> 11/02/1390; Gênova, Península Itálica; Multiverso.
Na maioria dos universos, quando não muita coisa mudava e, por isso, resultou em universos que só tiveram rumos próprios tão tarde, a Peste Negra assolou a Europa, e como nesse mundo a medicina era muito mais aceita, uma vez que, nesse mundo, qualquer "poder" é necessário em nome da sobrevivência da humanidade, e o maior médico desse tempo foi Branoreu Linério, um médico que trabalhou para as cidades itálicas construiu um grande sistema sanitário e pôde limpar as cidades, tirando os mortos de lá, tirando assim o "miasma" que antigamente teorizaram que era a causa da propagação da peste. Perguntaram sobre o orçamento, mas ele apenas respondeu "Farei a população pagar"
Branoreu foi premiado com moedas e um terreno para a sua família, porém, membros da Igreja Dourada da Península não gostaram do fato da ciência/alquimia daquele ser ter salvado milhares de vidas e não a força de seu deus, e então, o mandaram caçar, com acusações falsas envolvendo o feito dele, e a população se quebrou, e se dividiu entre aqueles que defenderam Branoreu (afinal, ele salvou eles) e aqueles que acreditaram na Igreja Dourada de Península, que eram apenas os nobres de lá. Eles tentaram salvar Bran, mas ele foi executado antes que pudessem o tirar, e antes de ser pendurado na corda, ele disse "Eu farei vocês pagarem".
> ??/02/1390.
Após esse caso, uma epidemia nova ocorreu, mesmo com as condições da cidade estando um pouquinho melhores que antes, porque a Igreja foi impedida e as renovações na Península Itálica continuaram, mas dessa vez não era de peste negra, e sim de uma doença nunca antes catalogada, que causava erupções na pele, que quando estouram causam feridas horríveis e que não cicatrizam, e um fedor podre, capaz de matar pessoas próximas de tão intenso que é, e que só afetava nobres e uma parte dos clérigos que ainda acreditavam que o Branoreu fez algo ruim, enquanto isso, de pessoas não relacionadas, como comerciantes, servos e artesãos, só eram ceifados por consequência dos efeitos nas pessoas de poder mais alto.
A família Linério até tentou pesquisar uma forma de salvar boa parte das pessoas, mas nenhum dos livros parecia ter algo lógico escrito lá, tudo que eram os livros das descobertas de Branoreu, agora pareciam livros de piadas, textos com letras embaralhadas (como cifras aleatórias), e em raros casos, as letras viraram números e os números, romanos e indo-arábicos, viraram letras de origem românica. Não irá dar tempo de curar a pestilência.
> 09/03/1390.
Mãe, pai, irmãos, uma irmã, esposa e três filhos, esses são os sobreviventes da família Linério, que ainda não abandonaram o legado de seu melhor integrante, e chegaram à conclusão de que esse pestilência era só um castigo àqueles que o penalizaram, e que os livros foram modificados apenas para que não interferissem no castigo, já que, depois do incidente, todos os seus 314 livros voltaram ao normal misteriosamente.
A Casa dos Linérios foi questionar a Igreja sobre o ocorrido, e os clérigos mencionam uma presença estranha, que além da chamada "peste sangrenta", também incluía uma entidade bizarra, coberta de panos, com uma máscara bicuda e cercada de pássaros, e que atacava qualquer um que se aproximava, como se fosse um animal com raiva, embora que, pela aparência, era humanoide e incorpóreo.
O irmão mais velho e a esposa de Branoreu investigam o que seria esse ser, mas por algum motivo, só os clérigos podiam ver, enquanto os Linérios só podiam ouvir as vozes, que eram como ventos sencientes, ares que só eram sentidos e interpretados, mas não era como vozes humanas como o esperado. Conversando com aquele ser, as freiras entenderam que aquele espírito era só uma manifestação da vingança de Branoreu, ou seja, uma assombração, porém, ele não saía com benzeções, exorcismos ou aplicações de água benta, porque ele não era maligno, não era profano, não era espiritual, e esse ser dizia às freiras para que elas desculpassem a Igreja mais uma vez, e então, com uma curta conversa, eles formaram um pequeno evento.
> 14/03/1390.
Uma missa foi formada, chamando, não só pessoas de classe alta que restaram e que ainda tinham chance de sobreviver, mas também burgueses, comerciantes comuns, camponeses, artesãos e escravos foram para a paróquia de Gênova, e eles rezaram por 30 minutos, cantaram por mais 15, e os nobres leram versículos da bíblia para os pobres por 1 minuto, e em mais 5 minutos, os nobres contaram suas experiências com a peste sangrenta, e como eles sobreviveram, e no fim, o padre que estava liderando a missa pronuncia a razão de terem chamado eles, a conversa dura 10 minutos, e diz que foi por causa do ocorrido envolvendo Branoreu Linério, e claro, ele termina com apenas "A dívida está paga. Por favor, Sr. Linério, afasta-te de nós".
Após esse caso, o espírito rodeado de pássaros não apareceu mais... pelo menos não no tempo deles
> ??/??/0695; Avalon, Grã Bretanha.
Em outra época do tempo, o espírito rodeado de pássaros também se manifestava. Nessa época, ele convidou, seduziu a Fada Morgana para que ela acreditasse que a Artur, seu irmão, foi enganado a viver com os humanos, que estão a profanar a magia, e Morgana, convencida, fez o seu plano para poder se vingar, e tirar ele do reino humano. Aquilo parecia não fazer sentido, mas o espírito dos corvos apenas fez um experimento nas bordas do espaço-tempo recém-descobertas, e com isso, ele só adiantou o inevitável.
> 07/03/2138; ???, planeta Terra.
O espírito rodeado de pássaros não chegou a interferir, mas ele viu e reviu eventos que contornaram a guerra entre os humanos e monstros, e o que mais se encravava em sua fraquíssima memória é que, enquanto nos Estados Unidos o presidente chamado Reagan Bush estava suspeitando que os monstros americanos estavam tramando uma revolução contra seu governo, devido às leis que se especializavam em vigiar os monstros devido a seu perigo, os monstros em outras partes do mundo estavam invadindo governos e destruindo suas construções e líderes, com a ideologia de que a ciência estava ameaçando a magia.
Pouco tempo depois, o presidente decidiu um movimento que fez uma diferença muito séria, que é de enviar seus supersoldados (um exército de 3,47 milhões de homens modificados geneticamente) para caçar os monstros em todo o mundo. Isso iria parecer apenas um massacre que iria conservar a humanidade, mas na verdade os monstros, cujos domínios atingiram a Europa e África, conseguiram contra-atacar à altura. Monstros urbanos (como mandisistos, mamídeos, sereias e licantropos) estavam do lado dos humanos, enquanto monstros de classificação animal (entre os mais conhecidos, os dragões, os grifos e qualquer forma de vida exótica) não estavam envolvidos nessa caça, mas todos os outros tipos de monstros estavam contra os humanos. Era uma guerra de fogo contra gravidade.
> 2500 a.C; Chakala, África.
O espírito rodeado de corvos não tinha controle de seu poder, e por isso, ele sempre transitava muito à frente ou muito atrás no tempo, e ele se mostrou capaz de contaminar um pequeno lago com seu poder, trazendo um poder sobre o tempo e as trevas naquele lago, e esse é um dos γ lagos presentes na África Ocidental, todos os III sendo consequências do poder do fantasma de Branoreu.
Graças a esse poço mutagênico, humanos acessaram uma fonte completamente própria de magia, capaz de afetar a realidade com seus efeitos sobrenaturais.
> 500- a.C.; Grécia Antiga.
O espírito rodeado de corvos não entendia mais o seu senso antigo de realidade, aceitando agora a sua vida como uma entidade cujo alinhamento ele ainda está a decidir qual seguir, conforme ele foi viajando no tempo, mas curiosamente, ele encontrou os monstros aliados de Amon, e curioso, tentava interagir mentalmente com aqueles seres. Os monstros se assustaram com a presença desse fantasma, mas após uns minutos, eles o aceitaram, e conversando com os monstros, o espírito dos corvos começa a entender melhor a natureza dos monstros, que inicialmente pareciam apenas seres razoavelmente parecidos com humanos de diferentes tipos, e puramente maus, mas pelo que ele entendeu do ponto de vista daqueles seres, eles têm um deus próprio, e há monstros de outra facção que contrariam esse deus.
Quando Muramasa foi impedir os monstros de conseguirem os detritos do Meteoro de Éter, que é um tipo raro de meteoro que canaliza muito poder mágico a larga escala, e que isso decidirá a vitória entre o lado de Muramasa e o dos Hematons. O Hematon dessa época (um centauro e crina e cabelos vermelhos-escarlate, pele completamente preta e um selo de Amon similar ao de Hematon) lutou bravamente com Muramasa e o espírito dos corvos, ao invés de interferir, foi para o futuro para poder entendê-lo e descobrir qual será o melhor resultado.
Voltando um dia antes de sua contraparte anterior, e se unindo com ela quando eles se encontram, ele decide ajudar Muramasa e seus companheiros (nessa época somente monstros, incluindo o Piccu como um braço direito), porém, ironicamente, isso ajuda os monstros da facção de Hematon, porque isso alterou o resultado, que sem a interferência dele era para o Muramasa ganhar. Muito poucos universos foram dominados pela facção de Amon, mas na metade das linhas do tempo, influenciadas por esse resultado, levou Amon a fazer monstros e armas mais fortes, e por isso Muramasa nunca mais teve vantagem sobre os outros filhos de Amon.
> ??/??/1930.
Descobrindo as consequências de alterar o passado e o futuro, ele planeja o que fazer, considerando que ele não tem mais saída alguma, e ele fez várias interferências nas Grandes Guerras, inclusive, graças a isso, Adolf Hitler teve destinos e consequências diferentes, que afetou muito a Tríplice do Eixo, a Guerra Fria que viria em seguida, e também o quão cedo as intolerâncias começaram a ser erradicadas ou, no mínimo, reduzidas.
> 18/02/1390; Gênova, Península Itálica.
Voltando a seu tempo de origem, ele resolve se vingar, e então, dias antes da sua primeira aparição como um espírito, ele lança uma praga com base em seu ódio, uma praga muito mais violenta que a peste e a varíola juntas, que se chamará de "peste sangrenta", e para que não destrua a população de sua terra natal, ele faz com que essa doença só elimine aqueles que o próprio espírito dos corvos quiser, e por isso, só pessoas específicas, dentro de grupos específicos, foram eliminados. E depois disso, ele sela o espírito do Branoreu do passado na Terra, para que, depois de perdoado e purificado, ele possa transcender os limites do universo.
Fim!
Boas vindas
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
23/07/22
Rei dos corvos
21/07/22
Magia em Projeto Dream
Esse post é um "não-episódio" com intenções didáticas da história de Projeto Dream, além de mostrar detalhes atualizados quanto à magia em Projeto Dream, e comparar com a magia de antigamente, e provar o quanto eu melhorei.
Primeiras versões
- Inicialmente a magia nessa história tinha, não só elementos ou categorias como era antes, mas níveis também (algo como os ciclos dos RPG's de mesa), e a organização desses poderes não era boa porque eu não aproveitava nada daquilo, seja elementos que eu já apliquei nessas "camadas" dos elementos, mas também a valorização da magia, já que magia nunca foi como as energias vitais de animes que eu tanto usei de base, e sim é uma força do universo.
