Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

09/02/25

Projeto Dream, episódio 376

> 28/05/2272; deserto verde, planeta Hocerti; Universo 255-P
 Dragondorf, depois de sua mensagem à família Naga e presentear os Nozawa, ele visita uma vila localizada na Cidade Oitava, em que, no meio de casas cúbicas ou retangulares, de cores azuis, amarelas e brancas, com crianças brincando nas ruas, adultos tendo seus desafios cotidianos na casa e no trabalho, e entre os garotos que a mãe de Sean já viu crescerem durante algumas viagens à Cidade Oitava, estão Rodolfo Maccy, um jovem de pele lisa, cabelos castanhos escondidos em sua touca com um pássaro dourado minimalista, e usa roupas azuis e amarelas muito vibrantes, e Battler Luimoui, um jovem de mesma idade, porém um pouco mais alto e magro, e de roupas pretas mais nobres e calçados vermelhos que destacam numa roupa sombria e sem cor.

 Parecia estranho dois humanos hocertianos de classes tão distantes pudessem se conhecer bem, com o tempo, por viverem na mesma vila, com o tempo se conheceram, talvez pela mãe viúva de Battler, Isabel Luimoui, brigar com o pai adotivo de Rodolfo, Black Morgan, ou porque, no meio de tropeços, traquinagens irritando os vizinhos juntos, e brincadeiras com os chãos desenhados a giz ou com piões de bronze esculpido ou pérolas verdes (extraídas de uma espécie de ostras flutuantes do deserto, e usadas pra diferentes produtos, como serem usados como bolinhas de gude), e Dragondorf, além de conversar com os dois, também com alguns amigos e colegas deles, assim como a mãe de Sean conversava com Isabel sobre o passado de seu marido.
Sra. Nozawa: Já deve fazer mais de um ano que não vinha pra cá antes e aqui parece o mesmo, eu perdi muita coisa?
Isabel: Diria que muito pouca coisa, a gentalha do Seu Morgan já tá no décimo quarto emprego, mas parece que já pagou parte das suas dívidas.
Sra. Nozawa: É mesmo, o Seu Morgan, mas então, faz um tempo que vocês não brigam e discutem mais?
Isabel: Ele ainda segue muito inconveniente e com aquele filho e aquela filha que são maus exemplos pro meu tesouro.
Sra. Nozawa: Entendo, quem sabe um amigo distante do meu filho possa resolver.

> Lille, França.
 Luna Nouvelle teve que imobilizar a Zulmira com um feitiço básico antes de enfrentar Raiaoi, e depois de tantas trocas de golpes físicos, de Raiaoi se recusando a ferir a Nouvelle, só querendo resgatar sua colega, enquanto eles dois iam pra diferentes lugares do mundo enquanto lutavam e depois voltando ao Hotel Flebleu, ambos machucados, e a Zulmira, imóvel ao nível celular, observava aquilo bem dolorida.
L. Nouvelle: Eu quero que se rende imediatamente.
Raiaoi: Mas por que eu me renderia? Você acabou com a minha colega.
L. Nouvelle: Tá falando sério? Vocês roubaram até um vaso do nosso castelo.
 Raiaoi ficava sem palavras, mas Nouvelle usava aquilo como distração para que então aparecessem Guillermo e Claudia Hernandez, que usando sua força física impulsionada por fogo de Guillermo e luvas de quartzo da Claudia, o nocauteassem com um único golpe.
L. Nouvelle: Merci beaucoup por ainda confiarem em mim e nos Redlar.
Guillermo: Eu realmente tava esperando por essa oportunidade.
Zulmira: D-da onde vocês vieram? E vocês poderiam coçar meu nariz? Só consigo piscar e...
Claudia: Tá, tá, Guillermo, tira esse trouxa de azul daqui, quero saber dessa de cabelo rosa.
 Claudia se agachava de cócoras, com os pés de salto alto colorido firmes no chão e o corpo relativamente empinado, Zulmira via o busto de Claudia coberto apenas por um mosaico azul e de brilho amarelo e que tinha o formato de um pássaro similar à Fênix, e o sombreiro dela chegava a cobrir a luz que iluminava a cara da Zulmira, que Claudia redireciona o cabelo dela pros lados e esfregava suas mãos macias, agora sem metal ou energia mágica, no nariz da Zulmira.
Zulmira: Esse chapéu e essa sexualização, você sabia que é apropriação cultural, não é?
Claudia: Como é apropriação cultural, idiota!? Eu sou mexicana!
 Claudia se levanta e dá um chute na barriga de Zulmira, que já estava imóvel numa certa pose caída no chão, e agora parecia até desligar a magia de Nouvelle, a fazendo se mexer agonizando de dor.

> Deming, Novo México.
 Dois irmãos de uma mesma família que nasceram com poderes pouco compreensíveis, ainda assim tendo vidas cotidianas complicadas. Kai Howell é um jovem baixista de uma banda local em Deming, que concorre com a DJ Faith Van Damme e é bem mais popular no Kansas, enquanto Dova Howell é um jovem da mesma idade, mas integrante de uma gangue chamada Os Cobras.
 Hoje mesmo, Kai acordou de um sonho que ele havia visitado de Dova, ele havia visto o que parecia ser uma zebra de chapéu, e quando a zebra tentou o atacar, os dois feriram aquele ser de volta, e eles acordaram cedo demais, e era difícil dormir depois, e por fim, indo a um bar com os amigos, Kai Howell encontrava Dova junto com o que pareciam ser uns colegas com o mesmo uniforme, um clima de tensão acontecia naquele bar de cadeiras e mesas de madeiras tingidas em vermelho e com os topos em preto, paredes brancas e uma iluminação amarela, com os irmãos, antes separados, agora um do lado do outro na frente da mesa do atendente.
Kai H: Então, o que você faz exatamente?
Dova H: Muita coisa na verdade, mas bem, você ainda lembra de mim?
Kai H: Você não gostava quando eu tocava no quarto.
Dova H: Isso faz quanto tempo?
Kai H: Três anos talvez?
Dova H: Três semanas já é suficiente pra gente mudar de ideia, imagina três anos.
Kai H: Esses quatro caras de azul parecem familiares, eu vi acho que um deles pedir autógrafo.
Dova H: E eu acho que um desses três do seu lado me deve uma taxa.
Kai H: Você quer quanto? Eu pago pelo grupo.
Vocalista: Obrigado, Howell!
Capanga 1: Tem certeza que é o mesmo cara que você tinha raiva quando pequeno? Ele parece legal.
Capanga 2: E se a gente fizesse uma competição?
Dova H: Que competição vocês acham que seria boa aqui?
Capanga 2: O mais óbvio, Seu Howell, quem beber mais Whisky ganha.
Baterista: Ganhar o que?
Capanga 3: Que tal, digamos, se o seu Howell aguentar tomar sem cair, a gente vira guarda-costas de vocês por um mês, e se o nosso Howell aguentar, vocês terão que fazer músicas pro nosso casino em Las Vegas e pros nossos lutadores de Albuquerque.
Kai H: Todas as opções parecem ganhos.
 Com a proposta feita, eles começam a competição, os mutantes olham à cena atentos, e eles pareciam aguentar até que bastantes shots, era uma média de 6 shots por minuto, ainda um total de 19 shots por enquanto, mas a partir do 21º shot, Dova H caía, mas quando ninguém poderia perceber, o tempo era retornado, a conversa reiniciava, e a competição também, não se sabe o que aconteceu, mas Dova tinha marcado um ponto no tempo antes de ir a esse bar, e retornando, ele buscou tentar de novo, depois de comer umas frutas, dessa vez, o tempo retorna após 26 shots, e na segunda repetição, ele mudou a competição, pra que a cada 3 shots de Whisky daquele bar, eles tomassem 1 copo de suco de laranja que também era uma opção, mas então, Dova, mesmo não ficando atordoado de bêbado, admitia que precisava ir ao banheiro, e consideraram isso uma perda pra ele, porque de um jeito ele tinha que sair e isso afetava o ritmo da competição.

> Hamburgo, Alemanha.
 Renata já está viva, porém, perdida, porque muitas das memórias, como as da investigação ao Serjj, enquanto Wilma, Bruna e Yasmin estiveram cuidando dela juntas com algumas Damas de Ferro que, embora não lutem, trabalham na congregação da igreja, em pesquisas místicas e conceituais do universo, ou também na caridade médica de Hamburgo, e depois de se recuperar, ela envia uma mensagem pro Charles, que enviou contato pra aquela missão, e Charles só conseguia responder dizendo que, embora estivesse ocupado, elas poderiam conferir com o Clã Luna.

> metrópole draconiana, planeta Hunkal.
L. Pleine: Esse café que vocês fazem é bom, vocês têm segredo?
Barbara: Humm, esse vinho também é tão bom, e nossa, que forte, me sinto até quente.
Elen: Na verdade os dois têm a ver com a fazenda dos Magni, que é bem grande e conseguimos um terreno bem fértil.
Alex: É... Senhora Arohama, como que vocês conseguem ter um povo tão avançado tecnologicamente, mas... ainda assim com uma arte tão bonita?
 Alex tinha perguntado isso claramente depois de ver as casas de concreto bem polidas, mas com cores que as destacavam, muros articulados para, além de protegerem bem as casas, terem passagens de ar para refrigerar as áreas próximas, junto dos portões e grades metálicos, alguns de bronze ou de aço inoxidável tingido, prédios grandes com estrutura não meramente retangular, mas também com diferentes formatos que destacam os andares e suas janelas negras de brilho dourado, e os andares parecerem menores quanto mais alto, é quase como se fosse um grande bolo de casamento, e mesmo quando há pinturas informais nos prédios das ruas, ainda variam entre meros desenhos chamativos a obras de arte presentes nas obras construídas, além dos castelos de várias torres e muros talhados. A mãe de Elen, chamada Chun Arohama, até pensa um pouco antes de responder.
Chun: Bem, por mais que nosso ancestrais já tivessem prezado pelos avanços práticos e operacionais, o mundo seria bem feio e até desolado se não importássemos com a beleza.
Barbara: Nossa, deve ser ótimo como um paraíso, não é mesmo, mas bem... Vocês não nos acha estranhas fisicamente?
Elen: Por que a gente pensaria isso? A nossa interação saudável só existe pela aliança terra-hunkaliana!
Chun: Exato, e nós também aprendemos como outros povos já trataram mal outros do mesmo mundo só pela diferença de cor.
L. Pleine: Isso... Não vai virar uma discussão política, não é?
Chun: Por que viraria?
 Chun Arohama leva as três e a Elen para uma longa sala de jantar, onde outros Magni e outros Arohamas estão se reunindo para um banquete, incluindo integrantes Magni que estavam cozinhando e preparando o grande almoço da família, para participar da cerimônia ao lado deles, e além dos vinhos e cafés, também haviam saladas de folhas nativas, macarrões com molho Ozx (um tipo de molho preto de brilho vermelho comum em carnes, e quando o macarrão é cozido nesse molho ele fica num tom roxo único), e grandes calibungos (um tipo de fera suína selvagem, de antenas amarelas, pele azul e pressas que emitiam faíscas elétricas quando rangem, assim como a carne, embora dura e pouco gostosa, pode ser lavada de qualquer sujeira ou parasitas, e amolecida no vinho).

