Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

09/09/25

Tragédia das Estrelas

> Ato 1
 Assim como humanos aliados aos Megaformers criaram os Cultivadores Megaformers para um tipo de combate de elite, sendo guerreiros robóticos com uma mente limitada a compreender e personificar a guerra, com uma espada encantada com signos ligados às estrelas e ao Saturno do sistema solar, podendo cortar o espaço, podendo se teleportar, ou transportar aqueles próximos dele, sejam inimigos ou aliados, independente de barreiras físicas ou de desafios, até mesmo partir seus inimigos antes e depois de sacar sua arma, assim como seus canhões podem emitir, suprimir e projetar a gravidade, em que só eles conseguem ultrapassar essas restrições, assim como somente 73 Cultivadores foram criados, e 12 desses foram escolhidos depois de seus sucesso nas defesas dimensionais, assim aprimorados para Motodeuses, com peças de Noirytril e Rubimanto, assim como seu canhão da mão esquerda agora é quadridimensional e sua metralhadora, antes bem comum embora pudesse disparar balas de rubimanto facilmente, agora podem disparar raios temporais.
 Relato esse é visto como um tipo de rumor, acreditam que é exagerado, e a Agência Galáctica dos Humanos prefere deixar as pessoas acharem assim pois assim fica mais secreto, é relativamente comparável aos Cultivadores do Setor S, guerreiros muito poderosos e pescadores de Risojes, mas depois de uma guerra entre esse povo, os piratas espaciais vialacteanos e uma ordem de guerreiros carrascos chamados Estrelas da Guerra, ao lado de Astroperegrinos enlouquecidos, o povo do planeta Arintragh decaiu muito rápido.
 Os Cultivadores do planeta Arintragh, diferente dos Cultivadores Laraggianos, apenas usavam de sua armadura feita de placas de Arantil, uma liga de ferro especial desse planeta e altamente resistente, assim como adornavam essas armaduras por serem praticamente a maior identidade e força deles, assim como os Cultivadores de Arintragh, que sobreviviam desde as montanhas mais ventosas e lá meditavam com dragões aos desertos alaranjados e gelados da região, depois da guerra contra os perseguidores espaciais chamados Estrelas da Guerra e estraçalhar um capitão pirata, apelidado antes como Caranguejo Vermelho, tão violentamente que piratas espaciais passaram a ter medo de cruzar o Setor S novamente, ainda assim esses Cultivadores estavam feridos, cansados e mutilados demais pra continuarem lutando pra honrar seu povo.
 No entanto, conforme a engenharia e automatização melhorou ao ponto de interligarem redes neurais robóticas e humanas, foi possível criar ciborgues com corpos que pudessem reviver seus guerreiros lendários, e agora, sem as limitações do corpo, apenas precisando se manter inteiros pra continuarem seu trabalho e só precisando se sustentar de um líquido verde saudável pra eles se manterem ligados, aqueles se tornaram os Prescadores, e assim como os arintragipas têm uma forte habilidade telepática e empática, agora que dos Prescadores só restavam seus cérebros em sua armadura que os amplificava, sua mente é tão poderosa que podiam servir como faróis psíquicos para telepatas aliados como os Riboia e os grays.

> Ato 2
 No espaço há ainda mais arsenais além das tecnologias dos cultivadores, e que serão explicados aqui junto de algumas culturas.
  • As armaduras tinmarianas carregam um conjunto de peças fundamentais para uma caça muito mais rápida de seus inimigos, como os seus visores com visão noturna e infravermelho (1), espaço sobre o capacete para que a juba em forma de moicano possa sentir bem mais tatilmente o vento (2), com uma tinta negra na armadura que absorve qualquer luz e isola o calor (3), não só absorvendo mas impedindo que saia, protegendo de climas frios e reduzindo a projeção térmica, os braceletes têm placas de pulso de alta energia (4), computadores para comunicação à distância, anotação de informações curtas ou para acionar armas (5), placas que reagem a contração muscular (6), fortalecendo para socos mais fortes, agarrões mais consistentes, acionar placa de pulso e, se não tiver garras grandes o suficiente, acionar garras sintéticas de nanodiamante (7), também mini bombas (8) são carregadas aos montes e podem ser lançadas por voz, as botas têm placas adicionais para impulsos mais fortes (9), supressão de som de passos (10) e aderência adicional para correr em paredes (11), e uma Ciminekros (12, útil não só como arma, mas para cortar carne, raspar escamas e abrir frutas).
  • Já as armaduras hocertianas, embora o Sean Nozawa não use uma em combate, são essenciais para os guerreiros desse planeta pela uniformização, identidade (pois cada armadura tem suas cores com diferentes significados) e também é um forte simbolismo hocertiano, assim como inspira o design pra algumas armaduras tecnológicas. As peças são feitas de Hocertiri (1; um metal similar ao Arantil, porém com adições de platina e mythril em vez do carbono, cromo e cobre, assim como bem mais resistente, à prova de plasma e condutor de magia), e entre as cores (2), as mais comuns são azul (força física e de vontade), vermelha (sabedoria e magia de fogo), branco (propósito de vida e também comum entre os mais sociáveis), amarelo (dever e tarefas, comum nos de classe mais pobre e trabalhadora), verde (realeza e liderança, comum entre os mais nobres) e rosa (representa amor, seja entes queridos a proteger ou o luto pelos que já perdeu), alguns também podem ter símbolos similares aos de suas bandeiras (3) no peito, como o pterodragão de duas cabeças (comum nas penínsulas do Império Pytho) ou um lagarto vermelho (associado ao Império Naga que é o maior e mais aliado aos humanos).
    • Therma foi um guerreiro hocertiano de uma grande torre mágica que, quando destruída num ataque de vampiros e antidragões, acreditaram que ele tinha morrido logo na guerra, enquanto os Sentinelas já tinham evacuado os magos e logimantes locais e levado as relíquias mas importantes embora, mas uma semana depois, ele foi visto no meio de cinzas de vampiros, devorando a carne daqueles dragões pra se alimentar, assados no fogo verde que era sua magia favorita, eles chegaram a usar luz UV pra testar se era mesmo, afinal, vampiros, mesmo metamorfos, queimam sob luz UV pura, mas ele só se irritou com aquilo enquanto seu cabelo e escamas velhas brilhavam em um amarelo bem intenso.
  • Já o grande planeta sintético In The End, construído para proteger a galáxia de colapsos mais sérios, assim como tem uma forte carga elementar ao ponto de, quando está em animação suspensa, sem uso, é usado para alimentar as dimensões sintéticas ou até mesmo criar novas, e seu corpo humanoide, tendo consciência, é capaz de sentir e se comunicar com o plano elementar, e parte de seu poder e matéria são usados para construir mechas menores chamados Castra-Céus, um tipo de mechas muito maiores que os maiores mechas terrestres, com lança-mísseis nos ombros, um lança-chamas numa mão com um compartimento pra criar vácuo gravitacional, e a mão direita tendo um punho de Rubimanto.
 Também no planeta Caverna há uma categoria de soldados que inicialmente foram criados pra contra atacar invasores que sobreviviam à barreira Zabal de seu planeta e roubavam seus minerais, como Etérnio (um metal mais valioso que o ouro, sendo resistente, com uma cor púrpura característica e usado para Tecnologia a Laser como computadores quânticos menores e cápsulas estáveis de teleporte), e depois foram "importados" pra serem um tipo de tropa de choque quando os Baixos e Médios Sentinelas não são suficientes, os Guerreiros da Tempestade têm esse nome pois com sua WA-51 hunkaliana podiam desintegrar em conjunto as frotas inimigas, são extremamente agressivos, seja pelo desgaste mental dos hormônios ou pelo cérebro mais instintivo, assim como são mais musculosos.
 No entanto são dóceis com aqueles que se pareçam inofensivos, desde crianças, velhos, grávidas e criaturas pequenas como cães, gatos, Laurinhos e salamandras, e por isso eles parecem ser tão educados especificamente com os robôs policiais Oélios. Em Grunheim, também são distribuídas armas brancas para seus Heilendracos como:
  1. Espadas de Salberg: Espadas hunkalianas e custodas forjadas em titânio vulcânico e aço estelar puro blindado, sua vantagem seria só o corte e dureza brutos, mas na forja dessas lâminas é adicionada alquimia com os símbolos no cabo e lâmina para que a lâmina só seja usada pelo seu portador ou alguém com sua autorização, com símbolos marcados em bronze, latão ou ouro nórdico, deixando mais belo e colorido, assim como dá ao seu portador uma pele de ferro quando usa a arma.
  2. Katanas de Katerea, lâminas comuns no Setor S para seus guerreiros mágicos, são afiadas e conduzem um tipo de energia das trevas que absorve elementos. Machados de Kantara, armas brancas do planeta Custódia comuns nesse planeta, podem ser replicadas pra colecionadores ou serem usadas pra cortar como uma lâmina comum, não só cortar os inimigos, assim como houveram muitos lenhadores que reutilizaram seus machados de guerra. Karbrak, um tipo de lâmina estereana que foi muito usada pra colher vegetais e frutas individualmente, mas que muitos animes estereanos ilustram como uma arma de arremesso ou de combate próximo, e assim como uma kunai, seu anel é usado pra amarrar cordas e usar a lâmina como gancho.
  3. Espadas de Santa Iromênia: Diferente de espadas de fogo quaisquer, essas podem também projetar o fogo pra longe, assim como a espada projeta luz suficiente pra iluminar salas fechadas de uma só vez. Podem ser espadas comuns, ou as Espadas de Salberg, ou mesmo espadas a laser pois de certa forma também recebem a bênção da Mãe Iromênia que transforma a arma nesse tipo.

