Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

10/04/24

Projeto Dream, episódio 301

[O epílogo escrito anteriormente vai servir como uma boa introdução pra essa temporada]

> 15/12/2271; Lua, órbita da Terra; Universo 255-P
 Passou-se pouco tempo depois daquele primeiro encontro, que Yuri a partir da Otasha Ranola conheceu sua atual chefe de pesquisas, Hilda, e a partir dela pôde quebrar umas dúvidas, e depois de passearem um pouco pela cidade lunar, conhecendo os civis que tanto alguns moravam lá temporariamente pelos seus empregos, quanto alguns moravam como moradia padrão, combinando a gravidade artificial da cidade apertada e fechada, de prédios cinzentos, com trajes pressurizados para futuramente poderem visitar outros lugares sem terem o corpo comprometido, elas só voltam a falar sobre as origens delas de volta ao laboratório.
Yuri: Bem, e como vocês têm seus poderes naturalmente se vocês foram expostos a um químico mutagênico tão forte.
Hilda: Ranolinha, preparas o café, pode ser importante, e bem, inicialmente nem os mutantes se deram a foda de entender como surgia da anatomia ou da genética deles, afinal, simplesmente aconteceu, mas havia minúsculos ajustes na amostra genética humana que impedia de atingirem poderes como temos agora, mas a mutação foi suficiente para, não só dar-nos poderes- Obrigada, Ranolinha... Mas também agora qualquer indivíduo podia ter seus próprios poderes.
Yuri: Isso é interessante, mas isso foi com o tempo?
Hilda: Como eu disse antes, foi por acidente, mas também houve gente que colocou poderes em humanos sinteticamente, e... como tu estás interessada nessa pesquisa, algum dia você vá ao Alasca, lá temos a família Stark, o pai é Flamus Stark, o flamejante, e...
Yuri e Hilda: ... Hylena Bane, a aquática...
Hilda: Como soube?
Yuri: Essa já foi minha colega de trabalho na minha fundação, depois de longas trocas de favores, eu estudei como os Stark operavam, a chama do Flamus era bem forte, mas ele parecia bem comportado, já a Hylena, a de água, usava seu poder pra tornar a neve em algo líquido, então por isso a cidade lá parecia menos... branca.
Hilda: E o filho deles, o Johnny? Você viu também?
Yuri: Sim, tinha uma vez que eu fui babá dele, e... eu virei uma action figure nas mãos deles e ele me batia junto com os bonecos dele, ou me desmontava e remontava, ou me colocava pra 'atuar' com os outros bonecos dele.
Hilda: Caramba, tudo isso?

Yuri: Desculpa se eu me contradisse em não saber o que era a genética mutante, ou não saber direito como vocês funcionavam, mas ainda assim...
Hilda: Que nada, amorzinho! Quem iria esperar por esse detalhe? Haha!
 No fim, elas tomam o café que a Otasha preparou, bem doce e com leite, ainda quente, o que era ótimo num lugar frio e quieto como na Lua.

> Ryunato, Japão; Universo 210-P
Ivan: Chefe! Ah, até que enfim...
Piccu: Mas o que é isso? Você ainda não se regenerou?
Delfim: A gente sempre via ele se curando de cortes ou de ossos quebrados, mas a garota basicamente explodiu uma metade dele naquela luta que passamos.
Ivan: Acho que isso vai levar dois dias, ainda posso usar a Fênix B pra isso?
Piccu: Prefiro isso. Rifuté, chegue ao andar 35, temos alguém pra você cuidar.
Rifuté (no interfone): Hã? É-é urgente?
Piccu: Sim, ande logo, é importante.
Enily: Ah, Lênia? Eu que levo o Ivan... Ai...
 Ivan estava muito detonado, logo o mais regenerativo, logo por ser o único que lutava totalmente em combate próximo, apanhou totalmente até arrancar pedaços, então é provável que ele precisará de um segundo implanta de Diamante dos Ventos, já que, assim como o grupo viu com o crânio voltando em forma de ossos normais, isso vale pro braço esquerdo e pros pés, enquanto Lênia usou sua telecinese pra criar um tipo de gesso de energia, Delfim quase perdeu a sua cara, mas foi logo crucial pra deter a Yuri, enquanto Enily até tinha se regenerado no fim da luta, mas sentia tantas cores que teve que colocar alguns gessos no seu corpo pra manter-se mais firme.
 Rifuté chega e leva o Ivan e a Enily, enquanto o Piccu chamava Delfim pra falar com ele sobre um tal de...
Delfim: O que aconteceu, chefe?
Piccu: Momoko falou de um tal de Abira Poruta, um mutante energético que ela achou por ser amigo da família.
Delfim: Como sabem que ele é um mutante?
Piccu: Relataram que ele nasceu brilhando em azul, mas segundo relatos, ele é um portal vivo, capaz de abrir portas em paredes, então pode ser um reforço.
Delfim: Mas e a carreira e vida escolar dele, chefe? Ou tô perguntando demais? E mais, a gente quase morreu, pra que outra m-
Piccu: Quem disse que isso é imediato? Sente-se.
Delfim: Espera, tá doendo desde o pescoço pra baixo, não vou...
Piccu: Vamos, sente-se.
 Delfim se senta numa cadeira de escritório preta bem grande e macia, e ele se sentava, parecia que ia deitar de tão grande, mesmo Delfim superando uns 1,85m, bem mais alto que os 1,78m de Ivan, ele só foi comandado, mas valeu a pena se sentar, já que foi confortável ao ponto de eliminar suas dores. Os dois, junto com alguns seguranças e secretárias, estavam numa sala de teto branco simples com as lâmpadas planas anexadas, paredes atrás e aos lados de Piccu são janelas, dando visão panorâmica da cidade, e o chão era de pisos xadrez bem firmes, com algumas mesas e uma estande com alguns livros de Professor Kuzuri e das Yoseis sobre os protocolos do construto. Enfim, eles seguiam a conversa.
 Normalmente não era pra ter mutantes no Japão, porque não houve nenhum evento mutagênico, e a ocorrência natural desses seres levaria milhões de anos, então ele precisaria de ajuda para poder ver o que ele esteve fazendo ultimamente e se ele poderia ajudá-los, afinal, poderes que não funcionavam entre Ego e Máquina não se aplicavam ao campo da Yuri.

