, e durante esse mês de punição, um clã inteiro de mamídeos de lobos, antes intocada pelos humanos por medo, chamada Pata do Diabo, buscou corromper e sabotar a humanidade com sua bruxaria, e mais uma vez, falharam e estes foram todos dizimados, devido à Martha não ter se simpatizado nem um pouco com esse povo.
Falando em guerras e extinção de causa humana, a última população de humanos a ser perdida foi o clã dos Olhos Vermelhos, ou clã dos Olhos de Sangue, que tinham um poder natural de invocar magia a partir do sangue, e por ter seu custo de perder o fluído mais fundamental para a vida, eles têm mais capacidades e muito poder, porém, os magos interessados viajaram pelo mundo em busca desses seres em busca de aprender como realizar esse feito, mesmo artificialmente, sem necessidade de mutilações ou de sacrifício de vidas alheias, e claro, os Olhos Sangrentos recusaram, e como revide, eles atacaram esse clã, o extinguindo inteiro, sobrando somente um, que Nahkriin adotou e ensinou como evoluir sua magia, e este, superando seu mestre, aprendeu como se tornar um só com o conceito de sangue do universo, podendo renascer em qualquer corpo de seres orgânicos e naturais, desde humanoides poderosos a até mesmo animais, e dessa forma, ele viveu até as eras atuais.
10/08/22
Dragões
Grifos e o Beemote também foram monstros frutíferos da evolução terrestre, enquanto em outros planetas que tinham magia de sobra, haviam categorias próprias de dragões. Aqueles de Hocerti se parecem com crocodilos, não podem voar de tão pesados, mas podem cuspir fogo e dominar mentes dos habitantes mais fracos, os do planeta prateado são finos e de duas patas, suas asas têm garras para se agarrarem em paredes altas, e eles têm um alto poder elétrico.
A maioria dos dragões e outros animais mágicos falam como animais, mas eles podem, sim, se entenderem com seres sapientes ao nível humano, daqueles capazes de criarem idiomas, inclusive, os dragões hocertianos têm uma preferência pela língua Clauriana, uma língua morta que os hocertianos conversaram seu conhecimento devido à sua importância verbal e etimológica, e esses dragões entendem "clawritu", "clawritai" ou "clarrati" como "fogo", uma vez que "garra espiritual", a tradução literal desses nomes que variaram com a idade da língua Clauriana, também era uma interpretação dos hocertianos sobre o fogo, com suas pontas sendo comparadas a dedos de uma grande mão energética, e como o fogo de dragão pode ser comparado a uma terceira pata dianteira que agarra seus inimigos, como uma língua de um imenso sapo do deserto.
Com seus ossos que se reconstroem instantaneamente, e com seu sangue curativo, os dragões raramente morriam, ainda mais permanentemente, sempre se regenerando de grande estresse e feridas abertas, desde que seu coração ainda esteja em seu corpo para bombear esse sangue mágico. O fluído draconiano foi uma invenção dos monstros para criarem um super medicamento para salvar vidas por completo, porém, isso era muito difícil, e mesmo dragões sendo numerosos de natureza, eles viviam escondidos no mar, sendo completamente ocultos e cuja aventura submarina não valia a pena, e então, eles entregaram 10 frascos a Amon, para que este tornasse possível a produção desses fluídos no solo de seu reino de escuridão.
Já as escamas e ossos também tinham propriedades excelentes como fontes de material mágico, com as escamas sendo resistentes como um tecido de diamante, leves e flexíveis como seda, e ininflamáveis, usadas em armaduras de guerreiros lendários após a descoberta de carcaças sem vida, que era a única forma dos humanos conseguirem essas partes dos dragões. Os ossos, dentes e chifres são pretos com um leve brilho metálico, embora tinham a textura de pedras secas e um pouco polidas, e esses ossos ainda eram mais fáceis de se quebrar ou entortar, mas se remontavam facilmente, como peças de brinquedo, e foram usados para arcos, flechas, espadas e também itens ainda mais particulares, como berrantes mágicos e picaretas aprimoradas, todas essas armas guardadas em museus.
O ato de controlar esses dragões é muito difícil e pouco ensinado, conhecido somente pelas bruxas do Mar Mediterrâneo e na ilha Ryuji, com ajuda de Mahojun, um deus em forma de serpente de escamas douradas e olhos que são o Sol e a Lua, e é avatar de uma entidade desconhecida.
09/08/22
Projeto Dream - episódio 35
> 02/05/2252; Pequim, China; Universo 255-P
Indo direto ao ponto, Tifanny, Naej, Luna, Charles, Dragondorf, Alyx, Haraniku, Piccu, Muramasa, Karyu, suas ajudantes e as famílias Dermurer e Redlar se reuniram no prédio do clã de Karyu, em Pequim, com o jovem espadachim e suas assistentes organizando o casamento com o máximo de detalhes possível, enquanto a equipe de Muramasa se preparava para caso a Sociedade das Sombras invadisse, e claro, o casamento ocorre às 12:30, com Isabella e Julie se beijando, com Piccu sendo o padrinho por última hora, mas sua oratória era boa para ainda substituir um padre para o casamento.
Luna ainda está aprendendo algumas coisas sobre magia, e o pouco que ela soube foi de entortar colher e soltar faísca, e bem, ela está junta com Naej e Tifanny na hora de rondar o prédio até que, às 13:45, homens vestidos de preto e com capacetes que escondem toda a cabeça deles aparecem com suas armas e, quando iam atirar, Naejj Dermurer (um jovem alto, forte e de cabelos pretos e maquiagem gótica) usa sua hipnose para imobilizar os homens, enquanto Linda Dermurer (de rosto quadrado e pixelado, e com roupas pretas com peças marrons e gola felpuda branca) dispara quadrados bidimensionais como facas, assim golpeando eles.
Linda: O que você fez, Isa!?
Isabella: Porra nenhuma, sua nojenta!
Julius: Esquecem suas diferenças, meninas! A gente tem que sair daqui o quanto antes.
Mariana: Ah, mas e o bolo? Eu levei três dias para fazê-lo!
Akanata: Eu levo bolo, o que eu conseguir salvar a gente come!
O bolo era grande, com 60 cm de altura e 75 cm de diâmetro, com linhas de chantili rosa de cereja, bolinhas de mirtilo e alguns morangos encima, com bonequinhos de porcelana de Isabella e Julie no topo. Akanata tenta ir pegar o bolo pela sua esposa, Mariana, e quando apareciam mais homens para atirar, Isabella começa a agir, e dissipa as balas em direção dos homens armados, e o pessoal tenta fugir o mais longe possível dali. Enquanto isso, Muramasa está com Piccu, batendo não em soldados da Société de L'ombre, mas sim no Karyu, como uma punição por tamanha responsabilidade.
Muramasa: Você é uma vergonha pra mim como um discípulo!
Piccu: Eu podia tar lá na presidência ajudando a minha própria empresa de bancos e investimentos, mas não, você tentou aplicar golpe na maior equipe terrorista do planeta achando que é um trickster do cinema! Você é um idiota!
Muramasa: Hai, anata wa bakadesu!
Enquanto os dois batiam no Karyu, eles conversavam.
Piccu: Murabaka, por que você deixou esse plano ocorrer?
Muramasa: Ele tacou nosso nome no meio, e o baixinho do Naej aceitou achando que ia dar em nada.
Piccu: O garoto a gente deixa pra lá, seja lá o que ele mudou depois de vocês saberem do plano, se esse broxa de cabelo colorido e espada de dragão fosse fazer sozinho a gente taria na merda!
Muramasa: Mentira, se desse certo, elas se casariam longe e o Karyu taria dividado.
Muramasa e Piccu, ao mesmo tempo: Então quem tá certo!?