Continua>>>

Na Família das Estrelas

> Ato 1
 No planeta Terra, um dos elementares que eram comuns antes das revoluções industriais eram os Astomi, entidades humanoides, de pelo castanho macio e, sem boca, só se alimentam de cheiros bons, eles se refugiaram pro plano elementar depois que os seus habitats estiveram cada vez mais poluídos e desmatados. Depois do surgimento da Contra-Terra, eles viram como uma oportunidade, e treinaram magia da terra e das plantas para alguns dos nativos da Contra-Terra, até que um grupo específico de Astomi azuis treinou magia de gelo para um povo no equivalente do Polo Sul nessa dimensão.

 A tribo Yroisã foi por um tempo a mais influente e poderosa da região, os humanos consultaram muito pouco a Contra-Terra mas, diferente do Muramasa que não aliou muitos contra-terrestres por pouco interesse, magos de diferentes cantos se aliaram e até tiveram filhos com guerreiros Yroisã, conhecidos pela sua magia de gelo, sendo o líder mais recente o Bóris III, enquanto outros magos se interessam mais nos arquimaleões, como o grande metamorfo Levan, ou nos inconsombras, como a sacerdotisa dos segredos Umbrana.
 Sejam os magos de gelo da tribo Yroisã, os reptilianos metamorfos arquimaleões ou as escuridões humanoides inconsombras, ou os magos imigrantes ou peregrinos que chegam a essa dimensão, essas pessoas acabam conhecendo nessa dimensão entidades como o deus do sangue, uma entidade do Fundamento do Sangue que corrompe as fés dos tridimensionais, as inverte e faz com que seus seguidores cometam mais atrocidades para lhe dar sangue, há uma entidade chamada deusa da dor, que enquanto o deus do sangue se modela em avatares da forma da raça de seus seguidores, a deusa da dor é uniforme, com um corpo violeta, similar a uma sereia de lendas gregas, porém machucada, seja com pregos, espinhos ou suturas, e ela seduz os mortais pra modelarem obras sem propósito, atuações sem o menor sentido, golpes que tentam se disfarçar de revolução artística, e assim esconde suas verdadeiras seitas devotadas à dor e ao masoquismo, pois assim, a deusa da dor acumula mais fiéis enviesados naturalmente, como os Dhagoni criaram até mesmo cidades em seu nome e em seu hedonismo de sangue, diferente do deus do sangue que escraviza seus seguidores, e assim como foi um ídolo secreto de João Calvino.

> Ato 2
 Durante a reunião dos povos humanos e seus aliados na Via Láctea, um dos mais difíceis foram os Wülfnar, guerreiros surgidos de ancestrais humanos que evoluíram nessa região com uma pele grossa, levemente escura e resistente ao sol, mas com pelos e músculos pra proteger do frio, as roupas eram mais uma forma de identificação e uniformização das tribos que pra cobrirem seu corpo ou pra defesa, ainda que eles tenham passado rápido da Idade do Ferro e dominado armas e escudos, como suas espadas sværdragge (de lâmina curva e curta, lembrando um pouco um machado, com o fio apenas de um lado e um formato para ter mais peso e estabilidade) e as lanças tip'himmel (de lâmina parecida com a sværdragge, porém mais curta e com pontas adicionais na costa dela para segurar as caças durante as estocadas, e o cabo mais longo), e alguns desenhos nas capas, escudos ou tatuagens corporais podem indicar de quais tribos eles são.
 Não foi difícil por serem guerreiros tão fortes e teimosos, ainda que fossem, eles ainda tinham uma sensação de familiaridade com outros povos humanos pela aparência corporal parecida, mas porque esses povos não confiavam se o povo galáctico fosse de fato um aliado, então, como proposta, foram pedidos 10 mil filhos que seriam criados desde crianças, e num tempo que pra eles seriam 20 anos esses filhos iriam retornar inteiros e com experiências novas. Depois do sucesso do experimento, ainda que manipulado ao levar só pra planetas confiáveis e eles ainda tivessem um instinto guerreiro apesar do aprendizado novo.
 Arigar Airon foi criado por cientistas do planeta Stereo e retornou muito cedo, sua arma favorita era uma sværdragge de Metal do Vale que o fez vencer muitos duelos e o fez ser conhecido como o "parte-lâminas" pelo feito que fazia neles, e uma arma que ele usava em guerras era uma Teslatein negra, pra combinar com seu Warnius (um tipo de lobo que, ainda domesticado no planeta CryoCryo, não diminuiu, só ficou mais amigável aos humanos e Wülfnar) chamado Thiorn, que aliás, assim como os guerreiros desse povo usam botas pra andar estavelmente na neve e evitar acidentes com espinhos e serventes, os Warniata (plural de Warnius) tinham um tipo de braceletes de aço com uma cobertura de tecido pras patas. Já Friana e Freria são gêmeas, mas foram separadas durante seus cuidados.
 Friana foi criada no planeta Chevrilloth, por onde lhe foi ensinada táticas de caça e de magia, alguns sacerdotes queriam ensinar magia de gelo por combinar com CryoCryo, mas Friana preferiu o caminho do ferro e da madeira, ela era capaz de materializar correntes que prendiam as Piulas de forma inescapável, seu corpo podia virar madeira quando ela via que sua pressa iria se defender, e também lhe foi ensinada a invisibilidade, em que muitos acharam que iria facilitar suas caças, mas depois desse tempo crescendo num povo amoroso e pacífico, ela usava essa magia pra pequenas brincadeiras, mudando decorações de lugar pra irritar ou confundir seus colegas, no entanto, depois de crescer o suficiente e antes dela ir pra CryoCryo, ela foi criada no planeta Custódia, por onde teve mais disciplina. Freria foi criada no planeta Verão, treinada por atletas flamígeras e se mostrando muito eficiente, acrobática e mais forte que eles, as lâminas retráteis de seus pulsos, um tipo de parte corporal desses seres, era útil pra escalar, mas depois de um surto instintivo que ela teve durante uma briga entre seus próprios colegas, ela eliminou todos, e chorando, chamou ajuda, a organização que esteve a inspecionando a levou pra Agrabah, por onde apesar do treino rígido das damas agrabanas, ela podia voltar a lutar e se melhorar estavelmente.
 Os Wülfnar vivem num planeta no Setor V, mesmo setor onde fica o sistema Tradicia, onde fica o planeta Custódia, que por sua vez, foi com certeza um dos mais fáceis de unificar assim como Stereo, o sistema Proxima Centauri e o Setor C inteiro, pois esse povo tecnicamente já esteve esperando a visita dos aliados galácticos, ainda que quase num tom profético, já que a tecnologia se misturou tão bem com uma cultura mais tradicional e rústica em vez de um se sobrepor ao outro.