> cidades engrenadas, planeta Micani; Universo 255-P
 Shiro realmente alugou um estádio bem grande pra poderem testar as capacidades dos dois, embora o plano inicial fosse marcar alguma partida de futebol entre os membros mais rápidos da O&S, por motivos de lazer e por pedido dos C-Ventanianos do grupo, mas no caso aqui, houve uma mudança de planos por insistência da Saraiana.
 Porém, embora Shiro tivesse acesso ao estádio, ele não pôde aparecer por lá, já que ele precisava ajudar uma colega, inclusive usando seu relógio pra facilitar o processo, e Otasha resolveu assistir no lugar, enquanto registrava o que tinha. Os dois se preparavam na arena.
Saraiana: Cara, eu não acredito, eu vou enfrentar o lendário Muramasa.
Muramasa: Pra falar a verdade, nem eu tô acreditando, eu podia tar enfrentando criaturas por serem um perigo, não lutar por esporte.
Saraiana: Mas você aceitou participar disso, Mura!
Muramasa: Exato, porque eu queria saber como você reagiria, e sim, escolhi as palavras pra não falar 'ver a sua cara' e soar uma piada de cego vendo.
Saraiana: Se é assim, você não tem medo de machucar uma dama, não? Mesmo que sem querer, afinal, eu talvez possa sobreviver.
Muramasa: Sobreviver? Como se eu fosse mesmo usar tanto poder contra você...
Rihana: Droga, o que eles tão falando?
Otasha: Pode ser só entre eles, relaxa.
Isabella: Vai lá, Muramasa!
Rihana: Isabella?
Isabella: Sei lá, nunca vi Esse Muramasa lutando.
 A luta começa, e Saraiana acelera em direção de Muramasa, que desviava, enquanto ela passava reto pela aceleração que era brusca demais pro controle da velocidade da Saraiana, mas quando ela tomba numa parede, incluindo o tambor de cobre mais próximo, o que se machucou era logo a parede castanha e o tambor alaranjado, e ela consegue acertar o Muramasa com uma investida, e mais perto dele, tentava o acertar, mas esse Muramasa, embora não tivesse magias como o Limite Zero, mesmo treinando com sua versão anterior no Plano Astral, podia ouvir os braços de Saraiana se mexendo, como os socos diretos, ganchos, e até mesmo um chute no saco, mas... que saco?
Saraiana: De peguei- Hã? Você...
 Saraiana chutava mais vezes, mas começava a doer na canela direita que ela tava usando.
Saraiana: Você não tem nada?
Muramasa: Não é raro entre os Muramasas, tinha com o original desse universo.
Saraiana: Espera, como as-
Otasha: PORRA, SARA!
 Muramasa interrompe Saraiana com um peteleco que a lança pro alto, e que ela só para o voo do lançamento ao controlar o magnetismo do seu corpo pro seu campo magnético a levantar e estabilizar sua posição no ar, e ela voava agora em direção do Muramsa, em forma de um raio, que empurrou o Muramasa, mas não feriu ele nem um pouco, embora tenha causado uma cratera enorme na arena. Miyazaki Shiro se transformou num mecanoide micaniano, a espécie nativa desse planeta, pra assumir mais proximidade a Gearilda Cooper.
 Gearilda é uma veterinária mecanoide, conhecida por sua saia vermelha combinando com seu tronco, ser bem adorável e estar geralmente ao lado de seu cachorro, Park, mas ela em si estava passando por alguns problemas, não necessariamente envolvendo seu cachorro ou outros animais que ela já consultou, mas sim um tal de Screwkevin Kennedy, que já foi namorado dela anteriormente, mas mesmo depois do termino ele não conseguia mais largar do pé dela.
Shiro: Talvez eu deva consultar o cara até convencê-lo a parar.
Mãe Cooper: Não adianta, Senhor Shiro, o Screwkevin esteve stalkeando a Gearilda há uns meses, e tá começando a dar dor de cabeça.
Gearilda: É, talvez a gente esteja sem opções.
Shiro: Venha comigo, Gearilda, eu posso te ajudar, só precisarei de uns preparativos.
 Os dois sacam da nave a Chave Mestra e o Polegar Opositor, um tipo de equipamento dedal cibernético que podia carregar informações nanotecnologicamente, além de servir de abridor de latas, como a Gearilda usou um deles pra abrir uma Itamax Pop, um ótimo refrigerante de uva micaniano, tanto pra encher um copo pro Shiro, que estava transformado num ser meio Elcsum e meio Pirdán pra facilitar de abrir uma porta grande num andar bem alto do armazém em que estavam, pra ele pegar uma carne pra assar e eles comerem com um ótimo Yakisoba, quanto o resto da garrafa que ela bebe.
Gearilda: Cara, esse macarrão tá otimíssimo!
Shiro: Eu tenho um frigorífero próprio em cada nave, pra sempre ter abastecimento aqui na nave, carne é uma fonte de gordura e uns nutrientes misturados, o que pode alimentar por bastante tempo.
Gearilda: Ah, o que importa é se é gostoso!
Shiro: Foi o que ela disse.
Gearilda: Foi o que eu disse mesmo.
Shiro: Não era o que eu quis dizer, mas gostei da rapidez.
Gearilda: Como assim?
Shiro: Você já assistiu algum sitcom?
Gearilda: Vários, amo séries bobas e cômicas, mas é referência a uma da Terra?
Shiro: ... Sim.
 Cheinhos e preparados, eles vão atrás, o Shiro alternava entre algumas das formas, se transformando em mecanoide pra aparecer normalmente entre os civis, mas também, combinando pistas já obtidas sobre o Screwkevin – como os relatos do que ele falava com os antigos amigos dele, ou testemunhas dele se comportando estranho, incluindo uma gravação engraçada dele lutando contra uma máquina de lanches enquanto sugava energia dela pra roubar algum pacote, falhando miseravelmente – com o farechamento de uma forma sapienraptor do Shiro pra achar onde foi parar esse cara, no meio das ruas claras e calçadas escuras, no meio dos prédios coloridos, embora a maioria brancos ou com detalhes pretos, e cheios de engrenagens que tanto eram um símbolo de vida deles quanto um sistema mecânico avançado pros prédios, de qualquer forma, eles acabam encontrando ele, bem magro e machucado, e que saltava em direção de Shiro, que saía da forma de mecanoide micaniano que tinha acabado de voltar, pra um lobisomem e, transformado na forma meio lobo, jogar ele pra trás com suas pernas, e quando ele ia avançar de volta contra esse Screwkevin, o mesmo saca o Shiro e absorvia suas forças, acidentalmente ficando meio lobo.
Shiro: Ah ha! Te transformei num furry!
Screwkevin: Mas o que!?... O que é furry?
Gearilda: Furry é tanto animais humanoides quanto quem gosta desse tipo de personagem.
Screwkevin: Ah, lega-
 Shiro se transforma num Massílio Negro e, ajustando seus braços como canhões, soltava raios elétricos, que podiam ser amarelos pela bio-eletricidade dessa espécie, mas quando saíam de Shiro eram vermelhos, como se fossem raios do seu sangue, o que machucou bem mais o Screwkevin, embora ele tivesse perdido os detalhes de lobisomem e ficar com aquela estrutura preta com olho amarelo, braços amorfos e divididos em galhos, e as pernas muito longas.
Screwkevin: Seu filho duma mãe!
 Screwkevin corre até o Shiro, mas ele se transforma em um C-Ventaniano e, antes que Screw o golpeasse com seu braço em forma de lâmina, ele desvia e, num pulo curto, dava 549 chutes em 2 segundos, rachando o tronco do Screwkevin, e Gearilda avisa Shiro.
Gearilda: Shiro, os civis! E ah, também precisamos do Screw vivo!
Shiro: Só mais uma chance!
 Shiro se transforma num fairiano e soltava bolas de fogo que o Screwkevin desviava mudando sua forma, sem precisar sair do lugar, mas o Shiro move todas as bolas de fogo contra o Screw, o fazendo romper aquela forma, e Shiro ia pôr a mão esquerda no ombro de Screwkevin pra segurá-lo, enquanto demonstrava confiança, porém, mesmo transformado, por exemplo agora, num mecanoide micaniano, o seu relógio ficava no mesmo lugar, e o Screwkevin pega no pulso do Shiro antes dele começar as primeiras frases, Gearilda só teve tempo de falar pro Shiro tomar cuidado de novo, e Park latia desesperado, enquanto o Screwkevin, se transformando, usa a força do seu braço maior esquerdo pra quebrar o chão e fazê-los caírem, e pelo corpo bio-mecânico deles, eles sobrevivem mesmo caindo uns hectômetros da superfície.
Gearilda: Shiro, estamos em perigo...
Shiro: Eu sei, caí de peito e as engrenagens- Ai... Da minha barriga bateram com tudo em tudo que é órgão meu aqui... Ai...
Gearilda: Talvez eu possa ajudar, mas acho que há algo que eu não...
Screwkevin: Shiro, o doutor de mil corpos, conheça Screwkevin de 2000 corpos!
Shiro: E copiou 1045 amostras da raça da minha esposa?
Screwkevin: Então creio 955 amostras são de raças mais bonitas que a da sua esposa.
Shiro: Se fosse verdade você não ficaria tão feio.
Screwkevin: Agora você me paga!
 Screwkevin ia levantar seu braço maior direito, mas ele fica sem equilíbrio e, antes de cair, tentava socar, até que acertando, mas Shiro se transforma em Yauuka, uma espécie do Aglomerado Mera conhecida por ser feita de ferro, e no máximo ele ficou amassado, e Shiro, se sentindo com sua coluna praticamente nova, se levanta e se transforma num Elcsum.
Shiro: Relógio PHD, adaptar atividade 3, transformação reativa de sobrevivência, para atividade 3A, adaptação total ao combate.
 Transformado, Shiro enfrenta o Screwkevin com dificuldade, seja porque aquele mecanoide quimera era muito resistente, mas muitos poderes haviam sido perdidos, como a velocidade de C-Ventaniano, já que ele era grande e pesado demais, ou os poderes de água e gelo, ofuscados pelos genes de alienígenas flamejantes, mas trocando socos, que o Shiro combinava boxe comum terrestre com seus braços ambidestros, dando socos que o Screwkevin mal bloqueava algum golpe e já era atingido por um outro no lugar, e até mesmo, com uma espécie de abraço de urso, quebrando o pulso maior direito do Screwkevin, mas o Screw, desesperado pela dor, joga o Shiro pra uma parede, e Shiro se transformava num Rubra do planeta Fantasia, uma criatura primata muito elástica e ótima em caçar em bandos, de um planeta conhecido como um "parque de diversões pra aventureiros", porém, amassado com o impacto, o Shiro derramava na parede.
 Screwkevin, enquanto isso, ia até Gearilda a fim de resolver suas pontas soltas.