- Depois, mais no meio da primeira versão do blog do Projeto Dream, a única categoria de mana que não deixei de usar na história foi a Dominis, que é a mana de energia dourada e efeito de dano espiritual. Antigamente, tinha as categorias Lufi (de aumento de poder físico), Kobu (para poder voar) Perses (que dá sentidos extras e que fazia se mover no tempo parado pelo Tamanto por um motivo que preciso de um texto longo pra explicar) e outra que esqueci o nome, que soltava os ataques elementais que usam as categorias.
- Depois, também incluí tipos de mana que dependiam das espécies envolvidas, e que o uso praticado por seres de espécies mais fracas custará muito mais poder e recursos, como a mana draconiana, mana divina e mana demoníaca/negativa, mas tudo em desuso, inclusive os dragões do PD atual têm magias como qualquer outro ser tridimensional, porém naturalmente.
- Inclusive, tinha uma escala de poder chamada Escala Galdino de Poder, que... não vou descartar, apenas atualizar, e ainda deixar as novas medidas aqui embaixo.
Atualmente
- A magia em Projeto Dream não tem mais tantos rótulos, mas ainda chega a ter, sim, um padrão: manipular a realidade quadridimensional com seu poder espiritual, e tendo explicações já detalhadas nesse episódio do Haraniku (link no nome) e nesse episódio de Os Magos (link no título), mas também posso explicar coisas mais gerais e sem spoilers pra ajudar no entendimento da obra.
- É possível também seres vivos possuírem magia naturalmente, como é o caso dos dragões, grifos, o Naej, demônios e a maioria dos monstros de Amon que fujam muito do mero controle corporal ou ataques orgânicos (então, sim, os poderes dos Hematons ainda não contam como magia, tirando seus poderes sobre as almas).
- Explicando melhor o Ego de um desses episódios de Projeto Dream, porque qualquer má interpretação fará o pessoal ver furos de roteiro onde não tem, esse Ego (que tem nada a ver com a Ego que acompanha o Muramasa) é um "cadeado mental" capaz de proteger pessoas de controles mentais, seja controles vindos do Universo (porque isso ameaça o livre-arbítrio), deuses fracos (cujas leis cósmicas os impedem a menos que outros deuses permitam) ou magos inexperientes (por não poderem "abrir" esses cadeados mentais). E claro, TODO ser vivo tridimensional, de maioria orgânica, tem o Ego, ou seja, tem livre-arbítrio, pensamentos e experiências próprias e ideias originais.
- Assim como é possível comunicar o interior/mental com o exterior/físico, fazendo essas alterações na realidade, também é possível aplicar forças mentais em objetos ou selar objetos em mentes, assim podendo invocar criaturas e guardá-las de volta em seu centro mágico, ou desintegrando eles (que só é possível se eles estiverem selados) para dar mais poder mental para as magias.
- Sobre as escalas de poder:
* 10 a 100 : nível humano (humanos sem tecnologia e poderes)
* 100 a 1000: nível sobrehumano (desde animais a monstros comuns)
* 1000 a 3000: nível sobrenatural (heróis e os generais de Amon)
* 3000 a 5000: nível interestelar (Chandus, o devorador)
* 6000+: nível universal/multiversal (entidades da Matriz Espacial)
* Incalculável: poder dos deuses verdadeiros (os deuses atuais, especificamente da Quarta Dimensão)
19/07/22
Os Magos - episódio 3
> 25/03/2036; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
Cai do céu uma máquina em formato de caixa prateada, com uns desenhos com brilho vermelho-metálico que lembram personagens populares na fase desse cubo, caixa essa chamada Máquina Pop, e ela, manuseada por uma criança inocente, acaba fazendo personagens saírem de livros e pôsteres aleatórios na cidade, gerando um pequeno caos, mas curiosamente, os personagens pareciam cercar a casa da criança, e depois de um único dia de exposição ao poder dos personagens e dessa caixa, a casa havia se transformado num castelo de contos de fadas.
> 26/03/2036.
Jonatan, Cherrina, Theodor e Norman chegaram na cidade, e eles encontraram vários personagens fofinhos, como pôneis coloridos que soltam arco-íris enquanto andam, animaizinhos do Dr. Seuss, e uns monstrinhos de NES. Eles tentam ignorar ao máximo os personagens enquanto iam para o tal castelo mágico, afinal, se eles neutralizarem a máquina, os problemas serão resolvidos.
Porém, os personagens passavam pelo caminho, e mesmo feridos por armas e magias mortais do grupo, eles sempre voltavam à sua forma original com perfeição, e isso os assustava e os levava a correr desses seres, mas aparece então um lutador com um corpo em estilo 16-bits chamado Lukin Jenny, de aparência completamente 2D embora pareça maior que o Norman (o maior do quarteto), e se parece com um homem branco de cabelo espetado azul e um kimono preto sem mangas. E o encontro foi bem inesperado.
Lukin: ... Oi?
Os quatro gritam, Lukin grita de volta, e isso se repetia poucas vezes até que Lukin salta para trás, dá duas rasteiras, pula duas vezes e dá um gancho no ar, aquilo cortava o clima, e só deixava eles confusos.
Theodor: ... O que você tá fazendo!?
Lukin: Não encostem em mim! Vocês me assustaram!
Norman: Você é... o Lukin Jenny!
Lukin: Que bom que me reconheceu!
Norman: Olha, a gente precisa da sua ajuda pra ir até aquele castelo.
Lukin: Oh... Ok, eu... eu posso ajudar vocês, venham comigo.
Eles seguiam a rota do Lukin, e é claro, como o personagem era um Rank S do seu jogo, ele era um personagem poderoso o suficiente para abater outros personagens, que quando morrem para outros personagens, voltam para a Máquina Pop, e isso frustrava os planos da fase corrompida daquela criança, que dessa vez, começava a enviar seus personagens para caçar o quarteto e seu quinto membro temporário, Lukin, e quando eles encontram um enorme dinossauro de nuvens de um jogo de Starmon, e é claro, Lukin foi logo lutar contra aquele monstro enquanto o quarteto, já próximo do castelo, entrava nele.
Na luta do Lukin contra o nuvensauro, o próprio Lukin trocava socos e chutes giratórios com a criatura, e até mesmo um hadouken de gelo que deixa o monstro mais sólido e mais lento estava valendo, e antes que a criatura se recuperasse, Lukin fica numa posição de boxe e, do abdômen para cima, ele movia em formato de infinito, ou duplo ouroboros, 6 vezes, e então, com uma sétima curva para a direita, ele dá um direto de mão direita tão poderoso que, jogando o monstro no castelo, desmoronava ele, e vários personagens morriam ali na queda do castelo, mas Theodor consegue transformar uma sala inteira em chumbo, a tornando dura suficiente pra aguentar a queda do castelo por um tempo, enquanto dois monstros em formato de wyverns genéricos levavam o garoto embora.
O garoto se sentia numa batalha mental, entre a sua mentalidade original, que só quis usar aquele artefato para ver seus personagens favoritos, e o quarteto voltava até Lukin em segurança.
Norman: Lukin! Lukin! O que aconteceu?
Lukin: Bem... eu matei o monstro, mas o castelo foi junto.
Norman: E a caixa?
Lukin: Bem... tá lá.
Lukin aponta para os céus, com a criança e os wyvens indo embora, enquanto os personagens sumiam, incluindo o próprio Lukin. Aquilo era uma baita desvantagem para o quarteto, e Jonatan até envia uma mensagem para a equipe do Muramasa.
> Casa das Bruxas, Mar Mediterrâneo.
Gris, a bruxa que Norman conheceu na Romênia, chegava à casa das bruxas, no ponto mais profundo do Mar Mediterrâneo, uma base submarina construída por uma formação de arenito que resiste à pressão do mar, enquanto também segura com todas as suas forças a água do mar, e em uma forma de sereia, Gris acessa o espaço daquela base, que por dentro era comparável ao de uma convenção de animes, só que com uma imensa biblioteca de magia, um pequeno zoológico de criaturas importantes, incluindo uma cabeça de um cromodemônio amarelo que ainda funciona e dessa vez ajuda as bruxas, e também um grande núcleo de poder mágico que tinha poder divino bruto, que dava magia ilimitada a elas, porém, por dependência dessa núcleo, que se parecia com uma lâmpada incandescente gigante, elas sempre tinham que absorver periodicamente poder do núcleo.
Elas observavam a ordem do espaço-tempo, incluindo aquele de outros planetas no universo a uma extensão muito alta, além delas serem uma das poucas "civilizações" que conhecem os deuses reais. Como nesse mundo a magia existe e foi considerada uma prática comum, teve magos de diferentes organizações religiosas, incluindo católicas e judaicas, mas só magas específicas tinham poder o suficiente para se separarem dessas organizações e formarem essa organização em que as bruxas atuais se encontram, que almejam proteger a essência original da magia, que no caso existia em todo o universo, porque a magia é a parte mental da existência.
As bruxas estavam reunidas, alegres com a volta de Gris, e ela diz que foi salva por um humano em um lugar que passou, chocando aquelas moças, já que elas estavam anos sem pisar em uma cidade ainda com pessoas, mas fora isso, a Gris também descobre que há uma grande perturbação na força do Sol, e por isso elas precisarão ir ao espaço para interferi-lo.
> 27/03/2036; Bernalillo, Novo México.
De volta o Novo México, o quarteto desistiu de ir atrás da Máquina Pop, mas Nahkriin, Tankanar e três piscêtropos cabeça-de-bagre são mandados para irem atrás desse aparelho, porque devido ao usuário atual, aquilo era bem perigoso, e claro, Lukin encontra eles e os reconhece pelas suas intenções, e os ajuda também, mas dessa vez, como a criança não teve tempo de fazer suas vontades, a criança foi capturada e perdeu a sua maior arma, e Nahkriin, experiente com esses tipos de equipamentos herméticos, desliga a máquina, fazendo todos os personagens voltarem à caixa, ou nesse caso, às obras em que vivem. E Tankanar leva a criança embora enquanto um dos piscêtropos alerta sobre a captura daquela caixa. Enquanto isso, foi declarado o fim da Operação Stan-Kirby.
> Las Vegas, Novo México.
Enquanto isso, em uma cidade maior no Novo México, Jonatan e seus amigos voltam a ter empregos comuns, e ainda por cima o Norman se registra para o vestibular de uma faculdade, e assim, eles não terão mais tempo para o sobrenatural, e por isso chamá-los de volta para as missões estará fora de cogitação para Muramasa e Piccu.
> 30/03/2036; Himalaia, Nepal.
Hermione ajuda no transporte dos outros membros da associação de defesa de Muramasa, e os piscêtropos tinham poderes elétricos, enquanto os humanos têm arcos com flechas de energia, e esses dois grupos atiravam na base de Hematon, eliminando todos eles. Muramasa desce ao chão, e enquanto ele lutava contra Hematon mais mais uma vez, Hermione tava cobertura com suas flechas que, pelas penas de grifo, tinham poder dos ventos, empurrando os monstros inimigos, e Nahkriin lutava contra o lich deles, trocando magias equivalentes a vários projéteis de energia, que mata participantes de ambos os lados, inclusive chega a arrancar o braço esquerdo de Tankanar, o forçando a bater nos inimigos com seu nunchaku como se fosse um porrete maleável, mas quando Tankanar chega ao lich, ele arranca o braço daquele novo corpo do monstro, quase queimando a mão direita de Tan, mas Nahkriin usa o gelo ao redor para esfriar ainda mais o lich, a um frio tão intenso que chega a fazer o alvo congelado se sentir parado no tempo, e até esse bruxo se recuperar, ele perderá toda a sua energia espiritual.
