> 25/08/2255; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
Um demônio que saiu do Tártaro acabou por se unir com Xim, um demônio do medo que tinha sido colocado no Castelo de Cristal há muito tempo, assim aumentando seu poder e, rompendo a prisão, chegava a atravessar o castelo, os animais fugiam, e o Nevoagão que mora naquele castelo salva boa parte deles. A maioria dos animais lá, principalmente os mágicos, não tinham medo suficiente para dar força àquela criatura, que manteve o poder de Xim.
Esse ser era mesmo perigoso, ao ponto de romper os cristais do castelo de cristal de Tifanny e Naej, o caso vira notícia e, mesmo o Nevoagão e o Félix sendo fortes o suficiente para enfrentar esse monstro, não era o suficiente. Soldados castariões e um tanque com 3 balas de mythril são enviados para o combate, e os soldados machucam, enfraquecem e danificam aquela coisa, mas boa parte dos soldados são perdidos, uma linha de soldados inteira se encarrega de incendiar o inimigo, o fato daqueles soldados não terem medo algum só tirava as resistências desse ser.
O tanque disparava as 3 balas, que tiravam terços inteiros do inimigo, e enquanto o pessoal finalmente tinha se evacuado da área, alguns dos quarteirões mesmo assim foram rompidos, assim como a rua, metade dos veículos dali e todo o caminho que esse ser passou, do deserto onde fica o castelo até a cidade, foi esmagado por esse ser, mas também leva poucas horas para consertar, mais rápido até mesmo que o Japão é capaz de fazer.
> 26/08/2255; espaço sideral.
Otasha Misarabua contata uma região específica, parecida com um planeta bem quente e seco, que eles poderão encontrar uma imensa variedade de vantagens para ela e seu grupo. Tifanny e Naej até aceitam ir com ela, mas primeiro eles compram algumas roupas, para não ficarem com as mesmas roupas de sempre e também para terem uma proteção melhor.
Após isso, eles vão ao planeta, e encontram uma civilização considerável, com casas bem altas, pessoas andando na rua normalmente com roupas que cobriam eles bastante, para evitar a exposição excessiva do sol e proteger a pele da desidratação, e eles passam um tempo lá para conhecerem esse planeta e, consequentemente, conhecerem amigos e recursos novos de lá.
> Osakira, Japão.
Piccu e Yuri estiveram conversando em uma sala particular sobre o que eles já encontraram.
Yuri: Realmente é impressionante o quão bom você é com coisas paranormais.
Piccu: Na verdade eu sou bem... normal, com essas coisas eu até pareço bom, mas vendo o que você é capaz de fazer, você também foi ótima, você tem equipamentos, magia, uma pequena empresa pra operar, e esse celularzinho então, porra...
Yuri: Entendo, quer um cafezinho?
Piccu: Sim, o café de vocês é ótimo.
Yuri: 0556, prepare o café e traz para o escritório do terceiro andar.
Piccu: E... como estão as pesquisas sobre essas coisas?
Piccu mostra uma foto da área devastada que sobrou do Camboja, assustando Yuri por pouco tempo, enquanto isso, o drone 0556 aparece com um café em copo de papel marrom escuro de listras brancas, com 5 gramas de açúcar e 10 gramas de canela, diluído no leite. Eles conversam mais um pouco e, chegando a lugar algum com a conversa, a Yuri só manda os robôs arquivarem a foto para terem uma pesquisa mais precisa a fora, enquanto ela e Piccu vão embora descansar.
> ???; Multiverso.
Alguns universos estavam se interligando ou até mesmo se colidindo, formando quebras na realidade que ocorriam como uma explosão, aquilo podia destruir os universos colididos ou formar universos híbridos entre os interligados, o Universo 255-P está indo completamente em direção do Universo 225-P. Pyrman e Piut'mvo saíram pelo multiverso com outras versões do Pyrman na Grande Nave Pyr para uma expedição, mas vendo aquilo, eles se sentiram na necessidade de fazer alguma coisa para impedir aquele ocorrido, e então, Piut'mvo lembra da Albegama, e pede para Pyrman resgatar aquela arma. Ele consegue em menos de 2 minutos, tempo o suficiente para os universos ficarem cada vez mais próximos dali, e Piut, pronto com a arma ligada a uma pedra filosofal e seu braço mecânico, ele dispara um ataque cósmico tão elevado que partia o Universo 225-P em pedaços, e fragmentos se anexavam no Universo 255-P, enquanto o feixe que continuava queimava também outros universos, como o Universo FFF5. O que será que esses fragmentos causarão ao universo central? Vamos descobrir!
> geral, planeta Terra; Universo 255-P atual.
Tifanny e Naej não morreram como em 225-P, mas apanharam bastante do Campeão, e Mally, Melly, Milly, Molly, Mully e M5lly sentiram leves memórias de terem se encontrado com aquele monstrossauro imortal, incluindo um evento que Vitanos lutou contra esse tal ser. Enquanto isso, Campeão também sente memórias estranhas, que não ocorreram no universo hibridizado mas apareceram na mente dele como um Efeito Mandela, de uma eternidade que ele passou em um looping temporal artificial, e devido à união de coisas que um universo tinha, mas o outro não, Haraniku esteve menos sozinho, e por isso, ele sempre está acompanhado por magos alienígenas ou pelo próprio Venros, e também pôde socorrer de sua maldição mais cedo, separando-a e tornando-a em uma entidade à parte, chamada de Negariku.
Outros eventos que se misturaram nesse universo "contaminado" pelo 225-P incluem as lutas do Campeão contra os mantis de Bl'shgar, a alteração na destruição do Camboja, como se, entre as lutas do Campeão, ele enfrentou também o Percursor da Guerra, uma luta que resultou na quase morte de ambos e a destruição da cidade de Phantom Penn, onde ambos estiveram, com uma bomba de calor.
Porém, por serem pequenos pedaços se anexando em um universo inteiro, o Universo 255-P se sobrepõe nessa hibridização.
Continua>>>
Boas vindas
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
05/11/22
Projeto Dream, episódio 67
Tempus Fugit
Muramasa e seus colegas visitam John Parker na cadeia, e eles conversam um pouco no parlatório, principalmente o Tankanar.
Tankanar: Poxa, cara, por que você tá aqui? Cê sabe que o presídio é um péssimo lugar pra ficar, a comida é péssima e você apanha dos outros caras dependendo do que você fez.
