Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

02/10/22

Projeto Dream, episódio 48

> 17/05/2255; reino amarelo, plano etéreo/material; Universo 255-P
 Campeão está mais uma vez na sua dimensão normal, não sabendo como ele pôde sobreviver a uma dimensão com espaço-tempo anormal, e nem quanto tempo passou durante sua perda de amnésia e um provável coma metafísico. Ele não entendeu e fugiu para a sua dimensão se reabastecer, e quando ele encontra o primeiro ministro daquele reino, Yaldabaoth, e conversa com ele sobre os ocorridos, e Yaldabaoth só consegue lembrar do louco que tentou o matar com a língua dos malditos.
Yaldabaoth: Ele ficava falando tof ardicardia, ardicardia, tof ardicardia, saargh naj difusa, ola'amba gaar, merdas assim.
 Campeão sofria três ataques cardíacos, com um que esmagou o seu pulmão, perdeu o seu sistema imunológico e tem sua carne virada ao contrário e voltar, aquele tumor esquisito saía do seu peito, mas sob uma cachoeira de sangue azulado e sem vida.
Campeão: Maldito!
 Campeão se regenera e, irritado, dá um soco forte que só não o joga para longe, não pela resistência do Yaldabaoth, mas sim pelo seu imenso peso, e Yaldabaoth o morte, o agarrando com ele entre sua língua e o céu da boca, e Campeão é esmagado pela mordida, engolido inteiro e depois sai da barriga da criatura cortando tudo com suas garras. Depois disso, os dois seguiam a luta, se machucando mortalmente e se regenerando enquanto destruíam tudo, até que um raio se separa e o fogo do raio se transforma em uma das formas de Pahapayar.
Pahapayar: Chega de briga de criança! Vamos logo se corrigir de uma vez! A criação aguarda pela boca do verdadeiro deus!
Campeão e Yaldabaoth: Palar, har palar!

> 19/05/2255; espaço sideral.
 Enquanto Charles, Dragondorf, Tankanar, Alyx, Donald, Howard, Ego, Sh31la e John Parker tiram férias no planeta Stereo, e Lykos pesquisa com seus colegas e mestre em um planeta que nem os humanos pesquisaram direito na Via Láctea, Muramasa está levando Luna Pleine e Luna Nouvelle a um planeta chamado Batatt, na constelação de Dragão segundo os humanos, ou constelação Espiral segundo a raça de Batatt, para poderem medicar a L. Pleine e assim ela voltar a ser útil para a nova companhia de Muramasa. O povo daquele planeta é, na maioria de seus nativos, criaturas com abdômem cônico sem patas, que rasteja como uma lesma porém com mais agilidade, o corpo é liso e de tons fortes de azul, e têm 5 apêndices, que apoiam as 2 mãos, os 2 olhos e uma grande boca.

Muramasa: É estranho mostrar isso pra você, mas bem, algo que parece anormal pra você, que mal saiu da França, que nem tem monstro pra começo de conversa, pro povo mais distante do Meridiano de Greenwich, é normal, tem alien em todo canto- Oi, Frank, bem, tem alien em todo canto de Novíssima Iorque, pra falar a verdade, até alguns tipos de humanos fora da Terra já se declaram alienígenas.
L. Nouvelle: Isso... é assustador.
Muramasa: É assustador nos primeiros dias, mas conforme você vê, é tão de boa...
L. Pleine: S'il vous plaît, aidez-moi...
Muramasa: Ah, vai ser fácil.
 Levando ela ao hospital mais barato entre os que têm plano de saúde pago, que nesse caso, era muito melhor que os hospitais mais eficientes dos Estados Unidos, além de também tendo um plano de saúde muito barato, equivalente a no máximo 100 dólares por mês. Muramasa paga um para as duas, para que pudesse medicar a Luna Pleine e também garantir uma proteção à Nouvelle. Na cirurgia programada para agora à Luna Pleine, chamada Cura Suprema Para A Depressão, eles abrem a cabeça da Pleine e, com um pincel banhado com uma medicina secreta, eles pincelavam o cérebro dela, e depois, injetam nas veias do braço direito dela uma substância rica em hormônios da felicidade, que irão balancear as emoções dela, depois de reconstruir a cabeça dela perfeitamente, Luna Pleine acorda assustada, ela achava que estava numa sala de experimentos ou num pesadelo.
L. Pleine: Quem são vocês!?
Médico 1: Calma, terráquea, calma.
Médico 2: Sim, sim, você não tem força pra sair daqui sozinha, e temos companhia.
Médico 1: Com licença.
 O médico abre a porta para Muramasa e Nouvelle passarem, e Luna Nouvelle corria até Luna Pleine para abraçá-la, mas Pleine a empurra para longe e vai até Muramasa, irritada.
L. Pleine: Eu sei o que tá tramando, quer eu aqui porque tem algo especial na minha carne e no meu cérebro, não é?
Médico 2: Blurg, essa voz dela tá estranha, não é?
Médico 1 ("Blurg"): É, pouco importa, você já ouviu a voz de um Pimpu assexuado?
Médico 2: Espera, deve ser mais que algo na garganta dela, vamos ver...
 O médico foi ler um livro de biologia para entender como era aquela unidade humana. Pleine ainda estava irritada mas Nouvelle tenta levá-la embora abraçada nela mesma. Depois de sair dali, eles três conversavam, e Nouvelle promete a Pleine que não era uma cilada.
L. Nouvelle (implorando): Por favor, irmã, confie em mim!! Eu confiei nele, e tenho você te volta! Traga a ele uma segunda chance!
 Pleine, chantageada pela tristeza e os olhos de cachorrinho abandonado, se rende, e vai com o Muramasa.
Muramasa: Bom... querem ver a verdadeira Miss Universo?
 Viajando pelo universo a partir da nave particular do Muramasa, os três vão para um outro planeta, em Proxima Centauri, no planeta B, e eles pousam no lar da tal Miss Universo daquele ano interestelar, que equivale entre o começo do ano retrasado e ano que eles estão agora, e vendo de longe, ela não tinha uma aparência tão estranha aos olhos mundanos como a do povo de Batatt.
 Donatella Bonapartiz é uma mulher original da Ásia Central Proxima-Centauriana-B, com 1,77m de altura, 3 peitos macios, pele bege média devido à pouca exposição solar, unhas protegidas no esmalte, mas sem colorir, um tomara-que-caia azul, meias laranjas e um colar de anéis durados, e brincos de pérolas blindadas em ouro amarelo. Ela está se preparando para uma peça, inclusive as irmãs Luna hesitam se vão conhecer ela numa hora dessas, mas Muramasa dá um empurrãozinho, e elas vão vê-la de perto de qualquer forma.

