Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

13/08/24

Saló Laranja

> 22/01/2272; Moscoelhada, planeta Pessach; Universo 255-P
 Tee Taniel foi sequestrado por um grupo dos tais Filhos Dourados, que depois de induzirem um acidente que o derrubaram junto com a carga a transportar, o grupo o leva enfraquecido a partir de uma Faberfaira que se forma em um portal, em vez de azul como sempre, em tons de fogo comum, e nesse universo, sem a interferência de Cartuni, a Kaipora é chamada para resolver esse problema normalmente, e em suma, um portal é gerado próximo de Tee Taniel e a Kaipora o tira a partir do mesmo, e com a coordenada que passou, com os guardas despistados pelo sumiço de um dos reféns, ela é transportada a um armazém a cerca de duas salas de distância da prisão.
 A base era muito grande, com 30 x 32 m² de área, e para não ser rastreada, já que seu tom de pele e cabelo, sendo raros em sua espécie, seriam muito óbvios e fáceis de identificar, seu traje está com uma nanotecnologia foto-reativa que pode a tornar invisível às câmeras, e passando entre os lugares, era como uma espionagem normal, evitando os guardas, que nos primeiros dez minutos foi relativamente menos preocupante, e quando os guardas começaram a voltar a seus postos, ela tinha uma pistola anestésica para adormecer quem acertasse, mini-granadas de fumaça como distração e, em casos extremos, ela tinha um canivete que ela podia usar contra os guardas, o que podia ser insuficiente se não tivesse aerodinâmica para ser lançado como um bumerangue neles ou se o traje também a tornasse bem resistente, combinado com sua habilidade em combate.
 Com isso era questão de tempo pra ela, não só libertar alguns dos reféns após o Tee Taniel, mas também achar pistas sobre quem são os Filhos Dourados, como:
"2 de Triu de 2267, estão começando a haver imigrantes e visitantes de outras raças, aqueles seres parecem valiosos para nós por mais que soem tão iguais a nós. Alguns podiam projetar fogo de seu corpo, outros controlar correntes elétricas, e há alguns que não morriam facilmente, os jornais relatam parte da vida de alguns em nossa Pessach, e para eles parece bem mais fácil."
"17 de Kvaru de 2268, a imortalidade costumava ser uma lenda na antiguidade ou uma ambição de poder máximo, pois se um rei se tornasse assim ele poderia reinar para sempre e as únicas formas de destroná-lo teriam a ver com abolir seu reino, mas nós faremos diferente, com sangue regenerativo, teremos soldados sobressalentes, e se regenerarmos até os telômeros do nosso DNA, nós, os Filhos Dourados, iremos viver para sempre."
"10 de Unuu de 2272, nós podemos ter começado como uma mera seita no porão de nossos líderes, mas agora temos nossa própria instituição, e mesmo que o soro Yesod tenha sido um sucesso, a única forma de tornar alguém realmente imortal é fazendo algum pessachano nascido com essas capacidades, que com o tempo as suas habilidades iriam maturar até ele se tornar ainda mais indestrutível, uma nova espécie pode nascer a partir daqui."
 Kaipora pode não ter lido tudo, mas com o computador escondido em seu estojo de maquiagem ela pôde digitalizar para a O&S traduzir e armazenar imediatamente, e depois do sucesso da missão, ela consegue ir embora, um pouco machucada, com o ouvido esquerdo doendo com os tiroteios e um pouco de desequilíbrio cardíaco pelos sustos e tensão que ela passou.

> Campus de Lichosthenes, planeta Fantasia.
Emiliano: Então quer dizer que vocês já tão indo pra Terra?
Tifanny: Na verdade, antes vou buscar meu filho em Stereo, ele ficou lá com uns amiguinhos que são filhos de umas colegas minhas.
Emiliano: A senhorita quis dizer amigas, não?
Tifanny: Na verdade não, às vezes eu as vejo e até converso por reuniões de escola, mas essa intimidade é mais indireta, já que meu filhinho é amigo dos filhos delas.
Jane: Talvez a gente possa ir pra onde vocês moram em seguida, onde é?
Nicolò: Pisa, Itália.
Michael: Ótimo! Eu estudei muito italiano quando criança!
Naej: O que parando pra pensar é inútil, já que nessa história todo idioma 'normal' é convertido como se fosse todo mundo falando português.
Michael: Va a fanculo, Naej.
Naej: Pinche cabrón.
Norville: Espera aí, é de lá que vem essa magia giratória?
Nicolò: Sim, não esperava que soubesse.
Norville: Vi um anime que um poder assim, a origem não sei o quão parecida é.
Oprah: Naej, vocês conseguiram quantas cartas?
Naej: Olha, no total a gente desbloqueou umas 251 cartas aqui, e até dá pra levar duas com os efeitos, mas o resto vai ficar na memória do lobby.
Oprah: Droga!

> Rockport, Texas.
 Isabella Jack e Sofia Maia estão juntas de três outros patrulheiros e uma equipe de controle de animais analisando um complexo de gravuras marcadas na praia de Rockport junto de um dragão morto, cujo sangue estava começando a ficar vermelho como sangue arterial da maioria dos animais saudáveis, em vez de dourado, acabando aquela pouca substância vital que torna os dragões virtualmente imortais, enquanto há cores douradas e alaranjadas na areia manchada pelo sangue.
Sofia: Por que alguém faria uma blasfêmia dessas? Matar um dragão e ainda o abandonar numa praia qualquer, longe de seus funerais cíclicos, isso é tão errado.
Isabella: Seeja o que for, é preciiso nos preparar, mesmo que precisemos de ajuda dos agentes de outros estados ou então do México. Aqueela taal Lanza Roja ainda me dá arrepios, mas ainda confio naqueele tal Juan.
 Isabella abre sua bolsa, e vendo que ainda tinha três garrafas de refrigerantes genéricos, porém naturais, de laranja, sabia que terá o suficiente pra lutar caso preciso, e junto daquilo havia seu PDA e alguns mantimentos comuns, como uma garrafa de água e barras de cereais, e Sofia junta o grupo para que pudessem orar em nome do dragão, fazendo o que os outros dragões não conseguiram espaço ou oportunidade de fazer.

> Hamburgo, Alemanha.
 Jungher consegue apaziguar Dapai que ainda estava com um rancor estranho por não poder ver os últimos momentos do Muramasa, enquanto também leva Bois, Milk e o filho deles para o mundo dos espelhos para que pudessem acessar mais rápido um lugar que está há um tempo sem a visita de nenhum dos construtos do Mura. O mundo dos espelhos funciona similarmente ao mundo normal, porém o tempo não flui, fazendo com que quem esteja nele não sofra fome ou velhice, e nativamente só há objetos inanimados, e seres vivos só são vistos quando estão perto de um espelho, podendo também ter interação com quem está no mundo normal a partir dos reflexos.
 Feiticeiros malignos usariam esse mundo como uma forma de imortalidade vazia, em que em troca de viverem num mundo vazio e supostamente abandonado, eles não sofrerão nenhum dano biológico, ou podem sequestrar suas vítimas pra aquele mundo, porém Jungher, sabendo das iniciativas de justiça mágica, fez o possível pra combater isso, podendo não só visitar, mas controlar o mundo dos espelhos, o usando principalmente como um atalho pra pontos comuns no mundo material.
 No caso de Hamburgo, está a igreja da Ordem das Damas de Ferro, em que saindo de uma poça formada de uma chuva bem recente, o grupo sai do mundo dos espelhos sem invadir ou perturbar a casa dos civis, e visitando a igreja em si, eles recebem as boas vindas de Filemon (o padre que lidera a igreja), uma freira e uma Dama de Ferro.

Filemon: Oh... Visitantes.
Jungher: Desculpa não conhecer bem vocês, mas o Muramasa mandou vocês.
Filemon: Entendo, entrem.
Bois: O que? Já confiou na gente!?
A freira: Mestre Filemon sabe quando alguém tá mentindo.
Dapai: Ah, e... damas de ferro falam?
A freira: Não sou uma dama de ferro, só trabalho aqui, tem freiras comuns também.
Filemon: Bem, eu vou precisar de uma ajudinha aqui. Tá tendo uns vampiros verdes assombrando essa cidade, e mais da metade das damas de ferro tão ocupadas com outras tarefas, só sobrando quatro pra operar.
Milk: Esses vampiros também morrem pra forças como o Chi? Porque isso pode fazer a diferença.
Filemon: O Chi pode ser forte contra mortos-vivos ou contra alguns profanos, mas esses são diferentes.
A freira: Nós precisamos de uma força mais direta, e mais próxima de Deus.
 A dama de ferro próxima, chamada Catharina, não diz por voz, mas guia o grupo para que eles conhecessem algumas outras damas de ferro, que podiam se comunicar diretamente ou, só pelo que estavam fazendo, como ajudar na organização, segurança e limpeza da igreja e também algumas que recebem missões de combate a ameaças mágicas comuns, e no porão da igreja há, além de corredores, uma adega de vários vinhos e dormitórios, também uma escola bem grande, em que algumas freiras são contratadas para ensinar arte, ciências comuns e a palavra sagrada para as futuras novas damas de ferro, e também onde damas de ferro mais velhas, como Catharina, treinam física e magicamente as mais novas, como é o caso de Renata, Wilma, Bruna e Yasmin, que hoje se reúnem ao grupo para matarem vampiros juntos essa noite.

> metrópole draconiana, planeta Hunkal.
 A equipe da O&S não teve muito contato direto com Hunkal ao ponto de contratarem profissionais desse planeta para seu grupo, embora tenham amigos como Sean e Akari como inquilinos, e também algumas fábricas sendo fornecedoras separadas da empresa, no entanto um que Anandré Palmillion, amigo de infância de Otasha, conheceu em Hunkal, chamado Magnus Dedalus, inicialmente apenas como um anfitrião para uma pesquisa de campo comum, em que Anandré conheceria a cultura e tecnologia pelo grupo da Otasha, e também ensinaria Busterball para alguns atletas, um tanto raros em Hunkal pois os esportes eram considerados mais um lazer aleatório que algo digno de prêmios.
 Mesmo já saindo de Hunkal como moradia há muito tempo, diferente de Sean e suas próximas Elcsum, ele começou a visitar periodicamente por causa do Magnus, que às vezes o convidava pra Próxima Centauri A para curtirem as praias quentes juntos, às outras o Anandré que era convidado por Magnus para ver alguma engenhoca que ele tenha improvisado poucos dias antes.
 Anandré, mesmo um dos melhores atletas de Busterball, não por sua força ou durabilidade, mas pela sua coragem e iniciativa, conhecido como "O Rei Relâmpago", ou "O Relâmpago Flamígera", ele sofria pesadelos em que ele era morto por entidades malignas, o que ele supria abraçando pelúcias, inicialmente uma de um tamanduá proxima-centauriano (azul e de 6 patas) ou de pinguim-quente (outro animal proxima-centauriano, similar a um pinguim-imperador, porém dourado com manchas laranja, e que mesmo vivendo em polos árticos e antárticos também viaja para lugares muito quentes), mas depois de um tempo, a cada viagem para Hunkal o Anandré voltava com alguma pelúcia hunkaliana, seja de peixes, répteis e raros mamíferos de lá, ou de figuras mitológicas como O Ferreiro Vermelho (conhecido nativamente como Reronmir) e O Cavaleiro de Amantalor (ou Amanta-Astaror, um cavaleiro lendário que tinha o poder sobre a têmpora, a liga metálica do tempo, e que com esse poder foi capaz de deter demônios e monstros malignos no submundo).

> Albuquerque, Novo México.
 Jeremy Hopper ouviu pela mensagem de áudio da Tifanny que ela e seu grupo irão voltar a Albuquerque no dia seguinte, e se adiantando e visitando logo a cidade, ele se depara com alguns robôs em formato de aranha e de carapaça castanha andando entre os prédios e ruas, aquilo não era pra acontecer, e o Jeremy não sabia a origem, mas analisando melhor, ele se depara com Dragom, Marisa e, embora tenha apenas uma viatura e poucos policiais, entre os que estavam juntos com eles havia também Lisania, normalmente da Nova Colúmbia, mas por sua extensa bibliografia e conhecimento com superseres, foi convidada por Tankanar para ajudar a investigar, enquanto ela também usa parte de seu poder para "fotografar" o æsir incapacitado e, entre os detalhes que só ela analisou, havia uma alguns códigos de barras no ombro direito da armadura do asgardiano e também no peito a escritura "Ragnuno für immer", o que ela, além de ter fotografado com seu poder termográfico, também memorizou pra investigar mais a fundo.
 Mesmo que John Parker esteja no Alabama junto com Dragondorf e Summer Sambari, ele deu acesso aos robôs para poderem investigar alguma outra influência por perto. E a fim de ajudar, Jeremy se voluntaria pra ajudar na investigação, e Tankanar, sabendo dos poderes dele ao ter conhecido ele anteriormente, o pede pra que tire o asgardiano do caminho, o levando com a força das suas fitas de Chi.