Continua>>>

08/04/24

Otaota Yuyu

> 15/12/2271; espaço sideral; Universo 255-P
 Depois de derrotarem uma parcela da tropa de Subafu, Muramasa e Oneida voltam à nave deles, e junto com uma Ultra, puderam levar os barris de líquido filosofal pra poderem usar nos serviços da O&S, como uma recarga melhor para seus armamentos por ser energia pyr líquida capaz de, não só se transformar, mas transformar outros materiais quando manuseado de forma bem controlada, o que a D.R.V.G. vai usar junto pra poderem fazer supertecidos mais resistentes que o metal, já que desde as roupas simples da Isabella aos sobretudos dos Redlar são de tecidos terrestres muito normais, e podem se danificar muito facilmente, então o grupo quer umas melhorias pelo menos pra parcela que mais sai pra lutas e que podem causas mais dano que meros acidentes de trabalho.
Otasha: Achava que você não ia gostar desse tipo de bikini, sabe, pra uma princesa de um setor da Terra, um dos planetas mais envergonhados que tem.
Isabella: Ah, isso não é regra, aliás, também acho bonito em você e outras... Flamígeras?
Otasha: Flamígeras, e pra falar a verdade, não somos uma espécie tão rara, Proxima A é só um dos planetas que tem a gente.
Julie: Isa...
Isabella: Sim, amorzinho?
Julie: Me solta, eu tô sufocando.
Isabella: Ah! Entschuldigung! Pensava que você tava corada, o sangue de vocês é azul.
 Julie cai quando Isabella a solta e puxava bem forte a respiração, ela tinha a abraçado enquanto a Isa conversava com a Otasha sobre elas não terem ajudado o Mura e a Oneida o suficiente, mas ao menos poderem participar de alguma pesquisa ou até procedimentos com o produto depois que eles conseguiram tudo.
Otasha: Redlar têm sangue azul? Literalmente?
Isabella: É um sangue azulado rico em nutrientes, eu lembro de ver ela chapada com os olhos azuis.
Otasha: Nossa, que estranho, mas é normal?
Isabella: É, visualmente dá pra diferenciar se o olho deles tá normal ou com alguma alteração, tipo droga mesmo.
Otasha: Não imaginaria vocês se drogando.
Isabella: É, éramos princesas inconsequentes.
Julie: Pelo menos somos melhores que o Harry.
Isabella e Julie: HAHA! SACANEANDO A FAMÍLIA REAL BRITÂNICA!
Otasha: Falando nisso, por que tantas HQ's das mídias terrestres têm tanto império alienígena? Uma monarquia não consegue se sustentar por tanto tempo em um país, imagina planetário ou galáctico.
Isabella: Espero que não seja pra cortar minha onda.
Otasha: É, ainda mais que cê tá com uma advogada sua por perto, então...
Isabella: Tanto faz, cê tá certa, já viu o tanto de revolução que teve na Terra? Por isso que os Dermurer têm até uma biblioteca toda, não adianta o reinado nosso ser pra sempre se só tiver imbecis.
Rihana: Giulia, olha que comida boa.
Giulia: O que é isso- AAAA, conheço! Eu comia uns quando ia pra Las Vegas com o John e o Luca pra corrigir os maquinários do Muramasa.
Rihana: Falando no Muramasa, ele tá tão diferente, e ele nem tem cabelo pra fazer a piada do 'cortou o cabelo?', poxa.
Giulia: É outro Muramasa, mas os dois têm algo em comum, são feios e sem pele.
Rihana: Shhh, e se ele escutar?
Muramasa: Que bom que alguém que possa me ver pudesse me avaliar algo com sinceridade, porque nem dá pra eu me olhar no espelho.
Rihana: Não tem reflexo?
Muramasa: Garota, eu sou cego.
Rihana: Aaaah... E ainda assim me considera uma mulher mesmo com uma voz tão... feia?
Muramasa: Sou cego, não transfóbico.
Saraiana: Mestre Mura, posso lutar com você?
Muramasa: Bora.
Saraiana: Sério? Sem nem questionar?
Muramasa: Eu sei que você quer testar se eu sou mesmo como falam e não é um diálogo expositivo estilo filme da Marvel.
Saraiana: É... Shiro, algum dia você leva pra ver alguns filmes das fases 1, 2 e 3, evite a fase 4.
Shiro: Pode ser.
Otasha: Por que logo com o Dr. Shiro que você pediu isso e não com essa parda empoderada de bikini?
Muramasa: Porque o velho é da Terra assim como os filmes ruins da Marvel.
Otasha: Oh... Okay, Shiro, se levar ela, me leva também.
Magnolienitze: Eu também!
Mifren: Quer saber? Também quero, se tiver livro disso me recomenda.
Muramasa: Os quadrinhos antigos viram uma bagunça depois dos anos 1990.
Mifren: Penifret!
Saraiana: Muramasa... Vamo?
Muramasa: Aqui dá pra lutar?
Shiro: Quando chegarmos a Micani eu alugo um estádio pra isso.

> Lua, órbita da Terra.
 No outro lugar do espaço, na Lua que ainda orbita a Terra, Yuri Tokawa fez uma pausa em suas operações, quando estava com sua fundação anexada ao construto de Piccu por suas tecnologias do espaço-tempo poderem ajudar nas operações da Metáfita chinesa, ou com máquinas do tempo pra matar vampiros em diferentes épocas do tempo antes que eles alterassem o presente e futuro, ao lado da equipe de Ivan, ou até quando ela quase perdeu sua pedra filosofal quando foi lutar contra o Deva do Caos, que com sua tempestade estava desmoronando desde montanhas a algumas cidades no Canadá, em que a joia foi inteiramente usada pra, além de selar a entidade, também sacrificar a entidade com a magia da joia pra restaurar tudo o que o Deva destruiu, e demorou muito pra restaurar a pedra com os cacos e um pouco de sangue dela.
 Agora ela foi pra Lua, visitar uma colega, Otasha Ranola, que antes só ajudava em trocas de informações entre Marte e outras constelações distantes da Terra, mas agora uma pesquisadora aliada à Hilda Rubens, que Yuri podia ter ouvido falar antes, mas não imaginava que seu cargo fosse tão importante. O laboratório lunar em que estavam, como sempre, tem paredes brancas, chão e detalhes azuis, e cheio de mesas com equipamentos, os menos numerosos sendo computadores, e tendo espaço pra frascos químicos e máquinas operatrizes e impressoras.
 Ambas se conheciam, mas estranhavam-se porque a Otasha estava até que bem mais alta, enquanto antes ela era conhecida como uma "anã marciana", bem baixinha mas ainda magra, e a Yuri, mesmo com seu vestido clássico e uma gargantilha com a pedra filosofal, agora usava um jaleco, o que não parecia combinar com ela, pelo menos na ótica da Ranola.
Otasha: Yuri, você continua linda, mas sabe, tá tão diferente.
Yuri: Você também mudou muito, tá enorme, finalmente pode usar as roupas G e XG pra marcianos.
Otasha: Eu admito que precisei de ajuda da...
Hilda: Olá, minha moça, eu achei que nunca conheceríamo-nos.
Yuri: Eu também, e eu soube o que estiveram fazendo, porque o Piccu que tava me ajudando na China, ou eu que tava ajudando ele lá, ele me falava muito pra se possível chamar ajuda sua.
Hilda: Ah, não, creio eu que não esticaria-me como aquele rapaz, apesar de nossos poderes serem tão parecidos.
Yuri: São mesmo? Faz sentido… Eu soube de quando você ficou gigante em Deming, e queria muito ter ajudado você e companhia, mas não deu tempo.
Hilda: É mesmo, mas o que tu vieste a fazer? Não acho que tiveste tanta prioridade pra isso.
Darkstar: Yuri, espera, eu quero saber uma coisa, de que espécie você é, mulher do alto?
Hilda: Sou Hilda Rubens, e na verdade eu sou uma mutante, há muitos na minha cidade.
 Hilda volta à sua forma normal, se despejando no chão como se fosse uma massa, e depois voltando ao seu formato corporal humano normal dela, e Darkstar achava aquilo engraçado, e ria, e Otasha tentava socar ele, não conseguindo porque era muito fraquinha, o corpo do Darkstar nem era tão físico quanto parece, soltando fumacinhas a cada acerto, e isso doía na mão dela.
Otasha: Qual é a porra da graça!? Ai, droga, você é muito duro!
Yuri: Eu já falei isso uma vez! Haha
Hilda: Uma vez eu disse isso pro meu marido também, haha!
Darkstar: Ah, eu não esperava que ela tivesse uma forma... normal, achei que ela era assim normal daquele jeito no teto.
Hilda: Não culpo-te, faço isso pelo alcance, e ah, eu queria ter o poder de força e velocidade como o de meu marido, só não queria envelhecer rápido como tal.
Yuri: O quão rápido foi?
Hilda: Sabe, eu tenho uns 102 anos agora, meu aniversário é no Ano Novo, e bem, infelizmente o meu marido teve um ataque cardíaco vindo da própria força que estava carregando.
Yuri: O que!? Mas como!?
Hilda: Ele era bem velhinho, miudinho, lá em 2213, mas ainda trabalhava como uma 'empilhadeira humana', já que ele era o mais forte da fábrica, mas sabe... é a vida.
 Hilda pega sua xícara que tava com um chá bem frio, e tomava.