Enquanto isso, Naej fazia armas de fogo de diferentes tipos e lançava nos soldados, Tifanny cortava cabeças com uma espada de gelo da forma da katana de Muramasa, e Charles usa uma armadura tecnológica para poder lutar usando sua força, e Harii lidera as assistentes para resgatar o pessoal das duas famílias reais mágicas, e Luna se perde porque ela nunca tinha conhecido esse lugar e ficou bem longe dos seus colegas na hora da invasão. Enquanto isso...
Naej: Caralho, os caras são humanos, ou eram pra ser, mas eles agem e morrem como Orcs do Tolkien.
Tifanny: Concordo, pra seres realmente humanos, eles são mais sem alma que aqueles "castariões" que a América fez pra aposentar a galera dos exércitos.
Isabella: Pessoal, o que que é isso!?
Os homens que ainda restavam da Société de L'ombre soltam uma criatura semelhante a um rinoceronte, mas carnívoro, de pele negra metálica e dentes caninos imensos, e que corria em direção da Isabella e Julie, as últimas do grupo a saírem, e quando Julie fica em pé de frente com a criatura, Fugaret, Thomas (irmão de Isabella, que parece com ela antes das suas viagens, mas ainda sendo um menino pequeno) e Mariana ajudam a agarrar a criatura, e Fugaret arranca os dentes do monstro, Mariana quebra-lhe o chifre, e Thomas solta uma corrente elétrica que destrói o monstro por dentro.
Isabella: Ok, acho que esse é um dos últimos, certeza. Vamos.
Julie: Por que você não fez nada?
Isabella: Só você pra encarar um rinossauro de ébano desses só com força física.
Mariana: Por isso tenho orgulho dela. É forte como uma mulher e é mais macho que muito homem do clã.
Fugaret: Isso é uma indireta?
Enquanto isso, Haraniku, Alyx e Dragondorf estão no lado de fora, despistando os camburões da Sociedade das Sombras correndo em seu carro platônico, e até "trapaceando" com ataques envolvendo a manipulação do espaço-tempo, incluindo viajando no tempo no meio da corrida para empurrar ou enganar os carros com duplicatas temporais temporárias.
Haraniku: Cara, tá ficando tonto.
Dragondorf: Se encolha aí mesmo, não temos tempo, hora de ativar a marcha 10.
Alyx: O que? Você tá louco? Não é Velozes e Furiosos 50 - Toreto-800.
Dragondorf: Haha, tô blefando, blefando pra caralho!
Dragondorf paralisa o tempo com o poder do carro platônico, eles poderão atacar melhor os camburões, ou no caso, Haraniku saca uma espada de Noirytril que ele pegou "emprestado" das "estátuas" da raça de Helinsky. E com aquela espada, ela cortava tudo e todos com total frenesi, ele estava realmente fascinado com tamanho poder daquela arma, e quando o tempo volta a fluir, com Haraniku longe e Dragondorf e Alyx ainda no carro platônico, os carros explodem de um jeito magnífico. Dragondorf resgata Haraniku, cujo corpo ficou travado devido ao tempo desparalisar com ele fora do carro.
Enquanto isso, um dos executivos da SdL aparece e se prepara para capturar Isabella sem dar-lhe chance de se proteger, mas é claro, Isabella apenas grita de susto, destroçando as paredes com o seu poder sonoro, fazendo as luzes terem mau funcionamento e jogando o homem longe mesmo ele em forma incorpórea, e quando os Redlar e os Dermurer estavam para serem evacuados para longe, e Julie puxava Isabella para longe daquele prédio sendo quebrado, mas Isabella se solta e corria o mais rápido, o suficiente para fazer som alto de tão rápida. E chegando até aquele executivo, no prédio já em chamas.
Executivo: Hmph, até parece que você vai tomar vantagem contra mim sozinho, saiba bem que-
Isabella: Dummkopf!!
Isabella joga o Executivo contra a última parede inteira da sala, assim desmoronando a sala e fazendo o teto cair, e mesmo assim, Isabella segura o teto com a força de seus braços, e o joga contra o executivo, atingindo-o junto com outras paredes e também o Muramasa, o último a sair de lá, que se defende com um golpe de seu braço direito, dobrado a um ângulo de 48° de sua posição reta para a direção de seu peito, e com a coluna inclinada a 25° para baixo, e seu golpe reduzia aquele chão, de tábuas de eucalipto, a pequenas farpas e palitinhos de madeira, enquanto o executivo caía ali no chão, e antes do Muramasa prestar atenção no que estava acontecendo, Isa corria de novo a 914 km/h, puxando muita poeira consigo, e, agarrando aquele homem, ela faz um som tão alto na cabeça dele, que explode sua cabeça em instantes.
Muramasa: Caramba, caramba! O que você fez?
Isabella: Só tô usando parte do meu poder. E isso foi por arruinarem o meu casamento!
Isabella joga o corpo daquele homem no chão.
Isabella: Então, Dr. Caveira, isso vai sujar o meu nome?
Muramasa: Não se preocupa, dragonesa dos cabelos vermelhos, eu resolvi i-
Isabella: Dragonesa dos cabelos vermelhos... Você me deu uma ideia de nickname, peraí.
Isabella tira o celular de seus peitos, aproveitando o decote de sua roupa, e começa a digitar umas coisas nas redes sociais que ela está anexada.
Muramasa: O que está fazendo?
Isabella: Melhorando minha vida social.
Muramasa: Bom, vamos embora, isso será difícil de explicar pra polícia.
Isabella: Polícia? Ah, é mesmo!
Enquanto isso, Piccu está socorrendo Karyu, Charles manda os ônibus levarem as famílias Redlar e Dermurer de volta ao aeroporto e também o Dragondorf retorna o carro platônico para perto do pessoal, com o Haraniku recuperado. Luna estava paralisada de tão em choque que esteve com aquela situação, inclusive Mentan, uma assistente do Karyu que é uma cuicorna (tem aparência de uma mulher humana de etnia e origem chinesa, mas com galhadas de rena, que ela usa como antena para seus poderes) até planeja apagar as memórias dela com sua telepatia.
Muramasa: Não acho necessário, talvez uma terapia... nananão, muito demorado, só apaga a memória da briga que aconteceu e deixa ela adormecida por um tempo, quanto? Talvez umas 3 horas, você sabe programar esse tanto?
Mentan: Sim, eu consigo.
Mentan põe uma mão no pescoço da Luna e outra no cabelo, e começa a concentrar sua "programação mental" para deixar a Luna sem aquele trauma que ela presenciou de quase morrer numa ameaça de sequestro a um casamento, e depois dessa, mesmo Luna saindo da paralisia, um sono rápido e pesado acontece sobre sua cabeça, assim impedindo ela de acordar numa situação tão vergonhosa.
Charles: É... não é pesado demais colocar ela num coma com poderes?
Naej: Quer que a gente topasse o prédio de maquiagem com drogas? Eu ainda tenho umas bexigas de boa-noite-cinderela na minha mochila.
Charles: Por que diabos cê tem essas porra aí, moleque?
Naej: Mercenários têm de tudo para matar, desde facas afiadas a telefone sem fio.
Charles: Cara, você é muito louco.
Naej: Todo mundo que conhece coisas mágicas é louco.
Muramasa: Hehe, daí a expressão "tá vendo duendes".