> burgos de açúcar, planeta Megno
 Chegando a uma das cidades do planeta Megno, Alyx chama Donald e Howard pra consultarem as autoridades sobre um tal Frederico Esposito, um turista espacial que tinha ido pra essa nave um mês atrás e desaparecido, segundo relatos pela nave ter ficado sem bateria, e embora os guardas da cidade em que estavam tivessem uma certa noção de estrangeiros espaciais, e sobre o perigo de executarem alguém que veio de fora do planeta, por mais perigoso que fosse, por mais que a prisão tivesse o tratado com mínima dignidade pra custódia durar até o resgate, aparentemente o tal Frederico morreu de diabetes devido às comidas, mesmo salgadas ou ricas em vitaminas e proteínas, ainda eram açucaradas demais e isso foi o engordando e prejudicando uns órgãos, e os cavaleiros da cidade até tentam se desculpar.
Soldado 1: Bem, a gente sente muito por terem chegado tarde, vocês claramente tavam ocupados e não temos uma comunicação que alcançasse vocês.
Alyx: Vocês sabem onde foi parar a nave deles? Deve ter ficado conhecido.
Soldado 2: O jovem transparente só de cachecol, venha comigo, o museu Esperança de Cereja deve ter os restos do que tá falando.
Donald: Tem algum tipo de bar? Espera, só tem moedas físicas, não é?
Soldado 3: Bem, seja lá como vocês pagam imaterialmente, é compatível com um sistema de crédito? Os bancos agora têm um sistema de fidelidade e pagamento em fatura.
Howard: É... Eu não arriscaria.
Donald: É mesmo, já que como temos chips bancários de outro planeta, faria uma diferença excessiva na economia de vocês, eu não quero arriscar isso.
Soldado 1: Pois saiam de perto da gente, vão ver com os seus amigos de carne.
Howard: Carne? Vocês... vão literalmente doce? Em vez de algo, tipo, uma versão doce de carne e ossos?
Soldado 3: Saiam logo!
 Um dos soldados que têm corpo de marshmallow e armaduras similares a pirulitos brilhantes, com o que parecia ser um martelo de bengala doce e um porte físico maior que o dos outros, avança contra eles, não pra agredir, mas obviamente pra afastá-los e tirá-los dali, e Donald e Howard, sem muita opção, bebem água de uma fonte que tinha disponível, e Olivia, curiosa, ia pra perto deles, vendo que, além do mármore da fonte parecer, embora sendo nitidamente de pedra, ainda com cores rosadas e bem chamativas, parecendo doce, e quando Olivia foi ver, a água parecia extremamente normal e cristalina, e ela até bebia e se impressionava, o que era estranho ela se impressionar com algo tão simples quanto a água ser normal num planeta tão cheio de coisas doces.
Olivia: Caramba! É água mesmo!
Howard: Não não, é sêmen de unicórnio.
Olivia: AAAAAA! Espera, tem unicórnios nesse planeta?
Howard: Eu falei brincando.
Donald: Mas tem sim unicórnios, são os rinocerontes de milho das savanas centrais.
Olivia: ...
Howard: Agora foi real.
 Charles e Tankanar reconhecem uma tal Anne Quykk, uma donzela com corpo de morango um pouco mais zangada e marrenta que as outras moças mesmo da classe nobre, e que quando mais nova já foi campeã de alguns jogos recreativos de futebol (o que soava estranho, considerando que o futebol megnano só é permitido para garotos e homens, enquanto as mulheres jogam badminton e tênis nesses clubes) e também uma das companheiras da Inteligência Diplomática Megnana (IDM), que convidou ela para ver esses visitantes terrestres e conferir se eles estão em segurança ou ao menos se não são perigosos, e depois de uns drinks, Tankanar leva ela pra onde está a nave, e Charles leva os outros pra mesma área.
Anne: Interessante a cabine, pessoal, mas pois, por que teriam vindo de tão longe?
Alyx: Pra falar a verdade, senhora, já tive notícias desse desaparecimento na última semana e tive que resolver.
Miko: Uau, moça, você é bem bonita, e com essa roupa chique, talvez nós possamos nos entender.
Frigga: Com certeza~ Existem magias nesse planeta? Ouvi falar que povos mais atrasados recorrem ao poder da natureza pra moldarem a realidade?
Anne: Magia? Deixamos pra trás há muito tempo, mesmo que os milagres sejam comuns, nossos artefatos recorrem muito mais ao Milagre, veja.
 Anne apresenta pro grupo uma pedra azul da água em um amuleto pequeno de ouro, a Frigga e a Miko reconhecem por esse artefato combinar materiais pra conduzir energia sobrenatural pra controlar os elementos, o que pro povo megnano é diferente de alterar a realidade com a imaginação, o que chamamos de feitiços. Charles tem uma ideia, de que eles possam levar a Anne pra conhecer pelo menos a cidade da Terra da qual eles vieram, mesmo por algumas horas.

> espaço sideral.
 Não só no planeta Kang Ru, mas em outros, os Rins Voadores estavam atacando e muito fortes, o trio toioto usou muito daquelas magias que projetavam batatas do chão, com Lucy fazendo batatas que se explodiam em batatas fritas de palito que furavam aqueles seres, e Piano criar grandes ramas que amarram aqueles seres enquanto as nuvens se mexiam, deixando eles mais visíveis graças à luz da Lua e das estrelas onde eles estão que é de noite, enquanto Afonso e Maria usavam juntos, com a Maria criando várias barreiras de árvores que impediam os Rins Voadores de se movimentarem direito, enquanto Afonso se impulsionava com o Chi de Fogo ou saltava entre as árvores, pra com sua codante furar aquelas coisas, ou parti-las ao meio com golpes mais precisos.
 Mary Lin usava de seu poder do tempo pra atrapalhar aquelas criaturas em formato de órgão, ou se acelerar pra fugir, enquanto Isashima e T'nala, seja pela força pra acompanhar os soldados canguruanos e lutar ao lado deles mas usando as próprias mãos, no máximo lançando pedras que atordoavam aquelas coisas, ou por seu carisma, motivando e unindo o povo pra poderem defender seu planeta, assim como Joaquim lidera as tropas do oeste pra proteger o Pilar do Rei Falcão do Oeste, e uma das naves de Nestion, pilotada por Z'ria Z'lia (uma operária vinda de uma das milhares de naves-colmeia de insectoides de abelha da Via Láctea), acha na lua verde de Kang Ru um parasita que estivesse gerando os Rins Voadores.
 Logo em seguida, são enviados Oriher (um mago do planeta prateado e grande caçador vindo da tribo de Irishima, além de ter sido um líder na salvação do planeta Xirim de uma onda de vampiros-camarões fascistas, ele é característico por seu véu que cobre seu lindo rosto, mínimas peças de roupa vermelhas e uma espada de bronze forjada por bons artesãos de Sturin, uma das várias vilas do Norte Gelado, e um vaso verde de pérolas mágicas) e Sonya Cooper (uma espiã mamídea de cavalo, bem alta, forte e autruista, que depois de muito tempo operando no serviço secreto de Oleiolaio, por recomendações de Citiu-ûlo conheceu a equipe de Nestion, onde teria mais operações pra pôr suas habilidades em prática).
 Adentrando no corpo do parasita, que tinha cerca de 3 km de raio de seu corpo, eles descobrem que haviam diferentes vermes que Oriher se voluntaria pra ficar e enfrentar, enquanto Sonya, indo à frente mas usando de um dispositivo em seu femitraje para ficar invisível, poderia conferir o ponto fraco da criatura. Oriher cortava vários daqueles vermes, seja com golpes laterais, ou com um golpe de cima a baixo que partiu um verme maior ao meio, assim como Oriher sorteia uma pérola para lançar, e ele projeta então três pérolas de fogo que, ao explodirem nas paredes, destruíam a carne da criatura e a faziam tremer, assim como Sonya, perto de uma beira de uma grande descida, acaba caindo e, sacando de última hora, aciona paraquedas que a fazia planar, e vendo que havia um chão metálico por lá, ela envia um chamado para que, além de Oriher se adiantar, a nave de Z'ria também possa enviar uma assistência.
Sonya: Oriher, preciso que você venha aqui mais perto, e Z'ria Z'lia, faça mais alguma coisa, estamos em apuros, se possível, mande reforços!
Oriher: Z'ria, lembre-se, não poderá atirar nessa coisa, porque se isso for morto por fora nós podemos morrer pelo vácuo.
Z'ria: Entizido! Teremoz maiz alguém à dizposição logo logo em trêz, doiz, uuum!
 Jacó, Maurice e Thomas Stardust chegam também para o interior do verme, com Maurice emitindo uma grande Faísca de Muspelheim que abria um rompo no chão, queimando andares ao nível molecular e abrindo caminho para, no meio de um mar de um sangue prateado rico em silício, os quatro nadarem próximo de onde Sonya pousa, e lá haviam seres bípedes vestindo um tipo de traje branco estranho, e que, como reação, fogem da onde estavam, e Jacó e Thomas correm primeiro, com Maurice ainda querendo saber o que era aquilo.
Maurice: Eles... Eles são humanos?
Sonya: Como sabe?
Maurice: É difícil explicar, dona Cooper, mas com alguns sentidos místicos na realidade dá pra ver até a origem genética daqueles seres.
Oriher: CUIDADO!
 Oriher empurra os dois com um feitiço telecinético e lança uma pérola de gelo para esfriar e congelar o ácido até ele ficar duro e menos reativo, assim como lança uma Neribia para se teleportar pra perto deles, Sonya estava assustada e Maurice impressionado.
Sonya: Oriher, não! Espera, o que? Como?
Oriher: Com meu vaso mágico eu posso solidificar qualquer magia.
Maurice: Cara, eu poderia teleportar com vocês dois pra cá ou até mais longe.
Oriher: Mas não fez, pois não sabia da defesa ácida dessa criatura.
Maurice: Espera, você já enfrentou essa coisa antes?
Oriher: Pelo que eu saiba, boa parte do corpo desse ser é feito de trigo, assim como aqueles tritidei exteriopatium que invadem alguns planetas pra controlarem o destino de povos.
Sonya: Espera, acho que ouvi falar desses! Os deuses de grãos, acho que só Tinmariana resistiu tanto a essas coisas.
Maurice: E como será que tem humanos dominando is-?
 Thomas e Jacó são lançados pra longe, com Jacó caindo encima de Maurice e Thomas rolando todo torto até ficar perto de Sonya.
Maurice: Ah, claro, o clichê do protagonista discutindo com outro personagem, e algum personagem que tava brigando cair bem de longe, qual é o chefão de agora?

