Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
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08/04/24

Otaota Yuyu

> 15/12/2271; espaço sideral; Universo 255-P
 Depois de derrotarem uma parcela da tropa de Subafu, Muramasa e Oneida voltam à nave deles, e junto com uma Ultra, puderam levar os barris de líquido filosofal pra poderem usar nos serviços da O&S, como uma recarga melhor para seus armamentos por ser energia pyr líquida capaz de, não só se transformar, mas transformar outros materiais quando manuseado de forma bem controlada, o que a D.R.V.G. vai usar junto pra poderem fazer supertecidos mais resistentes que o metal, já que desde as roupas simples da Isabella aos sobretudos dos Redlar são de tecidos terrestres muito normais, e podem se danificar muito facilmente, então o grupo quer umas melhorias pelo menos pra parcela que mais sai pra lutas e que podem causas mais dano que meros acidentes de trabalho.
Otasha: Achava que você não ia gostar desse tipo de bikini, sabe, pra uma princesa de um setor da Terra, um dos planetas mais envergonhados que tem.
Isabella: Ah, isso não é regra, aliás, também acho bonito em você e outras... Flamígeras?
Otasha: Flamígeras, e pra falar a verdade, não somos uma espécie tão rara, Proxima A é só um dos planetas que tem a gente.
Julie: Isa...
Isabella: Sim, amorzinho?
Julie: Me solta, eu tô sufocando.
Isabella: Ah! Entschuldigung! Pensava que você tava corada, o sangue de vocês é azul.
 Julie cai quando Isabella a solta e puxava bem forte a respiração, ela tinha a abraçado enquanto a Isa conversava com a Otasha sobre elas não terem ajudado o Mura e a Oneida o suficiente, mas ao menos poderem participar de alguma pesquisa ou até procedimentos com o produto depois que eles conseguiram tudo.
Otasha: Redlar têm sangue azul? Literalmente?
Isabella: É um sangue azulado rico em nutrientes, eu lembro de ver ela chapada com os olhos azuis.
Otasha: Nossa, que estranho, mas é normal?
Isabella: É, visualmente dá pra diferenciar se o olho deles tá normal ou com alguma alteração, tipo droga mesmo.
Otasha: Não imaginaria vocês se drogando.
Isabella: É, éramos princesas inconsequentes.
Julie: Pelo menos somos melhores que o Harry.
Isabella e Julie: HAHA! SACANEANDO A FAMÍLIA REAL BRITÂNICA!
Otasha: Falando nisso, por que tantas HQ's das mídias terrestres têm tanto império alienígena? Uma monarquia não consegue se sustentar por tanto tempo em um país, imagina planetário ou galáctico.
Isabella: Espero que não seja pra cortar minha onda.
Otasha: É, ainda mais que cê tá com uma advogada sua por perto, então...
Isabella: Tanto faz, cê tá certa, já viu o tanto de revolução que teve na Terra? Por isso que os Dermurer têm até uma biblioteca toda, não adianta o reinado nosso ser pra sempre se só tiver imbecis.
Rihana: Giulia, olha que comida boa.
Giulia: O que é isso- AAAA, conheço! Eu comia uns quando ia pra Las Vegas com o John e o Luca pra corrigir os maquinários do Muramasa.
Rihana: Falando no Muramasa, ele tá tão diferente, e ele nem tem cabelo pra fazer a piada do 'cortou o cabelo?', poxa.
Giulia: É outro Muramasa, mas os dois têm algo em comum, são feios e sem pele.
Rihana: Shhh, e se ele escutar?
Muramasa: Que bom que alguém que possa me ver pudesse me avaliar algo com sinceridade, porque nem dá pra eu me olhar no espelho.
Rihana: Não tem reflexo?
Muramasa: Garota, eu sou cego.
Rihana: Aaaah... E ainda assim me considera uma mulher mesmo com uma voz tão... feia?
Muramasa: Sou cego, não transfóbico.
Saraiana: Mestre Mura, posso lutar com você?
Muramasa: Bora.
Saraiana: Sério? Sem nem questionar?
Muramasa: Eu sei que você quer testar se eu sou mesmo como falam e não é um diálogo expositivo estilo filme da Marvel.
Saraiana: É... Shiro, algum dia você leva pra ver alguns filmes das fases 1, 2 e 3, evite a fase 4.
Shiro: Pode ser.
Otasha: Por que logo com o Dr. Shiro que você pediu isso e não com essa parda empoderada de bikini?
Muramasa: Porque o velho é da Terra assim como os filmes ruins da Marvel.
Otasha: Oh... Okay, Shiro, se levar ela, me leva também.
Magnolienitze: Eu também!
Mifren: Quer saber? Também quero, se tiver livro disso me recomenda.
Muramasa: Os quadrinhos antigos viram uma bagunça depois dos anos 1990.
Mifren: Penifret!
Saraiana: Muramasa... Vamo?
Muramasa: Aqui dá pra lutar?
Shiro: Quando chegarmos a Micani eu alugo um estádio pra isso.

> Lua, órbita da Terra.
 No outro lugar do espaço, na Lua que ainda orbita a Terra, Yuri Tokawa fez uma pausa em suas operações, quando estava com sua fundação anexada ao construto de Piccu por suas tecnologias do espaço-tempo poderem ajudar nas operações da Metáfita chinesa, ou com máquinas do tempo pra matar vampiros em diferentes épocas do tempo antes que eles alterassem o presente e futuro, ao lado da equipe de Ivan, ou até quando ela quase perdeu sua pedra filosofal quando foi lutar contra o Deva do Caos, que com sua tempestade estava desmoronando desde montanhas a algumas cidades no Canadá, em que a joia foi inteiramente usada pra, além de selar a entidade, também sacrificar a entidade com a magia da joia pra restaurar tudo o que o Deva destruiu, e demorou muito pra restaurar a pedra com os cacos e um pouco de sangue dela.
 Agora ela foi pra Lua, visitar uma colega, Otasha Ranola, que antes só ajudava em trocas de informações entre Marte e outras constelações distantes da Terra, mas agora uma pesquisadora aliada à Hilda Rubens, que Yuri podia ter ouvido falar antes, mas não imaginava que seu cargo fosse tão importante. O laboratório lunar em que estavam, como sempre, tem paredes brancas, chão e detalhes azuis, e cheio de mesas com equipamentos, os menos numerosos sendo computadores, e tendo espaço pra frascos químicos e máquinas operatrizes e impressoras.
 Ambas se conheciam, mas estranhavam-se porque a Otasha estava até que bem mais alta, enquanto antes ela era conhecida como uma "anã marciana", bem baixinha mas ainda magra, e a Yuri, mesmo com seu vestido clássico e uma gargantilha com a pedra filosofal, agora usava um jaleco, o que não parecia combinar com ela, pelo menos na ótica da Ranola.
Otasha: Yuri, você continua linda, mas sabe, tá tão diferente.
Yuri: Você também mudou muito, tá enorme, finalmente pode usar as roupas G e XG pra marcianos.
Otasha: Eu admito que precisei de ajuda da...
Hilda: Olá, minha moça, eu achei que nunca conheceríamo-nos.
Yuri: Eu também, e eu soube o que estiveram fazendo, porque o Piccu que tava me ajudando na China, ou eu que tava ajudando ele lá, ele me falava muito pra se possível chamar ajuda sua.
Hilda: Ah, não, creio eu que não esticaria-me como aquele rapaz, apesar de nossos poderes serem tão parecidos.
Yuri: São mesmo? Faz sentido… Eu soube de quando você ficou gigante em Deming, e queria muito ter ajudado você e companhia, mas não deu tempo.
Hilda: É mesmo, mas o que tu vieste a fazer? Não acho que tiveste tanta prioridade pra isso.
Darkstar: Yuri, espera, eu quero saber uma coisa, de que espécie você é, mulher do alto?
Hilda: Sou Hilda Rubens, e na verdade eu sou uma mutante, há muitos na minha cidade.
 Hilda volta à sua forma normal, se despejando no chão como se fosse uma massa, e depois voltando ao seu formato corporal humano normal dela, e Darkstar achava aquilo engraçado, e ria, e Otasha tentava socar ele, não conseguindo porque era muito fraquinha, o corpo do Darkstar nem era tão físico quanto parece, soltando fumacinhas a cada acerto, e isso doía na mão dela.
Otasha: Qual é a porra da graça!? Ai, droga, você é muito duro!
Yuri: Eu já falei isso uma vez! Haha
Hilda: Uma vez eu disse isso pro meu marido também, haha!
Darkstar: Ah, eu não esperava que ela tivesse uma forma... normal, achei que ela era assim normal daquele jeito no teto.
Hilda: Não culpo-te, faço isso pelo alcance, e ah, eu queria ter o poder de força e velocidade como o de meu marido, só não queria envelhecer rápido como tal.
Yuri: O quão rápido foi?
Hilda: Sabe, eu tenho uns 102 anos agora, meu aniversário é no Ano Novo, e bem, infelizmente o meu marido teve um ataque cardíaco vindo da própria força que estava carregando.
Yuri: O que!? Mas como!?
Hilda: Ele era bem velhinho, miudinho, lá em 2213, mas ainda trabalhava como uma 'empilhadeira humana', já que ele era o mais forte da fábrica, mas sabe... é a vida.
 Hilda pega sua xícara que tava com um chá bem frio, e tomava.

> Narayama, Japão; Universo 210-P
 Haraniku ainda está em sua caçada contra o Clã da Boca, e em um setor que ele enfrentou mais daqueles ninjas, incluindo alguns que sobreviveram a confrontos anteriores e foram revividos usando o ouro acumulado como custo mágico desse poder de cura, ele encontrou uma garota diferente, que em vez de um uniforme ninja vermelho como sempre, ela estava com uma veste preta um tanto similar ao do clã Narayama, além dos "chifres" de presas de javali no cabelo. E a garota estava liderando aqueles homens, que sacavam suas armas feitas de metal do fogo, uma liga de bronze encantado com fogo.
 O grupo dela e o Haraniku estão em uma sala de paredes brancas com da metade ao rodapé de madeira, um chão seco e cinzento, com o teto bem destruído junto com as paredes devido ao que já teve, e ao que acontecerá logo.
 A luta foi muito intensa, já que Haraniku estava com poucas balas em seu fuzil, sua katana quebrou quando ele foi enfrentar um ninja com magia de se transformar em um golem poderoso, e então restou suas magias, em que ele evocou um Nevoagão para esfriar o metal do fogo das armas dos ninjas e reduzir seu poder de ataque, além de imobilizar os mais atingidos por aquela névoa gelada, os que não foram pegos o Haraniku usa uma magia reflexiva contínua, em que logo quando eles pensavam que tinham massacrado o Haraniku, eles foram massacrados por eles mesmos, porém isso doeu muito, já que em troca dos ninjas saírem feridos, o Haraniku ainda sentia dores de como se ele sobrevivesse a ser atingido normalmente, e quando ele foi enfrentar a garota, ele soltou algumas bolas de fogo, que se desfaziam a 3 metros de distância dela, depois, ele dispara uma rajada elétrica contínua, também não era o suficiente, em seguida, levita um escombro do teto telecineticamente, o move com força pro alto, e depois lança contra ela, o que poderia atingi-la mesmo pela rocha e não pela telecinese, e ela com um soco torto pra cima estoura o escombro, e Haraniku parava o tempo pra desviar do que ia voar em direção dele, mas reconhecia algo assustador: Mesmo no tempo parado, em menos de 10°, a garota virava seu rosto, e seus olhos se moviam mais diretamente em direção de Haraniku, e o tempo volta a se mexer.
Haraniku: Mas o que é isso? Quem é você?
Yuri: Yuri Narayama, ao seu dispor, mas bem, eu planejo um sobrenome novo, afinal, claramente meus pais não me querem mais, afinal...
 Yuri eleva sua aura em uma forma de escuridão que tremia o chão e fazia o Haraniku cair, e ela chegava, colocava as mãos no rosto dele, e diz...
Yuri: Eu rejeitei a magia há muito tempo.
Ijiyosei: Lá está ele, chefe!
Piccu: Haraniku!
 Piccu puxa o Haraniku e o leva pra perto dele, e o grupo o levava embora, enquanto Ivan, Delfim, Enily e Lênia ficam pra trás pra enfrentar a Yuri Narayama, que ria de forma sádica e irônica ao saber que quem ela ia eliminar tinha de ser resgatado e levado embora, e a luta dela com os quatro causava muitos danos na instalação, que por ser labiríntica, o Piccu usava sua elasticidade pra aumentar o tamanho e força dos socos, ou transformar seus braços e lâminas extremamente finas, pra esmagar ou cortar as paredes, até chegarem à Sanyosei, que estava ainda no começo do labirinto, ficando pra trás pra interligar o caminho pra alcançar o Haraniku no começo.
Haraniku: O que tá acontecendo?
Piccu: É o demônio Narayama, se não fosse a gente você taria morto!
Ijiyosei: E não se preocupem com eles, dois não têm magia, um tem fonte externa de poderes, e a magia de uma tá no sangue, e não na mente.
Haraniku: Como isso funciona, magia no sangue?
Piccu: Droga, a Isabella não te contou isso?
Sanyosei: Galera, entrem, todos!
 O grupo entra na dimensão interna do portal-escotilha de Sanyosei, uma dimensão em forma de uma sala metálica de paredes avermelhadas com listras, chão e teto cinzentos-escuros, com canos que emitiam "gás" que é o oxigênio que flui do mundo normal à dimensão de bolso, e junto com Ordineur como motorista da Stonciala usada pra fuga, consegue levar o grupo em segurança pra base de operações, e eles chamam por Momoko Miura, uma dragonoide que ajudou poucas vezes o construto de Piccu, e divide seu trabalho entre as operações de heroína e também cuidadora e sacerdote de seu templo especial.
 Dessa vez em específico, Momoko descobriu um dos membros menores do Clã da Boca que estava sabotando as operações do Haraniku, dando sinais de como fugir ou contra-atacar, deixando tudo mais difícil, em que ela usou seu olfato pra localizar cada pista e a sua audição pra ouvir dicas de civis, suspeitos, e a vocalização das pesquisas da investigação, ela foi contratada por Piccu mais uma vez justamente porque seus sentidos seriam úteis como suporte pra solução, mas curiosamente, ela própria foi atrás e deu um jeito.
Momoko: Takoryu falando! Hã? Haraniku tava em perigo? Achava que ele ia dar conta sozinho, mas... antimagia? De que nível? Acho que já ouvi falar, hmm... Isso é complicado, geralmente usam contra-feitiços, controlam energias mágicas ou de chi pra apagar efeito externo, mas alguém que apaga magia só de tar perto é novo pra mim. Tô indo, gente, aguardem!