> ??/??/2354; ???, fim do universo; Universo 255-Pb
Em uma época e linha distante do tempo em que a maioria dos personagens de Projeto Dream não sobreviveu ao tempo, nem mesmo Muramasa pôde sobreviver, dessa vez, morrendo em combate, mas misteriosamente, Hematon é um dos últimos sobreviventes de sua época de origem, porque com sua tecnologia e poder de um Hematon, ele pôde viver por mais de 96 anos, sua idade no presente, mas ele presenciou uma força antiga que estava prestes a corromper o universo até a sua destruição, mas sua máquina do tempo, a última já criada, foi destruída por essa força, porque foi parte de um erro causado por essa máquina, que estará engolindo o espaço-tempo até o seu fim, e antes daquela linha do tempo ser arrebatada, um espírito, vagamente parecido com um ser humano coberto por um grande entretom marrom, com a cabeça coberta numa máscara de médico da peste, e rodeado de corvos de escuridão, aparecia para resgatar o Hematon dessa época.
Hematon: Hã? O que é você? É parte do fim do mundo?
Espírito dos corvos: Quem dera fosse, na verdade, estou aqui para te salvar, para assim, salvar o seu futuro. Aperte a minha mão, e resolverei seu problema.
Hematon: É... espero que isso não seja um golpe, mas não é como se eu tivesse opção.
O pacto é feito, e aquele espírito rodeado de corvos transita com aquele Hematon para uma época distante no tempo, para tirá-lo daquela destruição que, até então, parecia inevitável.
> 03/05/2252; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
Tifanny e Naej reconstruíram o castelo de gelo e fizeram uma prisão melhor para o Xim, o demônio do medo até então aprisionado naquele lugar, e completando aquele castelo, agora da área de um quarteirão, e não mais de um castelo de parquinho público como era antes, e com 4 andares subterrâneos, depois de escavarem com o fogo de Naej e a terra congelada e remodelada por Tifanny, e 2 andares sobre o térreo, seja porque eram gelo e fogo mágicos ou porque o gelo da Tifanny era tão profundo que não derretia de jeito algum, tinham tochas e lâmpadas com modelos de gelo seco tão gelado que o toque só é seguro se for executado com roupas, calçados ou luvas, e a luz de um fogo alterado por Naej para não queimar e só gerar calor necessário para tornar possível andar nas salas com o conjunto dessas chamas.
Juntos, eles fizeram móveis, pilares, pequenas estantes para livros e bonecos raros deles, um armário que guarde os equipamentos do Naej no primeiro andar, e um núcleo de energia elemental mista, de anéis de cristal de gelo de água se entrelaçando, e um núcleo de fogo anômalo, uma chama amarela que fica mais forte no frio, descoberta acidentalmente por Naej durante a empreitada, e que apesar de estarem literalmente em um castelo feito de gelo, as tochas ainda aqueciam o lugar para que tenha uma temperatura neutra e saudável.
Curiosamente, criaturas mágicas estavam começando a se interessar naquele castelo de gelo.
> 05/05/2252.
Uma fênix ficou contornando o castelo por umas horas, e Naej, o mais "desocupado" e com mais tempo para checar o castelo, viu aquilo e ligou para Muramasa para saberem o que é, e Muramasa, junto com Alyx, Tankanar e Haraniku, acabam vendo aquilo também após chegarem com um Portão de Partida.
Muramasa: Poxa, uma fênix... fazia anos, séculos... milê- não, parou em séculos mesmo, que eu não via mais uma fênix... Cara, o Nahkriin devia tar comigo pra poder ver isso.
Naej: Quem é Nahkriin?
Tankanar: Longa história, baixinho, bom, como a gente capturava uma fênix mesmo?
Haraniki, pegando e lendo seu livro: Bom, o meu livro de magia diz que, para domesticarmos uma fênix, precisamos de um ninho de canela.
Naej: ... Vou fazer umas compras.
Muramasa: Beleza, entre no Portão, eu aju- Espera, o que você está fazendo?
Naej: Sendo ágil.
Naej já faz as compras que ele precisa (1 kg de canela do ceilão e 10 pacotes de palha) em seu celular, e um drone aparece com todas essas cargas, impressionando Muramasa.
Naej: Achei que essa fosse óbvia.
Muramasa: ... Ok, mãos à obra!
Então, eles montam um ninho, mas, pelo tanto de palha que acumularam, sobrou de mais e o máximo que precisaram foi o necessário para fazer um ninho que dá espaço para uma águia, com esse 1 kg inteiro misturado na palha para o aroma e encantamento, e então, a fênix, interessada na canela, descia, e ela era linda, semelhante a um abutre barbudo ruivo de mechas douradas, azuis ou violeta, com olhos femininos para padrões mamíferos, mas ainda colorido e de penas grandes na cauda como os machos dessa espécie, e aquilo encantava os humanoides ao seu redor.
Haraniku: Uma fênix, tão perto!
Naej: É lindinha...
Félix: Eu sou homem, manés, e eu me chamo Félix.
Naej: É lindinho também- Peraí, seu nome é Félix?
Félix: ... Sim, algum problema?
Naej: O único que eu pensei é o fato dele se basear no nome da sua espécie.
Félix: Huh?
Muramasa: É, é engraçado pra caramba, sei lá, uma humana chamada Wuman, um peixe chamado Fushi, um touro de reprodução chamado Teiro, um dragão chamado Dragua, um robô chamado Roba... Oh, já fizeram esse último.
Félix: Meu nome parece legal pelo menos?
Tankanar: Sim.
Haraniku: Sim.
Naej: Sim
Muramasa: Achei engraçado.
Félix: Bem, eu vim do plano astral, da onde os espíritos vêm e voltam, já fui um mago egípcio chamado Asep, e a minha metamorfose foi de um humano para um fantasma, e de um fantasma para fogo, e do fogo para um Benu, que... é uma das formas de chamar uma fênix, a ave do Sol.
Haraniku: Adorei o seu jeito de ave carnívora, geralmente fênixes são ilustradas em obras populares como pavões de fogo.
Félix: Falando em "popular", eu adotei esse nome de "Félix" só pra parecer um nome americano, afinal, ninguém vai entender eu me chamar Benu, Ra Atum, Abdul ou ainda manter meu nome primário, Asep.
Naej: Bom, vamos arrumar umas coisas aqui pro próximo episódio porque o autor tá cansado, boa noite, audiência!
Continua>>>
07/08/22
FAQ sobre Projeto Dream
Essa é a minha primeira postagem, não só contando melhor sobre os detalhes de Projeto Dream, mas também respondendo dúvidas frequentes sobre as minhas histórias.
"Por que Projeto Dream?"
- na verdade Projeto Dream nunca teve algo a ver com o que passava na própria história, nem personagens, nem itens e nem elementos importantes, Projeto Dream tem esse nome porque foi feito para ser uma grande história, porque antes eu só escrevia fanfics de DBZ ou histórias muito curtas no The Fat Dragons, e o que mais me motivou a escrever as primeiras ideias foram uns sonhos que tive entre 2018 e 2019, inclusive, busquei aplicar alguns desses sonhos na minha história.
- eu busquei explorar conceitos que conectassem sonhos com o mundo real para a história, não para fazer jus nenhum ao nome da obra, mas sim para aproveitar melhor a psicologia humana e usá-la como o centro para a magia da história.
"A versão anterior que ainda está escrita no blog ainda conta?"
- para falar a verdade, não, porque aquele Projeto Dream foi terminado e o Anomalous antigo eu descartei porque aquilo estava limitado demais para a minha autoria e eu estava muito ocupado com as outras coisas, e ao invés de voltar com a história, eu reciclei o Anomalous para fazer o passado do Projeto Dream, em 2036 (ano esse selecionado com base no John Titor, que segundo sua história veio de 2036).
"Com o que essa guerra dos monstros tanto importa?"
- basicamente ela explica a alteração grave na Terra de Projeto Dream, e também leva a criação e extinção de mais raças terrestres, e como foi uma guerra de magia (monstros) contra tecnologia (humanos), isso também abre portas para equipamentos absurdos que surgiram de metal e eletrônicos.