> Ato 3
 Os V-Custodas são relativamente mais fortes e, conforme o Ego foi se suprimindo mais e a magia foi ativamente abandonada (embora não havendo inquisições por mais que muitos povos vizinhos acreditam, apenas o abandono daquilo como se fosse ultrapassado e bárbaro), eles aumentaram a sua resistência mágica evolutivamente, assim como a visão e olfato deles é bem melhor e mais eficiente, talvez em parte por engenharia genética assim como eles são tão mais fortes e imunes.
 Durante as guerras, causadas por crises internas e desentendimentos, em que armas de fogo ou de destruição em massa não foram usadas, não por abandono ou esquecimento, mas pra causar dano mínimo, por isso havendo até hoje uma tradição de armas brancas nesse povo, assim como os homens saíam nos campos de batalha enquanto suas esposas cuidavam da casa e filhos, no entanto... haviam só relações heterossexuais? Curiosamente não, já que os guerreiros eram muito homossociais, tendo muita interação e amizade entre si mesmo que não se limite à homoafetividade, assim como mulheres lésbicas atuavam em combate ao lado dos homens. Curiosamente, depois do fim dessas guerras e a pacificação de Custódia, os guerreiros passaram a ser Arquípedros (homens especializados em arquitetura, engenharia, construção civil e logística, boa parte usando sua experiência de combate assim como ficaram mais fortes ao sobreviverem), e a maioria das Penitentes (guerreiras freiras, seja por sacerdócio comum ou como um tipo de policiais religiosas, muitas cuidam de orfanatos, templos e da segurança civil) são mulheres lésbicas, as mais velhas sendo experientes de guerra tanto quanto os Arquípedros.
 As Penitentes usam roupas mínimas, como esse seu maiô em forma de cruz, com um simbolismo de combinar beleza e elegância, e a expressividade de suas emoções, seu prazer e também, por destacar no meio das pessoas tão cobertas, isso vira mais os seguidores a verem e ouvirem elas, assim como são ensinados a respeitarem elas, as tatuagens também podem carregar diferentes simbolismos e são feitos no corpo delas por outras Penitentes. Um dos símbolos da Igreja Estrutural de Custódia é um tipo de cruz com 4 braços horizontais e um X em seu centro, algo como uma combinação das cruzes de Cristo, de São Pedro e Santo André, pois boa parte de seus ancestrais eram católicos e o povo aos poucos se dividiu numa vertente nativa. Sara Etalina e Lina Taricina, um casal de Penitentes na vila Fogo Verde, são muito amadas devido ao carinho delas com órfãos e a criação de operários funcionais, mas também temidas por também serem juízas ainda honestas e que, ainda que com ajuda de outros agentes legais, terem acelerado a queda dos crimes organizados em Custódia ao executarem os chefes dessas gangues.
 As pessoas se cobrem muito porque em tempos mais antigos o céu era muito coberto por poeira, então as túnicas são grossas pra resistir ao frio, assim como tinha reforços de aço pra resistir a armas, e as mulheres até mesmo usavam véus e capuzes, antes como parte da proteção, hoje como mera tradição estética, e falando nas pessoas, Arquípedros desde os mais novos, como Carlos Lingard (um dos jovens exemplares de sua família e também bem demandado em Hunkal da Constelação Antlia, popular entre as Raanmir desse planeta) aos mais velhos, carregam trajes amarelos e vermelhos (que são associados a riquezas, materialidade e força), botas revestidas com metal e também o símbolo de triângulo para baixo e riscado (runa do elemento terra), já as boticárias vestem mantos verdes com detalhes laranja (como as luvas e o véu, assim como há no mesmo um símbolo que é, além do símbolo da botânica custoda, também uma forma abstrata e fractal de árvore), e são além de médicas, farmacêuticas e biólogas (seja de botânica ou zoologia), também a maioria das professoras da região, como a Domuxor (pronúncia: Domuxeur, também é uma denominação respeitosa a mulheres mais velhas, ainda que longe da terceira ou meia idade) Leandra Sererita, muito respeitada na Cidade Lágrima Celeste e uma grande pesquisadora ao ponto de ser reconhecida por mulheres Bitdrows.
 Outros exemplos são Pedro Laudrex (embora da idade de Carlos que é Arquípedro por herança de seu pai e avô de mesma profissão depois de aposentados das guerras, o Pedro nesse caso sendo menos guerreiro que ele e seguindo os ensinamentos de sua mãe e sendo um criador de homúnculos medicinais, isso é, humanoides sintéticos usados pra doar órgãos, sangue e medula a pacientes, curiosamente mesmo Pedro e Carlos sendo da mesma cidade, Alto Meteoro, eles nunca se encontraram pessoalmente até agora) e Naladuztra Tiina (uma boticária mestra em perfumes e antídotos, ao ponto de, se unindo a outras boticárias, incluindo a família Sererita que era uma das mais influentes de sua época em Custódia, para formarem uma empresa médica que pudesse facilitar os cuidados civis, embora sem fins lucrativos, ironicamente uma das indústrias que mais levantou Custódia na Via Láctea, inclusive extendendo esses interesses a alianças e importações krippanas, equipe essa chamada Better Day).
 Já os Skhmer são uma organização disfuncional, tão problemática que por mais que o grupo insista que representam liberdade e expressividade, eles são um povo violento, sanguinário e sexualmente muito depravado, assim como eles são mestres em armas biológicas, desde gases fúngicos Noxtrark que podem necrosar quem tocar, até lâminas de ferrugem infectadas com tétano terrestre, uma das poucas doenças que causam muita dor aos V-Custodas, assim como, tendo muitos integrantes de gangues e máfias atualmente extintas, esses grupos têm um forte consumo de drogas, que pros próprios Skhmer parecem poções proibidas que deixam eles mais fortes e frenéticos, mas na prática as Penitentes, os Arquípedros e o exército atual se sentem numa dor de cabeça à toa por um grupo de guerreiros que parecem imortais, porque a cada inimigo abatido, aparece mais 10.
 Falando no povo de Custódia, além da forte força de trabalho e boa medicina, uma das artes mais elogiadas deles, talvez A mais elogiada, é a sua arquitetura, assim como esse povo, como já sabia de fontes eólica, solar e nuclear para terem eletricidade, e que se completou com o alcance da Tecnologia a Laser (um conjunto de mecânica quântica e dispositivos capazes de controlar diretamente tipos de energia que não envolvam a elétrica ou mecânica sem convertê-las), com isso esse planeta é o mais limpo da galáxia abaixo apenas dos planetas Heleni, os prédios usam um estilo barroco com peças como pilares e paredes em gravura vetorial e estátuas humanoides bem articularas, mesmo as mais simples ainda representando algo vivo ou importante da região, cercas de concreto balaustrado, estátuas de criaturas naturais e míticas sendo decorações de grande destaque ao ponto de influenciar a cultura do Setor V.
 As casas pessoais são simples por dentro, com cores que variam entre amarelo claro, azul escuro ou vermelho vinho, pisos de mármore branco, janelas com bordas e batentes de madeira ou de aço mais simples e o vidro em forma de mosaicos simples e incolores, cômodos com eletrodomésticos montados sobre ou ao lado de móveis de madeira Tectis talhada e montada sem precisar de um único prego, em Custódia a técnica é chamada Gneztecti, ou Nhestétio (algo como Ninho de Tectis, sendo Tectis um gênero de madeiras escuras, vermelhas, azuis ou pretas muito usadas pra mobília V-Custoda). Já lojas, teatros/cinemas, casas mais nobres e templos têm direito a móveis com detalhes de bronze regularmente polido, um verniz mais durável pras peças de madeira, vidro geralmente colorido, incluindo janelas que simbolizam desde materiais que representam a instalação, membros das famílias a cenas históricas conhecidas, e as paredes têm muitas pinturas, seja afrescos de parede ou fotografias e pinturas instaladas. Por mais que exista televisão e internet, ela raramente é usada por realmente pouco costume (inclusive os custodas estranham muito os turistas que perdem muito tempo olhando pra seus aparelhos a não ser que pra tirar muita foto), assim como é uma preferência familiar deixar as crianças brincarem e os adultos trabalharem, e só assistir televisões em intervalos, à noite, ou usarem computadores ou videogames (por incrível que pareça, um dos mais populares nesse planeta é o Gambox por ser bem simples, barato e com muitas opções de jogos) nos fins de semana, e não há um preconceito ou estereótipo associando jogos e séries às crianças porque algumas mais sérias e voltados aos mais velhos são ainda mais populares, o que impressiona a maioria dos turistas pois pelas imagens muitos achavam que era um povo ainda medieval, assim como os Wülfnar seguiram primitivos e tribais por um motivo espiritual e de autoaperfeiçoamento na natureza, mas ainda têm alianças com povos avançados interplanetários.