Continua>>>

05/04/24

Projeto Dream, episódio 300

> 15/12/2271; espaço sideral; Universo 255-P
 Muramasa aproveitou o tempo que passou com a Agência Galáctica dos Humanos e a O&S para também conhecer os exércitos especializados dessas equipes, como os eugenéticos, magos espaciais (em sua maioria Pimpu, prateados e shiniitas, mas tendo também magos humanos e asgardianos com técnicas próprias), eugenéticos, grandes máquinas e, na maioria dos de combate físico, os sapiens espartanos e os oels da Oel Space, muito fortes e versáteis, enquanto a O&S tem uma equipe bem pequena de robôs especializados em combates, e no máximo suas tropas orgânicas que estão na gestão e artes sócioemocionais , cada um tem seus poderes.
 Sabendo que Otasha ia para F-Subafu por causa do que ela explicou do que ia fazer e o que ela planejava com aquele sistema, Muramasa pesquisou sobre esse sistema e, descobrindo o quão perigoso era o local, mas não querendo atrapalhar a expedição deles, pediu orientação da própria Agência, e Oneida Z10, uma eugenética que treinou o controle da realidade com as suas colegas elfas, e que estudou a ciência temporal como uma de suas especialidades, se voluntariou pra ajudar.
 O&S e D.R.V.G. fizeram uma parada para se abastecerem, enquanto o Muramasa se esforçou pra, junto com Oneida Z10 e suas auxiliares elfas, chegarem naquele planeta. Eles concluem sobre a aparência da Cidade de Ferro, ou planeta Vsii, um planeta bem iluminado, mais por causa dos cinturões de antimatéria, atualmente finos e com um brilho azulado, do que pela estrela onde os planetas e cinturões orbitam, uma anã vermelha chamada Subafu, uma estrela bem isolada no Setor F, pouco explorado pela pouca atividade.
Oneida: Senhor Mura, espero que não nos decepcione, eu li lendas medievais sobre você e sei que você é forte, mas nunca tive a chance de ver pessoalmente você em ação.
Muramasa: Acho que essa é a pressão de ser popular e durar muito tempo.
Oneida: Concordo, ei garotas, preciso daqueles mesmos dispositivos que a gente usava pra teleportar os robôs pra dentro e fora dos terrenos de Scandi.
Elfa 1: Tá falando dos fones-espaciais?
Elfa 2: Só temos 6 desses, mas somos 8 contando com esse cara.
Oneida: Precisamos de dois, espera, Muramasa, você teleporta?
Muramasa: Eu vou usar também.
 Ambos colocam fones de ouvido pequenos que têm, no círculo especial que servia de botão, um tipo de aparelho menor que vire um portal portátil, mas esse botão também pode teleportar o usuário pra áreas pré-programadas, não diferente de como a Alex usou uma vez, porém, mesmo quando eles teleportam e anunciam que vieram em paz, os habitantes de lá correram pra longe e chegou uma tropa armada especializada: Os seres de lá parecem com algo como formigas humanoides, semibípedes, com dois braços e dois pés, e de carapaça preta metálica um tanto familiar, porém não havia tempo para detalhes, pois os militares disparam juntos uma bola de fogo azulada, de altíssima temperatura, mas enquanto Oneida, acelerando o tempo pra agir mais rápido, dispara um raio congelante simples pra segurar o fogo, o Muramasa esperava a bola chegar nele, estando de braços abertos.
Muramasa: Eu tive que enfrentar um universo de escuridão, bilhões de graus Kelvin não se comparam a quando tive que nadar num sol!
Oneida: O que?
Muramasa: Deixe que eu cuide disso e enfrente as tropas menores, o cuspidor de fogo é todo meu!
 Muramasa segura a bola de fogo, agora amarelada pela queda do calor e poder, e a desfaz, dava a sensação de que pra ele era como apagar uma vela com a mão molhada, e Oneida, então, chama duplicatas de si mesma de diferentes pontos do tempo, pra juntas afastarem os civis e eliminar os soldados com raios de energia comum vermelhos, enquanto Muramasa, criando lâminas de ar, materializando jatos d'água de alta pressão e até mesmo enterrando os restos controlando o solo e suas rochas, Muramasa elimina o general deles.
Muramasa: Espera aí, esses soldados são muito frouxos, e o governo daqui é uma porcaria, o que a Otasha e o Shiro iriam querer daqui?
Oneidas: Não sei- é... Não sabemos, mestre.
 Oneida volta a ser uma, com suas duplicatas voltando pras suas épocas como se nada tivesse acontecido, e com a memória de cada cópia ficando só pra ela, e investigando mais, andando entre prédios metálicos tão duros e escuros que pareciam fazer jus ao nome da civilização, até que eles encontram uma espécie de vale naquele planeta, rico em uma substância transmutadora chamada líquido filosofal ou elixir do reino, que provavelmente surgiu misturando a energia natural que Vsii tinha como planeta com energia cósmica da antimatéria, o que enriqueceu um fluido já poderoso, assim como o urânio podia ser enriquecido para gerar energia, porém mágico.
 Não havia muito tempo, já que mais tropas, com mais armamentos, haviam chegado, incluindo um tipo de variação modificada com um poder elástico bem forte.
Oneida: Cuidado!
Muramasa: Espera, esses caras têm seus mutantes?
Oneida: Talvez seja que nem no Setor C, lá tem mutantes naturais com suas transformações.
Muramasa: Ou talvez que nem na Terra, eu vi uns gerados por acidente e os que são descendentes dos acidentais, e agora?
Oneida: O de sempre.
 Muramasa e Oneida enfrentam a tropa, enquanto Otasha, Shiro e os outros rastreiam DNA humano próximo de Vsii, além da Oneida, existia aquela equipe de suporte das elfas, e o grupo resolve abrir uma comunicação com o grupo e, sabendo que Mura e Oneida estão lá, os ajudam, detendo o alien inseto mutante e em seguida ajudando o grupo a coletar um pouco desse líquido filosofal, dá um total de 3 barris, o que era quase nada perto do lago que ainda tinha naquele planeta, e eles em seguida vão embora.

> Deming, Novo México.

 Summer Anthonny ficou encarregada de cuidar de seus irmãos, porém, logo quando Bianca, a mãe, e Logan, o pai, saíram da casa, os mais novos, menos o Marshall, corriam entre as salas, brincando de pega-pega, o Mario transformado em um velociraptor correndo atrás, a Magally usando seu poder de vento pra acelerar ela e desacelerar os colegas, e o Patrick despistando eles telepaticamente, os fazendo tropeçarem, trombarem entre si ou baterem de cara nos móveis, mas o Mario usava o olfato de dinossauro pra corrigir sua orientação e Magally estendia o seu tato pelo ar que controla pra ignorar as ilusões, e quando eles pegam o Patrick, era mais uma ilusão e na verdade eles estavam encima do Marshall, que estava dormindo logo nessa tarde, e Summer parecia que tinha pego os dois, mas eles desviavam e corriam pela casa, que a propósito era bem espaçosa, um casarão de paredes brancas com sujeiras que deixavam bege, teto, chão, telhado e móveis vermelhos como ferrugem, e Patrick usa sua telepatia agora para imobilizar eles, inicialmente pra ele pegar os dois, mas a Summer os pega e, com uma fita adesiva, os prende na parede, o Patrick com medo corria daquilo, mas tromba na escada e tentava se segurar, só que ele estava começando a perder força, aí ele pede ajuda.
Patrick: Socorro! Irmã! Me ajuda!
Summer: Só se me prometer qualquer coisa.
Patrick: Sim! Eu ajudo a aparar e pintar as suas unhas!
Summer: Não, dessa vez é só se vocês não fizerem isso sempre que os pais não tão em casa.
Patrick: Certo! 
 Patrick estende sua mão pra Summer, mas a outra cede de vez e o Patrick cai de quase 9 pés de altura, mas o Marshall que ia segurar ele de baixo não aguenta o peso e cai junto, pelo menos amortecendo a queda do irmão, e quando os pais chegam em casa, tava todo mundo no lugar como se nada tivesse acontecido, assistindo a um canal aleatório, só pra disfarçar que sempre tiveram assistindo algo.
Bianca: Pensava que a casa ia tar mais detonada.
Summer: Ah não, eles tão assistindo TV.
Logan: ... Num canal de basquete.
Bianca: É mesmo, você odeia basquete.
Mario: Eu amo basquete.
Summer: S-sim, sim! E eu tô acompanhando ele pra não ficar sozinho!
Magally: E eu também!
Marshall: Eu também.
Patrick: Muda pro canal 9 só pra ver o que tá passando.
Mario: Nem vem, os New Columbia Blues tão quase ganhando!
 Bianca e Logan foram trabalhar na gestão de transporte na Rodoviária de Deming, a Bianca trabalha normalmente com a segurança, seja usando seu poder pra ajudar e curar as pessoas em perigo, ou para atacar invasores internamente, ou rastreando o fluxo hormonal ou os batimentos cardíacos nos sistemas circulatórios, como suporte de detector de mentiras, enquanto Logan usa seu poder de engenhosidade sobrehumana, com uma suspeita de tecnopatia devido ao controle anormal que ele tem sobre tecnologias, para operar no núcleo informático do centro rodoviário, além disso, eles ouviram, tanto pelos Kashinabi, uma família vizinha, quanto pelo Maize, que Giulia está ausente pois ela esteve ajudando a D.R.V.G. em uma viagem espacial, embora ela não tenha especificado o que, enquanto esteja implícito que seja pelo seu suporte tecnológico ou pela ligação que ela e a Isabella têm pelos energéticos Sairi.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 299

[Assim como o episódio anterior eu aproveitei pra treinar descrição e worldbuilding, esse eu usei pra treinar histórias de multiverso, que pode ter algumas já recentemente, mas não quero que percam o costume com essas experiências de múltiplas realidades]

> 11/12/2271; espaço sideral; Universo FFF5.
 No vazio e na escuridão, Hematon navegava no universo paralelo com ajuda de Pyrman com seus portais e também a luz de algumas versões alternativas dele pra guiá-lo na escuridão, e usando a Albegama, ele projeta tamanha arma pra iluminar aquele universo, purificando o espaço por completo. Estrelas podiam ser vistas de novo, as criaturas da escuridão foram extintas, e os obstáculos para os avanços daquelas civilizações foram aniquilados.
 Hematon passa um tempo junto com as versões do Pyrman, ainda mais o Cryoboy P-80, que com seu poder de gelo pôde o ajudar a deter uma entidade muito estranha nativa daquele universo, antes muito escuro, agora perfeitamente claro, embora com tecnologias muito atrasadas devido à guerra contra as trevas. Essa entidade se chama Hoshayami, um tipo de demônio ou elementar enlouquecido, antes um grande inimigo do Muramasa daquele universo, e que, assim em contato com aquela luz cósmica, ele estava tendo o seu poder vazado, talvez ele morra, mas pelas rachaduras ao redor dele, revelando uma cor caótica e quente, há a entender de que ele levará algo muito grande consigo.
Cryoboy: Hema 255 P, temos um problema.
Hematon: Sim, eu concordo, o espaço, o tempo, as camadas desse universo podem se rachar junto com essa coisa.