Continua>>>

07/02/25

Projeto Dream, episódio 375

> 28/05/2272; Tombstaff, Arizona; Universo 255-P
 Safíya e Lazúhti estiveram conferindo com mais detalhes o corpo e o comportamento do Clint Volt, que apesar dele quase morrer com uma gripe normal e a equipe das irmãs Spiráli precisou tirá-lo imediatamente da vila em que ele estava tendo condição mínima de vida e tentando se adaptar, e essas atividades estranhas chamam a atenção da família Sunshine, que tem operações quanto a elementos sobrenaturais, e então Maliana (esposa e CEO feminina, que está na viagem pois paralelamente o Jonathan Light está ocupado em uma gestão interna de sua empresa) e suas filhas Janett e Anisia Sunshine (duas mulheres jovens, embora não as mais novas da família, que estão participando de operações menores com secretária e diarista respectivamente), sendo elas integrantes da Sunshine Corporation e que, tendo um histórico com o sobrenatural e resgate de conteúdo antigo, aceitaram operar junto com a Fundação Nail.
 No meio do caminho, com o jato do grupo delas pousando na cidade à noite e os integrantes da equipe se organizando pra estadia, o grupo ouve falar de uma tal Kira escalando os prédios para ter uma visão panorâmica e vigiar os prédios pra achar os perigos, ainda seguindo em frente sem poder vê-la de perto, enquanto a própria Kira teve que impedir um humano de saltar do prédio vizinho ao que ela estava encima, saltando pra poder cair se segurando nele e o impedindo, enquanto o homem se debatia insistindo que precisava.
Kira: Moço, você não pode fazer um mal desses pra si mesmo, é algo que você não teria chance de se arrepender.
Homem desconhecido: E por que você quer impedir alguém de se matar? Você não era pra ser uma heroína que pudesse ajudar as pessoas? Por que agora tá me atrapalhando, não temos direito de morrer?
Kira: O que? Cara, não deixe isso te iludir, a vida é dolorosa, todos nós sofremos.
Homem desconhecido: E-espera, então por que você me impediria disso? Se vamos morrer de qualquer forma...
Kira: Moço... Você devia olhar ao seu redor.
 Kira mostra para aquele homem uma vista da cidade, até pede pra ele olhar pelo horizonte, incluindo os bairros menores, seja pela vista deles por estarem longe, ou economicamente mais simplórios e fisicamente mais baixos, e ela segue a sua explicação.
Kira: Só nessa cidade ainda tem gente que se importa com você, e mesmo quando você acha que tá sozinho, você não deveria abandonar a sua vida pra sempre, você pode buscar algo que possa te salvar.
Homem desconhecido: Espera, mas... o que me salvaria?
Kira: Um propósito, nós não nascemos prontos pra nada, mas podemos preparar um motivo pra continuarmos vivos, ou vários, e aproveitar a vida, e... Espera.
 Kira ouve barulhos estranhos ao seu redor, e se despede confiando que ele não ia se levar pelo desejo negativo, e descendo o prédio, ela percebe uma pequena quadrilha de ladrões que estiveram tentando assaltar o grupo de Maliana. Esferas luminosas extremamente quentes cegavam e queimavam alguns deles, projetados por Maliana como um tipo de medida extrema, enquanto Peter (o neandertal colega do grupo) enfrentava aqueles seres com as próprias mãos, mesmo levando facadas nos ombros e um tiro no peito, ainda assim quebrando os ossos de 5 dos assaltantes, incluindo o pescoço de um e o crânio do último que ele enfrentou, e Kira, com um bumerangue elétrico, paralisa um, e com o chicote, fere dois deles até cair, e conversando com elas, Kira garante que era suficiente pra impedir eles e dar tempo, enquanto o grupo se reúne numa limusine contratada pra levar eles à Fundação Nail, e então eles seguem a pesquisa.

> espaço sideral; Universo FFF5
 Dentro o espaço atualmente iluminado, com o mundo dividido entre civilizações que tiveram uma nova oportunidade e avançaram de forma estrondosa com o passar dos anos, ou se extinguiram após não se acostumarem com a queda da escuridão absoluta, Muramasa está junto de 890 monstros ao seu lado, a procurando resolver os mistérios da Terra e dos Cinco Deuses, e aliar novos povos para assim aumentar as esperanças dessa galáxia, as cinco relíquias pareciam estar espalhadas não só na Terra, mas fora dela.
  • Colar de Al'Ratar: Encontrado em ruínas no enorme Deserto do Saara, pendurado no pescoço de uma múmia soterrada, aquele colar parecia feito de um ouro mais puro que o ouro mais puro que o ser humano poderia minerar e preparar, com um pingente no formato de 8 ratos ligados a uma cauda que parece carregar um trigo, seu poder representava os presentes e as pragas do deus rato da colheita, da fortuna e da destruição.
  • Martelo de Hipotep, Martek: Uma versão do martelo da nossa Marcia, despedaçado e espalhado entre os vulcões do Havaí, antes inativos, agora em erupções tão fortes que era necessário chamar o Pyrman e a Julistaunia pra entrarem naqueles vulcões, e de peça em peça, puderam restaurar, mas aparentava estar mais forte que a versão do martelo de outras realidades, tendo um tom puramente vermelho e um poder elevado sobre o sol, diferente do martelo dourado do deus da guerra Hipotep, e que era lembrado por Amon como "um dos inimigos mais teimosos e irritantes" de seu reinado antigo.
  • Sangue Escarlate de Krokodur: Com o frasco escondido na Lua, aquele frasco uma vez era de Krokodur, um vale de planaltos perdido na África, e depois do fim daquele reino para os malebenhos naquela Terra, Muramasa guardou numa dimensão escondida no lado escuro da Lua, para que o sangue ardente de Krokotalá, que deixasse o usuário com 5 oportunidades de escapar de Wolfrun, não fosse roubado por aqueles seres e tornasse aqueles seres em algo físico, sólido e imortal, imune até mesmo à luz dos sóis. No universo original, Muramasa destruiu aquele frasco, e espalhou o sangue contido pelos mares para que nem os monstros e nem humanos malignos reclamassem aquele artefato.
  • Livro da Sabedoria de Wolfrun: Feito do couro de Wolfrun após a sua morte ao enfrentar um forte avatar Deva de Amon, aquele livro tinha apenas 12 folhas, com runas e desenhos que se traduziam em informações íntimas ao mistério do universo, desde as fórmulas mais necessárias para a sustentação humana, leis da física visíveis no Conjunto Final, até a Canção dos Céus, interpretado pelos alquimistas como a Língua Verde, o idioma dos céus que trazia conhecimento capaz de mudar a realidade e a ordem. As páginas estiveram espalhadas entre os 7 planetas (não incluindo a Terra), a Lua, Deimos, Fobos e Plutão, e foi chato de procurar papel por papel, além da capa do livro, que podia conter o poder daqueles papéis juntos, e aproveitar o máximo de seu poder, escondido na lua Ganimedes, de Júpiter.
  • Máscara de Rainha: Uma máscara similar à máscara das Luna, com o visual de uma máscara de carnaval feita completamente de ouro, com adornos que remetem ao formato de uma floresta com três pássaros voando, talvez representando as Três Graças ou as Hespérides, e estava protegido na Contra-Terra, que aparenta ter muito menos vida pela Terra desse universo ter sido mais pobre em biologia e cultura, não fortalecendo o reino o suficiente, e quando Claire achou essa máscara e a vestiu, ela aparenta ter adormecido, e assumido uma personalidade diferente, inclusive falando com os monstros, algo que ela nunca fez antes.

> Universo 210-P
 Tifanny e Naej estão na galáxia de Andrômeda, especificamente em um planeta território dos Glozorp, com prédios grandes e bem concretados, firmes, retangulares, porém, muito iguais, cinzentos, de vidros transparentes que brilhavam em um vermelho de arder os olhos, e os ventos eram fracos, deixando tudo mais quente e dolorido, mesmo que as salas dentro dos prédios sejam coloridas e mais adoráveis de se ver, ainda monocromáticas, muitas tinham uma paleta cinzenta com poucos tons de azul, e outros mais ousados tinham paredes verdes ou laranja com faixas brancas abaixo ou nos meios, e chãos de madeiras amarelas gelatinosas, era muito desconfortável.
Lizzy: Pensava que aqui fosse mais fácil de lidar por ser um povo pacífico e avançado, mas isso aqui... parece feio pra um povo de outro mundo.
Yuuka: Acho que entendi por que vocês estranhavam lugares alienígenas muito parecidos com os terrestres em desenhos ruins, lembra muito aqui.
 Dois dos colegas de Tifanny e Naej, que embora eles conheçam em Stereo em outras versões no multiverso, esses resolveram acompanhar os dois para saber com o que eles trabalhavam em tais viagens interestelares de apoio da O&S, estavam a caçadora e exploradora proxima-centauriana, Lizzy Seeds, que usa pouca roupa pois tem pelo o suficiente pra cobrir seu corpo, mas apela muito pra roupas pretas em contraste a seu cabelo laranja e a sua maquiagem de sua tribo, e o Yuuka, um Elcsum de cidadania duoestereana (isso é, especificamente do planeta Stereo 2, conhecendo eles bem mais cedo que sua versão 255-P por eles viajarem mais pelo universo), conseguindo usar seu cartão e o dinheiro em fixitau naquele planeta, conseguia um sorvete pra si, enquanto Dr. Shiro tinham uma negociação pra instalarem uma franquia de uma grande empresa de lanches e lanchonetes em Marte e Stereo, a Otasha estava com a equipe para renovar e valorizar um dos prédios, que eram tão iguais em altura, aparência interna e externa e algumas das funções, que os Glozorps usavam um sistema de radiofrequência para identificarem os prédios individualmente por seus códigos chamados Alizali (que são diferentes desenhos à base de uma tinta sensível a infravermelho que reage bem aos sinais).
 Jane está em Stereo, cuidando do 8Mike junto com Lilly Cocoa e Porfica Toumour, que nesse universo ainda a namora e a convida pra duelos diretos de luta corporal (em que Jane sempre perdia por ser muito fraca em comparação à Porfica) e visitas à casa dela e de sua família, em que elas podiam jogar jogos virtuais juntas tranquilamente, e os bolos de orelha-de-Rubra (um tipo de fruta plana presente em alguns planetas como o Stereo, caracterizada pelo padrão verde com detalhes azuis quando imadura, e laranja com detalhes vermelhos ou rosados quando madura o suficiente, e um gosto similar a mangas e mamões) que a Lilly fazia eram deliciosos.