Continua???

05/09/25

Projeto Dream, episódio 408

> 13/11/2272; Quetzalcoatl, México; Universo 255-P
 Depois da morte de Lamaj, Cinabel esteve preparando logo um ataque para a cidade de Quetzalcoatl, onde há uma forte concentração de usuários de magia e até mesmo sapiens mágicos, para eliminar aqueles que poderiam atrapalhar o seu plano, então com um grupo de Nevoagões (entidades feitas de nuvens geladas e com formato de cabeça de dragão) que causaram uma forte nevasca, nevando na cidade e congelando parte do mar próximo.
 Adrima, Maria, Antonia e Aurora até tentaram usar de seus poderes flamejantes pra derreter a neve ou até mesmo eliminar os Nevoagões próximos, porém, não era o suficiente, a Adrima estava perdendo forças e com o corpo doendo pelo frio, enquanto Maria e Antonia estavam ao ponto de eliminar o resto daqueles elementares, a Luna Pleine foi chamada por Julie Redlar (esposa atualmente de Adrima) e veio logo com a companhia de Harii, Lyna e Charlie Coedragem, pra socorrer os civis em perigo, que o Ricardui e a Marizati não estavam sendo suficientes mesmo conjurando pequenas criaturas pra facilitar o trabalho.
 Zulmira avançava atrapalhando e ferindo Lyna com seu chicote, enquanto Lyna desviava parando o tempo por poucos segundos pra desviar cada golpe e, com uma flecha temporal de sua mão direita, derreter e deteriorar a neve, afundando Zulmira enquanto Lyna só corria pra longe, com dificuldade devido à inconsistência da neve mágica, já Adrima, Pleine e Marizati estão trocando raios mágicos com Raiaoi (que disparava vários raios elétricos, enquanto Pleine cria escudos mágicos roxos que bloqueavam, enquanto Adrima dispara flechas de fogo que Raiaoi tentava desfazer usando uma contra-magia de expelir elementos, e Marizati disparando jatos d'água que empurravam e atrapalhavam Raiaoi), mas mesmo que ele tentasse ferir Lariel (um elfo com Síndrome do Peixe-Maquiado, bem jovem e gentil) e Stefeno (um cuicorno com a mesma síndrome que muda a pele de seu rosto, porém um artista e aprendiz de magia), que estavam na cidade pra acompanhar sua mestra Emily Xir, Aurora e Antonia seguravam os braços de Raiaoi, e os arrancam.
Raiaoi: AAH! Até parece que vocês vão sair dessa, o Pomin tem uma ogiva rainha escondida no ânus dele e ele...
Harii: É esse o tal Pomin?
 Harii joga pra perto do Raiaoi o corpo estraçalhado por tiros, e com pés amarrados por fios de cabelo soltos da Harii, e Harii já havia jogado a ogiva rainha (um tipo de bomba metálica, com cápsula de aço e um núcleo que iria explodir emitindo a magia Explosão Rainha, que é capaz de espalhar e quebrar matéria ao nível atômico) no mar. No entanto, Zulmira, gripada e com a pele rachando de frio, usa uma adaga de rubi-do-sonho para abrir um corte no tecido do espaço, chamando guerreiros Fomorianos, que os Dermurer acreditavam que já haviam sido extintos, ao lado de Amir al Ibrahim os guiando e o elementar Balor atacando mais ainda a região.
 Durante essa invasão dos Fomorianos, os civis tiveram que ser evacuados o quanto antes, enquanto Guillermo e Claudia usavam de seus poderes, projetando energia para acertar a perna daqueles seres, e o David Alejandro tinha que desviar o Balor de perto dos prédios, o afastando pra cada vez mais perto do mar pra poder eliminá-lo lá mesmo, no entanto, com o David ainda na areia da praia local, tinha civis que nem sabiam que estava tendo essa luta, e o David usava de sua magia de nuvem como barreira pra amortecer o Balor e ele não cair encima ou soltar seus raios oculares neles, e quando o Balor, irritado com o David, ia lançar um raio que começa direcionado mais perto dele e Balor vira a cabeça pra atirar mais longe, mesmo o David prestes a desviar, um cachorro estava bem perto, atrás dele, e pro cachorro não se ferir, David se força pra empurrar o cachorro usando sua magia, empurrando ele levantando a areia, o raio parte os dois braços de David Alejandro e torna a areia em fulgurito, o cachorro corria.
David: Pendejo, você tá colocando pessoas e bichos nada a ver com isso em perigo.
 Balor gritava furioso, ainda querendo enfrentar ele, ao passo que Amir lutava montado em seu camelo e guiando os Fomorianos, Lyna usa o Mercury e o modela em forma de um machado, o usando pra partir o pé esquerdo de cada um daqueles seres, os menores tendo 3 metros de altura, e Claudia usava sua magia criando escudos de bismuto cristalizado e, mesmo fraco e se estilhaçando com o soco ou pisada daqueles seres, soltava cacos que eram venenosos pro corpo daquelas entidades, Lariel e Stefeno conseguem cantar pra convencer um dragão a chegar perto da cidade e emitir uma chuva que fazia aqueles gigantes pesarem mais, e Guillermo faz rachaduras na terra pra fazer o máximo daqueles inimigos caírem, ainda mais na chama que ele conseguia extrair pra perto da superfície. David Alejandro, por sua vez, no meio da chuva e a areia molhada, com um fedor forte de ferro saindo do corpo de Balor, estava caído, com o que pareciam sombras de vidro da forma de seus antigos braços, pois ele usou a Garra Espiritual pra modelar braços substitutos antes de finalizar aquela entidade.
Lyna: Eles são muitos, como a gente vai deter eles?
Harii: Há um desenho da exata mesma forma nas costas desse árabe, do que tem nesses gigantes, será que isso ajuda?
Lyna: Isso é uma ideia estúpida, mas estamos sem opções-
Rihana: Venham, moças, eu posso adiantar muito disso.
 Lyna e Harii ficam perto de Rihana Pacheco, pra que ela tocasse nelas com sua mão esquerda e batesse as palmas pra juntar nos seus poderes atuais, e então, ela avança contra o Amir, que mesmo que ele tivesse algum brilho azul circulando ele desde a runa de suas costas, mal dava tempo pra ele se defender, com um raio de magia solar que desintegra ele, e o dromedário de sua montaria caía perdendo controle, com mais um canto de Lariel e Stefeno, o chão era fechado e os Fomorianos restantes sentiam uma dor intensa. Emily Xir é enviada por Julie e recebe uma ajuda de Adrima pra alcançar David, e o socorrer, inicialmente fechando todas as suas feridas, e depois reescrevendo o DNA pra torná-lo regenerativo.
David: Mas o que?... Deu tempo pra me salvar?
Adrima: A gente também admite que parecia que íamos te perder.
 Emily Xir também pega um engradado de poções de vida pra socorrer aqueles que estiveram mais feridos pelo fogo cruzado, assim como Julie coordena robôs pra remontarem partes mais danificadas dos prédios, assim como Luna Pleine telefona pro John Parker sobre o que aconteceu em Quetzalcoatl.
[Era pra esse arco ocorrer no episódio anterior, mas assim como fiz em outros episódios, eu tive que picotar as histórias em episódios menores porque senão o episódio seria longo demais pra vocês lerem e exaustivo demais pra eu escrever]