> Narayama, Japão; Universo 210-P
 Haraniku ainda está em sua caçada contra o Clã da Boca, e em um setor que ele enfrentou mais daqueles ninjas, incluindo alguns que sobreviveram a confrontos anteriores e foram revividos usando o ouro acumulado como custo mágico desse poder de cura, ele encontrou uma garota diferente, que em vez de um uniforme ninja vermelho como sempre, ela estava com uma veste preta um tanto similar ao do clã Narayama, além dos "chifres" de presas de javali no cabelo. E a garota estava liderando aqueles homens, que sacavam suas armas feitas de metal do fogo, uma liga de bronze encantado com fogo.
 O grupo dela e o Haraniku estão em uma sala de paredes brancas com da metade ao rodapé de madeira, um chão seco e cinzento, com o teto bem destruído junto com as paredes devido ao que já teve, e ao que acontecerá logo.
 A luta foi muito intensa, já que Haraniku estava com poucas balas em seu fuzil, sua katana quebrou quando ele foi enfrentar um ninja com magia de se transformar em um golem poderoso, e então restou suas magias, em que ele evocou um Nevoagão para esfriar o metal do fogo das armas dos ninjas e reduzir seu poder de ataque, além de imobilizar os mais atingidos por aquela névoa gelada, os que não foram pegos o Haraniku usa uma magia reflexiva contínua, em que logo quando eles pensavam que tinham massacrado o Haraniku, eles foram massacrados por eles mesmos, porém isso doeu muito, já que em troca dos ninjas saírem feridos, o Haraniku ainda sentia dores de como se ele sobrevivesse a ser atingido normalmente, e quando ele foi enfrentar a garota, ele soltou algumas bolas de fogo, que se desfaziam a 3 metros de distância dela, depois, ele dispara uma rajada elétrica contínua, também não era o suficiente, em seguida, levita um escombro do teto telecineticamente, o move com força pro alto, e depois lança contra ela, o que poderia atingi-la mesmo pela rocha e não pela telecinese, e ela com um soco torto pra cima estoura o escombro, e Haraniku parava o tempo pra desviar do que ia voar em direção dele, mas reconhecia algo assustador: Mesmo no tempo parado, em menos de 10°, a garota virava seu rosto, e seus olhos se moviam mais diretamente em direção de Haraniku, e o tempo volta a se mexer.
Haraniku: Mas o que é isso? Quem é você?
Yuri: Yuri Narayama, ao seu dispor, mas bem, eu planejo um sobrenome novo, afinal, claramente meus pais não me querem mais, afinal...
 Yuri eleva sua aura em uma forma de escuridão que tremia o chão e fazia o Haraniku cair, e ela chegava, colocava as mãos no rosto dele, e diz...
Yuri: Eu rejeitei a magia há muito tempo.
Ijiyosei: Lá está ele, chefe!
Piccu: Haraniku!
 Piccu puxa o Haraniku e o leva pra perto dele, e o grupo o levava embora, enquanto Ivan, Delfim, Enily e Lênia ficam pra trás pra enfrentar a Yuri Narayama, que ria de forma sádica e irônica ao saber que quem ela ia eliminar tinha de ser resgatado e levado embora, e a luta dela com os quatro causava muitos danos na instalação, que por ser labiríntica, o Piccu usava sua elasticidade pra aumentar o tamanho e força dos socos, ou transformar seus braços e lâminas extremamente finas, pra esmagar ou cortar as paredes, até chegarem à Sanyosei, que estava ainda no começo do labirinto, ficando pra trás pra interligar o caminho pra alcançar o Haraniku no começo.
Haraniku: O que tá acontecendo?
Piccu: É o demônio Narayama, se não fosse a gente você taria morto!
Ijiyosei: E não se preocupem com eles, dois não têm magia, um tem fonte externa de poderes, e a magia de uma tá no sangue, e não na mente.
Haraniku: Como isso funciona, magia no sangue?
Piccu: Droga, a Isabella não te contou isso?
Sanyosei: Galera, entrem, todos!
 O grupo entra na dimensão interna do portal-escotilha de Sanyosei, uma dimensão em forma de uma sala metálica de paredes avermelhadas com listras, chão e teto cinzentos-escuros, com canos que emitiam "gás" que é o oxigênio que flui do mundo normal à dimensão de bolso, e junto com Ordineur como motorista da Stonciala usada pra fuga, consegue levar o grupo em segurança pra base de operações, e eles chamam por Momoko Miura, uma dragonoide que ajudou poucas vezes o construto de Piccu, e divide seu trabalho entre as operações de heroína e também cuidadora e sacerdote de seu templo especial.
 Dessa vez em específico, Momoko descobriu um dos membros menores do Clã da Boca que estava sabotando as operações do Haraniku, dando sinais de como fugir ou contra-atacar, deixando tudo mais difícil, em que ela usou seu olfato pra localizar cada pista e a sua audição pra ouvir dicas de civis, suspeitos, e a vocalização das pesquisas da investigação, ela foi contratada por Piccu mais uma vez justamente porque seus sentidos seriam úteis como suporte pra solução, mas curiosamente, ela própria foi atrás e deu um jeito.
Momoko: Takoryu falando! Hã? Haraniku tava em perigo? Achava que ele ia dar conta sozinho, mas... antimagia? De que nível? Acho que já ouvi falar, hmm... Isso é complicado, geralmente usam contra-feitiços, controlam energias mágicas ou de chi pra apagar efeito externo, mas alguém que apaga magia só de tar perto é novo pra mim. Tô indo, gente, aguardem!

Continua>>>

05/04/24

Projeto Dream, episódio 300

> 15/12/2271; espaço sideral; Universo 255-P
 Muramasa aproveitou o tempo que passou com a Agência Galáctica dos Humanos e a O&S para também conhecer os exércitos especializados dessas equipes, como os eugenéticos, magos espaciais (em sua maioria Pimpu, prateados e shiniitas, mas tendo também magos humanos e asgardianos com técnicas próprias), eugenéticos, grandes máquinas e, na maioria dos de combate físico, os sapiens espartanos e os oels da Oel Space, muito fortes e versáteis, enquanto a O&S tem uma equipe bem pequena de robôs especializados em combates, e no máximo suas tropas orgânicas que estão na gestão e artes sócioemocionais , cada um tem seus poderes.
 Sabendo que Otasha ia para F-Subafu por causa do que ela explicou do que ia fazer e o que ela planejava com aquele sistema, Muramasa pesquisou sobre esse sistema e, descobrindo o quão perigoso era o local, mas não querendo atrapalhar a expedição deles, pediu orientação da própria Agência, e Oneida Z10, uma eugenética que treinou o controle da realidade com as suas colegas elfas, e que estudou a ciência temporal como uma de suas especialidades, se voluntariou pra ajudar.
 O&S e D.R.V.G. fizeram uma parada para se abastecerem, enquanto o Muramasa se esforçou pra, junto com Oneida Z10 e suas auxiliares elfas, chegarem naquele planeta. Eles concluem sobre a aparência da Cidade de Ferro, ou planeta Vsii, um planeta bem iluminado, mais por causa dos cinturões de antimatéria, atualmente finos e com um brilho azulado, do que pela estrela onde os planetas e cinturões orbitam, uma anã vermelha chamada Subafu, uma estrela bem isolada no Setor F, pouco explorado pela pouca atividade.
Oneida: Senhor Mura, espero que não nos decepcione, eu li lendas medievais sobre você e sei que você é forte, mas nunca tive a chance de ver pessoalmente você em ação.
Muramasa: Acho que essa é a pressão de ser popular e durar muito tempo.
Oneida: Concordo, ei garotas, preciso daqueles mesmos dispositivos que a gente usava pra teleportar os robôs pra dentro e fora dos terrenos de Scandi.
Elfa 1: Tá falando dos fones-espaciais?
Elfa 2: Só temos 6 desses, mas somos 8 contando com esse cara.
Oneida: Precisamos de dois, espera, Muramasa, você teleporta?
Muramasa: Eu vou usar também.
 Ambos colocam fones de ouvido pequenos que têm, no círculo especial que servia de botão, um tipo de aparelho menor que vire um portal portátil, mas esse botão também pode teleportar o usuário pra áreas pré-programadas, não diferente de como a Alex usou uma vez, porém, mesmo quando eles teleportam e anunciam que vieram em paz, os habitantes de lá correram pra longe e chegou uma tropa armada especializada: Os seres de lá parecem com algo como formigas humanoides, semibípedes, com dois braços e dois pés, e de carapaça preta metálica um tanto familiar, porém não havia tempo para detalhes, pois os militares disparam juntos uma bola de fogo azulada, de altíssima temperatura, mas enquanto Oneida, acelerando o tempo pra agir mais rápido, dispara um raio congelante simples pra segurar o fogo, o Muramasa esperava a bola chegar nele, estando de braços abertos.
Muramasa: Eu tive que enfrentar um universo de escuridão, bilhões de graus Kelvin não se comparam a quando tive que nadar num sol!
Oneida: O que?
Muramasa: Deixe que eu cuide disso e enfrente as tropas menores, o cuspidor de fogo é todo meu!
 Muramasa segura a bola de fogo, agora amarelada pela queda do calor e poder, e a desfaz, dava a sensação de que pra ele era como apagar uma vela com a mão molhada, e Oneida, então, chama duplicatas de si mesma de diferentes pontos do tempo, pra juntas afastarem os civis e eliminar os soldados com raios de energia comum vermelhos, enquanto Muramasa, criando lâminas de ar, materializando jatos d'água de alta pressão e até mesmo enterrando os restos controlando o solo e suas rochas, Muramasa elimina o general deles.
Muramasa: Espera aí, esses soldados são muito frouxos, e o governo daqui é uma porcaria, o que a Otasha e o Shiro iriam querer daqui?
Oneidas: Não sei- é... Não sabemos, mestre.
 Oneida volta a ser uma, com suas duplicatas voltando pras suas épocas como se nada tivesse acontecido, e com a memória de cada cópia ficando só pra ela, e investigando mais, andando entre prédios metálicos tão duros e escuros que pareciam fazer jus ao nome da civilização, até que eles encontram uma espécie de vale naquele planeta, rico em uma substância transmutadora chamada líquido filosofal ou elixir do reino, que provavelmente surgiu misturando a energia natural que Vsii tinha como planeta com energia cósmica da antimatéria, o que enriqueceu um fluido já poderoso, assim como o urânio podia ser enriquecido para gerar energia, porém mágico.
 Não havia muito tempo, já que mais tropas, com mais armamentos, haviam chegado, incluindo um tipo de variação modificada com um poder elástico bem forte.
Oneida: Cuidado!
Muramasa: Espera, esses caras têm seus mutantes?
Oneida: Talvez seja que nem no Setor C, lá tem mutantes naturais com suas transformações.
Muramasa: Ou talvez que nem na Terra, eu vi uns gerados por acidente e os que são descendentes dos acidentais, e agora?
Oneida: O de sempre.
 Muramasa e Oneida enfrentam a tropa, enquanto Otasha, Shiro e os outros rastreiam DNA humano próximo de Vsii, além da Oneida, existia aquela equipe de suporte das elfas, e o grupo resolve abrir uma comunicação com o grupo e, sabendo que Mura e Oneida estão lá, os ajudam, detendo o alien inseto mutante e em seguida ajudando o grupo a coletar um pouco desse líquido filosofal, dá um total de 3 barris, o que era quase nada perto do lago que ainda tinha naquele planeta, e eles em seguida vão embora.

> Deming, Novo México.