Cryoboy: Certo, ele está parado, então temos que adiantar logo.
 Cryoboy usava seu gelo, que barrava o corpo daquela entidade, e somando com seu poder sobre portais, ele usava a mesma energia gelada pra fechar aquelas rachaduras, enquanto vinham novas, Hematon desvia de um corte espacial que partia a lua em que estavam, que podia arrancar o braço dele, ou perder a Albegama, mas então, um segundo disparo ocorria, mais fraco por não ter tido tanto tempo pra recarregar, mas ainda assim, pulverizando tamanha entidade que iria trazer a existência de volta à escuridão. Depois disso, eles vão, antes do universo 255-P, ao universo P-80.

> Deming, Novo México; Universo CD-63.
 Joanna Parker acabou de voltar a Deming e acaba estranhando o porquê do Giulius não estar na Web Cave, e quando ele foi ver ele também não o achou na casa dos Valentine, que Maizy diz que ele foi ajudar Donatello, Julio R., Ricardo, Natavio Misarabua e Mizuki Shiro a consultarem o sistema F-Subafu.
Joanna: Mas lá é tão perigoso que nem a equipe galáctica da tia Mura tá autorizada de visitar.
Maizy: Eles foram lá pra poderem pesquisar a sociologia daquele sistema e também esse Natavio sabe algo de antimatéria, algo que tem muito nos cinturões por onde a Cidade de Ferro é cercada, mas acho que vão ficar bem, o arsenal delas é enorme.
Joanna: Sobre o Donatello, o que ele tá achando do Giulius?
Maizy: Ele estendeu a parceria que prometemos pela marca Sairi, e por causa da volta dele e do Julio pra cá eu conheci uns colegas deles que têm quase o mesmo nome que o meu primo.
Joanna: Bem, e aquele cara grandão da equipe? Escurinho, mas mexicano, vi ele um certo tempo com um barrigão, mas agora ele tá magro de novo, o que aconteceu?
Maizy: Ah, é, ele teve um filho, mas não é o foco, tanto que ele mesmo disse que o filho vai ainda ser criado em Oaxaca.
Joanna: Pensava que ele já tinha a redesignação.
Maizy: Nem todos fazem mesmo numa etapa avançada, mas e aí? Bora ver o trabalho do seu pai no museu?
Joanna: Certo, eu também ajudei a manter os equipamentos e obras de arte limpos e em segurança, e a máquina do tempo tá completa, mas depois do que aconteceu e que a deixou tão fossilizada nem quero arriscar usá-la.
Maizy: Certo, mas antes bora tomar um shake.

> Lille, França; Universo 44-63.
 Soln Pleine e Nouvelle estiveram treinando magia normalmente, a Pleine desse universo, um pouco mais baixa e musculosa, tão lisa quanto sua versão 255-P, mas com cabelo longo e voz grossa, além de usar um vestido prateado com detalhes em amarelo, pois esconderia mais detalhes em seu corpo que ela não pôde alterar na sua transição, mas pelo menos era considerada bonita por sua irmã, que é bem alta e magrinha, em partes atlética, com uma Femmesuit azul clara com luvas, botas e gargantilha rosadas, e um cabelo longo, preso em um rabo de cavalo.
 O que elas estiveram fazendo era o que Auratonia tinha ensinado, ela é uma versão de Hematon desse universo, feminina, gordinha, de pele azul lisa como a de uma perereca, 4 orelhas, rabo de tigre e listras brancas, ela é fofinha e o Hematon lembra de ter sonhado que encontrava ela ou o Auraton, sua contraparte masculina do universo P-80, ou a Hematonia, uma Hematon masculina, que o Hematon conheceu no universo CD-63 junto com a Pyrwoman do mesmo mundo, e o que elas estavam treinando era o Treinamento da Maçã, que era assim como a própria Auratonia disse uma vez:
"Pra começar preciso que imaginem uma maçã, normalmente, vocês podem imaginar a maçã como for, mas ela ainda será apenas imaginária sem a magia, você poderá usar a sua mente como um lápis e a realidade como um papel, e desenhar a maçã como, ou melhor, do que você é capaz de imaginar"
 Antes elas duas só desenhavam algo como grades de energia dourada no formato de maçã, mas depois de um tempo, algumas vezes, embora há muito tempo, elas materializaram maçãs inteiramente iguais às reais, o que as ajudou a aprenderem a usar magia pelo treinamento, porém, elas ainda tentavam ensinar à Soln Ártemis e ela ia muito mal, porém, aparentemente não ia adiantar, já que ela mesma tinha vergonha de usar algo que ela julgava "masculino" e que ela assim como elas não merecia, apesar de que, como Ártemis e Pleine são rivais depois de muitas discussões com os ideais extremos dela, que só pioraram diferente do que teve com as suas versões Luna, aquela ideia foi por água abaixo.
S. Ártemis: Desisto, tinha que ser a mulher macha e sua irmã sapatão pra aprender algo tão masculino e sujo.
S. Pleine: Que!?
S. Nouvelle: Me pergunto como você se comporta assim e ninguém fala nada.
S. Ártemis: Não é óbvio? Eu sou uma princesa, e ninguém tem coragem de me confrontar.
S. Pleine: Por isso que a mãe me falava pra não ficar discutindo com você, que nem eu vi nos quadrinhos e desenho do Dilbert.
S. Ártemis: Hã?
S. Pleine: Não discutir com um idiota, já que ele só ganha por te cansar, então... Vamos adiantar isso logo.
S. Nouvelle: Concordo.
 As duas dão um tapa no rosto da Ártemis e saíam do corredor andando de forma devagar e imponente. A casa dos Soln pode se definido tanto como uma mansão quanto como um castelo, de qualquer forma bem grande e com tons de vermelho nas paredes, telhados e tetos com desenhos em dourado, virados para o Sul, em contraste à casa das Luna, que possui normalmente tons de azul nos chãos, muros e rodapés azuis marinhos, paredes brancas-acinzentadas e telhados em tom ciano (meio azul meio cinza, geralmente bem escuro), apontada para o Norte, assim como os Soln são um clã patriarcal, embora com Soln masculinos ainda cavalheiros, enquanto a Soln Pleine, durante sua transição, ainda foi prometida ser respeitada como uma dama, em partes espelhado, porém tão parecido, com a transição de sua contraparte Luna, enquanto a Soln Ártemis, frustrada pela pressão familiar, assumiu atitudes masculinistas e que irritavam a trindade Soln, incluindo seus pais, os Soln Tabin e Soln Récote, que tentavam educá-la melhor, mas assim como o treinamento de magia, não foi suficiente.

> Bulandhorn, Islândia; Universo 255-P
 Um submarino da Caranguejo está chegando agora à Islândia, um grupo de guerreiros e feiticeiras iria interceptar, mas tanto a Diamantur, Sora e Kinblu, quando quem quer que estivesse no submarino, conseguiu as convencer a parar. Lucas e Gabriel puderam levar a Amai pra fora do submarino, e saem junto com ela, e elas falavam com o grupo de Diamantur, sobre um assunto ainda pendente para a garota azulada.