John: Não se preocupa cara, se eu não tivesse me denunciado, só eu ia ser perseguido, afinal o Muramasa disse pra eu não aprontar sem os Trajes de Combate Tarântula, e conforme o tempo passa, a fiança reduz, e os advogados vão agir.
Tankanar: Não vou admitir isso, vamos achar um advogado por nós mesmos pra te livrar!
John: Chama a Dominique pra isso, ela sabe bem o que fazer.
> Lille, França; Universo 255-P
Enquanto esse grupo resolvia o caso, Luna Pleine e Luna Nouvelle estiveram pesquisando coisas sobre monstros, aliens e vampiros, principalmente vampiros, elas achavam que seriam criaturas belas e poderosas, mas na verdade todos aqueles contos de fadas e filmes adolescentes eram uma mentira que foi conservada só pelo entretenimento, vampiros são criaturas frias, cruéis, estúpidas e covardes, idólatras a figuras que ninguém sabe, mas costumam ser avatares pessoais de Amon, Poora e Pahapayar, algumas das entidades mais relacionadas ao que eles fazem.
Amon é a escuridão da qual eles dependem para sobreviver, a Poora é todo o sangue e violência que eles consomem, e Pahapayar é o mais puro caos, o que desde o começo da civilização foi associado a começo, fim e ciclos, e para os vampiros, o caos é uma força inevitável e cruel, e que se o caos quiser o fim de uma facção ou da raça inteira, isso não seria um problema romantizado pelo fatalismo, mas sim mais um passo para a apoteose de seu povo.
Para os humanos e a maior parte dos monstros terrestres, os vampiros são uma imensa praga na Terra, e depois que lobisomens foram aceitos na sociedade ninhos inteiros dessas coisas foram dizimados por completo, já que além da luz solar decompor a carne deles, e o fogo destruir ainda mais a composição biológica das suas células, causando um efeito degenerativo, monstros como lobisomens têm força suficiente para destruir vampiros mesmo sem armas fortes, além da presença de prata – um elemento fundamental para caçar vampiros – nas suas garras e uma saliva alcalina o suficiente para derreter eles. Danos muito grandes, como decapitações e destruição do coração podem neutralizar os vampiros, embora que só a destruição de 80% do corpo pode aniquilar um vampiro alfa.
Com isso em mente, as irmãs Luna resolvem caçar algumas dessas coisas, esperando que conseguiriam ser reconhecidas por esse feito, e com pequenas armas, incluindo balas de prata e estacas afiadas de plástico, elas saem para a floresta, elas andam, andam, e encontram nada. Andando, andando e andando, encontram nada além de gramado e ciprestes, então, elas esperam, e esperando e esperando alguns minutos, elas encontram farfalhadas de tons muito finos, como morcegos, porém imitados em um falsete humano. KEE! KEE! KEE! KEE!
L. Pleine: Fique perto de mim! Ele deve estar perto de nós.
Elas estavam tão concentradas nas trissadas que nem se tocaram em outros sons, como passos, o vento mexendo as folhas e árvores, e até mesmo uma víbora esgueirando por alguma presa, que até pica a canela de Nouvelle, que, tirando forças de onde não sabia que tinha, esmaga a cabeça da ofídia, e Pleine, por instinto, atira no corpo que sobrou do animal. Enquanto isso, trissadas continuavam, e a criatura se aproximava.
Vampiros saltavam nas duas, mas Pleine, ainda com balas na arma, matava os 3 que estavam ali, eram 3 vampiros da classe inferior, ou seja, daqueles menores, mais fracos e sem pelo nenhum, e então, antes de tudo, Luna Pleine pega as estacas para, assim, arrancar as cabeças daquelas coisas, e levar elas junto com a Luna Nouvelle, que estava sofrendo muito.
Aquilo era para ser uma notícia pelo feito de conseguirem caçar vampiros, mas na realidade elas viraram notícia porque quase morreram na floresta, e ainda viraram meme na internet francesa, Muramasa vê umas imagens disso (os memes fluíram tão rápido quanto a imprensa) e vai para lá, mas como ele tá cansado de usar magia e sair voando pra lá e pra cá, então ele só pega um avião e vai.
> 21/08/2255.
Muramasa visita Nouvelle no hospital, ela não parecia estar nada bem, afinal, ela foi envenenada antes mesmo de se encontrar com uma praga antropomórfica predadora de humanos.
L. Nouvelle: O que você veio fazer?
Muramasa: Nada além de te visitar.
L. Nouvelle: Por que você simplesmente não vem aqui e me cura?
Muramasa: Bem, você já tá restaurada do veneno, e só precisa repousar.
L. Nouvelle: Poxa, mas só uma magia de cura!
Muramasa: Olha, eu tô cansado de coisa mágica, só quero descansar. Enfim...
L. Nouvelle: Poderia me levar um refrigerante? Tem numa maquininha perto, não posso andar até o soro completar.
Muramasa aceita, e dá a ela um refrigerante da Paws, sabor Chocolate Amargo.
Muramasa: Foi o mais barato que achei, não sei se você ia gostar.
L. Nouvelle: Ah, é bom, é tipo um chocolate quente só que gelado, ou chocolate gelado líquido.
Nouvelle bebia o refrigerante, enquanto isso Luna Pleine reaparece mexendo em seu celular (um iloPhone XV Pro), e eles ficavam conversando por um tempo.
Muramasa: É, não valeu a pena ter ido pro mato caçar vampiro, porque não basta equipamento, precisa de força e quantidade.
L. Nouvelle: Poxa!
L. Pleine: Quem sabe se a gente tivesse magia a gente teria ido melhor.
Muramasa: Querem aprender magia?
Continua>>>
04/11/22
Star Runner 88
> 18/08/2255; A Máquina; Universo 255-P
Senhor Stanley está em mais um dia de trabalho, fabricando Plambers na fábrica da Vegsir com seus colegas, nesse dia estava lançando uma moda de fazer aparelhos vermelhos e azuis, e no caso, o projeto que o chefe e os gerentes decidiram para adaptar o plambers à moda espacial de agora é o seguinte: Agora a base do plambers tem de ter vermelho na área do rádio, e azul na área de trás, com o cabo em um tom diferente de azul, com a ponta esponjosa rosa choque.
Enfim, algo no espaço-tempo tinha emergido no meio da galáxia, e puxado incontáveis coisas para mais perto do buraco negro que roda a Via Láctea, e as perdas só foram reduzidas devido à intervenção rápida de 02, 03 e 07 para desfazer a anomalia que estava consumindo parte da realidade. O conceito de narrativa que separava o omniverso de outras narrativas estava se corrompendo, misturando esse universo com a sua época em que ele era uma mera história em quadrinhos.