> Las Vegas, Novo México.
 Sh31la está atualmente em Haeun, República Nova da Coreia (formada com a unificação das Coreias do Norte e do Sul, após uma Segunda Guerra da Coreia que acabou colapsando os dois lados, e durante a Última Grande Guerra, algumas instituições de humanos se uniram a empresas poderosas da Coreia do Sul, como a Samsung, bem mais próximas, para resolver parte do problema), principalmente investigando sobre um tal "Basilisk Mk VIII" (foram registradas sete falhas anteriores, incluindo três causadas por intervenção da Haeun), fora isso o resto da equipe que não está fora está composta pelos robôs JR, Donald, Howard, Peipers, os toiotos de longa data que atualmente estão morando na cidade e também alguns operários comuns, embora Alex e Joana não se considerem membras daquela tal equipe, já que eles fazem parte das tarefas em troca de dinheiro como mercenários e operários comuns, diferente das contribuições das duas que são meramente complementares, enquanto elas tanto trabalham na cafeteria em que fazem reuniões em tempo de folga quanto vendem livros e quadrinhos num site próprio de lojas.
 Fora isso, entre os hunkalianos contratados, uma saura hunkaliana de corpo e rosto vermelho com extremidades azuis ficou curiosa em saber que há membros e aliados mutantes na equipe do Muramasa que a contratou, incluindo o John Parker que ficou temporariamente bem notório em poucas metrópoles hunkalianas, e a Carla que está namorando a Alex, e mesmo que incluísse Melissa, ela aparece tão pouco em Las Vegas que nem sabia que Melissa tava usando um poder mutante pra chegar por aqui tão rápido, no entanto, gostando daquele grupo, foi pra Terra em pleno dia de folga, usando o mesmo teleportador dos Thorwan (uma família hunkaliana especializada em tecnologias que controlem o espaço-tempo) que transporta os outros operários, ela visita a Alex e o Clube do Livro Larapink o dia inteiro.
 Saura hunkaliana essa era Elen Magni, uma saura hunkaliana mutante, algo bem raro já que esses se manifestam naturalmente e em um nascimento a cada um milhão, algo parecido com o que teve no Setor C.
[Depois que eu revisei alguns desenhos eu fiquei com dúvida sobre que lado ficava a verruga da Alex, se era sob a bochecha esquerda ou direita, mas acho que foi só um Efeito Mandela, achando que eu tentei fazer simétrico a onde fica a da Joana, e vendo aqui, é praticamente o mesmo lugar]
Elen: Licença, você falou sobre um 'clube' uma vez fora daquela oficina que a gente se vê, é sobre o que?
Alex: Uh? V-você quer saber da gente? Sabe, só de relance, a gente lê, coleciona e comercializa livros, não sei se vocês, lagartos avançados, se importariam com is-
Elen: Pare com suas implicações terrestres, garota! Só fala dos livros que vocês leem ou então me mostre mais o que vocês escondem.
Alex: É, pode ser.
 Um pouco envergonhada, Alex mostra o Clube do Livro Larapink, que tá agora trabalhando como garçonetes e atendentes da tal cafeteria, e a Elen e a Alex conversavam um pouco principalmente sobre o serviço delas no tal clube, o que a Alex ia desconversando por um tempo, mas se cansando assume que elas são também um clube mágico, o que decepciona a Elen, já que ela tava mais fascinada pelas humanas com poderes naturais e pelas tecnologias do grupo de Muramasa.

> Oceano Atlântico; Universo 210-P.
Naej: É meio estranho cê ter nos convidado pra pescar, parece bem tedioso.
Harii: Não se preocupe, pelo menos alguns atuns serão bons pra um jantar diferenciado e também pra uma foto fazendo uma conquista.
Tifanny: Será que pescar é associado à calma por ser muito quieto?
Harii: Por isso pode ser tedioso.
Michael: Consegui meu primeiro!
 Num lado, Tifanny e Naej estão com Michael e Harii (que nesse universo esses dois estão namorando) porém, a quilômetros, em Miami, a Sabrina Dermurer, que deu acesso ao mar e também guiou eles sobre uma região pescável, é visitada por Vitoria Flandre e Summer Tabin, sua presença não parecia impressionante, mas a Sabrina já imaginava que algo estranho poderá acontecer.
Sabrina: Posso ajudar?
Summer: Bem, vocês, Dermurers, são conhecidos por seus poderes sobrenaturais, e bem, como eu poderia explicar...
Sabrina: Vamos, diga.
Vitoria: Minha imediata tá deprê porque a filha morreu num acidente, e gostaria de saber o que você pode fazer.
Sabrina: Bem, eu entendo a explicação, mas cês sabem que nenhum Dermurer teve um poder de reviver e... fazer isso com magia de qualquer jeito vai dar uma merda, sabem?
Vitoria: A que ponto quer chegar?
Sabrina: Não posso fazer isso, mas bem.
 Sabrina saca um bolo de notas de dólar terra-americano e coloca na mesa.
Sabrina: Eu posso pagar o Programa Fênix se conseguirem o suficiente do corpo, e se não der eu ajudo a clonarem e terem ela de volta, já que o custo vai ser físico e não mágico.
Summer: ... Melhor deixar passar, Vi.

> Miami, Flórida; Universo 255-P.
 Sabrina também recebe visita de Vitoria e Summer em uma das várias casas dos Dermurer americanos, porém por um motivo, embora tão parecido, ainda muito diferente.
Vitoria: Vocês ainda têm serviços de mercenário?
Sabrina: Temos sim, por que?
Summer: Uma filha minha tirou a própria vida e eu exijo da ajuda de algum Dermurer sensorial pra guiar na solução, eles fizeram pela internet e desapareceram com todos os dados.
Sabrina: Olha, eu até tenho uns primos com poder de adivinhação, mas vocês terão que ser bem precisas com essa explicação. Venham, eu posso ajudar.

Continua>>>

11/08/24

Projeto Dream, episódio 326

"Às vezes perdoar é mais humilhante que matar, torturar ou ofender, como se a pessoa estivesse condenada o suficiente pra não merecer mais ser ferida"

> 22/01/2272; ???; Multiverso.
Pyrman 255-P: Ok, pessoal, precisaremos descer nas Cavernas de Luz.
Cryoboy P-80: Mas o que a gente tem risco de achar por lá, chefe?
Pyrman 255-P: O multiverso aqui nessa história ainda tá misterioso, e depois que meus irmãos catalogaram quase tudo no multiverso e tiveram a protagonistada da Terra, eu, você, toda a Pyrgente aqui, precisávamos nos reunir e ir atrás de alguma coisa nova, não acha?
Cryoboy P-80: É, acho justo, e como a gente vai pra lá?
Pyrwoman DG-89: Eu e o 255 P alcançamos um pouco da Espiral dos Nunca Vistos, essas tais cavernas têm de tudo, tem artefatos, pequenos universos e muitos Alfrothuls.
Freshman: Pra falar a real, tia, eu já desci em alguns desses Alf-alguma coisa, eu me ferrei muito, os tais Nunca Vistos são muito hostis e ficaram me caçando no meio do caminho, a luz daquela Espiral era a única coisa que os afastava.
Pyrman 255-P: Então melhor tomarmos cuidado.
 Numa outra região, próxima de uma nuvem caótica vermelha, sai da Matriz Dimensional Ômega o Cartuni, que depois de perdido no meio da matriz por culpa de Foramin, que quando invadiu e destruiu o multiverso mais de uma vez, o capturou pra que ele não pudesse o impedir.

 O Cartuni, embora desaparecido desde versões antigas daquela existência, tava consciente das mudanças por lá e, ao sair pra esse multiverso atual, tem uma sensação estranha.
Cartuni: Hmmm, eu lembro do Doutor Caótico passando por aqui.
 Cartuni, sabendo que Foramin poderia ir atrás, não só dele, mas do chamado Grafite da Criação, uma pedra formada de lascas de madeira e grafite perdidas de fora do multiverso, bem perdido porque, assim como a Matriz Dimensional Ômega era extremamente vazia pra matéria e alma, só soando normal para conceitos, o vazio interuniversal da Matriz Espacial não parecia ter uma física normal, embora tenha seres normais podendo voar com um pouco de esforço, ou usar matéria física como impulso pra se moverem, o Cartuni estava tão isolado depois da nuvem que precisava nadar naquele vazio, e ele encontra cada vez mais universos, e sabendo que aquela história tava diferente, para a sua viagem pra visitar o universo 210-P.
 Na tal Espiral dos Nunca Vistos, uma camada muito escura com tonalidades violeta estranhas por onde se escondem entidades vindas do vazio, e também grandes rotas feitas de uma luz multi-colorida, vista como branca de longe, ou como multicolorida quando o grupo Pyr cruzava dentro dela, uma luz extremamente volumosa, em que a nave Pyr, mesmo tendo espaço para um grupo composto por Pyr e outras 24 versões e sobrar lugar para seus recursos e armamentos para essa viagem, dentro de apenas um dos caminhos de luz era como se fosse uma saúva no meio de uma estrada.

> Nova Austin, Texas; Universo 210-P
 No estado do Texas -  que nesse futuro após a Última Grande Guerra, embora não tenha se separado totalmente do que sobrou dos Estados Unidos, ainda é uma república, inclusive intermediadora comercial e diplomática entre os Novo Estados Unidos e o México -, embora não sendo pacífica o suficiente pra ter crimes majoritariamente mais leves, ainda assim tinha arsenais o suficiente pros policiais em si resolverem os problemas caso necessário, e Summer Sambari nesse universo está trabalhando no sul daquele estado. No caso das poucas heroínas operatrizes da região há Isabella Jack, uma modelo de moda, loira, esbelta, bem bonita, bem famosa, que além da sua graduação em design e carreira em diferentes estilos, tem contato com a população de Nova Austin, ainda mais pela Jackster, uma empresa alimentícia e agrícola de sua família, e que no momento está em relacionamento sério com Sofia Maia, uma mulher média de cabelo castanho, vestido vermelho-claro e vinda de Kochorió, na Grécia, uma cidade bem antiga e relativamente isolada, embora com tecnologia e informações que conectem ao resto do mundo, sua Intuição Feminina a fez sentir que Isa Jack, a qual conheceu quando ela estava numa expedição com o construto ocidental de Muramasa doando roupas para os civis, era a mulher ideal pra seguir em vida.
Cartuni: Casais lésbicos? Na minha época só a Isa e a Ju pareciam ter relevância nisso.
 Cala a boca, Cartuni.
Cartuni: Ah, então você tá no meio dos textos, Caótico!?
 Não sou eu, e na verdade quem tá narrando os textos de verdade eu não posso contar, é um spoiler.
Cartuni: Não me faça rir, e ah, pelo visto o USQPA tá desenhando mulheres com menos roupas, lembro que antes o decote da Isabella nem existia, quero dizer, não essa Jack aí, a que o público já conhece no blog e em desenhos do Instagram.
 De qualquer forma, o Cartuni acompanha uma das missões de combate daquelas duas, considerando que elas são também patrulheiras de Nova Austin, e descobre que naquela cidade havia um grupo de zumbis radioativos, de pele cinzenta, sangue, olhos e cabelo de tons coloridos muito brilhosos, e que estavam dançando Dança Industrial, com movimentos rápidos e fluidos de braços e sapateados curtos, e dançando daquela forma eles emitiam raios tanto transparentes ao olho nu quanto, sendo os mais fortes, verdes, e que acabou envenenando o quarteirão e, no meio da contingência, já haviam fungos que cresciam enquanto sugavam a radiação ao redor, dando espaço para Isa Jack dirigindo sua Honda Dragon-D (uma moto, embora robusta e simples, bem leve, aerodinâmica e resistente) e coloração preta como as suas poucas vestes, e na carona a Sofia, se segurando com as mãos na barriga da Isa e usando seu poder pra inflamar a sua coragem, enquanto laranjas voavam e explodiam contra os zumbis, que embora não tivessem perdido tanta força, não eram o suficiente pra alcançarem as duas.
 Após os fungos absorverem as radiações dos zumbis, a Isa Jack usou uma magia cinética pra, enquanto tirava as laranjas das laranjeiras espalhadas na região, explodi-las ao comando mental, e Sofia, além de dar essa força de vontade à sua amada, após terem abatido 11 dos zumbis, ela sai da carona da moto e socorre alguém que estava bem ferido, e que embora não tenha chances de sobreviver, o serviço médico fará o possível pra que dure mais e as chances de recuperação retornem, isso se acharem um Programa Fênix no hospital mais próximo considerando a dificuldade de orçar essa tecnologia.
 Dois zumbis estavam ainda fortes, embora um deles sendo devorado aos poucos pelos fungos que estão em seu pé esquerdo, o forçando a rastejar aquele pé de forma manca, aquilo dava muita agonia, e sem a inflamação emocional a Jack sentia de volta o seu medo anormal de zumbis, e tentava fugir em sua moto. Cartuni analisava um pouco daquela situação, e enquanto antes ele achava estranho a presença delas, como se não combinasse com o que ele já viu antes, começava a achar interessante.
Cartuni: Espera, acho que via muito poucos personagens humanos com esse tipo de fraqueza, pra falar a verdade muitos dos personagens que conheci antes não tinham fraquezas próprias, será que ainda tô na mesma história porém... reencarnada?
 Isabella Jack chegava até Sofia e a levava pra longe, embora as duas discutissem um pouco.
Sofia: Isa, você tava indo tão bem, como você desistiu?
Isabella: Desculpa, eu realmeente não aguenteei, aqueles oolhos, a pele seeca podre, a peerna de um deles caindo... eu não aguentei!
Sofia: Estranho, nós já enfrentamos um deus-polvo gigante que atacou a cidade e você não precisou da minha ajuda.
Isabella: É... Tinha um filme chamado Meia Noite, que meus paais tavam assistiindo quando eu era criaança e... a cena do zumbii lá pulaando na tela não sai da minha cabeça.
Sofia: Oh... Entendo, aquela inflamação que eu tinha passado, talvez tava te fazendo ignorar esse trauma.
 Sofia, aproveitando a posição se segurando na Isa Jack, usa a mesma habilidade emocional, porém, em vez de a encorajar, estava a acalmando, e Isa, depois de frear a sua moto, reajusta ela pra dar meia volta e eles finalizarem os zumbis, porém, o que parecia mais inteiro tinha marcas de esmagadas redondas, como se fosse um soco ou uma prensa, e o que tava sendo devorado por fungos estava achatado e junto de uma cratera retangular, e no meio daquilo, as duas encontram um papel exageradamente grande, e escrito "desculpa por subestimá-las".
Sofia: Uma mensagem?
Isabella: Quem sabe, isso pode não acontecer seempre.