Continua>>>

04/04/24

Projeto Dream, episódio 298

> 10/12/2271; espaço sideral; Universo 255-P
 Tudo seguiu normalmente, e Naej estava mais feliz que a média, não só pela boa experiência, mas porque aquele tempo a mais que ele passou em outro universo pôde beneficiar os dois lados, o baixinho aprendeu com aquele universo, que também teve suas atividades facilitadas pela existência dele, algo um tanto diferente do que ele costumou fazer junto com a Tifanny, a O&S e algo similar com o construto de Piccu e Muramasa, e ele e sua família estavam de volta a Nova Lander, em um bairro de prédios quadrados, a maioria de tijolos lisos e avermelhados ligados em concreto, ou instalações de concreto com diferentes cores, as mais reconhecíveis as amarelas entre as azuis, beges e vermelhas, com graffittis, letreiros e anúncios escritos com tinta em papéis ou placas espalhadas pela cidade, que assim como boa parte de Stereo, é dominada por pessoas alaranjadas, avermelhadas ou que se parecem cães.
 Otasha Misarabua entrevistou o Muramasa, que por sua vez ele também cogitou chamar ela e sua equipe pra ajudarem na Terra, demorou um tempinho, dando tempo esse pra eles conhecerem mais as pessoas na Terra, como a Senhora Rubens e sua equipe, que também esteve focando nessa missão mesmo separada das equipes de Muramasa, servindo ao governo vialacteano, porém, Otasha também pôde rever Isabella e Julie por bem mais tempo que elas já se reviam em setores espaciais de suas empresas.
 Saraiana e Rihana, com esse reencontro da O&S com a D.R.V.G., puderam se conhecer, e Rihana, pelo seu contato com poderes de tantos tipos, poderia reconhecer os pontos fortes e fracos das pessoas só de olhar ou, pelo cheiro que algumas substâncias que alguns poderes emissores poderiam gerar, alguns tipos de cheiro, e pra Rihana, ela era bem normal.
Rihana: Poxa, não sabia que ia ter uma secretária no time dos amigos alienígenas das minhas chefes, mas aí, você é de onde exatamente? Parece ser uma monstra normal.
Saraiana: Sou de Pessach, e não sou uma monstra, seja o que gerou minha espécie, evoluiu nativamente lá, não de um mundo tão distante como o que gerou parte da vida na Terra.
Rihana: Falando nisso, eu já conheci amigas com poderes de diferentes tipos, gostaria de ter algum?
Saraiana: De jeito nenhum.
Rihana: O que, sério? Mas por que? Pode ajudar sua vida.
Saraiana: Isso não é tipo você me oferecer um abacaxi de pizza? Digo, pizza de abacaxi? Aí eu falo que não quero e você fala, 'espera, é doce e saudável'.
Rihana: Você comparar o que eu tô oferecendo com pizza de abacaxi é tão ofensivo quanto você falar o que eu seria julgando pela minha voz, pelo meu cabelo, ou pelas minhas...
Saraiana: Desculpa, exagerei!
Rihana: ... roupas.
Saraiana: Mas eu não quero ter poder pra... só usar em casa, ou só lutando, ou só no trabalho, e talvez algum 'poder' que você me desse que fosse pra tudo isso seria muito difícil, tipo algo de analisar dados como um computador, ou algo muito genérico e que você talvez se desapontaria em aceitar o pedido, tipo velocidade.
Rihana: E quem disse que o meu próprio poder dá pra usar em tudo? Eu sou advogada chefe da empresa e o meu poder, bem, é um metapoder de copiar poderes, mas aí, o que acha?
Saraiana: ... Quantos poderes você consegue copiar?
 Saraiana guia Rihana, e copia o magnetismo do Magnolienitze, a força reativa da Bicinily, que esteve protegendo Giulia e os Warehouse durante a expedição com a D.R.V.G., os combina em um poder novo, e também copia a velocidade e resistência de um C-Ventaniano que tinha mais próximo, e passa para a Saraiana, e então, ela pede ajuda pra testarem seu poder. Obviamente, ela não era mais rápida que os C-Ventanianos como mostrado numa pista que fizeram, em que enquanto ela conseguiu percorrer 100 metros em 2,8 segundos, a C-Ventaniana convidada para o teste percorreu em instantes e reclamou que era muito pouco pro corpo fino e rodas de um C-Ventaniano. Na queda de braço, Bicinily, ou Bryce, detonou a Saraiana e ainda tremeu a área da Lua em que estavam, que apesar de fortificada pela arquitetura de silício puro com suporte interno de aço, ainda sofreu um pouquinho, e o teste pra comparar com o poder do Magnífico foi bem mais proporcional, com os dois confrontando o magnetismo de um contra o do outro, mas os dois foram empurrados pra trás e caíam, e a sala ficou temporariamente sem energia.
Saraiana: Achei que você me deu os poderes, Riha!
Rihana: Eu dei, mas não dou eles por completo.
Saraiana: Hã?
Rihana: Óbvio, quando os poderes tão armazenados nas minhas mãos, eu posso controlar com mais eficiência, já que eles podem até se misturar em mais poderes, mas quando eu passo pra alguém, em troca de ser permanente, não será todo o poder que eu tava carregando.
Isabella: A propósito, interessante vocês terem se dado tão bem por... poderes.
Otasha: É comum ela dar poderes de presente?
Isabella: Alguns daqui, incluindo eu, tivemos poderes por causa dela.
Magnífico: Essa negona tem um poder bem criativo, mas aí, isso daí é um poder de 'mutante'?
Bryce: Não, ela é uma feiticeira.
Magnífico: Poxa, mas com tão poucos poderes.
Shiro: Não dá pra culpar ela, um metapoder como esse é bem útil, já que dá pra terceirizar as capacidades dos outros.
Bryce: Shiro, qual é a próxima parada de vocês?
Shiro: Sistema F-Sabafu, no Setor F ao Norte da Via Láctea.
Bryce: Espera aí, eles não são meio... perigosos?
Shiro: Você conhece?
Bryce: Eu tive que bater em alguns pra abrir caminho até a Terra, e foram os mais difíceis pra eu enfrentar.
Shiro: Okay, isso me preocupa.
Otasha: Acho que já enfrentamos ameaças piores.
 Uma discussão começava sobre o que podia ser esse sistema de F-Subafu na colônia lunar principal, uma cidade de concreto fortificada, que fica debaixo da Terra para economizar esforços para proteção contra frio e radiação, usada apenas nas áreas de estacionamento, e sua arquitetura é boa parte composta por casas e prédios Deco em tons frios, ou tons de cinza sem tingimento, as luzes e as paredes sempre fazem parecer lugares fechados, embora não claustrofóbicos, enquanto no estacionamento era possível ver o céu preto, que as luzes das estrelas nunca chegam o suficiente, mas dá pra ver a Terra de longe. No planeta prateado, conhecido por suas florestas em tons claros, solo e troncos das árvores roxos, folhas brancas em tom metálico de prata, frutas perfeitamente vibrantes, algumas lisas, esféricas, rugosas ou formadas por frutos menores, que por mais que os prateados fossem pacíficos, não eram as comidas mais comuns.
 Prateados caçam diferentes tipos de animais, e num passado mais violento, já incineraram algumas florestas que se tornaram as tão abertas clareiras agora dominadas pelas vilas, cidades e uma variedade de tribos, e claro, devido à grande atividade íntima dos habitantes adultos, isso incluía mais reproduções e exigia muito desempenho físico, assim como atividades cotidianas, como os trabalhos, as caças, exército e trabalho diário, por isso aqueles mais fortes, entre os nascidos machos e fêmeas, têm um corpo tão bem desenvolvido dos pés à cabeça.
 Lykos, pelo seu porte gordo, pode ser confundido como uma exceção ou furo dessa hipótese, mas prateados obesos não são tão raros quanto se pensa, ainda mais considerando uma grande mão de obra, incluindo alimentícia. Lykos e sua família, com uma mãe, 36 tias, 7 irmãs e 288 primas, são ótimos cozinheiros e, além de sacerdotisas da quarta, da quinta e da sétima deusas, ditas como as rainhas do mundo material, também trabalham em fazendas e alimentação da região, o que exigia muita dedicação, inclusive Lykos, assim como as outras membras da família, têm ajuda de seus fortes companheiros pra carregarem as cargas, seja pra fabricar ou entregar as massas, molhos e saladas, ou pra entregá-los entre as vilas.
 Hoje, em específico, Lykos não chamou mestres como Ancio ou Doutos, que ele considerava mais do que mestres, mas parceiros íntimos, mas dessa vez o Bleomus, um amigo que ele conheceu por um Numiê em que 15 de suas tias trabalhavam ensinando aulas lógicas e mágicas em nome da quinta deusa, e que depois eles depois de um tempo lutaram juntos, e Staryo, um discípulo que ele já teve antes e também o levava pra acompanhar suas atividades, pra ajudarem a sua mãe, irmãs e primas que lideram atualmente os serviços agrícolas de Tujiwa, e diferente do Bleomus, que usava parte da sua experiência mágica pra fertilizar o solo e acelerar o crescimento dos grãos pra acelerar o procedimento das colegas, o Staryo estava descansando numa das carroças por onde normalmente eles carregam os vasos com os materiais, enquanto podia ser carregado por Suntauros, um tipo de animais ungulados conhecidos por suas caudas crocodilianas bem fortes, por onde são anexadas a carroças e arados, e raramente esses animais são servidos como carne porque demoram muito pra crescerem e se reproduzirem, além de perderem a "pata de obra" dessas criaturas.
 Uma conjunto de carga foi completo e Staryo ainda esteve dormindo, e quando a carroça começa a se mexer, Staryo cai e rola no chão, e acordava mais pelo susto que pela dor.
Staryo: Hã? Hã? O que!? O que!?
Lykos: Haribá, dorminhoco! Eu te chamo pra ajudar pra poupar esforço dos meus chefes e te vejo assim, dormindo no trabalho.
Staryo: Aaa! Desculpa, mestre! Mas se bem que não consigo ficar com medo com esse seu rostinho fofo.
 Lykos ficava envergonhado, mas depois pega a mão do Staryo, dá um tapa bem suave, só pra dar um aviso, e marca a língua do Staryo com uma runa que o proibia de mentir, algo similar ao soro da verdade elementar, porém conjurável e escrito, e na hora de processar aqueles grãos pras farinhas, as frutas e legumes pros molhos (sendo o mais conhecido o Caldo de Fenomate, um molho pastoso que pode variar de vermelho vibrante pra azul marinho, dependendo da concentração de ácidos e açúcares no produto) e as frutas pras saladas (que geralmente os prateados preferem saladas de frutas bem doces, embora tenha aquelas que acompanhem os pães e carnes) e geleias (muito úteis para as Tatinoas, um tipo de torta plana bem macia, de frutas chevrillothianas), e dessa vez, o Staryo começou a participar de forma mais proativa, pensariam que era por medo de um castigo mais forte, mas é por arrependimento de não ter sido proativo com seu mestre, assim como o mesmo é com os dele.
 No planeta Coração, os shiniitas souberam, pelo contato de Tai Tifo, que o Muramasa, apesar de diferente, estava igualmente heroico e salvador, em que mesmo não tendo a mesma oportunidade que acreditavam que ele ia ter contra esse tal de Kenokoro, foi útil e salvou o Tai, e como gratidão, planejam uma forma de ao menos salvar o universo da onde ele surgiu, o FFF5, que apesar da escuridão, ainda tinha humanos lutando pela sua sobrevivência, e rastreando a partir disso, Hematon se voluntaria pra guiar eles nesse plano, afinal, eles são irmãos com uma curta data de amizade, mas que via valor no que ele fazia e ajudou na restauração dele, e então, com ajuda de Fortrex, uma das poucas com força o suficiente pra romper a segurança do artefato, ele volta a usar a Albegama, uma arma cujo "cano" é uma pirâmide branca com brilhos bege, com runas negras, e o cabo dava suporte a uma pedra filosofal que aumentava o seu poder sobre a matéria, o espaço e a realidade.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 297

> 24/11/2271; Narayama, Japão; Universo 210-P
 Haraniku nesse universo esteve operando e patrulhando entre as cidades litorais do Japão devido a um clã de ninjas que, apesar de ter causado vários problemas desde 2264 até recentemente, o construto de Piccu não deu prioridade a enfrentar eles, e o feiticeiro japonês, se voluntariando compensar as outras ocupações do construto enquanto se divide entre desconfiar que eles estavam negligenciando, ou interpretar de que havia algo maior, como a proteção da Metáfita chinesa segundo as Yoseis, alguns suportes a exércitos e à polícia na Ásia segundo o Ivan Petrov, que inclusive ajudou Haraniku construindo umas armas pra ele operar na missão e "poupar magia e não usar seu poder total pra matar moscas", ou até mesmo pesquisas científicas e médicas segundo Kuzuri e Rifuté.
 Com o scan e visualização em câmera dos drones, e a investigação olfativa de Hawking, Haraniku pôde descobrir que o clã antes ditado, o Clã da Boca, é composto por assassinos e mercenários clandestinos, que usavam o ninjutsu que aprenderam e herdaram pra roubar dinheiro e artefatos, inclusive achando e levando embora o Toque de Midas japonês, antes da Kondon, depois apreendido pelo construto, agora tomado pelos ninjas, e que eles usaram aquela luva para quebrar um daqueles drones de rastreio, o transmutando em ouro e o fazendo cair amassado no chão, porém, de tanto eles terem usado, controlando a matéria pra criarem armas e pertences genéricos de ouro e lucrarem com a venda de ouro pra Portugal, aquela luva perdia seu poder mágico, e aquela cor dourada se desaparecia, virando uma mão de pedra ainda apontando o indicador pra cima.
 Porém, logo quando eles chegaram, Hawking late e espantava os ninjas, um homem tenta chutar aquele cachorro, mas ele desvia e morde a canela direita, que ficou vulnerável, enquanto Haraniku tanto golpeava alguns com uma katana de serra, inspirada na espada laraggiana que ele viu quando o grupo de Naej usando, eliminando alguns mesmo não acertando pontos essencialmente vitais, ou desmaiando outros menos agressivos com feixes de luz curtos que os adormeciam, e quando ele iria confrontar o chefe, ele havia desaparecido, e Haraniku e Hawking precisavam descansar, afinal, eles gastaram horas, senão dias, com aquela caçada.

> Porto Cuspe-do-Dragão; Universo DG89.
 Os dois Naej aproveitam só mais um tempo em Londres, que o baixinho do nosso universo viu muito pouco mesmo tendo que passar por aqui pra ver a Isabella e seu núcleo familiar, porém, Julie Redlar esteve junta de outros príncipes e Hautaliers, só alguns deles armados, prontos pra defender se ocorrer algo de errado.
Naej 255-P: É... Espera aí, são aqueles caras lá, né? Os Redlar.
Naej DG89: Como eles eram mesmo no seu universo?
Naej 255-P: Aquela nanica namora a Isabella do meu mundo.
Isabella: Isso pode dar uma guerra continental entre a gente ou dar o maior período de paz que eu podia ver pra minha família.
Naej 255-P: Teve paz.
Isabella: Talvez aquele tratado nos ajude, mas na dúvida.
 No segundo que Isabella ouvia os Redlar mexendo suas armas, incluindo calibrar espingardas e pistolas, emitia um ataque telepático que dava tanta dor de cabeça que alguns largavam suas armas, outros ficavam atordoados e se mexendo de forma rotacional, e alguns até desmaiava, só deixando a Julie disponível, o Naej de fora não tinha reconhecido já que a Isabella que ele conhece usava de outra forma, mas era aquela segunda mutação, que a dita outra Isabella usa na forma dos Dedos Cruzados da Morte.
Isabella: Muito bem, o que você veio fazer aqui?
Julie: É-é-é...
Isabella: Vamos, sem medo, você prometeu tanto que 'ah, os Dermurers têm poderes, mas nós, nós os Redlar somos mais fortes', mas e aí, que força?
Julie: É... Eu não queria arrumar nenhuma briga! Eu... Ai, a Pleine talvez pudesse ajudar.
Isabella: Pleine? O tortinha de maçã disse uma vez que conheceu ela por causa da Tifanny, mas não quero levar isso muito longe.
Naej 255-P: Muito gentil, inclusive.
Redlar: E por que tem dois dos 'tortinha de maçã' aqui?
Naej 255-P: Isso não é nada, no meu universo eu tive que renascer como três porque deu errado na clonagem.
Naej DG89: Não é o caso dele, ele é de outro universo, e um pouco retardado.
Naej 255-P: Eu sou uma versão dele, então basicamente...
Naej 255-P e DG89: Nós dois somos retardados! :)