 Summer Anthonny ficou encarregada de cuidar de seus irmãos, porém, logo quando Bianca, a mãe, e Logan, o pai, saíram da casa, os mais novos, menos o Marshall, corriam entre as salas, brincando de pega-pega, o Mario transformado em um velociraptor correndo atrás, a Magally usando seu poder de vento pra acelerar ela e desacelerar os colegas, e o Patrick despistando eles telepaticamente, os fazendo tropeçarem, trombarem entre si ou baterem de cara nos móveis, mas o Mario usava o olfato de dinossauro pra corrigir sua orientação e Magally estendia o seu tato pelo ar que controla pra ignorar as ilusões, e quando eles pegam o Patrick, era mais uma ilusão e na verdade eles estavam encima do Marshall, que estava dormindo logo nessa tarde, e Summer parecia que tinha pego os dois, mas eles desviavam e corriam pela casa, que a propósito era bem espaçosa, um casarão de paredes brancas com sujeiras que deixavam bege, teto, chão, telhado e móveis vermelhos como ferrugem, e Patrick usa sua telepatia agora para imobilizar eles, inicialmente pra ele pegar os dois, mas a Summer os pega e, com uma fita adesiva, os prende na parede, o Patrick com medo corria daquilo, mas tromba na escada e tentava se segurar, só que ele estava começando a perder força, aí ele pede ajuda.
Patrick: Socorro! Irmã! Me ajuda!
Summer: Só se me prometer qualquer coisa.
Patrick: Sim! Eu ajudo a aparar e pintar as suas unhas!
Summer: Não, dessa vez é só se vocês não fizerem isso sempre que os pais não tão em casa.
Patrick: Certo! 
 Patrick estende sua mão pra Summer, mas a outra cede de vez e o Patrick cai de quase 9 pés de altura, mas o Marshall que ia segurar ele de baixo não aguenta o peso e cai junto, pelo menos amortecendo a queda do irmão, e quando os pais chegam em casa, tava todo mundo no lugar como se nada tivesse acontecido, assistindo a um canal aleatório, só pra disfarçar que sempre tiveram assistindo algo.
Bianca: Pensava que a casa ia tar mais detonada.
Summer: Ah não, eles tão assistindo TV.
Logan: ... Num canal de basquete.
Bianca: É mesmo, você odeia basquete.
Mario: Eu amo basquete.
Summer: S-sim, sim! E eu tô acompanhando ele pra não ficar sozinho!
Magally: E eu também!
Marshall: Eu também.
Patrick: Muda pro canal 9 só pra ver o que tá passando.
Mario: Nem vem, os New Columbia Blues tão quase ganhando!
 Bianca e Logan foram trabalhar na gestão de transporte na Rodoviária de Deming, a Bianca trabalha normalmente com a segurança, seja usando seu poder pra ajudar e curar as pessoas em perigo, ou para atacar invasores internamente, ou rastreando o fluxo hormonal ou os batimentos cardíacos nos sistemas circulatórios, como suporte de detector de mentiras, enquanto Logan usa seu poder de engenhosidade sobrehumana, com uma suspeita de tecnopatia devido ao controle anormal que ele tem sobre tecnologias, para operar no núcleo informático do centro rodoviário, além disso, eles ouviram, tanto pelos Kashinabi, uma família vizinha, quanto pelo Maize, que Giulia está ausente pois ela esteve ajudando a D.R.V.G. em uma viagem espacial, embora ela não tenha especificado o que, enquanto esteja implícito que seja pelo seu suporte tecnológico ou pela ligação que ela e a Isabella têm pelos energéticos Sairi.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 299

[Assim como o episódio anterior eu aproveitei pra treinar descrição e worldbuilding, esse eu usei pra treinar histórias de multiverso, que pode ter algumas já recentemente, mas não quero que percam o costume com essas experiências de múltiplas realidades]

> 11/12/2271; espaço sideral; Universo FFF5.
 No vazio e na escuridão, Hematon navegava no universo paralelo com ajuda de Pyrman com seus portais e também a luz de algumas versões alternativas dele pra guiá-lo na escuridão, e usando a Albegama, ele projeta tamanha arma pra iluminar aquele universo, purificando o espaço por completo. Estrelas podiam ser vistas de novo, as criaturas da escuridão foram extintas, e os obstáculos para os avanços daquelas civilizações foram aniquilados.
 Hematon passa um tempo junto com as versões do Pyrman, ainda mais o Cryoboy P-80, que com seu poder de gelo pôde o ajudar a deter uma entidade muito estranha nativa daquele universo, antes muito escuro, agora perfeitamente claro, embora com tecnologias muito atrasadas devido à guerra contra as trevas. Essa entidade se chama Hoshayami, um tipo de demônio ou elementar enlouquecido, antes um grande inimigo do Muramasa daquele universo, e que, assim em contato com aquela luz cósmica, ele estava tendo o seu poder vazado, talvez ele morra, mas pelas rachaduras ao redor dele, revelando uma cor caótica e quente, há a entender de que ele levará algo muito grande consigo.
Cryoboy: Hema 255 P, temos um problema.
Hematon: Sim, eu concordo, o espaço, o tempo, as camadas desse universo podem se rachar junto com essa coisa.

Cryoboy: Certo, ele está parado, então temos que adiantar logo.
 Cryoboy usava seu gelo, que barrava o corpo daquela entidade, e somando com seu poder sobre portais, ele usava a mesma energia gelada pra fechar aquelas rachaduras, enquanto vinham novas, Hematon desvia de um corte espacial que partia a lua em que estavam, que podia arrancar o braço dele, ou perder a Albegama, mas então, um segundo disparo ocorria, mais fraco por não ter tido tanto tempo pra recarregar, mas ainda assim, pulverizando tamanha entidade que iria trazer a existência de volta à escuridão. Depois disso, eles vão, antes do universo 255-P, ao universo P-80.

> Deming, Novo México; Universo CD-63.
 Joanna Parker acabou de voltar a Deming e acaba estranhando o porquê do Giulius não estar na Web Cave, e quando ele foi ver ele também não o achou na casa dos Valentine, que Maizy diz que ele foi ajudar Donatello, Julio R., Ricardo, Natavio Misarabua e Mizuki Shiro a consultarem o sistema F-Subafu.
Joanna: Mas lá é tão perigoso que nem a equipe galáctica da tia Mura tá autorizada de visitar.
Maizy: Eles foram lá pra poderem pesquisar a sociologia daquele sistema e também esse Natavio sabe algo de antimatéria, algo que tem muito nos cinturões por onde a Cidade de Ferro é cercada, mas acho que vão ficar bem, o arsenal delas é enorme.
Joanna: Sobre o Donatello, o que ele tá achando do Giulius?
Maizy: Ele estendeu a parceria que prometemos pela marca Sairi, e por causa da volta dele e do Julio pra cá eu conheci uns colegas deles que têm quase o mesmo nome que o meu primo.
Joanna: Bem, e aquele cara grandão da equipe? Escurinho, mas mexicano, vi ele um certo tempo com um barrigão, mas agora ele tá magro de novo, o que aconteceu?
Maizy: Ah, é, ele teve um filho, mas não é o foco, tanto que ele mesmo disse que o filho vai ainda ser criado em Oaxaca.
Joanna: Pensava que ele já tinha a redesignação.
Maizy: Nem todos fazem mesmo numa etapa avançada, mas e aí? Bora ver o trabalho do seu pai no museu?
Joanna: Certo, eu também ajudei a manter os equipamentos e obras de arte limpos e em segurança, e a máquina do tempo tá completa, mas depois do que aconteceu e que a deixou tão fossilizada nem quero arriscar usá-la.
Maizy: Certo, mas antes bora tomar um shake.

> Lille, França; Universo 44-63.
 Soln Pleine e Nouvelle estiveram treinando magia normalmente, a Pleine desse universo, um pouco mais baixa e musculosa, tão lisa quanto sua versão 255-P, mas com cabelo longo e voz grossa, além de usar um vestido prateado com detalhes em amarelo, pois esconderia mais detalhes em seu corpo que ela não pôde alterar na sua transição, mas pelo menos era considerada bonita por sua irmã, que é bem alta e magrinha, em partes atlética, com uma Femmesuit azul clara com luvas, botas e gargantilha rosadas, e um cabelo longo, preso em um rabo de cavalo.
 O que elas estiveram fazendo era o que Auratonia tinha ensinado, ela é uma versão de Hematon desse universo, feminina, gordinha, de pele azul lisa como a de uma perereca, 4 orelhas, rabo de tigre e listras brancas, ela é fofinha e o Hematon lembra de ter sonhado que encontrava ela ou o Auraton, sua contraparte masculina do universo P-80, ou a Hematonia, uma Hematon masculina, que o Hematon conheceu no universo CD-63 junto com a Pyrwoman do mesmo mundo, e o que elas estavam treinando era o Treinamento da Maçã, que era assim como a própria Auratonia disse uma vez:
"Pra começar preciso que imaginem uma maçã, normalmente, vocês podem imaginar a maçã como for, mas ela ainda será apenas imaginária sem a magia, você poderá usar a sua mente como um lápis e a realidade como um papel, e desenhar a maçã como, ou melhor, do que você é capaz de imaginar"
 Antes elas duas só desenhavam algo como grades de energia dourada no formato de maçã, mas depois de um tempo, algumas vezes, embora há muito tempo, elas materializaram maçãs inteiramente iguais às reais, o que as ajudou a aprenderem a usar magia pelo treinamento, porém, elas ainda tentavam ensinar à Soln Ártemis e ela ia muito mal, porém, aparentemente não ia adiantar, já que ela mesma tinha vergonha de usar algo que ela julgava "masculino" e que ela assim como elas não merecia, apesar de que, como Ártemis e Pleine são rivais depois de muitas discussões com os ideais extremos dela, que só pioraram diferente do que teve com as suas versões Luna, aquela ideia foi por água abaixo.
S. Ártemis: Desisto, tinha que ser a mulher macha e sua irmã sapatão pra aprender algo tão masculino e sujo.
S. Pleine: Que!?
S. Nouvelle: Me pergunto como você se comporta assim e ninguém fala nada.
S. Ártemis: Não é óbvio? Eu sou uma princesa, e ninguém tem coragem de me confrontar.
S. Pleine: Por isso que a mãe me falava pra não ficar discutindo com você, que nem eu vi nos quadrinhos e desenho do Dilbert.
S. Ártemis: Hã?
S. Pleine: Não discutir com um idiota, já que ele só ganha por te cansar, então... Vamos adiantar isso logo.
S. Nouvelle: Concordo.
 As duas dão um tapa no rosto da Ártemis e saíam do corredor andando de forma devagar e imponente. A casa dos Soln pode se definido tanto como uma mansão quanto como um castelo, de qualquer forma bem grande e com tons de vermelho nas paredes, telhados e tetos com desenhos em dourado, virados para o Sul, em contraste à casa das Luna, que possui normalmente tons de azul nos chãos, muros e rodapés azuis marinhos, paredes brancas-acinzentadas e telhados em tom ciano (meio azul meio cinza, geralmente bem escuro), apontada para o Norte, assim como os Soln são um clã patriarcal, embora com Soln masculinos ainda cavalheiros, enquanto a Soln Pleine, durante sua transição, ainda foi prometida ser respeitada como uma dama, em partes espelhado, porém tão parecido, com a transição de sua contraparte Luna, enquanto a Soln Ártemis, frustrada pela pressão familiar, assumiu atitudes masculinistas e que irritavam a trindade Soln, incluindo seus pais, os Soln Tabin e Soln Récote, que tentavam educá-la melhor, mas assim como o treinamento de magia, não foi suficiente.