> ???; Multiverso.
Cartuni: É, talvez eu não estivesse preparado pra subtramas melosas, mas elas pareciam ter potencial como personagens recorrentes, e essa história não tá parecendo pertencer ao arco principal dessa temporada, mas quer saber? Talvez eu deva encarar algum outro tipo de mundo.
 Pyrman, enquanto isso, alcançava um ponto entre aqueles caminhos luminosos, chamados Alfhothuls, chamado Vórtice Cinzento, em que eles alcançavam o que parecia, no meio de rosas espinhosas e uma teia negra, uma entidade do formato de um sanguessuga, porém branco de penas vermelhas sobre suas costas acima, uma boca com mandíbula, maxilar e dentes violeta de iluminação pouco pouco vista, uma entidade chamada Devorasta e que aparentava estar criando algo ao seu redor e ao redor do Vórtice Cinzento, a partir do Grafite da Criação, e empurrava todos aqueles ao seu redor, os impedindo de alcançar o Devorasta e o Grafite, ficando cada vez mais longe.
Cryoboy P-80: Pyrman, a gente não tá conseguindo.
Pyrman 255-P: Não se preocupa, aquela coisa não tá tão longe da gente.
Freshman: Pyr, não vai rolar, a gente precisa dar um outro jeito.
Pyrwoman DG89: Exatamente, daquele mesmo jeito de sempre, usando os nossos portais.
 Porém, mesmo com aquela ideia de também controlarem as dimensões e os portais pra burlarem o caminho, mas é como se o espaço em que estivessem não deixasse eles pensarem nas soluções, com alguns deles, ainda resistindo, não só abrissem cada um os seus portais, sejam esses os que tiveram essa ideia por vontade própria ou os que se inspiraram nos colegas, mas também a Pyrwoman CD-63 saca o Dimclockwork, um relógio-de-bolso de bronze criado por Steaman para, com o mapa do multiverso simplificado e desenhado em sua tampa, mapear espacialmente o ambiente, mas o interior do relógio tendo seu efeito no espaço-tempo, o que combinado com o poder dimensional dos Pyr dava resistência à dobra do espaço que alterava o ambiente ao redor, parecendo então um céu noturno e chegava a formar um buraco negro acima deles, a ação do tempo podendo ser sentida com o corpo deles voltando a funcionar, incluindo o coração batendo no ritmo normal deles, e a anomalia narrativa que estava começando a afetar as ações dos personagens, o que foi cessado pelo tal relógio.

> Versalhes, França; Universo 255-P
 Luna Nouvelle visita Versalhes, uma das cidades remanescentes da França e que emergiram com algumas cidades vizinhas após a Última Grande Guerra, incluindo uma rota turística para Paris, chamada Purgatoire, em referência ao estado da cidade em ruínas, assim como Lille, que antes era só uma das cidades que as Luna - um clã que, além de ser a família de Nouvelle, na história desse mundo foi uma família que estudou muito a alquimia, tanto como uma química medieval quanto como uma magia química, e que os Jacobinos e Marat tentaram abater vários na Revolução Francesa, o que foi impedido pelos Redlar e pelos Girondinos, e por muito tempo, as Luna e os Redlar dividiram muito poder com Napoleão durante a República Francesa, embora mais como profissionais de elite que algo como realeza ou parlamento, já que o pouco que sobrou não tinha o mesmo significado na época - dominaram, e que depois dos Redlar se espalharem após a Última Grande Guerra a maior família deles compartilhou parte do território, embora não tenha reduzido tanto de seu poder localmente.
 No entanto, Nouvelle não veio pelo turismo, como um ato de esfriar a cabeça, conhecer mais locais de seu país recreativamente ou qualquer assunto mais prioritário ou pendente, mas sim porque ela sabe que, entre as famílias mágicas francesas, uma que existiu durante o Escadrection e perdeu muito poder e prestígio após a ocupação do Ocidente na Guerra Fria, mas ainda tinha um poder mágico elevado, eram os Doleur, uma família de humanos com uma ascendência mágica que Alberto Mallagan, ditador francês na Segunda Guerra desse mundo, selecionou como conselheiros para uma suposta genética transcendental que desse poderes, o que esse tal líder não sabia e os Doleur, omitindo, combinaram rumores próprios de sua genealogia com os próprios ideais nacionalistas e radicais dele, formando a ditadura que atualmente os líderes estão buscando apagar da história.
 No entanto, não adiantou esconderem, pois as Luna sabem, além da história europeia e essa época sombria, também um pouco sobre outras famílias como os Doleur, e sabendo de uma fonte que eles tinham disponível, os visita e descobre o ritual para evocar no meio das névoas azuis e marrons o Marchosias, uma deidade menor cujos filhos com humanas se tornaram ancestrais dessa família, embora Nouvelle tenha pesquisado uma segunda influência que ajudou no poder daqueles seres.
Patriarca Doleur: Ode, Marchosias, a luz entre as trevas ardentes, a besta guiadora dos bruxos, um deus perdido da magia, eu vos trago uma convidada, o sangue de seu pulso será trocado por um desejo.
L. Nouvelle: E-e-espera, eu preciso oferecer... sangue?
Doleur jovem 1: Nunca tirou sangue antes?
L. Nouvelle: Tirei muito pouco, só pra exame!
Doleur jovem 2: Nem precisa chorar, garota, é só uma mordida.
Marchosias: Pois não me enrolem, meus netos inúteis! É um pecado sério chamar o nome de um deus só para constrangê-lo.
 Nouvelle põe a mão na boca de Marchosias, que morde com força, o sangue espirra, a luva vermelha se rasga, Nouvelle desmaia, seja pela dor, pelo susto com aquele movimento, ou pela vista do sangue, e quando ela acorda, sua mão ainda estava no lugar, com o pulso restaurado, apenas a luva furada pela mordida cheia de dentes, e quando ela acordara, havia entre eles alguns membros Doleur, menos o patriarca, a névoa marrom mais embaixo e a névoa azul mais encima, o seu desejo de retornar a Ártemis, devido às condições dessa morte, não poderiam ser resolvidas só com um desejo ou com um poder direto de ressurreição, também possível nas mãos ou boca daquela coisa, porém, Nouvelle irá demorar pra descobrir como isso funciona exatamente, e decide passar um tempo a mais ao lado dos Doleur, inclusive se simpatizando com as trigêmeas filhas do patriarca, e sendo bem educada com elas, embora tenha ficado com um sono muito pesado depois de conjurar um Cocoshake pra cada uma delas e agradá-las.
Cartuni: Os suicidas não revivem? Pensando bem, eu entendo, é injusto quem faz isso ir pro inferno pelo ato e ao mesmo tempo há pecadores que cometem como um escapismo ou redenção, e aquela garota... Parece que não vai ter um destino tão bom mesmo quando realizar a sua meta nessa temporada.

> Moscoelhada, planeta Pessach; Universos 210-P e 300-P.
 No planeta Pessach, além da Saraiana gerenciando estoques da O&S com ajuda do transporte e almoxarifado do Tee Taniel de Aioulos, também está havendo uma pesquisa sobre algumas tecnologias pessachanas por serem bem úteis, não só para as forças armadas pessoais da O&S, mas também pra uma antes inimiga de infância, e agora uma colega de trabalho e até mesmo amiga, chamada Kaipora, que pelas suas habilidades atléticas e grande engenhosidade foi treinada pela empresa para espionar agências criminais que envolviam desde traficantes de drogas a pirataria espacial.
 Dentre os equipamentos, há além das Faberfairas que podem virar portais ou máquinas, também relógios de bolso com bússola embutida (similar às Prulólias, porém de bolso), anéis com armas ocultas (o que inclusive é exportado pra diferentes planetas para que motoristas e aeromoças possam se defender sem ter uma arma exposta), armas disfarçadas de maquiagem (para a defesa pessoal das mulheres, considerando a violência sexual elevada em Pessach e também podendo ser útil pra lugares como a Terra, como seus batons que podem projetar raios térmicos, e cuja massa do batom não derrete pelo calor direto e sim por fricção ou contato com gordura, secadores de cabelo com lança-chamas e sopra-folhas incluídos e camuflados, e estojos de maquiagens simples com acesso a números de ligação, incluindo chamadas de emergência, e que oculta materiais de investigação, como um pó ultravioleta que pode fazer materiais como digitais e sangue brilharem), anéis que podem brilhar em azul quando sentem perigo (e que podem ser usados como dois ou três anéis, pois o anel é divido em três camadas - duas normais e resistentes e a do meio que tem o sistema de brilho -, mas não é recomendado usar desmontado pois essas camadas externas são um filtro térmico), smart-ring (o anel que pode revelar batimentos cardíacos, funções cerebrais e também marcar horas), mochilas a jato e também Pessach é conhecido pelos melhores chocolates do Setor C, ao ponto dos chocolates serem temas de diferentes equipamentos eletrônicos comuns.
 Numa missão de hoje, Kaipora irá, no universo 210-P, visitar o planeta Fantasia para descobrir o paradeiro de Tifanny, Naej, Michael, Oprah, Jane, Norville e esse tal Boltreuges (que nesse universo ainda não foi resolvido), e nos universos 255-P e 300-P, Tee Taniel foi sequestrado por uma organização chamada Os Filhos Dourados, que pela sua formação recente não se sabe muito do que se trata, mas pelo sistema de rastreamento no traje do Tee, foi fácil ir atrás de onde ele acabou parando.
Cartuni: Um arco de espionagem? Em blogs de 2019 a 2020 isso seria impensável, e ah, quer saber? Vou adiantar pra essa personagem nova, cansei!
 Cartuni, no universo 300-P se materializa diretamente na tal base dos Filhos Dourados, o que aciona um alarme azul e chamava uns guardas pessachanos que, bem quando atiram e acertam o Cartuni, ele aparecia cheio de furos, porém, diferente de um ser feito de carne normal, que estaria sangrando com as balas, os furos dos tipos pareciam como se tivessem acertado e atravessado papel, ao ponto de poder ser visto de um lado de cada furo, o outro lado respectivo do buraco, o Cartuni entende nada e, com um lápis, se redesenha e acaba inteiro, e então ele fala.
Cartuni: Bem, se antes eu interferi numa história fora de tela e em outra eu só observei o que teve, hora de ter a ação estrelada... por mim.
 Cartuni materializa luvas de boxe vermelhas e dá vários socos em um guarda, com golpes que pareciam deformar ele de forma bem elástica, depois ele desfaz as luvas, infla o guarda que nem um balão e o contorce até transformá-lo numa metralhadora estática Vickers, e começa a atirar em vários outros guardas, alguns fogem, mas Cartuni aparecia na frente de um, o mata com um golpe que faz voar sangue, depois bananas-dinamite aparecem e explodem o outro guarda junto com um cômodo inteiro, depois em uma sala o Cartuni chega com uma borracha gigante na frente de três guardas restantes e os apaga como se tivesse apagado um desenho, sobrando apenas o que pareciam cinzas ou raspas de borracha.
 Cartuni também reescreve de forma que a câmara em que o Tee Taniel estava, junto com outros prisioneiros, que eram tanto pessachanos selecionados por essa panela dos Filhos Dourados quanto visitantes de outras espécies, se abriu "misteriosamente" e o grupo resolve sair, porém, seus poderes pareciam não funcionar direito, devido ao "campo purificador" construído pelos próprios Filhos Dourados, capaz de suprir poderes, não só mágicos ou de Chi, mas também alguns fisiológicos, mesmo aqueles sendo suas propriedades naturais, mas mesmo assim, o chefe estava desesperado por ter tanto seus guardas mortos de forma completamente ridícula quanto os seus prisioneiros, mesmo sem forças, conseguindo chances de escapar, e Kaipora ficava confusa quando chegou à base e os reféns já estavam livres, e então ela resolve abrir um portal por mais uma Faberfaira, e eles vão embora, e Cartuni resolve ir até o tal líder desse culto.
Cartuni: Oi.
Chefe dos FD: O que DIABOS você acabou de fazer?
Cartuni: Tô invadindo o multiverso e voltando a ter relevância.
Chefe dos FD: Multiverso? Essa maluquice não faz sentido, vocês que vieram de Pessach são uma ameaça.
Cartuni: Ah, blablablá, aliens racistas, blablablá, negacionista de algo que na história é real, por isso o seu arco é tão descartável que acabei arruinando isso tão rápido.
Chefe dos FD: Por favor, me diga, a que ponto você quer chegar.
Cartuni: Ah, eu não sei, só acho que você não tem mais propósito.
 Cartuni saca um revolver muito estilizado e estranho, e atira nele, o eliminando, e ri esporadicamente, insano.