> planetas tropicais, sistema Proxima Centauri; Universo 255-P
 Tifanny foi ver o que os meninos estiveram fazendo depois de ter comprado um baldão de pipoca pra Rachel, e no caso do Manfred, ele estava se divertindo num terreno velho muito usado pra eventos de Motocross, porém girando em sua forma esférica enquanto os flamígeras e humanos B-próxima-centaurianos, aqueles das espécie de Otasha M. e Donatella B., em respectivo, enquanto Louis esteve num bordel, sendo o mais difícil pra Tifanny de achar por ser o menos esperado, e quando foi entrar nesse tal bordel, sem entender muita coisa, e aparentemente, em vez de estar em uma das salas das sessões, mas na verdade ele estava com duas das mulheres que ele contratou pelas horas, porém, tomando uma vitamina de morango e uma porção de Tiozã Leve, que eram de péssima qualidade, mas o Louis já comeu coisa pior, aquelas prostitutas (uma flamígera e uma lobismulher mutante humandista alada) achavam que ele só estava fazendo aquilo pra ter mais intimidade pra facilitar a excitação, mas quando a Tifanny chega, o Louis faz uma pausa e a chama pra fora do bordel pra conversarem.
Tifanny: Peraí, eu não tô entendendo.
Louis: É que eu até tentei chamar elas pra me excitarem preliminarmente, mas não subia, aí eu fiquei comendo Com Elas, em vez de comer Elas, mas ainda não sobe. Olha.
Tifanny: Você claramente queria ver alguma surpresa da minha parte, mas eu sei como resolver.
Louis: Mas de que jeito, Tifa? Vai me dar um remédio pra- AAAAAAAAA!
 Tifanny deu um soco de direita no saco de Louis, usando a própria dor do golpe como "pagamento" pra melhorar a circulação sanguínea naquela área, e parecia até mesmo que o sangue fluída mais rápido e mais livremente, não só entre as pernas, mas no corpo todo, ele até se sentia mais quente, e Louis, constrangido demais pra agradecer por tamanha situação, entrava no bordel sem falar nada e chamava as moças pra participarem com ele.
 Paralelamente o Bucky, Vizoro e Key Jones estavam em um shopping center ainda no caloroso Proxima Centauri A, e ele avistava em uma das filas pra entrada de uma loja muito lotada uma mulher mandisista grande, com um corpo, embora não malhado e acima do peso, ainda bem bonito, e usando apenas um fino bikini vermelho, pra alguns olhos não tão vermelho quanto o seu cabelo liso, longo e com entradas em forma de M próximas da testa, o que seria estranho, mas mandisistos raramente têm cabelo, e aqueles que têm, a maioria mulheres e híbridos, são considerados os mais bonitos, e roupas tão curtas são basicamente inevitáveis nesses 3 planetas devido ao calor rigoroso, mas Vizoro, antes a voz da razão no trio, estava se sentindo tentado.
Bucky: Cara, por que você tá assim?
Vizoro: Cara, nunca vi uma moça chamando tanta atenção.
Bucky: Não fala em voz tão alta, assim cê vai chamar e irritar ela.
Key: Tem câmeras nos olhando, pense no que cê tá falando, teve tanta mulher de bikini, de ganga, com aqueles fios que vão de baixo, cobre os peitos e vão até o pescoço, o que for, mas cê não falou nada.
Bucky: Não vá fazer algo que vá se arrepender depois, Vizoro, cê tá me ouvindo?
 Vizoro dá um tapa na bunda da mandisista, mas a pele dela era tão firm e grossa, mesmo lisa pra um padrão mandisisto, que parecia que ele bateu em concreto, machucando a mão direita que ele usou, e aquela mulher, envergonhada, mas não querendo desaforo, bate com seus quadris e um impulso lateral das suas pernas, derrubando o Vizoro, um segurança pergunta se ela precisava de ajuda, mas ela só responde...
Mulher mandisista: Ajuda? Ajuda ele, esses homens tão cada vez mais difíceis de educar, e ah, acho que ele machucou a mão.
Bucky: Vizoro, sua mula manca!
Key: Lamentamos, senhorita...
Otasha (a mulher mandisista): Otasha, Otasha Truman, prazer, e... eu tenho um website e dois empregos, se quiserem, posso mandar meu cartão.
Bucky: Três, um pra mim, pro de armadura, e pra esse cara, acho que ele gostou até demais.
Otasha: O meu cartão é digital.
Key: Aceito igualmente.
Bucky: Também.
Vizoro: Alguém me dá uma pomada...

Continua>>>

Um pouco de espaço

> 24/11/2271; planetas tropicais, sistema Proxima Centauri; Universo 255-P
 Muramasa e Tai puderam ser resgatados, além disso, Tifanny aproveitou o tempo pra, junto de seus filhos e do grupo de Rachel, viajarem um pouco entre os planetas, e embora Rachel não tenha gostado nada do clima quente e tropical dos planetas de Proxima Centauri, o Manfred, o Key Jones, os Watterson e a Mirabellie amaram aquela ambientação frutívora e praiana, e Bucky, viajando um pouco com o Key e o Vizoro em uma cidade de Proxima Centauri A, voando com jetpacks de ar construídos com sopradores de folhas velhos e motores namekianos comuns, eles encontram algumas ruas estreitas ocupadas por ciclistas e motociclistas flamígeras, que inclusive a Tifanny avisou que tinha uma amiga daquela espécie.
 Os prédios são espaçosos, seja por terem becos largos ou por áreas entre os apartamentos, ambos com espaço para fluir ar, o que foi útil pra refrescar o trio junto com as sombras que tinha naturalmente, e eles também, depois de visitarem algumas lojas, compraram alguns lanches de massas comuns, embora crocantes, amarelados por causa da pintura de gemas de ovo, e recheados com verduras e tubérculos nativos, com uma quantidade quase de carnes mistas, aquele enroladinho próxima-centauriano era ótimo, e Key até comprava mais de um.
Vizoro: Cara, assim cê vai acabar ficando gordo desse jeito.
Bucky: Ah, mesmo se ficar, se tiver problemas que ele cuide disso... Não é?
Key: Vocês sempre falam isso quando tô comendo qualquer coisa.
Vizoro: É que você acho que é o segundo que mais come da trupe.
Bucky: Mas e quanto ao Manfred que seria o primeiro? E aos Watterson?
Key: Em defesa do Manfred, ele já é, tipo, enorme, aí ele pode se alimentar mais, apesar de que o cara mal malha e parece que fica cada vez mais forte.
Vizoro: Acho que o Louis e a Louise são endomorfos, lembra de quando eles ganharam aquele campeonato de comer macarrão? E aquele de comer rosquinhas, lembram também?

> ??/09/2271; Albuquerque, Novo México.
 Resumindo, no dia 12 os irmãos Watterson foram levados pra participarem de um campeonato de macarrão, em que quem conseguir comer 10 kg inteiros, incluindo seus molhos, caldos, temperos e misturas, como batatas, cenouras e muito frango, iria ganhar 10.000 dólares, e os dois conseguiram o prêmio, o restaurante sofreu um prejuízo, mas o evento virou uma publicidade que fez o gerente recuperar 35% do que perdeu.
 Já no dia 23, havia um campeonato de "quanto mais melhor", em que, quem conseguisse comer mais donuts com cobertura sem enjoar, poderia ganhar presentes exclusivos, quem desmaiasse ou desistisse só perderia o jogo, e quem vomitasse ia ter que pagar o que comeu, como uma taxa de desperdício, Louis comeu 42 donuts, as favoritas dele eram as de cobertura rosa ao estilo Simpsons, e a Louise comeu 48 e amou mais as de doce-de-leite brasileiro, ganhando em primeiro lugar, incluindo um troféu dourado, enquanto Louis um prateado.
Louise: Haha, ganhei um maior e mais bonito, e você só o 2.
Louis: Ah, pelo menos você não ganhou sozinha, olha a bagunça que tá aqui e só sobrou nós dois.
Louise: Espera, eles tão chamando a gente!
Louis: É! Vamos tirar foto que nem os clientes de número premiado!

> 24/11/2271; planetas tropicais, sistema Proxima Centauri; Universo 255-P
Vizoro: Isso soou meio Uma Família da Pesada das ideias de piada.
Key: E por acaso os caras patentearam esse tipo de piada, gênio?
Bucky: É, mas e o South Park que fez um episódio inteiro pra zoar o humor desse desenho?
Vizoro: Puta merda!
 No outro planeta, Proxima Centauri C, mais frio e um pouco mais seco, Rachel esteve ao lado de todas as mulheres de seu grupo, pra poderem ver em um teatro a Donatella Bonapartiz, elas não esperavam que, além de ótima na atuação e nas canções do musical da Flameway, também fosse bem bonita, a Lisa e a Mirabellie choravam de emoção na terceira canção, que pelo que dava a entender associava a solidão da personagem ao perder um marido, a uma tripulação pirata perdendo o tesouro, Louise estava entretida, embora neutra emocionalmente e mais concentrada no que estava acontecendo do que nas mensagens ou sentimentos que aquilo iria trazer, e Rachel estava amando a pipoca que tinha à venda antes de entrarem no cinema.
Lisa: AAAAAA! Ela é literalmente eu!
Mirabellie: Tesouro! Que nunca mais vi! Perdido! ♪ No mar dos meus demôôônios! E na tempestade das minhas lááágrimas! ♪
Louise: Cara, o Louis tinha que vir aqui pra ver também.
Tifanny: Ele não quis, né?
Louise: Mal soube o que perdeu.
Rachel: Miga *nom*, tem como ir pra pegar mais pipoca, acabou mas eu tava amando.
Tifanny: Tudo bem, eu consigo, fiquem quietinhas e aproveitem.
As moças: Certo! :)

> Las Vegas, Novo México; Universo DG89
 Naej visitou Albuquerque, Deming e Las Vegas, até tinha pessoas em comum ao que ele já conheceu no seu universo de origem, e junto com sua versão paralela e sua família, incluindo Isabella, Jane e Oliver, Dermurers gêmeos filhos do Naej com a Isabella, eles também foram ver o grupo de Muramasa, que nesse caso tinha Donna McThing e Hanna Snipes, duas jogadoras lendárias de seu século que reencarnaram num jogo antigo amaldiçoado, pra depois serem libertadas por Tifanny e Charles, e elas se vestiam como se nem tivessem saído de seus quartos, com camisetas espaçosas, folgadas e amassadas, e calças bem largas, a Donna tinha isso em um padrão de azul e amarelo, enquanto Hanna tinha em branco e vermelho.
 Indo ajudar o grupo, eles enfrentam um piscêtropo com traços de um grande peixe-pedra, de corpo largo, robusto, com espinhos prontos pra injetar algum veneno, e ele estava usando uma armadura vermelha pra poder, não só "nadar" naquele solo, afundando prédios e ruas, mas também controlar a terra derretida, e nesse meio do caminho, Carla, que esteve patrulhando em Las Vegas, pisou num dos espinhos dorsais dele, e só não ficou tão envenenada justamente por ter pisado e, antes do veneno vazar totalmente, ela parou o tempo e desviou do resto, e desacelerando o tempo de seu corpo, e acelerando o tempo de sua velocidade, ela alcançava a base e chamava pra se socorrer, em que Donna se voluntaria pra ficar com Carla pra usar um kit médico de um FPS e um antítodo de um RPG que ela jogou bem na hora pra socorrer, enquanto Hanna, com o Losango do Poder pra agora multiplicar o seu poder com base na sua sorte, junto com uma espingarda e uma metralhadora de Boomer Shooters que puderam dar um grande dano e até mesmo quebrar uma ombreira daquele piscêtropo.
Hanna: Ele tá nadando em lama! Mas como? Tá duro demais pra gente afundar nela.
Naej 255-P: Se é assim, já sei o que fazer. Isa, você tem magia de som que nem a que eu conheço no meu mundo?
Isabella: Tenho sim, como você planeja a usar a favor?
Naej 255-P: Faça um som muito alto no chão, pra reverberar o chão. Jane, use sua magia de água pra acumulá-la cada vez mais pra cima, se sair vapor é que tá dando certo, e Oliver, que aliás, você não é meu filho no meu universo, desculpa, quando você ver uma cabeça feia saindo do chão, a pressione com sua telecinese.
Isabella, Jane e Oliver: Certo!
Naej DG89: Tem um plano pra mim, eu?
Naej 255-P: Se possível, socorre o máximo de gente junto com os outros, e Hanna, fique perto da gente, será mais fácil pra ele nos atacar separados.
 O plano entra em ação, Isabella vibra o chão o suficiente pra machucar o piscêtropo e até mesmo romper a sua armadura e alguns dos espinhos menos firmes, enquanto Jane controlava a água pra tirá-la do solo e das estruturas rochosas, como o concreto e rochas do subterrâneo, e bem quando o piscêtropo saltou do solo bem menos amolecido que o normal, ainda o suficiente pra ele se mover com o poder que ele absorveu, e quando ele salta, Oliver segura aquele ser, e o pressiona contra a parede de um prédio, o esmagando entre a telecinese e aquele mesmo prédio, e Hanna finalizava a criatura, a metralhando.
 Naej nativo teve, durante esse meio tempo, uma chance de tirar algumas pessoas do caminho e do fogo cruzado e, usando um remédio mutante que o John Parker leva periodicamente pra base, pôde socorrer uma criança que foi pega pelo monstro anteriormente, e depois disso, o grupo se reunia, e Naej estranhava a Carla ter um poder sobre o tempo, embora ao redor dela em especificamente, mas o pessoal reagia como se ela sempre tivesse aquele tal poder, assim como as "melancias" que a Carla tinha em seu busto, que a propósito, a Donna e a Hanna amavam aquilo.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 296

> 22/11/2271; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
Lisa: Então o baixinho vai tar sumido por um tempo?
Tifanny: 3 dias, ele vai ter uns 3 dias de estadia por lá, porque lá teve algo que... ele tava precisando.
Lisa: Hã? Tipo o que?
Bucky: Tesouro? Poderes? Jogos modernos com mulheres bonitas e história memorável?
Tifanny: Na verdade não, é mais complicado que isso.
Lisa: Isso era uma frase minha.