- a ideia da guerra já existia antes mesmo de eu fazer o blog, quando eu desenhava quadrinhos da primeira versão da história para mostrar pros meus amigos e parentes, e bem, uma das versões que eu fiz era que os monstros eram humanos que mutaram após a radiação das bombas nucleares, e depois mudei para que os monstros sempre tivessem existido, e só se mostraram mais comuns após o fim da guerra.
- a inspiração dessa guerra que se passa antes do presente de Projeto Dream foram as teorias que tem em desenhos, de que elas se passam após guerras sérias, como Hora de Aventura ou Pokémon.
"Por que o ano 2252?"
- no começo era para ser de fato um futuro pós-apocalíptico, de cidades humanas quebradas e monstros e seres mágicos vivendo por aí, mas como a versão de que os monstros eram radioativos foi pro saco, sobrou apenas a ideia de que aquele mundo era uma consequência dessa guerra, aí depois eu aproveitei para aplicar tecnologias avançadas na história, como naves e computadores mais eficientes, o que eu aproveitei mesmo nas versões do blog (que vocês estão lendo hoje em dia), e temas sociais (como racismo e cultura LGBT).
"Por que mudou tanto o passado do Naej?"
- inicialmente eu achei que fosse uma grande ideia fazer um plot twist dizer que a mãe de Naej foi uma deusa do julgamento após a morte, e daí ele teria um grande potencial, mas isso só deu certo para essa versão da HQ que eu perdi para sempre antes mesmo de concluir, em que tinha uma longa história antes do fim de Amon, enquanto no Projeto Dream dos blogs o Amon morreu muito cedo em uma das versões, perdendo o propósito, mas mesmo assim busquei reaproveitar e, com a mãe sendo uma deusa, a Harii também seria uma semideusa.
- depois que descartei essa ideia mudando o conceito dos deuses, o Naej é um humano puro e a Harii é meio alienígena, ambos filhos de uma mesma mãe, e no máximo Naej vê sua mãe como um ídolo divino por sua loucura de sua vida de mercenário, deixada após ele viver em Albuquerque.
"Por que aparece tanta coisa vermelha ou relacionada a fogo nas suas histórias?"
- basicamente, eu amo a cor vermelha e poderes de fogo, e por isso, representei esses meus gostos em personagens, objetos e poderes, incluindo simbolismos do vermelho à vida e ao sangue, e fogo à luz e criatividade, incluindo a Chama do Dragão, uma energia mágica de origem draconiana que pode forjar armas fortes e mágicas. Dragões também são grandes símbolos de poder de fogo, com bondade das feras orientais, mas com a forma e a fúria daqueles ocidentais, de diferentes tipos.
"Tem dragões de tantas formas em Projeto Dream, como você entende que são dragões ou são apenas monstros?"
- basicamente, os dragões são majoritariamente lagartos elementais, são mais poderosos que dinossauros, têm tamanho de animais gigantes modernos e estão prontos para mais de um tipo de ambiente, como os dragões marinhos da Terra, que podem viver em qualquer ambiente marinho e também em água doce, ou os dragões hocertianos, que vivem em terra seca, mas se necessário eles escavam pântanos ou nadam em pequenos lagos por comida ou para esconder ovos, e o seu poder de fogo é uma marca registrada, já que assim como seres comuns são inteligentes demais quando sabem fazer fogo com gravetos e palha seca, monstros são poderosos quando produzem fogo de si mesmos.
"Como funciona a viagem no tempo em Projeto Dream?"
- depende da época em que eu escrevi, na versão de 2019 a 2021, a viagem ao passado divide a linha do tempo entre a original e a alterada, como se fosse um universo inteiro separado, porém, nessa versão de 2022, a viagem no tempo altera a linha do tempo já presente, e assim, quando muda o passado, uma grande diferença ocorre no futuro, mas misteriosamente, a cronologia se adapta para que ainda seja possível essa viagem no tempo ainda acontecer.
"Quais são suas principais inspirações?"
- cara... literalmente qualquer coisa que eu conheço ou já conheci, tanto que tem vezes que comparo OC's meus com personagens alheios ou tbm tem referências muito óbvias, mas prometo que não é plágio, são só inspirações.
"Por que diabos tantas histórias diferentes uma na frente da outra?"
- basicamente, o Projeto Dream foi planejado para ser uma grande história, e por isso, eu conto várias histórias, às vezes várias desconectadas num mesmo capítulo/episódio, e só depois conectar essas histórias com os episódios seguintes, como eu fiz no fim da primeira temporada, fora isso, isso ajuda muito na expansão da história.
06/08/22
Projeto Dream - episódio 34
> 27/04/2252; Lille, França; Universo 255-P
Fugaret se sentia mais vazio, ele treinava, lia livros do século 19, da biblioteca privada da família, e cuidava de seus pais codependentes - deles mesmos e do Fugaret -, enquanto isso Jean Redlar estava mais triste pela ausência da sua irmã e pela falta de oportunidade de poder ver sua cunhada. Então, Fugaret liga o computador pessoal em seu quarto para conferir umas redes sociais, e descobrindo a Dermurer-Redlar Vacation Gallery no Mixert e ficava impressionado com aquilo. As duas, felizes, com roupas diferentes, tirando fotos em lugares diferentes, com pessoas diferentes, e passando por experiências diferentes, enquanto ele e seus parentes estão na mesma vida monótona de treinar e meditar.
Fugaret: Que patético, ela com sua namorada, viajando e andando com dragões mexicanos, tá famosa mas vai estar toda atrofiada, uma vergonha para os Redlar-
Mariana: Gente, gente, vejam só! Julie está programado seu lugar de casamento, será em Pequim!
Fugaret: Ué! Como assim? Qual é, como elas estão gostando da Julie vestindo roupa ridícula e andando com uma ruiva incestuosa?
Fugaret corria para fora de seu quarto xingando, e Oneida interrompe tudo, parando Fugaret com um golpe impactando as mediais de seus dedos indicador e médio na testa dele, o derrubando. Depois disso, a família se reajusta e Mariana chama Fugaret para uma conversa. O jovem inicialmente recusa o convide, mas é forçado porque os outros Redlar estão bravos com ele, e ele se encontra com a Sra. Mariana na biblioteca.
Fugaret: É... o que aconteceu, Madame Mariana?
Mariana: Só uma coisa... Por que você tá bravo com a minha filha?
Fugaret: Ela... está desonrando a família.
Mariana: Ha, como se você fosse um juiz disso tudo, ou no mínimo soubesse bem do que ela faz diariamente, 'diot.
Mariana mostra para Fugaret, em seu celular, umas fotos da Julie se exercitando, fazendo massagem em outros participantes da agência de moda que patrocina a D.R.V.G, e com tatuagens azuis (uma de uma águia de frente com asas fechadas no braço direito e uma de um dragão wyrm virado para a esquerda no braço esquerdo), e Fugaret se irritava mais com aquilo.
Fugaret: Isso já tá perdendo o sentido, por que ela teria se tatuado, se os Redlar baniram completamente o uso de tatuagem?
Mariana: Bem, não é como se ela fosse uma membra tão digna da nossa família, mas bem, quem julga os próprios familiares por motivos tão tolos é tão ruim quanto quem quebra as regras que formamos para manter nossa família em ordem, e você está sendo um dos piores, ao invés de se dedicar a algo útil, você só fica aí sentado e reclamando.
As palavras atingem Fugaret como várias navalhas em um ataque de um vilão de jogo indie, e ele se sentia congelado, até que, 12 segundos depois, ele se recompõe e se desculpa, e entrando de volta a seu quarto, ele chora deitado em sua cama.
> Casa das Bruxas, Mar Mediterrâneo.