Stanley estava muito assustado com o evento, já que tinha tremido a fábrica em que estava, com um acidente que o fere e, depois da intervenção, ele teve de ser hospitalizado, enquanto isso, o Vegsir RBP foi revertido a algo que foi lançado antes da moda dos eletrônicos vermelhos e azuis, já sendo uma relíquia de colecionador, enquanto isso, a moda nessa linha do tempo alterada é fazer aparelhos metalicamente brancos com algumas áreas em azul translúcido, e então, temos o modelo Vegsir W000 (lido como Vi'shír Dábliu Mil). Esse modelo, dessa vez nesse momento na realidade, é o produto que está na moda, ao preço de 15 fixitaus, enquanto um Plambers comum, nos mercados mais baratos em Batatt, Marte e algumas estações espaciais como SB-129, custa 10 fixitaus e 5 denários de fixitau. Fixitau, moeda essa, vale US$ 4,55 cada unidade completa, enquanto os denários valem 10 centavos de fixitau, e asses, 1 centavo cada, embora não tenha moedas de 1 asse. Tem tanto em dinheiro físico quanto em conversões de moedas (incluindo bitcoins e Kristaler - segunda opção essa valendo F$ 25.659,4,3).
Enquanto isso, em outras fábricas, Tamafones têm subido os preços devido aos prejuízos no mercado, seja a perda da matéria prima ou dos Tamafones prontos, então, o que era para ser F$ 4,9,9 em lugares como o planeta Stereo, agora custa no mínimo F$ 11,9,9. Além disso, alguns tipos de entidades e espécies foram alteradas, como novas espécies de espíritos tendo existido em diversos planetas, espécies terem sofrido mudanças pequenas, como algumas na biosfera terrestre, e também algumas, como os gravitares, foram apagadas da existência.
No hospital galáctico gratuito de Zeta Antila, Stanley teve seus ossos consertados em 1 minuto e as feridas cicatrizadas graças aos médicos batattianos, além de ter seu corpo relaxado e livrado de toda dor no Programa Fênix.
Fim?
Porta Pra Outra Dimensão
Naej: Sim, eu tava com muita saudade de você, 'Tasha.
Otasha: Ah, o prazer é todo meu.
Tifanny: Bem, por que não a Isa e a Ju?
Otasha: As duas são meio mal-agradecidas com o que eu mostro, e a Julie não larga do meu corpo. Eu não vou me vestir como uma escrava só pra manter tarado longe.
Naej: Como assim escrava?
Otasha: Aquelas roupas, de hijab e burca, é rouba de escravo em Hélio e Proxima Centauri-A.
Tifanny: Bom, o que a gente vai fazer?
Otasha: Muita coisa, sério. Vamos ver uns esportes, caçar umas coisas alienígenas e vender materiais raros.
Naej: Falăndo nisso nişşo nisşo nisso...
A realidade começava a buggar, a nave onde os três estão sofria uma turbulência mesmo não tendo gravidade ou matéria para interromper a viagem, e os Portões de Partida param de ocorrer, e eles param em um lugar que parecia um grande rascunho.
Otasha: Oh, droga, outra anomalia narrativa.
Naej: O que causa essas anomalias?
Otasha: Quando uma história é muito longa e tem falhas na sua escrita, ocorrem anomalias narrativas, elas se consertam sozinhas a longo prazo, mas há algumas que puxam o universo para mais paradoxos... Resumindo, são furos de roteiro e erros técnicos da narrativa.
Naej: Ah, bom...
Tifanny: Onde estamos?
Otasha: O que parece ser um passado distante, dentro do presente.
Naej: Isso... não era pra fazer sentido, né?
Otasha: Por isso que é uma anomalia cósmica, ela não está obedecendo a natureza mundana e de senso comum terrestre. Esse passado, é como um universo paralelo.
Naej: Eu sabia! A nossa cosmologia tem versões e ciclos!
Otasha: Exatamente.
Eles andam pelo ambiente, e era preto e branco como um desenho inacabado, Tifanny até pergunta se era o Tempo de Dynamo que estava agindo dessa forma, mas Otasha diz ter certeza de que não havia nada de errado.
> Preboot, Anomalia narrativa.
Eles veem uma versão infinitamente mais simples de Albuquerque, não é como a cidade de 2017 a 2022, mas em aparência parecia mais uma favela com prédios muito grandes, ainda pacífica, o céu era vazio, não claro, nem limpo, simplesmente vazio, sem nuvens, sem cor, Tifanny, Otasha e Naej se viam com menos cores como o cenário, como parte da luz daquele mundo, mas ao mesmo tempo não é porque o ambiente estava os consumindo, tanto que eles ainda se viam tridimensionais, com a aparência ainda boa.
Eles conseguem comer alguma coisa na Dragoon Snacks dessa realidade, o Dragom, bem mais forte e com roupas de couro, não reconhecia eles como diferentes, só a Otasha era a diferença, mas isso não importava. As comidas não faziam diferença no corpo deles, é só como se eles comecem ar, e mesmo eles pagando com dinheiro digital, não fez diferença nenhuma no bolso deles, como se tivesse pego um cashback, aquilo não fazia sentido.
Eles tentam sair o máximo possível, mas conforme eles passavam pelos prédios, a cidade mudava, e eles se perdiam, como um labirinto giratório que sempre vai criando novas paredes.
Tifanny: Tive uma ideia!
Tifanny usa uma magia de espaço-tempo para teleportar, e ela e os dois acham a nave a qual usaram para pousar naquela dimensão, e quando eles iam sair, o lugar começava a se quebrar, enquanto o céu se fechava ainda mais, como se aquilo não fosse só um espaço acessível. Por sorte, eles saem daquela dimensão, mesmo com uma asa quebrada da nave e uma grande descarga elétrica, além deles sentirem seus poderes drasticamente decaídos.
> 24/08/2255; Nova Lander, planeta Stereo.
Os três estão de volta ao espaço normal e, para se recomporem, passam pelo mesmo hotel no planeta Stereo que eles passaram meses atrás, e conseguem um apartamento novo (já que a Otasha cancelou a moradia antiga após sair dali e pesquisar mais), e eles conseguem um espaço bom para se confortarem. Eles passam alguns dias, enquanto para a Terra passou menos de uma semana, e durante um tempo o Naej estuda o Plambers com a Otasha e a Tifanny lê o almanaque de esportes alienígenas que a Srta. Misarabua ainda carregava, e com isso eles descobrem o que podem fazer já no planeta Stereo, e dão uma volta por lá.