Continua>>>

Troca negada

> 17/05/2255; Ursh'gar, planeta Stereo; Universo 255-P
 Agora mesmo, Manfred está dentro do corpo de Charles, e manda o colocarem no porão verdadeiro Charles, cuja consciência está no cérebro do Manfred, o alienígena mais procurado do universo, que só a marinha espacial tem a permissão de perseguir ele, considerando o seu real perigo. Depois disso, com as memórias que ainda ficaram no cérebro do Charles, Manfred resolve ir para o Hotel Branford, a 300 metros de distância do bar onde eles estão.
Manfred: Haha, vou poder trocar de lugar com aquele idiota e nem vão me reconhecer. Adeus, só volto quando esse corpo idiota sumir, haha!
 Indo para o tal hotel, ele é abordado pelo portão do hotel, mas consegue passar por falar o nome completo do seu corpo, algo que só deu certo porque também registraram ele em um dos quartos do hotel. Entrando lá e ligando seu pulso celular para ver as conversas, ele descobre que estará no apartamento 23, ao lado dos seus colegas. Manfred fica em uma das camas, pensando em como ele poderá fugir eventualmente desse planeta tão simplório, enquanto assiste a um anime cyberpunk de ciborgues lutando contra vampiros com gráficos muito bonitos, que mesmo prejudicados, pareciam funcionar em uma tela tubão em um canal de TV aberta.
Manfred: Eles assistem anime violento em horário nobre, que estranho.
Alyx: Amigo, pode me emprestar-
Manfred: AAAAAIN!
Alyx: O que foi?
Manfred: Cadê você? Cadê você?
Alyx: Qual é, Charlie!
Manfred: É Cha-cha-cha-cha-Charles, seu fantasma filho da puta!
 Manfred corria dali, mas se esparra com o Dragondorf, que tava carregando uns pastéis estereanos (que são redondos como bolinhos, mas com uma bela textura de massa crocante, embora que a massa seja feita de queijo), e Dorf ficava puto com o "Charles".
Dragondorf: Que porra tu tá fazendo, Charles?
Manfred: Tem um fantasma no quarto!
Dragondorf: Não é fantasma, é o Alyx, é, eu sei, ele não usar roupa realmente assusta, a gente esquece que a única peça de roupa que ele gosta de usar são gargantilhas, brincos e anéis, mas e daí?
 Manfred ria daquilo.
Dragondorf: Espera... Por que você tá agindo assim?
 Dragondorf agarra o "Charles" e o pressiona na parede.
Dragondorf: Me fala alguma coisa que o Charles real sabe, pra eu não te devorar!
Manfred: Hã? Eu... Eu... sou seu amigo de infância!
Dragondorf: Só se for que você acha que nasci ontem, a gente se conheceu, eu tinha uns quarenta anos.
Manfred: Espera, cara, que anos você passa?
Dragondorf: Mentira, eu tive 38 anos quando conhecemos, se você fosse o Charles você iria desmentir isso.
Faxineiro Mamídeo-de-Cachorro: Poderiam brigar lá fora? Não vou limpar tinta raspada e nem reconstruir reboco, e nem desovar corpo. Só façam esse favor.
Dragondorf: ...
 Dragondorf olhava para o suposto Charles, e o levava para fora do hotel para a discussão. Enquanto isso, o real Charles está preso em um banheiro sob a vigia de um mamídeo de cachorro meio ciborgue, com um olho laser vermelho e uma perna mecânica explícitos e uma pata sônica (uma prótese disfarçada de mão capaz de causar golpes com base em sons poderosos), enquanto o corpo de Manfred do Charles está completamente amarrado. Conferindo tudo, ele se tocava da situação.
Charles: Ah, que merda, trocaram de corpo comigo! Oh, doguinho, o que aconteceu?
Cachorro ciborgue: Exatamente o que você disse, colocaram sua consciência no corpo do chefe, Mami-san, agora vamos ver a sua execução, enquanto que a gente vai ser vista como escravos dele, e seremos livres e vamos, sei lá, descer ski com os megaformers do planeta Decepticon, ou brincar de briga de toalha em um hotel hunkaliano.
Charles: Cara, isso deve ser legal, mas sabe... Vocês só me amarraram porque eu tava incapacitado, né? Essas cordas? É algodão, linho e acho que um pouco de arame pra reforçar. Eu destrocei eu mesmo no corpo original com o dedo, isso foi bizarro, eu devo ter força pra isso.
Cachorro ciborgue: Cala a boca, você não é nosso líder, seu corpo não é mais, e quem tá falando nele, nunca foi.
Charles: Pois você vai ver o que um idiot plot não é capaz de garantir.
 Charles estufava seu corpo, não esperando que seu corpo temporário realmente estufava ao ponto de aumentar o volume celular de seus músculos, e rompe a corda de um jeito que os pedaços de arame voavam naquele mamídeo ciborgue, não cortava nada, mas doía como se fosse uma guilhotina de mágico. Charles no corpo do Manfred faz um break dance improvisado e, numa manobra, ele rompe as amarras dos pés e, aproveitando a posição, ele ficava pendurado próximo do teto, com os pés atravessando as paredes.
Charles: Um bom protagonista nunca-
 O cachorro tenta o interromper com um laser de seus olhos, e Charles, no susto e no reflexo, bloqueia com sua mão esquerda, e devido à qualidade da sua armadura, o laser rebate e atravessa o cérebro do mamídeo, o matando na hora, Charles tenta fazer uma manobra para sair e, quando consegue, ele cai com uma força que afunda o chão e despedaça o corpo morto do cachorro, e Charles leva a cabeça daquele alienígena.
Charles: Vamos ver quem é o líder agora, quando eu hackear a sua cabeça e te tornar uma arma.
 Os capangas do Manfred ficam sem entender e vão procurar a chave do banheiro para ver o que aconteceu. Charles, combinando seu conhecimento de cibernética e o cérebro poderoso do corpo do Manfred, ele consegue reconfigurar o olho laser da cabeça do homem cachorro para assim só de puxar um cabo de prata e assim poder soltar o laser da arma, com o tanto de fluído de chiclete ainda disponível naquela cabeça para poder usar como combustível para o laser.
 Um alien meio lagarto acha a chave finalmente, mas leva um tiro que queima toda a sua cabeça, o alienígena, ainda vivo, corria em angústia e desespero, e cai duro no chão com sua cabeça virando pó.
Sumomo: Que merda é essa!? Thruu?
Charles: Quem você chama de Thruu!?
 Charles arrebentava tudo com um soco de mão direita, fazendo uma pose de super-herói.
Charles: Aqui é Mami Mami... Mami a minha...
 Charles puxava o cabo solto para a cabeça do homem cachorro disparar um baita laser.
Charles: ROLAAAA!!
 O laser cortava todos com muita eficiência, inclusive o chão pegava fogo por ser de madeira, e os robôs da bandinha saíam dali, algo que Charles ignora e corta mesmo assim, Sumomo tem suas mãos médias e traseiras queimadas e é afundado no fogo. Charles Sumomo pela sua cabeça de fogo e fala:
Charles: Quem você vai chamar de patético agora, hein?
Sumomo: Vo... Você...
Charles: Ah, não apanhou o suficiente, e se eu te saraivar que nem o Papa-cu? Cê vai ter medo de mim? Vamos ver a geba desse otário.
 Charles abaixa as calças da sua armadura, e vê que as partes baixas dele são três tentáculos.
Charles: Pensando bem, eu sou realmente patético, que porra de geba é essa?
Sumomo: ... Eu gosto disso!
 Sumomo chorava, mas do nada a polícia da marinha galáctica chegava apontando armas para eles, Charles joga Sumomo em uma parede cheia de bebidas e puxava suas calças, os policiais mandam ele levantar as mãos enquanto falavam seus crimes.
Charles: É, esse corpo tratava a lei jurídica universal como lista de afazeres. Posso fazer uma última coisa?
Policial A: O que? Comer o cu daquele bicho? Ele já era, nem o corpo deve ter sobrado.
Charles: Não, é outra coisa, eu brochei só de ver como o pacote dele realmente era.
Policial B: Ele quem, porra!?
Charles (gritando em desespero): Eu troquei de corpo com um cara porque me enganaram, eu só queria amigos, mas parece que vou morrer aqui nesse corpo do maior filho de uma pirata do universo enquanto o original tá lá transando com flamígeras em um puteiro de pau-brasil!
Policial A: Humm... Troca de corpo? Kari, qual é o código que isso aflinge?
Policial C ("Kari"): Código 1100, lei 09, dígito 22, letras AAG, crime de roubo, contrabando e invasão de corpos.
Charles: Isso é um código que vai me desligar?
Policial A: Cala a boca, você já tá enquadrado e nem sabe do que somos capazes.
Policial B: Deixa disso, Ikra, ele fez um puta trabalho da gente no lugar do maior filho de uma coletora de bosta do universo.
Policial A: Olha, você vem conosco, só nos guie onde pode tar o seu corpo!
Charles: Ele deve ter ido ou pro Yer Eter Revarde ou pro Hotel 3 Estrelas Branford, não lembro de muita coisa e ele não deve ter ido tão longe com o meu corpo.
 Indo conferir os lugares, eles só encontram o que o Charles reconhece ser o seu corpo amarrado ao lado do Dragondorf. Kari diz que tem um assunto a falar e que precisava daquele suposto Charles. Para o julgamento provisório, eles montaram perguntas sobre coisas que só os dois sabiam mexendo em documentos secretos deles que só os governos de seus planetas natais têm o direito de conferir.
Ikra: Bem, vamos começar. Qual cidade você morou, Charles.
Charles: Albuquerque, Novo México, cresci lá e só comecei a sair da cidade quando coisas bizarras aconteceram.
Ikra: Vamos ver, Albuquerque, Novo Mééé... Achei. Próximo, Manfred, você...
Charles: Espera, eu tenho uma dúvida, quero saber do tal "policial B", qual é o nome dele? Rika?
Ikra: Não, é Kira.
Manfred: É, é Kira.
Ikra: Bem, o turista tentou deduzir o nome, e o criminoso interestelar acertou o nome com certeza, anotem aí.
Manfred: Merda... Seu me-
 Manfred levava um choque no corpo do Charles e, por ele ser um humano fraco e ter próteses embutidas, o choque sai muito mais forte. Charles ficava com dó.
Dragondorf: Não precisa se preocupar.
Charles: Foda-se esse bosta que me decepcionou que nem um vilão da Pixar, eu tô preocupado com a minha carne!
Kari: Já que tá ficando mais óbvio de comprovar, vamos ver o Manfred de novo, qual foi o seu planeta natal?
Manfred: É... a Terra? É, sim, sim, a Terra, eu nasci em Nova Iorque, no-
Kari: Vai pra puta que te pariu, é NOVÍSSIMA IORQUE, tu nem era nascido quando teve guerra entre humanos e monstros que só daí o homem foi pro espaço de vez. Além de roubar corpo tu mente mal, é por isso que você prefere se esconder. Peguem as máquinas mentais!
 Eles destrocam os corpos, e Charles é solto das algemas automaticamente, enquanto Manfred não teve sua alma colada no corpo, e sim expurgada no fogo, onde ele é condenado para o mundo após a morte sem volta. Charles olhava pro corpo sem vida do Manfred e tem uma ideia.
Charles: Posso ficar com a armadura dele?
Kira: Não, essa armadura é de produção proibida, aumenta o poder do corpo em troca de te contaminar moralmente, e ainda por cima ela tem os registros de todos os crimes dele, vamos destruir e reciclar essa bosta.
 Charles ficava triste porque não poderia lootear o cara como lembrança, mas Dragondorf o conforta, dizendo que eles poderão ir embora.
Dragondorf: Olha, vamos pra Branford, aí você poderá ficar bem comendo pastel e assistindo Cybernight: Sangue das Estrelas.