Etil e Fenol estiveram estudando magias antigas e antes esquecidas durante esse tempo, e com um ritual recém-descoberto, usando um círculo de algas, preenchido com vinho, e ativado com 1 ml de sangue de ambas as bruxas, tirado a partir de uma pedra pontuda que marca a frente desse portal, elas trazem para a existência um ser ancestral parecido com aquelas sete armaduras da escola de magia de Aisha Nusha, porém, com o peitoral mais fino e liso, ombreiras maiores e manoplas mais parecidas com luvas, de mangas maiores perto dos ombros do que na região do pulso, e as botas são altos altos de cano longo, ainda desse metal. Essa era uma unidade feminina, embora os monstros não sabiam de que essas coisas tinham sexo e gênero, e ela estava muito surpresa com o ambiente marinho e metálico daquele território das bruxas.
A mulher: Quem... quem são vocês?
Etil: Primeiramente, saudações a vossa entidade que foi educada de não agir com agressão a suas evocadoras.
A mulher: Evocadoras?
Etil: Exato, essa é Fenol e eu sou Etil, e... estamos estudando magias novas aqui. Fique à vontade.
A mulher: Oh... que honra ser chamada para fora de meu reino natal, um lugar de pura escuridão, que só a minha espécie foi capaz de dominar o lugar o suficiente para poder se comunicar com outros planos. Essas armaduras são de um metal nativo do meu reino, talvez não tenha no seu mundo, mas...
Etil: Oh, é Noirytril! A gente conhece, Kamin Yellstar descobriu uma variação desse metal na Terra e ensinou humanos a fabricarem relíquias com isso.
A mulher: ... Oh...
Etil: Enfim, siga-nos.
Etil e Fenol guiavam a entidade de armadura para que ela visse mais elementos daquele território, como os dragões que rodeiam a casa das bruxas e são vistos pelas janelas duríssimas, golens com corpos de pedra e veias elétricas que operam automaticamente como empregados, um pequeno grupo de anões terrestres que vive aí com as bruxas devido à sua maestria em unir magia e ciência, uma tábua de pedra, das 15 tábuas lendárias moldadas por mestres magos e perdidas pela ganância humana, que sela aquele lugar com segurança contra pessoas mal-intencionadas, e por fim, um secretário cromodemônio amarelo com orelhas de cão e chifres de carneiro, que na verdade, sobrou somente sua cabeça, ressuscitada com sangue de dragão, e que ele se chama Amstel.
Amstel: Muito bem, quem é essa aí?
Etil: Ela é nova, invocamos ela para cá.
Amstel: Vamos ver... ela tem um nome?
Fenol: ... Você tem?
A mulher: Bem, nunca nos preocupamos de ter nomes lá naquele reino, afinal, nós já nos identificávamos sem chamar por algo além do que nós somos.
Etil: Falou bonito, hein?
A mulher: Obrigada~
Gris: Etil, Fenol, Amstel, quem é essa aí?
Etil e Fenol: Hã!?
Etil: Ah, bem...
Gris: Deixa eu examiná-la.
Com um toque de seu dedo indicador direito, Gris descobre todos os detalhes dela, de peso, altura, origem, quantidade mágica e também o material, não só de sua armadura, mas também de seu corpo, inteiro composto de proteínas e ferro, com poucas partes de cálcio, não incluindo seus ossos, compostos de carbono, mas sim seu coração, perfeitamente redondo e em espiral, e o hipotálamo, suportado por um cérebro de bronze.
Gris: Sabe... Achei que fosse perigoso deixar você aqui, mas você só é diferente de nós, bem-vinda...
Etil: Ela não tem nome.
Gris: Oh? Bom... inventar um pra você. Vamos ver, Hélia, Helis... Helinsky. Ok, vai ser Helinsky.
A mulher: Helinsky...
Etil: Bem... O que ela pode fazer aqui?
Gris: Ela é uma mulher, pelo que eu vi, mas pela raça dela e pela armadura que ela usa, ainda é forte, mas... já temos gente o suficiente operando com trabalho braçal. Com o que você é boa?
Helinsky: Caça, visão noturna, já vi a escuridão do mundo...
Gris: Escuridão do mundo... Vem comigo.
Gris leva Helinsky para um vestuário, e arruma ela com roupas novas, nesse caso, uma roupa bem grande, confortável e ainda justa, preta em sua maior parte, cobrindo quase todo o seu corpo, com espaço na área do rosto para olhar e falar mais confortavelmente, e um decote em forma de um coração de ponta-cabeça (ou um pêssego) apenas para um símbolo estético para decorar uma parte dessa roupa, e com luvas e botas vermelhas, que combinam com a sua pele. Seu capacete ainda se mantém constantemente em sua cabeça, mas a sua armadura agora é invocável, que ela pode se manter só com a roupa de pano e o capacete normalmente, ou ficar com a armadura inteira em um modo de combate.
> Ilha Ryuji, Iturup.
No Arquipélago de Iturup, há uma ilha secreta por onde a magia flui como água antiga, e chama atenção de animais marinhos de diferentes tipos, e dos descendentes dos humanos que colonizaram aquele território, surgiu um grupo de pessoas que atingiram ligação com os dragões, capazes de conjurar os mesmos elementos que verdadeiros elementais, além de controlar mentes humanas com a Chave do Ego, uma magia moderna capaz de predestinar artificialmente o que seus alvos irão fazer ou definir vitórias perfeitas.
Uma mulher de pele escura e cabelos azuis, devota ao poder de Mahojun - deus dessa ilha -, e de vestidos brancos e limpos, e luvas e botas tingidas com sangue de pássaros, e ossos pontudos de dragão servindo como joias, essa viveu isolando o povo de sua ilha para que nunca pudessem ver o mundo a fora, acreditando que fosse perigoso, porém, que depois desse tempo de prisão, a própria ilha se tornou perigosa. O que era um campo de árvores e arbustos frutíferos com frutas mágicas e sementes pequenas, se tornou uma ilha árida, com plantas ambulantes e carnívoras, arbustos de frutas venenosas e com um vulcão em constante erupção, cujo brilho de seu magma vulcânico cegava mais do que a luz do dia.
Ninguém sabe o porquê de tal ilha se tornar um inferno tão rápido, e aquela donzela também buscou entender o que era, mas ela morreu antes de descobrir. A irmã gêmea dessa donzela, chamada Hana Hamill, idêntica fisicamente à sua irmã, mas, não considerada uma escolhida, não foi selecionada para comunicar o seu Ego aos dragões, e por isso, ela renunciou à família real, e viveu com os monstros de lá.
Hana Hamill viajou pela ilha e aprendeu a sobreviver, e com sua coragem, ela obteve um poder mágico melhor do que aquela magia de mão beijada da Chave do Ego, e quando ela voltou a liderar os humanos dependentes da magia daquela ilha, eles deixaram a cultura sedentária.
> 28/04/2252.
Pode não ter acontecido tudo no mesmo dia, embora que Hana Hamill já tenha restaurado uma civilização naquelas terras desertas, e ela, junto com 8 guerreiros mais fortes e um dragão jovem nomeado de Kojiruu, eles recuperaram a Chama de Dragão, um altar de prata que emana uma chama vermelha de brilho prateado, cuja forja de equipamentos sempre formará armas mágicas e acessórios indestrutíveis, um poder que foi perdido com a desertificação, de anos atrás, daquela ilha, negligenciada pelo resto do arquipélago japonês.
Em contraparte, um grupo de criaturas vagamente parecidas com elfos, chamadas ehinaris, de pele pálida, cabelos dourados/prateados/pretos-metálicos e sempre vestidos de armaduras escamosas, estão se aproveitando da condição frágil da ilha para usá-la como fonte de poder para o deus caído do plano etéreo, caracterizado pelos colares de coração anatômico, chamado Pahapayar, cuja menção traz medo até mesmo entre os servos dele.