Aquela luta ia ser difícil para Muramasa se ele estivesse sozinho, mas então, quando Hematon paralisa Muramasa com suas garras e seu poder de almas, ele ia pedir suas últimas palavras enquanto também tem seu monólogo, com o tempo mais devagar em relação aos dois.
Hematon: Você não deveria ter deixado Amon, ele era nosso pai, e ele nunca quis destruir as coisas, ele só destruiu seu corpo, para modelar o nosso mundo para podermos existir, e ele precisa de energia para se recuperar e ter sua nova apoteose. Vamos, bigarat, vamos, se você nos seguir, eu irei abandonar esse planeta, e deixar seus amigos inúteis em paz.
Muramasa: Os ideais de Amon vão custar tudo pra gente. Ele é ganancioso, por que ele iria precisar de tanto poder só para ter um corpo?
Hematon: Talvez você só entenda depois, afinal, Amon é o monstro mais poderoso dos caídos, e mesmo só restando o espírito dele, ele ainda tem domínio de todo um universo para si próprio.
Muramasa vê Hermione com sua Espada da Mentira diagonalmente para baixo e para a direita dela, voando em direção dos dois, muitas dúvidas surgiram à cabeça dele, mas para não caguetar sua companheira sem querer, ele simplesmente olha ao redor para perguntar sua dúvida.
Muramasa: Um momento! Por que tudo está tão lento?
Hematon: É parte do meu poder, Amon preservou isso para mim e alguns relacionados, e isso foi feito pra eu trabalhar melhor com meus projetos, mas no meu caso, eu posso fazer meu inimigo sofrer mais, enquanto você vê seus amigos apanhando, e diferente dos nossos irmãos, eles não são tão recicláveis assim, e essa guerra, só dará mais poder para o pai Amon.
Muramasa: Eu...
Muramasa olha para onde estava originalmente Hermione e seu grifo voando em direção deles, e vendo que o movimento de seu corpo voltou ao normal, Muramasa aproveita.
Muramasa: Eu acho que entendi.
Muramasa se levanta, chuta a virilha de Hematon e, sacando sua katana, encrava ela na barriga dele, e Hermione, desacelerada, encrava nas costas, atingindo-o no coração, e destruindo seu corpo com o veneno dessa espada. O corpo de Hematon seca, apodrece e vira poeira, ele já foi para o reino de Amon, e será "reciclado" futuramente. Após o fim da guerra, eles voltam pra casa.
> 26/03/2046; Geral, planeta Terra.
Passam-se dez anos, e mesmo parecendo que tenha acontecido nada, na verdade Muramasa fez o máximo para proteger a Terra dos humanos, evitando a expansão dos monstros exteriores enquanto continha ameaças sérias ao redor do globo, como jogos e filmes amaldiçoados nos Estados Unidos, artefatos antigos na África e Oriente Médio, ossos do Lagarto Antigo encontrados nos Oceanos, e também ajudou as bruxas a acalmarem o Sol, o impedindo de se colapsar e libertar o deus que está dentro dele, inclusive, ainda nesse prazo, as bruxas puderam modificar Tankanar e Nahkriin para se tornarem imortais. Tankanar esteve presente ao lado de Muramasa até hoje, e Nahkriin só esteve presente até o tempo antes da guerra, porque fora isso, nunca mais viram ele. Enquanto isso, foi nesse momento que Muramasa encontrou Ego e contratou ela, enquanto isso Suzuki também malhou muito para poder lutar junto com seus colegas.
A Máfia do Dragão da Lua ainda está ativa, e com seus novos participantes, formados por humanos de diferentes famílias e que seguem a vontade de uma força desconhecida, e que por apoiarem pessoas tão duvidosas, tem a fama de má, mas é uma entidade do Tártaro chamada Zhu Rong, cujas taumaturgias envolvem cura perfeita, ressurreição, transmutação e formação de plantas, e cujos seguidores, de maioria chineses, norte-coreanos e russos, são criminosos temidos que fundaram essa máfia como uma forma de afastarem as forças policiais, enquanto seu líder é tão desconhecido quanto aquele da Société de L'ombre, embora que eles não tenham relação alguma e essa máfia existe faz bem mais tempo e provavelmente seja uma força ancestral.
Estudando magias com as bruxas, Nahkriin descobriu a existência dos bóbons, criaturas capazes de armazenarem mais energia que um buraco negro, e ainda por cima são imortais e onipresentes em todo o tempo, embora só possam aparecer em um lugar por universo e por unidade, e a quantidade desses seres é desconhecida, só havendo 3 deles catalogados e encontrados pela sociedade das bruxas, cujas líderes, aliás, são Gris, Enol, Fenol, Éter, Etil, Aroma e Amina. Em aparência, parecem roedores gordos, bípedes e bem peludos, do tamanho de um ornitorrinco cada um, e com um bigode felpudo que parece até postiço, além de um rabo de raposa quase do tamanho do seu corpo.
Os dragões, por morarem perto das bruxas, são grandes protetores do território delas, e quando necessário, viajam para outros cantos dos oceanos, e aqueles domesticados, que têm uma marca em forma de gota com um olho brilhando em dourado, são usados até mesmo como os olhos das bruxas para observarem o mundo a fora, ou também como um ponto de partida para essas regiões, como um fast travel.
Nahkriin foi o principal responsável para enfrentar e deter a Máfia do Dragão da Lua, e com suas tempestades, ele destruía casas inteiras na China para poder chamar atenção desses mafiosos, o que o tornava mais assustador que eles próprios, ao ponto de virar notícia em Pequim, mas ele pouco se importava, e no meio das pessoas que passavam por perto dele, haviam pessoas de ternos, roupões ou vestidos, que não tinham medo de lutar com ele, inclusive, usavam plantas ou pessoas mal-ressuscitadas para enfrentá-lo, mas aquelas magias, sem sacrifício, não têm valor, inclusive, ele conta mentalmente àquelas pessoas o seguinte aviso, como uma mensagem subliminar de filme antigo, a um tempo que o olho humano jamais acompanharia, "Quando a magia não é de vocês, vocês têm de dar algo a tal ser para ganhar o poder, e quando a magia é de vocês, vocês têm que sacrificar algo importante para fazerem um feito absurdo, afinal, tem de importar mais que o seu bem material para invocar um poder maior", e claro, com raios, ventos e até afogando eles no meio da água da própria chuva, ele elimina aqueles membros que ele julgava ser da Máfia do Dragão, mas é claro, aquele mesmo membro, que existiu desde o seu encontro com a base de Muramasa em Tokyo, ainda está vivo, e foge para a sua maior vingança.
> ??/04/2046; dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
Eis o grande covil de Amon, a dimensão dos monstros, de onde surgiram Muramasa, Hematon, Piccu e vários outros monstros daqueles que existem ou no mínimo foram vistos na Terra, e em vez do Amon simplesmente formar um novo Hematon do zero, ele espera os monstros nativos se reproduzirem, enquanto que, com o poder da guerra e a matéria orgânica que ele tem naquela dimensão, ele cria os seus Progenitores e cromodemônios sob as seguintes etapas.
- com seu poder espiritual, ele constrói corpos orgânicos, com órgãos e anatomia estáveis;
- em forma de bebês, ele protege em ovos, que levam alguns anos para maturar;
- e como segurança, esses ovos são guardados no Grande Templo, protegido pelos kribas.
Sobre o ambiente, desde essa época até o começo de 2252, são estruturas escuras e feitas de pedra, com luzes de tochas ou de eletrônicos movidos a energia mágica, enquanto a maioria dos animais e humanoides vivem no meio das cidades, porque são os únicos lugares com luz suficiente para evitar o poder da Escuridão Pura, enquanto nas terras isoladas, nem as estrelas do céu, que brilham mais que as estrelas do céu da Terra, são o suficiente para proteger um ser em seu caminho, enquanto sempre que tem luz, tem vida.
No caso dos Hematons, que são mais do que pessoas, mas sim títulos dos grandes gênios de Amon, que só pode ter um por vez, e que o título não é facilmente herdado, já que não basta Amon escolher um monstro a dedo para herdar esse poder, mas ele cria monstros especializados para esse feito, de controlarem carne, sangue, ossos, células e doenças com seu dom natural, enquanto têm capacidade de dominar qualquer tecnologia eletrônica, a vapor, mecânica, quântica, mágica e conceitual, embora esse último caso é muito escasso nesse mundo e é inexistente na Terra dessa época. E apesar deles serem considerados filhos de Amon, 99,98% dos monstros de lá são férteis entre si e imunes a doenças e deficiências hereditárias, porque eles não são filhos de Amon da mesma forma que os seres concebidos pela evolução consideram filhos, mas sim de forma criacionista, como um deus que criou seus humanos sem usar a sua própria genética, uma panspermia divina, ou abiogênese forçada.
Os únicos que não se reproduzem nesse reino são os monstros únicos, aqueles que não têm nenhum(a) parceiro(a) compatível para se acasalar, e os cromodemônios, monstros que foram criados para serem especiais, raros, mas ainda poderosos, e também como uma forma de controlar a população desses seres e para que não atrapalhe os planos de Amon. Sobre a vida sexual deles, o "amor próprio" e as prostituições não são vistos como um problema, e como eles foram feitos para serem uma super sociedade, eles têm responsabilidades até de mais quanto a esses momentos de entretenimento carnal, e isso pode ajudar de forma estranha e, talvez, desconfortável, a aumentar o poder do Amon, já que amor, sexualidade e vida também ajudam deuses "bons", e Amon é um deus bom para os seus próprios filhos.
Vida vegetal é bem escassa, e só aumentou e evoluiu de fato por ajuda de seus monstros mais novos, futuramente em relação a essa época que estamos falando, mas curiosamente, os monstros ainda têm um mecanismo de emergência de não precisarem de oxigênio ou, em raros casos, emitirem oxigênio, para si mesmos ou companheiros, com mero contato com a luz, mesmo aqueles monstros que não têm cloroplastos nas células ou simplesmente têm a estrutura celular equivalente à de animais, eles têm glândulas próprias que não existem em monstros terrestres, que já têm oxigênio de sobra e nunca mais precisaram dessa técnica.
Nessa época, só monstros muito poderosos tinham DNA draconiano, porque esses monstros, por serem os monstros que mais ganharam poder e magia por meios naturais, ao nível de ganharem evoluindo biologicamente, têm uma genética especial e que facilita muito na melhoria dos poderes mágicos, embora que o Amon, sendo um deus que pode perturbar a natureza, pode criar poderes naturais novos, assim como ele fez para todos os seus monstros. Diferente de outros deuses, Amon não modelou os monstros de base draconiana com muita base nos dragões marinhos da Terra, ele sempre buscou alguma coisa mais original, enquanto também economizava matéria e poder, afinal, ele era um dos mais fortes dos que sobreviveram ao Plano Etéreo, mas ele é insignificante aos altos deuses da Quarta Dimensão.
E falando em dimensões, Amon não criou nenhum ser hiperdimensional, mas não como os outros deuses, que sempre apelam para o poder inútil das três dimensões para mascarar o seu desconhecimento sobre dimensões maiores do que 3, Amon já sabia que era um ser que transcende dimensões que os humanos não conhecem, embora esteja preso naquele reino porque os outros deuses, mais fortes que ele, o prendeu em leis dos cosmos que só deuses da Quarta Dimensão podem abolir, e sim porque Amon, sem seu corpo, enquanto luta para a Escuridão Pura restante não devorar ele e seu reino, ele já gasta muito poder, que é menor que o de fazer um ser quadridimensional, enquanto Slæpnir, inteiro e se sobrepondo a Amon nessa época, preferiu investir seu tempo e capacidades em um reino inteiro acima de, não só 3, mas 4 dimensões, que é o Complexo.