Continua>>>

As aventuras de Tifanny e Naej Vol. 1

> 17/05/2255; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Naej acordou mais cedo do que a Tifanny, e andando na casa, ele vê a Tifanny ali dormindo, se arruma com a camiseta vermelha, shorts pretos e tênis redondos, avisa a Buildy que vai sair, e começa a fazer as compras. Ele começa andando pelos corredores de paredes brancas, portas pretas e chão com tapete vermelho, desce em um elevador até o andar térreo, e segue saindo pelo chão, e vê duas crianças humanas calcasianas conversando.
Criança 1: Eu tô falando, Ceifadores são incríveis!
Criança 2: Nah, você nunca vai se tornar um Ceifador, Ceifadores são guerreiros forte, incríveis, honrados, e guerreiros!
Naej: Nada a ver esse papo aí, crianças. Isso é a maior furada.
Criança 1: Ué?
Criança 2: E quem é você pra julgar os Ceifadores, menino?
Naej: Sou mais velho do que vocês, pivetes, e já fui mercenário, tenho licença pra matar até hoje comigo se eu quiser voltar.
 Naej aciona seu chip pra revelar seu super RG digital, e tinha no canto inferior direito da parte da frente um símbolo vermelho e redondo, referente a mercenários.
Naej: E bem, Ceifadores são mercenários de elite e independentes, e bem, eles elegem qualquer cara com poder pra serem Ceifador porque eles sabem que ninguém tá se interessando em humanos com poderes. Só ouvi falar de um cara que é a única exceção dessa regra de Ceifador ser tudo imbecil.
Criança 2: Cala a boca, pivete!
Criança 1: É, mete o pé! Pivete!
Naej: Eu sou mais velho do que vocês, sou de 2231 e vai por mim, mercenário sofre mais do que as suas vítimas! Falou, vou fazer compras.
 Naej saía dali, passando pela frente das duas crianças estúpidas, e os dois irritados, tentam correr para pegá-lo e nocauteá-lo só para falar "ninguém mexe com os Ceifadores", mas é claro, o Naej bate nos dois de um jeito que elas ficam desacordadas em segundos. Depois disso, ele compra muita comida instantânea, 10 caixas de pizza, uma caixa de massa de lasanha e 2 refrigerantes, que ele consegue levar por ajuda dos drones do mercado, que levam tudo pro apartamento 89, onde Tifanny e Naej moram normalmente.
 Tifanny acorda bem quando Naej está preparando uma lasanha, ele seguiu bem a receita e deu perfeitamente certo.
Naej: Ah, você acordou, eu pensei nisso ser uma baita surpresa, pra falar "olha só, eu encomendei", aí eu riria e diria "brincadeira, eu que fiz", mas acho que ficou menos surpresa. Hehe.
 Ele consegue tirar a lasanha do forno, afinal, ele é pequeno como uma criança, mas ele não vai ficar se machucando sem querer tentando alcançar qualquer coisa. Tifanny estava confusa, olhando pro Naej tirando a lasanha do forno com luvinhas grandes e avental, ela achava fofamente engraçado, adorável, parecia um desenho infantil. Ele coloca a lasanha na mesa entre o sofá e a televisão, que já está bem à frente no desenho do Phineas & Ferb versão alienígena que a Lazuli estava assistindo.
 Depois de comerem e guardarem a lasanha, eles vão para o castelo de cristal e descobrem que o Brigadeiro não foi para o planeta natal dele, mas sim para uma dimensão além do que ele conhecia normalmente, então, Tifanny e Naej se voluntariam para ajudar o grupo dos animais a buscar de volta o Brigadeiro. Félix e Haraniku se voluntariam para ajudar eles.