Temos então dois lados naquela ilha: De humanos e dragões se reunindo para resgatar a pureza da ilha; E os ehinaris destruindo ainda mais o lugar com as suas armas feitas de chamas, junto de sua corrupção maligna, aranhas gigantes, cobras venenosas e cavalos feitos de fogo e escuridão.
Hana, às 12:35, assumiu o manto de sua irmã, e fazendo uma atualizada em sua roupa antes de usá-la, adicionando um desenho de um dragão, bem azulado, nas costas de seu vestido, e ajustado dois dos ossos, antes usados como ombreiras, agora sendo algo parecido com chifres, porém dela própria. Ela ainda não tem nenhuma Chave do Ego como os outros magos draconianos, mas é a única feiticeira com o seu cadeado mental ainda lacrado.
E então, naquelas ruínas molhadas, centenas de ehinaris se afogaram ou adoeceram seriamente devido às chuvas torrenciais que surgiram tão do nada, e os que sobreviveram formaram seu próprio domínio no vulcão, agora apagado, para que pudessem se abrigar e se preparar para uma próxima luta.
> terras secas, planeta Hocerti.
No distante planeta Hocerti, os nativos de lá, chamados de humanos embora sem relação evolutiva com os seres terrestres, também tiveram muita magia, focada no seu aumento físico, o que na visão de muitos magos era um desperdício de potencial, devido à magia fazer muito mais independentemente de seus portadores, mas mesmo com essa especialização em força, os magos físicos mais fracos destruíam montanhas como parte do treinamento, e os mais fortes podiam agarrar a gravidade com as mãos, como é o caso de Sean Nozawa, o mais poderoso de seu tempo.
Este viveu com dragões, que segundo estudos biológicos dos hocertianos, eles e os dragões também evoluíram de um ancestral comum muito distante, semelhantes a crocodilos como os dragões modernos de lá, porém, maiores, e de cor negra ou marrom escura, enquanto os atuais são vermelhos e cujas escamas brilham durante a chuva. Sean conviveu com os dragões, e com eles aprendeu a cuspir fogo e formar furacões imensos. Porém, uma aventura iria mudar sua vida para sempre. Uma grande criatura em forma de vários braços e mãos humanas vermelhas, com uma cabeça na ponta de seu corpo a 3 metros do chão, chamada Abraxas, de primeira mão de Pahapayar, tentou devastar aquele planeta para poder alimentar o seu poder enquanto também devastava a magia do universo, ao eliminar os dragões terrestres de lá, mas Sean enfrentava aquele ser com golpes físicos, já temendo que aquele ser não fosse confiável, e a entidade, resistindo a tais golpes, acreditou que Sean fosse fraco, e o agarra com suas maiores mãos, o apertando de todos os lados, mas Sean cospe uma labareda que, não sabendo que magias elementais ultrapassavam sua resistência ou se a chama tinha algum fator draconiano e importante, ele queima o peito de Abraxas, o fazendo sofrer e se curvar. Em seguida, Sean Nozawa concentra um poder elemental enquanto também comanda seus 30 dragões.
Sean: Turibar, cuss clawritu!
E os dragões, em conjunto, cuspiam fogo contra aquele ser, que antes de Sean o finalizar com um ataque de energia devastador, já materializa um meteoro que irá se colidir com Hocerti, e bem, Sean dispara sua rajada cósmica de energia, que queima seu braço e empurra a criatura para o espaço, a horas-luz de distância, e agora temos o problema do meteoro, que era imenso, e podia destruir pelo menos metade da superfície de Hocerti.
Sean: Droga... droga... o que eu devo fazer? Espera... Mis cairu, ich vaa nisur dis suf helip.
Sean conversa com os dragões, e indo junto com eles para onde, segundo os cálculos rápidos de sua cabeça evoluída, o meteoro irá cair, ele alerta os outros humanos de Hocerti, e que ele precisará de muita energia para dissipar ou, se possível, matar o meteoro. Com um ritual de 1 minuto, energias vitais de humanos, dragões e plantas hocertianos fluem para o centro, onde está Sean, e assim, ele se transforma, com seus cabelos, antes pretos de brilho vagamente castanho, agora brilhando completamente em vermelho, sua cauda de lagarto se tornando vermelha como a dos dragões na chuva, e uma aura semelhante a fogo. Sean, com esse novo poder, modela sua aura em asas, e voando para lá, ele, com a força de seus braços, destrói o meteoro, de baixo pra cima, de dentro pra fora, num frenesi que não parava até reduzir o meteoro a pequenos pedregulhos, e Sean, mesmo cansado, ainda resolve voar até pousar a seus amigos, e se destransforma e cai, e as pessoas o resgatam para cuidá-lo.
> Quetzalcoatl, México.
Julie Redlar esteve malhando numa academia própria daquela cidade, e ela dava o máximo de si para se manter forte, enquanto Isabella, para a apoiar, trouxe pílulas de proteínas, vitaminas em garrafa e umas garrafas de água, e Julie ficou das 09:00 às 13:00 só malhando, e quando Isabella não vinha para reabastecer a Julie ou simplesmente ajudar ela a arrumar os aparelhos, ela preparava a comida para ela almoçar junto com sua namorada quando ela voltar, que no caso, Isabella buscou ela às 13:10 e a levou para sua casa em Quetzalcoatl às 13:25.
Elas almoçam. Peixes assados, com arroz dourado, farofa, creme de milho e palitos de jintecos (ou jinteki na maioria das outras línguas, uma espécie de palitos de uma espécie de creme parecida com plástico, tanto em aparência quanto na fabricação, similares a torrone e com gosto de bacon), e bem, elas estavam felizes por mais um dia.
> espaço sideral.
01, 02 e 03, da Agência Galáctica dos Humanos, estavam estudando a linha do tempo do universo para descobrirem mais formas de prevenir anomalias temporais e ameaças planetárias contra seu povo, mas o máximo que descobriram são os caminhos de viagens temporais, desde as mais profissionais, do Dr. Kameron do futuro, até outras mais vagabundas, como a de Naej no carro platônico, e anotando elas, descobrem uma viagem no tempo que está para acontecer daqui a 1 mês, e que vem de 100 anos atrás, com um possível fim do mundo, que, por eles só poderem existir em uma realidade de cada vez, só conseguem ver esse final para a linha do tempo para eles.
Enquanto 01 estudava mais como resolver esse problema, 02 prepara um tesseract (construído a partir de uma joia da vida com a alma de 100 eugenéticos) para que possa ser útil em anular qualquer perigo grave às 3 dimensões, e 03 usa sua Máquina Analógica Delta-T para ir ao futuro e investigar por seus companheiros, já esperando que voltará em segurança, uma vez que ele viaja constantemente entre passado e futuro para detectarem cada passo que seus inimigos darão. Os outros 4 da equipe mestra da Associação não entendem a tanta prioridade, até que 05, com ajuda do 01, descobre que essa viagem no tempo estará ligada com um possível fim do mundo.
05 e 07 decidem, ao invés de resolver a anomalia temporal, se esforçarem para servirem uma ajuda extra às colônias humanas e implantar escoltas para terem certeza de que estava tudo bem.
Continua???