Amon ainda planeja uma nova investida, mas ele ainda está melhorando detalhes internos de seu reino, e isso o colocará mais uns anos em stand by.
Continua>>>
18/07/22
Os Magos - episódio 2
> 11/03/2036; Tokyo, Japão; Universo 255-P
Muramasa volta pra sua base em Tokyo, e diz que foi um dia bem difícil, e então Jonatan e Cherrina correm até ele e o abraçam, e como ele já tava cansado, ele cai mesmo sendo forte pra segurá-los tão facilmente, e eles, preocupados, levam Muramasa para a sala da enfermaria, com ajuda de mais um humano forte, e então, Muramasa é cuidado por uma enfermeira fofinha, com corpo violão, sem rosto e com cabelos rosa bem volumosos.
Jonatan: Com licença, você é humana?
A enfermeira: Em partes.
Jonatan: ... Hã?
Muramasa: Não tire a concentração dela, garoto.
A enfermeira injeta um soro especial de cura no braço do Muramasa, descasca a pele queimada do Muramasa como uma laranja e passa uma massa (que se parece com massa de pão) nas partes feridas dele, o curando em 2 minutos.
Jonatan: Eu gostaria de ser cuidado por uma moça bela dessas.
Jonatan olhava para o decote daquela homúncula enfermeira, mas ela não percebia, e emocionada, agradecia ao garoto, e Cherrina dá um pescotapa no doido.
Cherrina: Cê quer é brincar de médico com ela, isso sim.
A enfermeira: Não tente a sorte comigo, garoto, comer minhas partes é como pôr o pau num buraco na parede.
Cherrina e Jonatan: QUE!?
Muramasa ria daquilo, porque os homúnculos não têm vergonha e nem pudor, e raramente pensam no que falam, e depois da situação, a enfermeira tira as paradas do corpo do Muramasa e ele já pode sair. Em seguida, Jonatan e Cherrina imploram por alguma missão com o Muramasa, e então, sem muita opção, já que a base está bem arrumada e eles podem acabar indo a lugar algum só treinando ali dentro, ele primeiro os pede pra chamar os outros dois do quarteto, e aí sim eles irão para algum outro lugar.
> Botosani, Romênia.
Eles começam a caçar alguns vampiros por causa de uma missão de eliminar todos ali, não porque isso tirará poder de Amon como costuma ser um estereótipo das intenções de Mura, mas sim porque os vampiros já são um problema e eles podem eliminar a humanidade toda a longo prazo se não forem impedidos. No processo, eles até libertam humanos que estavam sendo escravizados e tratados como gado, inclusive, o anel da morte de Jonatan, que ele tinha no mundo dos sonhos e veio com ele no mundo real, começava a brilhar, que começava em um brilho vermelho nas primeiras salvações, mas quando ele chegava mais perto dos 10, ficava mais dourado, e quando ele salvava 20 vidas, mais azulado, e quando estavam faltando duas pessoas para completar a sua promessa com a Mãe Trevas, as pessoas já estavam salvas.
Eles investigam mais daquela cidade, e Jonatan tenta ir atrás de mais pessoas, Cherrina procura alguma rede eletrônica para enviar uma mensagem sobre o extermínio de vampiros na região, e Muramasa, Norman e Theodor vão caçar mais vampiros, porque esses seres se reproduzem mais do que moscas, mas só 1 a cada 1000 segue até se tornar poderoso, antes de ser devorado por seus irmãos. Nesse caso, Theodor mata alguns nos esgoto, os transformando em ácido ou produtos de limpeza com suas balas transmutadoras, aproveitando seu poder para limpar onde ele está, e Norman consegue mais munição na delegacia para sua escopeta, e caçava os vampiros na superfície, mas no meio do caminho, ele atira numa pessoa, a jogando para longe.
Norman se preocupa, joga sua escopeta no chão e corre até a moça para socorrê-la, e ele cura a ferida dela, e cola o braço que caiu como se fosse apenas um boneco quebrado, e a moça... agradece. Aquela pessoa era uma bruxa chamada Gris, de pele clara e rosada, cabelos grisalhos mesmo jovem, gordinha e com uma roupa negra bem extravagante, e eles... se desculpam, o Norman por ter atirado nela, e a bruxa por estar num lugar tão caótico na hora errada.
Norman: Aliás... me promete uma coisa?
Gris: O que especificamente?
Norman: Você... não vai fazer nenhum mal, não é?
Gris: Não, e bem... tome o meu número, podemos conversar mais depois.
Ela dá um papel que ela materializou, com seu número de celular e um código do Discord dela, e ela vai embora como se fosse nada. Muramasa, enquanto isso, investigava um castelo que os vampiros construíram, que na verdade, parecia um grande monstro, porque além da composição parecer carne de um animal nunca antes visto, também tinha forma de alguma coisa pulsando e lá dentro era como a boca ou esôfago de alguém, e lá estavam os vampiros, comendo e "minerando" a carne daquele castelo, que é claro, Muramasa elimina vários, e ao invés de só destruir os ovos de vampiros ali, ele levava embora num carrinho que ele improvisou com ossos e tendões do lugar, e então, na região interna e mais aberta, tem o vampiro mais humanoide da cidade, mas também que parecia "sobrehumano", lembrava um humano forte e grande, mas também com marcas vermelhas, chifres em forma de uma lua, roupas escarlatas de estética grega antiga, e olhos que brilhavam em diferentes frequências de vermelho, e aquele rei dos vampiros tentava seduzir Muramasa.
Rei Vampiro: Por que você vive na tolice de proteger os homens se você pode viver aqui conosco? Os humanos poluem, os humanos reprimem, os humanos julgam em vão, e os humanos pensam que sabem tudo.
Muramasa: Cala a boca! Você não tem moral nenhuma, ao invés de fazer ONGs e salvar inocentes ou fazer uma tecnologia foda, vocês tão simplesmente caçando humanos por esporte, e tratando eles de um jeito que nem os piores abatedouros tratam suas vacas.
Rei Vampiro: Palavras ao vento vindo de quem está roubando minhas crias.
Muramasa: Chega a ser engraçado, mas diferente de VOCÊ, eu vou criar essas coisas feias pra serem boas e cuidadoras e humanos, e talvez escravizar uns rebeldes porque não vou com a cara de vocês não, e... uau, não sabia que vampiros eram monotremados.
Rei Vampiro: Mono- que?
Muramasa: Meu ovo na sua cara!
Muramasa joga um ovo de vampiro na cara daquele rei vampiro, e o ovo quebra com uma gema negra corrosiva que gruda nele por um tempo, e Muramasa, abrindo a blusa de sua yukata, fazia sair de suas roupas lanças e flechas douradas, que são disparadas impiedosamente naquele ser, e no meio do processo, destrói o castelo, o afundando de pouco em pouco enquanto desmorona aquela carne que era mais dura que rochas brutas de uma montanha jovem, e Muramasa consegue ir embora carregando uns 3 ovos de vampiros.
Norman: O que aconteceu?
Muramasa: Pouco importa, podem ir- espera, cadê o Jon?
Cherrina: Ficou pra trás, não conseguimos achar.
Muramasa: Ai, droga... só vão, eu vou atrás dele.
Muramasa tenta achá-lo com o máximo esforço, sua magia de tatuagens espirituais não foi inventada nessa época, e como ele não usa essa técnica de sentir espíritos, ele não tem mais tanta experiência, como se para ele qualquer alma humana é como uma mesma, e o seu melhor sentido para detectar pessoas vivas não é esse sentido espiritual, mas sim a sua audição, e correndo centenas de quilômetros, ele encontra Jonatan todo perdido.
Jonatan: Mura! Você achou alguma pessoa?
Muramasa: Só você mesmo, anda, vamos embora.
Muramasa leva Jonatan para os seus colegas e, unidos, os 5 voltam para a sua atual casa.
> Las Vegas, Novo México.
Eles voltam a Las Vegas para poderem rever as coisas importantes de casa e também ajudarem seus parentes e outros amigos lá na cidade natal, mas enquanto isso, Muramasa começa seu projeto de construir um complexo naquela cidade nos Estados Unidos, como uma emergência e para aumentar o seu poder tecnológico caso necessário.
> Tokyo, Japão.
Enquanto isso, Piccu está ajudando a combater o crime em Tokyo e também reconstruir regiões muito destruídas da cidade, ambos os casos usando sua elasticidade, cujo limite nunca foi descoberto, combinado com sua força, que só perde para o Muramasa. Depois de tanto trabalho, às 18h, ele fica na base japonesa do Muramasa e toma um café com biscoitos de peixe, além de conversar com o pessoal da base.
Suzuki ainda está conferindo a sua fortuna no PicPay, e em dólares, está um total de US$ 103.556,⁸⁹, e considerando a economia dessa época e as necessidades da equipe, era uma fortuna digna de Salomão, e além disso, o Suzuki está investindo também no contrato de uns mercenários para tornar o exército mais forte, mas quando eles chegam, eles pareciam bem desagradáveis visualmente, e estavam apenas cobrando a grana que iriam ganhar (2 dólares por missão), mas quando reconhecem o Suzuki, e veem que o cara que os contratou era um cara gordo e muito comum, eles surtam, e tentam destruir tudo, alegando que tudo aquilo é uma farsa, inclusive o líder dessa gangue de mercenários ameaça matar Suzuki, mas em seguida, uma enfermeira homúnculo injeta um veneno nesse líder, o matando com um único golpe.
Suzuki: Obrigado, A19.
A enfermeira: Tudo é necessário para salvar nossos membros de prioridade.
Enquanto isso, Piccu, só esticando a sua perna esquerda, consegue capturar e esmagar vários daqueles "mercenários", que na verdade eram só membros de uma máfia qualquer de Tokyo, e só um mercenário sobrevive e vai embora, para onde? Eles não sabem, mas perto da meia noite, ele está em um bar e conversava com uns amigos, até que ele é contratado para a Máfia do Dragão da Lua, e então, ele é levado para a China para, assim, treinar e se tornar alguém forte.
> 25/03/2036; Himalaia, Nepal
Hematon recuperou a sua cidade no Monte Everest, e também pôde encontrar naquela montanha a cabeça daquele lich, que ainda tinha energia vital para durar um tempo antes de virar pó, e no caso, ele convence ele a o ajudar em troca de que, no final, o lich o dê sua filactéria para que ele mantenha como uma proteção, e isso levou menos de um dia, e no caso era uma caixa de carvalho talhada, e lá dentro tinha um coração brilhando em azul e branco. Com a filactéria recuperada, e 3 porcos-dragões e um mamídeo de cachorro sacrificado, ele pôde dar almas e ossos novos para aquele ser, o recuperando e até mesmo o tornando mais belo e poderoso. Quando menos esperava, o lich tem sua filactéria levada embora para a dimensão dos monstros, o que o enfurece completamente, mas Hematon o incapacita com suas Tekko-Kagis.
Hematon: Escuta aqui, seu saco de ossos, a filactéria não é mais sua, é totalmente nossa, o que te reduz a nosso saco de ossos, e se você se rebelar, a gente te tira daqui e revive as nossas oferendas, fodendo o que te trouxe pra cá. Então, obedeça à gente, homodermo!