> terras invertidas, planeta Caverna.
 Naej e Joana estiveram um pouco tempo no planeta Caverna, e enquanto ela estava sem entender algumas coisas como a cultura mágica deles envolvendo espirais e o Fator Utnent, chamado Labaz no idioma local, o Naej estava só tentando curtir e levar ela pra alguns parques e também visitar a floresta e ver aquelas criaturas exóticas, no entanto, quando a Joana começou a insinuar que quem sabe os Zabal sejam algum tipo de "mal menor" ou "sistema imunológico daquele planeta", os civis estavam tão furiosos que a perseguição da Joana e do Naej, por ter ocorrido perto de uma maratona olímpica durante um Festival dos Três Vetriborbes (sendo os Vetriborbes um tipo de orbe vermelho mitológico dessa cultura, sendo esses três os primeiros criados e algo como a Trindade do Mundo desse povo), basicamente a Joana e o Naej se misturaram tanto entre os corredores, o Naej estando muito bêbado se separou da Joana no caminho e chegou em primeiro lugar enquanto a Joana, em outro canto, acaba dançando junto com as damas negras que são as dançarinas de pele escura que se destacavam numa parte do Festival dos Três Vetriborbes.
 Naej, depois de ganhar uma medalha azul com detalhes brancos em forma de flor (chamada Zangha) e um certificado, leva tudo numa mochila que ele tinha comprado junto com um caderno de Jolly Boys (uma franquia de cadernos infantis pra colorir, comum em diferentes planetas na Via Láctea e que o 8Mike gosta muito) e vai atrás da Joana, e vê que ela estava bem e... ela pedia pro Naej não contar pra Laura porque ela estava com uma das dançarinas do festival depois da atuação delas terminar.
Joana: A-ah, Naej? Por favor, não conta pra Tomatina, será muito chato eu explicar o meu...
Naej: Deixa disso, garota, só quis saber onde ao menos cê tava.
Joana: T-tudo bem...
Dama negra: Ele é um filho seu?
Joana: Ele... Ele não é uma criança, só é pintor de rodapé!
 Joana tapa a boca com a mão direita, envergonhada, mesmo o Naej rindo demais, mas ele convida ela pra comerem cookies-do-amor (um doce em palito de madeira, com a tal bolachinha composta por dois biscoitos de massa de aipim com óleo de Altaflar que deixa levemente azedo, um recheio no meio ou gotas dependendo da receita, feitos de diferentes frutas misturadas em óleo de Flíher, tudo isso envolto de caramelo comum, e sim, é bem mais fino e simples do que eu fiz parecer com a descrição) juntos.
 No Corredor Altamani, grande conjunto de corredores e até mesmo trilhos do planeta Caverna ligados à dimensão Grunheim, a Tifanny esteve passando ao lado dos Hielendracos (um grupo de elfos de cabelo azul e armadura verde, e também operários e habitantes dessa dimensão) pra investigarem juntos o tal assassino Massefa que foi relatado por Mann Yajola (um pedreiro filipino e que ajuda as vendas de comida de rua da sua família em Manila, amigo de Juskim e Josh que quase foi vítima do suspeito e tá acompanhando eles por uma ideia da Tifanny de levar ele pra conhecer o espaço assim como seus amigos e o Kokoro, um primo que ele odeia), e no meio do processo Aki Les Saffra tinha sido enviado pra matar Madre Starlia pelos Manoel, do planeta Stereo, e a luta entre a Madre Starlia, o guerreiro tinmariano Aki Les e o assassino Massefa atrapalhava o tráfego, os Heilendracos inicialmente iriam interferir, mas Tifanny interrompe aquil com uma parede de gelo entre a luta e o grupo dos Heilendracos e policiais.
Heilendraco♀: Ei, por que?
Tifanny: Deixe eles se destruírem, o que sobreviver a gente pega.
Heilendraco♂1: Isso é terrível.
Heilendraco♂2: Pode acabar colocando a Altamani em risco.
Tifanny: Essa região de Altamani é ligada a que planeta?
Heilendraco♀: Planeta Caverna, policial Scarlet.
Tifanny: Ouvi dizer que um ex meu ia pra esse planeta com uma amiga. Talvez eu veja eles no caminho.
 Aki Les podia ter ficado muito cansado, e gastado a arma botânica de seu braço direito que disparava cipós e ganchos, ou o lança-chamas de enxoflama (um tipo de fluido inflamável à base de enxofre de uma planta de mesmo nome) foi totalmente destruído, mas Madre Starlia está muito ferida e o assassino Massefa... vocês acharam que ele ia render tanto tempo? Sobraram nem os sapatos dele na verdade. De qualquer forma, o Aki Les iria abater a Madre Starlia, mas o grupo dos Hielendraco pressionou pra deixar capturarem ela viva, o que foi inútil, pois o Aki Les tirou sua máscara, rugiu pra jogar todos pra longe, e levou Madre Starlia embora, pelo que há a entender pra executá-la mais longe, então, os policiais galácticos se separam entre os que vão atrás de Aki Les e os que vão acompanhar a Tifanny e fazer uma patrulha.
 Depois das aleatoriedades que Joana e Naej fizeram anteriormente, os dois foram conferir a nave espacial usada, mas ela foi roubada e o Naej teve que conferir o seu rastreador pelo Tamafone, com isso os dois seguem caminhando, ainda em direção da nave, Joana até conversa um pouco com o Naej enquanto eles não corriam ou até paravam pra se sentar ou comer um pastel estereano, que a família do tal do Simon Bohem (um encanador e mecânico de terramotores e Hovermotos que é bem popular na cidade que eles estão) faz e é tão bom quanto o original de Stereo.
Joana: Quem sabe, o cara que roubou a sua nave esteja mais feliz que você está bravo agora, a felicidade média deve ter aumentado.
Naej: Eu conheço esse meme, e é bom que eu deixe ele triste ao pegar meu veículo de volta por direito.
Joana: Hmmm... Será que os caras roubam pra vender e ter dinheiro?
Naej: Não duvida que aqui é pior que numa rua média de Novíssima Iorque.
Joana: Aff... Vamos ter que pegar aquela nave o quanto antes.
Simon: Eu posso ajudar.
Naej e Joana: Bora!

Continua>>>

04/09/25

Projeto Dream, episódio 407

> 12/11/2272; terras invertidas, planeta Caverna; Universo 255-P
Naej: Lembrando que a gente vai ter que passar por uma certa turbulência, não tem posição de impacto que nem no avião, só coloque o cinto.
Joana: Já tô com isso.
Naej: Ótimo:
Joana: É... e se eu não estivesse num desses bancos, sei lá, numa nave maior, o que acontece?
Naej: Essas naves maiores têm uma gravidade sintética mais refinada, o que elimina esse efeito.
 A nave que o grupo está usando passa lentamente até se ajustar à gravidade e órbita daquele planeta, assim como Naej remodula o controle da nave para Modo Atmosfera, reajustando as asas da nave e mudando as marchas e potência, antes deles acharem um buraco daquele planeta e chegarem a um ponto habitado, eles passam pelas cavernas, uma energia negativa tenta os esmagar, mas um Portão de Partida é acionado justamente para "pular" esse ponto, dominado por entidades antiespirais chamadas Zabal, e ao chegarem mais perto de florestas, campos e colinas, tinha os Javaporcos da Cratera ruminando raízes locais, ou sendo caçados pelos Leões das Cavernas Draconianas ou por Herbirrépteis maiores. Os Touros dos Rios (ou Touros d'Água) têm suas variações selvagens em sua maioria em pântanos, mas os domesticados eram a maior parte da carne local, e os anfíbios, quando não eram o meio da cadeia alimentar, dava pra ver da janela da nave uns grupos de humanos cuidando do que pareciam sapos ou salamandras.
 O grupo desce a um tipo de astroporto, e o Naej registra a nave, inclusive marca seu rastreador em seu Tamafone, os Iromatas eram enormes, pra Joana eram assustadores, seja pelo tamanho, pelos barulhos pesados e misofônicos, seja os clicks curtos quando eles se comunicam trocando sinais telegráficos em morse, ou os zuns daqueles menos lubrificados se movimentando, no entanto, atualmente esses robôs são usados apenas como guardas de elite e como operários dos trabalhos braçais mais pesados. Quando eles olhavam pra cima, o céu era feito por montanhas, a maioria invisível, coberta pela luz do pseudo-sol daquele planeta, que o aquece e ilumina, mas não era uma estrela, era o núcleo gasoso daquele planeta.
Joana: Naej... Você já viu isso antes?
Naej: Em alguns vídeos.
Joana: Quem gravaria aqui? É... mal me pergunte, é... além do pessoal daqui.
Naej: Exploradores, vídeos prontos de stock, documentários, os nativos também têm uma internet própria, tem um monte de opções. Vamos alugar um apartamento, a gente vai ficar por um tempo.
Joana: S-SÉRIO!??