03/08/22
Projeto Dream - episódio 33
Naej é guiado pela enfermeira, meio petrômata e meio planta, e aquele cachorro blink bem velho, andando naquele hospital até chegarem em um local mais populoso, com não só as enfermeiras, também petrômatas modificadas para terem plantas no corpo e poder de fotossíntese, mas também os amigos do Naej, a Luna (que está aí pela Tifanny), a Fortrex e uma monstra nova chamada Aisha Nusha, uma draconiana de pele verde e escamosa, cabelo preto semicurto, e um uniforme próprio das professoras e policiais dessa dimensão, com um padrão de branco e vermelho. Dragondorf estava tentando xavecar Aisha Nusha aproveitando que conheceu uma moça tão bela e ainda também de sua própria espécie, mas ela estava nervosa demais para responder, e também para assumir seus sentimentos, então Fortrex o agarra e o leva longe da Aisha Nusha.
Fortrex: Hahahaha! Não vai dar, dragãozinho, ela esteve cansada demais por hoje!
Dragondorf: Ah, que droga! É que eu nunca vi uma mulher tão linda à minha imagem!
Aisha: Hã? Bonita?
Aisha começava a se sentir melhor, enquanto isso, Naej interage.
Naej: Oh, gente, vocês conhecem esse pessoal, e- Espera, ela é mais um monstro?
Luna: Nem vem, criança!
Naej: Não, nem vem você... megazord.
Luna: Hidrante!
Naej: Duas em uma!
Luna: Meio quilo, meio metro!
Naej: Você falou dois apelidos, prédio de maquiagem!
O pessoal ria daquele último apelido, incluindo a Luna, que... se rendia, mas antes dela começar a conversar mais com o Naej, Hematon entra na frente e se senta com ele em uma mesa pra uma conversa rápida.
Hematon: Menino, menino, eu preciso saber uma coisa!
Naej: O que foi, moto que fala?
Hematon: Pare com apelidos porque eu preciso saber uma coisa! Você se lembra de alguma poção que você bebeu nessa dimensão?
Naej: Depende, essa é a mesma dimensão que eu bati nos... seus capangas?
Hematon: Na verdade, são todos meus irmãos, primos e sobrinhos, mas bem... aquela poção, que te fez explodir, funcionou?
Naej: Sim, sim! Depois que eu bebi ela, eu adquiri poderes naturalmente, mas eu... nunca usei os poderes dela direito-
Hematon: Pehfeito!
Charles, John Parker, Alyx e Tankanar estão procurando Muramasa para perguntar o próximo passo, Dragondorf consegue uma oportunidade para conversar com a tal Aisha, e Muramasa ainda está tentando se dar bem com seu pai, tomando uma espécie de chá com um de seus avatares, e Haraniku lê seu livro de magia e encontra uma página sobre os bóbons. E ele lia aquela página em voz alta. "Eles são pequenos em tamanho, grandes em poder, e não pertencem a tipo algum de ser vivo presente no universo, sendo classificados como pequenas deidades em uma forma mamífera, que podem decidir a salvação ou destruição do planeta em que eles se instalam. Gris já apanhou três desses para a Terra"
Naej se interessa naquela conversa e vai até Haraniku ler e ouvir mais daquilo, enquanto Hematon falha em tentar chamá-lo de volta para si, e depois vai com a Fortrex para seu laboratório. Indo lá, ele começa a testar uma nova receita daquela poção do poder do fogo, agora que ele descartou ela achando que foi um erro.
Fortrex: Por que você veio comigo até aqui?
Hematon: Rápido, eu preciso relembrar como eu fiz aquela poção, porque eu não sabia que ela dava mesmo poderes!
Fortrex: Você não lembra de cabeça?
Hematon: Não é o caso, eu só lembro as coisas quando eu imagino que importa pra mim, tipo... as aulas de matemática clássica, relativa e quântica da Professora Aisha Nusha, e as normas padrões de língua monstroriana, e... como cada um dos outros Hematons fracassou tão miseravelmente contra o irmão idiota Muramasa.
Fortrex: Legal, eu, sendo uma número dois, sendo que o papai Amon ia me colocar abaixo porque eu não me aceitava ser um macho sem alma que nem os idiotas dos apantros, tenho uma memória melhor do que você, o número um.
Hematon: Pouco importa o seu passado e disforia, irmã, se você sabe mais que eu, você me ajuda com essa poção de fogo.
Hematon estava fazendo substâncias aleatórias em seu laboratório, algumas explodiam, outras corroíam tudo ao redor, outras soltavam fumaças de diferentes cores, e alguns líquidos que faziam nada Hematon separava pra quando testar. Fortrex, irritada, belisca Hematon, e com suas unhas, injeta um sonífero nele, o fazendo cair num sono profundo, e ela deixa o Hematon deitado numa maca do laboratório, enquanto Fortrex tenta arriscar fazer os experimentos pelo seu irmão mais novo.
Fortrex (sussurrando enquanto pensa): Ele tá tão nervoso por uma poção de um poder que nem é tão interessante, vou ajudar ele, ele vai me entender melhor se der certo, e não é como se ele declarasse guerra a mim se eu errar, sabe... Ok, sangue de dragão, fogo líquido, suco de melatium, e vinho branco. Parece até óbvio, acho que o Hematon esteve pensando de mais.
Fortrex escreve aquela receita e depois testa em algumas cobaias, que no laboratório do Hematon são criaturas vagamente parecidas com humanos bem pequenos, mas com cabeça de rato e pele azul escamosa, chamados de Musores. E Fortrex pega o de unidade 44, e com meio gole do frasco, ela consegue um resultado de tornar aquele bicho num ser de fogo, mas como esses bichos têm muita fraqueza a magia, aquele bicho não consegue controlar, e sai pela janela e começa a correr pela capital como uma imensa bola de fogo. A notícia passa rápido, e os protagonistas, sabendo disso, vão ver o que era e se podiam resolver, mas é claro, Amon tem total domínio daquela dimensão, e com seu poder, ele lança um raio que destrói a criatura por completo, e com uma chuva rápida, apaga o fogo que a criatura fez passar.
O grupo de Tifanny e Naej até se decepciona por não terem tempo de resolverem por si mesmos, mas Fortrex até se desculpa pelo caso, de que era resultado de sua pesquisa para ajudar Hematon. Fortrex resolve levar o grupo, junto com Aisha Nusha, para uma escola de magia dessa cidade, porque Muramasa disse que precisa muito ajudar seus alunos, e Amon tem de tudo para melhorar sua prole, que equivale a toda a população desse reino, então ajudar menos de 20 pessoas será fácil e rápido. E quando eles entram em uma das salas da escola, Tankanar encontra Pattarak conversando com o Pyrman e dois alunos corporimos (da raça dos humanoides invisíveis), e ele é o primeiro a conversar com Pattarak.
Tankanar: Pattarak, meu amigo! Por que você esteve aqui?
Pattarak: Eu... me perdi e fiquei explorando aqui até achar essa escola.
Tankanar: Legal! Mas quem são esses aí?
Pattarak: Basicamente, esse é o Pyrman, essa é Huggyn e esse é Munnyn, conheci eles faz um tempão, uns 13 dias.
Tankanar: 13 dias? Faz nem uma semana que você saiu daqui!
Pattarak: Errrr...
Huggyn: É, não basta os fusos-horários nos dar tempos diferentes entre os locais, agora também tem tempo diferente entre as dimensões.
Tankanar: Como ela sabe que eu sou da Terra?
Pattarak: Isso é óbvio, conversei sobre vocês pra eles.
Enquanto isso, Naej e Haraniku são colocados em uma ala especial para meditarem, Dragondorf testa um pouco das suas magias de mana dourada, que devido a estar um tempo sem usá-las, ele perdeu o costume, e Luna discutia com Tifanny sobre esses temas mágicos e dimensionais.
Luna: Miga... eu não acredito que tô envolvida nisso.
Tifanny: Relaxa, daqui a pouco você vai achar isso normal.
Luna: Normal? Você acha normal isso?
