Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

22/10/22

Projeto Dream, episódio 60

> 10/06/2255; espaço sideral; Universo 255-P
 John Parker está em um planeta alienígena à procura de sementes de bola-dragão e também de algumas bactérias nativas desse planeta, enquanto ele também trazia Cream Sydra e Jaine Bira para lá para que eles possam pesquisar juntos. O gramado desse planeta é roxo, o solo é em boa parte vermelho, e a maioria dos animais são ou se parecem com dragões, alguns sem asa como os da espécie hocertiana, e outros com asas como os que tem nos planetas prateado e Coração, mas havia espécies aquática que funcionam como o dragão terrestre real.

 Esses dragões são de fato imensos, mas estranhamente os mais cruéis e violentos são os menores, desde o tamanho de cobras ou lagartos peçonhentos até o tamanho de um Crocodilo do Orinoco no máximo, enquanto os dragões que se pareciam mais com dinossauros (daqueles dos modelos de shakespeare) são dóceis, frutíferos, alguns herbívoros, e aqueles carnívoros, ainda imensos, preferem caçar os dragões cruéis e pequenos, porque eles tinham mais carne e carga mágica que os alimentava.
 Enquanto isso, Alyx, Tankanar e Paolla Tequila estão matando seres parecidos com vampiros, chamados por lá apenas de pragas ou praganeus desgracer, que eles têm um corpo esquio e magro, humanoide, mas com traços insectoides.
Paolla: Como vocês são tão acostumados a matar essas coisas como se fosse nada? Isso... isso não tá sendo tão bárbaro quanto eles?
Tankanar: Isso depende, pra você é barbaridade neutralizar alguma coisa que pode destruir o mundo?
 Tankanar pega um praganeus, o suspende acima dele, e o rasga ao meio, puxando o bicho pelos lados respectivos de seus braços, ainda inteiros, fazendo cair muito sangue nele e no chão, aquilo assustava Paolla, ela era pra ser a mais séria e corajosa das 4 meninas de 716-Y, mas ela parecia muito covarde num momento desses.
Tankanar: Deixa eu adivinhar, você nunca matou nem um rato... De wa?
Paolla: Não... não é isso...
Alyx: Olha, miga, se você não aprender a matar essas coisas, uma hora essas coisas que te matam.
 Paolla ainda estava abismada com aquele banho de sangue que teve lá e até questiona se eles que eram a raça errada, mas sem poder responder de forma decente, Tankanar nocauteia ela com um golpe na nuca, e eles a levam para um local que possam conversar em segurança. Enquanto isso não rola, isso é, enquanto eles só estão levando ela para alguma hospedagem, vamos ver outras pessoas que não estão ligadas ao Construto de Muramasa e nem as garotas do Universo 716-Y, vamos ver como está o Haraniku.

> geral, planeta Coração.
 No caso, ele não está mais no planeta Coração, e ele recusou as ofertas do Ministério da Magia de Coração, e os 5 membros desse Concelho estão dispostos a caçar Haraniku, o dando como castigado por suas ações, seja a morte do Cavalante que eles ainda mantiveram rancor, ou porque ele está contra o Ministério, que é a ordem mais alta daquele planeta. Ele teve de fugir de pouco em pouco, porque ele não tinha um Ego de fato muito aberto, afinal, a maioria das suas magias eram prontas em livro, e ele não sabia os locais certos para criar seus portais.
 Magos do ministério da magia do planeta Coração estiveram invadindo e destruindo vários planetas à procura do Haraniku, mas eles acabam só encontrando a polícia e marinha espacial, que foi golpeando mais ainda os shiniitas, e irritado, 06 - o membro do Concelho Galáctico responsável pela justiça - foi logo conferir o que aconteceu, mas não sem antes, é claro, atacar as cidades com um vírus mortal que afeta todos eles, eliminando especificamente soldados e políticos de lá, enquanto nanorrobôs são aplicados por ele no planeta para secretamente vacinar as pessoas que não estão envolvidas.
 06 está bem pronto para a Fase 2 do seu ataque, que é de sequestrar os líderes da região, para assim chantagear o povo shiniita ainda saudável a fazer uma escolha importante: Aqueles líderes ou o planeta deles. Uma votação muito rápida começava a subir, e com isso, 51% das pessoas votaram na salvação do Ministério da Magia ao invés de salvação de suas cidades, vilas e tribos.