Aquele lich desconhecia aquela palavra, mas aquela era uma palavra da língua dos monstros para ofender humanos ou criaturas nativas da Terra, em contraparte ao mondermo, criada por humanos usando a língua dos monstros, e que é como a palavra feia com N só que contra monstros. O lich se desculpa, e seu poder mágico é usado para reconstruir a cidade e ainda criar um grande poço de magia que pode ser usado para algumas experiências do Hematon e também banhar o lich diariamente, já que isso pode ajudá-lo de certa forma.
> Bulandhorn, Islândia.
Nas dolorosas montanhas de Bulandhorn, vivem grifos - criaturas com corpo de leão ou tigre, e asas penosas enormes e cabeça de ave de rapina com orelhas pontudas -, animais sagrados da Europa e capazes de botar ovos de ouro, mas que sua real responsabilidade é controlar e restabilizar os ventos do Hemisfério Norte, que são completamente caóticos, e sua líder, uma humana chamada Hermione Pencione, usa uma armadura lendária, com um peitoral, perneiras e botas de ouro, uma capa vermelha escura no lado esquerdo dela, e ombreiras de penas que parecem com asas, e com uma espada bastarda de cabo negro e lâmina escurecida, com uma boca próxima de sua lâmina, chamada Espada de Mentira.
Um mago de Muramasa, chamado Nahkriin, que usa roupas azuis bem simples, mas com runas nórdicas no manto, e com uma máscara de pedra bem talhada e com olhos parecidos com os de uma estátua Dogu, e esse ser (que aliás, se parece com um personagem de Skyrim) conversa com a Hermione, com sinais de mão e escritas resumidas, lembrando de como ele não poderá falar como os outros são capazes, e no caso, ela até entende, porque algumas mímicas dele eram simples e ela entende inglês que, por ser até então uma língua franca, foi usada pelo mago Nahkriin para se comunicar.
Hermione chama um de seus monges assistentes para organizar pergaminhos importantes para a viagem, e uma adaga com selo do Sol para caso um combate próximo for necessário, e um grifo do tipo tigre, bem grande, para ela e Nahkriin montarem e irem a Muramasa mais rápido.
> Tártaro.
Nas profundezas do Tártaro, em um outro nível de existência, existem deuses de baixo nível que perderam ainda mais níveis de dimensões ao caírem naquele reino, se transformando na vida acabada daquele reino, e servindo também como uma espécie de terra pisável, embora que a formação daquele mundo seja tão bugado quanto o Complexo criado por Slæpnir no plano etéreo, embora que esses deuses juntos sejam mais fracos que esse ser mencionado, que a propósito, já criou o Complexo faz bilhões de anos antes de ter civilização no Tártaro.
Entre os mais poderosos deuses malignos, está Tiamat, um grande e imensurável oceano, com um redemoinho abrindo espaço para dois tentáculos, que são os aspectos masculino/lunar e feminino/solar, formando um caduceu com um grande mastro de pura escuridão no meio, e que tem o segundo maior domínio, perdendo apenas para o Tiende, uma força feita puramente de vazio, escuridão e negatividade, e pai de Negatis. Tiamat tem fortunas imensuráveis para mortais, quadridimensionais e pentadimensionais, mas inúteis para uma força caótica e imensurável como ela, e seu mais poderoso filho/monstro/demônio, Lux Cypher Lightstar, é um grande ser com uma aparência élfica corrompida, de rosto belo, mas assustador ao mesmo tempo, e com um único olho - o esquerdo - visível e sempre brilhando como um Sol médio no céu da Terra, com uma capa destruída, asas de fogo, duas mãos direitas, e seu corpo a partir do tronco é só um corpo em decadência, sobrando apenas ossos, artérias e um coração pulsante. Ele foi criado tão poderoso por Tiamat para que ajudasse ela a dominar aquele domínio, e ele só parou porque Tiende adquiriu 80% daquele domínio, e o quase avatar de Tiamat perdeu para Negatis.
Lux Cypher, por sua vez, formou uma legião de monstros do Tártaro que contava com milhões de legiões se fossem como as dos demônios de Salomão, separada e categorizada entre as espécies de demônios do Tártaro ou de guerreiros lendários que, durante a sua morte, passaram por esse reino, e com o poder de todos eles, eles formarão um cerco contra o universo material para terem a sua vingança.
Continua>>>
15/07/22
Os Magos - episódio 1
[Irei deixar a saga principal em pausa, para dar espaço para mais detalhes também importantes para a história, que temo que não dê para explicar bem nas sagas do presente sem sair muito expositivo]
[Irei reutilizar somente os 4 personagens principais da cancelada série Anomalous, também desse blog]
> 12/02/2036; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
Nessa cidade no Novo México, está Jonatan Guerra, um humano de cabelos longos, bem alto e usando roupas azuis bem simples e casuais, e que lidera uma equipe de amigos, também humanos, composta por Cherrina Titan (uma humana ruiva de pele parda, e com roupas pretas), Theodor Jackson (um humano de etnia caucasiana e olhos tão pretos quanto seus cabelos, e com jaqueta cinza, calças pretas, camiseta branca e tênis amarelos) e Norman Bendragon (um humano negro com cabelos longos em dread, de camiseta brança, calças e tênis azuis e uma grande tatuagem de um dragão chinês que percorre todo o seu corpo).
Eles investigam coisas paranormais naquele mundo, independentes, interessados por monstros e magias secretas e esquecidas na humanidade avançada, e só puderam investigar 10 desses casos e ainda por cima eram falsos casos sobrenaturais, sendo 9 desses casos envolvendo TV's amaldiçoadas (que na verdade estavam apenas sem conexão e com a tela chiando), mas o décimo caso, de um falso fantasma, chamou a atenção de Muramasa, já que os 4 são capazes de desmascarar vários supercasos facilmente.
Nesse caso, a primeira presença deles o assustava, e Theodor até tenta tirar a pele do Muramasa, achando que era só uma fantasia, mas não conseguia mover uma célula da carne daquele ser. No final, os quatro concordam em ajudar o Muramasa e no mínimo acharem monstros, demônios e poltergeists de verdade.
> 10/03/2036; Tokyo, Japão.
Eles passaram um tempo no Oriente, onde os casos sobrenaturais pareciam de fato mais comuns, e mais reais, e além de armas de fogo bem fortes para abater os monstros e magos corruptos, também aprenderam um pouco de magia. Jonatan tem magias para controlar seus longos cabelos como arma, Cherrina pode fazer sua katana levitar e paralisar objetos no ar, Theodor usar suas balas para transformar seus alvos em qualquer coisa proporcional à sua forma original, e Norman tem um poder de cura alto.
No caso de hoje, um humano morto-vivo está ressuscitando os mortos para poder saquear Tokyo e, dominando a cidade, poder controlar o Japão a partir de sua capital, o que não dá certo porque, além da maioria dos mortos estarem ali sem a mente original, resumido a animais em corpos meramente humanos, já não eram suficientemente fortes, e o quarteto já parecia muito para destruir aqueles cadáveres, inclusive Norman testa suas magias de cura para ferir alguns mortos com a essência da vida, mas além de curar eles, também os tornava bem restaurados e normalizados, fora do controle daquele lich, e então, Norman ajuda aquelas pessoas a irem embora enquanto também atira nos zumbis que não tá tendo tempo de reviver com sua Calibre 12, e Tankanar, que mesmo antes de se tornar imortal já era membro da equipe dele, consegue alcançar esse lich.
Com seus nunchakus de aço comum, ele conseguia quebrar quilos e quilos de ossos daquele morto-vivo, mas a energia negativa saía como se fosse um gás negro como fumaça de indústria termoelétrica e tóxico como cianeto concentrado, e Tankanar, vendo que estava perdendo tempo, quebra o lich mais uma vez, com um golpe de seu nunchaku na sua mão virando 210°22' de baixo para cima, jogando a cabeça desse lich para longe e desativando o corpo, e ele corria para bem perto da cidade.
Tankanar: Help! Help! Watashi wa yoppa... yopparatte imasu!
As pessoas comuns socorrem aquela pessoa, e um mamídeo de elefante até levanta o carinha para algum local seguro, enquanto uma moça chamada uma ambulância em seu celular. Tankanar parecia seguro, mas não iria sobreviver por muito tempo, e Muramasa manda seus novos membros embora enquanto também ajudava Tankanar e as pessoas recém-revividas e restauradas. O Sr. Mura consegue curar o Tankanar com sua magia própria, tirando as forças negativas de seu corpo e também o aplicando um antídoto que curasse esse veneno. Depois disso, eles voltam à base no Japão, apoiada pelo próprio colega de primeira categoria do Muramasa, Piccu, que nessa época não era um presidente ainda.
Enquanto isso, na base de Muramasa em Tokyo (por fora, um grande prédio de concreto armado branco com janelas quadriculadas azuis translúcidas; por dentro, grandes salas de madeira, com vários móveis e eletrônicos, e uns poucos robôs operando), Norman lia um livro de magia pros seus amigos, e um dos textos naquele livro, no capítulo 8 e da página 44 a 49, resumidamente, dizia que "O universo já existiu de ideias divinas, existe por ideias humanas e ainda existirá para as memórias dos seres inconscientes, desde aqueles que dormem àqueles que não têm mais vida. A realidade pode ser observada, sentida e, se possível, moldada, e os seus reais limites serão se a realidade concordará com as suas vontades, e por isso, pessoas normais só são capazes de controlar o mundo dos sonhos, um mundo de poucas dimensões, que pode ser moldado como um desenho ou assistido como um filme"
Theodor: Tão chato...
Norman: Qual é? É importante, os outros tão ouvindo.
Cherrina: Eu não tava, tava aqui mexendo no Facebook-
Jonatan: Eu tô ouvindo, conta mais.
Norman: Ok, vamos ver...
Mais uma sessão, na página 56, mais no final desse capítulo, "O Ego não se passa de uma fechadura mental, que protege o universo da ganância humana de violá-lo, mas também impede o universo de dominar a mente dos humanos, e assim, a mente se limita somente ao corpo da pessoa, capaz de pensarem por si próprios, e fazerem o que seus corpos são capazes"
Norman: Ou seja, livre-arbítrio.
Jonatan: Essa história é interessante.
Norman: Não sei se é beeem uma história, isso tá sendo mais uma aula do que um conto.
Cherrina: Então quer dizer que, num mundo determinístico, não existe magia?
Norman: Não sei.
Jonatan: Pelo que eu ouvi, parece que sim.
Theodor: Mas... a gente não tem poder de opção, se a gente tivesse, nós poderíamos fazer o que quiser.
Jonatan: Na verdade, é tipo você querer comprar um brinquedo caro numa loja, mas a sua mãe-universo não deixa você comprar porque você só tem o desejo por si próprio, mas tudo ao seu redor não te deixa realizar o seu desejo.
Theodor: É...
Norman: Eu acabei de ler aqui, o Ego não deixa as pessoas controlarem o universo pra realizarem seus desejos, e nem deixa o universo DOMINAR A MENTE das pessoas.
Theodor: Qual é, é só um texto.
Norman: Lei da gravidade também, saia voando.
Cherrina: Dá pra parar de brigar!?
Cherrina larga o celular no chão, se levanta e, com sua espada ainda embainhada, bate no Theodor e no Norman, Jonatan pergunta o por quê dela não bater nele, e Cherrina, com a ideia em mente, chuta ele, aproveitando que ele estava sentado no chão e não em uma cama como o Norman, ou numa cadeira como o Theodor. Passa-se um tempo, Muramasa volta com Tankanar e a cabeça daquele lich de antes, e geral vai dormir.