Viajando no planeta Stereo, eles encontram umas ruinas nativas de lá e, entrando por lá, eles encontram um templo de tijolos castanhos de barro bruto, seco pelo sol e pelo tempo, ainda resistente como rochas frescas, e por dentro era bem simples. Tinha corredores, no andar mais alto – o quarto andar, e o primeiro a ser acessado devido à escadaria – tinha cerca de 140 metros quadrados e um perímetro de 105,6 metros, e armadilhas ativadas a fio que, só de cortar alguns fios com flechas de gelo de Tifanny, ou queimar com pontas de fogo do Naej, já ativavam aqueles aparelhos.
Animais que eram para fazerem parte das armadilhas morreram de fome e foram mumificados ali mesmo, e por isso, armadilhas que soltavam animais jogavam corpos duros, menos os morcegos de 3 cabeças que tinha lá, que se alojaram no lugar como uma caverna. Isso se repetiu em alguns lugares, até eles verem escritas antigas, com pinturas de seres humanoides, mas com cabeças de cachorro e caudas felpudas, em um traço mesopotâmico, incluindo um mastim quadrúpede enfrentando uma serpente com chifres e asas (aparentemente um dragão).
Aquela exploração estava valendo muito, afinal, eles acabaram de encontrar algo novo, mas historicamente muito antigo e primordial, e eles tiram fotos do lugar, com flashes e zooms nos registros do Tamafone, e dão uma descansada de 1 minuto exato naquele templo, e quando vão embora, espíritos de aparência vermelha, mãos com garras pontudas e olhos irritados apareciam atrás deles.
Naej: O que é isso!?
Otasha: Uma espécie rara de entidades, a gente precisa de uma emboscada, eu tenho um plano. Vocês vão pra esse lado, deixem comigo!
O grupo se separa em três lados, Naej e Tifanny só ficavam 30° de diferença da direção, mas ambos vão para o que julgam a esquerda, e Otasha vai em 89° para a direita, e então, com as entidades se dividindo, 3 indo para o Naej, 2 para a Tifanny e 4 para a Otasha, que saca uma caixa espectral de acrílico dourado (uma caixa de 15 x 10 x 5 cm³, feita de acrílico com tubos de chumbo e blindagem de ouro, ótima para selar fantasmas), e depois, Tifanny e Naej corriam dos fantasmas até que ambos se encontram, se jogam num buraco e, virando os fantasmas contra eles mesmos, se colidindo e, por burrice daquelas coisas, eles começam a brigar, mas 1 deles ainda nota Tifanny e Naej, que fogem ainda correndo na lama até subirem de volta ao gramado e se encontrando com a Senhorita Misarabua, a própria faz um círculo de sal com 10 cm de raio para prender a coisa, o bicho entra e é aspirado pelo círculo, se transformando num desenho no chão.
Otasha vende os espíritos que ela capturou e consegue 400.000 créditos hawtalianos (um equivalente a 1 bilhão de reais) em notas de 200 créditos, e vai com Naej e Tifanny para um mercadinho comprar salgadinhos, e o que eles mais compram é Tonish (um pacote simples de batatas chips aceboladas com temperos que são inexistentes na Terra, mas muito comuns em planetas alienígenas como Stereo, Batatt e Hocerti), e eles comem aquelas batatas e... era uma delícia!
Depois disso, eles saem pra repousar mais uma vez, e eles vão demorar pra voltar.
Continua???
02/11/22
Aranha Robô
Ainda no universo normal, John Parker voltou à cidade onde ele nasceu, cresceu e ganhou poderes pelo acidente mutagênico, no Hospital Memorial de Mimbres, que deu poderes às pessoas da cidade que estiveram pesquisando por lá, incluindo os ancestrais de John e sua mãe. Nesse caso, ele está revisitando a cidade, revendo o hospital, salvando pessoas, animais e robôs, e combatendo crimes, que lá eram bem simples e pequenos.
Porém, ele primeiro aparece em uma palestra a favor dos robôs, mas o palestrante não parecia ter credibilidade em conseguir defender os robôs, falando das leis da robótica, sabendo que essas leis tiram os direitos dos robôs à defesa pessoal ou até mesmo implicam que todos os robôs deveriam ser escravos de humanos, e também ele falava sobre robôs não terem alma, o que mesmo estando correto, é ofensivo falar isso na frente de um robô do jeito que ele estava falando. O nome daquele homem era Hawk Deckard, e ele estava sofrendo vários xingamentos de robôs conscientes (aqueles que têm programação suficiente para pensarem por si próprios, tipo o Vitanos) e ciborgues (humanos e monstros com várias modificações tecnológicas).
John decide interferir, voando com sua teia para um mastro próximo do papel de parede atrás dos palestrantes, e com suas mãos adesivas e botas magnéticas, ele ficava agarrado que nem um macaco.
John: Você milita pior do que um direitista brasileiro, hein?
Hawk: Cala a boca, moleque de idiota! Você é robô? Você não é robô, então saia!
John: Cara, tu é organicista?
Hawk: Neh, nah... não! V-v-você não é robô! Logo, você não tem direito de defender robô!
John: Nunca podia estar mais errado, se eu não sou uma minoria, eu não deveria é ofender uma minoria pela minoria, no máximo pelo indivíduo, e não que eu não posso defender, senão, isso só implica que pessoas boas são racistas e de outros tipos de intolerância.
Hawk: Seu... seu esquerdista de merda! Democrata!
John: Você acabou de se assumir anti-democrático, não tem mais partidos republicano e democrata nos Estados Unidos desde a queda de Nova Iorque em 2141.
Hawk Deckard ficava cada vez mais sem argumentos e mais difamado, e policiais apareciam, batem no Hawk e o levam embora. John Parker vai para outro lugar, dessa vez um museu de história alienígena, ele via coisas exóticas, como fósseis de alienígenas como os Cordados de Bronze (animais de um planeta não muito distante na Via Láctea, que tinham ossos de cobre e a carne composta por carbono e água), relíquias do mercado espacial, como alguns modelos de telefones alienígenas antecessores ao Superfone e Tamafone, cardápios de restaurantes antigos alienígenas, como a Pachinko's, e algumas peças tecnológicas alienígenas que estão sob estudos, como uma cabeça robótica de uma civilização desconhecida, cogitada como os reais construtores da máquina criadora de hiperjoias (usada pela G.A.H. para criar joias planetárias e lanças quadridimensionais). A cabeça de robô parecia com um capacete de armaduras de versões antigas do Homem de Ferro, porém velha, ela ainda é prateada e bonitinha, mas tem erosões que não foram retiradas pelo grupo do museu, John coloca o capacete e liga as lentes eletrônicas para conferir os materiais.