> 11/06/2255.
 "Muito bem, eu achei que vocês, sendo o 'povo mais bonzinho dos mais poderosos', vocês teriam um pensamento menos utilitarista de poder escolher salvar mais pessoas, mas como vocês são estúpidos que nem os esquerdistas em país de terceiro mundo, vocês preferiram os líderes só porque eles são líderes e vocês chegaram a um senso comum de que líderes são seres divinos, não seres meramente importantes, inteligentes ou qualquer porcaria que sejam eles, eu não vou obedecer às suas votações, e irei desfazer tudo o que vocês criaram", diz 06 por uma tecnologia telepática que alcançou o mundo todo deles.
 01 interrompe aquele caso que 06 estava fazendo, e adverte que eles têm prioridades ainda mais sérias, 06 até pensa sobre o caso e lembra sobre todo o dossiê de crimes desses seres, sendo 90,6% dos crimes cometidos por eles fraudes de documentos, ocorrências, corrupção, lavagem e desvio de dinheiro e difamações, mas os mais recentes envolvem a destruição de alguns planetas da Agência. 01 entende o que está acontecendo, mas pede pede uma coisa.
01: Olha... Só deixa eles em paz, eles são muito preciosos para a gente.
06: Bem, e quanto aos líderes?
01: O Ministério da Magia? Liquefaz eles, eles sempre foram um obstáculo pra gente.
06: Certo.
 06 joga os cinco membros em uma câmara cheia de liquidificadores e serras gigantes, que despedaçam eles como se fossem só fatias de melancia e morango numa mistura.

> Phantom Penn, Camboja.
 Em uma área distante no Camboja, agora no planeta Terra, os mantis de Bl'shgar estiveram fazendo umas pesquisas ainda mais em segredo, eles estiveram instalados na Ásia por um tempo a mais do que os outros continentes, e um dos experimentos dos mais recentes deles é um projeto de superhumano capaz de superar a maioria das armas mais fortes da Terra, e com isso, eles poderão concluir a sua colonização.

Continua>>>

As Aventuras de Tifanny e Naej, Vol. 3

> 09/06/2255; espaço sideral; Universo 255-P
Tifanny: Já parou para pensar que, quando você tem capacidade de questionar a sua existência, você paradoxalmente se mostra ser um ser que existe?
Alyx: Explica melhor, miga...
Tifanny: Basicamente, quando você não existe ou está vivendo numa simulação, qualquer força maior te bloqueia de ter capacidades de questionamento, falsamente convencendo que você está de fato existindo.
Naej: Basicamente, é que nem uma democracia cósmica que você não precisa votar para alguém te liderar, porque não temos líderes cósmicos.
Alyx: Acho que dá pra entender... René Descartes e Karl Popper finalmente se conectam.
 Alyx sorri para os três, embora não dê para ver porque ele é todo transparente, mas mesmo assim, eles ignoram o resto da conversa para curtir o sol duplo do planeta Talbelar, um planeta quente de solo gelado e atmosfera rasa, aquilo era bem arriscado para humanos comuns, mas pessoas do espaço costumam visitar esses tipos de lugares por passeio.