> plano elementar.
 Eles veem que o portal ainda existe onde eles entraram, e Naej mapeia o lugar com um rastreador milimetricamente posicionado. Eles estão em um campo verde extremamente bonito, com lagos imensos, montanhas maiores ainda, e bosques infinitos, mas a geometria parecia anormal, eles se sentiam muito mais em uma parede diagonal para cima do que em um chão de fato horizontal, e saindo daquela área louca, eles ouvem miados, e só o Félix tenta ir atrás daqueles mios, mas Naej pega o pássaro no ar.
Naej: Nem vem! O Brigadeiro fala que nem vocês, não tem como esses miaus serem do Brigadeiro!
Félix: Espera, que?
Naej: É óbvio, pô.
 Eles tentam se reorganizar e então eles vão juntos ver esse tal miado ao Norte, e descendo até essa direção, eles encontram um gatinho estranho, ele tinha a aparência de um gato preto de olhos dourados, com o rabo normal e uma coleira com um pingente onde claramente tem o nome dele, mas que não dá para saber qual pela distância, mas no peito parecia ter linhas e diferença de relevo, algo como se fossem partes encaixadas.
Naej: Tifanny, você consegue ler mente de animais?
Tifanny: Eu até sei fazer isso... mas não tem nada no cérebro dele.
Naej: Puta merda, é uma armadilha!
 Naej dispara uma lança de fogo no gato suspeito, o partindo ao meio, e assim eles se veem presos a um caminho para o que parece ser uma casa, e indo até lá, eles veem o lado de fora: uma imensa casa de comprimento e largura desconhecidos, mas a altura dá 3 andares sobre o térreo. Entrando lá, tinha um chão em forma de xadrez preto e branco diagonal, com peças de xadrez pretas e brancas sobre alguns dos pisos, mesas e cadeiras vermelhas, um relógio vermelho com um olho humano em formato em olhar sanpaku encarava os quatro, com as horas apontadas para 01:35, até que os quatro olhavam para o relógio, que as horas começavam a acelerar, eles tentavam sair dali.
Haraniku: CORREM!! É uma cilada!
 Eles tentavam correr para a saída, mas a distância entre eles e a porta só aumentava, enquanto a área daquela casa se expandia, as peças se moviam aleatoriamente, mas ao mesmo tempo nas formas que as peças de xadrez que elas representam se movem, os quatro são levados para trás, como se houvesse uma imensa força gravitacional, com as as imagens aos lados deles se distorcendo, derretendo e se esticando como se eles estivessem em alta velocidade, e eles são pegos pelo relógio vermelho com um olho humano com visão sanpaku no centro.
 Vozes graves e roucas, respiração pesada, algo de errado estava acontecendo, e eles se viam em uma casa de madeira de carvalho com paredes talhadas, habitada por mulheres de pele bege clara, cabelos dourados, vestidos longos e chapéu grande perfeitamente amarelos, luvas brancas e sapatilhas de rubi, elas se chamam Flores Amarelas (ou Narcisos), e olhavam para os quatro, rindo deles caídos.
Haraniku: O que que tá acontecendo aqui.
Naej: A resposta é óbvia, elas que tão acontecendo com a gente!
Narciso 1: Quem vocês pensam que são pra se intrometer com a gente?
Narciso 2: Espera, eles são da Terra. Como vocês vieram pra cá?
Haranaki: É... Nós... Nós viemos em busca do nosso amigo. Por favor, nos ajuda!
 Haraniku se abaixava, se curvava, para se desculpar por elas, acreditando que elas, por perdão, iriam o ajudar, mas o Naej, irritado, se levantava mas, em uma forma rodeada por fogo e em posição quadrúpede, ele corria contra elas. A Narciso mais próxima dele o paralisa no ar, o segurando com uma força telecinética.
Narciso 2: Haha, bobo! É... Espera, eles têm um elemental? O que será que forma o corpo dele? As moleculas dele não parecem normais para um humano, o que aconteceu com ele?
Naej: Grrr, grrr, grrr!
Haraniku: Ah, eu não sei, moças, talvez a minha amiga possa...
 Tifanny se levantava com muita dificuldade, enquanto Félix se levantava voando sem sucesso.
Tifanny: Vai tomar no seu cu, Harniku, não sou sua amiga só porque sou AMIGÁVEL com você, mas bem, o meu amigo usou uma poção elementar de um reino distante desse daqui, e se transformou nessa coisa. Ele tem mais facilidade em usar esse poder quando ele tá bravo.
Naej: Grrr... Grrrr... Ah... Me sinto melhor.
Narciso 2: Que bom.
 Narciso levava o Naej, agora calmo e sem fogo, para seu colo, e Tifanny ria daquilo de novo, era fofamente engraçado demais. As quatro Narcisos da sala olhavam para aqueles quatro terrestres, se levantavam de suas cadeiras, e guiam os quatro para o caminho a onde eles querem chegar. Em um teletransporte, eles sentem uma sensação de estarem subindo para o céu, mas não um céu físico na atmosfera, mas sim um céu espiritual, o paraíso, o nirvana, ao som de uma reverberação de um som sintético que ia ficando agudo aos poucos, como a abertura do programa de cinemas da THX, enquanto eles viam uma luz dourada com rodas brancas espalhando luz ao local.
 Sons de elétrons passando rapidamente pelo metal, eles estão na mesma sala do começo da casa, mas sem os efeitos malucos da área. As Narcisos levam eles para onde está o relógio vermelho, e tiram ele dali, abrindo uma porta secreta, e eles veem outras Narciso, Orquídeas (mulheres velhas de vestidos, sapatos e cabelos macios e completamente vermelhos) e um Patrono do Fogo (que possui um corpo completamente formado de fogo, mas com uma armadura peitoral e uma máscara feita de um metal poderoso chamado Ébano), o Patrono olhava para o Naej confuso, afinal, ele também era alguém feito de fogo, e tenta levá-lo para ficar ao lado dele.
Naej: É... tudo bem?
Patrono de Fogo: ...
Naej: Você parece uma Atronach de Fogo, só que gigante, vocês têm sexo e gênero?
Patrono de Fogo: ...
Naej: Será que ele fala?
 Naej apontava para aquele ser feito de fogo e Ébano, enquanto isso Haraniku está conversando com as Narcisos e as Orquídeas, assim entendendo melhor como era aquele mundo elementar.
Orquídea 1: Essa não é uma subdimensão normal como as outras do mundo material ao mundo etéreo, esse plano existencial só existe por ser um grande filho do universo original, vindo da mente dele, a Máquina, uma camada externa da criação da onde vieram todas as formas disponíveis aos mortais de se usar magia, e mesmo que seja possível acessar o plano elementar, vocês teriam de abdicar de seus corpos para poderem viver no plano da Máquina.
Haranika: Ah! Isso... Isso é assustador mesmo, sério!
Félix: Legal, um Patrono do Fogo, um bicho desses é muito raro mesmo pra bruxas poderosas, eles são violentos e ignorantes, e nunca respeitam s-
 O Patrono de Fogo pega Félix pelo pescoço e o segura no ar como uma galinha prestes ao abate, mas Naej tenta chamar aquele ser pra tentar dar ordem.
Naej: Dona Fogo, larga o meu amigo, ele não sabe medir o que tá falando.
 O Patrono solta o Félix, que fica na mesa tentando respirar. Naej olhava para o Patrono de Fogo sorrindo, e Tifanny tenta conversar com Naej.
Tifanny: Como você sabe que é uma fêmea?
Naej: Não sei, só comparei com uma personagem feminina e ela não ligou.
Patrono de Fogo: ...
Tifanny: É... "ela" fala?
Naej: Não sei.
 Eles ficavam conversando e trocando ideias, até que duas Orquídeas, que não inclui aquela que esteve com o Haraniku, mostram onde está Brigadeiro. Haraniku foi logo pegar o gatinho preto e fala para eles cinco irem embora, mas o Brigadeiro, que já está em uma forma com pelos vermelhos que brilham como ágatas, recusa.
Brigadeiro: Não, claro que não, pode não ser da onde eu vim, mas aqui é tão bom, eu preciso ficar aqui por mais tempo, vocês podem me visitar aqui quando possível.
Narciso 3: Exato, vocês podem ficar em casa sem ele, e voltar pra cá se possível.
Haraniku: Oh... que pena.
Tifanny: Então vamos voltar pra casa sem nada?
Naej: A gente tá sem nada físico, mas descobrimos muita coisa.
Patrono de Fogo: Ele tá certo.
Naej: Ah, você fala em língua humana universal, hehe.
Patrono de Fogo: Sério, vocês viram muita coisa legal, e acham que vão voltar sem nada?
Tifanny: Desculpa, Dona Fogo, mas a gente veio aqui pelo Brigadeiro, e provavelmente a gente não ia voltar, então...
 Naej mostra um rastreador.
Tifanny: Baixinho sabido...
Naej: Dá pra voltar aqui de boa.
 Eles se organizavam e voltavam para a área do portal, a Rosa Prateada (uma mulher muito similar às Narcisos mas com tudo que é amarelo delas sendo branco nela, e seu cabelo sendo prateado, suas sapatilhas sendo sapatos fortes em cor cobalto e o seu chapéu de donzela tendo uma Lua na frente) dá medalhas redondas de ouro puro com fitas vermelhas para os quatro, que tinham o símbolo da Máquina: uma estrela seguida por um rastro de luz galáctica, em vermelho e bege.