John: Lente eletrônica superior direita, modo de análise molecular.
Conferindo o capacete, tinha boa parte do capacete composta de titânio, um metal bem resistente a pressão, cortes e algumas substâncias, com uma camada de ouro atrás, provavelmente para alguma proteção química maior, além da longa durabilidade ao tempo, além de servir como uma cota de malha, e tinha uma crânio ainda dentro, que chama a atenção de John Parker, já que o crânio, além de composto de cálcio e fósforo, com restos de alguns metais em quantidades pequenas demais para serem identificados, embora dê para deduzir que é ferro, cobre e zinco, também tinha um formato perfeitamente humanoide.
John: Que diabo é isso? Um capacete de armadura desconhecida encontrada no Novo México, acreditam que possa ter sido um deus astronauta, isso é, um ancestral alienígena na civilização humana. Encontrado no dia 4 de Maio de 2254, poucos dias antes do museu ser fundado, e hoje é o símbolo daquela cidade... Coisa estranha.
Um dos robôs seladores do museu avisa John Parker que não é seguro mexer com isso, já que a cabeça de robô poderia falar de repente, aí John duvida, já que não ocorreu até agora, mas o robô, não só fala em um tom grave e sonoramente robótico, como vozes artificiais antigas, assustando John Parker, que salta e se agarra em uma aresta entre duas das paredes do museu, o robô continuava falando aleatoriedades, até que ele começa a falar, "humanos nunca mais, somente máquinas, humanos nunca mais, somente máquinas". John Parker fica curioso e pergunta ao selador o que ele precisa para trabalhar.
Robô selador: Bem, como isso é muito complicado, é necessário 2 PHD's e 10 anos de experiência.
John Parker: Não pareço, mas sou formado em Logística e Entomologia, e faço umas expedições espaciais pelo Muramasa.
Robô Selador: Muramasa!?
John: Sim, 4 dias e 10 horas de caminhada humana daqui.
Robô Selador: Onde você mora?
John: Las Vegas, lá onde o Muramasa mora também, tenho colegas de trabalho e...
Robô Selador: Vou te levar pro chefe, a entrevista não demora.
> 24/08/2255.
A entrevista foi um sucesso, John Parker começou a trabalhar e estudar no museu, e mesmo não tendo nenhum doutorado associado a estudar coisas alienígenas, as capacidades sociais dele e o conhecimento tecnológico de nível 8 (da escala Narz, que vai de 1 a 10), ele pôde estudar os equipamentos normalmente. Ele decidiu estudar a cabeça de robô desconhecida por um tempo, e a sua tecnologia descobriu em menos de uma semana toda a composição do capacete (com uma camada fina de ouro, derretida e misturada no crânio num tempo aproximado de 20 a 15 anos no Carbono 14, e outra, bem mais firme, de titânio, destruída na área que vai do zigomático esquerdo até a área entre a parede do crânio e a órbita do olho do mesmo lado), e em mais alguns dias ele identifica os metais do crânio com segurança, vendo os metais que ele deduziu, e acertou, e o que parecia sobrar de um cérebro ainda no crânio.
Depois de sair do museu, ele foi tomar um café em um bar vegano, achando que ia ser o mesmo que um bar normal ou que nem bares veganos de outras cidades, mas os hipsters dali olhavam para o Johnatan Parker de forma muito estranha, como se ele estivesse indo assaltar o bar.
John: Não sabia que eu era uma celebridade aqui. Oi, gente!
O bardenter: Saia daqui, esse lugar não é para você.
John: Ué, mas bares veganos não são apenas bares com comidas puramente vegetais? Eu não adotei a dieta à toa, eu fiquei sedentário e comecei a engordar, então tava mudando a dieta pra adiantar tudo.
O bartender: Ah, você é vegano... Vem aqui, vamos explicar mais.
John Parker fica próximo do balcão, conversando com o bartender enquanto toma um café com leite de amêndoa e comia uma rosquinha macia de blueberries.
O bartender: Ninguém tá gostando da sua aparência, aqui em Meding já é uma tradição hipsters veganos terem de ter barba e pelos.
John: Isso dá pra ver por que a raça humana não evolui, mesmo racionais de que isso não faz sentido, vocês fazem.
O bartender: Ow, tenha respeito!
John: Você argumenta que nem um pai desnaturado.
O bartender: Ow, para, moço! Você veio aqui e xinga a gente?
John: Tenho mais do que direito, como obrigação, vocês me olham torto só porque de pelo só tenho cabelo, aí sou mó amigável com você, critico a burrice de vocês, que já tá compulsiva, e vocês me ofendem mais ainda.
Os membros do bar tentam capturar o John Parker vivo para bater nele, mas John Parker agarra a barba de um deles, e agarrando pela cabeça, ele o usa como um nunchaku humano, e começa a bater em todos os membros do bar e ainda joga o bartender pela janela, que estoura em cacos de acrílico. John Parker foge dali, e se denuncia pra delegacia.
Delegado: Por que você tá aqui?
John: Olha, eu só quis sair pra relaxar, mas... eu machuquei cerca de 30 pessoas, em uma briga de bar.
Delegado: Isso depende, você... teve um motivo pra ter batido naqueles caras? Alguém morreu?
John: Eu não matei ninguém, mas realmente, eles foram bem preconceituosos comigo.
Delegado: Vamos ver... crime de ódio, qual crime de ódio?
John: Eles falaram mal de mim, então... bodyshaming? Tipo, os caras me viram como algo errado, só porque não tenho barba. Isso conta como o que?
Delegado: Machismo e injúria, olha, você só tentou se defender, mas pelo jeito...
> 01/09/2255.
John Parker ficou uma semana preso, esperando o julgamento, enquanto os outros foram presos por 1 ano e o bar está sob investigação, ele foi demitido devido ao ocorrido, não querem alguém tão violento assim no meio do trabalho e também perdeu muito tempo de trabalho, assim não podendo mais participar, mas John Parker recebe uma carta da sua colega de trabalho, que diz que ele foi o melhor amigo em toda a vida dela. Cai uma lagriminha e John se sentia melhor, enquanto isso, formavam-se corvos da escuridão dos becos, e dali aparecia o Espírito dos Corvos, aquele ser está pronto para mais um experimento.