> Universo 255-P
 O grupo de Nestion e sua companhia havia retornado à Via Láctea, e eles pousaram no planeta Kang Ru, na chamada Cauda Gama, um setor da Via Láctea com muitos planetas dominados por monstros de diferentes tipos e surgidos de diferentes deuses, no caso do planeta Kang Ru havendo seres similares a cangurus humanoides, extremamente guerreiros e usuários avançados do Chi, mas uma força maligna começou a ganhar poder enquanto os heróis tentaram descansar depois de aposentados, e entre os chamados Pilares do Rei Falcão, o pilar cardeal do Oeste caiu, partido pela invasão dos Rins Voadores (um grupo de monstros similares a rins gigantes de cor marrom-avermelhada com tentáculos similares a veias, ordenados por Tara'gar, um dos deuses exilados, a atacar aqueles seres), e Momoko Muon, Lucas Sunny e Marcos Thermus conseguem cruzar os pontos cardeais para encontrar alguns dos tais heróis.
 Maria de Carvalho, elegante, grande ajudante dos inocentes, usa o Chi da Madeira e a sua estabilidade física para uma arte marcial fluida, mas firme e defensiva, após conhecer aqueles três, ela recebe eles esperançosamente e aparenta reconhecer a aparência e fisionomia deles, com o grupo talvez entendendo que outros humanos passaram por lá, e ela descobre a aliança deles ao saber que eles foram discípulos de Muramasa, que embora ela saiba que seja de um lado contra os Rins Voadores, tem mau pressentimento ao lembrar que ele participou de umas guerras imemoriais na galáxia.
 Joaquim de Argila, mais alto e um dos mais resistentes, grande protetor e visto várias vezes lutando ao lado de grandes golens de Chi, apaixonado por Maria, mas proibido de concluir esse amor por uma regra entre os guardiões dos elementos, ele se recusou a participar dessa guerra até que provassem a sua força, em que teve um combate intenso entre Lucas e Joaquim que causou uma enorme explosão nuclear no deserto que escolheram fazer o duelo, chamando atenção dos Rins Voadores.
 Afonso de Carvão e Jacó de Ferro, canguruanos rivais, com o Afonso especializado no esgrima de sua codante (como é chamado esse tipo de sabre, e que vemos que Joaquim também usa, uma espada feita de um metal dourado chamado fécoro, altamente resistente, brilhante e duradouro, com a lâmina de safiras dragão) e o uso maior do Chi do Fogo, seu elemento, enquanto Jacó, mais forte, de músculos mais densos por sua fisiologia mutante rara e um reforço metálico de seu traje, confiava mais no combate físico e na iniciativa, e que Momoko primeiro tenta separar a luta deles, mas ao saber da motivação do duelo deles, que era de uma aposta não resolvida entre eles de qual deles era o mais forte abaixo somente de uma tal "Natália de Peixes", a Momoko convence os dois a "deixarem essas diferenças" pra voltarem a lutar por seu povo como eram em seus dias de glória, como a linha de frente da equipe, contra a ameaça nova.
 Outros membros, como Thomas Stardust, Lucy, Piano e Maurice, estão enfrentando os Rins Voadores ao lado de canguruanos comuns que, por mais que tivessem proficiência sobre o Chi e elementos, não eram poderosos o suficiente. Paralelamente, entre a parte da equipe do Nestion, está a Mary Lin (uma crônopa bem reconhecida como uma prodígio em Kairosei e que se anexou à equipe após o seu doutorado médico e por ser uma ótima cuidadora do grupo) que esteve junta com as irmãs Isashima e T'nala, que apesar da T'nala ser maior e mais forte e a Isashima ser menor e mais magra, ambas igualmente estavam interessadas em alguns costumes, pelo menos próximos do pilar cardeal do Sul, como os bares que tinham carnes de ótima qualidade, assadas a uma medida certa e com temperos únicos, bebidas negras cafeinadas como as calajaras (calajara sendo uma das bebidas mais comuns, similar a um café comum, porém com menos bolhas, ainda mais escuro por padrão e servido junto com algum petisco de peixes fritos), uma alta formalidade, inclusive as canguruanas estavam tanto constrangidas por terem que distanciar alguns maridos ou irmãos de perto das duas, ou nervosas por não terem visto mulheres vestirem tão pouco antes em pleno local público, mas de qualquer forma, durante um mero jogo similar a Futebol que eles jogaram com as moças (as três + algumas outras integrantes que também estiveram nesse subgrupo), elas conseguem uma dica de onde e como encontrar Natália.
 Paralelamente, o grupo do Charles esteve viajando para alguns planetas, entre eles passando por um planeta chamado Amaihoshi-C no catálogo vialacteano, nomeado localmente como planeta Megno, em que eles iriam visitar pelo menos um dos reinos daquele planeta, habitados por seres similares a doces ambulantes, a raça sapiens parecendo humana tirando suas cores vibrantes, cheiro naturalmente doce e uma cauda que parecia de dinossauro, liderados pela família real também chamada Megno.
Miko: Olha, gente, a terra desse planeta é laranja e a grama é amarela!
Olivia: Ei, espera, a família que lidera esse planeta tem o mesmo nome que esse planeta? É... Por que o planeta Terra nunca teve algum nome como Mountbatten, Orleans, Castilla, Washington...
Jarl: O povo doce de Megno já é conhecido como um dos mais pacíficos e também houve um acordo nesse planeta por essa família ter sido espalhada no mundo todo.
Tankanar: Se tivesse nomes assim na Terra daria guerras sérias, e também porque o planeta Terra é conhecido por esse nome com base em deuses e deusas da Terra que representavam esse elemento assim como o conceito de mundo.
Olivia: Isso parece bem estranho, mas por que "terra" se a Terra é coberta, tipo, uns 70% de água?
Tankanar: Não tem água no núcleo da Terra, tem água demais só na crosta.
Olivia: E as águas subterrâneas, espertin-
Miko: Oh, menina, já deu! E ele disse 'crosta', isso n é só a superfície encima do chão!
Frigga: ... A gente pode comer essa terra?
Charles: Eu já comi terra megnana, e é horrível, tem gosto de marmelada estragada. Ei, peraí!
 Frigga, Miko e Olivia já tinham pegado um punhado de terra da região em que tavam: Frigga pega um punhado mais arenoso e seco, com um besouro de bala de laranja no meio, e mastigada, a Miko pegou um punhado mais mole e com grama, e também pegava pra mastigar, embora com mais cuidado, ela cuspiu fora de primeira, enquanto Frigga fingia ter gostado pra não admitir que não ouviu o Charles direito, enquanto Olivia só pegou um pouquinho de terra um pouco mole e mais vermelha, e lambe, gorfando e vomitando na hora. Tankanar ria daquilo, enquanto Charles e Jarl foram levantar as duas e acalmar elas, além das três voltarem pra nave pra escovarem os dentes.
[Admito que eu ia continuar mais essa parte, mas terei que adiar pro episódio que vem pois preciso concluir o arco das Sunshine e Spiráli]

> Tombstaff, Arizona.
 Clint Volt estava com a consciência um pouco afetada depois de uma cirurgia que as irmãs Spiráli fizeram pra adicionarem um tipo de motor vital VT-B (um tipo de aparelho protético possível pra colocar ligando o coração, pulmões e rins, melhorando funções vitais), e enquanto isso a Janett e a Anisia estiveram conferindo, a partir de um estudo celular completo, mais completo pelo equipamentos que a Sunshine Corporation têm dispositivos pra isso, a origem do Clint, e descobrem que ele na verdade veio de 200 anos atrás, e que precisarão de um meio de resolver aquilo, pois não tinha como deixar ele ali por muito tempo.
Operário da Nail: Isso é estranho, por que alguém do passado teria passado no mundo atual tão do nada?
Pesquisador da Sunshine: Uma anomalia temporal, é raro mas acontecem algumas vezes no universo, só precisamos saber a origem e eliminá-la.
Operário da Nail: Você fala como se fosse fácil.
Pesquisador da Sunshine: Mas não é, só parece quando escrito ou falado, viagem no tempo é cara e precisa de muita fiscalização.
Operário da Nail: Uma máquina do tempo?
Janett: Pra uma situação como essa é possível, mas ele é muito... estranho.
Clint: Como tem tantas mulheres trabalhando numa caverna? Isso era pra ser arejado ou alguma merda assim? Você aí, qual é o seu nome?
Anisia: Eu? É... Anisia, por que?
Clint: Me diz, Anisia, por que tem tantas mulheres trabalhando num só lugar? Onde eu vivia... Mulheres geralmente serviam na casa, ou dançavam em bares, e não faço a menor ideia do que vocês tão fazendo, mas-- AAAA
 As pulseiras que o Clint tinha nos pulsos o davam um choque forte, com dor suficiente pra assustá-lo também, e ele ficava irritado.
Clint: Caralho, eu nem tava falando o que vocês não deixam!
Safíya: Acionou sozinho e sem meu controle, deve teR acionado com base no que você tava falando antes.
Clint: Ah, mas que droga.
Anisia: E bem, já que obviamente vamos ter que te retornar pro seu tempo de origem, você acha que quer fazer mais alguma coisa aqui?
Clint: O que eu poderia fazer, sua macac-
 Clint recebe outro choque e cai no chão.
Safíya: Porra, aí a culpa é sua mehmo.
 Os operários da Fundação Nail tiram Clint de perto deles, o adormecem com um soro que possa o repousar e acalmar, e tentam mais uma vez o colocar em alguma casa aleatória, pra que ele possa acordar no dia seguinte, enquanto isso, a Janett e a Anisia sentiam sono, e por conselho da própria Maliana e uma guia e proteção do Peter, elas vão pra um carro menor pra que possam ir ao hotel hospedado primeiro.
Lazúhti: É... Curioso você teR um homem das caveRnas como guarda-costas, ele é uma anomalia também?
Maliana: Não, na verdade a minha empresa achou ele até que inteiro, bastaram restaurar a carne e os sinais vitais, e ele aprendeu muita coisa até que rápido.
Lazúhti: ... Fascinante.

Continua>>>

05/02/25

Projeto Dream, episódio 374

> 28/05/2272; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
Barbara: Você anda muito ocupada, querida, mas tanto lugar pra ficarmos por um tempo, por que essa cidade? Achei que seria a Las Vegas dos casinos.
L. Pleine: Na verdade a gente vai curtir depois o que é melhor e mais inteligente que jogos de azar.
Charles: Obrigado por nos tirar de lá de imediato.
Jungher: Não se preocupa, depois do Filemon recuperar aquela soldada ruiva, eu ouvi os reforços que até se espalharam pela galáxia.
L. Pleine: Ah, aqueles caras bonitos como o Thomas e o Marcos e Lucas eram de um esquadrão espacial? Mas eles parecem bem humanos.
Jungher: Ainda são humanos, criados pelo Muramasa e treinados pra operar no espaço.
Barbara: Eu sabia que tinha interesse numa moça desde quando tava no armário, mas não sabia que ainda teria uma tendência hétero até hoje.
L. Pleine: Você não sabe o meu passado, Barbie? Eu já participei de umas festas de Kessho Usagi durante o fim da minha transição, enquanto a minha mãe procurava um namorado.
Barbara: É... Eu diria que uns ex seus devem ganhar bem, né?
L. Pleine: Não diria que eram exes, já que não era um namoro, mas poxa, é só fase.
Barbara: Seu Juca...
Jungher: Jungher.
Barbara: Você mesmo, você vem de onde?
Jungher: No catálogo planetário terrestre vocês chamam de Planeta Orion-6, só venho aqui tão rápido pelo meu poder dos espelhos.
Barbara: M-mas isso é o que? Uma máquina? Um poder da sua raça?
Jungher: Não, é realmente magia, mas entendo, há um aparelho que torna os espelhos em entradas dimensionais, o Muramasa deve ter muito disso.
Charles: Segunda temporada, primeiro episódio, numerado episódio 21.
 Charles saiu de perto das duas e do Jungher pra trazer perto a Alex, Olivia, Miko e Frigga, porque elas estavam interessadas num lugar que ouviram falar pelo Charles e que parecia interessante (a Olivia queria inspiração pra uns livros próprios, a Frigga quer acompanhar o Charles, a Miko tá planejando uma ficção científica espacial mas achava que uma viagem podia ajudar ela com as inspirações, e a Alex quer saber da Elen em Hunkal), e a Luna Pleine e Barbara, mesmo só querendo ir pra tal viagem espacial por quererem um lugar diferente pra distrair do que tá acontecendo, agora estavam interessadas em acompanhar as Larapink.