> Bulandhorn, Islândia; Universo 255-P
 Um submarino da Caranguejo está chegando agora à Islândia, um grupo de guerreiros e feiticeiras iria interceptar, mas tanto a Diamantur, Sora e Kinblu, quando quem quer que estivesse no submarino, conseguiu as convencer a parar. Lucas e Gabriel puderam levar a Amai pra fora do submarino, e saem junto com ela, e elas falavam com o grupo de Diamantur, sobre um assunto ainda pendente para a garota azulada.

Continua>>>

O que mais?

Mais uma carta para mostrar atualizações e novidades, mas dessa vez não irei explicar muito o que envolver algo já explicado.
Pyrman, Cryoboy, Argman, Pyrwoman e Freshman, pelo menos as versões principais do Pyrman que tem no multiverso, e que por causa do Universo DG89 eu voltei a usar eles mesmo que muito pouco.

Antes de falar mais do universo DG89, eu mostrarei como são os Revolus atualmente.
Acho que dá pra reconhecer, e... o Freddie e o Raggin parecem mais baixos que deveriam por acidente e porque tinha muito personagem pra caber no mesmo desenho, mas incluí desde os pais e os filhos crescidos ao Banana, que está completamente adulto.

Sobre o universo DG89, serei breve pra explicar qual é qual e também um pouco de contexto a mais pra não soar uma sexualização vazia.
Aqui temos a Tifanny (como dito antes, ela não pinta cabelo, e ela veste azul), Maize (loira e de laranja), Sugar (ruiva de vermelho), Sia (como descrita no ep de estreia dessa versão) e Judith (que além de eu mostrar como ela seria com seu uniforme, também desenhei como seria um espírito da Judith padrão com o aspecto da febre das montanhas).

Sobre a sexualização, também como dito antes, pode ser só uma escolha estética pras personagens, e também pode ser uma forma de mostrar mais os detalhes corporais das moças, considerando os portes físicos que eu crio pra elas, embora não seja a regra, mas isso não apaga a personalidade e as motivações delas, inclusive pode representar poder e direito das personagens, já que no contexto da história elas tão usando essas roupas tão mínimas por escolha.

Também fiz uns desenhos de umas personagens femininas ainda pendentes, como:
Uma shiruut pantera comum da dimensão dos monstros (nada importante, mas às vezes desenho alguns tipos de figurantes), uma cavaleira petrômata (mesma lógica da shiruut, mesmo sem aquele simbolismo das vestimentas que eu disse antes, elas também são fortes, resistentes e boas em combate e defesa), Oneida Z10 (perdi umas chances de mostrar ela, mas redesenhando ela talvez me motive mais) e Lummy Artrou (por enquanto, o máximo que decidi é que ela terá interações com a Tifanny e as Velvet).
Mais uma shiruut, Golias Goboy (um membro do bar Bar'A de Liberdade) e a Tifanny e o Naej do universo DG89 sendo fofos juntos.
Oi, Frank!
Ah, e ele tá segurando uma Ulbra Solar.
Essa referência da Tifanny atual, ou Tifanny com uniformização estereana, eu aproveitei pra dar um apelido baseado no que tinha em Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3, em que tinha o Piccolo e o Vegeta com aquelas formas "Super" exclusivas, com o "Super" no nome da forma.
Salamandras Hunkalianas, uma espécie e civilização que domina os oceanos hunkalianos e, pela rivalidade com os sauros do solo firme hunkaliano, eles não têm a mesma parceria com associações e alianças humanas, por mais que esses grupos comercializem com as salamandras pra lucrar com os momentos de paz entre os dois lados. Explicarei melhor futuramente.
Desenho ilustrativo e simplificado pra mostrar como seriam os coelhos-cervos, os ratos-lobos, os dragões serpentinos, e também uma fera chamada Capistoceno (um tipo de fera que, embora similar fisiologicamente com uma capivara, tem marfins, presas e um rabo longo).
Também desenhei o Ragnar Turimbar Starion, e sim, é bem simples e colorido, mas realmente não precisaria de muito pra um "asgardiano do sul modificado" (só pra lembrar, tem os æsir/asgardianos claros, mais comuns no norte e dominantemente ruivos, e os escuros, mais comuns no sul e com cabelo mais castanho).
Também fiz esse desenho com 7 dos mutantes que tem na minha história, pra celebrar o dia da conscientização do autismo em 02/04, já que há interligações desses personagens ao autismo como:
  1. Unicidade nos poderes (enquanto cada autista tem seu comportamento e mentalidade únicos);
  2. Há uns episódios que apontam sobre "parecerem mutantes" (assim como tem o mito de "cara de autista", já que há gente que acredita que autismo afeta a aparência);
  3. Os poderes podem ser naturalmente bons pela genética mutante, mas não é regra (assim como os casos de autistas prodígios).
Eu tive um pouco de dificuldade de desenhar o John Parker, pelo menos pude virar o caderno de cabeça pra baixo e desenhar de um jeito que evitasse o Efeito Thatcher (quando tem detalhes em posição normal mas num corpo ou rosto de ponta-cabeça), infelizmente, dos mutantes novos dessa temporada, só coube a Faith, a Melissa eu não dei muita forma entre a Faith e a Melissa, Melissa essa que eu colori com cabelo violeta, em vez de só nas mechas, pra justamente caber esse detalhe de cabelo violeta. O Luca eu colori com roupa azul pra deixar menos enjoativa a clássica roupa vermelha dele.
Isabella junto com sua prima Sabrina (pô, a Isabella é gigante)
Inicialmente era pra ela usar só um bodysuit parecido com uns desenhos que já fiz da Isabella com roupa de "princesa biker" do Mario Kart 8, mas fui mudando com o tempo pra ela ficar mais única, aí teve esse design de (até agora) o único desenho de uma moça com Femmesuit sem manga.

Outro detalhe é que, como faltava eu explicar mais a ambientação onde ficam os personagens, eu usei o episódio 298 justamente pra treinar mais as descrições e worldbuilding.

Mas bem, acho que expliquei o suficiente.

Até mais!