Tifanny: Aquela guerra de humanos e monstros tem mais da metade do que a gente tem hodiernamente e mesmo assim é até ensinado em escola.
Luna: Sério, olha pro céu desse lugar.
Elas olham para entender, e claro, o céu daquela região da dimensão de Amon tinha uma cor prateada, com estrelas completamente brancas brilhando no céu, e uma delas aparecendo no céu quase que como uma lua. Elas voltam a conversar.
Luna: Isso parece normal?
Tifanny: Perto do que eu já vi, é bem normal. Sério, eu já vi essa dimensão afundada em escuridão, meu mestre é um esqueleto vermelho vivo, meu namorado é um anão que pega fogo, e já enfrentamos um urso que vira palhaço do mal, aliens, mercenários mágicos violentos agora a pouco, e até alguns desses caras.
Luna posiciona suas mãos, abertas e unidas em forma de mãos de oração, enquanto continuava.
Luna: Ok, eu devo agradecer a Urshka por sua mente estar inteira.
Tifanny: Quem é Urshka?
Luna: É minha deusa, depois que o Estado Islâmico caiu da França, o pessoal fez religiões próprias pra... restabelecer a paz no país, tá na escola, né?
Tifanny: É...
Luna: Mas sério... há quanto tempo você se meteu com essas coisas?
Tifanny: Uns poucos meses. *sorriso*
Luna: ...
Tifany: ...
Elas ficavam se encarando, enquanto Alyx, meio perdido, encontra umas salas de aula, assustando as pessoas sem querer pelas portas "se abrirem sozinhas" (porque, como Alyx não usa roupas, ele está completamente invisível), e no final encontra o porão daquela escola de magia, encontrando assim 7 armaduras pretas, pesadas demais para serem apenas armaduras aparentemente de Noirytril puro, um metal negro brilhante com um peso de 13 g/cm³ de média, com átomos quadrados, mas na verdade, bem no fundo, do espaço daqueles capacetes - cilíndricos, com uma máscara mais reta e com uma cruz de vão -, ele vê rostos vermelhos, feios, vampíricos, alienígenas, e isso assusta Alyx, que fazia o máximo para não fazer barulho e acordar aqueles seres. Uma câmera infravermelha detecta Alyx andando por ali, e um mago mamídeo-bovino aparecia no porão para confiscá-lo.
Alyx é levado a uma sala para ser interrogado, e o garoto se desculpava e dizia que só estava lá por estar, e o mamídeo bovino, desconfiando, chama Fortrex e Aisha Nusha para entenderem a situação, já que, como as duas trouxeram visitantes para lá, elas talvez reconheçam ele. E Alyx se sentia melhor por duas das sub-líderes estarem ali.
Alyx (pensando): Ah, graças a Deus! Por favor, moças, me perdoem!
Alyx estava envergonhado demais para falar, mas Fortrex parecia sentir ele por causa do seu poder especial de sentir energia vital, similar ao de seus irmãos cromodemônios, já Aisha Nusha vê que tinha alguém porque sabe o cheiro natural dos corporimos, que quando limpos, lembra arroz cozido com alho.
Aisha: Ok, por que vocês levaram ele pra cá e... pediram pra gente conferir?
O mago boi: Ele esteve na sala dos Debrís, e isso é algo inadmissível para-
Aisha dá um tapa tão forte que, se aquele mago fosse um mero humano, a cabeça dele voaria até quebrar a primeira parede, mas no caso, o mago bovino voou inteiro e quebrou seu último chifre.
Aisha: Vocês protegem essa sala mal pra caramba e a culpa é de um menino curioso!? Quem deveria se envergonhar são vocês, magos incompetentes que guardam doces melhor do que guardam segredo militar. Se tivesse penalidade por esses casos, a gente taria matando mais inocentes do que o idiota do primogênito Mxihbiguza!
Alyx ficava impressionava com a força daquela mulher-dragão, enquanto Fortrex ria alto, e... a risada da Fortrex, por culpa da sua voz, inalterada apesar da sua "metamorfose", era assustadora, e fazia o cenário tremer, não por pressão da risada alta, mas por medo perante aos risos daquela moça, e Aisha cala a boca dela a tempo.
Aisha: Por favor, general Fortrex, melhor parar.
Alyx (pensando): Tão, tão...
Alyx (falando): ... Empoderadas...
Alyx fechava sua boca com as mãos, e as duas olham para ele sem entender, enquanto os outros magos, meros estagiários, só curavam o mago coordenador e o levavam embora.
Aisha: O que disse mesmo?
Alyx: N-nada! Na verdade, eu...
Aisha: Bom, tudo bem, só... na próxima vez, vá acompanhado.
Aisha beija o rosto do Alyx, ela não o via, mas pelas suas mãos ela já sabia onde localizar a cabeça dele, inclusive estimar a altura dele - em volta de 1,77m -, e bem, Alyx fica envergonhado depois daquele beijo, mas tenta retribuir.
Alyx: Você não faz meu tipo, é só por gratidão, moça.
Alyx, Aisha e Fortrex voltam para o grupo, e Naej e Haraniku voltam quase no mesmo tempo, acompanhados por um mago piscêtropo. Depois dessa, o grupo sai. Enquanto isso, no laboratório, Hematon acorda e vê a receita daquela poção de fogo e uma carta da Fortrex que ela fez pra caso ele acordar antes dela voltar. Está na língua dos monstros, e era "Hematon, sorah ich heum noconsi puri heim wash veim veim istarsiu, ich rosari vis".
Hematon: ... Ok, espero que tenha dado certo.
Ele joga a carta fora, prende aquele outro papel com receita na parede para que aparecesse bem, e com uma máquina de teleporte ele se transporta para onde fica o Núcleo do Leão, os anãos e os Kribas, para ver se Amon está precisando de alguma missão de escolta no mundo material. O máximo que lhes falam é sobre dar um fim no Campeão, uma criação de Pahapayar que está indo em direção da Terra. Hematon tira suas roupas e troca por uma MUITO simples, um tecido similar ao de uma calça legging, confortável como algodão e brilhante como látex, azul escuro em sua maior parte, cobrindo ombros, trapézio e os braços todos, com uma gola e luvas sem dedo pretas no final. Aquela roupa era bem inútil como... uma roupa, mas tinha uma tecnologia que, com a pressão da roupa, que é controlável, o Hematon possa aumentar a pressão sanguínea para aumentar seus poderes de sangue.
> espaço sideral.
Hematon aparece com um Portão de Partida instantâneo, e já golpeia o Campeão com suas veias, combinadas com agulhas que roubam seu sangue e energia vital, e isso assustava Campeão, que não tinha memória alguma daquele monstro.
Campeão: O que? Como assim? Q-quem é você?
Hematon: Eu sou só o Hematon atual, e se você já conheceu algum irmão meu, lembre-se que todos foram de Amon.
Campeão: Hoho, é?
Hematon avança contra o Campeão, que contra ataca ele o batendo em uma das luas de Júpiter, e com sua força, ele acompanha Hematon, se soltando de um dos asteroides do cinturão do sistema solar, e com um golpe forte o suficiente para despedaçar a lua Io, de Júpiter, e mesmo Hematon desviando, ele foi esmagado pela força daquela lua sendo quebrada, mas ele, com sua força, lança um dos detritos da Lua contra o dinossauro, o ferindo seriamente, e o nocauteando, e depois, com seu poder biológico, Hematon absorve todas as vitaminas de seu inimigo, as concentrando em uma grande fruta, em forma de moranga, e o deixando com escorbuto severo, quebrando suas juntas, seus dentes e seus músculos, e o debilitando por completo, e Hematon invoca correntes de ossos, e submete o Campeão, o levando para sua dimensão à procura de uma interrogação.
Continua>>>