 E depois da aventura concluída, eles vão para a casa.

Continua???

01/10/22

Perdidos nas Estrelas

> 17/05/2255; planeta desconhecido, espaço sideral; Universo 255-P
 Lykos esteve aproveitando a viagem planetária, voando pelas montanhas e colinas daquele mundo, pescando peixes gigantes para se alimentar, tomando banhos de chuva com seus companheiros de viagem, e anotando o que sentia e observava em papéis que ele carregava em sua sacola (algo parecido com uma mochila de pilha) ou improvisava com as plantas que tinha naquele planeta, e o que Staryo percebia era que os humanoides daquela terra não viviam em grupos unidos como são as alianças internacionais ou intercivis de uma civilização média, e nem se espalharam o suficiente para ter diferenças mais culturais do que fisiológicas, era um povo de iguais que não se viam como iguais.
 Staryo - um jovem e belo garoto de pele azul lisa, músculos médios atléticos e cabelo branco longo, liso e com um rabo para baixo - decidiu investigar aqueles "iguais" (raça nativa que ele chamava assim) no planeta, acreditando que assim ele poderá ajudar na pesquisa de Lykos e Ancio, mas por sua tolice, ele é visto pelos "iguais", e tem um embate contra eles.
 Os nativos usavam lanças, telecinese capaz de puxar grandes rochas e também uma grande agilidade, enquanto Staryo era um mago abaixo de um aprendiz, ele usava pequenas lanças de gelo e uma luz forte que era suficiente para cegar aqueles seres, acostumados com a luz noturna e estelar daquele céu. Ele fazia acrobacias, lançava suas flechas a partir das suas duas mãos, a uma velocidade de 100 m/s, perdendo miseravelmente para as investidas dos "iguais", e usou sua luz com tanta intensidade que chegava a custar a sua visão, e com seu esforço, ele só pôde matar um dos "iguais" e arrancar a perna de dois deles.
 Kalihar (um dos parceiros de Lykos, parecido com Staryo mas sem cabelo e com os dois olhos de pupilas vermelhas) aparecia, cortando um "igual" ao meio com seu portal mágico, e resgatando Staryo.
Ancio: O que você pensava que estava fazendo?
 Ancio interrogava Staryo, e batia nele com seus punhos de braços muito musculosos, consequentes de um porte físico grande demais para alguém treinado somente para usar magia melhor do que os demais ou ter alianças diplomáticas, e nesse caso, Lykos chamou aquele homem inicialmente por ele ser muito bonito pros padrões dele, mas depois o líder gordinho viu que ele tinha uma ótima vantagem física.
Ancio: Lykos estará envergonhado de ver você perturbando a paz daqueles bichos nativos, você podia morrer lá mesmo!
Staryo: Bem... Agora acho que você vai me matar aqui mesmo, o que Lykos ia achar se o paixonite dele fizesse esse mal pra mim?
Ancio: Espera... Você tá certo.
 Ancio usa seu poder mágico para curar Staryo, os olhos se reparavam e ficavam no lugar, os hematomas sumiam, o sangue prateado brilhante voltava ao corpo, e os ossos e juntavam ou ao menos se alinhavam de volta, e assim, Staryo ficava no máximo sujo, caído no chão de rochas quebradas. O jovem implorava por perdão, mas o grande em segundo lugar prepara um portal, pronto para sair.
Ancio: Não precisa disso, já te perdoei.
 Staryo comandava para seu colar de rubi, "Reper Hocaz, Jief", e um portal se abria para o acampamento de Lykos. Eles dois conversavam calmamente, e Lykos fazia sua parte de desculpá-lo, afinal...
Lykos: Eu não tô preocupado com isso, você tá bem, inteiro, vivo, e você só se intrometeu com uma única tribo de caçadores, e eles não vão conseguir lembrar disso, qualquer um que ver a sua presença como uma testemunha não será mais levado a sério.
Staryo: Mas como você sabe disso.
Lykos: Senhor Ancio me ensinou isso, e me disse o por que das civilizações demorarem tanto para se interagirem. Minha avó, por parte de mãe, contava histórias dele, mas eu tive a honra de vê-lo pessoalmente.
Staryo: Isso... é lindo.
Lykos: Sim... hehehe.
 Eles resolvem juntar os outros membros da expedição para poderem passar a noite juntos e em segurança, e para garantir segurança, os dez faziam uma oração, ajoelhados, e com as mãos juntas, e oravam à Quinta Deusa do panteão de Pandochi, o planeta prateado.
Lykos:

Por favor, deusa da sabedoria
Nos traga paz, piedade e segurança para nossos próximos
A partir daí, nenhum mal irá nos caçar
A partir daí, ninguém irá nos trair
A partir daí, nenhum caminho é sem volta
O domo dos céus aguarda nosso descanso
Irlai Miima, Is Irèrr Bajrar Irmi Pas
 E então, eles dormem aqueles dias, em tentas e cobertores feitos de couro de gigante/aberração (uma das bestas daquele planeta que eles estão explorando), em uma clareira lunar cheia de árvores beges de folhas roxas.