> 11/03/2036; Sonhos.
Jonatan, o que mais se imergiu no conceito de subconsciente e sua conexão com a realidade física, viveu um sonho lúcido, ele acordou em uma réplica de onde ele acabou dormindo (na mesma sala que estava reunido com os amigos), mas sem ninguém por perto, e com sombras em um tom escuro e bem vivo de azul, e abrindo cada porta daquela base, seja da geladeira, dos armários, de alguns portais ou que vão de uma sala a outra dentro da base, e elas davam em lugar nenhum, e as janelas nunca mostravam o mesmo cenário mais de uma vez, se adaptando a cada olhada do personagem.
Conferindo por onde sair, ele tenta manipular a realidade daquele sonho, e assim, ele pôde fazer uma saída para o mundo a fora, e mesmo assim, ele não está em nenhuma rua ou algum lugar que pareça do mundo humano, mas uma voz grossa, mas suave e agradável, dizia ecoando, "vem-em-em-em", uma vez a cada 30 segundos do sonho, e Jonatan, sem onde ir, só ia para onde ele julgava ser a sua frente. O lugar é como um grande espaço liminar, com plataformas, paredes e fundos sendo compostos por blocos de 6x6x6 m³ de um tom de azul opaco de diferentes níveis de claridade, mas com uma saturação muito parecida, ainda o suficiente para ser considerada azul, mas não era um azul tão legal de se ver.
Jonatan: Espero que, se eu morrer nesse sonho, eu ainda esteja vivo lá fora.
Indo mais e mais para a frente, ele entra numa sala ainda mais escura, porém de um tom mais bonito e cheio de vida, com lâmpadas sempre nas pontas desses cubos que formavam as paredes e o teto, direcionadas ao centro, formando um tom único de violeta, graças ao rosa-choque daquelas luzes, e andando cada vez mais naquele reino liminar dos sonhos, ele acha uma sala com piscina transparente que escurecia um pouco do fundo azul dos blocos que compunham as paredes o chão dela. "PISCINA!", grita Jonatan, enquanto tirava as suas peças de roupa (incluindo cueca e meias) e mergulha de cabeça naquela piscina, esperando uma boa sensação.
Jonatan: Uau... será que eu passei por uma realidade além dos meus sonhos comuns?
???: Bingo!
Jonatan: Hã? Aquela voz que tava me guiando! Cadê você?
???: Espere um pouco, também irei para cá.
Jonatan: Será que tem tempo? Sonhos duram muito pouco... E eu tô pelado aqui, será que isso é ofensivo para você?
???: Por que alguém sem roupas seria ofensivo ou chamativo para alguém cuja forma corporal não é meu motivo para eu ter prazer?
Jonatan: ... Isso foi vergonhoso, mas sério, quanto tempo tenho aqui?
???: Quanto eu quiser, você está num meta-sonho, uma realidade que você sonha com entidades poderosas, e tem direito a coisas boas.
Jonatan: Eu vou saber do fim do mundo?
???: Bem, isso é um estereótipo, mas eu tenho amigos capazes disso. Enfim, cheguei.
Aparece na sala um ser cheio de roupas azuis (quase uma burca com véu integral), mas cujas mãos (únicas partes realmente expostas) são secas e velhas, finas, com unhas pontudas e pretas, e de 6 dedos, sexto dedo esse uma duplicação de seu polegar, em ambas as partes, e sua sombra se mesclou com o ambiente, porque ela também é azulada. Jonatan assustado, afundava e nadava abaixo na piscina, e ficava ali embaixo por uns segundos.
???: Espere, eu sou essa pessoa que apareceu! Deuses são estranhos mesmo!
Jonatan, com um pouco de medo, subia de volta à superfície, com o rosto a partir do nariz igual a um hipopótamo no rio, e via aquele grande ser feito de trapos azuis com as mãos de bruxa medieval para fora, e então, a entidade de trapos se sentava, e põe apenas seus pés, tão feios quanto suas mãos, na água.
???: Sabe... são raros os humanos interessados em magia, ainda mais hoje em dia, onde os humanos se preocupam mais com a tecnologia... Ok, sabe do fim do mundo?
Jonatan: ... Hm?
???: O mais próximo que eu sei para seu planeta azul, pálido e inútil é que, daqui a uns 102 anos e 5 dias cravados, começará uma guerra entre os humanos tão violenta que metade da vida sapiente será destruída, e como isso terá mais tempo que a sua expectativa de vida, você e seus amigos poderão fazer nada, tanto que, para ter certeza que não dê errado conte para ninguém.
Jonatan: *levantando a cabeça e respirando* O que acontece se eu contar?
???: Olha, eu sei que você vai contar por um impulso, mas se você fizer isso, sua vida vai ser bem mais curta, e você será o primeiro a morrer no seu quarteto. Então... sei lá, se você quiser se sacrificar pelo conhecimento dos seus próximos, eu posso deixar um "bécampe" na sua memória para que você anote com máxima precisão.
Jonatan: Eu... eu... aceito o risco! Me perdoe...
???: Sabe, você terá uma vida longa pela frente, você pode repensar a sua escolha, e não morrer.
Jonatan: Se Deus ainda joga dados... talvez seja melhor eu deixa pra alguma versão alternativa, depois de uma vida chata no Novo México eu tô preferindo arriscar.
???: Interessante... se levanta, eu quero mostrar mais coisas para você.
A entidade de panos azuis tira Jonatan telecineticamente da piscina e materializa roupas brancas e macias para ele. E enquanto eles iam para algum caminho naquela dimensão, eles conversavam.
Jonatan: Uau, como você fez uma roupa nova pra mim tão rápido?
???: É facilidade de estarmos num sonho, se você entendesse melhor como essa realidade funciona, até você pode ser um deus aqui dentro.
Jonatan: Legal... Só de teste...
Quando Jonatan termina a sua frase, ele tenta desmontar um pouco do cenário, e juntando 26 cubos daquele cenário e os encolhendo a tamanhos muito pequenos, ele forma um cubo máximo só de lados igualmente azuis, e isso fazia a entidade rir, já que aquele cubo mágico era realmente inútil. Mas voltando ao assunto e ao caminho original, a entidade mostra uma grande sala até que bonitinha, com uma cama perfeita ali.
???: Customize, aproveite.
Jonatan: É... ok?
Jonatan controla a realidade daquele mundo dos sonhos para depois se sentir relaxado, e assistia a uma televisão em formato de TV tubão, e ele assistia a seriados que ele assistiu na HBO Max, mas era visto por qualquer outro como apenas uma TV chiando, e entediado, ele dormiu na cama, também azul, e bem macia, e assim, ele sonha dentro de um sonho. Naquele sonho, ele está dentro de um grande reino nebuloso, junto com a entidade de trapos azuis, e indo cada vez mais longe do que parecia ser o centro daquele reino, eles encontram um imenso cardume de salmões, que estavam contornando uma grande mente cósmica chamada Mãe Trevas, uma forma de infinitas formas que personifica as trevas que existem antes de surgir alguma coisa.
Os peixes são os deuses, e aquela mente é uma força predatória que entrópica que se alimenta de universos, como o Universo do Caos um dia já fez, mas aquele universo distante era só uma das interpretações do poder entrópico supremo, e a Mãe Trevas diz a Jonatan uma coisa.
Mãe Trevas: Oh, Rainha de Azul, humano chamado Jonatan, vocês estão aqui! Bem, tudo que tem uma dimensionalidade limitada um dia acaba, porque precisa de um caminho para surgir, e sua duração nunca é eterna. Por isso, é sempre bom aproveitar o pouco que têm.
Jonatan: Bom, o que eu posso fazer?
Mãe Trevas: É tão difícil? Você viajou pra outro lado do seu mundo, enfrentou monstros, magos tolos, mortos-vivos, só pra poder ver magia de verdade. Você já está aproveitando a vida muito melhor que muito trouxa no universo.
Jonatan: Bem... dá pra considerar que eu sou um protagonista?
Mãe Trevas: Bem, isso vai depender do nosso superior, Um Sonho Que Poucos Alcançaram, e que você não poderá alcançar sozinho, porque você não é privilegiado a esse nível.
Jonatan: T-têm certeza?
Mãe Trevas: Claro, nenhum deus seria descuidado de cometer erros graves e sair intacto.
Jonatan: Bom, e se eu contar o "spoiler" do fim do mundo?
Mãe Trevas: Por que humanos são tão preocupados com problemas que tampouco acontecem? Eu odeio admitir que sei, e com certeza a velha já te disse o custo de mudar o que vai acontecer, não é?
Jonatan: Oh... oh...
Mãe Trevas: Só pra testar a sua honra, leve este anel, ele te faz poder sentir a vida e morte dos seres próximos de você, se você salvar 22 vidas e ressuscitar 4 pessoas antes de soltar esse anel, eu te darei alguma recompensa.
Jonatan: Oh... legal... Como eu vou reviver alguém?
Mãe Trevas: Aprenda por si mesmo garoto.
> Tokyo, Japão.
Jonatan acorda direto daquele sonho para o mundo real, antes de todo mundo, e anota um monte de coisa importante em alguns dos papéis dali, incluindo 3 páginas de escritas e uma com as entidades que ele viu naquele meta-sonho. Cherrina é a segunda a acordar, e estranha o fato do Jonatan estar carregando umas folhas cheios de letras e desenhos estranhos em caneta Bic azul, e Jonatan, assustado, conta o que ele presenciou.
Jonatan: Cherry! Eu tive uma epifania, eu sonhei com deusas, e elas me disseram que o mundo vai acabar em mais de um século, e no caso, eu posso salvar vocês contando isso.
Cherrina: Bem, se você realmente tá prevendo o futuro... e se isso acontecer porque você sabe desse futuro?
Jonatan: Isso vai acontecer de qualquer jeito na verdade, mas eu posso salvar vocês com a ideia desse fim do mundo, mesmo que... a gente morra antes do fim do mundo ocorre- Espera, o Muramasa!
Jonatan e Cherrina vão atrás dele por aí na base, mas o máximo que encontram são os colegas deles que ainda estão acordados, entre eles, um investidor humano chamado Suzuki Sakurai, que nesse caso, foi contratado pelo Muramasa para poder acumular dinheiro para facilitar as contas da equipe. Ele é muito alto e muito gordo para um japonês, e tinha até uma cara de pai de família, com cabelo preto curto, olhos pequenos, uma barba ainda crescendo, e roupas sociais clássicas, porém, sem um paletó e com uma gravata amarela. Os dois conversam com Suzuki sobre onde está Muramasa, mas descobrem que ele está ausente e em uma viagem para lutar contra um monstro poderoso de Amon, que também se chamava Hematon, e pelo nome parece ser que o Hematon de 2252 é muito mais velho do que parece, mas na verdade, existe mais de um Hematon, só não é possível haver mais de um por geração.
Cherrina: Nossa, mas por que a gente não pôde ir com ele?
Suzuki: Ah, não ia ter como, ele nunca dorme como os humanos, muito menos como os outros monstros daqui, e ele sempre arrisca a própria vida pra cortar o mal pela raiz, mas aí que tá, a raiz não está em nenhuma entidade mágica que ele mata, e sim no pai deles, que é o próprio mal...
[Nesse caso, durante esse longo tempo, o Amon sempre foi julgado mau, porque ele era completamente contrário a Muramasa, herói da Terra e dos humanos]
Jonatan: Droga!