> Pequena Washington, Colorado; Universo DG89.
 Naej começou seu tempo naquele universo paralelo agora, morando junto com a mãe dele, inclusive conseguindo dividir o quarto com sua versão nativa, e conversando com parentes como tio Philliam e tio Elijah, a família dele tá mais tranquila naquele universo, e isso o inspirou pra um plano de terminar o que já tava se resolvendo na Terra dele, envolvendo os Galdrich e Albakar, porém, ele vai deixar pra quando ele voltar.
 Além disso, o Naej aproveita sua experiência ao conhecer a Tifanny pra também aproximá-la do Naej, afinal, pelo que ele analisou durante aquela missão, os dois são extremamente distantes, o Naej não namora a Tifanny por achar que não merecia ela sendo só um tecnólogo baixinho, e a Tifanny não via o Naej como algo a mais que um amigo, e achava que o Naej merecia alguém melhor, mas pro Naej mesmo daquele universo, quem seria melhor e mais digno que a Tifanny?
 No fim, eles não pareciam se importar muito, e quando o Naej 255-P menos espera, ele descobre que o DG89 já tinha uma esposa.
Naej DG89: Entendo o seu esforço, cara, mas já tô feliz com minha amada.
Naej 255-P: E quem tá te namorando?
Naej DG89: Mãe, a gente tá indo pra Londres, pode ser?
Judith: Certo, mas voltem cedo, você tem uma operação importante em Nova Chicago.
 Naej 255-P já imagina quem poderia ser, usando de referência aquelas que, no universo dele, são só grandes amigas, e se sentia estranho ele namorando a Isabella, por mais que aquilo fosse real, e pra sorte do baixinho, diferente daquelas outras moças, a Isabella Dermurer III não era tão diferente, mas a Julie Redlar desse mundo, mesmo deprimida pelas pressões familiares, tentou se arriscar ainda em Lille, e ao namorar Luna Pleine, formou uma diplomacia com as Luna, e esses dois clãs são agora rivais dos Dermurer, algo que o Naej até queria que isso parasse, mas sentia também que já era tarde demais pra ir atrás, mas isso inspira o Naej e a Isabella desse universo a assinarem um tratado de não agressão entre os dois lados.

> Vila Mushin, Japão; Universos 210-P e 255-P.
 Experiências artificiais têm resultados ilusórios, e sentimentos não vividos causam a confusão, e depois de ter visto de tanta coisa no cosmos, Haraniku e Venros pousaram na Terra mais uma vez, se sentindo como num status quo cíclico, em que por mais que algo mude, nunca é pra sempre, e descobre que Samma, além de ter filhos, eles já estão crescidos, e Haraniku decidiu, em vez de ter toda uma vida fora de onde ele surgiu, ele conscientemente conviver por lá e ensiná-los a magia.
 Haraniku, por sua vez, entregou alguns artefatos a seus sobrinhos, como o Olho de Medjed vermelho para o mais velho de Samma, e pros mais novos e pros filhos das outras irmãs, cada um ele entregou uma katana de aço estelar puro, que ele encomendou de Hunkal e Hocerti, planetas bons com armamentos, com a exceção da sobrinha mais mais nova, de 11 anos, filha da sua terceira irmã, em que ele entregou um Heler-dos-Chifres-Negros de pelúcia, vermelhinho com o focinho e barriga amarelos, e os chifres encaracolados pretos, do Aglomerado Mera, ele não tinha magia nenhuma imbuída, mas tinha um forte valor sentimental, e a sobrinha se sentiu protegida depois de receber o presente.

> espaço sideral.
 Kenokoro está tentando de novo, enquanto lutava contra Muramasa e Tai Tifo sem sucesso, em que mesmo tendo uma força imensa, somada com uma armadura-mecha titânica de alto nível que ele montou para esse tipo de combate, o Muramasa conseguiu barrar o golpe daquela armadura, capaz de causar marcas de riscos e amassadas em Rubimanto, com a sua mão esquerda, antes de quebrá-la ao pressionar com mais força e explodir o braço metálico da armadura com sua lamparina, e Tai Tifo, não muito atrás, emite uma magia elétrica que atacava a armadura-mecha de dentro pra fora, e Kenokoro, como emergência, se ejeta da armadura e, descobrindo aquela força astronômica de um, e o poder elementar do outro, ele resolve invadir eles mentalmente.
 Uma imensidão, escuridão, granulada com estrelas cada uma com 4 pontas finas, e só tinha aqueles dois, aparentemente na mesma dimensão mental criada por Kenokoro.
Tai: Espera, o que é isso? Estamos mortos?
Muramasa: Não posso ver como você, mas eu já visitei muitos bem menos materiais do que isso, é como um sonho artificial, precisamos agir.
Tai: Certo, mas... como?
Muramasa: Só veja o que eu vou fazer, e dê reforço.
 Muramasa fazia uma música linda ecoar, enquanto se formava um chão simples e sem cor para que eles pudessem pisar, e um pouco mais confortáveis e igualmente conscientes do reino dos sonhos, eles se preparavam pra acordar, enquanto Kenokoro começa a sentir aquela pressão mental deles elevando, enquanto ele precisava de tempo pra carregar a arma nulificadora, que era capaz de baní-los para um vazio esmagador, o que poderia os matar, mas não adianta, eles rompem a barreira dos sonhos e fazem Kenokoro desmaiar ainda com sua arma em mãos, e a arma nulificadora, caindo no chão, criava um portal esférico sombrio e esmagador, que suga o Kenokoro na hora, mas Muramasa e Tai se teleportam pra algum lugar bem distante pra não serem pegos. Kenokoro renasce de novo, seu corpo foi pulverizado da existência e sua alma ficou presa temporariamente num campo negro que poderia destruí-la, Cloropel ajuda ele a se recuperar e até mesmo acompanha seu repouso, e ele estava se sentindo cada vez mais sem opções, e enquanto isso, uma viatura espacial foi comandada pra resgatar Mura e Tai.

> Contra-Terra.
Amai: Tô à tua disposição, Onna, o que aconteceu? O que precisa?
Bugeshi: Sabe a Seraphina que acompanhou vocês? Venha conosco, você pode nos ajudar com isso.
Amai: Certo.
 Durante a viagem, em que elas estão correndo a partir do próprio espaço geométrico para um caminho mais rápido, já que a Floresta de Jade é muito longe, Amai também contava umas experiências que ela conhece, como...
Amai: Os safiros são um povo surgido dos litorais americanos, algo meio irônico, já que eu nasci e fui criada no Japão, também há uma lenda de uma raça extinta chamada rubianos, eles eram poderosos, com magias mais eficientes, isso me inspirou a estudar magia junto com minha mãe, uma feiticeira, embora meu pai queria que eu evitasse tocar no assunto.
Bugeshi: Os rubianos não são uma lenda, eles existiram, mas uma guerra idiota entre os habitantes da sua dimensão dizimou o suficiente pra reprodução deles se tornar impensável.
Amai: Espera, não foi a guerra que os extinguiu?
Bugeshi: Não diretamente, mas ainda são lembrados porque um sobrevivente tá vivo até hoje e fazendo diferença pra vocês.
Amai: Nossa, mas se ele é tão importante, porque ele nunca foi citado em alguma história de batalhas grandes, ainda mais na Terra?
Amy: Achava que esse tal de Jason fosse conhecido mundialmente, o Brutus fala sobre uns episódios do que esse cara animou quando a gente tá em paz na base.
Amai: Espera, então ele é...
Bugeshi: Por que a demora pra suspeitar?
Amy: Parem! Já chegamos.
 Chegando na floresta e indo consultar as árvores junto com a Seraphina, uma delas em particular havia sido cortada por machados, e estava sangrando como um corpo de carne, a Amai foi chamada porque tinha uma gama maior e mais versátil de magia, e parecia a mais disponível pra curar aquela árvore de forma mais direta, e claro, ela pôde controlar a casca pra se fechar, a passava um pouco de energia vital pra restaurar a da árvore, e enquanto a árvore reagia luminosamente, Amai conversava com elas.
Amai: Bem, o que aconteceu pra árvore ter ficado assim?
Seraphina: Uma frota de soldados e lenhadores invadiu aqui, mataram algumas das ninfas daqui, e cortaram mais dessas árvores, você pôde socorrer ao menos essa a tempo, e é uma das mais novas.
Amai: Poxa, que pena, meus lamentos.
Amy: Concordo, eu sei que a morte é inevitável, mas... a gente luta pra evitar a dos quais nos preocupamos, e considerando que tinha lenhadores, eles queriam madeira, mas... Por que logo madeira daqui?
Seraphina: O máximo que ouvi do que parecia ser o lorde deles, eles queriam pra um palácio, e dá pra ver como esse lorde era exigente, com uma madeira tão rica e firme, e seu sangue podia servir de tinta, mas há tanta madeira boa em florestas tão mais triviais e simples, e corante de tanto tipo...
Bugeshi: É uma pena mesmo, afinal, as pessoas não se preocupam com algo mais lógico, como as vantagens e os ganhos, e nem emocional, como o impacto que o que eles fazem pode causar, afinal, olha isso, podia ser só um desmatamento, mas é simplesmente um cemitério.
 Elas contemplavam o que sobrou da cena, com pilares de madeira e círculos pintados de sangue, tudo construído pelas membras da Floresta de Jade para sepultar aquelas que foram eliminadas, um total de 27 pessoas e 9 árvores, embora uma tenha sido levada embora, apenas, e então, elas oravam em nome das vidas perdidas em vão, e para que a floresta evitasse que mais disso acontecesse.

> Bulandhorn, Islândia; Universo 255-P
Sora: Você sentiu isso?
Kinblu: O que?
Sora: Sabe, é algo como... uma penetração mental.
Kinblu: Eu também senti algo estranho, é como se... cutucassem de dentro da minha cabeça.
Sora: Isso é estranho, porque... olha, eu tô movendo a minha mão, eu tô sentindo ela, e tô com consciência do que eu tô e como eu tô mexendo.
 Sora quis mostrar como exemplo ela mexer a sua mão direita extendida pra ele, e Kinblu parecia entender o que acontecia. Diamantur uma vez ensinou que, pra ter certeza de que tinha ainda livre arbítrio, a pessoa teria que se testar, seja questionar a própria consciência ou fazer algo que ela só faria se ela mesma quisesse espontaneamente, segundo princípio esse que ela aprendeu com Muramasa e Piccu, que diziam que:
"O livre-arbítrio é uma democracia cósmica, você pode ter a consciência suficiente pra questionar se tem ou sobre como ela funciona, afinal, se você não tivesse tamanha liberdade, você não teria a capacidade e nem a oportunidade de questionar as suas capacidades sensoriais, e mesmo se você não tivesse nenhum poder além do seu corpo, você ao menos teria a imaginação pra imaginar o poder que quiser, enquanto alguém que está preso pensaria só no que seria capaz de verdade, enquanto às vezes condicionalmente"

Continua>>>

03/04/24

Projeto Dream, episódio 295

[Descobri um erro de continuidade que resultou nesse arco sem querer, mas pude corrigir a tempo usando a própria continuidade, quem já leu essa história há algum tempo ou sabe do lance dos Sairis talvez entenda]