Continua???

O céu brilha como um filme dos anos 70

> 17/05/2252; Ursh'gar, planeta Stereo; Universo 255-P
 Tankanar, John Parker e Sh31la (que, no caso, copiou sua inteligência artificial para um segundo corpo) estão escolhendo algum hotel para poderem dormir, já que, como eles não planejaram ficar muito tempo, eles só estiveram acampando e viajando ao redor daquele planeta, e quando escolhem um bem próximo, ainda na cidade de Stanly, é o hotel 3 estrelas Branford, que valia mais que qualquer hotel 10 estrelas na Terra.
 Depois de instalar e pagar pra todo mundo (menos pra Sh31la que, por ser um robô, pode ser compactada para um corpo menor e não gastar espaço, no caso dela, ela assumiu uma forma de robô aspirador), enquanto isso, Charles ainda esteve passeando até de noite, mas vai logo beber em um clube de motoqueiros, que a propósito, tinha o chão de madeira perfeitamente posicionado, paredes de tijolos mal coloridos robôs que imitam a banda Linkin Park (incluindo suas músicas), e aliens de diferentes cores e formas, vindos de diferentes territórios já conhecidos pelos humanos na galáxia.
 A maioria têm origens similares aos monstros terrestres (vindos dos filhos de Amon ou de Slӕpnir), mas com muito mais variedade, incluindo mamídeos de cachorro (antropomórficos com cabeça e pelos de cães vira-latas), que são nativos desse planeta, e Pimpus (a raça da 07 do Concelho), mas tinha um bicho que chamava a atenção do Charles. Um guerreiro forte, de pele roxa, e um cabelo imensamente longo e volumoso, liso, e em uma armadura de ouro.
 Charles fica interessado nele por aparência e por parecer ter uma aura intimidadora.
Pulso celular do Charles: Eu não faria isso se fosse você.
Charles: Cala a boca, você é só uma prótese com telefone no braço.
Pulso celular do Charles: Se der merda, eu ligo pro Muramasa.
 Charles chega pagando dois shots de Aguardente Janx, uma bebida transparente como água, mas com sabor de refrigerante espumante de limão caseiro, era gostoso, mas prejudicial para as resistências psíquicas de qualquer ser sensível a bebidas, inclusive trazia uma brisa bem grande para pessoas que fossem beber em doses seguras.
Charles: Taporra, o que tá acontecendo comigo?
 O alien fortão, cabeludão e de armadura ria da cena, até que o Charles começava a cair todo torto da cadeira e o alien tenta socorrer o Charles, sugando a bebida furando seu fígado e bebendo o que sobrava dali mesmo, e depois, o alien costurava tudo com seus cabelos fortes e duráveis.
Charles: O que acabou de acontecer?
Pulso celular do Charles: Você perdeu, vou ligar pro-
 Charles desliga o celular e inteligência artificial de seu pulso celular esquerdo, assustado, e ele ria de nervoso pra todo mundo.
Charles: É... vocês não vão bater em mim, né? As motos de vocês ainda tão de pé.
 Os aliens olhavam sério para o Charles, tinha todo tipo de bicho estranho encarando o Charles ali, sem ninguém pra acompanhar ou proteger um ciborgue abandonado ali, que teve seu corpo machucado depois de não aguentar uma bebida alienígena.
Charles: Por favor, não coma o meu cérebro!
 E com isso, o pessoal ria, mas de um jeito que fazia os ouvidos do Charles doerem, e ele, com os ouvidos doendo como se tivessem esfaqueado o esquerdo e batido com força o direito, ele saía pro banheiro, e esperava até a situação, se acalmar. Ele saía, e um reptiliano alienígena ria ainda alto, e esse reptiliano apanhava muito dos outros estereanos. Charles ia até o alien que ele queria puxar uma conversa.
Charles: Ué, cara, mas por que os caras tão tudo louco?
O alien roxo: Eles são assim, estúpidos pra uma civilização frágil como você, um humano terrestre.
Charles: Ué, como você soube que eu sou da Terra?
O alien roxo: Você age que nem um humano frágil da Terra. Você quer algo de mim? Bom, espero que você não seja um desses Ceifadores, os tais caçadores de recompensa de elite, aqueles babacas inúteis que depois que ascendem fazem nada além de comer soja e matar criança.
Charles: My God, não, claro que não!
O alien roxo: Oof, que bom. Eu me chamo Manfred, mas pode me chamar de Mami.
Charles (se segurando pra não rir): *pfft* É isso o seu nome de alien?
Manfred: Ué? Você queria o que, trouxeira, que meu nome fosse Ujotigniru Piberfiudryn?
Charles: Que?
Manfred: Exatamente como eu esperava, se você não esperava um estereótipo, você tem que aceitar o que veio de verdade.
Charles: Sério, como você cogitou esse nome?
Manfred: Já vi três Ojotigniru e onze pimpu chamados Piberfiudryn, aí pensei no nome mais feio que eu pude imaginar pensar.

 Um pimpu de roupas vermelhas e braços negros e laranjas olhava para eles dois, em uma posição de quem vai se preparar para dar um bote.
Manfred: Sem ofensa, eu já vi nomes pimpuenses melhores, tipo o seu, Sumomo Momomomo Momonochi.
Charles: É, esse nome é incrível.
Sumomo: Muito obrigado.
Charles: Jesus, a voz dele dá arrepios.
Sumomo: Filhos de Slæpnir, que voz patética.
 Os alienígenas riam, mas a maioria ria baixo, um ou outro roncava e o resto ficava soprando pelo nariz.
Manfred: Ok, qual é a porra do teu nome?
Charles: Charles, Charles Charles Charles.
Manfred: Não precisava reforçar, é fácil de lembrar também.
Charles: Aí que tá, meu nome é repetido.
Manfred: *cuspindo Aguardente* O QUE?
Charles: Sim, lá na Terra tem uma moda envolvendo só botar o primeiro nome como sobrenome e nome do meio.
Manfred: E vocês ilustravam aliens querendo colonizar a Terra? Haha!
Charles: Tá bom, Boros do One Punch Man, o que você quer de mim, a propósito?
Manfred: Fugir.
Charles: Fugir... do que? E como?
Manfred: Muito simples pra falar a verdade. Eu fico no seu corpo, e você no meu corpo tenta resolver as contas com os Ceifadores.
Charles: O que? Resolva você!
Manfred: Rápido, peguem ele!
 Charles, com seus sapatos foguete, faz uma manobra pra sair do banco antes que os aliens mais fortes o pegassem, enquanto os robôs que seriam o Mike Shinoda e Brad Delson disparam dardos que nocauteiam Charles no ar, e um mamídeo de cachorro vestido de couro o leva em segurança. Manfred comanda que coloquem a consciência dele logo, e Sumomo Momomomo Momonochi transfere as mentes Manfred e Charles entre seus corpos. E Manfred, acordado no corpo de Charles, sai dali bem rápido, prometendo só voltar quando o Ceifador sair da sua gola.