> Deming, Novo México.
O grupo de John Parker esteve dedicando um certo tempo de cada dia pra treinarem um pouco diferentes atividades, o Toyamoto e o Pluto estiveram não só treinando seus poderes (como o Pluto treinando mentalmente pra melhorar o controle da sua cabeça planetária, pra evoluir a sua biosfera, e o Toyamoto se exercitando com a Barbara e a Kira pra ficar melhor em combate e depois pra usar seu poder corporal como arma), mas também o Pluto David esteve testando as peças velhas e abandonadas da Web Cave pra eliminar os problemas que levaram ao abandono de seus chips, discos e placas-mães, embora menos de um décimos das peças puderam ser reutilizadas, o resto o John Parker teve que levar pra equipe de Zabraan e Enna reciclar pra peças melhores.
 Porém, um aluno da escola que Dash Ethans cuida, chamado Gustav Blobby (nascido sem ossos, apenas órgãos dentro de uma massa gelatinosa, sustentado agora por um esqueleto de placa de carbônico marciana pro seu corpo ser simplesmente um corpo, e acima de tudo ele é gentil e estável), enquanto chegava atrasado ao dia de aula, acaba alertando e gritando sobre um grupo de Rubicantes e Safirazos que estavam invadindo a cidade, o que leva Dash a chamar ajuda, e assim como os guardas e policiais conseguiam impedir, em cada grupo de uns 5 mutantes, cada elementar daqueles, o John coordena seu grupo pra irem atrás principalmente da causa daquilo.
 Cinabel está ao lado do bruxo egípcio Lamaj, conhecido como Baba de Camelo, e sua acompanhante Samiria, com uma diferença de idade tão nefasta que muitos suspeitam mais que ela seja uma filha dele, mas de qualquer forma, o Lamaj também é poderoso usando magia, podendo criar mais daqueles Rubicantes e Safirazos contra os mutantes, e havia uma névoa venenosa que fazia a pele de Dean ou Sulivan rachar, fazia os braços de Maizon Valentine se atrofiarem e doerem muito, mesmo esses três dando um dano extremo, como arrancar o braço dele (mesmo já sendo metálico, pois perdeu suas mãos em troca de mais poder mágico), e Samiria levava Lamaj embora, assim como Cinabel, que estava só observando, saía logo após atormentar o grupo da Web Cave, a partir de uma profecia telepática, sobre uma possível morte do John Parker, que ironicamente, quando Giulia Valentine tirava eles do trance, todos ali viram que John Parker não estava mais lá.

> plano elementar.
 Num lugar em que o chão era de todas as cores, expresso em múltiplos elementos, tocado por pilares de prata que sustentavam um firmamento que parecia um conjunto de desenhos abstratos de serpentes, com um sol de diamante dourado iluminando a região, John caiu junto com Lamaj e Samiria, enquanto Cinabel já havia desaparecido.
Lamaj: Esse é o seu erro, uma abominação natural presa num mundo feito do que tá acima da magia. Bem-vindo a Al-Ghaib.
John: Ah, o Oculto, plano elementar, eu já estive nessa região antes, minha mãe também, não se gabe contra alguém que você não conhece.
Lamaj: Hã?
 Lamaj se irrita, e ergue os elementos daquele chão como fios que fossem em direção de John, muitos eram fáceis de desviar, outros ainda assim pegavam de raspão a sua armadura, mas suas partes extras de aranha já foram despedaçadas pelos elementos e isso ardia muito, o John se mantinha em pé, enquanto Lamaj se abaixava cansado e precisando de ajuda de Samiria, seja o levantando fisicamente ou dando alguma poção da mente ou poção de vigor, John com suas unhas arranhava uma runa que ele podia improvisar, desenhando um triângulo liso pra cima, uma espiral, e três runas nórdicas Ehwaz, e quando algo flamejante se formava, enquanto John saía correndo saía dali um cavalo flamejante que atropelava o Lamaj e jogava Samiria pra longe, e quando ele ainda tentava se levantar, sentado, ele gritava pra John, enquanto rasgava o seu manto.
Lamaj: Maldito! Como ousa ferir a minha esposa!
John: Esposa!? Credo, achei que era a sua irmã mais nova.
Lamaj: Seu Ocidente degenerado vai pagar caro por isso, AAAAA!
John: Nada disso, você vai--
Wanderley: Pagar caro por levar nosso mestre!
 Toyamoto e Pluto chegavam juntos, com Toyamoto chegando com um golpe vertical de espada que acerta do queixo ao olho direito de Lamaj, que furioso, sentia menos dor e usava a energia do plano elementar pra se curar, logo quando Pluto direcionava uma erupção vulcânica que gruda e queima a pele de Lamaj, que enquanto ele ia contra atacar com uma magia de vento, Luna Pleine chega fazendo raios caírem do firmamento da camada em que todos estavam, para contra atacar e desviar os ventos, enquanto Pluto resiste aumentando a atmosfera de seu corpo, e concentrando furacões que circulavam em seu corpo, ele dispara em forma de cortes de vento ao mesmo tempo que Ailane dá um pisão ágil na canela de Lamaj, Ailane e Luna Mariana puxam cada uma um braço dele (que mesmo que Lamaj tivesse restaurado o braço que perdeu, só não restaurou a mão por limitação de sua troca mágica) e Centaurea dá socos martelo com cada mão em cada ombro de Lamaj detrás das costas dele, e ele saía voando.
John: Como vocês chegaram aqui!?
Krono: Eu desacelerei tudo depois que o Dova voltou pra evitar que tudo piorasse, e isso deu tempo de juntar reforços.
John: Ah, que bom, mas cadê o Lamaj? Ele claramente irá voltar desse jeito.
Pluto: Não se preocupe, mestre, a Emily Xir vai tar um jeito.
John: Caralho, mas como? Trocando o cu e a boca daquele velho de lugar?
L. Pleine: AHAHAHAHAHA... Não não, bem mais sério e mais maneiro.
 Emily Xir Dermurer entra em outro buraco de minhoca pra dentro do plano elementar, trazendo uma ovelha de pescoço longo, asas penosas e soltando tanto fogo da boca que as cicatrizes da cara do animal são o que Emily não conseguiu restaurar a tempo e ao mesmo tempo que ela modificava pra tornar aquilo numa besta à prova de fogo, e então Emily só manda a fera ir atrás do Lamaj, com uma certa orientação da Pleine pra criatura saber onde está exatamente, e mesmo Emily Xir se machucando enquanto descia daquela "ovelha quase dragão", era tão leve que ela nem vai usar seu poder biológico pra se curar daquilo, o grupo aos poucos saía daquela região, só o Fugaret fica inicialmente pra trás, falando em árabe com Samiria e fazendo massagens nos ombros, mãos e têmporas dela pra aliviar as dores, e convencendo ela que eles vão cuidar dela e ajudar ela. E então Fugaret sai com o grupo.

Continua>>>

03/09/25

Projeto Dream, episódio 406

> 05/11/2272; Contra-Terra; Universo 255-P
 Na mesma Contra-Terra onde há humanoides, animais e plantas mágicas próprios, da onde saíram alguns reforços pra impedir uma invasão em Las Vegas, também o grupo ocidental do Muramasa esteve enviando alguns agentes pra ajudar a inspecionar e proteger essa dimensão.