Espírito dos Corvos: É difícil ser interpretado em uma sociedade, porque para ser interpretado, as pessoas têm que gostar de você.
John: É, tá tudo bem, meus amigos ainda me amam.
Espírito dos Corvos: Porque eles te amam.
Espírito dos Corvos: Não é isso, na verdade, eu sou uma espécie de viajante no tempo.
John: Vou pra outro canto, vão achar que eu tô maluco.
Espírito dos Corvos: Fechou, eu vou com você.
John Parker sobe um grande prédio que tem instalado na cidade, e conversa com a entidade, afinal, se essa entidade está sendo tão de boa assim, certamente ela é confiável, ou pelo menos essa é a lógica que qualquer ser inteligente pensa pela primeira vez.
John: Bom, como é a sua viagem no tempo?
Espírito dos Corvos: Ela é bem simples.
O Espírito dos Corvos vai com John Parker para um mundo paralelo, chamado Tempo de Dynamo, eles se viam em duas dimensões, enquanto o tempo era invisível aos olhos humanos, e quando o Espírito avançava junto com Johnatan, eles iam avançando no tempo.
> 01/09/10.450; Universo desconhecido.
Eles aparecem numa versão alternativa de Deming, ainda nos Estados Unidos, em uma linha do tempo em que os humanos deixaram completamente a sua humanidade e se tornaram robôs violentos e poderosos, para colonizar todo o universo e terem máximo avanço, aquela linha do tempo estava separada das outras, como se só uma tivesse chegado a esse ponto, mas também nenhuma em específico, aquele ponto no tempo era considerado apenas... ele mesmo, como se, para evitar ao máximo que isso acontecesse com os universos normais, eles separaram esse evento de todas as linhas do tempo.
John: Taporra, onde estamos?
Espíritos dos Corvos: Esse é o futuro de onde veio a cabeça de robô, pode tirar fotos daqui, você provavelmente não vai parar aqui tantas vezes.
John saca bem rápido uma câmera de sua mochila e tira fotos e grava um vídeo do lugar.
Espírito dos Corvos: Sabe, viajar pro futuro não causa problemas, já que o futuro é só o que ainda tá para acontecer, e por isso que todas as linhas do tempo futuras são ligadas a cada universo individual, porque é uma divisão entre os eventos. E... não, viajar pro futuro não inverte a linha do tempo, senão, viajar para o passado tornaria o passado o seu futuro, e pra acessar o futuro você teria que ir pro passado.
John: De Volta Para o Futuro sendo refutado mais uma vez.
Espírito: E... mesmo que a linha do tempo se altere quando você viaja para o passado, você não vai causar um furacão que pra desfazê-lo você tem que matar o seu amigo.
John: Outra viagem no tempo que eu odeio.Espírito dos Corvos: Bem... eu sou uma entidade, mas eu me preocupo com você, com sua família, seus amigos, a família de seus amigos, eu me preocupo com a Terra, porque... é de lá que eu vim.
John: Pô, cara, tá tudo bem...
Espírito dos Corvos: E vai continuar tudo bem, eu farei o possível para evitar a extinção de vocês. Até mais, grande pequeno amigo.
E John Parker é enviado de volta a sua linha e época do tempo.
Continua>>>
O Futuro
A Beirada do Tempo é uma extensão do espaço responsável pelas leis mais importantes do tempo, como a Causalidade e a Probabilidade, e para controlar a Beirada do Tempo, é necessário alcançar o núcleo do tempo, também conhecido como Tempo de Dynamo, uma camada do espaço onde o tempo é maior do que o espaço, e com isso, as leis da física não são as mesmas, e com isso, é possível controlar o tempo.
> Ato 1
No começo das primeiras coisas
O tempo era apenas consequência
Quando as coisas duram, elas vivem
A morte é apenas uma consequência
Desse fim inevitável do que se chama vida
A morte não tem personificações
Ela só existe, ela não precisa de um corpo
A Mãe Trevas é sua protetora, embora não pense como ela
Tudo o que é vivo morre, tudo o que dura acabará
Nem os imortais restarão, e até a Morte morrerá
> Ato 2
Após as primeiras civilizações serem construídas, mesmo depois da destruição da Cidade Sem Nome, o controle do tempo foi uma tecnologia comum, e com tamanho descontrole das causas e efeitos na realidade, anomalias pesadas deformaram o mundo, e milhões de linhas do tempo se decomporam nesse evento, e por isso, Chandus, o Devorador, foi criado unindo forças primordiais capazes de entender e obedecer a esse ser, porém, com a ascensão da Máquina, a mente do universo, ele foi castigado pelo que os deuses o mandavam fazer.
Quando os deuses do Tártaro destruíram a criação de seus irmãos, e como castigo, caíram, e foram desprezados, muito mais do que aqueles que não fizeram nada, e foram lançados ao esquecimento, ambos condenados a criar para sobreviver. Lux Cypher, a estrela da morte, foi criado por Tiamat para lutar por ela, já que os deuses do Tártaro não podiam se mexer, não podiam atuar, e quando saiu ao reino da matéria, caiu como um meteoro, e em sua instabilidade, rompeu planetas e estrelas, seu poder, que era menor do que o de seus irmãos, agora parecia maior que o de Chandus, mas veio um mago, um mago esquecido pelas estrelas, que com seu martelo de Rubimanto bruto, golpeou lhe na cabeça, e o lançou de volta a onde saiu, e assim, surgiu o primeiro marechal supremo, o primeiro Thor de Asgard.
> Ato 3
Nahkriin foi o primeiro a não só controlar o espaço-tempo, mas se unir a ele, o segundo elemento fundamental do cosmos, após o fogo (todo o calor, toda a entropia), e junto à carne (os animais, o sangue e tudo o que age e pensa) e à pedogênese (o solo, o que nasce dele e a água que o banha). Com o acesso à Beirada do Tempo, as dimensões se tornaram poucas a seus olhos, seu corpo era apenas órgãos para sentir mais uma vez o reino pleno da matéria, e suas intenções de proteger o universo e os humanos vem puramente de sua humanidade, que restara da sua ascensão, afinal, o poder corrompia, mas não caso bem usado, e Nahkriin, um feiticeiro de longa data, não era estúpido de usá-lo de qualquer jeito, e parar abaixo até mesmo de Tiamat, Tiende e Testhos.