04/04/24

Projeto Dream, episódio 298

> 10/12/2271; espaço sideral; Universo 255-P
 Tudo seguiu normalmente, e Naej estava mais feliz que a média, não só pela boa experiência, mas porque aquele tempo a mais que ele passou em outro universo pôde beneficiar os dois lados, o baixinho aprendeu com aquele universo, que também teve suas atividades facilitadas pela existência dele, algo um tanto diferente do que ele costumou fazer junto com a Tifanny, a O&S e algo similar com o construto de Piccu e Muramasa, e ele e sua família estavam de volta a Nova Lander, em um bairro de prédios quadrados, a maioria de tijolos lisos e avermelhados ligados em concreto, ou instalações de concreto com diferentes cores, as mais reconhecíveis as amarelas entre as azuis, beges e vermelhas, com graffittis, letreiros e anúncios escritos com tinta em papéis ou placas espalhadas pela cidade, que assim como boa parte de Stereo, é dominada por pessoas alaranjadas, avermelhadas ou que se parecem cães.
 Otasha Misarabua entrevistou o Muramasa, que por sua vez ele também cogitou chamar ela e sua equipe pra ajudarem na Terra, demorou um tempinho, dando tempo esse pra eles conhecerem mais as pessoas na Terra, como a Senhora Rubens e sua equipe, que também esteve focando nessa missão mesmo separada das equipes de Muramasa, servindo ao governo vialacteano, porém, Otasha também pôde rever Isabella e Julie por bem mais tempo que elas já se reviam em setores espaciais de suas empresas.
 Saraiana e Rihana, com esse reencontro da O&S com a D.R.V.G., puderam se conhecer, e Rihana, pelo seu contato com poderes de tantos tipos, poderia reconhecer os pontos fortes e fracos das pessoas só de olhar ou, pelo cheiro que algumas substâncias que alguns poderes emissores poderiam gerar, alguns tipos de cheiro, e pra Rihana, ela era bem normal.
Rihana: Poxa, não sabia que ia ter uma secretária no time dos amigos alienígenas das minhas chefes, mas aí, você é de onde exatamente? Parece ser uma monstra normal.
Saraiana: Sou de Pessach, e não sou uma monstra, seja o que gerou minha espécie, evoluiu nativamente lá, não de um mundo tão distante como o que gerou parte da vida na Terra.
Rihana: Falando nisso, eu já conheci amigas com poderes de diferentes tipos, gostaria de ter algum?
Saraiana: De jeito nenhum.
Rihana: O que, sério? Mas por que? Pode ajudar sua vida.
Saraiana: Isso não é tipo você me oferecer um abacaxi de pizza? Digo, pizza de abacaxi? Aí eu falo que não quero e você fala, 'espera, é doce e saudável'.
Rihana: Você comparar o que eu tô oferecendo com pizza de abacaxi é tão ofensivo quanto você falar o que eu seria julgando pela minha voz, pelo meu cabelo, ou pelas minhas...
Saraiana: Desculpa, exagerei!
Rihana: ... roupas.
Saraiana: Mas eu não quero ter poder pra... só usar em casa, ou só lutando, ou só no trabalho, e talvez algum 'poder' que você me desse que fosse pra tudo isso seria muito difícil, tipo algo de analisar dados como um computador, ou algo muito genérico e que você talvez se desapontaria em aceitar o pedido, tipo velocidade.
Rihana: E quem disse que o meu próprio poder dá pra usar em tudo? Eu sou advogada chefe da empresa e o meu poder, bem, é um metapoder de copiar poderes, mas aí, o que acha?
Saraiana: ... Quantos poderes você consegue copiar?
 Saraiana guia Rihana, e copia o magnetismo do Magnolienitze, a força reativa da Bicinily, que esteve protegendo Giulia e os Warehouse durante a expedição com a D.R.V.G., os combina em um poder novo, e também copia a velocidade e resistência de um C-Ventaniano que tinha mais próximo, e passa para a Saraiana, e então, ela pede ajuda pra testarem seu poder. Obviamente, ela não era mais rápida que os C-Ventanianos como mostrado numa pista que fizeram, em que enquanto ela conseguiu percorrer 100 metros em 2,8 segundos, a C-Ventaniana convidada para o teste percorreu em instantes e reclamou que era muito pouco pro corpo fino e rodas de um C-Ventaniano. Na queda de braço, Bicinily, ou Bryce, detonou a Saraiana e ainda tremeu a área da Lua em que estavam, que apesar de fortificada pela arquitetura de silício puro com suporte interno de aço, ainda sofreu um pouquinho, e o teste pra comparar com o poder do Magnífico foi bem mais proporcional, com os dois confrontando o magnetismo de um contra o do outro, mas os dois foram empurrados pra trás e caíam, e a sala ficou temporariamente sem energia.
Saraiana: Achei que você me deu os poderes, Riha!
Rihana: Eu dei, mas não dou eles por completo.
Saraiana: Hã?
Rihana: Óbvio, quando os poderes tão armazenados nas minhas mãos, eu posso controlar com mais eficiência, já que eles podem até se misturar em mais poderes, mas quando eu passo pra alguém, em troca de ser permanente, não será todo o poder que eu tava carregando.
Isabella: A propósito, interessante vocês terem se dado tão bem por... poderes.
Otasha: É comum ela dar poderes de presente?
Isabella: Alguns daqui, incluindo eu, tivemos poderes por causa dela.
Magnífico: Essa negona tem um poder bem criativo, mas aí, isso daí é um poder de 'mutante'?
Bryce: Não, ela é uma feiticeira.
Magnífico: Poxa, mas com tão poucos poderes.
Shiro: Não dá pra culpar ela, um metapoder como esse é bem útil, já que dá pra terceirizar as capacidades dos outros.
Bryce: Shiro, qual é a próxima parada de vocês?
Shiro: Sistema F-Sabafu, no Setor F ao Norte da Via Láctea.
Bryce: Espera aí, eles não são meio... perigosos?
Shiro: Você conhece?
Bryce: Eu tive que bater em alguns pra abrir caminho até a Terra, e foram os mais difíceis pra eu enfrentar.
Shiro: Okay, isso me preocupa.
Otasha: Acho que já enfrentamos ameaças piores.
 Uma discussão começava sobre o que podia ser esse sistema de F-Subafu na colônia lunar principal, uma cidade de concreto fortificada, que fica debaixo da Terra para economizar esforços para proteção contra frio e radiação, usada apenas nas áreas de estacionamento, e sua arquitetura é boa parte composta por casas e prédios Deco em tons frios, ou tons de cinza sem tingimento, as luzes e as paredes sempre fazem parecer lugares fechados, embora não claustrofóbicos, enquanto no estacionamento era possível ver o céu preto, que as luzes das estrelas nunca chegam o suficiente, mas dá pra ver a Terra de longe. No planeta prateado, conhecido por suas florestas em tons claros, solo e troncos das árvores roxos, folhas brancas em tom metálico de prata, frutas perfeitamente vibrantes, algumas lisas, esféricas, rugosas ou formadas por frutos menores, que por mais que os prateados fossem pacíficos, não eram as comidas mais comuns.
 Prateados caçam diferentes tipos de animais, e num passado mais violento, já incineraram algumas florestas que se tornaram as tão abertas clareiras agora dominadas pelas vilas, cidades e uma variedade de tribos, e claro, devido à grande atividade íntima dos habitantes adultos, isso incluía mais reproduções e exigia muito desempenho físico, assim como atividades cotidianas, como os trabalhos, as caças, exército e trabalho diário, por isso aqueles mais fortes, entre os nascidos machos e fêmeas, têm um corpo tão bem desenvolvido dos pés à cabeça.
 Lykos, pelo seu porte gordo, pode ser confundido como uma exceção ou furo dessa hipótese, mas prateados obesos não são tão raros quanto se pensa, ainda mais considerando uma grande mão de obra, incluindo alimentícia. Lykos e sua família, com uma mãe, 36 tias, 7 irmãs e 288 primas, são ótimos cozinheiros e, além de sacerdotisas da quarta, da quinta e da sétima deusas, ditas como as rainhas do mundo material, também trabalham em fazendas e alimentação da região, o que exigia muita dedicação, inclusive Lykos, assim como as outras membras da família, têm ajuda de seus fortes companheiros pra carregarem as cargas, seja pra fabricar ou entregar as massas, molhos e saladas, ou pra entregá-los entre as vilas.
 Hoje, em específico, Lykos não chamou mestres como Ancio ou Doutos, que ele considerava mais do que mestres, mas parceiros íntimos, mas dessa vez o Bleomus, um amigo que ele conheceu por um Numiê em que 15 de suas tias trabalhavam ensinando aulas lógicas e mágicas em nome da quinta deusa, e que depois eles depois de um tempo lutaram juntos, e Staryo, um discípulo que ele já teve antes e também o levava pra acompanhar suas atividades, pra ajudarem a sua mãe, irmãs e primas que lideram atualmente os serviços agrícolas de Tujiwa, e diferente do Bleomus, que usava parte da sua experiência mágica pra fertilizar o solo e acelerar o crescimento dos grãos pra acelerar o procedimento das colegas, o Staryo estava descansando numa das carroças por onde normalmente eles carregam os vasos com os materiais, enquanto podia ser carregado por Suntauros, um tipo de animais ungulados conhecidos por suas caudas crocodilianas bem fortes, por onde são anexadas a carroças e arados, e raramente esses animais são servidos como carne porque demoram muito pra crescerem e se reproduzirem, além de perderem a "pata de obra" dessas criaturas.
 Uma conjunto de carga foi completo e Staryo ainda esteve dormindo, e quando a carroça começa a se mexer, Staryo cai e rola no chão, e acordava mais pelo susto que pela dor.
Staryo: Hã? Hã? O que!? O que!?
Lykos: Haribá, dorminhoco! Eu te chamo pra ajudar pra poupar esforço dos meus chefes e te vejo assim, dormindo no trabalho.
Staryo: Aaa! Desculpa, mestre! Mas se bem que não consigo ficar com medo com esse seu rostinho fofo.
 Lykos ficava envergonhado, mas depois pega a mão do Staryo, dá um tapa bem suave, só pra dar um aviso, e marca a língua do Staryo com uma runa que o proibia de mentir, algo similar ao soro da verdade elementar, porém conjurável e escrito, e na hora de processar aqueles grãos pras farinhas, as frutas e legumes pros molhos (sendo o mais conhecido o Caldo de Fenomate, um molho pastoso que pode variar de vermelho vibrante pra azul marinho, dependendo da concentração de ácidos e açúcares no produto) e as frutas pras saladas (que geralmente os prateados preferem saladas de frutas bem doces, embora tenha aquelas que acompanhem os pães e carnes) e geleias (muito úteis para as Tatinoas, um tipo de torta plana bem macia, de frutas chevrillothianas), e dessa vez, o Staryo começou a participar de forma mais proativa, pensariam que era por medo de um castigo mais forte, mas é por arrependimento de não ter sido proativo com seu mestre, assim como o mesmo é com os dele.
 No planeta Coração, os shiniitas souberam, pelo contato de Tai Tifo, que o Muramasa, apesar de diferente, estava igualmente heroico e salvador, em que mesmo não tendo a mesma oportunidade que acreditavam que ele ia ter contra esse tal de Kenokoro, foi útil e salvou o Tai, e como gratidão, planejam uma forma de ao menos salvar o universo da onde ele surgiu, o FFF5, que apesar da escuridão, ainda tinha humanos lutando pela sua sobrevivência, e rastreando a partir disso, Hematon se voluntaria pra guiar eles nesse plano, afinal, eles são irmãos com uma curta data de amizade, mas que via valor no que ele fazia e ajudou na restauração dele, e então, com ajuda de Fortrex, uma das poucas com força o suficiente pra romper a segurança do artefato, ele volta a usar a Albegama, uma arma cujo "cano" é uma pirâmide branca com brilhos bege, com runas negras, e o cabo dava suporte a uma pedra filosofal que aumentava o seu poder sobre a matéria, o espaço e a realidade.