> espaço sideral.
 Algumas naves passaram pelo espaço entre as estrelas, as Larapink estavam mais surpresas por tamanhas viagens, não sabendo o que teria à frente ou sobre o potencial daqueles veículos, além de ser uma das primeiras experiências delas em viajar com Portões de Partida, e chegando ao planeta Hunkal, eles tiveram que passar pouco tempo, principalmente pelo Charles, que estava acertando as contas e tendo uma manutenção preventiva para seu carro, que está bem inteiro e com o seguro em dia, porém, Alex tinha uma ideia com o Charles.
Alex: Oi, Charles, eu disse que era pra eu vir aqui por uma colega, você sabe onde fica uma tal Elen Magni?
Charles: Sim sim, os Ouron são uma família rival dos Magni-Arohama mas eu posso resolver.
Alex: Eles também mexem com carros e motos dessa qualidade?
Mecânico hunkaliano: Eles fazem modelos de qualidade, hominídea de rubi que não sei o nome, e aliás, Charles, o que aconteceu com John Parker? Faz anos que não vejo ele.
Charles: Perdemos ele, não quero falar o contexto, mas tem como ressuscitar ele.
Alex: Ah, e C-Charles, você tem tipo um rádio ou algum meio de sinal, pra caso eu ficar aqui com a Elen e assim poder te chamar de alguma forma?
Charles: Eu não trouxe nada, mas posso montar um farol espacial pra você chamar a gente, vai demorar tanto?
Alex: Ah, é que não quero que me esqueça de jeito nenhum.
L. Pleine: Pensei que pudesse chamar por telepatia.
Alex: Hã? Na verdade é que eu não quero invadir a mente dele... É um respeito meu.
Dragondorf: Também seria estranho fazer uma call na cabeça do cara e a primeira coisa que você vê é uma mulher pássaro tomando ban-
Alyx: Cala a boca, Dorf! Quem fala uma coisa dessas?
Barbara: O céu daqui parece bem mais amarelo que eu esperava, mas as cidades aqui têm cara de antigas ou milenares, moço, quanto tempo fizeram essas torres?
Mecânico hunkaliano: Nossa, não lembro direito porque era péssimo nas aulas de história, mas essa cidade tem uns 519 anos de idade, e aquele castelo naquela montanha mais alta é uma obra recente dos Cuprubim, terminaram ontem.
L. Pleine e Barbara: *gasp* Impressionante!
Alex: Ei, Luna... Barbara... Gostariam de ficar um tempo comigo e conhecendo uma amiga minha daqui.
L. Pleine: Com toda certeza.
Barbara: É, mal começou a viagem e já é meu planeta favorito, haha.
Charles: Só preciso fazer uma coisa.
 Depois de montar um pequeno farol espacial combinando uma caixa de rádio hocertiano velho com peças de cobre hunkaliano puro e um emissor de frequência de raios Híper para que o raio, ainda na frequência certa ligada a um receptor, possa cruzar o espaço sideral, além de um polimento na parte velha reutilizada e um fechamento, parecendo um pequeno rádio retangular de latão por fora com talhas e gravuras do formato que pareça uma floresta com pássaros esculpida no tal farol, o grupo viaja pra outros planetas, porém, Dragondorf vai para o planeta Hocerti para uma comunicação diplomática pessoal, além de conhecer de perto a família Nozawa e trazer uns presentes de Sean e Akari pros integrantes, e o grupo passa um tempo em uma das sete luas de Bruquix por causa de uma feira cheia de produtos muito bons. No meio daqueles materiais, incluíam:
  • 1: Pelúcias de objetos relacionados ao espaço, como planetas, luas, estrelas estilizadas e até espaçonaves, como foguetes.
  • 2: Toucas para pets, de diferentes tipos de criaturas, os mais comuns e mais vendidos são os exemplares de peixes (ilustrada por esse Laurinho usando).
  • 3: Ímãs de geladeira, que a Miko e Olivia compravam achando que fossem decorações ordinárias, mas o próprio vendedores (um homem-polvo banvrano) apresentou que aqueles materiais brilham quando se colam em móveis.
  • 4: Velas perfumadas de flores de diferentes planetas que podem se fechar quando a vela apaga.
  • 5: Um tipo de caixa de música dourada com um modelo de passarinho, simulando que ele tá assobiando a musiquinha. A Frigga compra, lembrando de um similar desses da família dela e ficando surpresa com algo coberto de ouro sendo tão barato.
  • 6: Um pinheiro decorativo e desmontável, as peças que são como as folhas do tal pinheiro podem servir como suporte, inclusive podendo boiar ou flutuar.
  • 7: Barris em formato e textura de troncos, o que soava estranho, mas eram práticos por estocarem bem, completarem com decorações de temática natural e até engraçados pra alguns compradores.
  • 8: Um tipo de pintura com as partes amarelas e laranja tendo folha de ouro, o que surpreendeu não só a Frigga por aquilo ter ouro na composição, mas a Olivia por aquilo ser uma mera decoração.
  • 9: Um suporte para colocar na parede, em formato de um vaso com um cacstal (algo como um cacto de cristal azul-marinho que é popular na constelação de Órion) que revela uma florzinha ao colocar algo (como um chaveiro com chaves ou uma garrafa térmica) em seu gabite.
  • 10: Geodos que escondiam anéis de casamento, a vendedora admite que no planeta que ela mora cristais são extremamente comuns e até mesmo uma comida fácil pra eles, o que chocava principalmente a Miko, e que esses geodos eram, como a vendedora disse e a Olivia completou, algo como um grande ovo comestível pra eles, mas que pra seres de carbono podia ser um enfeite válido e durável. Olivia tinha uma ideia com as três de cada uma comprar um, e oferecer para suas futuras esposas.
  • 11: Um brinquedo em formato de pet similar a um gato, laurinho ou qualquer pet quadrúpede, que é elástico e pode se mexer repetidamente ao balançar, nada especial.
  • 12: Lâmpadas de diferentes cores com, dentro delas, o led em formato de flores, o Charles e o Alyx compram para ajudar na decoração de algumas salas das naves e também para futuramente decorarem suas casas. No meio do caminho, Charles compra um Bunsaiwo azul que emitia luz negra, e ele iria levar isso pra Krippa pra saber com a Xiza como funciona.
  • 13: Um suporte sólido, plano e de plástico, em formato e textura de materiais redondos, como uma tira de tronco, uma pizza, torta, uma mini galáxia ou o que parecia ser um solzinho (sendo esse o mais caro e que podia flutuar), e que dá pra tirar a borda e segurar como se fosse uma alça, podendo segurar qualquer coisa.
  • 14: Uma decoração de madeira em formato de um Crocaru (um tipo de criatura comum no planeta Mixtalario, no Setor Katrium), com um pequeno bastão que pode tocar sons ao roçar na decoração.
  • 15: Um tipo de petiscos doces e açucarados, bem duros, grossos com superfície aerada e rugosa, coloridos pelos sabores e frutas usadas.
 Charles comprou alguns daqueles petiscos doces, chamados Cocadas de Talli, junto com um copo de um suco avermelhado bem doce, Frigga ficava assustada com aquilo.
Frigga: Charles! Como você come e bebe coisas assim tão tranquilamente!? Pode ter um veneno que nem tenha na tabela periódica!
Charles: Do que você tá falando, Frigga? São só doces e um suco de frutas espaciais.
 Frigga se sentia envergonhada na hora, enquanto Miko ria daquilo, mas quando elas foram ver, tinha o que parecia um brechó espacial, vendendo equipamentos velhos, embora inteiros (aparelhos como Ensinadores ainda tendo seus professores holográficos podendo ser ativados e traduzidos, tradutores universais antigos que, sendo tecnologia ultrapassada, é vendida a um preço mínimo, e leitores vitais que ainda podem reconhecer febre, parasitas e outras doenças e sintomas na pessoa que possa ser lida no aparelho, ou brinquedos antigos do Capitão Meteoro - um herói estereano que ganhou poderes por um experimento com meteoros de outra dimensão, tem também uma variação pirata Viensteiniana chamada Capitão Cometa Negro, um mockbuster que faliu um estúdio do planeta Wienstein do Setor C, mas é popular em brinquedos não licenciados - e do Aikamo, outro herói popular com poderes e armas de aranhas alienígenas), mas o que Miko parou pra conferir com mais atenção eram alguns artesanatos de madeira de uma loja mixtalariana que tinham formatos como um carrinho de brinquedo, um soldadinho (que tinha de diferentes tamanhos, seja por faixa etária, por alguns terem customizações que exigiram um maior tamanho do boneco, ou para imaginarem que sejam diferentes tipos de humanoides), cinzeiros (em Mixtalario o fumo ainda existe e é legalizado, embora os cigarros ainda sejam usados por motivos ritualísticos, e esses cinzeiros podem ser úteis pra queimar incenso), almofariz com pilão (para moer temperos artesanalmente, alguns seres de povos mais avançados na tecnologia duvidavam da necessidade daqueles materiais mas a compra desse item é comum devido à praticidade e pela mistura mais eficiente), peixes voadores espaciais (conhecidos resumidamente como etereixes em lugares como Stereo, Setor C e Setor V) de diferentes padrões, formas e tamanhos empalhados, sorveterias do planeta Icytal (que têm sorvetes feitos de uma neve branca que é colorida por xaropes de frutas ou doces populares, e completada com um tipo de diamante comestível, apoiados num copo de um tipo de coco icytaleiro), e uma cabine fotográfica em que Charles convida Miko, Olivia e Frigga pra tirarem fotos.
[Curiosidade: Aikamo é um personagem que fiz pras metalinguagens de Projeto Dream com base em Homem-Aranha e Kamen Rider, além da teia ser baseada no Aranha das HQ's de Pulp Fiction, e no desenho especial dele tem brinquedos dele, como um helicóptero, uma câmera que faz barulho e um chaveiro, junto de uma caixa de um boneco simplório dele, baseados em brinquedos antigos do Homem-Aranha que eu já tive; Descobri que o meu pai tá usando um dos meus chaveiros raros do Homem-Aranha do Maguire na chave do Corolla dele, até agora me sinto sem reação quanto a isso - Na foto eu errei o nome, desculpa, é que eu confundi as letras "Aka" - 赤, a ver com vermelho - com "Ou" - 王, rei em japonês]
 Uma foto tinha as três fazendo um sinal de V com as mãos (falando nisso, eu me pergunto como que gangues no Brasil se espalharam e apropriaram de símbolos ao ponto desse sinal virar motivo de morte na Bahia) e sorrindo, a foto era holográfica e parecia se mexer como um gif bumerangue quando mexe a foto, o Charles só sorrindo, outra tinha a Olivia abraçando a Miko e a Frigga abraçando o Charles, a foto era fotonegativa, a terceira tem Charles machucado pelo abraço da Frigga e as três menos expressivas (a Frigga se sentia constrangida seja pela situação do Charles ou por sentir que aquilo tava demorando muito, a Miko estava começando a ficar brava e a Olivia tava olhando ao redor meio desconcentrada), a foto estava num filtro estranho que tirava as cores quentes (trocando por tons de verde ou cinza, ficando um pouco estranho), e a quarta tinha elas se assustando e o Charles meramente surpreso com o que parecia ser um golem de ouro pessachano de pelúcia caindo entre eles, e aquela foto estava normal.
Miko: Caralho, eu quero!
Olivia: Ele vai me atacar, fica com ele!
Frigga: Charles, isso era pra acontecer?~
Charles: Sim, mas a pelúcia varia, é um brinde com as fotos.
Frigga: Ah, que fofura~~
 Depois disso, eles saem e a Miko fica com a pelúcia, que o grupo guarda junto com outras coisas que já estavam comprando, e Frigga estranha alguns materiais de uma loja de brinquedos que eles estão agora. Frigga ficava admirada com alguns materiais como o que parecia uma daquelas plataformas com a borda que pode ser modelada em alça, agora dando suporte a uma lâmpada amarela, esférica e que estava girando, flutuando sobre a plataforma.
Frigga: Olha, Charles~ uma lâmpada solar~ tipo, como será que contiveram tamanha energia gravitacional e atômica pra tornar numa lâmpada comercializáv-
Charles: É só uma lâmpada fluorescente magnética, Frigga, que coloca na plataforma e o campo magnético do prato liga ao da lâmpada e reage numa corrente elétrica estável.
Frigga: Ah... Espera, e essa ampulheta?~ E por que ela tá custando cem 'F' alguma coisa?~
Charles: Uma ampulheta cronojogadora? Acho que vi em um RPG e isso tá custando- CEM FIXITAUS!? Bem, é uma ampulheta que faz looping temporal pra jogos, né? Entendo.
 Frigga olhava com atenção, ela parecia ser feita de uma madeira negra com detalhes brancos, e a parte de vidro tinha uma areia azul que por algum motivo não tava descendo mesmo com ela virando o material de ponta-cabeça.
Frigga: Mas o que é isso?~ Não tá se mexendo~ Tem uma tela quântica que trava no tempo quando tô olhando pra ela?
Charles: Não, a caixa tem um dispositivo gravitacional pra areia ficar sempre pra baixo no lado certo.
 Alyx e Miko estiveram conversando um pouco na nave enquanto isso, com o Alyx contando à Miko o que era aquele golem de ouro e sobre o planeta Pessach, que além de ter sapiens em forma de humanos com orelhas de coelho, tem uma cultura rica por trás das máquinas mecânicas, com os golens de ouro sendo grandes guardiões de grandes palácios, a Miko tava usando seu celular, parecendo que não tava ligando pro assunto mas ela tava na verdade anotando umas ideias antes de pôr em prática quando desenhar e escrever. Olivia, por outro lado, se perdeu enquanto meramente procurava lugares para tirar fotos, seja das tendas e lojinhas de iluminações amarelas (seja por serem de lâmpadas bem baratas ou por essa cor representar comércio e alegria), com as lojas mais simples e pobres tendo uma mobília de plástico branco duvidoso e seres de aparências mais como humanos terrestres e alguns mamídeos, e as lojas mais bem-feitas ou reformadas tinham móveis de madeira e pedra mais resistentes e bonitos, decorações únicas como os tapetes estereanos de grandes padrões fractais abstratos, coloridos e chamativos, ou estruturas extremamente locais, como uma loja fairiana com árvores tinmarianas que se ligam a dispositivos, dando bio-energia sustentável, e decorações de porcelana com detalhes em forma de fogo ou tecidos vermelhos, amarelos e brancos fairianos, como as roupas, ou uma loja uateriana rival e logo à frente, com as paredes parecendo aquários com diferentes peixes alienígenas de diferentes planetas, estátuas evonotianas que pareciam humanoides celestiais com asas finas e pequenas e longos vestidos, e os vasos tendo formatos completos de animais aquáticos nativos fiterianos, além de tecidos, incluindo dessa vez tapetes, feitos de escamas de grandes feras aquáticas de territórios fluviais e marinhos, Olivia, impressionada com aquilo, comprada vários vestidos fairianos, um tapete uateriano e vasos em formato de gansos e peixes uaterianos. Voltando ao caso de Frigga, ela estava curiosa por um carrinho de brinquedo que uma criança Pimpu estava brincando, que era controlado por um anel.
Frigga: Como aquele anel funciona?~ Ele para quando a gente olha e se mexe quando a gente pisca ou algo assim?~
Charles: Não é o SCP-173, o anel branco se liga aos nervos do dedo e os sinais cerebrais são convertidos em comandos pra direcionar o carrinho, achei que esse era mais óbvio.
Frigga: O-Óbvio?~ Tem um anel controlando um carrinho como história de fantasia e pra você é uma coisa... óbvia?~ Charles, você me impressiona demais~
Charles: Não sei se isso é um elogio ou um eufemismo.
 De qualquer forma, no processo Olivia encontra os dois e ela relata ter visto seres verdes "como daqueles desenhos velhos e bobos", chamados Glozorp, vindos de Andrômeda e que podem ser vistos praticando turismo ou viagens de negócios em qualquer planeta em galáxias aliadas, sendo um dos poucos povos andromedanos que nunca quebraram acordo com a Agência Galáctica dos Humanos, até que a Frigga fala sobre um pôster que tava numa língua estranha.
Frigga: Mas e aí~ aquele pôster cheio de letras que parecem aquele Pokémon letra lá, são desses Glip Glop ou alguma coisa?~
Charles: Glip Glop? Não sou fechado com esse tipo de bicho.
Frigga: *gasp* Não precisa falar desse jeito!
Charles: Preciso, Glip Glop são uma facção de traficantes de drogas Glozorp e aliados de uma forte máfia espacial que antes era liderada por um cara chamado Ragnar, mas não sei se a máfia tá inteira porque o cara virou poeira cósmica.
Frigga: Ah, e... tem Glozorp macho, Glozorp fêmea e Glozorp mais alguma coisa?
Olivia: Tem os três, as travestis são chamadas Zulop, apesar que parece que vem duma gíria pra pizzas de muçarela apimentadas, não sei porquê.
Charles: Desse pôster aqui, cara, que BOM que você me lembrou, Frigga, é o aniversário de 200 anos de Triângulos do Deserto, um projeto de ficção científica que tiveram com o History Channel, que sem querer popularizou o rumor que ET's faziam as pirâmides dos faraós.
Frigga e Olivia: KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Charles: Mas bem, acho que vou levar só esse isqueiro.
 Charles mostra um isqueiro estereano especial de Natal que, por nenhum desses ter sido recolhido, só parado a produção, ainda tava em circulação, com a caixinha vermelha com detalhes amarelos metálicos e com um foguinho simples, embora verde por algum motivo.
Frigga: Oh, um isqueiro alienígena?~ Ele emite prótons, nêutrons e négatons?
Charles: Pelo amor da sua Deusa, Frigga, são só isqueiros!... E bem, quero isso, chefe.
Vendedor anfídio: 3 fixitaus e... Quem é essa aí? É a sua irmã?
 Frigga se sentia ultrajada por aquele comentário, e pensava em alguma forma de apaziguar a situação, e tenta responder pelo Charles.
Frigga: Eu sou a namorad-~
Charles: Ela é minha afiliada, assessora, diarista, secretária, guarda-costas, combatente pessoal e segurança do meu esquadrão.
Vendedor anfídio: Show... Quero autógrafo.
 Frigga ficava constrangida, mas ao mesmo tempo muito honrada com aquilo, e depois de uma foto da Frigga com aquele vendedor meio sapo e sem olhos, de pele rosada, de um planeta não tão distante nessa galáxia, a Frigga passa um pouco mais perto de um produto que ela foi ver, e era um pote cilíndrico curto com uma criatura simbiótica vermelha, similar aos da Web Cave.
Frigga: Charles... Cê sabe da onde vem isso~ tipo da Quarta Dimensão, do Microverso ou de algum buraco negro de bósons de higgs?~
Charles: Se um treco desses viesse da quarta dimensão ou de um microverso não seria brinquedo pra criança autista.
Olivia: Legal, mas acho que meu primo autista colocaria isso na boca fácil.
Charles: É mais seguro o seu primo engolir três tubarões sem mastigar.
Tankanar: Ah, vocês tão aí, o que foram fazer?
Charles: Compras.
Olivia: Muitas compras!
Frigga: Tem mais algum lugar pra ir, careca?~
Tankanar: A gente precisa parar um pouquinho, ainda mais que, eu não sei o que tava fazendo porque tava fora de tela, mas os passeios de vocês ocuparam todo o espaço do episódio e isso vai terminar mais cedo que o esperado.
Olivia: Espera, que?
Tankanar: Pelo menos dá pra tomar sorvete.
 Indo para uma sorveteria icytaleira, a Frigga pega um sorvete de amoras, a Miko pega um de bolo floresta negra, Olivia pega um de amor com alegria, Charles pega um de café com calda de chocolate branco, Frigga tenta amassar o diamante achando que seria difícil, e se sentia confiante de sua força ao esfarelar aquele diamante (que estava cheio de grãos de uma especiaria doce especial), mas o resto do grupo, seja as Larapink se sentindo desafiadas ou o Tankanar e o Charles já sabendo como funciona, amassam o diamante, cada um com uma mão livre ou com a colher em que tava comendo o sorvete, e o diamante se desfazia como uma avalanche de açúcar.
Frigga: M-mas... mas... é diamante~
Charles: Um diamante em pó misturado com grãos doces de cravosas negras e vermelhas, com pontos de estresse muito fáceis de ser partidos.
Olivia: Ah, a Joana tem muitos pontos de estresse pra se partir.
Miko: Ela tá falando de pontos quebráveis, sua burra... Nof'a, paref'e f'ipo aqueles diamantes *gulp* de bolo de aniversário caro.
Frigga: Realmenf'e, ahahaha!