Suzuki: Deixa eu ver... Mura-sama tem um chip no cérebro que imita um celular, talvez se eu enviar uma mensagem por SMS para o número dele, ele possa receber essa mensagem e possa vir pra cá mais cedo.
Jonatan: Você é capaz disso?
Suzuki: Sim, inclusive eu ajudei ele com essa tecnologia.
Ele envia a mensagem, "村様、見習いがあなたと話したい" para o número de Muramasa.
> Himalaia, Nepal.
Minutos antes mesmo de Jonatan acordar, Muramasa está no Monte Everest, investigando uma das gambiarras que Amon fez para conseguir território o suficiente para darem mais poder para ele, e assim revivê-lo, mas no caso, ele vê uma pequena cidade feita de máquinas no monte, com os monstros operando e transitando entre o local e a dimensão de Amon, e Muramasa vai. O lugar era bem metálico, com cores de ferro bruto, mas pela composição, é uma grande fibra de carbono indestrutível, seguido de máquinas metálicas que dão energia elétrica ao local, e lá está o Hematon dessa época, um homem alto, forte, com aparência de um homem negro com marcas vermelhas que se pareciam cicatrizes brilhantes.
Muramasa: Mas... como isso é possível?
Hematon: Eu sou melhor planejado, e mais forte que você, afinal, eu sou um Progenitor, e você é só um protótipo malfeito.
Muramasa: Vocês ainda pensam nisso!?
Muramasa corta de baixo para cima a frente de Hematon, que ele se regenera pelo poder da escuridão em seu corpo, mas sua roupa no máximo se costuma, mas ainda parecia danificada, e Hematon, em um contra-ataque, dá 78 socos em um único segundo, e com o último soco, suga energia vital de Muramasa, o que não o incapacita, mas o enfraquece muito, e Muramasa recebe o SMS de Suzuki, e então, como última rota de fuga, invoca uma grande explosão de fogo, queimando a cidade em um imenso buraco, e por essa área, vai embora, e então, se transporta de volta ao Japão.
Continua>>>
13/07/22
Projeto Dream - episódio 30
O jovem azulado de roupas e cabelos vermelhos está em uma dimensão de várias coisas amareladas, e aquelas que não são, são pretas, e lá, os 5 monstros que foram com ele para aquele mundo são 5 entidades filhas do deus caído daquele reino, sendo o primeiro e mais poderoso a grande cobra amarela de cabeça humana, Yaldabaoth, que ficou lutando contra o guerreiro espacial por um dia inteiro, e enquanto esse jovem lendário não perdia uma caloria de cansaço, Yaldabaoth estava quase morrendo no combate, mas, para alguém que enfrenta um usuário da língua dos malditos, esse ser é muito resistente.
Esse jovem procurado o chantageia a fazê-lo voltar àquele planeta, porque senão aquela entidade irá morrer ali mesmo, e a criatura, por desespero, aceita, e o leva para a "casa" e para as tartarugas cósmicas.
> Las Vegas, Novo México.
Naej, Tifanny, Venros e Haraniku chegam a Las Vegas, e veem que tava muito sujo logo na entrada da base, e conferindo o que tem lá, Tankanar tenta falar pra eles não verem o que tinha ali, mas... é, eles já viram e com muitos detalhes. Ego foi logo ajudar a explicar o que aconteceu, e quando falam de clonagens, o Naej fica curioso e pede pra mostrarem esses clones. E vendo no grande porão da base, eles descobrem os clones que ainda estão ali, incluindo as 3 Egos que ainda estão despertas mesmo depois da manipulação da realidade da Ego original.
Venros avisa sobre um caso do Pahapayar estar invadindo o plano físico, e Muramasa até pensa o caso sobre como ele poderia lidar com outra entidade cósmica que está sedenta por poder mundano e material, algo muito inútil para esses tipos de deidades, à procura de sobrevivência no plano cósmico. Enquanto isso, Haraniku não está indo atrás das pessoas e equipamentos mágicos para aprender, e sim saindo da base para ver as coisas que tem na cidade, e nessa viagem ele aproveita para pegar um saleiro em um mercadinho para fazer um experimento.
Por sorte, Venros lembra do caso de precisarem de um poder que pudesse destruir imortais, e Ego se voluntaria para ajudar eles, mas eles precisam de... mais opções para matar permanentemente criaturas imortais, mas Muramasa intervem.
Muramasa: Isso é inadmissível, porque se a gente criar armas para matar imortais que não se limitam a regeneração e vida longa, claramente qualquer um que descobrir que a gente tem essas porcarias vai atrás da gente, roubar os equipamentos e nos caçar com essas armas.
Ego: Exato.
Venros: Então não temos esperança.
Muramasa: Como se armas que apagassem inimigos da realidade fossem a única opção, eu já tentei de tudo pra poder caçar o Amon e os meus irmãos.
Venros: Você já conseguiu algo pra matar imortais?
Muramasa: Bem, além da minha discípula mais poderosa de hoje em dia, vamos ver... o Pattarak destrói matéria ao nível atômico, o Tankanar tem um efeito estranho de negar imortalidades iguais às dele, e também tenho duas armas quadridimensionais que envelhecem os inimigos e, se não for possível, eu posso paralisá-los no tempo com elas pra dar chance a outros golpes. Talvez eu precise de algo mais químico, tipo... uns venenos.
Muramasa foi a seu laboratório.
Dragondorf: Sei não, a gente tá há tanto tempo trabalhando, precisamos de um pouco mais de algumas horas pra descansar.
Muramasa: Pode ser, mas por vocês eu vou ter que trabalhar mais, porque essa ideia é importante.
Dragondorf: Espera, eu tive uma ideia!
Muramasa: Qual?
Dragondorf: Precisaremos de algum Portão de Partida para o reino do seu pai.
Muramasa: Droga...
Dragondorf: Não tá bravo com ele ainda, né?
Muramasa: Não é isso, é que...
Ego: Senhor Mura, é pelo bem do espaço a fora.
Muramasa: Bom, sendo assim... Mas quero ficar um tempo longe deles, me senti mal depois daquele caso do Complexo, fiquei caindo lá por dias- Aliás, onde estão os micro-robôs que cê fez uns dias atrás, Dorf?
Dragondorf: Simples, tá lá monitorando os clones e os computadores.
Enfim, Naej, Tifanny e Haraniku voltam à base, e Haraniku foi logo ver algumas coisas de lá com mais atenção, mas a primeira que o atrai é o grande mecha que Charles Charles Charles está dirigindo em mais um treinamento com os robôs de lá, e nessa aula de mecha, o Haraniku ficava concentrado até que por bastante tempo. Era impressionante demais para ele um robô tão grande sendo conduzido por uma pessoa relativamente tão pequena.
Era um P-392, um modelo de mecha construído após o aperfeiçoamento dos mechas com o passar das gerações, e descendente do Mech-988 - um mecha usado na guerra entre humanos e monstros pelos exércitos japonês e coreano -, com mais de 10 metros de altura, e capaz de ser dirigido como um carro, além de dar alto poder de combate enquanto o usuário se mantém seguro dentro do veículo de combate manual, além de ser da mesma empresa que inventou o Programa Fênix.
Enquanto Dragondorf, Ego e uns mercenários recém-contratados vão atrás do Hematon para ajudar no plano de Venros de eliminar o Campeão, e Muramasa faz um híper-veneno capaz de matar um imortal, e no caso, ele faz um veneno líquido forte o suficiente para anular momentaneamente esse poder.
> Quetzalcoatl, México.
Isabella está testando uma roupa diferente para as fotos: Um longo vestido evasé vermelho-escarlate com brilhos de glitter em tamanha saia, e saltos altos vermelhos mais escuros e sem os detalhes adicionais, e Julie tirou um total de 10 fotos dela. Depois de se trocar para uma roupa preta mais casual, Isabella liga para a casa dos Dermurers, dizendo que planeja fazer o casamento semana que vem, em Novíssima York, o que surpreende a mãe e algumas tias da Isa, mas chamava atenção do pai dela, Julius.
Uns minutos depois, Julie é chamada para entregar as fotos da Isabella, e ela em vez de só enviar pela internet, resolve ir para a sede da empresa à procura de algo adicional, e indo por lá, ela é convidada para um teste de força, porque sabem que Redlars são bons lutadores e querem saber se ela ainda está forte para algumas apresentações com os músculos dela (mesmo que sejam finos como papas fritas caseiras). Ela aceita e esses são os resultados.
- um peso de 80 quilos em madeira: danificado levemente no topo e no meio, derrubado no último golpe.
- um peso de 80 quilos em plástico de fibra de grafeno: amassado no meio, com marcas de soco mais visíveis, e o topo amassado.
- um peso de 100 quilos em plástico: não muito diferente do anterior.
- um peso de 100 quilos em plástico com regiões de aço: Julie machucou suas mãos no teste, ela chegou a se sentir fora de forma depois dessa.
Julie avisa do treinamento dela para Isabella, que também resolve ir atrás para vê-la, ela usa sua roupa branca clássica e uma bolsa cor-de-rubi e vai pra jornada a pé. No meio do caminho, ela pega um milk-shake de magia e, bem quando ela tava perto da sede da empresa, duas pessoas tentavam sequestrar Isabella, vendo que ela era uma pessoa de valor. Eles pegam um pano à prova de som cheio de clorofórmio para nocauteá-la, junto com algemas para agarrá-la. Julie se desespera, sai do aparelho em que estava malhando e tenta correr até ela para socorrer, mas é claro, a Isabella é de uma raça muito poderosa de monstro, e ela arranca o pano da mão do primeiro sequestrador com sua boca e cospe com um pouco de veneno na cara do mesmo, quebra as algemas e, com um grito, incapacita o segundo bandido, e com um chute a uma velocidade de 150 mph, o joga para o chão.
Isabella: Isso que dá mexer com a mulher mais preciosa daqui!
Julie: Isaaah!
Julie abraça Isabella e sentia a maciez de seus peitos, e ela olhava pra cima e vê seu lindo rostinho.
Julie: Eu... estava tão perto de te salvar... como você fez isso?
Isabella: Bem... O óbvio, miga! Eu sou uma mulher poderosa.
Julie: Venha comigo, a gente precisa de uns ensaios pra hoje também!
E Julie e Isabella entram no prédio da empresa.
> Osakira, Japão.
Falando em empresa, a fundação de tecnologias e magias Tokawa está arquitetando um novo projeto envolvendo as entidades cósmicas que ela ouviu falar, isso separada de Losui Branford, ou seja, completamente por si própria, o projeto não tem um nome, mas tem algo a ver com essas entidades além do espaço-tempo, e para isso, ela busca contato com os monstros de Alexandria.
Ela consegue ser atendida, e uma equipe de piscêtropos e aviunos, liderados por um djinn de corpo cinzento e bem escuro, com a aparência de um cara negro de dread e com 4 braços, chamado Darkstar, e ele ajuda Yuri com os estudos, mostrando melhor como o Amon funciona e consequentemente explicando a origem e o poder dos monstros.
Yuri se interessa na natureza de seres interdimensionais, e com isso, se prepara para viajar com aquelas pessoas, inclusive carregando, além de sua clássica Máquina Analógica Delta-T, também a pedra filosofal que ela usa como joia em seu peito, para caso ela precisar se defender ao ir àquela dimensão.
> Lille, França.