> ???; Multiverso.
 O Grafite da Criação acaba caindo das mãos de Devorasta, explodido pelo ataque combinado dos Pyrmen, e enquanto girava no infinito, o pequeno universo que se formava ao seu redor começa a se completar, amarrado entre as teias, raspado entre os espinhos, amortecido entre as rosas, formando uma existência nova, que se unindo na parede entre a Matriz Dimensional comum e a Matriz Dimensional Ômega, aparenta ter selado mais ainda as fronteiras de Foramin. Pyrman e seu grupo, vendo que o material foi perdido de uma vez, se veem sem opções a não ser abordar a missão e retornarem à Cidade Pyr.

> Nova Lander, planeta Stereo; Universo 255-P
8Mike: É muito com tar aqui com vucês.
Carmen: Vucê é muito bom em fazer faiz de conta, como vucê é tão criativo?
8Mike: É... Mamain e papai têm muita aventura, e em algumas até mi levam junto.
Misael: A mia mamain também me leva po trabaio em... É... Mamain, qual é o nome do lugar que vucê trabaia?
Kakarota: Onde, fofura? O planeta ou só o lugar.
Misael: É... os dois, mamain.
Kakarota: Diretoria de esportes, em Hocerti.
Misael: ... É isso aí. :)

> Campus de Lichosthenes, planeta Fantasia.
 Tifanny tentou telefonar para Kakarota (a mãe de Misael) e Yuna Sung (a mãe de Carmen) para saber como estava 8Mike, mas ligando diretamente pelo Tamafone não era eficiente em Fantasia, já que diferente de outros planetas, que só não têm sinal interestelar para celulares sem essa função, aqui os sinais são bloqueados a menos que para Superfones localizados em lojas, tavernas e casas de NPCs, embora seja necessário pagar para poder usar esse serviço, e pra suprir a ansiedade, ela convida Naej e Jane pra uma jornada separada da outra metade do grupo, visitando uma masmorra que é dito que, a cada 24 horas, monstros e itens são repostos, e durante essa viagem, eles estiveram abatendo algumas feras como Picattus azuis (que eram meramente mais fortes e com eletricidade azul) e vermelhos (que são mais rápidos e têm eletricidade vermelha tão fina que chega a ser difícil ver muito perto do corpo deles), lagartos-galos gigantes que cuspiam um veneno alucinógeno, o que foi engraçado pra Tifanny e seu grupo que se viram num lugar muito mais colorido que o calabouço realmente era, e um mirmecoleão (um dos mirmecofelinos com aparência de leão e o corpo levemente vermelho) que estava protegendo um baú, porém, Tifanny impede seu marido e sua filha de chegarem perto do baú, já que ela sentia algo estranho.
Tifanny: Cuidado! Aquilo tá vivo.
Naej: Quer dizer que aquilo é uma mímica?
Jane: Coisa estranha, ele parece tão normal.
Tifanny: Oh, fofa, as mímicas têm traços bem óbvios no corpo, como os dentes que impedem de fechar completamente, barulhos rangentes espontâneos, até o fedor, parecendo bafo de cachorro.
Jane: Talvez tipo aqueles lobos estereanos?
Tifanny: ...
Naej: Você não lembra dos cheiros de cachorro terrestre?
Jane: Não...
[Para quem não lembra dos monstros desenhados no outro episódio em que esse planeta foi introduzido, tenho pelo menos esse painel com alguns tipos de Mímicas em estado ativo e inativo]
Jane: Ah, quer saber? Foda-se. Seu baú desgraçado! Você é um baú normal?
O baú: Sim.
 Jane recua de medo e fica atrás do Naej.
Naej: Isso é referência a One Piece? Jane, você é mais alta que eu.
Jane: Desculpa...
 Tifanny e Naej resolvem lutar contra o baú, que quando ia abrir a boca e usar suas línguas tentaculares para puxar os dois, Tifanny solta um vento gelado que força o olho a se fechar e as línguas se alongarem de forma torta, e o Naej, pegando uma das línguas, segura a mímica e a gira com força, várias vezes, no meio daquela sala de tijolos secos de pedra e de chão de terra cimentada, e joga pra longe, Jane desvia se agachando, e a mímica se quebra, uma massa branca que estava no baú tentava sair dali, sem sorte, mas é golpeada por um disco dos Cristigallo.
 Havia dois que também estavam aventurando naquela masmorra. Eram dois fregueses daquele planeta, como o Emiliano Lombardini (um mais jovem, com corpo esbelto de coxas bem definidas, maquiagem roxa como o seu bodysuit roxo que escondia alguns pequenos bolsos por onde guardava as cartas do jogo e também uma bolsa mágica) e Nicolò Cristigallo (com a túnica verde e touca meio azul de cozinheiro características dos Cristigallo, carregando uma frigideira e uma cafeteira Moka de mythril, o que ele combinou com algumas relíquias mágicas que o Nicolò só usa pra cozinhar comida e ferver café), e a Tifanny, vendo eles, ficava surpresa deles não estarem de fato com algum tipo de figurino.
Tifanny: Oxe, mas as roupas de vocês não tem a ver com o tema desse planeta.
Emiliano: Opa, calma lá, moça, a gente tá se conhecen-.
Nicolò: Relaxa, as roupas lá do lobby são opcionais e pra aumentar a imersão, já testamos de tudo aqui.
Tifanny: Então... dá pra 'platinar' esse planeta?
Naej: A gente tem um amigo que parece com você, moço que parece uma mulher.
Emiliano: Entendo, fufufu, a gente tá na centésima visita ao planeta aqui, e ficamos curiosos sobre quem matou o Vvulf e acabou com um tal Argeno que tava causando problemas.
Naej: É, uma amiga nossa matou o Vvulf, mas o filho dele a gente não achou até agora.
Nicolò: Eu conheci ele numa das viagens, mas nunca vi algo como falaram antes. Poderes elétricos.
Tifanny: Isso vem de Quelone, e sim, o Argeno que vocês falaram tem a ver.
 Depois daquela conversa e de sacarem os itens da mímica morta, o grupo prossegue a sua viagem.

Continua>>>

09/08/24

Projeto Dream, episódio 325

> 18/01/2272; ???; Universo 255-P
 Durante a viagem de avião, Dominique e Hathomas acharam que iam ficar tranquilos na viagem até que um mamídeo de leão, um lobisomem recém-transformado e um mandisisto subiam de seus lugares e, depois de implantarem algo nos porta-malas, o lobisomem agarra a aeromoça e o mamídeo faz um anúncio do que está prestes a ocorrer.
"Atenção! Aqui a gente tem três bombas nesse avião e, se vocês não obedecerem às nossas ordens, a gente irá pôr tudo pra baixo em instantes, e nem adianta nos atirar, temos campos de força pra nos proteger mesmo dessa explosão, e balas serão inúteis aqui!"
Dominique: Você ouviu isso?
Hathomas: Ouvi claramente, os caras tão com tipo o plot armor do Star Wars.
Dominique: Cara, você ainda assiste Star Wars?
Hathomas: Tenho a honra de fingir que tudo depois de O Império Contra-Ataca não é canônico.
Dominique: Se abaixe!
 Os dois, abaixados, são intimados pelo mandisisto, o Hathomas tem um péssimo posicionamento por estar sentado perto da janela, e mesmo Dominique tendo uma oportunidade melhor, se ela não conseguir incapacitar o mandisisto ou virar a situação dele contra seu grupo de alguma forma, o perigo aumenta, a pele de um mandisisto aguenta tiros a queima-roupa e também as suas rolagens quilométricas, Dominique olha um pouco pro lado, enquanto o mandisisto comenta o quão feia ela era pra seus olhos.
Mandisisto: Esse cabelo curto, músculos, que porra você é? Um homem? E que roupa colada esquisita é essa?
Hathomas: Domi...
 Dominique se irrita, e já com o plano em mente, se catapulta com impulso dos braços e músculos dorçais, e agarra o mandisisto, com ele soltando o tal controle remoto (redondo, com um botão vermelho de ativar, um azul de desligar e um teclado numérico), alerta Hathomas.
Dominique: Hath, agora!
 Hathomas pula por cima de Dominique e do terrorista mandisisto, e com a força das suas garras quebra o controle, o mandisisto de leão ruge e dói os ouvidos de todos ali, e Dominique, não conseguindo segurar o mandisisto por muito tempo, injeta Chi da madeira no corpo dele, pequenos galhos se formavam do pescoço, pulsos e juntas braçais dele, sugando vitalidade dele, ele tenta finalizar a Dominique no chão, socando a cara dela, mas perdia força, e a pele dele estava se transformando em madeira, e seus olhos já amarelos em âmbar, o lobisomem, desesperado, perdia forças, enquanto a aeromoça saca de seu anel uma pequena lâmina e espeta a coxa direita do homem-lobo, e se soltando, saca do mesmo anel uma corda que, ao acerta o lobisomem, o eletrocuta e o faz cair.
Aeromoça: Monstro mau, senta!
Dominique: Não sabia que aeromoças eram treinadas assim no Kansas.
 Hathomas estava trocando socos, embora com desvantagens, contra aquele mamídeo de leão, ele apanhou muito, com vários socos nos olhos e alguns nas costelas, ele mal conseguia ficar de postura firme, e quando ele tava pressionado contra a porta da cabine do avião, sufocado com as mãos do mamídeo de leão em seu pescoço, ele tenta por desespero acertar o saco do mamídeo, e ao achar a região com seus chutes, ele acerta mais uma, e duas, e três, e dá um soco de esquerda na cara do mamídeo, e corria pra longe, e junto da aeromoça eles desmontam as bombas, que já por não terem contato com o sinal, e o Hathomas ter tido uma certa experiência com desarmamentos de bombas anteriormente, conseguia desmontar a bomba pra que o receptor perdesse conexão com o tanque explosivo.

> Londres, Inglaterra.
 Julius Dermurer, enquanto isso, teve sua coluna operada, e durante sua fisioterapia, além de treinar pra reacostumar a andar, também treinou seus poderes como as bolhas e garras de veneno que ele formava antes, mas parece ter perdido um pouco da força, e ao ouvir anúncios sobre uma notícia em Lille, uma capital dos Redlars, fica curioso e resolve assistir, descobrindo que alguns Redlar acabaram feridos e precisando de ajuda, e chamando sua filha pra ver a tal notícia, a pede pra que o levasse pra Lille e eles pudessem conferir a situação deles.
Isabella: Mas... Por que tá começando a simpatizar com Redlars só agora?
Julius: Eu simpatizava bem pouco na verdade, só tava acostumado a odiá-los por causa daquela rixa de anos atrás, mas soube que a minha nora tá em perigo e queria ao menos ajudá-los mais pessoalmente.

> 20/01/2272; Las Vegas, Novo México.
 Alex, Joana e Carla estiveram juntas em um restaurante draconiano tradicional (isso é, um tipo de restaurante gourmet que serve tanto carne de lagarto ou, dependendo da região ou planeta, de dragões comestíveis, quanto pratos de outras carnes, vegetais e doces com uma arte estilo Nouveau, muito similar a padrões de territórios draconianos, modelados de forma artesanal pelas criaturas mágicas psiquicamente, usando suas magias telecinéticas, hidrocinéticas e geocinéticas para remodelas os ambientes marinhos em seus territórios), com iluminação em cores quentes, paredes Nouveau bem detalhadas e estruturas barrocas serpentinas, elas comeram muito Rabo de Hipervaranus Tostado ao Vinho, um dos mais baratos e comuns, e a Carla tinha escolhido um Fafnus Assado (sendo Fafnus um tipo de fera réptil de parentesco com dragões ainda sob estudo, embora seu parentesco esteja mais próximo de crocodilos e lagartos comuns, quase um elo perdido entre esses três seres ou um descendente disso, grande, ainda terrestre e escavador, capaz de soltar pequenas chamas das narinas, e cuja chama natural é usada para assar a carne do próprio lagarto quando ele é abatido e perde as suas resistências antipiréticas), Joana ficava preocupada com os custos daquilo.
Joana: É... Acho que a gente vai precisa lavar os pratos no mínimo pra preencher o resto do que for pagar.
Alex: Ah, eu calculei, dá um total de quatrocentos e dez dólares, nós três temos dinheiro guardado pra isso.
Carla: Eu ia pedir um refrigerante *nom nom* mas acho que esse tal champanhe combina mais.
Joana: ... Concordo.
 No outro canto da cidade, Dragondorf, Emmanuel e Dragom estavam vendo um ser humanoide extremamente pequeno e cujo corpo seco e esquelético indicam um nível de carbonização elevado, o Dragom disse ter presenciado aquilo caindo na rua próxima de sua casa e, depois de ter empacotado o que podia, levou aquilo com carona do Michael Boltagon em seu SUV "Victoria", já que temia que aquilo fosse frágil e se despedaçasse quando ele fosse rolando, e depois daquilo, o Michael aceitou deixar o Dragom sabendo que ele poderá ir à casa "ao rolo" (a pé, só que rolando) e o corpo bizarro poderia ficar na cidade devido à equipe.
 Dragondorf já viu um desses "Gnomos Estelares", que são seres humanoides e pequenos como aquilo, mas quando são inteiros, vestem algo como roupas douradas, o que dá a entender pelo que sobrou de ouro no corpo recuperado, e segundo relatos, não só de Dragondorf, mas de Tankanar que, de passagem, ajudou em parte da pesquisa embora com mais experiência empírica que conhecimento catalogado, dizendo que seria impossível um desses Gnomos Estelares acabar caindo e se matando daquele jeito, e que o voo daquele ser pode ter sido adulterado, e segundo testemunho de Dragom e Marisa, o céu ficou, não só claro como se fosse meio dia, mas com um tom mais amarelado, dourado, o que chama a atenção de Emmanuel, que apesar de não ter levado a sua alquimia a uma carreira de combatente como seu irmão mais velho, estudou o suficiente pra entender parte desse poder elementar.