Continua>>>

04/02/25

Projeto Dream, episódio 373

> ??/05/2272; Toronto, Canadá; Universo 210-P
 Garry Wilman esteve participando de um grande jogo de lacrosse, e mesmo com sua equipe perdendo na primeira rodada, após uma reorganização e chamar dois jogadores reserva eles começam a levar vantagem e ganhar uma pontuação maior. Uma expectadora chamada Pamella Tenisia, apelidada de Pammy, estava curtindo com um namorado atual dela, que mesmo que fosse mais velho que ela, ainda parecia jovem, forte e saudável, e que entre os presentes que ela recebeu, teve essa visita ao Scotiabank Arena para ver as finais.

 Mas de qualquer forma, ela troca mensagens com uma certa amiga e até usa um drone BBV-89 (um aparelho em formato de beija-flor com câmeras na frente e atrás, que pode voar só de ser lançado, e controlado pelo celular ligado a Bluetooth, no caso o namorado controlando o aparelho pra ajudar Pammy com a gravação), a tal amiga é Gabrielle de Lamuvert, uma pintora canadense que mora em outra cidade e se inspira muito nas artes tradicionais de Onna Jaun e nas fotografias de Kevin Lynch (um fotógrafo da Nação de Dakota e que é conhecido por suas fotos ousadas e por edições que tornam meras exposições e ensaios em obras surreais únicas).

> Ottawa, Canadá.
 Gabrielle estava muito feliz e confiante que aquele dia seria maravilhoso, até que ela, saindo pra visitar o estúdio que ela e seus amigos trabalham, ela teve o peito atingido por um tiro de sniper de uma distância, tendo segundos de reação para sentir a dor, e os locais tentaram socorrer ela, a levando embora, porém, Acerylda (uma namorada de Garry, e uma dríade canadense de folhas e olhos vermelhos devido ao xarope de seu corpo, líder do estúdio em que Gabrielle trabalha) e Miojo Zennis (um jovem modelo e fotógrafo que ajuda nos ensaios e edições, e amigo de Gabrielle) foram conferir o que aconteceu, e o máximo que puderam ver era a ambulância-pássaro que, depois de levarem a garota em segurança, voava para algum hospital próximo para a ressuscitarem, porém, devido ao Canadá ter feito muitas alianças com monstros em oposição aos Estados Unidos e outros países do mesmo continente (incluindo aqueles que se formaram da quebra dos Estados Unidos originais), o Programa Fênix foi recusado desde a Última Grande Guerra até hoje, embora eles tenham um procedimento próprio de ressurreição médica, que ainda está a caminho.
 Acerylda e Miojo voltam ao estúdio avisando que o projeto deles terá que ser adiado e eles perderam uma das mais importantes integrantes da equipe.

> Nova Nápoles do Norte, Itália.
 Depois de uns desaparecimentos, um detetive turco chamado Kevin Mamar Sallinger, com grandes prêmios e atualmente agente da Interpol, quase foi morto depois de pego por um dos agentes de Serjj chamado Jack Harry, que havia o prendido em uma armadilha que o fez parar num grande Circo Portátil Inflável, com estruturas feitas de enormes balões coloridos na forma de tendas de circo, e Kevin Mamar, desviando das facas que Jack lançava contra ele acidentalmente furando aquele enorme circo inflável, e capturando Jack no meio de muita borracha murcha.
Jack: Tá bom, você me venceu, Ballinger.
Kevin: Meu nome é Sallinger! Kevin, Mamar, Sallinger! E você tem respostas pra minhas perguntas.
Jack: É, não sei o que quer dizer, mas... Eu tô dentro.
[O Jack foi escrito muito antes das piadas de "pega o Jack", então não esperem nada grave dele] 
 Paralelamente, Orla (uma moça meio mamídea de cervo) está tendo pequenos problemas pois a família foi amaldiçoada, com o pai e a mãe transformados em bonecos e o resto da família nunca mais sendo vista, e ela tinha como herança uma garrafa mágica com uma capacidade de selar materiais, ela realmente nunca soube a utilidade desse material, e em sua casa antiga ela usou pra selar lixos que achava na casa e despejava no Golfo de Nápoles, acreditando que não se tornaria um problema, enquanto um jovem homem que ela conheceu, chamado Francesco di Milo, esteve começando a vender queijos em um restaurante nobre que ele esteve trabalhando, e embora ela comesse aquele queijo com macarrão ou café só por ser gostoso, ela começou a ter sonhos estranhos, em que Francesco aparecia e acompanhava ela nos sonhos.