Continua???

Pequenas consequências

> 17/05/2255; Lille, França; Universo 255-P
 Fugaret esteve vivendo sua vida normalmente, até que ele é convidado pela Julie Redlar para rever ela na casa dos Redlar, para poderem ter uma conversa mais justa. Fugaret acha que é uma armadilha, então ele fica relutante demais para decidir alguma coisa. Se ele aceitar, pode ser uma armadilha e vão cometer algum ato de violência contra ele, e se ele recusar, todo aquele progresso que ele tomou de se desculpar com sua família foi jogado fora.
 Ele desiste e escolhe ir, mas, por timidez, ele não consegue ir pela entrada da frente, e vai cercando a casa enquanto passava pelos belos campos de flores-de-lis próximas das paredes, violetas próximas dos muros e hidrângeas próximas da bela fonte de água e da piscina da casa, nos fundos da casa.
Fugaret: Oh, zut, eu não lembrava que tinha piscina nessa casa.
 Os outros Redlar tentam ver o que o Fugaret está fazendo ao redor da casa, e chamam logo ele de uma vez. Jean Redlar cogita sair logo daí resolver.
Jean: Vamos lá!
Mariana: Espere aí, menino, ele é forte demais pra você, você iria apanhar mais do que o filho de uma mãe pobre no nordeste brasileiro antes da Lei da Palmada.
Jean: É... É... tá bom.
Julie: Eu vou lá, nada melhor pra resolver esse problema do que eu.
Mariana: Mas, querida, por que?
Julie: O problema começou entre eu e ele, então vai terminar entre eu e ele.
 Julie tira seu sobretudo de Redlar, abre a porta dos fundos e ia em direção do Fugaret.
Fugaret: Eu não quero ser pego, você não vai me humilhar pra elevar o seu status!
Vânia: Vamos, Fuga, esqueça esse passado, menino, admita que ela não é uma ameaça!
Julie: Você acha que está certo o tempo todo, porque você nunca viu os seus erros, só viu as consequências mais óbvias, porque você é um idiota.
Fugaret: E você nunca errou, não é?
Julie: Pare de falácias e escuta o que eu tô falando, você ferrou minha vida, antes de eu saber a existência da Isa, porque você não admitia uma garota sendo mais forte do que os homens daqui.
Fugaret: Mas... mas...
Julie: Você já tinha se rendido na internet, por favor, se renda agora!
Fugaret: Ok, ok, eu me rendo, desculpa por tudo de errado que eu já fiz, por favor me aceitem de volta na sua casa.
Julie: Oh... ha, nem eu tô morando mais nessa casa, se conserte com minha mãe e- Eh?
 O chão começava a tremer abaixo de todos eles, por um motivo que eles não sabiam, mas que parecia bem óbvio ao mesmo tempo, enquanto isso, outra família que está passando por um tempo difícil é a família Luna, cuja única moça já revelada antes, Luna Pleine, esteve passando por uma depressão pesada após não ter resistido aos eventos sobrenaturais que viu uns anos atrás, então, Luna Nouvelle (uma mulher menos musculosa, e com curvas melhor definidas no corpo, e com cabelo mais longo, mas com a mesma estética de roupa) decidiu se preparar para se vingar daquilo que fez tanto mal a sua irmã mais nova.
 Ela não tinha nada além de uma mochila com salgados, um energético 49 horas e uma espada de plástico que ela pôde arrancar. Saindo de sua casa, ela se encontra com o Muramasa, com sua yukata aberta e os olhos de sol ainda ardendo com o seu poder, e ela tenta golpeá-lo com força, usando a sua espada de plástico.
Luna Nouvelle (gritando alto): Isso é pela minha irmã!
Muramasa: Hã?
 Luna ficava assustada, ela jurava que monstros tinham a mesma durabilidade que humanos e não eram poderosos. Um ato como aquele era pior do que um suicídio, mas o Muramasa tava confuso demais para algo como aquilo, e ele ria.
Luna Nouvelle: Qual é a graça!?
Muramasa: Você acha que pôde bater em mim com um brinquedo em forma de uma arma que só é eficiente contra um humano sem armadura?
Luna Nouvelle: Bem... Bem... quem é você? Minha irmã tá sofrendo porque viu bizarrices como você, eu preciso resolver isso.
Muramasa: A culpa não foi minha pela mente frágil dela, mas bem, eu sou o primeiro monstro a existir aqui, e sou um mentor da Terra, já tive centenas de discípulos e amigos, e bem, eu desisti da minha aposentadoria, meus irmãos e meu pai estão de bem comigo, as bruxas tão pouco se fodendo pra mim, mas ainda acho que tenho que resgatar muita coisa que perdi nesse planeta, inclusive, planejo ir ao mar, mas antes, talvez eu precise de uns colegas para me ajudar. A minha elite tá de férias, um outro tá na dimensão do meu pai, que eu prometi não entrar lá até terminar os meus afazeres, e também uns mais novatos resolveram ter uma vida feliz, vou respeitar até eles me chamarem. Quer se vingar do sobrenatural? A gente vai ter que te tornar sobrenatural.
Luna Nouvelle: ... Oh, mas como você vai me tornar isso?
Muramasa: Eu tenho de tudo, tenho armas, tecnologia literalmente de outro mundo, magias, veículos que são proibidos em metade dos países, patrocínios e sou amigo de mentores de outros planetas. Você tem milhões de opções!
Luna Nouvelle: Oh... Eu quero todos.
Muramasa: ... Certo, mas é claro, você pode levar sua irmã, eu posso consertar ela no caminho.
Luna Nouvelle: Certo! Obrigada, senhor...
Muramasa: Muramasa.
Luna Nouvelle: Obrigada, senhor Muramasa, eu te devo, eu te devo!
 Ela o abraça enquanto terminava de falar.

Continua???