 Depois de completarem uma hora por lá, eles se arrumam e vão para outro lugar para viajar, e reorganizando sua nave espacial, eles três vão para um restaurante no espaço, que diferente da maioria das instalações nessas civilizações vialacteanas, fora dos planetas, aquele lugar não tinha a forma de uma estação anelar, e sim como se fosse uma ilha metálica, e almoçando lá, eles descobrem diferentes pratos de culturas alienígenas e terrestres misturadas, e o que eles escolhem são:
  • 3 pratos de Macarrão al dente com polvos batattianos;
  • 1 cappuccino de barsiblam com mentas marcianas;
  • 2 vitaminas de banana mutante de Kepler-22b;
 Os três comiam macarrão com tentáculos de polvo (tentáculos esses que pareciam muito com algumas comidas de Ben 10), mas só a Tifanny escolheu o cappuccino de barsiblam com menta, e claro, a refeição durou menos de 1 minuto porque os três comiam muito rápido. Algo estranho sobre como o Alyx come, é que a comida, não sendo transparente, é vista sendo mastigada e engolida chegar no final do esôfago, em que a comida desaparece por completo antes mesmo de aparecer no estômago. Depois disso, eles comem pães de Kalu, uma espécie de pães doces parecidos com sonhos ou donuts americanas, mas de um sabor meio ácido, mas agridoce o suficiente para lembrar vagamente chocolate.
Tifanny (ainda comendo): Nossa, que estranho, que sabor é esse?
Alyx (também de boca cheia): Parece chocolate com limão. É...
Naej: *gulp* É chocolate rubi.
Tifanny e Alyx: Humm?
Naej: O quarto tipo de chocolate, que ao invés de fermentarem o cacau eles o misturam com ácido cítrico, o que substitui a acidez da fermentação normal. Fora isso, o cacau desse chocolate já é naturalmente rosa.
Alyx: Genti, isso é maravilhoso.
Naej: O sabor do chocolate ou a curiosidade?
Alyx: Não sei, Petite, acho que os dois.
Tifanny: Esses doces parecem bons mesmo, vou fazer um check-in.
 É claro, a Tifanny anota o wi-fi daquele bar espacial com o seu tamafone, e claro, Alyx estranhava aquele telefone, mas a própria Tifanny explica, enquanto isso Naej se distrai e sai da mesa pra interagir com um trem da alegria que tinha no bar, e quando Tifanny percebe que o Naej não estava mais ali, já era tarde. Tifanny e Alyx saem de suas cadeiras e vão à busca, interrogando cada um do pessoal sobre o suposto sumiço dele. Alyx interagiu com 17 seres (10 masculinos, 5 femininos e 2 de gêneros que ele nem sabia que existiam para aqueles seres), e Tifanny conversa com 21 pessoas (19 delas sendo mulheres e 2 sendo homens), nenhum de espécie humana (ou pelo menos não da espécie terrestre).
 Alyx, cansado, vai para algum banheiro ou o que seja que tenha de parecido com um banheiro naquele bar galáctico, e em um corredor que brilhava em azul bem mais do que as outras salas, ele se depara com duas portas: uma sinalizada por uma plantinha crescendo à esquerda; e a segunda sinalizada por três gotas. As duas tinham 3 símbolos extras nas beiradas, mas aquilo não fazia sentido, para eles parecia bichação.
Alyx: Okai? Vou esperar saírem para entender o que são esses...
 Saía da porta esquerda um homem batattiano, mas pela fisiologia dos batattianos, reconhecer um macho ou fêmea pelo corpo era mais difícil do que identificar um macho ou fêmea entre besouros.
Alyx: Signos? Okai, eu vou esperar o segundo, hehe...
 Dessa vez saía da porta esquerda uma mulher Pimpu, e ele desiste e, chutando, ele entra na porta esquerda. Ele entrava lá, e via que não tinha mictórios, então ele pensa se aquele banheiro era inclusivo ou simplesmente as pessoas usam mais as privadas para urinar, mas pensando nisso, ele fala:
Alyx: Caramba, imagina o cheiro de urina daqui! Espera, pensando bem, aqui tá bem cheiroso...
 Mulheres de diferentes espécies começam a perceber que a "gargantilha voadora" não era só uma alucinação, ou uma pareidolia aleatória, era mesmo alguém invisível de roupa. Aquelas mulheres, de diferentes aparências, a maioria humanoide, ficavam bravas em saber que tinha uma unidade masculina ali.
Mulher 1: Eu sabia.
Mulher 2: Lá vem um vagabundo invisível se aproveitar da sua transparência pra ver mulher, é um pervertido.
Mulher 3: Se fosse na Terra isso teria morte.
Mulher 4: Não acho que teria muito por um homem aqui- oh, liguei a visão infravermelho e entendi tudo.
Mulher 5: Peguem ele!
 Alyx saía dali e, quando ele tomba com alguém muito menor que ele, que coincidentemente se abaixa, ele tropeça e some para aquelas meninas, que desistem de encontrar, já que a pessoa agora sumiu. Agora o garoto invisível saía furtivamente dali, indo de encontro com a Tifanny.
Alyx: Você já se encontrou com o Petite?
Tifanny: Primeiro, pare de chamar ele de "Petite", ele é o apelido carinhoso de namorado que fiz pra ele, e segundo, não, não achei o Petit-
Alyx: Espera, Petite não é o nome verdadeiro dele!?
Tifanny: Ué, por que seria?
Alyx: Sempre ouvi você chamando ele assim, então achei que era esse o nome dele.
Tifanny: Todo mundo que sabe o nome dele chama de Naej, e nem eu fico chamando ele de Petite.
Alyx: Ai, droga... Aliás...
Naej: WUUUUH!!
 Naej estava curtindo dançando numa mesa, remexendo seus braços em movimentos retos e rápidos, com varetas, cinto e ombreiras fluorescentes de brilho elétrico e metálico em diferentes cores, algumas nem sendo registradas na Terra (exceto em faculdades grandes como Fatec e Harvard), assoprando um apito de sons bizarros e com um óculos escuro que mudava a cor de seu brilho. Tifanny foi logo abraçar ele.
Tifanny: Oh, Naej! Eu tava com tanta saudad-
Naej: Não me toca não, esses trecos que tão em mim são mais radioativos que plutônio!
Tifanny: Ergh! *solta ele* Como você tá vivo com essas merdes?
Naej: Ué? Meu corpo já nem é mais físico que nem antes, eu sou só fogo, e as partes que se veste não matam, olha só, só é tóxico se tocar nessas partes que brilham. Legal, né?
Tifanny: Cara, você é muito louco!
 E os dois dançavam agora juntos, Naej ainda soprava o apito que fazia sons de dubsteps e Tifanny cantava tudo que vinha em mente.
Tifanny (cantando freneticamente): Aaaah, mexe, remexe e arrebenta, mexe, remexe e arrebenta, ele é o Naej, o rei do Banga Changa, ele dança que nem o Terrence Crews, e apita Skrillex, HUH! Batatas, peixes, caixas, Plumbus, PC da Positivo! Mexe, remexe e arrebenta! Aaaah, liga botão, desliga botão, liga botão, dá um mortal de costas, liga botão, desliga botão...
 Naej não aguentava, e ria, e cospe o apito fora.
Naej: Tava boa quando você tava falando "liga botão, desliga botão", mas mortal de costas? What da fuck, essa me pegou!
 Enquanto isso, um agente infiltrado, no caso, um cão estereano de terno multicolorido e com uma espécie de óculos tecnológico com mecanismos avançados, substitutos fáceis de celulares e câmeras, além de perfeitamente camuflado como um óculos comum, esse está se infiltrando no bar, à procura de um procurado que descobriram que se instalava aí. O agente infiltrado ia investigando por aí e perguntando para o bartender enquanto bebe um Soldado de Aldebarã (uma bebida alcoólica laranja à base de frutas nativas da constelação de Touro) batido, e ele descobre onde está o bandido, aquela bebida era apenas uma distração, sabendo que ele poderia se esconder em um lugar agitado com um detetive supostamente com a guarda baixa.
O agente: Eu acho que sei onde é.
 E claro, ele tava sendo visto por boa parte dos inquilinos do bar espacial, e a pessoa procurada ali no meio se revela ser uma entidade semelhante a um inseto extremamente híbrido, de exoesqueletos pretos e olhos que brilhavam dourado, e a criatura falava em uma língua anormal logo antes do cão estereano destruir a criatura com sua pata sônica, uma explosão, um estrondo, um susto, as pessoas se apavoram com a situação.
 Mas, com uma espécie de pistola da amnésia, o agente consegue apagar as memórias do ocorrido, e envia alguns operadores para limparem a área. Tifanny, Naej e Alyx vão embora sem entender nada.