> 27/05/2272; Sonho.
 Hoje mesmo, Orla havia sonhado com o que parecia ser um grande reino subterrâneo, com pilares e arcos ligando as paredes mais altas, pareciam metálicas de brilho azul no meio de um complexo de salas e corredores de paredes e teto rochosos e um chão liso que parece de porcelana, até que então ela encontra, em uma sala com vários brinquedos que pareciam com todos aqueles que ela lembra desde antes, e no meio uma zebra de chapéu branco que, ao encontrar ela, a paralisava.
Zebra estranha: Você terá boas notícias hoje.
Orla: Espera, onde eu tô? Que lugar é esse?
Zebra estranha: Um mundo pode morrer com as escolhas erradas, não é mesmo?
Orla: E-espera, isso é um daqueles sonhos sem sentido.
Zebra estranha: As regras do tempo mudam entre o físico e o astral.
 Orla corria, tentando se esconder da zebra, enquanto o ambiente que antes parecia um templo ou uma caverna, agora era como longos corredores de um hotel, os brinquedos pareciam levitar muito mais rápido que ela corria, a zebra seguia ela também enquanto isso.
Zebra estranha: As raposas não são como parecem, elas são como polvos que se escondem e roubam nossa carne, os deuses matam, e os humanos se sentam na dor.
 Orla se irritava, e de pé e de frente pra aquele ser, estendia a mão e empurrava a zebra com força, enquanto o ambiente se alterava pra algo como uma ladeira com rua de paralelepípedos, muros de pedra na frente de casas amarelas quadradas de telhados vermelhos, triangulares e simplórios, no meio de neblina e um céu chuvoso. Francesco saía do meio dos bonecos que se derretiam como argila, e fica ao lado de Orla.
Orla: Francesco?
Francesco: É isso o que ele tava fazendo!
Orla: Como assim ele tá fazendo? Essa zebra significa alguma coisa?
Francesco: É um disfarce astral, eu e o Kappa Mamma Sallinger estivemos investigando o paradeiro desse Serjj e como ele tá tentando usurpar os Cristais Lunares para poder usar o poder dele na realidade inteira.
Orla: E como podemos impedir isso? Ele... ele tem algo a ver com minha família? Você estava transformado assim como eles no mundo real.
Francesco: Como eu temia, ele tentou me matar junto com o resto da Sociedade do Queijo a partir desses pesadelos. Orla, continue dormindo, a gente tem que acabar esse sonho!
Orla: Os outros... os outros também comeram aquele queijo? Eles morreram no meu sonho?
Francesco: Não, eles podem ter no máximo acordado com muita dor de cabeça, vamos!
 Francesco e Orla se unem pra enfrentar aquela zebra e tirá-la do reino dos sonhos, assim como feri-lo mentalmente, impedindo muito de seu potencial mágico, enfrentando aquele ser a partir dos sonhos, inclusive imaginando armas e poderes que pudessem possibilitar isso.

> Lille, França.
 Durante a chegada da noite, uma mulher elegante e forte, de origem arábica e cabelos tingidos em rosa como forma de se destacar e provocar aqueles que ela rouba, sendo ela Zulmira al Saad, que apesar da infama, está atualmente foragida e escondida com colegas que, juntos, têm uma pequena máfia de roubos e subornos, no entanto, depois de chegar em Lille, um alvo um pouco maior que o saque milionário de Toulouse estava a caminho.
[Embora ela não seja uma Dermurer, eu me baseei em designs antigos dessa espécie, que tinham o cabelo mais ou menos assim; Aliás, a quantidade tão alta de desenhos dos personagens e uma tão baixa de itens e cenários é porque, enquanto eu preferia compilar vários materiais inanimados e até criaturas figurantes em diagramas e desenhos conjuntos, esses desenhos de personagens são numerosos e acumulei durante os meses, e foi difícil decidir histórias pra eles]
 Depois de alugar um apartamento para ter uma "base provisória" e se acostumar temporariamente com a cidade em si, ela também se prepara e invade com cuidado, suas luvas tinham adesão para ela se segurar em paredes como o muro da Casa das Luna, e mesmo sendo flagrada, mordomos e até algumas Luna foram nocauteados, e robôs eram temporariamente desligados por um dispositivo magnético escondido em seu colar, porém, nenhuma daquelas Luna parecia estar carregando algum anel místico delas em seus dedos, o que acabou frustrando ela, e no processo, ela resolve só levar três dos relógios daqueles que ela derrubou e um vaso que ela pôde achar, e então, ela havia desaparecido.

> 28/05/2272.
 Luna Nouvelle acaba de acordar por causa da Luna Origi que, com uma cara de alguém que parecia ter levado uma surra (não só por ter apanhado fisicamente, mas por ter dormido mal e mesmo recuperada de antes ela parecia muito mal), e todos da casa tinham que se arrumar, enquanto os assistentes da Luna Saang cooperam pra avisar o ocorrido, haviam poucas gravações que tinham além de pequenas fotos que tinham a presença da tal "ladra de cabelo rosa", áudios dela passando pela mansão, e com uma pesquisa, eles descobrem pessoas cuja aparência e voz se pareciam mais, que incluíam a Zulmira, que tem sua ficha criminal marcada desde 2270, o que lhe chamou a atenção.
 Um colega de Zulmira, chamado Raiaoi Kujimiya, tinha cerca de 3 horas para poder levar Zulmira em segurança antes que ela fosse pega, assim como os materiais roubados, que ela armou seus drones para entregar depois de marcar tais vendas. Raiaoi, vindo de Hokkaido, está mais acostumado a lugares frios, de jaqueta e calça relativamente grossas, também azuis com detalhes amarelos pra representar seu poder sobre os trovões.
 Luna Nouvelle, tendo uma iniciativa, buscava Zulmira a partir dos seus sentidos mágicos que pudessem ler a energia vital dela, assim como estavam a informando em tempo real por um rádio ligado a um fone no ouvido direito de Nouvelle, em que ela estava no Hotel Flebleu, um hotel Redlar cujas ações caíram muito depois dos conflitos da Guerra da D.R.V.G., assim afetando o preço e qualidade do hotel, e de qualquer forma, ela alcança Zulmira por seu portal de energia verde, e elas se encaravam, com a Zulmira assustada e a Nouvelle furiosa.
L. Nouvelle: Você achava mesmo que sairia impune mas na verdade continuou fácil de achar.
Zulmira: Ei, espera, eu posso explicar!
L. Nouvelle: Não adianta falar que foi por necessidade, as pessoas trabalham por diversão?
Zulmira: Talvez poderia negociar comigo pelo pouco que perdeu, não é?
 Zulmira saca seu chicote e golpeia contra Nouvelle, riscando a pele dela após partir parte do traje, assim como tirando pequenos pedaços da sua franja e quebrando o seu óculos, e o que ela enxergava era bem turvo pela hipermetropia de seus olhos, e Zulmira tentava escapar passando pela porta de seu apartamento. O apartamento de paredes bege com rodapé preto e uma iluminação amarela, com mobílias azuis Redlar, já eram uma estética estranha, o que piorava com a Nouvelle perdendo seu óculos, e ela até tira o lenço do seu pescoço pra se vendar e parar de concentrar nos seus olhos.
L. Nouvelle: Ha, até parece que eu ia furar meus olhos só por uma dificuldadezinha, não sou burra que nem o Shiryu dos Cavaleiros do Zodíaco... Ih, agora entendi no que a Momoko foi inspirada, espera, eu já vi a Momoko antes? Deixa pra lá.
 Raiaoi chega por um portal em um corredor para assim trazer a Zulmira pra perto de si, ela corria para perto já estando agora a um pé de distância, mas ao chegar perto dele, ela bate de cara como se o portal fosse algo plano e sólido, inclusive Raiaoi, não entendendo, sai do portal tentando a levar, mas não consegue.
Raiaoi: Espera, o que é isso?
Zulmira: Ai, aquela baixinha, ela... ela tá vindo?
L. Nouvelle: Essa é a minha promessa! Até que você se renda, não há meio instantâneo de você ficar longe de mim!
Raiaoi: É daquelas princesas idiotas? Pois a gente consegue acabar com ela.

Continua>>>

01/02/25

Projeto Dream, episódio 372

> 23/05/2272; Lille, França; Universo 255-P
 "Bonjour, monseur Fugaret, désolé pour le dérangement, mais pendant longtemps je t'ai considéré comme très rigide et arriéré avec tes idéaux, après cet événement avec Miss Julie, votre cousine, et vu que vous êtes tous les deux aujourd'hui, vous allez vraiment beaucoup mieux", "J'aimerais mieux te connaître", mensagens de Alexandra Valiant para Fugaret Redlar, antes dele a bloquear do Takmi, e refletindo enquanto ainda estava preparando o jantar junto com a Thais Agan, ele conversa um pouco sobre aquilo com a Thais, que achava estranho.
Thais: Oh, acho que ouvi falar dela, ou talvez do clube que ela participa, não é? E bem, o que ela quis dizer com 'rígido e retrógrado'?
Fugaret: Eu tinha problema com casais homoafetivos na época, como o da minha prima, faz muito tempo.
Thais: Você já teve amizade com alguns homens antes?
Fugaret: Sim, faz um tempo que não visito eles, mas como eu disse, qualquer problema meu faz tempo que passou.
Thais: Mas bem, precisava mesmo bloquear essa garota?
Fugaret: Claro, eu não quero que ela fica xeretando o que tô fazendo.

> Velha Topeka, Kansas.
 Mark Goldlane está no Kansas indo visitar Dominique e seu grupo, e durante esse tempo, a Dominique e sua família estão tendo uma vida diária fora das operações de patrulheiros, Thoth e Hathomas estão operando ao lado dos serviços públicos para ajudar a cidade, seja eliminando sujeira das ruas com o poder do Hathomas, incinerando ou redirecionando os materiais, ou com o Thoth ajudando o hospital público de Velha Topeka depois de ter substituído uns professores que não estavam ativos depois de uma greve deles, e o Calvin e o Lait estão ao lado de uma monja budista chinesa Liling Huang, que apesar de ser de uma equipe chinesa no construto de Piccu, ela foi convidada pelos heróis de Kansas pra uma visita.
 Mark se sentia bem em conhecer Liling no Kansas, porque eles já estavam namorando há muito tempo, e ao se reencontrarem eles ficam um tempo no apartamento barato do Mark e eles ficam juntos, sentados sobre a cama de colchão e cobertor pretos, assistindo a documentários sobre cavalos, enquanto eles comem um tipo de bolinho de massa fina recheada com vegetais cozidos, antes da Liling sair e emitir uma palestra sobre a importância do trabalho em equipe e de fazer o certo.