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Projeto Dream, episódio 297

> 24/11/2271; Narayama, Japão; Universo 210-P
 Haraniku nesse universo esteve operando e patrulhando entre as cidades litorais do Japão devido a um clã de ninjas que, apesar de ter causado vários problemas desde 2264 até recentemente, o construto de Piccu não deu prioridade a enfrentar eles, e o feiticeiro japonês, se voluntariando compensar as outras ocupações do construto enquanto se divide entre desconfiar que eles estavam negligenciando, ou interpretar de que havia algo maior, como a proteção da Metáfita chinesa segundo as Yoseis, alguns suportes a exércitos e à polícia na Ásia segundo o Ivan Petrov, que inclusive ajudou Haraniku construindo umas armas pra ele operar na missão e "poupar magia e não usar seu poder total pra matar moscas", ou até mesmo pesquisas científicas e médicas segundo Kuzuri e Rifuté.
 Com o scan e visualização em câmera dos drones, e a investigação olfativa de Hawking, Haraniku pôde descobrir que o clã antes ditado, o Clã da Boca, é composto por assassinos e mercenários clandestinos, que usavam o ninjutsu que aprenderam e herdaram pra roubar dinheiro e artefatos, inclusive achando e levando embora o Toque de Midas japonês, antes da Kondon, depois apreendido pelo construto, agora tomado pelos ninjas, e que eles usaram aquela luva para quebrar um daqueles drones de rastreio, o transmutando em ouro e o fazendo cair amassado no chão, porém, de tanto eles terem usado, controlando a matéria pra criarem armas e pertences genéricos de ouro e lucrarem com a venda de ouro pra Portugal, aquela luva perdia seu poder mágico, e aquela cor dourada se desaparecia, virando uma mão de pedra ainda apontando o indicador pra cima.
 Porém, logo quando eles chegaram, Hawking late e espantava os ninjas, um homem tenta chutar aquele cachorro, mas ele desvia e morde a canela direita, que ficou vulnerável, enquanto Haraniku tanto golpeava alguns com uma katana de serra, inspirada na espada laraggiana que ele viu quando o grupo de Naej usando, eliminando alguns mesmo não acertando pontos essencialmente vitais, ou desmaiando outros menos agressivos com feixes de luz curtos que os adormeciam, e quando ele iria confrontar o chefe, ele havia desaparecido, e Haraniku e Hawking precisavam descansar, afinal, eles gastaram horas, senão dias, com aquela caçada.

> Porto Cuspe-do-Dragão; Universo DG89.
 Os dois Naej aproveitam só mais um tempo em Londres, que o baixinho do nosso universo viu muito pouco mesmo tendo que passar por aqui pra ver a Isabella e seu núcleo familiar, porém, Julie Redlar esteve junta de outros príncipes e Hautaliers, só alguns deles armados, prontos pra defender se ocorrer algo de errado.
Naej 255-P: É... Espera aí, são aqueles caras lá, né? Os Redlar.
Naej DG89: Como eles eram mesmo no seu universo?
Naej 255-P: Aquela nanica namora a Isabella do meu mundo.
Isabella: Isso pode dar uma guerra continental entre a gente ou dar o maior período de paz que eu podia ver pra minha família.
Naej 255-P: Teve paz.
Isabella: Talvez aquele tratado nos ajude, mas na dúvida.
 No segundo que Isabella ouvia os Redlar mexendo suas armas, incluindo calibrar espingardas e pistolas, emitia um ataque telepático que dava tanta dor de cabeça que alguns largavam suas armas, outros ficavam atordoados e se mexendo de forma rotacional, e alguns até desmaiava, só deixando a Julie disponível, o Naej de fora não tinha reconhecido já que a Isabella que ele conhece usava de outra forma, mas era aquela segunda mutação, que a dita outra Isabella usa na forma dos Dedos Cruzados da Morte.
Isabella: Muito bem, o que você veio fazer aqui?
Julie: É-é-é...
Isabella: Vamos, sem medo, você prometeu tanto que 'ah, os Dermurers têm poderes, mas nós, nós os Redlar somos mais fortes', mas e aí, que força?
Julie: É... Eu não queria arrumar nenhuma briga! Eu... Ai, a Pleine talvez pudesse ajudar.
Isabella: Pleine? O tortinha de maçã disse uma vez que conheceu ela por causa da Tifanny, mas não quero levar isso muito longe.
Naej 255-P: Muito gentil, inclusive.
Redlar: E por que tem dois dos 'tortinha de maçã' aqui?
Naej 255-P: Isso não é nada, no meu universo eu tive que renascer como três porque deu errado na clonagem.
Naej DG89: Não é o caso dele, ele é de outro universo, e um pouco retardado.
Naej 255-P: Eu sou uma versão dele, então basicamente...
Naej 255-P e DG89: Nós dois somos retardados! :)

> planetas tropicais, sistema Proxima Centauri; Universo 255-P
 Tifanny foi ver o que os meninos estiveram fazendo depois de ter comprado um baldão de pipoca pra Rachel, e no caso do Manfred, ele estava se divertindo num terreno velho muito usado pra eventos de Motocross, porém girando em sua forma esférica enquanto os flamígeras e humanos B-próxima-centaurianos, aqueles das espécie de Otasha M. e Donatella B., em respectivo, enquanto Louis esteve num bordel, sendo o mais difícil pra Tifanny de achar por ser o menos esperado, e quando foi entrar nesse tal bordel, sem entender muita coisa, e aparentemente, em vez de estar em uma das salas das sessões, mas na verdade ele estava com duas das mulheres que ele contratou pelas horas, porém, tomando uma vitamina de morango e uma porção de Tiozã Leve, que eram de péssima qualidade, mas o Louis já comeu coisa pior, aquelas prostitutas (uma flamígera e uma lobismulher mutante humandista alada) achavam que ele só estava fazendo aquilo pra ter mais intimidade pra facilitar a excitação, mas quando a Tifanny chega, o Louis faz uma pausa e a chama pra fora do bordel pra conversarem.
Tifanny: Peraí, eu não tô entendendo.
Louis: É que eu até tentei chamar elas pra me excitarem preliminarmente, mas não subia, aí eu fiquei comendo Com Elas, em vez de comer Elas, mas ainda não sobe. Olha.
Tifanny: Você claramente queria ver alguma surpresa da minha parte, mas eu sei como resolver.
Louis: Mas de que jeito, Tifa? Vai me dar um remédio pra- AAAAAAAAA!
 Tifanny deu um soco de direita no saco de Louis, usando a própria dor do golpe como "pagamento" pra melhorar a circulação sanguínea naquela área, e parecia até mesmo que o sangue fluída mais rápido e mais livremente, não só entre as pernas, mas no corpo todo, ele até se sentia mais quente, e Louis, constrangido demais pra agradecer por tamanha situação, entrava no bordel sem falar nada e chamava as moças pra participarem com ele.
 Paralelamente o Bucky, Vizoro e Key Jones estavam em um shopping center ainda no caloroso Proxima Centauri A, e ele avistava em uma das filas pra entrada de uma loja muito lotada uma mulher mandisista grande, com um corpo, embora não malhado e acima do peso, ainda bem bonito, e usando apenas um fino bikini vermelho, pra alguns olhos não tão vermelho quanto o seu cabelo liso, longo e com entradas em forma de M próximas da testa, o que seria estranho, mas mandisistos raramente têm cabelo, e aqueles que têm, a maioria mulheres e híbridos, são considerados os mais bonitos, e roupas tão curtas são basicamente inevitáveis nesses 3 planetas devido ao calor rigoroso, mas Vizoro, antes a voz da razão no trio, estava se sentindo tentado.
Bucky: Cara, por que você tá assim?
Vizoro: Cara, nunca vi uma moça chamando tanta atenção.
Bucky: Não fala em voz tão alta, assim cê vai chamar e irritar ela.
Key: Tem câmeras nos olhando, pense no que cê tá falando, teve tanta mulher de bikini, de ganga, com aqueles fios que vão de baixo, cobre os peitos e vão até o pescoço, o que for, mas cê não falou nada.
Bucky: Não vá fazer algo que vá se arrepender depois, Vizoro, cê tá me ouvindo?
 Vizoro dá um tapa na bunda da mandisista, mas a pele dela era tão firm e grossa, mesmo lisa pra um padrão mandisisto, que parecia que ele bateu em concreto, machucando a mão direita que ele usou, e aquela mulher, envergonhada, mas não querendo desaforo, bate com seus quadris e um impulso lateral das suas pernas, derrubando o Vizoro, um segurança pergunta se ela precisava de ajuda, mas ela só responde...
Mulher mandisista: Ajuda? Ajuda ele, esses homens tão cada vez mais difíceis de educar, e ah, acho que ele machucou a mão.
Bucky: Vizoro, sua mula manca!
Key: Lamentamos, senhorita...
Otasha (a mulher mandisista): Otasha, Otasha Truman, prazer, e... eu tenho um website e dois empregos, se quiserem, posso mandar meu cartão.
Bucky: Três, um pra mim, pro de armadura, e pra esse cara, acho que ele gostou até demais.
Otasha: O meu cartão é digital.
Key: Aceito igualmente.
Bucky: Também.
Vizoro: Alguém me dá uma pomada...

Continua>>>