Enquanto isso, na França, os Redlars seguiam a sua vida normalmente, mas enquanto isso, os pais de Julie estavam com uma ansiedade bem séria pelo que pode ter acontecido com sua filha única, Julie, mas é claro, uma das 7 empregadas da mansão tenta acalmar a senhora Redlar - cujo nome original é Mariana Redlar - e seu marido - Akanata Redlar -, enquanto isso, Fugaret ainda está treinando muito para poder manter seu cargo de soldado da família, porque mesmo esse cargo não sendo mais utilizado no clã, ele ainda é útil para proteger a família e a casa.
Oneida Redlar julgava os esforços do Fuga como sempre, e como ela faz isso desde quando ele era criança, talvez seja por isso que ele era tão chato com as crianças e outros jovens do clã, e nesse caso, Fugaret tinha uma mente fechada e muito fria, como um adulto ideal de antigamente, e isso o impossibilitou de entender o que seus primos menores sentiam, mas quando Julie partiu, já completando um mês, ele sentiu algo a menos, como se aquela menina, vista por ele como um obstáculo para ele de liderar o clã, não estivesse mais o motivando a continuar, e para relaxar, ele começou a fumar o seu vape, com essências de mirtilos da Nova Colúmbia, que parecia o melhor sabor para a sua boca, e uma sujeira mais compensadora para seus pulmões.
Mariana tentava conversar com as suas irmãs e primas, todas sangue-puro daquele clã, que diferente dos Dermurers, é imenso e grande o suficiente para a endogamia ter danos mínimos, e bem, Mariana chega a uma conclusão, de que ela tem que ligar para Julie. Ela faz isso, mas como Ju não levou o seu celular, as 10 ligações que ela tentou fazer caem em caixa postal, todas as 10 com uma sequência de mensagens por voz.
"Julie, voici ta maman, m'appelle" (3x)
"Ju, je prie, m'appelle, plaît!" (2x, a segunda vez com uma gaguejada)
"Julie, je sais que vous êtes avec ce merdique fille d'eux Dermurer. Appelex! Moi! Maintenant!"
"Julie, pardonne ta maman, je' tais andry, plaire, pardonne moi!" (em um tom nervoso, como se sua voz estivesse "entortando" enquanto ela falava, no caso, ela estava chorando enquanto falava aquilo)
"Peut-être pouvons-nous vous rendre visite... Quoi que tu penses?"
"Bisous, ma petite"
> Versalhes, França.
Ainda na França, mas dessa vez em uma cidade diferente, menos comentada aqui e com mais perigos a enfrentar, está a Société de L'ombre, uma sociedade secreta de espiões, assassinos e comerciantes ilegais que existe na Europa toda, e que tentou capturar Isabella para usar sua carne ou sangue para criar novos super seres, ou no mínimo obterem uma fortuna como resgate, mas descobriram que os dois capangas foram derrotados pela própria Isabella, e um desses dois até morreu com um golpe físico dela, assim, instigando ao líder, cuja identidade é um mistério até para os próprios membros de nível mas privilegiado, a entender que os poderes dos Dermurers não são uma lenda, e que eles são tão poderosos que talvez a extinção deles até seja um controle de pânico para o planeta, e então ele muda de planos.
Ao invés de caçar a Isabella Dermurer ou a Julie Redlar com aqueles que tem, ele tenta contratar alguém forte o suficiente para tal feito, e no caso, ele chama um samurai moderno que opera atualmente na China, chamado Karyu, e ele é um humano também, e não um eugenético ou um monstro/mosmano, assim, parecendo mais confiável para a agência, e quando veem ele, ele parecia um personagem de anime com olhos pequenos, tem uma pele mais amarelada que a média, cabelos azuis em um tom estranho e estereotipado de alienígenas, com um yukata bem branco sob uma capa negra, e com uma katana com lâmina da aço negro e cabo de madeira, que ele chama de Tenryu, a espada dos sete dragões dragões.
Ele é inicialmente comandado para ir atrás de Isabella, mas Karyu tem uma ideia mais sofisticada.
Karyu: Eu tenho uma ideia melhor. Eu sou um dos mais fortes discípulos de Muramasa e tenho uma espada de ferro meio Noirythril, mas o meu real foco não é lutar.
Moderador 1: Espera, você já esteve envolvido com Muramasa?
Karyu: Claro que sim, mas... não falamos mais disso faz uns 20 anos.
Moderador 1: 20 anos? Você conhece ele desde bebê? Ele te adotou?
Karyu: A ideia é legal, mas... eu já tenho 102 anos de idade, só pareço jovem por causa dos dragões que eu me alimentei. A carne era como bife com azeite e muito açafrão, mas espera, voltando ao assunto... Posso chamar ela para um evento, prometendo coisas boas para ela, e levá-la para vocês, mas... O que eu vou ganhar de vocês?
Moderador 2: Você será nosso novo moderador, você estará num cargo igual a esses que estão conversando com você agora.
Moderador 1: Mas... já temos 23 moderadores, e...
O segundo moderador saca uma escopeta, e explode a cabeça do primeiro com um tiro, a fim de refutá-lo em troca de sua vida.
Moderador 2: Ignore ele, você valerá muito nesse plano.
Karyu: É... Ok, eu acho.
> Las Vegas, Novo México.
Enquanto isso, em Las Vegas, Dragondorf, de volta à base de seu mestre, atende a um telefonema, e descobre que Karyu não só está de volta, mas também envolvido em um baita de um esquema e, se eles puderem ajudar ele, ele poderá se livrar daqueles caras e ainda manter umas pessoas envolvidas seguras.
Karyu: Olha, eu tenho uma ideia aqui, que vocês promovam o meu evento falso, e com isso, essa tal Isabella não será pega por esses filhos da puta e ainda por cima eu posso quebrar essa corporação aí.
Dragondorf: Eu não vou chamar meus colegas e nem sacrificar parte deles só pra te livrar de uns metidos a besta nichados na porcaria da Europa. Faça essa merda sozinho, e fuja com a Isabella.
Naej: Isabella!? Peraí!
Naej rouba o telefone do Dragondorf e sai correndo, e dentro do banheiro, continua a conversa.
Naej: Aí, caralho, o que você planeja fazer com a Isa Dermurer, hein!?
Karyu: Espera, quem é você?
Naej: Sou maior fã dela, conheci ela e sua namorada uma vez, maior vitória da minha vida antes de eu conseguir minha própria namorada. Mas sério, o que cê quer com ela?
Karyu: Olha, garoto, eu não sei se você pode me ajudar, só sei que minhas assistentes não irão ajudar o suficiente.
Naej: Deixe que eu resolvo, eu tenho um bom arsenal na minha casa e posso chamar uns colegas de trabalho.
Karyu: Quem é você?
Naej: Sou Naej Galrich, um dos mercenários do Novo México, e como eu não me meto em coisas de assassinato ou sequestro, eu nem ligo de mostrar minha identidade.
Karyu: Olha, Naej, tenta memorizar essas seguintes coordenadas. Prédio 1903, da Rua Kin Luei, Pequim, semana que vem.
Naej: Ok.
Naej desliga e, saindo do banheiro, conta ao pessoal a onde eles precisarão ir, e quando ir, porque aquilo será bem importante. Tankanar até dá uma ajuda pro pequenino, e chama o pessoal para poderem ver como é esse Prédio 1903.
> espaço sideral.
O jovem do espaço foge do reino amarelo, e depois de ter salvado aquele planeta na estrela Sagittarius Phi, ele recebe uma espécie de moto voadora, que o próprio jovem modifica para que possa ser energizada por gravidade, e com seus poderes de controlar a realidade, cria um buraco negro em um reator, que parecia também um orbe completamente preto, onde fica o motor dessa moto, e assim, ele poderá mover seu veículo de boa no espaço sem se cansar.
E então, ele sai daquele planeta e, junto com as suas tartarugas voadoras, viaja pela galáxia à procura de mais e mais surpresas. Enquanto isso, uma força armada de Andrômeda está indo à Via Láctea, atrás daquele jovem do espaço, revelando que, sim, aquele jovem do espaço é Rewop, e está sendo procurado por seu poder anormal de poder controlar tudo no universo.
Enquanto essa força armada não alcança nem a Via Láctea, Rewop está indo até o que parece ser a instalação de Losui Branford, e entrando lá, ativa o sistema de segurança, o que parece não assustá-lo, já que nenhuma daquelas armas era capaz de ferí-lo, e Losui, estranhando aquele ser, o trazia cada vez mais para dentro do prédio, com uma arma apagadora de mentes em sua direção, e Rewop, voluntariamente, ia até lá, e Losui, assustado, pergunta o que ele quer.
Rewop: Eu só quero te visitar, tô meio planetão aqui, então tô passando por qualquer lugar que pareça pisável.
Losui: Planetão? Como assim? Tá de pança cheia?
Rewop: Espera, eu acho que não tô falando no seu dicionário, espera aí... Ah, lembrei! No seu dialeto, planeta é os mundos ao redor das estrelas, e pode ser usado como um xingamento pra gente gorda. Bom, na verdade, lá onde eu moro, planeta pode ser usado pra se referir que é um andarilho no espaço.
Losui: Isso é muito legal. Fica aqui, me conte mais das suas experiências.
Rewop já está em um local mais seguro, próximo de Losui Branford e em uma sala bem branca, digna de filmes de ficção científica ou fantasia dos anos 2000 a 2010, mas com janelas para um espaço negro com estrelas brancas, preenchido pela imagem das tartarugas, junto com umas linhas resultadas de partes que podem mudar de forma, inclusive, algumas dessas linhas abrem espaço para mesas e bancos (que se parecem com puffs quadrados e dutos), sob os quais os dois se sentam e conversam calmamente.
Rewop começa a contar o seu passado, sobre como a vida dele no seu planeta natal era tão triste que até a felicidade chegava a ser um crime inafiançável, e como o estresse dele estava tão alto naquela vida chata dele de infância que, no primeiro bullying que sofreu, o fez incendiar uma cidade inteira sem remorço, mas depois, relaxa a situação com umas piadas que ele ouviu falar depois de abandonar aquele planeta, e voltando a contar a sua história, ele também conta como a vida dele mudou para sempre após ele conhecer as tartarugas cósmicas, e o quão fofas e adoráveis elas são, além delas também guiar ele a aprender novas coisas.
No final, o jovem conta que pôde acessar o Reino da Morte forçadamente, e por tamanho feito, foi guiado por ela para poder aprender a língua dos malditos, uma língua alienígena, proibida, que cada palavra é uma arma, cada letra era uma dor, e cada frase era uma arma de morte instantânea e certeira. E no final da conversa, o jovem espacial fala sobre o quão legal foi visitar essa galáxia, mesmo que ele só esteja aqui por umas horas.
Continua>>>
12/07/22
CUIDADO

Aviso dado, voltem à programação normal
[Dados censurados, expurgados e desmentidos, qualquer informação que contrarie a verdade verdadeira contada acima deve ser executado o mais cedo possível] - Gargalargh Garharlgarl
Ele não está envolvido em nenhum desses crimes, e os únicos planetas que ele de fato atacava tinha relações péssimas com os governos espaciais próximos ou estavam irritando ele, e um dos piores planetas da galáxia de Andrômeda foi logo sua primeira vítima.
Ninguém sabe seu nome de nascença, mas o seu nome atual é Riwapori, mas as pessoas chamam ele de Rewop, porque assim é foneticamente mais fácil de se pronunciar, e ele considera isso até um apelido.
O seu real "crime" catalogado em Andrômeda, mas que está acobertado por notícias falsas sobre esse ser, é que este é capaz de invocar qualquer força sobrenatural ao seu redor, incluindo emanações criativas, destrutivas e até o que parece ser a real forma da Morte.
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