Fim!

21/10/22

Belazarte

> 25/05/2255; montanhas do sol, planeta Krippa; Universo 255-P
 Dragondorf e Charles conseguem achar folhas de erva Baluzar e Xiza e Ralberto estão buscando cogumelos lunares, tudo nas Montanhas do Sol, cadeia de montanhas principal do hemisfério Sul ao ocidente daquele planeta, e enquanto isso, uma facção criminosa nativa dessa região descobre que há pessoas colhendo plantas e fungos especiais daquela região além deles. Essa facção, a Ibalar Hambalar, é uma máfia de homens que cresceram nas cidades pobres e vis daquela cadeia de montanhas perfeitamente quentes e chuvosas, e ao ascenderem, criaram uma sociedade autoritária e que escraviza as pessoas pelo vício.

 Os aventureiros principais conseguem muito Baluzar para a produção de calaboquina caseira, inclusive, Xiza descreve como era a erva para Charles, desde os detalhes minuciosos em sua aparência até suas propriedades.
Xiza: Essas plantas não nascem por sementes como a maioria dos outros tipos de planta, na verdade, depois de fecundar os gametas, uma pequena bolsa é formada armazenando uma miniatura dessa espécie.
Charles: Caramba, feto de erva!
Xiza: Outra coisa, é que essa é uma das últimas espécies do gênero Pitaluva, que possui folhas azuis à base de belefila, em vez de verdes à base de clorofila, ou vermelhas, laranjas ou amarelas à base de crasitatos.
Charles: O que é isso?
Xiza: Basicamente, é uma organela de uns gêneros de planta daqui e de outros planetas, que traz cores quentes a essas plantas.
 Os cogumelos lunares, enquanto isso, Ralberto que colhia, eles eram completamente pretos com um brilho de cores que variam dependendo da visão dos seres vivos, podendo ser marrom, amarelo, verde musgo ou azul YInMn para aqueles que veem cores ultravioleta, mas de noite, eles ficam em posições mais eretas, brilhavam em azul marinho extra escuro, com os tons extras de cores sendo sobrepostos por outros tons de azul, e seus esporos brilham no escuro ou em níveis de iluminação como o da noite, que nesse planeta, era mais escura que a da Terra, animais chegam a usar isso para se guiarem durante a ausência de estrelas no céu e em dias que a lua, menor que luas como Deimos e Fobos, de Marte, não está cheia.
 Dragondorf, enquanto isso, está vigiando o carro e organizando as cargas que os outros três conseguiam, porém, membros da Ibalar Hambalar apareciam em carros bem grandes, ou pelo menos algo parecido com carros, que diferente do jeep voador de Dragondorf, eram carros grandes, movidos sobre patas mecânicas que podiam andar em diferentes relevos.
Dragondorf: Ah, que porcaria.
Charles: E aí, o que tem aí?
Dragondorf: Aqueles mafiosos danados que Carlis tinha nos avisado. Rápido, entram no carro!
 O grupo entra no jeep com as ervas e os fungos, e Dragondorf, antes de ir dirigir, invoca uma corrente de ar tão pesada que esmagava e derrubava todos aqueles carros krippenos (ou seja, de origem em Krippa), e com a terra, soterrava tudo.
Charles: Mas... mas... o que acabou de acontecer?
Dragondorf: Magia, muita magia.
 E então, eles seguem reto para o Norte.