> 22/11/2271; Deming, Novo México; Universo 255-P
 A viagem de Isabella com seu grupo ocorreu normalmente, e embora ela não tenha sabido exatamente dos mutantes, embora tendo ouvido falar de alguns em específico, e chegando a Deming, caiu a ficha. Fazia um tempo que ela não teve um contato tão direto com os outros mutantes, como o John e a Giulia, aí ele mal associou que eles eram mesmo um tipo de espécie à parte, e em resumo, ela teve um longo contato com eles sem ter percebido, inclusive, sabendo disso, Isabella conversa com alguns grupos da D.R.V.G., e comanda eles pra poderem ver as lojas de Deming, afinal, como ela teve contato com a Giulia há muito tempo, construído inclusive fábricas do energético especial dela, pode ter chances de que a bebida já esteja comercializada localmente, o que realmente era o caso.
 Giulia, em paralelo e sabendo que Isabella visitou sua cidade, pede e consegue a hovermoto emprestada do John Parker pra poder ir ver ela pessoalmente, e a encontra saindo junto com Julie, Julie, Rihana, Sofia e Maria Bonita, e então elas se perguntavam.
Giulia: Isa? Você aqui? Não esperava.
Isabella: Desculpa vir aqui sem aviso, é que eu quis quebrar uma dúvida.
Giulia: Qual exatamente.
Isabella: Ah, é que eu jurava que você e aquele parente seu.
Giulia: Não é parente, não pelo menos no sentido que você tenha achado, o John Parker é meu marido.
Isabella: Ah, bem, achei que vocês dois eram humanos.
Giulia: Ah, é... isso é legal.
Rihana: Opa, em que sentido, mi chica?
Giulia: Que bom que, mesmo sendo sobrenaturais, que nem vocês, vocês não nos considerem menos humanos.
Julia: Sério? Achava que considerar vocês humanos que seria ofensivo.
Giulia: Neh, ainda somos uma espécie de humanos.
Julie: A minha e a da Isa também!
Giulia: Isso eu sabia, inclusive, mas mesmo tão parecidas, nossos poderes têm umas origens diferentes.
Sofia: Gostahria de acompanhar nosso passeio?
Giulia: Pra onde especificamente.
Isabella: A gente ia pra cá por sua causa, mas pensando bem, dá pra fazer umas coisas a mais.
Giulia: Tipo?
 No fim, Giulia acompanha a pesquisa de campo quanto ao energético Sairi, junto com a própria Isabella visitando outros pontos da cidade e seu grupo até mesmo tendo interações com outros mutantes, como a Sofia e a Julia conhecendo os mutantes pedreiros que operam não só na construção individual de casas para os civis, como são uma grande mão de obra na engenharia e arquitetura de Deming, com a diferença que Julia conhece também alguns policiais como o Sulivan e, junto, o seu filho Dean, ambos da família Mount, e a Sofia conheceu os serviços de gestão de energia da usina da cidade, e trocavam umas ideias sobre família com a Elizabeth e seus colegas. Julie resolve testar os aparelhos da academia em que Barbara Pouvoir e Kira Hoshi se exercitavam, e descobre que os aparelhos dos mutantes eram realmente bem pesados, e ainda mais eficientes que aqueles que a estilista conseguiu pra treinar ela em Quetzalcoatl, como o hack que chegava a 300 kg, supino reto de 500 kg, e um traje de densidade controlável que ela podia usar pra aumentar a distribuição do peso do exercício, e nenhum mutante que estava lá pulava dia de perna, mas fora isso, ela toda confiante desafiou alguns deles pra uma queda-de-braço com eles, e mesmo ganhando de alguns, as duas mais difíceis foram Barbara e Kira, ainda desconfiadas e rivais, mas dispostas a concorrer com a princesa, e embora elas tenham ganhado uma seguida da outra, elas até mesmo admitiam que ela já tava cansada.
Julie: Ai, o meu braço vai cair, socorro.
Barbara: Ah, cê foi bem, eu diria que...
Kira: Eu também diria, você desafiou os mais pesados daqui, não da barriga, dos braços, claro.
 Rihana, sabendo de Melissa e sua identidade, resolve visitá-la na república/casa que ela mora junto com Carla, com ajuda da Giulia como "anfitriã externa", enquanto a Melissa seria a "anfitriã interna", que está na casa, e então elas conversavam um pouco sobre os históricos de vida delas.
Rihana: Bem, eu já fui encarregada de inocentar um tal de Pablo Pérez, um cara que dizeram que matou o próprio amigo, e... durou uns dois, não, três meses pra eu conseguir as pistas, e descobrimos uma fraude nas gravações que deram no que deu.
Melissa: Nossa, mas que loucura, e bem, teve uma vez que os poderes da gente tavam invertidos, e... talvez você não lembra, mas a Carla, que é magrinha e rápida, ficou... gorda e forte.
 Rihana e Melissa riam, Giulia lembrava do que aconteceu com ela, mas preferiu ignorar e rir junto, e depois, a Rihana entrega uma barra de chocolate, sabor pudim de leite e da Espaçamento Inc., pra Melissa e outra pra Giulia, e sacava uma terceira pra si mesma.
Melissa: Espera, o que é isso?
Giulia: Acho que já vi antes.
Rihana: Comi umas poucas vezes, evito comer muito doce, mas adoraria celebrar com vocês pela parceria.
Giulia: Espera, sério?
Rihana: Com toda certeza, fofas!

> Oceano Atlântico.
 A equipe Caranguejo aproveita os barcos que tomaram da máfia do Ras que, apesar de exterminada, não tava extinta já que tinha mais membros ao redor daquele oceano que visitaram, apesar que tirar um bom líder de uma equipe era como lançá-la pra própria floresta da sorte ao redor de cobras de dados, tigres de caça-níqueis e falcões de cartas, um azar muito frenético.
 Takeshi leva o grupo para o submarino pra eles alcançarem a sede submarina da equipe, e Brutus atende eles, um pouco surpreso com o tanto de coisa que tinha ali dentro, brilhando em amarelo, prateado e preto.
Brutus: Ah, vocês chegaram- Espera, o que é isso?
Gabriel: Poderia ajudar-nos a tirar isso daqui, bofe? É muito ouro.
Brutus: Mas onde a gente deixa esse ouro todo? Será que dá pra vender?
Vitoria: Relaxa, eu cuido desse ouro, ei, Seraphina, você sabe um bom lugar na Contra-Terra pra guardar tudo isso?
Seraphina: Pra falar a verdade, madame Flandre, diferente da Zonia, que vocês podiam chamar também, eu não tenho um lugar bom pra guardar isso sem ficar esquisito.
Vitoria: Okay, então talvez demore. Preciso do Takeshi pra transportar o ouro, esses ferros e esse metal esquisito.
Lucas: Ferro negro, senhorita.
Vitoria: Porra, até o ferro tem etnia?
Lucas: E olha que esse ferro é caro, deve ser cota.
 Os dois riam por pouquíssimo tempo antes de irem à ação, com o Takeshi teleportando o ouro pra sua dimensão de bolso de 5 andares, dividindo os metais entre os ditos andares (ouro e prata no primeiro andar, ferro no segundo e terceiro dependendo se era minério ou ferramentas, armas de metais mistos no quarto, e os conteúdos de ferro negro no quinto), e junto com a Seraphina, elas acham a Amy Zonia na Contra-Terra pra elas poderem conversarem o que poderiam fazer com aqueles materiais, e que pelo menos os materiais de metais nobres deixariam o tempo bem bonito, então ela pede ajuda de Lucas pra derreter o metal, e do Gabriel pra modelá-lo, pra assim a Amy Zonia colocar detalhes de ouro e prata em seu templo, e as armas de ferro comum e ferro negro ela guardavam em uma sala especial que, depois de um tempo, esteve concluída, era o Salão da Guerra, uma sala bem volumosa, com armas que a Amy armazenou e categorizou com o passar do tempo, como um tipo de museu. Bugeshi Onna, sabendo que tinha visita da Terra, perguntava se eles sabiam da tal Amai.
Bugeshi: Vocês viram a Amai ultimamente? Eu tava precisando chamar ela.
Gabriel: Perdoe-me, moça, é... a Amai ainda tá lá no mar.
Bugeshi: O que?
Amy: Como assim lá no mar? Cês não deixaram ela entrar na base?
Lucas: Não, madame, ela mesma escolheu ficar um tempo fora da base.
Amy: Tá, isso pode ser possível, mas... como? Encima d'ocês só tem mar!
Seraphina: Na verdade, Amy, achamos uns barcos e usamos na última missão, aí ela tá necessariamente encima de um desses barcos.
Amy: Ah, certo.
Bugeshi: Certo, mas por favor, se ela voltar a ficar disponível, chame ela pra cá, tenho uma surpresa.
 Melhor explicando, Amai estava encima de um dos barcos da tripulação pirata, se concentrando telepaticamente pra achar alguns amigos, e com isso via que alguns foram mortos, já que ela não conseguia os achar, ou abandonaram a Base Vierte, como Nogri, Elena, e até o Greenio, que ainda administrava uma loja na Itália, e Sora e Kinblu até estavam disponíveis, embora que, usando sua telepatia, não achava uma memória deles sobre ela, o que a dava dúvidas, diferente do Greenio, que ainda sentia uma espécie de nostalgia quanto a alguma aventura por aí na Terra, e Elena e Nogri que lutavam nas ruas como mercenárias, enquanto usavam suas experiências pra ajudar nessas operações.
 No entanto, Amai saca uma espécie de frasco, e diluía os seus planejamentos e memórias em uma espécie de frasco, para poupar o esforço de sua mente, conduzindo registros mentais em um recipiente comum que estendia a sua própria mente.

> Richfield, Utah.
Hector: Pra onde a gente tá indo, chefe?
Thomas: Pra uma terra assombrada.
 O grupo de Thomas, em uma van dirigida pelo próprio, tendo em sua companhia na cabine o François Fritz, um homem musculoso, gigante e careca, e Shian Qion, um homem de cabelo longo com fio único de tranças, de origem chinesa e um manto tradicional de sua família, que ajudou o grupo a escapar da prisão inicial hipnotizando os policiais, enquanto atrás estavam Hector e Lucas, em bancos próximos da frente, eles irão atrás de um poder mágico considerando que havia muitos skinwalkers em Utah.
 Skinwalkers por aqui são um tipo de feiticeiros e feiticeiras que, usando a pele de animais caçados, a maioria lobos, gado e animais domésticos, poderiam se transformar naquelas peles, enquanto em sua forma humana poderiam também usar raspas e pele e cabelos humanos, incluindo próprios, como arma pra converter em seus ataques. Porém, depois de muito tempo, não só os skinwalkers eram ignorados ou viravam uma espécie de inconveniência na comunidade de Utah, como também há skinwalkers em forma humana disfarçados no meio dos humanos.
 Até agora a procura por eles, andando com a van pelas ruas, não parecia eficiente, não havia nenhum animal andando sobre duas patas, antes um método eficiente de reconhecer essas entidades, e nem humanos agindo estranho, como correrem e gritarem aleatoriamente pelas calçadas, ou tremerem seus corpos em pé como se fosse uma dança assustadora, e eles andarem pra lá e pra cá com aquela van estava cada vez mais suspeito na visão dos civis, tanto que eles tiveram que fugir de uma viatura até despistá-la, e depois levarem a um técnico para pintar e consertar a van, e com isso, a caçada deles foi interrompida.

Continua>>>

Ocean Star in the Saló

> 22/11/2271; San Pedro, Nova Colúmbia; Universo 255-P
 Lisania acaba de atender os Revolus mais novos que a visitaram pela chamada, e descobrem que realmente, o multiverso além de existir também está avançado o suficiente pra visitas como a Tifanny e o Naej que conhecemos estarem por ali por causa da Tifanny DG89 e suas colegas, que prepararam essa viagem como presente pra eles, embora quisessem que, em troca, eles as ajudassem numa operação específica na Nova Colúmbia, o que eles não entenderam, mas Lisania e Trichina sabem bem o que fazer.
Tifanny 255-P: Gérmaine? O Muramasa do nosso universo incapacitou ela uma vez, mas não faço ideia se ele matou ou se ela só tá sumida, mas olha.
Lisania: Espera, isso é...
Tifanny 255-P: Sim, no meu universo era o anel dela, familiar?
Lisania: Sim, sim, mas e aí, você acha que será o suficiente?
Trichina: Bem, essa bruxa velha e loira geralmente tá ocupada falando mer... abobrinha na TV e umas chatices empresariais, meu amoh, mas sabe um clichê desse tipo de gente que a gente chama de vilão?
Tifanny 255-P: Eles tão com o poder que têm em excesso na cabeça?
Tifanny DG89: Aí eles não ligam em ficarem ainda melhores, ou então...
Tifanny 255-P e DG89: No mínimo se manterem no alto pra não ficar pra trás?
 Tifanny dos universos 255-P e DG89 se olhavam e, depois, olhavam pra lados opostos, coradas e envergonhadas, mas o Naej segurava a mão de cada uma e depois as fazem segurarem uma a mão da outra, e elas ficavam mais envergonhadas aí.
Tifanny 255-P e DG89: PETITE!!
Naej: São tão gracinha.
 As mãos delas se atravessam, como se elas nem tivessem se encostado, afinal, eram tecnicamente o mesmo corpo e ocuparam, em segundos, um mesmo espaço como se não tivesse mais de um corpo no lugar, afinal, eram a mesma pessoa, mas de qualquer forma, Lana e Justin estiveram jogando em seus Toritokis, e só o Oliver e o Raggin estiveram, não só prestando atenção no assunto, mas também pegam emprestado o dedo da Gérmaine com o anel da vida pra, junto com a Lisania, verem como aquilo era, e junto com a Tifanny 255-P, dona atual do artefato, eles terem uma conclusão de como eles poderiam contra atacar o poder regenerativo desse anel que a Gérmaine poderia ter, assim como Maize, Sugar e Sia, que acabou de chegar à biblioteca, poderiam desviar dos portais de bolha que a Tifanny e o Naej testemunharam ela usando em combate.