 Mandla Bandile é um padre Flameliano da Etiópia que, embora sua função de sacerdócio não tenha a ver, seus poderes como uma força e durabilidade maior o protegeram durante umas operações braçais simples ao lado dos onis, assim como ele era bem eloquente quanto ao que ele falava sobre deuses, ou o Deus de sua igreja, pra aqueles onis que estavam o acompanhando. Derick Antoniano é um engenheiro mecânico e eletrônico, embora de etnia afro-americana e nascido em Stereo, foi criado em Hunkal e treinou sua tecnologia e arte no molde desse povo, tendo seu principal companheiro chamado DA-1, só não acostumou com o mesmo estilo de roupa deles, e prefere usar roupas velhas, principalmente algumas que Harii resgatou de uma fábrica chinesa abandonada, assim como sua colega Giovana Versace, embora ela tenha cuidado e reaprovietado algumas peças ao ponto de parecerem algo feito hoje.
 Giovana foi acolhida por seus pais e algumas tias da família Versace mais rápido que Luna Pleine foi no Clã Luna em questão de quando ela saiu do armário, o que por mais que ela conte muitas vezes o que ela é ou foi como parte de sua identidade, as pessoas não trataram diferente de outros integrantes do bloco dos Dracojuniors, o Derick ate mesmo ficou acompanhando ela e tentando ser amigo dela, uma das poucas que o Derick parecia se importar sem ter algo a ver com autoridade, diferente da "velha guarda" do bloco (Dragondorf, Tankanar, Alyx, etc.)..
 Zephon Zenn, um mestre da guerreira Amy Zônia, usuário de machados bem afiados, inteiros feitos do melhor aço da região, ao ponto do Zephon odiar o fato da Giovana ferir monstros invasores com bem mais eficiência usando esferas (palle) de bronze ou de ouro, que são metais bem mais moles e as armas conduziam especialmente o Fattore Spirale, mas ele achava fofinhos o combatente sério Joaquin Antonio, a corporima espiã gentil Maria Marisol e o safiro-gray confiante Carlos Alejandro, que estavam saqueando juntos algumas torres mágicas da região em busca de espólios.
 Foi durante essa visita e exploração que foram chamados alguns reforços na Contra-Terra, como a Amy Zonia e a Seraphina Isolta foram chamadas, e Joaquin, Maria e Carlos se perderam numa torre de luz azul no Sul, precisando de ajuda do grupo do Mandla Bandile e seus onis, enquanto Derick mantinha o portal da Contra-Terra aberto com uma Faberfaira modificada de prata.

> Las Vegas, Novo México.
 Dragondorf esteve contando algumas histórias à Oprah e ao Norville, sobre alguns discípulos antigos do Muramasa, e que segundo o mesmo homem-porco-esqueleto, eram histórias pessoais demais pra ele ostentar, mas eram de seres que impactaram tanto a humanidade que seria uma pena esquecerem mesmo que só a versão que Muramasa lembrava, e por isso que Dragondorf ouviu histórias dele pessoalmente. Um dos mais antigos foi Thorsidus, um guerreiro, embora humano, de baixa estatura, muitas vezes confundido com um anão de Nidavelir gigante, mas como o Norville entendeu pelo que Dragondorf quis dizer na paráfrase, "era tipo o Naej", e enfim, sendo um guerreiro germânico com apenas uma espada de ferro e um escudo estampado com o dragão-leão dos Dermurer (cujo símbolo nesse mundo inspirou a serpe de Bragança e o leão de Habsburgo), ele enfrentou vários guerreiros de Amon, vampiros de Poora e o que um dia foram os sparti de Pahapayar, porém, depois de uma última aventura, que Muramasa tentou resgatar Thorsidus de um templo perdido das águas, o mesmo já estava enfrentando serpentes, e decapitando serpentes, e morreu num empate contra uma fera em forma de planta carnívora enquanto protegia a esposa dele, sequestrada por um povo de reptilianos. 
 Mas pro Dragondorf, e também pro Charles e Tankanar, uma história mais leve e divertida foi a de um esquadrão sem nome, quando Muramasa esteve formando uma equipe no Ocidente para proteger a Terra, enquanto Piccu esteve operando no Japão. Nessa época o Muramasa teve uma equipe com o magnata Reginaldo Batista Silveira Jr. (um mosmano meio mamídeo-de-leão e meio humano, embora empresário de café, também conhecido por fazer ferrovias no Sudeste e criar o primeiro cabo submarino de comunicação para Portugal), Sergio Alejandro Pacheco Hernandez Romero del Golfo (um cowboy de uma região onde um dia foi entre o Novo México e o Arizona, quando eram territórios mexicanos, era um arqui-inimigo de Clint Volt e um atirador extremamente forte, capaz de matar um hiperdragão da deusa Poora com tiros no pescoço por seu revólver), os nobres Sir John Peter Dermurer X (um dos melhores cavaleiros do Clã Dermurer, mestre de espada e capaz de controlar aço, fogo e raios) e Luna Gwenmorgana (uma nobre do Clã Luna, que ajudava a equipe com orçamento assim como os Dermurer, mas enquanto os Dermurer investiam em pesquisas e peças de máquina, os Luna contratavam mão de obra para tarefas menores do esquadrão, ela e o John Peter se gostavam, mas eram proibidos de se relacionar pois os Redlar que eram aliados das Luna eram inimigos dos Dermurer na época), o pugilista e fisiculturista Eric Leon Bricks (um grande atleta de levantamento de peso e também bem forte, além de ter uma mutação natural que o dava tanto controle sobre o corpo dele, que com sua força natural ele já puxou um trem de Reginaldo quando estavam sem combustível, e ele até mesmo quebrou o pescoço do Campeão de Pahapayar e incapacitou o Abraxas quando o mesmo existia mais de uma vez).
 O grupo lutava contra vampiros que estavam sendo um problema no Oceano Atlântico, ainda mais no Caribe, mesmo vampiros sendo considerados mais animais selvagens do que monstros, eles ainda conseguiram se organizar em uma das maiores organizações de piratas em meados do Século XIX, enquanto o grupo de Muramasa esteve operando mais no Hemisfério Norte, inclusive usando uma pizzaria dos Cristigallo como ponto de encontro, até que Piccu trouxe ao grupo o samurai Same Asahara (um piscêtropo de tubarão branco, com armadura de pele de dragão e um par de katanas forjadas por elementares, ambas com alto poder sobre a água e o vento, e mesmo sendo sério e frio no começo, depois dele ajudar a equipe a massacrar os vampiros piratas, ele começou a desenvolver uma atitude mais descontraída e alegre com eles, gostando mais do John Peter e do Eric), houveram múltiplas fotos desses integrantes, juntos e separados, em grupos menores ou inteiros, e com mais colegas, mas só uma o Dragondorf pôde achar na base, felizmente uma foto do grupo inteiro, faltando só o fotógrafo Pablo Francisco Dermurer (um Dermurer primo de John Peter que fundou parte da divisão espanhola dos Dermurer, também um grande fotógrafo e pintor amigo de Picaso).
Naej: Então no Distrito 415 no Setor S, há uma facção de guerreiros reptilianos extremamente violentos, mas também que têm um estilo de arte tão único que as ruínas daquelas regiões inspiraram algumas regiões.
Frieda: Espera, você ouviu falar dos Dhagoni?
Brigitte: Pensei que você não chegou a ouvir falar desses caras, mas...
Naej: Na verdade eu achei que nenhuma desse clube soubesse, cês podiam tar muitos ocupadas com magia da Terra.
Brigitte: Você já achou um Astroperegrino? Ou quem sabe, você viajando pra lá e pra cá que nem numa história infantil espacial conta como um Astroperegrino?
Naej: Não faço a menor ideia, eu nunca vi um desses, mas também não sou um porque Astroperegrino simplesmente vive de viagens espaciais, talvez a Tifanny seja uma mais do que eu.
Carmen: Qual desses é mais fácil de achar?
Naej: Olha, acho que os dois são tão difíceis de achar que nem os S-Setorenses acreditam que esses grupos existam, mas desses os Dhagoni são os piores, tanto que magos espaciais do planeta Coração recomendam que não vão nem pras ruínas e castelos deles porque há muita energia negativa.
Carmen: Tem como, tipo, tacar uma bomba nuclear lá e acabar com tudo e expelir essa energia negativa?
Naej: ... Não vale a pena, seja pelo peso cultural dessas regiões ou pelo medo de espalhar energia negativa com a destruição.
Avamma: Petite, você quer mais alguma coisa?
Naej: Mais um cheesecake de morango, tá ótimo.
Avamma: Certo.
 Miko ainda olhava o Naej de longe, suspeitando que ele comece a agir estranho na Cafeteria Larapink de novo, mas a Avamma estava feliz com o Naej estar sendo amigo de umas integrantes de menor grau e até trocando relatos de "cultura mágica espacial" (ainda que o Naej não saiba se o povo Dhagoni tenha mesmo habilidades mágicas, já que nos relatos é dito que os Dhagoni tendem a torturar mais ainda os usuários de magia de Ego, e os Astroperegrinos na verdade usam aparelhos extremamente complexos ou com efeitos de diferentes tipos no espaço, o que só é confundido com magia), e Joana, tentando se sentar ao lado da Frieda e Brigitte, e mesmo elas sendo muito magras, isso apertava elas, e a Joana tentava conversar com o Naej sobre animes, como Blue Star, Katanas do Destino, mas quando foram falar sobre poderes dos personagens, a Joana tentava encher o saco sobre o quão mais poderosos eram os mechas do anime Shin Kamiboshi em relação ao Chizuka de Blue Star, mas Naej, de saco cheio, só pedia a conta e a fatia de bolo, enquanto convida Joana pra uma viagem com ele na nave da O&S que ele tava usando.