> Bliber do cais de pedra, planeta Krippa.
Carlis: Huummm, vocês conseguiram mesmo, vou preparar o máximo possível.
Dragondorf: Bom, vou deixar algumas plantas aqui com vocês, pra caso precisarmos dessas plantas, elas são difíceis de cuidar, sabe...
Carlis: Nada feito, não posso cuidar desse tipo de erva com o jeito que são vistas as substâncias da Baluzar aqui. Levam pra vocês.
 Dragondorf e Carlis ficavam discutindo, enquanto Charles estava curtindo uma lua de mel com a Xiza no quarto da mesma, os dois, sem muita roupa, e se curtindo e se abraçando numa cama dura de cobertores ásperos. E quando Charles e Xiza saíam, vestidos e envergonhados, inicialmente o Charles ia disfarçar que não se engraçou com a moça, mas Xiza conta o que fez para seus irmãos, e um deles, Hamalo, conta um segredo.
Hamalo: É... você sabia que a Xiza tem gripe sexual da fraqueza aviúnica?
Charles: Traduza.
Hamalo: Bem, é uma SIDA espacial.
 Charles se preocupava, perguntava a Xiza se era real, e era mesmo, ela achava que, só porque ele não era um aviúno krippeno, ele não iria se contagiar, mas ela descobre que tudo que qualquer outra espécie podia contrair, humanos podem se contaminar com muito mais força, como no século XIII, nos anos 1980 ou em 2019. Dragondorf entende o caso, e termina o processamento de calaboquina para um remédio complementado com filtração com cogumelos lunares e destilação ao fogo puro, e ao comprimir em cápsulas de colágeno, ele dá um dos remédios para Charles, e diz que deverá tomar isso em 3 dias.
 Depois disso, a dupla vai embora.

> 26/05/2255; espaço sideral.
 Dragondorf aparece com 3 caixas de remédios feitos à base de calaboquina, que ele chamou de "quietalona", com base no nome da matéria prima, para um hospital galáctico gratuito em Zeta Antila, financiado pelo governo para a agilização dos poucos serviços concedidos aos pacientes, e ele diz que é uma doação, o plano dele deu certo, e... sim, o Charles ainda tá se cuidando com uma caixa reservada pra ele.

Fim!

20/10/22

Escuridão

> 24/05/2255; vilas quietas, planeta Coração; Universo 2222-RR
 Haraniku não resistiu à maldição de ter eliminado o Cavalante, a escuridão era realmente poderosa, e em sua mente, Haraniku estava cercado por esse força, uma energia atroz que os shiniitas haviam a selado há milhares de anos atrás, e enquanto seus pergaminhos de selamento estão em segredo há tanto tempo que suas bibliotecas foram esquecidas, e as remediações foram esquecidas, Haraniku estará sofrendo.

> ???, espaço sidera; Universo 225-P
 Campeão, em sua cruzada contra o universo, derrotou vários povos da civilização humana-alienígena, da G.A.H., e ele tomou várias relíquias para Pahapayar, porém, em seu segundo embate direto contra o Concelho Galáctico, diferente do primeiro após a invasão ao sistema de Proxima Centauri, ele foi humilhado.
 01 era acreditado como o mais fraco e covarde por "ser só um líder", mas ele e sua tecnologia eram as coisas mais otimizadas já presentes na história daquela galáxia, e unindo os artefatos de realidade da 02, como o tesseract, e as armas temporais de 04, eles fizeram uma grande armadilha espacio-temporal, com milhões de anos de luta e tortura passando em menos tempo do que o Campeão sabia contar, nenhum evento a partir daquela luta passou, porque tudo o que ele passou era uma mentira, tudo o que o Campeão aprendia, o Concelho se adaptava, e contrariava com potencial máximo, toda tentativa de resistência era aniquilada pelas armas dolorosas de 06, 07 enganava Campeão com seus truques mágicos e ilusórios, e todo armamento mágico que o Campeão saqueou em comparação às armas arquitetadas por 05, era como um graveto afiado perto de uma bazuca RPG, e eles eram os únicos capazes de matar o Campeão, mais e mais de uma vez.
Como dizia 01
A partir de então, os assassinos irão morrer, os ladrões perderão seus bens, os estupradores serão torturados, e os terroristas perderão seus lares, e assim, nenhum justo será puxado para as trevas