> Idaho Town, Nova Colúmbia.
 Gérmaine foi morta em 3 segundos, Tifanny 255-P "cortou a regeneração" que a Gérmaine não tinha nesse universo com o poder de seu anel e a explodiu com o Raio de Zeus, que desintegrou ela por total somando com o movimento anterior, e a ação do resto do grupo foi inútil
Tifanny 255-P: QUÊ!? EU ACHAVA QUE IA TER UMA CHANCE DE DETER VOCÊ COM TUDO QUE APRENDEMOS! UM ROUND DOIS DIGNO! MAS NÃO, VOCÊ TEM NEM ZERO VÍRGULA ZERO CINCO PORCENTO DO ARSENAL QUE VOCÊ TINHA NO MEU UNIVERSO!
Tifanny DG89: O que aconteceu?
Sia: É, senhorita Tifanny do outro universo, o que aconteceu?
Tifanny 255-P: Eu... eu... eu matei ela, mas... não foi tão legal quanto eu pensava que ia acontecer.
Tifanny DG89: Tipo o que? Você queria lutar contra ela por mais tempo?
Tifanny 255-P: Pior.
Sia: Ela parecia ser menos 'má' que o que você lembrava, mesmo ela aparentemente sendo um problema aqui também?
Tifanny 255-P: Sabe quando você mata uma formiga na cozinha e fica com pena, ou quando você pisa numa abelha e pensa no caminho que ela teve? Então, eu matei essa Gérmaine, mas tipo, ela foi fraca demais! E fiquei com pena dela por isso!
 Tifanny 255-P recebe uma ideia da Sia DG89 de ressuscitar a Gérmaine só pra compensar o que aconteceu, e pra ver como ela ia reagir depois disso, e se desse errado, como a Tifanny viu, tinha como desfazer em segundos, mas dessa vez elas faziam diferente. Primeiro, a Sia deu vários socos em Gérmaine, ainda mais usando "pontos de azar" de dentro da própria Gérmaine, e a lançou contra um ponto de azar, pouco usado pela sua versão 255-P, onde só da Gérmaine tropeçar, ela morreu batendo a cabeça, em um tempo de 5 segundos. Depois, ela é revivida de novo, e agora a Tifanny sacava sua espada e a parte ao meio, em 2,88 segundos, depois, Gérmaine é revivida de novo, e então Raggin é trazido pra lutar, e ele emite uma explosão térmica elevada, que taca fogo na Gérmaine, e ela morre queimada em 10 segundos, depois a Gérmaine é revivida e, tentando contra atacar, ela chama aquela entidade quadrúpede e de rosto humano, que era pra atacar, mas...
Gérmaine: Vamos, morde, devore, amaldiçoe eles!
Entidade quadrúpede: Não posso, eles não te fizeram nenhum mal até agora.
Gérmaine: Como não, elas acabaram de...
 Naej chega com um lança-foguetes, e além de explodir aquela entidade, também explode a Gérmaine antes da contagem começar, mas daria um total de 15 segundos a partir de quanto ela invocou aquela coisa, ele até tenta perguntar o que acabou de acontecer, mas...
Naej: E aí, deu tudo certo? Vamo embo-
Tifanny 255-P: Peraí, Petite, tô tentando achar graça nessa jornada.
 Fred e o resto do grupo chegam, e... eles ficavam sem entender, mas participavam, Gérmaine é revivida, o Bruno só para o tempo e fura a garganta e os pulsos dela com uma caneta, com raiva dela ter uma vez o difamado e quase o levado preso com suas manipulações, assim como prejudicou a reputação dos Revolus em 2269, e ela é morta em 0,1 segundos, o Fred fica com pena e não participa, e o Oliver ficava com medo daquela violência, e Freddie levava eles pra fora do prédio aos poucos.
Oliver: Pai, não quero fazer esse jogo, é doentio! Podiam só ter matado.
Freddie: Acho que assim podem descontar o que já acumulamos com ela nesses anos, mas eu não quero participar também.
Naej: Bem, eu também tô indo embora, onde cês estacionaram o H T T mesmo?
Freddie: Venha comigo, baixinho, a Enna tá vigiando.
 Depois disso... as Tifannies e o resto prometem reviver só mais duas vezes, em que agora a Maize abatia a Gérmaine, emitindo um choque elétrico que a explodia, e Sugar dá um gancho na Gérmaine que explode a cabeça dela ao ponto de só ser possível ver sangue, ossos e aparentemente os olhos, e então, o grupo ia embora aos poucos, até se juntarem de volta. HTT, ou Hunkalian Terrain Truck, é um tipo de terramotor de grande porte, ainda semelhante a uma caminhonete, porém muito grande, na frente com espaço para 7 pessoas, tanto que é categorizado categoria C em vez de B para as carteiras de motorista, e então o grupo ia conversando e desabafando umas coisas.
Trichina: Então quer dizer que essa tal da nossa Gérmaine nossa era tão fraca assim?
Tifanny DG89: Exato, tanto que ficamos gastando energia do anel da vida só pra 'dar graça' ao que a gente tava fazendo, afinal, quando chegamos, já não tinha Gérmaine.
Trichina: Que loucura, meu amoh, mas aí, veja pelo lado bom, madames, pelo menos foi bem mais fácil e rápido de resolver então, hein? Hein?
Sia: É, pelo menos isso, mas agora acho que o trabalho de vocês tá feito.
Tifanny 255-P: Agora só dar uma passada no Colorado e já era.
Naej: Acho que vou ficar um pouquinho.
O grupo: QUE!?
Naej: É um dos poucos universos, senão o único, que eu vi que minha mãe ainda tá viva, então eu quero aproveitar a chance pra poder ver ela por mais tempo.
Sia: Ah, então o que a nossa Tifanny disse era verdade.
Tifanny DG89: Oui, ma maître.
Sia: Certo... Tifanny paralela, você vai ficar um tempo aqui também?
Tifanny 255-P: Acho que vou com meus filhos pra lá, aí o Naej chama vocês pra irem pro nosso universo.
Freddie e Lisania: Fechado.

> espaço sideral; Universo 255-P
 Senhor Stanley tomou um tempinho em sua casa, inclusive pôde jogar um pouco de Luscious em seu Max Train X, foi uma experiência bem dinâmica, já que depois de tanto tempo investindo seus dias, juntando 10 horas diárias em 4 empregos por aí na galáxia, ele não se sentia disposto o suficiente pra jogar, mesmo com tempo de sobra, mas o bom é que ele pôde rever alguns webamigos de outros países de Stereo, e alguns de outros planetas ainda mais distantes, e eles, em vez de participarem de uma campanha de FPS ou de RPG de Tabuleiro como de costume, eles jogam numa campanha de Sandbox, em que eles ficam spawnando alguns bonecos, ou desbloqueando outros que não usaram antes a partir dos créditos próprios daquele jogo, editavam o mapa em que estavam, e acionavam a função de "Cinema", em que podiam gravar cenas com os bonecos que tinha.
 Dennis Kameron, enquanto isso, esteve em uma expedição espacial com algumas naves, e encontrava um planeta com vida inteligente não afiliada à Agência, e a analisava pra ver se ela algum dia já foi vista antes, porém, ele foi pego por Ragnar Turimbar Starion, que o captura e o enfrenta usando sua mais pura força, somado com uma força telecinética vinda de uma magia especial capaz de controlar e pressionar o espaço.
Dennis: Aaargh! Mas o que?
Ragnar: Achei que me deixariam em paz depois do que eu já fiz pra vocês.
Dennis: Quem é você? Espera... Ragnar?
Ragnar: Acho que não nos vimos o suficiente, mas vocês me rotularam como um pirata justamente por eu não ter nenhuma ligação com vocês e nem com quem comprava o que eu encontrava antes no espaço, bem... vamos conversar.
 Os soldados das naves, que eram, em vez de seres vivos ou robôs comuns, versões de calibre menor da armadura principal de Dennis, programadas pra o seguirem e protegerem, o cessar-fogo é acionado e eles conversavam pra entender o que estava acontecendo.
Ragnar: Eu era só mais um, sabe, nada pretencioso, mas vocês sabem como costuma ser um governo com base pública, vocês cobram muitos impostos, e prometem tanto fornecerem seus serviços em troca, mas... que serviços?
Dennis: Serviços? Aqueles como saúde, resgate, internet galáctica e viagens seguras?
Ragnar: Acho que isso foi em 2250, e você não tem cara de alguém que vi dessa época, vocês cobravam caro e tinham leis péssimas que acabaram com a minha vida.
Dennis: Hmm, é mesmo, inclusive, pra alguém com ódio da onde eu vim, fiquei surpreso em você não cogitar me matar mesmo com a cara livre pra isso.
Ragnar: Não te culpo, talvez você só ouviu falar de mim por causa da minha lenda, eu mesmo vejo ela, o Pirata Das Estrelas, mas agora a gente se encontrou, talvez você tenha visto isso em algum lugar.
Dennis: Cara, parece familiar mesmo, tipo um clichê tão diluído em histórias que eu assistia na Terra que não sei dizer quais séries exatamente já usaram.
Ragnar: Asgard tem desenhos ditos muito 'clichês', mas que vocês da Terra gostam.
Dennis: Você é asgardiano? Eu não reconheceria tão fácil.
Ragnar: Aesir são bem mais fortes que vocês, você tá com um monte de metais no corpo, mas eu acabei com você tão rápido, apesar de não ter a ver com minha força, mas bem, espero que a gente não se veja, vai ser perigoso pra você e seus colegas.
Dennis: Certo...
 Dennis, constrangido, ia junto com suas tropas de volta a suas naves, e em seguida, iam pra uma próxima rota.

> Oceano Pacífico.
 Amai viajou pelos oceanos ao lado de Lucas, Takeshi e Gabriel, que a levaram pra um arquipélago dominado pela pirataria, incluindo a liderança de Ras Tragedovski, um sérvio terrorista que operou com essa tal pirataria, e então, com ajuda de Vitoria Flandre inflamando as emoções do grupo pra lutarem com mais vigor, e da Seraphina Isolti, que se transportou com um portal da Contra-Terra aberto por Amy Zonia e Bugeshi Onna, e seu exército de entidades da floresta, o grupo foi enfrentar eles considerando que a recompensa por Tragedovski era milionária, assim como o que eles encontrariam por lá seria útil pra equipe.
 Lucas usou sua telecinese pra lançar seus inimigos pra longe, e a arte Legword pra abrirar com a força de suas pernas alguns obstáculos, Takeshi abria portais para o Ky
ūhaku para, junto com Vitoria que usou sua magia pirocinética eliminar monstros mais fortes, e suas habilidades táticas pra resgatar os civis da ilha, e com o Gabriel que usou a sua magia que controlava o vento para trazer nuvens e induzir uma chuva, concentrando elas ao ponto de condensá-las, o que desaba as casas agora evacuadas por Takeshi e Vitoria, porém, Ras não foi visto depois daquilo.
 Gabriel desfaz a chuva ao abrir o céu enquanto o Lucas, a Amai e a Vitoria levavam as pessoas pra praia, por onde poderão reconstruir os barcos dali e usar pra levar os civis o suficiente. Enquanto Gabriel e Seraphina procuravam Ras por aí nas matas abertas e secas, e Takeshi operava no submarino, guiando a equipe a irem a uma área segura no Pacífico, o próprio Gabriel sentia um cheiro estranho, era um cheiro de coisa morta e podre, mas ao mesmo tempo, quando eles iam chegando mais perto, não era algo nem animal e nem humano de algo a muito tempo falecido, mas era possível ouvir o som das moscas de não tão perto.
 Havia uma entidade maligna formada dos corpos abandonados na ilha, como um fantasma furioso que segurava aquela biomassa como uma grande couraça, e era o grande terror da ilha, e que Gabriel e Vitoria tinham dificuldades em deter aquela coisa, embora usassem o fogo de Vitoria e os ventos de Gabriel para secar aquela coisa, a rachando em pedaços menores e revelando uma essência sombria que eles só podiam ver pelos sentidos mágicos, mas era algo como vários rostos tristes, irritados e assustados, sejam essas expressões separadas entre os rostos, ou ao mesmo tempo nos mesmos, e que com uma força negativa os jogava pra longe entre as árvores, os batendo com força, seja entre os galhos, os troncos e o que quer que tivesse pendurado entre eles, mas Gabriel, rápido pelas pernas e impulsionado pela sua magia na pele, resgata Vitoria, e ambos fugiam do espírito misto, que era levemente atingido pelos raios solares que vazavam entre as folhas, e Gabriel rastreava o possível com a sua Técnica dos Seis Olhos, , até eles chegarem à clareira da base agora desmoronada, e o espírito, somando o sol mais aberto com a vista do causador de sua forma destruído, ia desaparecendo, se transformava em uma luz verde e amarela, e se dissolvia como pequenas borboletas, após saírem daquela forma de um enorme monstro de caras humanas.
 Depois disso, eles conseguem chance de seguir o resto do grupo, Amai já tinha criado golens de uma energia verde sobrenatural pra dar espaço pro que ia fazer, que era ajudar Gabriel e Vitoria na ilha, sabendo que aquilo estava demorando tanto, mas em contraparte Isolti, que tinha saído de um dos barcos e corrido na água, energizada pelas peças de ouro do seu corpo, em seguida voltava, segurando os dois pelas mãos com a devida força, depois deles voarem até ela, a Vitoria com um disco flamejante com propulsão elemental, e o Gabriel voando sendo segurado pelo vento que controlava, e encontrarem ela, que os leva até um dos barco e os lança pra que os golens de Amai os agarrassem e levassem pro convés.
 No fim, todo mundo saiu ganhando, menos Ras, que além de perder a sua tropa e o que ele acumulou, foi pego por aquele espírito.

Continua>>>