> 11/11/2272; espaço sideral.
 Naej e Joana estiveram viajando no espaço, inicialmente ele foi apresentar os chefes e uns colegas de equipe dele pra Joana, e a Joana se apaixonou muito fácil pelas flamígeras que estiveram na equipe, seja a Otasha (que talvez Joana Diamonds tenha se apaixonado mais ainda por ser a chefe, e se sentiu triste por ela já estar casada e cuidando de um filho dela com o Shiro) ou algumas que um dia foram colegas e vizinhas de Otasha e agora estão alternando entre alguns serviços de telemarketing (que, por ser mais eficiente, menos irritante e ligado só para clientes interessados no serviço, varia entre telefones e Superfones) ou guias turísticos, algumas mais acostumadas aos uniformes até mesmo operam em lojas da empresa, porém, uma mais similar a uma fox-paulistinha humanoide, com um bodysuit azul de peças brancas com peças de armadura magnética, ainda com um penacho tradicional e uma saia amarela da Guilda de Delfim (seja referente à constelação de origem ou ao lendário Delfim da mitologia grega, e a ser uma guilda de navegadores e mercadores), ela esteve visitando essa nave pois foi contratada pela O&S para um consórcio entre a empresa e a guilda.
Joana: Ah, esse é o meu número, e... espera, quem é aquela?
Atendente flamígera: Kyara Natznik, ela é de uma constelação distante, o Naej te falou sobre o planeta Stereo?
Joana: Não, e nem essa... Voidea Delphinus Guilder?
Atendente flamígera: Guilda Espacial Delfim, eu também te explico o que é.
[Essa Kyara, a propósito, é uma homenagem à fox-paulistinha de estimação minha, chamada Kiara, que eu não lembro os anos exatos, mas meu pai adotou a Kiara quando eu e ela éramos pequenos, com o tempo ela esteve doente, aos poucos ela morreu de câncer no começo desse ano, menos de uma semana de diferença de um tio mais velho meu, a personagem era pra ser só um easter egg, mas até escrevendo aqui eu repenso o peso emocional]
 No entanto, Joana fica um tempo a mais do que esperava, pois o Naej resolveu sair pra ajudar e guiar essa Kyara numa expedição, pra Joana foram umas 7 horas, mas pro Naej foi cerca de um dia e meio, com um total de 15 horas de caça de grandes feras de Skarabis na Constelação Delfim e o cultivo de materiais para fabricar sal negro em Isandi (ele não esteve na manufatura, mas arou muita areia em busca dos minerais e carvão usados para os Jud'Ahara produzirem o Sal Negro, e ele nem cobrou dinheiro, mas sim um tanque de hidrogênio adicional pra ele usar na nave própria dele), e então o Naej volta para, junto com Joana, visitar o planeta Stereo, onde ele podia ver seus filhos, só não viu a Tifanny no dia exato porque ela estava ocupada numa expedição à procura de um assassino Massefa que ainda estava causando problemas em alguns sistemas estelares vizinhos.

> 12/11/2272.
 Durante algumas das viagens, Naej mostrou a advogada Zefira Meli, que a Joana não esperava que tivesse outros tipos de humanos com nanismo, da mesma forma que ela não sabia que o povo de Mamba Negra (que inclui um amigo do Naej chamado Berdinet, de uma altura similar à do Naej e da Zefira) ainda tivesse um setor primário (principalmente pecuária e coleta de frutas) complexo, embora não ao ponto de haver exportação planetária, diferente do setor secundário (em sua maioria as minerações e as máquinas), e durante um jantar num restaurante de Mamba Negra, eles conhecem Lizandra I (uma turista que está aproveitando as férias de seu emprego numa empresa de escritório em Glisera) e Taya Kaya (uma Barita parrana que está numa viagem nesse planeta durante seu intercâmbio), que a Joana até queria saber quem seriam, mas realmente elas não pareciam querer conversar.
 De qualquer forma, a Joana estava comendo um tipo de macarrão com torikis (tokiri sendo um tipo de bolinho de carne coberto de massa de vegetais nativos apelidados de milho-negro e batata-azeda de Salmar), e achando que podia alegrar o garçom ou o cozinheiro, ela fazia uns sons tipo "hummm", "nhom, nhooom", enquanto comia, mas o Naej dá um pescotapa nela.
Naej: Que catenga que é essa, menina? Tá quente demais ou tá com pimenta-aranha?
Joana: Ah, n-nhão, é que... é que...
Naej: *sigh* Só coma quieta, tá?
Joana: *gulp* ... Você ainda vai me levar pro planeta que parece com a Terra de Shin Kamiboshi?
Naej: É mesmo! Mas você quer ir pro banheiro primeiro? Lá é mais longe e não tem banheiro na nave que tô usando.
Joana: Mas não usa, sei lá, nave velocidade da luz?
Naej: Não, essa nave usa Portões de Partida, e é necessário vários desses buracos de minhoca pra chegar no ponto necessário, e isso leva minutos. Motores FTL são caros demais pra isso.
Joana: Tá bom...
 Joana vai atrás de um banheiro, cada banheiro (um masculino, um feminino, e um "banheiro valete" - banheiro unissex caso um dos outros estiver ocupado) tem uma única cabine, com uma privada branca, paredes pretas de mármore-carbori e alguns móveis, como a pia, de mármore-terra (um mármore verde sagrado da região, comum em diferentes móveis com base ou derivação em mesas), a torneira é de um bronze bem claro, parecendo um ouro duro à primeira vista, e na linha verde da parede, haviam três ostras.
 "Três ostras?", pensava Joana quieta, "É uma referência engraçada ao Demolidor, filme do Stallone", e testando as peças, a com um círculo soltava um sabonete líquido neutro, sem cheiro mas bem eficiente, o de triângulo liso pra baixo soltava o bidê da privada, e o com um triângulo riscado pra cima era um secador. Joana põe sua roupa de volta (mesmo ela indo só mijar e depois passar água da pia pra lavar a boca, ela tinha que tirar a Femmesuit inteira do corpo antes de se sentar na privada) e pede pro Naej levar ela logo pro tal planeta Caverna.
[Pode não ter ficado tão bom, mas espero que esse desenho ajude a representar o que seria uma pia desse banheiro]

Continua>>>