Baroneu Linério e Fusan foram os únicos que alcançaram a apoteose dimensional, sendo Baroneu aquele que alcançou após superar o seu ódio, e se desprender dos universos em que ele um dia já existiu, e Fusan se uniu com o elemento mais puro da carne: o Sangue, já que todo animal tem sangue, e tem vida animal de sobra no universo, e com isso, ele sempre irá renascer, com as mesmas memórias e poderes, e ao crescer, sempre terá o mesmo corpo de homem adulto, tudo para manter o nome dos Sanguinaris ainda vivo.
Fim?
01/11/22
Projeto Dream, episódio 66
> 14/08/2255; Osakira, Japão; Universo 255-P
Enquanto Yuri esteve fazendo uma comissão com seres de ilhas não tão remotas do Japão, na mesma cidade Piccu esteve com sua equipe de combate atual, com adição do Lungus, que depois de um tempo isolado resolveu sair também.
Lungus: Sabe, foi muito estranho a gente ter que ir numa terra isolada por água, eu tinha medo severo do mar por causa das coisas que eu tinha visto antes, mas vendo aqui, é uma coisa belíssima.
Delfim: Pra mim foi o contrário, eu vivi com medo da superfície, e me criaram na escuridão abissal, mas vendo aqui, é melhor que lá embaixo.
Lungus: Olha... eu via espíritos quando eu não tinha controle do meu poder, mas quando eu descobri aquela mistura que restaura a minha sanidade, eu não vi mais, mas estranhamente, eu vejo a... coisa, que você solta do seu corpo. O que ela é?
Delfim: Isso? Isso na verdade é um espírito guerreiro que me protege, ele é morte, ágil e se move bem na água, eu desenvolvi com o passar do tempo.
Lungus: Cara... Algum dia a gente irá achar mais desses.
Ivan, Enily e Lênia estão vigiando o porto onde estão os vulcânicos para ter certeza de que não houvesse nenhuma briga, enquanto também algumas enfermeiras homúnculos distribuíam vacinas para os Homo Drakul, e Piccu esteve com uns magos (descendentes dos alunos originais de Nahkriin) para ajudar numa pesquisa tecnomágica envolvendo artefatos mágicos, incluindo o que parecia ser um livro vivo. Aquela espécie se chamava Senhores Livros, e tinham uma forma de livros com uma cauda em forma de uma corrente com cadeado, peles de diferentes cores por dentro e por fora, e falam magias pelo mago. Tinha 7 desses Senhores Livros no laboratório, e eles ficavam conversando com o pessoal dali.
Piccu: Po, isso tá tão legal, acho que vou levar todos esses 7.
Monstro pesquisador 1: Tem certeza? Esses livros são agressivos.
Piccu: Deixa eu adivinhar, só vão ficar agressivos com a gente quando a gente deixar em casa com a gente? Bom, não vai ser difícil.
Senhor Livro Vermelho: Por que esses bichos idiotas ficam falando mal da gente enquanto faz nada!? Bum Kaler Bazar, Balar Balar, Bala-
Piccu fecha o Senhor Livro Vermelho, calando a boca dele enquanto tbm o machuca, os outros Senhores Livros se assustavam com aquilo. O Livro Vermelho se abria, assustado e se desculpando.
Piccu: Vocês vem comigo, serão grandes ajudantes pros magos da minha agência.
Os Senhores Livros se sentiam melhor. Enquanto isso, Ivan estava sentindo cheiros e sons suspeitos entre os vulcânicos e os recepcionistas do Contruto de Piccu e da Tokawa Foundation, e ele faz um comando.
Ivan: Seguinte, todos em fileiras, eu preciso ver uma coisa!
Enfermeira 1: Como assim?
Monstro pesquisador 2: Como assim em fileiras?
Ivan: Seguinte, preciso de filas indianas de 15 em 15 cada.
Enfermeira 2: Bem, vamos lá, pessoal, fila indiana significa, uma pessoa perfeitamente atrás da outra, e da largura de uma pessoa de ponta a ponta, vamos, se agrupem!
O pessoal consegue organizar as pessoas de todos os grupos em 20 filas indianas, com uma 21ª com pessoas a menos, e Ivan foi revistando uma por uma por cerca de 33 minutos e 1 segundo no total, e na pessoa 144 (um cuicorno de etnia asiática regional norte-japonesa, com roupas pretas simples e o símbolo da Tokawa Foundation), ele encontra uma espécie de cérebro nas costas dele, e devido à condição daquela coisa, Ivan tira suas lâminas ósseas para depois cortar as costas do homem, rasgando a região de trás da blusa do cara junto com o cérebro parasita, que vendo agora, era branco pela quantidade de cálcio, duro que nem lagarto de boi bem passado, e tinha tentáculos em forma de veias, que se desconectaram do corpo da pessoa ao ser assassinado.
Pessoa 144: O que aconteceu?
Ivan: Como eu suspeitava, tinha cheiro de ossos de carcaça podre que tava me irritando, e tava numa frequência alta demais para o ouvido humano, então eu sou o único que tava escutando, achei que era zumbido mas os meus ouvidos tão sempre bem. Eu já sou forte como um elfo, mas os russos me ajudaram e, entre o que eu sou mais capaz ainda, eu posso me regenerar, então qualquer dano físico sairia.
Enfermeira 2: Caramba, você é um gênio, Senhor Carlotovski, a sua inteligência também é modificada?
Ivan: Só pela parte élfica, elfos já são seres inteligentes e sensíveis.
[Para ter uma recapitulada rápida, elfos nesse universo são uma das raças de humanos modificados, mas diferente dos eugenéticos, eles só têm atributos melhores do que os dos humanos mesmo muito treinados, e o Ivan nessa versão é um elfo]
[Eu não escrevi isso """"pra quem tem Mal de Alzheimer""", nem todo mundo vai ler tudo o que tô escrevendo e tão pouco vai conseguir achar ou memorizar essas informações se eu só explicar em um único post e depois deixar como se já fosse óbvio]
Enquanto o pessoal se desagrupava, já que o problema foi resolvido, Enily e Lênia iam jogar o cérebro alienígena fora, mas Ivan diz que aquilo vai ser importante, e manda alguns dos pesquisadores monstros para conferirem aquele cérebro. Não era para o Ivan ser tão comandante assim, mas como ele treinou muito no exército, ele sabe como ordens funcionam, desde interpretar ordens a criar suas próprias ordens e argumentos, e isso o deixa um pouco mais acima no grupo do que outros membros como Delfim, que está no grupo mais pela sua força do que criatividade ou conhecimento, ou a Lênia, que é bem novata em culturas terrestres.