> 21/01/2272.
 Carla e Alex já estavam de volta a Las Vegas depois de visitar a Web Cave em Deming, assustadas em saber que alguém que pelo menos a Carla e o John conheciam tivesse morrido de forma tão brutal e que tivesse motivos pra Carla ter perdido aquela memória. Mas mesmo assim, Tankanar dá boas vindas às duas e avisa sobre ter dado uma ajustada no apartamento de Alex e Joana.
Tankanar: Pensava que iam demorar mais, eu e a Joana achamos no apartamento alguns livros que pareciam tar surrados.
Alex: O livro de receitas da minha mãe!
Tankanar: Ah, essa tal Cassandra Valiant é a sua mãe?
Alex: Sim, eu não sou tão boa, ainda... mas a Joana é ótima e quando a gente se mudou pra cá ela usava essas receitas como referência.
Tankanar: Ah, e esse livro de Blanca Meyer, o E Isso Aconteceu, eu li aqui e é uma porcaria.
Alex: É o livro que o cara que o livro fala que é o protagonista morreu e se comunica com sua ex-namorada e eles contam muito sobre um 'universo constante', não é? Eu nunca entendi essa ideia, mas eu sempre quis que isso estivesse errado, um espaço sem tempo não parece funcionar.
Joana: O Tankanar me mostrou uma versão alternativa desse apartamento e... o tal Johnny Diamond é tão bonzinho!
Alex: Ufa, então existe mesmo uma quarta dimensão?
Tankanar: Quinta dimensão, quinta, a quinta dimensão é o multiverso, a quarta dimensão é o tempo.
 Fora a conversa sobre os livros velhos no apartamento da Alex, o Emmanuel consegue um Retrovisor Temporal Portátil (PTR: um aparelho pequeno com uma tela e o que parece ser uma lanterna, de cor à escolha, no caso do que o Emmanuel comprou sendo um cinza, e que custou 2.600 dólares) pelo eBay e usa pra completar a pesquisa do tal "Duende Caído" e, ligando a lanterna em direção do quase fóssil e vendo que, na visão do meteoro, ele estava inicialmente só passando de raspão perto da Terra, mas foi atingido por uma nave e suas armas elétricas e acabou caindo em Albuquerque. No entanto, algo estranho estava acontecendo.

> Albuquerque, Novo México.
 Um humano-asgardiano com uma armadura branca, plástica e altamente resistente procurava por algo nas ruas de Albuquerque, passando, ignorando e até empurrando quem entrasse em seu caminho, e com seu cassetete amassando a frente de um carro que cruzava seu caminho, a polícia era acionada e, mesmo a sua cabeça estando desprotegida, nem os tiros que chegavam a essa região o feriam, seja porque pegavam de raspão e, numa aura vermelha pouco conhecida, ele se regenerava, ou porque os tiros acertavam a sua armadura ou não o acertavam, o que eram a maioria.
 Dragom ainda tinha a memória do tal Gnomo Estelar na cabeça, até tira um tempo do seu expediente para avisar Marisa que ele pode estar em perigo, assim como ele avisa alguns dos empregados, e pede pela monitoria das câmeras para o entendimento, e sabendo do tal asgardiano chegando até lá, se preparava, era tudo questão de dúvida pois o Dragom estava sentindo algo estranho chegando até ele, seja pelo seu sonho em que ele estava voando no espaço, ou pensamentos invasivos que mostravam um homem de cabelo ruivo e armadura branca, mas era uma das poucas coisas sobrenaturais que ele viu que não tivesse a ver com a vida terrestre.
Dragom: Então... Você sabe de um anão que caiu do céu?
O asgardiano: Você é um dos daqui que sabem, essas coisas podem obter uma ligação mental com quem entra em contato, talvez saiba o que eu fiz com ele.
Dragom: Então ele realmente não morreu sozinho...
O asgardiano: Não mesmo, encontrar um vivo vale bilhões na galáxia, mas como eles não param quietos, o máximo que eu poderia vender são seus ossos e a pele de ouro.
Dragom: Pois saiba que não tá comigo, mas só vou deixar ir atrás de quem tiver se tentar acabar comigo.
 Uma luta começa, o asgardiano desfere vários golpes, alguns inclusive que dão choque no Dragom, mas mesmo potentes para paralisar uma pessoa, davam cócegas agoniantes em Dragom, e então isso vira um cabo de guerra de Dragom tentando puxar aquele cassetete elétrico pra fora e o asgardiano tentando recuperar, e o asgardiano começava a reclamar do bafo do Dragom até que o mesmo revela o seu maior truque, sacando um isqueiro.
Dragom: Não me subestime, pois o defeito pra um é vantagem pra outro!
 Dragom arrota de forma que o bafo alcoólico de Whisky e Rum que o Dragom misturou acertassem a cara de seu inimigo, e o asgardiano, irritado, gira e solta o Dragom de sua arma, e quando ele tentava acertar ele, ele errava, e Dragom, girando, desviava cada vez mais rápido, contra-ataca com mais uma baforada de chama alcoólica nele, embora como uma distração já que teve um ângulo péssimo, e depois, começa a tomar distância, voltando a rolar. Theon e Marisa chegavam e, seja o Theon com seu nunchaku que parecia insuficiente contra o cassetete do soldado asgardiano, ou o estilo saltitante de Marisa, alternando entre se acelerar rolando e chutar na sua forma normal, os dois quebravam o colete do soldado asgardiano, e quando eles menos esperam, um raio amarelo surgia e parecia ter arrebatado o soldado ao som de um grunhido de crocodilo, Marisa foi a primeira a ver como estava Dragom.
Marisa: Oh, amor, ele te machucou?
Dragom: Sim, mas sabe, eu tô bem...
Marisa: Ahohoho, você é tão fofo escondendo seus machucados.
 Os dois se abraçam, e Emmanuel surgia pros três e o grupo conversa sobre alguns piratas espaciais, inclusive Emmanuel manda mensagens para Tankanar conferir a tal equipe galáctica do Muramasa e eles conferirem mais informações que tivessem tal relação, incluindo recorrer à Fridgy, que tinha contato com eles por causa do Naej. Dapai, Bois e Milk, que estavam na dimensão de Amon para saber do novo Muramasa, ficam em partes sem entender ao ouvirem de Ecídera que o grupo desse Muramasa está atualmente muito ocupado, no entanto Fortrex e Inka Liva se voluntariam pra guiar eles na situação atual do grupo.
[Eu não lembro se nas versões antigas o Dragom era um mago ou um monstro-mutante, mas eu já tinha planejado ele ter esse "poder" de cuspir fogo e demorei muito pra elaborar nessa versão atual]

> 22/01/2272; Campus de Lichosthenes, planeta Fantasia.
 O grupo de Tifanny e Naej cruzam algumas vilas, conseguem montarias de Avestruzes Negros (meros avestruzes de patas, bico e penas negras, ainda montáveis) e, depois de chegarem às vilas vizinhas, eles até conseguiam um pouco de orientação e coordenadas para a viagem, e sobrevivem a uma briga de bar causada pelo Norville que tentou conversar com alguns homens por interação e acabou sendo mal correspondido, e até agora não acharam nada sobre o tal "Boltreuges".
 Paralelamente, Argeno Boltreuges, combinando seus aparelhos comunicativos, espiões que vieram com ele na viagem e uma esfera de cristal que ele roubou de um mago do planeta Fantasia, descobre cada passo daqueles seis contra ele, e pensando num plano rápido, manda um dos espiões guiarem os seis até um de seus territórios. O espião era Klat Varada Niktis, um sauro hunkaliano de coluna cibernética escondida em um traje de cavaleiro comum, e convence os seis que sabe sobre Boltreuges e, segundo suas palavras, também esteve atrás dele, e guiando eles por quilômetros, Klat e os seis estão em um tipo de pântano de árvores pretas com folhas cinzentas, ratos do tamanho de gatos, Ganchoçus (um tipo de vermes anelídeos, de corpo preto e cabeça branca, associados a anzóis e usados como isca comum em litorais desse planeta) e feras répteis como os Lagartos-Galos e as Salamandras de Plínio (uma espécie de salamandras vermelhas com bicos laranja pontudos e o que parece ser uma juba negra pela qual elas absorvem fogo), foi irritante, e no caminho eles alcançam algo como um casarão maquinário, que embora o grupo não soubesse, era a nave de Argeno restruturada para se disfarçar de uma casa.
 No entanto, o cavaleiro diz que não poderá ajudar, e com botas-foguetes escondidas nas botas da armadura, sai voando pra longe, e o grupo, indignado, ainda abre a porta e se depara com um grupo de robôs que, em resposta à porta ter sido aberta, avança contra os seis e os ataca. Eram especificamente três robôs vagamente humanoides, ainda monstruosos, sem magia ou poderes, um agarra Naej e Jane, e mesmo a Jane usando magias de fogo do rubi, e de água da safira, da sua Manopla de Paracelso, não era suficiente, e os dois são arremessados pra pontos separados.
 O segundo robô avança contra Oprah, Tifanny e Norville, que Tifanny emite uma luz para despistar o robô e depois cria uma katana de gelo pra lutar ao lado da Oprah, enquanto o Norville prepara uma flecha de Ptálio com seu arco, e mesmo atirando de mal jeito, não acerta as colegas porque Tifanny, prevendo o que ia acontecer, usa a Quebra do Tempo pra sair do caminho junto com Oprah. O robô estava muito incapacitado mas o seu maior dano é que estava agora cego.
 Michael estava enfrentando o teceiro robô sozinho, com trocas entre os socos e agarrões do robô, e os bloqueios elefantinos e os golpes de Bjolnir do Michael, a luta era cansativa, estressante, e Michael usa o potencial máximo de seu martelo, combinando com a carta Castigo da Lua (uma carta que, em um duelo, pode dar 10 de dano em um alvo selecionado ou destruir equipamentos imediatamente, e naquele caso, aumentava ataques considerados celestiais a níveis catastróficos), o robô virava pó junto do martelo. Boltreuges havia agarrado a Jane e anuncia pra eles.
Argeno: Não adianta lutarem contra eles, seus macacos idiotas!
Oprah (irritada): Do que ele nos chamou?
Argeno: Vocês tão atrapalhando muito os meus planos de colecionar e vender relíquias de Fantasia, e isso tá começando a me irritar, e como punição levarei junto com o que consegui um de vocês, uma prisioneira.
Naej: Minha bebê...
 Naej ia receber um soco muito forte do robô que havia o jogado pra lama do pântano, uma direção oposta ao interior da nave em que Jane foi lançada, enquanto o outro robô estava perdido enfrentando duplicações de gelo que Tifanny improvisou pra deter, e quando o primeiro robô alcançava Naej, o mesmo transforma o seu braço direito em fogo, ainda com dificuldades de se levantar, e o segundo robô acha Tifanny e ia acertá-la, Michael se joga com seu escudo, que perde as presas, mas resistia, e Oprah parte o robô ao meio com a Espada do Rio Sena e Naej arranca o braço do outro e o finaliza com um raio flamejante que o derrete.
Oprah: Ninguém nos ofende pela nossa origem.
Naej: E nem vai violar a minha família porque não vamos deixar continuar o seu plano maligno.
 Argeno ficava nervoso, mas disfarçava na sua cara séria, e adiantando tudo, emitia um choque elétrico muito forte em Jane, que pelo efeito dos poderes de bolonouro ela não conseguia usar magia mesmo que de seus artefatos, Tifanny usa a Quebra do Tempo para alcançar ela, mas seu poder parecia cessar antes da hora e parecia que Tifanny teleportou pra no máximo 1 metro de distância deles, Argeno cria uma lâmina elétrica que corta a barriga de Tifanny e a imobiliza mortalmente, e Jane, desesperada, usava os poderes aquáticos ainda intactos em seu corpo, e mudando a pressão sanguínea de Boltreuges, o forçava a soltar ela, e então ela concentrava água no ambiente o suficiente pra molhá-lo, o que ele não entendia, mas Jane socorre Tifanny e, combinando o poder de sua manopla com seu poder aquático, a salvava, embora ainda doesse muito, e ela precisasse levar sua mãe com a força das mãos, e Naej e Oprah já estavam perto de Argeno, com rancor do que ouviram dele, Oprah faz uma manobra giratória em que, como se tudo fosse o mesmo golpe, cortava os dois braços de Argeno, e Naej acerta um chute de esquerda nas costelas dele, o forçando a cair.
Argeno: AAAH!! Como vocês conseguem levar isso tão pro pessoal?
Oprah: Bem, quem sabe porque sua civilização é muito pacífica e nunca teve que brigar entre seus grupos por diferenças de pele.
Naej: Ou que você viveu muito longe de membros da mesma raça...
Oprah: Espécie.
Naej: Foda-se, nem o público acha que tem diferença, você tá há tanto tempo longe de seus mais iguais que nem pensa mais no que os outros dão valor, como parentes.
Argeno: Aha, vamos, me matem.
Oprah: Seria ótimo, mas seria rápido demais.
Naej: E pra mim você perdeu de um jeito bem brocha, o episódio tá quase acabando, e pensando bem é melhor largamos você pra sobreviver e voltar mais forte, ei Oprah, bora saquear tudo aqui e ir embora.
Oprah: Se acharmos aquele cavaleiro aí sim a gente mata.
Naej: Concordo.
 Depois de saquearem a base-nave de Argeno e o largarem sozinho, sentado no seu trono sem seus braços, o grupo vai embora e aproveitam o tempo pra explorarem mais aquele planeta antes de irem embora com as lembranças.