> vilas quietas, planeta Coração; Universo 255-P
 Haraniku está bem, ele contou o ocorrido para a vila, e as pessoas estão bravas com ele, menos Ferg, Ferg ainda confiava nele, e então, ele buscou uma solução para isso, mas por enquanto ele entregou a 'Niku um Olho de Medjed, um artefato em forma de um ovo brilhante com um olho, que protegia de diferentes tipos de males, sua fabricação ainda é secreta, e só é liberada entre magos e alquimistas profissionais, porque realmente é um trabalho cauteloso de se fazer, e qualquer erro em sua construção pode gerar maldições.
 Aquilo era só para manter Haraniku ainda com uma luz em seu caminho na escuridão, mas ele viu aquele oferecimento de Ferg como uma forma de amizade, uma ligação emocional que iria guiá-lo até sua salvação, como o nabo com brasa de Jack'o Lantern, e assim como Jack não pôde ir ao Inferno pela promessa, e nem ao céu pelas reprovações, Haraniku não está mais entre os bons pelo seu erro, mas ele se recusa a cair no mal por sua promessa de combater esse mal.

Fim!

17/10/22

Uma pausa

Isso aqui é um "não-episódio", um daqueles blogs em que eu publico para conversar sobre alguma coisa, e esse é um caso raro que não é sobre curiosidades rápidas da história, mas sim um aviso. Vou deixar a história em um pequeno hiato, enquanto eu estarei jogando Pokémon Crystal.

E... sim, tô indo muito bem, no momento que tô publicando esse blog, eu já tenho:
  • um Croconaw L 18
  • um Togepi L 11
  • 23 Pokémon capturados na Pokédex
  • uma box cheia
  • a primeira insígnia
Hehehehehe

Enfim, não vou abandonar o Projeto Dream por jogos, eu já joguei mais jogos muito tempo antes mas também eu deixei de jogar a maioria por causa de P.D., aí é só umas pequenas férias pra jogar um jogo que eu nunca zerei antes.

Vou deixar vazado alguns planos pro Projeto Dream:
  • Continuar o arco de Charles e Dragondorf no planeta Krippa;
  • Uma jornada de Tifanny e Naej em Lille;
  • O reaproveito do quarteto de meninas do Universo 716-Y;
  • Um novo vilão para aparecer no lugar do Campeão;
  • Um arco do Haraniku no planeta Coração;
  • Novas raças de dragão;
[Edit 05/12: Gabaritei, muçaranhos!]
As partes que risquei são o que eu já concluí dentro e depois da semana

16/10/22

A corda e a fênix

> 25/12/2249; Morte; Universo 902-CC
 A amargura da inexistência, a consciência se prende ao nada, nenhuma cor, nenhum som, nenhum sentido a ser alimentado, nenhuma necessidade física, nenhuma sensação, apenas o nada, a corda quebrou o seu pescoço, porque você deixou, você não teve o menor espírito para negar o poder de matar da corda, é como um cigarro na boca, você pode pegar o cigarro na boca, mas por que você iria fumar o cigarro? Para sofrer? Inale essa metáfora, e espere a sua volta, em que você não se lembrará mais desse espírito antigo.

> 10/10/2250; república esmeralda, planeta Parr.
 É estranho saber disso, ele também está confuso. Ele quem? Claro, o protagonista. Qual protagonista? Ele, que tem o seu corpo intacto, renovado depois da aprovação dos médicos e um pequeno processo judiciário, mas o seu espírito é completamente novo, como se fosse um clone, sem a menor lembrança do que passou antes e depois da sua auto-morte, algo que só comprova a sua família o que o grande médico, Dr. Dufamin, um marciano criado em Batatt, disse, de que mesmo que as células de memória estejam intactas, a mente renovada do suicidado revivido não irá se reconhecer como o morto original.