Projeto Dream, episódio 47

> 17/05/2255; espaço sideral; Universo 255-P
 Lykos, Staryo, Ancio e outros 7 magos espaciais do planeta prateado estão ainda explorando o planeta estranho que eles descobriram tão de repente, Sean e Rewop estão aproveitando as bizarrices do sistema de Proxima Centauri, e o planeta Stereo está avançado a um ritmo muito acelerado. Dragondorf e sua turma não retornaram ainda, e Muramasa só deixou umas ligações e torpedos por superfone (o telefone cósmico), e ele está há muito tempo na Terra ultimamente, buscando por mais relíquias que ele perdeu naquele planeta que chamam de tímido ponto azul no universo.
 Charles esteve ao lado do Dragondorf nessa viagem que o "Dorf" estava chamando de férias, e visitando diferentes áreas para estudar mais aquele planeta caso ele precise voltar e, entre os detalhes que ele anotou, em seu pulso celular esquerdo (uma prótese no braço com as mesmas funções que um telefone celular de alta tecnologia), as seguintes coisas:

  1. a rua que está o restaurante no qual Dragondorf e seu grupo se hospedaram se chama Rua Charles Raton, da cidade Stanly, do país Ursh'gar, no continente de Hawtália, a cerca de 41° ao Norte, e 71° ao Oeste. O restaurante se chama "Sua Eterna Recompensa" ("Yar Etern Revarde" no inglês estereano).
  2. as ruas são pavimentadas para poder caber duas mãos e dois acostamentos, as calçadas são perfeitamente brancas em cidades grandes como Charles Raton, e as casas são amarelas, as lojas são de tijolos vermelhos, cozidos, perfeitamente encaixados, com letreiros azuis bem aparentes, e os prédios são pretos com janelas brilhantes. O maior de todos no país de Ursh'gar chega a 370 pés de altura.
  3. e as televisões nesse mundo são bem populares, com VHS's e pen-drives atualizados para diferentes tipos de apresentações já conhecidas em cerca de 5 sistemas planetários, incluindo o sistema solar.
> Albuquerque, Novo México.
 Naej e Tifanny foram rever o castelo de cristal para ver os seus amigos e, pelo que descobriram, o Brigadeiro foi embora e, quando Haraniku e Félix foram viajar lá, não era o planeta Coração (onde Brigadeiro diz ser original de lá), mas sim uma outra dimensão, então, Tifanny pega as poções do laboratório, Naej prepara as suas armas de mercenário e o celular de pulso que a Tifanny inteligente fez, e eles se preparam pra resgatar os três.

> Lille, França.
 Muramasa chegou à cidade de Lille, na França, sabendo que tinha um ninho de vampiros tramando um plano muito suspeito. Explorando os esgotos da cidade, ele encontra áreas limpas das nojeiras de um esgoto comum, mas ainda com sangue, runas e números espalhados pela parede direita, e uma fórmula matemática e computacional muito semelhante ao código fonte de um túnel do tempo: t1 - t2 = d; t1 = tempo de partida; t2 = tempo de saída; d = destino/tempo a ser deslocado, em horas; se: t1 < t2 = d negativo/avanço; senão = d positivo/volta.
Muramasa: Há! Pra eles terem anotado esse cálculo aí de forma tão resumida, eles devem só ter visto em algum computador e contado de orelha em orelha. Paff!
 Muramasa raspava a fórmula com seu pé horroroso de casco de porco, raspando um total de 0,2 mm de silício do chão onde estava a fórmula, e seguindo em frente, ele encontra uma caverna com todo o covil dos vampiros. A maioria deles eram carecas e feios, magros, não passavam de 1,65m de altura, mas os líderes (que eram 3) são altos, mais do que a Tifanny, têm o corpo definido, se vestiam com roupas completas e tinham um colar com um símbolo de Ouroboros azul. Muramasa via aquilo a hectômetros de distância, sem magia, sem extensão mecânica, só com seus olhos capazes de verem de tudo a 180° de ângulo.
Vampiro líder central: O tempo era uma vez uma força imutável, indivisível e imparável, e é o pai da Morte, uma vez que tudo que passa do seu ponto morre, decai, e some, mas agora, tudo isso vai mudar, porque nós temos agora o acesso ao Poço de Dynamo, e então, nenhum homem irá impedir a nós de governarmos esse mundo idiota!
Muramasa (falando baixo): É motim!
 Muramasa saca sua espada e abre sua yukata, preparando sua chuva de flechas, e os vampiros olhavam para ele assustados.
Vampiro líder esquerdo: Você de novo!?
Muramasa: Como se eu estivesse ocupado o suficiente caçado vampiros pra vocês lembrarem de mim.
Vampiro líder central: Vamos te capturar, e então iremos conversar mais.
Muramasa: Ah, sim, só partir pra briga ficar sem graça.
 Os vampiros avançavam contra Muramasa, que dispara todas as flechas douradas que ele preparou, fazendo um massacre explosivo como TNT, e mesmo não acertando todos os vampiros pelos tiros, os escombros quebrados esmagavam os vampiros sobreviventes, restando só os vampiros líderes - os mais fortes.
Muramasa: E então, vocês me capturavam, e conversavam do que?
Vampiro líder direito: É... É... O que?
Muramasa: A ideia era vocês capturarem o primogênito do que um dia seus prostitutos vagabundos idolatravam, mas aí que vocês veem que fazer isso é como apagar o sol jogando água nele. E...
 Um vulto aparecia, em forma de um humanoide gigante, corcunda, navegando nas paredes da esquerda até a central do fundo, assustando Muramasa. Ele olhava para os lados para saber onde aquela sombra estava, um dos vampiros tenta fazer uma emboscada e atacar Muramasa distraído, mas Muramasa, como um contra-ataque, virava para aquele vampiro, e queimava aquele monstro com sua presença cheia de raiva flamejante.
Muramasa: Covardes, acham que estão num R.P. mal-feito, pra um bicho mais forte do que vocês apanhar pra uma coisa besta!?
Vampiro líder esquerdo: Por favor, desculpa a gente! Nós não queremos admitir que você é mais forte!
Vampiro líder central: Larga a gente, essa entidade tá além do que somos capazes!
Muramasa: Além de vocês... finalmente algo novo pra mim agora.
 Muramasa olhava para outro lado do covil, e tinha um vulto em concunda de novo, dessa vez revelando um imenso bico pontudo e liso, e "abrindo um olho", com um círculo de luz na altura atrás do bico. Era realmente estranho, e Muramasa começa a sentir uns flashbacks na memória, com uma figura formada por corvos de escuridão. Ele ficava confuso, mas olhando para os vampiros fugindo num Poço de Dynamo, ele volta a si, e destrói um dos vampiros líderes junto com o Poço de Dynamo, prendendo o vampiro que restou para sempre seja em qual época aquele ser parou.

> ???; Multiverso.
 Pyrman esteve viajando em ainda mais lugares no multiverso, conhecendo mais e mais versões de si mesmo que também escolheram sair de seu universo, para poderem explorar mais mistérios que o seu pai, Amon - presente em todos os universos, dividido em infinitas dimensões -, ao ponto de, a partir de uma energia metálica moldável daquele vazio, de infinitas cores, que se enrijecia no calor, as versões do Pyrman construíram uma grande nave em forma curvada como uma ferradura e pontuda como lâminas de alta precisão, ou como o Albegama dos Hematons.
 Aquela fronteira do universo não parecia suficiente, mas eles viam que não podiam ir tão longe assim por muito tempo, então, eles levavam suas versões para cada universo, e voltavam para suas casas, e o Pyrman 890-α, o último a embarcar, é quem fica com o barco mais próximo de seu território natal.

Continua>>>