Continua>>>

04/08/24

As Aventuras de Tifanny e Naej, Vol X

[Geralmente os spin-offs "T&N" focam só na Tifanny e no Naej, mas dessa vez, antes do principal começar, terá alguns arcos concluindo algumas histórias até agora um tanto pendentes]

> 18/01/2272; Lille, França; Universo 255-P
 Luna Nouvelle usou de magias de portais pra ir para o máximo de lugares que pudesse rastrear os que ela julgava responsável por "tirarem" a sua prima, Ártemis, pôde ferir e até eliminar alguns dependendo de como ela os julgava. Ela conectou um pouco da sua mente a seu celular pra rastrear o IP de alguns, mesmo aqueles que se escondiam em VPN ou deletaram seus comentários e publicações, junto de uma magia de ficar invisível para câmeras e espelhos, para que ninguém pudesse registrar provas de seu feito, e uma lâmina de energia mágica, que tinha um fio verde com brilho amarelo, um sulco que se alinha à sua mão aberta, que podia ser a direita ou esquerda, bastando ajustar a mão com essa intenção e posição, e bem pontuda, podendo, além de cortar, furar.
 Depois de ter cruzado lugares que ela tenha cruzado nos Novos Estados Unidos, Canadá e França, ela se cansa e decide voltar, mas se depara com Gisele irritada com ela.
Gisele: Você não acha que tá indo longe de mais, Coruja Azul?
L. Nouvelle: O que você quer dizer? Eu já disse que só resolvi sair.
Gisele: Eu sabia o que você ia fazer. A Ártemis tá morta, se você quisesse salvar ela, deveria ter ficado com ela quando precisava.
L. Nouvelle: Hã? Mas... Mas...
Gisele: Como a Senhora Recóte disse em público, estavam resolvendo isso e punindo os reais responsáves.
L. Nouvelle: Você soube que eu fiz o que eu fiz, e não interferiu? Não somos realmente diferentes.
Gisele: Eu não te persegui ou algo assim, eu consigo ver na sua alma, mulher.
 Luna Nouvelle se estressa, e então elas se confrontam, alternando entre a Fonte Safira e a Zona Desolada, que em vez de descartada, evoluiu por causa do ódio de Nouvelle, em forma de uma dimensão inteira onde não há som, e que se reflete de onde a Nouvelle invocou a dimensão, e mesmo Gisele se perdendo por perder um sentido tão precioso e junto o equilíbrio, seu poder dimensional é bem melhor, e além dos raios azuis se romperem junto das lâminas que formavam das mãos de Nouvelle e os portais de Gisele eram melhor direcionados, e a capa de Gisele, que tinha uma condensação dimensional a partir da Fonte Safira, que sugava flechas de energia de Nouvelle pra longe, e então, Gisele vence.
 Fugaret, depois de ter um estômago novo e sem nenhum dano, resolve convidar Thais Agan para tomarem algumas bebidas em um bar próximo, o que deixa Thais Agan mais sem jeito que ele esperava (ele já não tinha muita expectativa, só pensou em tomar a iniciativa).
Fugaret: Quer tomar vinho e champanhe comigo? Tô sozinho ultimamente e você é uma das poucas pes-
Thais: Espera, que? É... Espera um pouco. Olha, é hoje mesmo?
Fugaret: Calma, sem pressão, aliás, tenho uma casa própria e ela é bem grande, se quiser...
 Thais desmaia e o Fugaret a socorre bem rápido, e adiantando o despertar dela, massageia bem a cabeça dela e usa uma técnica que melhora a circulação sanguínea dela, e depois eles se entendem melhor com a ideia do encontro.

> 19/01/2272; Deming, Novo México.
Carla: Ei, John, será que é muito perigoso distribuir esses tais Michors pros nossos colegas mutantes? Ou isso vai ser tranquilo pra alguns colegas nossos?
John: Eu na verdade só deixei algumas cápsulas reservadas, isso pra se a gente perder nossos poderes ou até morrermos, isso pode resetar nossa genética.
Alex: Poxa, mas se isso cair nas mãos de um humano ia ser ruim, né?
John: Não terá efeitos poderios em humanos, é um soro só pra mutantes.
Giulia: Ei, John, você lembra onde foi parar o Nathan Kirby?
John: Acho que só eu lembro, as pessoas tavam tão em choque com o que aconteceu que até você que tava concordando menos com a ideia de usar aceitou que eu usasse a Pistola Amnéstica em cada um que tava em Deming naquele dia.
Alex: E-espera, você atirou em todo mundo!??
Carla: Alexandra, isso não é uma arma de fogo, é uma arma que apaga memória.
Alex: Espera, então é tipo Homens de Preto?
John: Tá mais pra algo como Rick and Morty ou Fundação SCP, não é pra cortar testemunhos, é pra cortar traumas.
Alex: Que traumas... exatamente?
John: Relaxa, você não vai ser fuzilada, nem virar uma escrava da caverna e nem ter seu cérebro transformado em abacate com açúcar. Bem, começando...
Alex: QUE RESPOSTA É ESSA!?
Carla: AHAHAHAHAHA!! Eu vô embora- AHAHAHAHA!! Parabéns, zé!
John: Bem, falando sério, o Nathan foi capturado por uma máfia de lagartos filhos da puta, segundo relatos é porque achavam que ele sabia de um tal Planeta Uoxium, e quando eu, o Luca e o Maizon encontramos o cara, é...
Luca: O cara tava sem braços, sem pernas, e uma das últimas frases dele é que tinha uma dor aguda... abaixo das costas.
Maizon: Cara, me poupa dos detalhes sórdidos.
Luca: Cara, eu só falei da frase.
 O grupo se desesperava, a Giulia até recomendava usarem aquela tal pistola amnéstica de novo, mas John recusa.
Giulia: John, a pistola.
John: Nada disso, a morte do cara já foi apagada da mídia e enterramos ele em segredo pra não desonrarem aquele cara de novo, não precisamos esquecer tudo isso de novo!