 Ele, assim como seus pais, irmãos e primos biológicos, é um Garlik, uma raça rara de alienígenas de categoria antropomórfica, que têm cheiro de melancia e frutas vermelhas, uma pele rosa como pitaia, cabelos em sua maioria pretos de brilho verde, e olhos capazes de ver a quarta dimensão, podendo assim prever o futuro. O garoto esteve em um hospital parriano, de paredes e chão feitos de arenito grosso, secos e fortes como as pirâmides egípcias, e decoradas com tapetes e quadros de qualidades únicas, que humanos estúpidos falariam que são só rabiscos com contextos mentirosos.
 A sua mãe, Barlihi Harlia Garlik, agradece ao médico por conceder a ressurreição, enquanto o pai, Harlahu Harbei Garlik, fica com raiva do garoto, prestes a agredí-lo, mas Barlihi, graciosa, defende o garoto. O garoto era chamado de "Dirlihi", mas ele não se sentia ser referido devidamente quando mencionam esse nome.
"Dirlihi": Quem é Dirlihi?
Barlihi: Quem mais seria, fofinho? Você!
 Ela apertava as bochechas de seu filho, algo mais como um abraço ou carinho, mas mais aceito entre os Garlik, e ele se sentia ainda mais perdido.
"Dirlihi": Mas... mas... esse é realmente o meu nome?
Barlihi: É, sim, aqui, eu tenho o seu documento desde quando eu te perdi. Foi a minha maior perda.
 Ela mostra o papel para o garoto, e era mesmo Dirlihi Harbei Garlik, de 16 anos de idade e aprovado no Curso Médio de Maquinarias Eletrônicas, algo similar a um ensino técnico para aqueles seres, e antes que ele faça mais perguntas, a sua família o leva para a casa. Durante o transporte, numa espécie de ferrovia a vapor, eles viajam quietos para a sua casa original em Parr. Os Garlik, apesar dessa família morar nesse planeta, eles não são nativos desse, mas sim chegaram lá após a paz daquele planeta, e se instalaram como uma mera família por refúgio após o planeta natal deles ter sido destruído.

> 11/10/2250.
 "Dirlihi" esteve andando pelas cidades da república esmeralda, após comprar pães, escamas douradas (como eles chamam um dos tipos de cereais daquela civilização, semelhante a milho) e leite, e ele começava a reparar como ele era facilmente reconhecido pelos outros, mas ele não reconhecia ninguém, como se ele estivesse em um mundo rodeado de rabiscos em uma forma vagamente igual à dele ou de alguns animais.
 O céu estava nublado demais, com o ar úmido, para todo mundo irá chover, mas ele acreditava que o céu iria se abrir mais uma vez. "Nada para dizer", ele pensa, "Eu estou cada vez mais perdido na nulidade da minha mente", ele continuava mentalmente, até que ele pensa, "Será que sou o único com esse tipo de coisa na mente?", e ao chegar em casa, ele guarda as compras e cumprimenta a mãe e o pai da forma de beijar as mãos. Ele depois usa um telefone celular nativo daquela civilização. No sistema irmanista são raros eletrônicos particulares, mas são disponibilizados para famílias confiáveis, e no planeta Parr tiveram muitas guerras e a implantação desse sistema foi importante para parar as guerras e as polêmicas.

> 12/10/2250.
 Dirlihi teve sonhos estranhos, a maioria envolvendo o que ele um dia já foi, ele conversa com um psicólogo sobre seus problemas e ele acaba por ouvir falar de uma tal "crise de identidade metafísica", ou "síndrome do clone" no vocabulário humano, em que ele está, sim, no mesmo corpo de sempre, e com as mesmas memórias de antes devido à fisiologia do cérebro, mas a personalidade e a identidade se alteraram devido à necessidade do corpo de criar uma nova consciência do zero.
 Ele volta para a casa confuso, mas então uma nave alienígena, de terroristas espaciais que estão atacando para implantar um império naquele planeta. Dirlihi foge, mas não pelo mesmo caminho que sua família está se escondendo, e acaba parando na nave dos terroristas.
Dirlihi: Ah, que porcaria, uma força esquisita me encurralou para ter uma aventura que eu não quer- Ai, não.
Soldados: Parado aí mesmo, você é nosso refém, qual é o seu nome?
Dirlihi: Por que querem saber meu nome?
Soldado 1: Cale a boca-
Soldado 2: Você agora é nosso refém e valerá muito por um resgate.
Dirlihi: Eu... eu sou Sabiriba Mixiraba Malaraba!
Soldado 2: ... Certo. Ei, conseguimos um bem precioso, Sabiriba, né? De onde tiraram esse seu nome?
Dirlihi: O Nome é... ele não tem significado, colocaram porque acharam fofo.
Soldado 2: É... seus pais devem ser idiotas.
Dirlihi: O que você disse?
Soldado 2: Eu disse, que, seus pais, sã-
Soldado 3: Mais uma letra e será jogado à polícia, sargento Morr! Qual é o seu próximo passo? Irritar ele pra levá-lo a uma agressão, e depois você fuzilar ele? E quanto aos reféns? O único idiota aqui é você!
Soldado 1: Ok, Sabi... vem comigo.
 A nave saía definitivamente, enquanto um dos soldados da organização terrorista deixa o Dirlihi/"Sabiriba" em uma espécie de prisão.