Ivan: Lênia, eu sei que você não gosta de falar em línguas terrestres, mas eu tenho isso aqui, você nem vai perceber que tá falando outra língua.
Ivan oferece pra Lênia um colar com tradutor universal que era pra ele, mas Lênia recusa.
Ivan: Hã? Por que? Tá sujo?
Lênia só olha para outro lado que não tivesse o Ivan no campo de visão de 160° dela.
Ivan: Espera... Você... só não quer conversar, não é?... Entendo, só fica perto da gente, seu corpo fala mais que as nossas bocas.
Lênia sorri. Enquanto isso, Delfim esteve treinando nados e saltos no mar, e no meio do caminho, ele encontra o que parecia ser um instalação com luz dourada e paredes negras. Ele sobe à terra seca e avisa ao pessoal sobre o que ele viu, e claro, o grupo da Yuri Tokawa não reconhece a tal construção, e para escoltar o lugar, eles enviam drones hidrodinâmicos com lidar altamente preciso. Com isso, eles têm um mapa daquela instalação, e com isso, outros robôs são enviados para escoltar.
Enquanto os robôs escoltavam, o grupo que Yuri transportou volta do mundo astral com um presente para os vulcânicos, que vão sair de volta para ilha de origem, para descansar lá mesmo. Os robôs investigavam a instalação, ela tinha 3 andares, a luz é amarela com bordas vermelhas nas áreas menos iluminadas, como lâmpadas incandescentes, e tinha algo parecido com aranhas mecânicas de 4 patas e carcaça de bronze, além de mais mantis, os robôs da Yuri foram danificados na viagem, mas tiveram ainda mais informações devido a essa viagem, e 3 dos robôs sobreviveram, e um deles, incompleto, conseguiu alcançar a superfície, e guiado pelo mar, a cabeça que sobrou do robô conseguiu pousar no barco dos vulcânicos, e ele pede para poderem levá-lo à Yuri, os vulcânicos nem precisaram de um tradutor ou do conhecimento da linguagem japonesa para ouvi-lo, ao ouvirem menções da Yuri eles se preocuparam, e então, uma mulher vulcânica anexa o robô a uma flecha, e a dispara, o levando ao horizonte.
O robô chega bem perto, mas a equipe da Fundação de Tecnologia de Magia Tokawa consegue o resgatar bem mais rápido por isso, e com o chip, eles conseguem gravações suficientes para entenderem o que aconteceu. Ivan estava no banheiro usando uma escova de mamadeira (que costumam usar pra escovar dentes de alguns animais) para escovar as lâminas ósseas das mãos, é como escovar os dentes, só que mais trabalhoso, já que era bem difícil ele escovar aqueles ossos retráteis.
Darkstar: Senhor Carlotvski.
Ivan: Hum?
Darkstar: O que está fazendo?
Ivan: Lavando as lâminas dos meus punhos, elas não podem estar sujas por muito tempo, senão dá infecções, dá pra curar com a regeneração, mas dói pra porra, sério, não vale a pena arriscar algo que é remediável, se pode prevenir e sofrer menos.
Darkstar: Há quanto tempo você acostumou a isso?
Ivan: Desde que eu aprendi a escovar os dentes, esses ossos são de nascença, e doía muito quando saía das minhas mãos, mas depois de tanto sair e entrar de volta, formou uma espécie de saída, tipo o Super Enormossauro.
Darkstar: É Enormossauro Supremo.
Ivan: Porra, há quanto tempo deixaram de rebootar o desenho?
Darkstar: 2103.
Ivan: Oh... tô me sentindo mais velho do que eu poderia.
Enquanto isso, Enily, Lênia e Delfim estão em uma cantina com os monstros dali, almoçando sushis e sopas de Plart, uma espécie de peixe alienígena que voa no espaço, se alimenta de radiação cósmica e pode pousar em diferentes planetas, tinha algumas colônias desses peixes no Oceano Pacífico, e por isso foi fácil conseguir alguns desses e criá-los em aquário como uma espécie de gado aquático.
> espaço sideral.
Haraniku esteve indo de volta à Terra, mas no meio do caminho, Yaldabaoth (outro dos monstros de Pahapayar, em forma de uma grande serpente com cabeça humana) aparece para interferir no caminho, e Haraniku, sem opções, busca lutar contra ele, e usa suas magias de portais para redirecionar os ataques daquele ser, formados de feixes de luz envoltos de pósitrons, espinhos de gelo que congelam ao nível atômico, e fogo ardente que queimava a alma, que eram todos lançados de volta à criatura.
Haraniku usa mais um portal, dessa vez, para se transportar de volta para um dos planetas alienígenas que ele já passou, sendo esse um planeta com muitas cidades, na estrela Tarii 299. Haraniku estava assustado e fugindo da criatura, mas mesmo correndo e saltando entre os prédios lisos e curvados, Yaldabaoth aparecia pronto para enfrentá-lo, mas vendo o que tinha a seu redor, Yalda rompe 3 prédios de uma só vez e, para chamar ainda mais o Haraniku, ele agarra uma mulher plantoide (de uma raça de plantas antropomórficas criadas por alguns deuses como Amon) e chama por Haraniku.
Yaldabaoth: Você não valoriza a vida humana, sua mulherzinha idiota? Então venha pra cá e tente salvar ela.
Haraniku: Isso não faz sentido, você destruiu milhares de vidas em um único golpe, por que você quer me chantagear por uma? Aliás.
Haraniku usa uma magia de passar dor para seu inimigo, para cortar suas mãos, que só danifica a cauda da criatura, soltando a moça, e pessoas se unem para amortecer a queda com tecidos elásticos, que fazem ela saltar a um prédio próximo e bombeiros robôs a pegam no ar. Haraniku faz mais golpes de cortes em seu corpo, ferindo ainda mais Yaldabaoth.
Haraniku: Eu sou um homem, e o mais másculo daqueles!
Haraniku desativa aquela magia de dor para, depois, lançar vários lasers, que ele solta ao apontar para seu alvo com as duas mãos apontadas em forma de uma única arma, o laser era branco, perfeitamente reto e afiado o suficiente para furar as escamas da entidade, a levando a desmaiar com o golpe, e Haraniku usa um portal para levar Yaldabaoth para o núcleo de uma estrela.
Continua>>>