> 21/01/2272; Campus de Licosthenes, planeta Fantasia.
 Tifanny, Naej, Jane e seus três amigos principais resolveram ir ao planeta Fantasia. Mesmo 8Mike gostando de aventura, ele tava com medo de ficar lá por muito tempo e não conseguir estudar e brincar com seus colegas, e dessa vez, Tifanny e Jane levaram o 8Mike pra morar com a família do Misael, embora o mesmo Misael seja visitado pelos colegas deles e suas famílias, como a Carmen, o Viktor e o Paulo, no caso de hoje tendo visita dos Berry com a Carmen e os três (8Mike, Misael e Carmen) resolvem assistir a uns filmes e brincarem com umas pelúcias no tempo livre.
 Indo à ação, cada um do grupo tinha direito a um baralho de 10 cartas, a maioria sendo cartas repetidas e de recursos bem básicos, sendo as cartas mais repetidas as de pequenos monstros como Cabra Vermelha, Água Estelar e Pele Égide, que eles até tiram o tempo de ler essas e outras cartas, mas pra cortar tempo guardam e, entre os equipamentos que eram distribuídos, Oprah aceita a Espada do Rio Sena dos equipamentos de bárbaro, e junto ela guarda sua roupa normal e veste o tal Bikini de Aço, que não era tão duro mesmo sendo feito de malha de aço reforçado por uma tecnologia que eles não sabiam, a Oprah ficava constrangida em voltar a se expor assim fora de um ensaio, mas Michael tenta motivar ela.
Michael: Ei Oprah, se preocupa não, se essa é uma roupa da subclasse ágil feminina, deve ter pelo menos mais algumas que escolheram pela estética.
Oprah: É... Melhor ignorar isso, não é, meninos?
Jane: Pra mim você tá lindíssima nessa roupa, Avelã!
Norville: Tô pensando em que uniforme fica melhor pra mim.
[Falando nisso, não vou conseguir desenhar o grupo com seus trajes customizados a tempo por causa do trabalho e a escrita do blog terem comido parte do tempo que eu teria pra desenhar, junto de no dia que tô editando isso eu tar usando um notebook e não ter um lugar bom pra desenhar e mexer no PC ao mesmo tempo]
[Qualquer coisa eu faço depois e coloco em alguma daquelas cartas de autor... algum dia]
 O grupo organiza mais ideias, a Tifanny usa um manto branco com desenhos vermelhos simples, porém que indicam alguma coisa aérea ou então sagrada, da classe comum de sacerdote, enquanto Norville acha algumas roupas verdes comuns, como um traje leve, similar a roupas de um bufão, que ele veste e junta com um item extra que ele também conseguia carregar, que era a Bolsa dos Aventurados, que parecia uma mochila-pilha comum, porém bem grande e que, embora não dê pra notar agora por estar vazia, mesmo cheia essa mochila será bem leve. Michael acha uma armadura branca com uma capa branca de tecnologia elementar fiteriana, que Michael nunca viu antes mas Naej sabia.
Michael: Olha, que brilho! Naej, você já viu isso antes?
Tifanny: A pergunta é, o que ele não viu?
Naej: O histórico da Jane, eu quero respeitar a privacidade dela.
Jane: É... Pai...
Naej: Mas bem, isso lembra a Izabel, mas sei lá, é menos aerado, deve ter um pouco de... *snif snif* poliéster genérico.
Michael: *snif snif* Cheiro de roupa nova.
Norville: Eu não senti nada com essa roupa.
Tifanny: Vê se tem cinto de utilidades ou alguma outra coisa.
Norville: Achei essas tais chaves, e... não sei como a gente vai usar, mas beleza.
Oprah: Essas chaves são feitas de ossos?... Ew!
Norville: Não parece seco que nem osso de verdade, é liso, tipo, que nem plástico, então é só figurino, e... ah, as pontas são diferentes.
Jane: É... desculpa, pai, mas eu gostei dessa roupa.
Naej: Ah, você já é adulta- É...
 Naej analisa o que Jane acabou de se vestir, era especificamente um manto azul bem grande com desenhos do que pareciam ser um dragão de arte nórdica ou eslávica, e um capuz que cobra a cabeça dela inteira, e só seus pés de sapatilhas eram visíveis fora do uniforme dela, Naej achava engraçado, tentava disfarçar, mas sobrava um sorriso e um ar saindo de seu nariz, e de qualquer forma, o Naej ficava com dúvida, mas durante o tempo no chamado "lobby", eles comem um lanchinho que, pra surpresa deles, era um sanduíche composto por pães quadrados macios, um queijo amarelo derretido, grãos do que parecia ser um tipo de legume verde qualquer, e tentáculos de polvo fritos, e bem no fim daquela refeição, o Naej que não saiu pra comer achou um traje bem legal, vermelho com detalhes brancos em forma de fogo, e uma máscara de Lucha Libre, e um par de braceletes também de aço, com pequenos detalhes também de fogo.
Tifanny: Ah, aí tá você.
Naej: Precisei de ajuda de uma estilista pra ativar a Mecânica Camaleão que faz a roupa adaptar ao meu tamanho.
Norville: Tá mais pra Mecânica Formiga.
Michael: Só se for uma Tucandeira.
 Resumindo, essas foram as escolhas do grupo:
  • Oprah está com a Espada da Rio Sena, o Bikini de Aço e a Capa Furiosa (uma capa de couro de urso com a gola de patas e um rosto de urso).
  • Norville está com o Collant do Paspalhão, a Bolsa dos Aventurados, o Arco de Taser (que dispara flechas elétricas) e a Biwa Pitaia (uma Biwa - um tipo de violão ou alaúde japonês - com detalhes de escamas vermelhas).
  • Michael está com a Armadura dos Ventos (a armadura que eles falaram sobre), Escudo Elefantino (que além de grande, tem um tom cinza escamoso e talhas em formato de uma tromba e dois marfins) e um Bjolnir (um martelo similar aos Mjolnirs de Asgard, porém com a cabeça e o pomo da arma marrons e os trovões emitidos soando como rugidos de ursos).
  • Tifanny está com um Manto Sagrado Comum e um Cinto dos Mergulhos (um cinto de bronze que projeta bolhas azuis).
  • Jane está com a Burca Al-Thueban, um Colar da Vontade (um colar de cobre bem avermelhado e com uma gravura composta por um triângulo alquímico do fogo entre dois desenhos simplificados de dragões) e uma Manopla de Paracelso (uma manopla verde tão fina que parecia uma luva, e com um rubi, uma safira e uma esmeralda nas costas da mão).
  • Naej, enfim, está com as Vestes da Acrochama (inicialmente uma roupa pra monjas femininas, mas a Mecânica Camaleão também podia adaptar a roupa pra servir em homens) e os Punhos Brancos.
  • Já o lobby em que estavam tinha salas de paredes cinzentas, compostas por azulejos grandes de um tom bem suave, o chão e a metade de baixo das paredes são secos, porém lisos, em um tom mais escuro, com uma iluminação amarelada suave.
  • Enquanto o mundo que eles irão explorar é bem rico em biomas de diferentes cores e detalhes, em sua maiorias florestas verdes com uma variedade de frutas e flores ainda sob estudo, com cidades de arquitetura barroca tradicional, áreas rurais mais numerosas e as chamadas "Tavernas" são, além de bares, também dormitórios, hospitais e mercearias.
  • Algumas das feras podiam incluir feras como os Mirmecofelinos (um grupo de espécies meio formigas e meio gatos, leopardos, onças, leões ou tigres), Lagartos-Galos (lagartos azuis bem grandes, com crista de galo e que nunca dormem, podendo controlar as funções cerebrais pra apenas áreas específicas descansarem), Cães-Blink (que apesar de seus poderes de teleporte não os levarem pra tão longe, usados à curta distância, esses cães amarelos de manchas vermelhas foram espalhados pra diferentes planetas por culpa de Amon), Picattus (uma família de espécies de roedores elétricos de diferentes cores, sendo os mais conhecidoso s Picattus amarelos), alguns pássaros estranhos (como a Mentaloruja, a Palas Avis e a Sirene) e mais algumas criaturas.
 O grupo é teleportado para uma vila chamada Veloslávia, onde o grupo tira um tempinho passeando por ela, inicialmente tomando umas cervejas na Taverna e depois comprando algumas poções vermelhas e azuis, e também o Norville compra uma Nuvem Numa Garrafa, mas quando foram ver com os outros moradores da vila, alguns pareciam estar bem uniformizados, alguns estavam limpando as ruas, outros pareciam vender souvenirs específicos, como colares, anéis e cartões de visita, e barracas de cachorros-quentes (de ingredientes locais), raspadinhas (que são feitas combinando gelo raspado com frutas nativas) e de comidas de rua locais, como bolinhos de Mandrágora, e também um tipo de setor chamado Tutorial, um tipo de biblioteca bem pequena com alguns desses empregados que ensinam e orientam sobre como navegar no planeta Fantasia. Com isso, além dos civis mais patronizados em seus trajes são os empregados do lugar, e que têm em seus trajes um bracelete-computador capaz de reprogramar a área ao redor pra impedir falhas, acidentes e até malfeitores.
 No entanto, depois de Jane e Oprah descobrirem que há mais turistas por lá, inclusive conversando com uma estereana turista, vestida com um manto azul genérico que o grupo não ligou muito de ver antes, elas resolvem jogar um duelo de cartas.
Oprah: Ow, você também tem isso? A gente recebeu antes de se trocar pra campanha planetária.
Estereana: Eu também recebi!
Jane: Ei, Avelã, vamos testar isso logo jogando com alguém.
Oprah: Aí, mina, bora duelar logo aqui?
Estereana: Sim!
 Quando o jogo começa, Oprah e aquela moça ganham cada uma um bracelete azul por onde serão conduzidas as cartas, sendo a lâmina do bracelete um tipo de "campo" onde as cartas são invocadas, e bem, a Oprah começa o jogo com um Morto das Sombras (que possui 8 de ataque, 5 de defesa e uma habilidade passiva de Regeneração, em que se ele não for abatido por um único golpe, a cada turno posterior ele recupera 1 de defesa), enquanto a moça começa com uma Cabra Vermelha (que possui 3 de ataque e 5 de defesa), a garota ficava com um pouco de medo, e coloca a carta em modo de ataque para ao menos dar um dano no Morto das Sombras, que pelo dano fica com 2 de defesa sobrando, mas no próximo turno a Oprah saca um Cavaleiro Vermelho da Planície (que possui 5 de ataque e 2 de defesa, com a habilidade passiva de Herança, em que, se for morto, sua carta pode valer como um equipamento e ser equipada em um aliado), e a moça coloca a Cabra Vermelha em modo de defesa e invoca um Raio Básico (que dá 3 de dano numa carta inimiga e anula habilidades passivas) contra o Morto das Sombras, o finalizando, e em seguida a moça coloca um Hipocampo (que possui 5 de ataque e 8 de defesa), porém, Oprah equipa o Cavaleiro Vermelho da Planície com um Colete Azul Sujo (que aumenta 3 de defesa do monstro equipado) e uma Lança Enferrujada (que aumenta 2 de ataque), o evoluindo para um Cavaleiro Vermelho da Floresta (que possui 8 de ataque, 6 de defesa e a habilidade de Herança), embora Oprah não soubesse que equipar as cartas de cavaleiro com cartas de armamentos o evoluísse, e ela resolve usar a carta Bomba de Nobel (que dá 3 de dano em até 3 cartas inimigas), deixando a Cabra Vermelha com 2 de defesa restante e o Hipocampo com 5 de defesa, e a Oprah ataca o Hipocampo de sua adversária com o Cavaleiro Vermelho da Floresta.
Estereano: Que!? Como isso é possível? Ah, e você sabe que tá com bem menos cartas que eu, não?
Jane: É mesmo, Jane! Uma das regras diz que, se você perder as cartas da mão e do campo você perde a partida.
Oprah: Calma, o que importa é se eu fazer essas cartas durarem.
 A jovem estereana fica nervosa, mas então envia um Ciclope Filhote (que tem 3 de ataque e 10 de defesa, com uma habilidade passiva de Caçador, podendo ferir inimigos com habilidade de Voo, o que será inútil no momento) e um Tanuki de Ouro (que faz ela poder invocar mais um monstro em combate em troca de sacrificar uma carta, nesse caso sacrificando uma de Lança Enferrujada), invocando seu Cavaleiro Vermelho da Planície, e então ela lança mais um Raio Básico agora no Cavaleiro Vermelho da Floresta de Oprah, o deixando com 5 de defesa restando e, se ela perder no próximo turno, não poderá ativar o efeito de Herança pra uma carta futura.
Estereana: E então, pronta pra se render?
Oprah: Claro que não, agora cê que tem mais cartas que eu.
Estereana: O que importa é eu fazer as cartas durarem, né?
 Oprah equipa o Cavaleiro Vermelho da Floresta com uma outra Lança Enferrujada e usa o seu monstro para eliminar o Ciclope Filhote, e arma uma carta de artefato ou armadilha, sabendo o efeito que pode formar com aquilo, e a estereana saca a Cabra Vermelha, o Cavaleiro Vermelho da Planície e um Corvo do Cemitério (que possui 3 de ataque, 3 de defesa e uma habilidade passiva de Voo, só podendo ser atingido por cartas de contra-ataque, Caçadores e outras de Voo) contra o Cavaleiro Vermelho da Floresta de Oprah, mas...
Estereana: Tarde demais, menina! Eu ganhei!
Oprah: Não tão rápido!
 Oprah ativa a carta armadilha chamada Espelho de Atena (que reflete o dano contra os monstros infligidores, e cujo dano soma com os monstros inimigos, Oprah tinha planejado usar antes, mas arriscou adiar pra essa hora), vencendo aquelas três cartas, a adversária se sentia sem escapatória, enquanto Oprah arma um Brownie Padeiro (que tem 1 de ataque, 5 de defesa e uma habilidade chamada Pães do Brownie, que podem curar 1 ponto de um aliado "marcado" pela portadora a cada turno), e a garota, sabendo que só tinha uma carta de Colete Azul Sujo e uma de Raio Básico, não podendo usar isso direito, foi declarada vencida. Oprah subia de nível.
 Depois disso, o grupo sai da vila e, sabendo dessa ideia de "níveis", que eles olhavam ao se concentrarem mentalmente pra verem as estatísticas, têm algumas ideias e se dividiam em alguns duplas de forma que, além de subirem de nível juntos, também se entenderem melhor, sendo os seguintes grupos:
  • Naej e Norville estarão um tempo a mais em Veloslávia procurando adversários pra testarem diferentes tipos de cartas, e mesmo sendo atacados por turistas, conseguiam se defender e ainda usarem algumas das cartas pra se defenderem. A Cabra Vermelha fora dos duelos de carta fazia invocar uma cabra avermelhada que dava uma investida bem violenta contra tudo à sua frente, e isso pôde matar um desses ladrões, mas de qualquer forma, participando dessas lutas, um tipo de crédito subia, e podia ser usado no lugar de dólares comuns. Depois de derrotarem alguns adversários, eles conseguiam comprar cartas novas, como a Pele Égide (que adiciona habilidade de Regeneração ao monstro anexado), Água Estelar (que dá 2 de dano em até 3 monstros inimigos e anula suas habilidades passivas), A Lâmina Que Não Se Vê (que ao equipar em um monstro pode dá-lo a habilidade passiva de Furtividade, que faz o monstro só poder ser atingido por monstros com habilidade de Caçador, e o ataque é dobrado) e Chuva Ácida (que dá 2 danos nos monstros inimigos por 2 turnos seguidos).
  • Tifanny e Oprah conhecem a área rural e até mesmo conseguem por lá uma missão de coletar 3 Mandrágoras e assim conseguirem, além de 200 do crédito de Fantasia, também 6 bolinhos de Mandrágora de graça, e bem, elas juntas descobrem que essas Mandrágoras "roncam" sons bem estridentes e que dá pra sentir vibrando no chão, e Tifanny usa sua magia de gelo, aumentada pelo efeito sagrado do seu manto, pra acalmar algumas das plantas, e Oprah colhia a Mandrágora e, antes da Mandrágora acordar e gritar na cara dela, esmagava o que parecia a cabeça desses vegetais, assim os matando e impedindo de "ativar", mesmo ocorrendo uma fração de segundos, Oprah sentia aqueles gritos sangrarem em seus ouvidos, e antes delas voltarem pra casa rural, elas só conseguiam conversar telepaticamente, enquanto Oprah sentia dores estranhas e uma coceira em regiões da pele que ficavam verdes, era a Maldição da Mandrágora, e só puderam resolver por causa de uma das poções vermelhas.
  • Michael e Jane começam a matar alguns slimes em um campo bem seco e liso, com parte da grama dissolvida no ácido daquelas gosmas, e os dois iam matando algumas daquelas gosmas gigantes, compostas de um tipo de gelatina levemente ácida e digestiva, que por relatos, se puderem tirar a acidez dessa massa, dá pra sentir um leve sabor de fruta que varia com as cores das gosmas. Era engraçado pra Jane e divertido pro Michael aquela caçada, e aquela massa de gosmas, e vendem pra alguns dos tais trabalhadores pra eles examinarem o valor daquela gosma e, se for muito ácida, era vendida apenas por dinheiro, mas aquelas mais neutras e doces eram até mesmo processadas em pudins pros dois.
 Depois disso, o grupo se reune e vê o que juntaram: Naej e Norville conseguem algumas cartas novas e expandem seu inventário de cartas, e até mesmo trocam algumas cartas repetidas do grupo pra melhorarem seus baralhos; Tifanny e Oprah conseguiam, além dos bolinhos e, depois de mais uma missão, um Anel Intermediário da Mandrágora e um mapa do tesouro, e também receberam número de telefone das operárias "NPC's" da zona rural; E Micheal e Jane conseguem pudins de slime de diferentes sabores, alguns deles parecendo com uva, morango ou barsiblam, o que se completa com os bolinhos de Mandrágora, que aliás, tinham um sabor semelhante a pães de batata com alho.
Oprah: Então, eu achava que aquela missão rural seria mais fácil, mas... aquelas Mandrágoras quase me mataram, e capturar o que chamaram de Touro Netuniano, parecia mais fácil, mesmo ele sendo teimoso e dificultando de chegar perto dele com aquela espuma de seus cascos, era uma meleca.
Tifanny: É, e eu perdi três jogadas de cartas seguidas, ter só dez cartas não dá.
Naej: Por isso eu aproveitei pra comprar umas, a cada nível, o nosso limite de cartas expande de dois em dois, mas é bem como vocês viram, a gestão dessas cartas é o que importa.
Michael: Vocês tinham um amigo lá, loiro, mas bem bronzeado, geralmente de verde, vocês têm contato com ele ainda?
Naej: Eu lembro muito pouco da gente tendo tanta interação, ele é mais um colega de trabalho que um amigo de fato.
Tifanny: Seria uma boa chamar ele, mas ultimamente ele sai muito pra lugares tão diferentes, como o Brasil, e pelo que eu vi ele tá em Krippa com a família Chalér.
Oprah: Vocês já falaram desses Krippa e Chalér antes?
Jane: Acho que muito pouco, Chocolate e Avelã, mas a Charlotte lá é a melhor.
Norville: Ow, um negócio esquisito que eu e o Naej reparamos é que tinha um tipo de 'cracolândias' onde os caras assaltavam outros turistas pra conseguirem cartas, sendo que... essas cartas nem são tão grande coisa.
Tifanny: Inclusive... merci pelas cartas novas, esse Dragão da Torre holográfico é a minha favorita.
Norville: O que é merci?
Tifanny: E-eu te agradeci, fofo.
 O grupo se organiza pra dormir, eles planejam uma viagem bem intensa, ainda mais sabendo que aquilo era só uma introdução. Depois daquela viagem, eles fazem três missões antes de saírem de vez daquela região e buscarem desafios maiores, embora dessa vez eles resolveram fazer todos unidos:
  • Indo a uma floresta extremamente verde, mas desconfortavelmente suja, com árvores contaminadas por fungos de diferentes cores, com Carcolhes (feras similares a caracóis de carne roxa com barriga e pé beges, olhos brancos brilhantes e chifres atrás das antenas, e carapaças de cálcio firmes como pedras), mesmo tendo uma força mediana, eram irritantes, ejetavam uma neurotoxina que relaxava eles, adormecendo o Norville e deixando o Naej sem forças e precisando do seu poder de fogo, que Tifanny aproveita a carne de Carcolh assado para fazer Escargot com aquilo, mas entre os mais irritantes, haviam os Sustauros (monstros humanoides com uma fisiologia dominantemente suína, em sua maioria de corpo bípede deformado) naquela floresta, que sim eram fortes. Alguns usavam armas velhas e até oxidadas, o que podia ser perigoso se atingir muito fundo na pele, e Oprah e Michael resolviam enfrentar, sendo que os dois não agiam de forma muito diferente, Michael usava seu martelo para esmagar a cara dos Sustauros e corria usando o escudo à sua frente pra atropelá-los, o que deu muito errado e é derrubado por um Sustauro bem maior, que Oprah interrompe com um duelo de espadas, aquele monstro parecia excitado encarando a Oprah, aparentemente o desmotivando de lutar, mas Oprah aproveita a guarda aberta pra decapitar aquela criatura. No fim da rota, o grupo encontra as Ervas Amarelas de Io e as Ervas Verdes de Calisto, e entregam um equivalente a 10 kg de cada espécie dessas ervas pro ofertador da missão.
  • Na segunda missão, procurando altares brancos no meio de ruínas abandonadas, eles foram infestados por Kobolds (feras meio ratos e meio lagartos, que eram do tamanho de crianças, tinham olhos vermelhos que brilhavam no escuro e armaram várias armadilhas com ganchos, bombas e até uma gárgula lancha-chamas das ruínas, há muito tempo usada pra afastar demônios e ladrões), eles eram irritantes, Oprah se irritava e, num frenesi, mesmo conseguindo eliminar alguns e até agarrar um deles como arma contra aqueles seres, e também quebrando a gárgula de uma armadilha que caíram, ela estava muito ferida e com sangramentos, precisando de ajuda da Tifanny, enquanto ela curava Oprah com o poder de seu manto, um campo de força se formava, impedindo os Kobolds de os ferirem, enquanto Michael, Naej e Jane guiavam o grupo, e Norville, que acabou se separando do grupo deles, se perdeu sem querer, e quando ele ia socorrer o que parecia ser uma mulher indefesa, perdida nas ruínas em um lugar que não parecia ter nenhum ser vivo, e quando Norville tentou ajudar ela, ele foi mordido por ela, ficou com cortes sérios no antebraço esquerdo, e só escapou por ter usado uma carta de Lança Enferrujada, que fura a monstra e a prendia temporariamente na parede, e quando Norville fugia, a monstra se solta e começa o perseguir, usando seu grito estridente como orientação naquela escuridão, e a esfera em sua corrente como brilho pra olhar no escuro, e usando suas cartas da Bomba de Nobel, desmoronava as paredes e Kobolds, vivos ou mortos, voavam pra longe, e sem querer ele encontrava o grupo de Tifanny e Naej, que Oprah, recuperada e com sua espada reforçada por uma magia aquática de Jane, projeta um raio que perfura a testa da criatura, a lobotomizando e matando de uma só vez. Ela vomita um Colar Anão (um colar de corrente que tem na ponta uma estrela vermelha), que Norville pediu pra ficar com aquilo, o que Oprah, não o obedecendo, entrega pra Jane, Tifanny até questionava Norville sobre as armas dele, e Norville tenta explicar como não teve tempo de usar seu arco e precisou das suas cartas. Depois daquela loucura, só faltava um altar para ativar e coletar dele uma pedra de luz que representava o que um dia foi um templo com grandes catacumbas.
  • Na terceira missão, o grupo espera na vila de Veloslávia à noite para enfrentar monstros chamados de Olhosos (que se dividem entre a variação aérea que se parecem com olhos com asas e a variação terrestre em forma de olhos com tentáculos vermelhos carnosos), o que pro grupo foi fácil, Oprah usa seu par de Caneleiras de Hermes (um tipo de caneleira de ouro com uma safira cuja frente carrega um símbolo de um pé com asas) pra correr e capturar algumas daquelas criaturas, enquanto Michael e Naej, usando ataque elemental bruto, atingiam bem na pupila dos Olhosos pra, mesmo se não matarem de um golpe só, pelo menos os cegarem, enquanto Tifanny e Jane usavam um material chamado Bolha de Perses (uma bolha vermelha com um símbolo de uma chama contornada de eletricidade), emitindo bolhas de energia que explodiam em contato com aqueles monstros, que não incluíam só os Olhosos, mas também alguns Lagartos-Galos e Picattus Amarelos selvagens que pareciam manipulados, enquanto Norville, com medo e fugindo dos monstros, fazia o possível pra atingir alguns olhosos com seu Arco de Taser e, embora não ao mesmo tempo, tocar a sua Biwa Pitaia pra irritar os outros monstros e os fazerem lutar entre si, ou tocando o chamado Riff do Trovão, uma habilidade dos instrumentos de corda dos bardos do planeta Fantasia, que podia emitir explosões sonoras que jogavam os inimigos pra longe, mas ele era pego por um tal de Vvulf, um sobrevivente do planeta Fantasia vestindo, junto de uma armadura leve de Ptálio (um metal prateado muito resistente), uma capa de couro de Rubra fêmea (sendo as fêmeas azuis, enquanto os machos são vermelhos), e ele, sabendo do grupo do qual ele surgiu, os chantageia e os desvia da onde eles estavam lutando, pra poderem tirar o Norville dele, mas quando Vvulf menos esperava, em sua mão tinha uma bomba redonda e amarela, que o eletrocuta muito com a explosão, embora ele aparenta ter absorvido a eletricidade, seja pelo Ptálio ou pelo que parece essa eletricidade entrando em sua pele, e quando o grupo ia enfrentar Vvulf, seus soldados (outros sobreviventes usando armaduras de titânio e cartas de equipamentos) surgiram junto de um Corvo Pútrido (do tamanho de um elefante, roxo com partes do corpo avermelhadas e carnudas, e vários olhos), o que os impediu muito seriamente, com Naej usando seu próprio fogo como propulsão pra voar ao lado do corvo e enfrentando o mesmo, com chamas e penas voando, enquanto Tifanny usa suas lanças de gelo e Jane o Colar Anão, cujas estrelas vermelhas emitidas explodiam dois dos capangas e uma terceira alcança o Vvulf, emitindo assim um jato de micro-ondas que queima a região do rim direito dele, diferente das outras estrelas que explodiram em forma de área de efeito esférica, até que Jane é atingida por uma Ventania do Dragão (uma carta que, em um duelo, causaria 10 de dano em 5 cartas inimigas, mas em área aberta causa uma ventania elementar poderosa), Tifanny que estava em confronto com os capangas é atingida nos rins por facas dos inimigos e empurrada por um tiro de canhão de um dos capangas, Michael tenta salvar as duas mas é pego em uma armadilha previamente armada, e caindo no buraco, tentava se levantar inutilmente, e Oprah, chegando de última hora, usava várias cartas da Bomba de Nobel, que finalizam os bandidos antes só incapacitados, e quando ela estava confrontando Vvulf, Naej e o Corvo Pútrido enfrentavam-se, se jogando e se arrastando nos prédios, o Naej perdia controle de si e estava assumindo uma forma similar a um corvo igualmente enorme, o que chegava a iluminar o lugar como se fosse o dia, e Norville, de última hora, procurava seus colegas, usa uma carta de Asa da Mosca (que em um duelo dá a habilidade de Voador para o monstro-alvo, e nesse caso fazia uma bolha de vento que teleporta a pessoa para um ponto já conhecido), socorre a Tifanny com um Brownie Padeiro para socorrer a Tifanny, não dando pães na boca dela como o esperado, mas usando massas de pão pra fechar e curar as feridas dela, porém, a Oprah ainda tava ocupada enfrentando o Vvulf, cujo poder elétrico empurrava e puxava ela pelo aço dos seus armamentos, incluindo luvas e botas que ela tinha obtido depois de umas missões, e quando ele ia induzir Oprah a furar o seu pescoço com a Espada do Rio Sena, a Oprah resistia usando toda a força de seus braços, e então, Oprah solta a espada, só se empurrando batendo as mãos em sua cara, e quando Vvulf vê que seu maior ataque falha, ele emite raios amarelos longos, volumosos e extremamente quentes, que Oprah contra ataca com os barulhos de seu Anel de Mandrágora, um choque de poderes muito grande, mas aparentemente sem esperança, até que um campo dourado surgia a partir da Bolha de Eetes (uma bolha cujo símbolo é um coração pela metade esquerda e um escudo pela metade direita) carregado por Tifanny a curava e aumentava força física e mágica, Norville usava sua Biwa num tom animado para inflamar as emoções do grupo, e Michael lança seu Bjonir contra Vvulf, o ferindo em seu ombro direito, e o tirando força, o grito alcança ele, e Vvulf, no meio da explosão sonora que levantava muita poeira, aparecia em pé, porém, careca, com sangue saindo dos ouvidos e a metade esquerda da cara ficando verde, e aparentemente a sua capa de Rubra explodiu pelo poder sonoro. O Corvo Pútrido cai, Jane, se transportando numa estrela vermelha maior como uma plataforma, alcança o grupo, Naej voltava ao normal aos poucos, e desce até seu grupo, e Vvulf, se sentindo indefeso e sem esperança, pergunta ao grupo se eles queriam saber alguma última coisa, os seis concordavam em saber se ele tinha algum tipo de líder, e então, antes de seder à Maldição da Mandrágora, dizia:
"Eu estive aqui em Fantasia há 27 anos, e sim, eu contei esse tempo nos calendários, vi várias guildas que vocês poderão ver depois e... Desculpa, eu nunca fui perguntado da onde eu surgi ou como eu fiquei assim, e no fim, uma 'meta' perde o sentido quando a gente demora muito pra fazer, e se possível, será necessário vocês enfrentarem um tal de Boltreuges, antes que ele vá atrás de vocês e matarem todos vocês, e... Eu acho que realmente não vou conseguir durar muito tempo, mas além de deterem esse meu último chefe, seria bom vocês conhecerem um tal de Garde, é meu filho, e está a 249 mil milhas daqui, e eu me arrependo de não ter cuidado muito dele depois da infância, o fascínio pelas riquezas daqui foram mais fortes que eu... Adeus"