> Tombstaff, Arizona
 Durante um tempo no Arizona, uma linda mulher de descendência afro, pele bem escura num corpo fino e leve, cabelo crespo castanho que combinava com a pele, e embora ela seja conhecida como "Kira" quando ela se manifestava em sua identidade de patrulheira noturna, ela é conhecida civilmente como Antonia Percy, e embora ela não tenha apelado pra algum tipo de anonimato pra não encherem o saco dela caso saibam que ela é uma super-heroína local, ajudando a capturar ladrões e assassinos e socorrendo mendigos em Tombstaff, ela é ótima em se esconder entre os becos e prédios e também não usa nenhum chip corporal, sendo mais difícil de achar com o Programa Fênix, pois boa parte dos rastreamentos do Fênix A precisam que tenha a voz, aparência e digitais ligados a algum tipo de conta digital especial.
 No entanto, de qualquer forma, mesmo de dia, se exercitando na academia de manhã e trabalhando em meio período como uma babá e faxineira do bairro em que mora, sendo respeitosa com os adultos e gentil com as crianças das casas, ela já foi vista levantando alguns móveis antes de limpar o chão abaixo deles, arrombando portas com a força dos ombros pra socorrer um dos garotos e sair junto com ele de um incêndio que teve em uma casa, e nocautear com as próprias mãos um ladrão que tentou invadir outra casa que ela trabalhou. Hoje em específico, ela encontrou um homem chamado Clint Volt III.
 Aquilo não parecia fazer sentido, era dito que aquele homem era um cowboy foragido do deserto do Arizona em 1872, e que acreditava-se que essa cidade foi fundada onde ele foi morto, porém, ele aparecia inteiro, com detalhes similares aos dos relatos (alto, porém velho, cego do olho esquerdo, com camisa vermelha, calça marrom, jaqueta e sapatos pretos, e com um bafo tão forte que fazia pessoas passarem mal só de falarem com ele), o cara agia estranho, falava estranho e se sentia completamente deslocado, e quando foi capturado pela equipe das irmãs Spiráli lideradas por Lazúhti, e pelo que os pesquisadores conferiram, se não agissem a tempo, ele tinha chance de morrer de gripe ou de zumbiose (uma doença zumbi de um tipo de vírus fatal que é mais comum na América do Norte, que pode causar necrose, perda da consciência, sonambulismo, vômitos, tosses e um certo nível de demência, antes de tornar a pessoa num morto-vivo, e que há a entender que os mutantes de Deming são completamente imunes).
Safíya: Oxente, achava que um homem desses ia morreR muito mais facilmente.
Lazúhti: ConcoRdo, a saúde dele tá bem debilitada, com quarenta anos, idade coRporal de 70, e um corpo de 90, isso não pode ser noRmal.
Safíya: MelhoR deixá-lo numa sala segura até que ele se recupere, depois falamos nisso.

> Berlim, Nova Alemanha.
 Renata havia sido capturada por um dos espiões de Serjj no meio da fuga das Damas de Ferro, que se viam num dilema de fugirem pela própria segurança ou salvarem uma de suas integrantes, e então, sem opções mas ainda temendo pelo pior que ela sofreria, elas agem e, ao invés de só se esconderem daqueles olhos místicos de Serjj, elas tinham o plano, com Wilma emitindo Whitemist para, com uma neblina, ofuscar a visão de todos menos elas, assim como Yasmin usa a magia das vinhas de sua Yellowseed pra criarem um isolamento térmico, enquanto Renata, sentindo o forte frio, e não ficando tão bem, emite sua magia Redwind que, sendo muito fraca, ela dispara as pétalas pra cortar os dedos do homem, o ferindo pra coagi-lo a soltá-la, e nos olhos pra cegá-lo e impedi-lo de a seguir, a Renata estava muito mal com aquele frio, ainda mais no corpo transmutado, Renata pula passando entre as ruas que tinham carros e motos, ela tenta chegar perto de suas colegas, mas desviar das motos atrapalhava, e ela não ia conseguir desviar do carro que estava perto, um Audi Divon 2000, que com um de seus pneus, esmaga ela, que aos poucos seu corpo retornava à forma humana, e continuava esmagado e triturado, as outras três gritavam de desespero, e até a magia havia parado, e quando um grupo de falcões voava prestes a devorar as três...
Charles: As garotas foram localizadas, neutralizar atacantes.
 Luna Pleine emite um tipo de bumerangue da mesma energia que ela projetava em suas magias, que acertava e decapitava aqueles falcões, enquanto Summer Tabin usava as Mãos de Bahamut para cortar três dos espiões reconhecidos, os três em pedaços tão finos que Serjj não teria habilidade de ressuscitar com sua alteração da realidade, e Vitoria Flandre aparece resgatando as três sapas e emitindo um raio de fogo que destrói completamente aquele olho mágico que estava as espionando, e o Charles, percebendo com mais atenção que Renata foi dilacerada durante a missão, tem a ideia de consultar, com ajuda da Isabella, alguma forma de ressuscitar ela com o Programa Fênix, em paralelo que Summer e Vitoria levam Wilma, Bruna e Yasmin pra igreja de Filemon pra tirarem elas dessa transmutação.

> Las Vegas, Novo México.
Alex: Chega a ser estranho eu ter sido bloqueada por uma celebridade, tantos outros me reconheceram e mesmo aqueles caras da 'Sociedade Verdadeira e Honesta' ficam invadindo postagens nossas só pra xingarem a gente até ficarem suspensos.
Carla: Alexandra, eu não tenho nada a ver com isso, mas comparar com esses babacas homofóbicos é injusto, é só bloquear ou, se fosse tão extremo, processar eles por uma investigação, e esse Fugaret eu já ouvi falar porque leio os livros dele, e até comprei uma edição especial em capa dura e foi incrível.
Alex: *gasp* Você comprou um livro do Monseur Fugaret?
Carla: Claro, acho os livros do cara maneiros no site dele, mas tipo, ele é uma pessoa ruim?
Alex: H-hã? Não, não, na verdade é impressionante ele estar namorando uma humana negra recentemente, mas eu queria uma interação mais amistosa com ele.
Christine: Quem sabe ele não queira saber especificamente de você, ele é conhecido como um cara recluso demais, não é?
Alex: Sim, mas... mas... Christine? Como tá nos ouvindo desde aqui na cozinha?
Christine: Vocês duas falam alto, e sabe, sou cega e orelhuda, não surda e zoiuda.
 Christine Fortine é uma donzela do Clube do Livro Larapink que, mesmo não trabalhando nem na cafeteria e nem na biblioteca, costuma participar de reuniões literárias com elas, e mesmo não tendo visão pra isso, ela adapta seus dispositivos pra narrarem o que ela precisaria ler, assim como é professora de inglês e espanhol e tutora de braile para alunos cegos, na comunidade das Larapink (seja integrantes que só participam virtualmente na interação com as originais ou as fãs interessadas) já chegou a fazer memes comparando a aparência de Christine, com cabelo tingido rosa, pinta grande no peito e uma Femmesuit branca de detalhes e peças laranja, com a de Alexandra Valiant, com seu cabelo extra-vermelho, pinta grande no rosto e Femmesuit laranja com detalhes e peças vermelhas, e a Alex tava até agora estranhando aquele bloqueio no Takmi mesmo sendo algo tão estranho e fácil de ignorar, tanto que Alex ficava pensando sobre aquilo ainda, até que Carla dá um tapa na cara da Alex pra ela acordar.
Alex: ANH~
Carla: Acorda, Alex! É só uma conta que nem sabe quem é você, vamos fazer bolinho e café.

> espaço sideral.
 O esquadrão de Nestion esteve viajando pelo universo por um longo tempo, o que não se sabia se passaram semanas, meses ou anos, seja pelo fuso-horário planetário ou pela agilidade deles nas visitas. As naves aos poucos foram se melhorando, antes meras naves em formato de pássaro e de carcaça verde, agora eram grandes veículos em formatos de discos e pirâmides, de um metal negro brilhante e uma viagem à base de dobras um pouco mais rápidas que os Portões de Partida, assim como Lucy Kiwi, Piano Bolas e Maurice, que estiveram por um tempo viajando com eles no meio de planetas amarelados do sistema Baüe-6 dominado por bolhas conscientes e um reino de criaturas tentaculares selvagens, uma tempestade de raios gama de uma estrela de nêutrons em colapso, colmeias de grandes dragões-abelhas que cuspiam pólen e esculpiam planetas com seu mel de lava, e um cinturão de asteroides habitados por grandes obeliscos azuis que aparentavam revelar aos tripulantes os maiores sonhos de seu subconsciente, e eles só não puderam ser submetidos a tamanhas realidades imaginárias pois, durante seus sonos profundos, as naves em piloto automático puderam escapar mesmo com leves danos, e puderam acordar em segurança.

> Deming, Novo México.
 Meluisa está andando junto com Melissa no parque Water Tower, bem tranquilamente, e a Melissa estava comendo uma fatia de pudim de caramelo bem simples, e a Melissa usando jaqueta e calças jeans pretas pra parecer com o que Melissa vestia se completava com umas lembrancinhas que ela comprou na visita de hoje à cidade. Lembranças essas incluíam:
  • Alguns bonecos de porcelana de alguns mutantes relevantes da cidade, como Luke Miles e Bella Parker;
  • Um anel de aço com o topo ou coroa sendo um círculo vermelho com o que parecia ser uma mistura de uma cruz com o símbolo do DNA, um símbolo comum no Evocristianismo e Evocatolicismo, duas religiões dominantes dessa cidade, e que a família Grace fabrica e vende;
  • Uma pelúcia original da Isabella, que por umas alianças de grupos mutantes com a D.R.V.G., eram mais comuns que as pelúcias piratas costumam ser em outros cantos panamericanos.
[Quando eu ainda tava desenhando essa ilustração, o que já faz meses, ainda lembro que ainda durante o contorno sem cor, eu ri enquanto desenhava a língua da pelúcia pirata. A original é baseada em pelúcias como a da Rei de Evangelion e as pelúcias Fumo de Touhou, e a pirata eu me baseei em pelúcias genéricas do Homem-Aranha que incluem umas que eu tenho em casa]
 Fora isso, junto com aquelas duas, estava a Avamma, que mesmo não tendo ficado em Deming o dia inteiro, voltou pra cidade pra, enquanto acompanhava elas duas, também poderia visitar o Marshall depois de saber que agora sim ele estaria em casa, e chegando lá, mesmo separada de Melu e Meli, ela bate na porta e, atendida, visita na casa conhecendo os Anthonny. O Mario e o Patrick Anthonny acharam estranho uma moça vindo de tão longe pra visitar o irmão deles.
Mario: Ele tá na padaria dos Atombo, que aliás, talvez você conheça, porque tão começando a fazer deliveries, não só vender localmente.
Avamma: Oh, eu ouvi esse nome, ainda mais desse... Marshall, ergh... Enfim, da onde vem o nome Atombo?
Patrick: Oz nomez zão como qualquer um na verdaze, mas acredita que o nome foi com o tempo, elez têm poderez energéticoz, quaze atômicoz.
Avamma: Humanos atômicos vendendo pães?
Patrick: O avô da família, Gêneziz o tenha, tinha poderez nuclearez, e a padaria foi juztamente pra ze afaztar de uzar um poder tão agrezivo.
Avamma: Ah, poxa... E bem, creio que sei onde fica essa padaria.
Mario: Se quiser posso ajudar você a ir lá, eu costumo levar meus pais pra-
 Avamma saltava alto, usando uma magia cinética com um forte rastro de luz dourada como as magias de Laura, chegando bem rápido, enquanto o Mario ainda citava sobre ele levar os pais pra trabalhar na rotatória e ser o motorista da família, e ela pousa uns poucos metros perto da padaria antes de chegar perto, e então ela chegava a conversar com o Marshall.
Marshall: Posso ajudar?
Avamma: Hã? É... eu vim dizer que não te acho mais tão estranho, e quem sabe, a gente poderia se entender melhor que eu pensava.
Marshall: O que?
Avamma: É... Antes de continuar, o que são aquelas coisas com crosta laranja?
Marshall: Bolinhos de queijo e coxinhas de frango? Um amigo meu que viajou pro Brasil ensinou umas receitas disso pra gente.
Avamma: Reconheci, o jeito que são empanados é diferentes, vou levar uma coxinha dessas grandes e uma porção de bolinhos, uns cem gramas.
Marshall: Mais uma coisa?
Avamma: ... Mostra o seu celular? Vou te mandar um número pra gente conversar no Birds and Mails.
Marshall: Fechado.

Continua>>>