[Outro detalhe é que fiz mais umas histórias paralelas nesse episódio de T&N pra mostrar que não acabaram fora de tela e também como estão acontecendo]
> Bliber do Cais de Pedra, planeta Krippa.
 Charles e Alyx estão por mais um tempo em Krippa, normalmente com o Charles ajudando nas horas diárias de trabalho dos Chalér, seja só sendo um operário a mais nas atividades ou carregando suas tecnologias, como uma melhoria mecânica e automatizada no moedor de aromatizantes usado para temperar as fontes termais e dar suas propriedades medicinais únicas, uma troca das lâmpadas comuns na iluminação por modelos mais econômicos, combinando tecnologias que o Charles conhecia com os modelos certos de lâmpadas, também uma geladeira maior para guardar as garrafas, ovos, frutas e carne pros Chalér.
 Também foram usados um carro flutuante para, junto de Xiza, Hamalo e Daina (uma tia dos Chalér, muito simpática, levemente acima do peso e muito bem vestida, que treinou Xiza e Charlotte pra aprenderem a voar) e também uma Casatátil pro grupo se abrigar no meio da viagem em segurança, enquanto Alyx ficou tranquilo na casa, confortado pela família dos colegas do Charles e, comendo alguns bombons de sol, ele ficava encantado com aquele sabor doce que lembrava manga, vindo das frutas da Majoluma, e depois de um banho com o grupo dos Chalér, Alyx resolve ficar um pouco junto com Ralberto e Pólux (sendo Pólux um homem de porte médio-atlético, um tanto parecido com o de Ralberto, já que ambos eram mestres no Quintatlo Krippano, um esporte olímpico que incluía competições de salto, corrida, natação, voo acrobático e duelo de esgrima, porém, com a pele mais bronzeada, algo raro em krippanos pela cobertura de suas penas, e as penas tendo uma coloração mais negra, quase o contrário do padrão dos Chalér), e os três fizeram uma aposta para ver quem iria tomar leite de sauna (aquele colorido e com sabor de frutas) mais rápido, e quem vencesse teria seu nome tatuado no corpo dos perdedores, parecia uma ideia bem besta, mas Pólux que deu essa ideia não é conhecido por sua razão, e no fim, Alyx ganha, e os irmãos prometem tatuar o nome de Alyx no peito, e Alyx se sentia mais honrado ainda de ter conhecido aqueles dois.

> Espaço Cebola.
 Dapai, Bois, Milk e Jian estiveram um tempo ao lado dos Oniões, o cheiro de cebola continuava irritante, mas o Dapai pôde mostrar a seus amigos a sua descoberta, assim como Bois planeja ir pra lá mais vezes ao lado do Dapai, e Milk se sentia bem em saber que aquela ambientação, mesmo claustrofóbica e parecendo tão velha, até agora eles não tinham se deparado com nenhum perigo, e os Oniões perguntam se o grupo gostaria de mais uma ajuda, e Dapai os pede um atalho para uma dimensão escura ocupada por monstros e com um nível de magia elevado, e que Muramasa tinha uma grande conexão histórica, o que os Oniões ficavam com dúvida, mas aceitavam os guiar pra esse caminho.

Continua>>>