> espaço sideral.
 Estranhamente, a viagem espacial era muito silenciosa, e havia mais 15 prisioneiros além do Dirlihi para alguns resgates, e claro, eles irão demorar para levar de volta o "Sabiriba", para certificarem-se de seu desaparecimento, e não acharem que é um golpe, senão, eles perderiam o refém e os bens, enquanto isso, 2 desses prisioneiros não tiveram o resgate realizado, aumentando as dívidas para a busca, e 7 dos outros estão sem lar, e claramente serão descartados.
 Um dos prisioneiros, que os soldados estão usando como um escravo ao invés de refém de chantagem, é Blarg, uma criatura simbiótica que trabalha usando como base corpos de agentes penalizados dessa organização terrorista. Ele foi inicialmente pego para vender ilegalmente, como fazem com araras no Brasil, mas a criatura conseguia se mostrar mais útil para eles que os próprios humanos. Uma massa vermelha que muda de forma para diferentes ações, podendo criar garras, olhos, nariz e músculos, tendo como órgão padrão a sua boca, com dentes amarelados e um bafo horrível.
 Blarg parecia curioso por como os prisioneiros paravam ali, e sempre aparecia em sua forma normal para conversar com eles, e quando chegaram no Dirlihi, ele começa a desconfiar.
Blarg: Por que você tá aqui?
Dirlihi: Eu... eu tô aqui por um erro meu.
Blarg: Você não em parece estranho, garoto com sabores de fruta. Sua espécie evoluiu de plantas ao ponto de se tornar inteligente e mais móvel do que os animais. Você vem comigo, eu tenho um plano pra te ajudar.
Dirlihi: Você promete?
Blarg: Sim, senão, eu te devoraria sem avisos.
 Blarg cria uma garra em forma de chave, e destrava a chave de onde estava Dirlihi. O jovem garoto pergunta à coisa se ele podia soltar os outros, mas ele recusava.
Blarg: Não vai ter como soltar tanta gente que já tá condenada desde antes, e mais, você é o mais recente daqui, é o que menos sentirão falta.
Dirlihi: Isso... isso é irônico, estamos numa história, não tem como levar esse outros em segurança também?
Blarg: Pois é, mas criminosos espaciais odeiam qualquer um que viva bem, a polícia espacial já irá chegar algum dia, e bem, siga-me.
 Indo para onde tinha as cápsulas de escape, Blarg programa para que vá a o planeta Parr, mas como ele não sabe as localizações, a cápsula irá cair em um local aleatório.

> 14/10/2255; república esmeralda, planeta Parr.
 Dirlihi é resgatado, inconsciente, e levado de volta a sua família, que se preocupa muito com o ocorrido. Após o chegar da noite, ele se encontra com outro tipo de ser misterioso, em forma de um palhaço de roupas pretas, com algo que parecia quatro gravatas, de rosto similar a um emoji sorridente e com uma grande cartola em sua cabeça. Dirlihi conversava com a criatura, sem mais o medo que tinha antes, e descobre que seu nome é Glacci, e ele é um avatar de uma entidade.
Dirlihi: Droga, mais bizarrices para me perseguir.
Glacci: Sabe, você deixou de ser alguém comum após a sua ressurreição, afinal, você está mais distante de si mesmo do que se tivesse sua identidade original.
Dirlihi: Como isso funciona, entidade de seleção de cores preguiçosa?
Glacci: Sabe, a sua identidade nunca será fixa, ela sempre muda e se adapta, quando você aprende algo você deixa de ser você mesmo, quando você ganha um novo hábito você deixa de ser você mesmo, quando você passa num rio você deixa de ser você mesmo, é a típica Inarga.
Dirlihi: O que é Inarga?
Glacci: Anatta, garoto, a ausência de um "eu" permanente, porque tudo se transforma, de todas as formas, em todos os níveis, ao ponto de que o nada deixa de ser o nada e o tudo deixa de ser o tudo, é uma experiência transcendental e confusa demais para seres que eu já vi antes, mas você... você é bem especial.
Dirlihi: Eu sou um protagonista?
Glacci: Claro que não, você é de uma raça rara e poderosa no universo, e teve a experiência de ter retornado da inexistência, tendo de viver num corpo velho, com a mente nova.
Dirlihi: Isso... isso é legal.
Glacci: Bem, algo que eu quero saber. Como é a quarta dimensão nos seus olhos?
Dirlihi: Isso é uma pergunta difícil, porque eu sempre entendi que os outros seres só veem o mundo em 3 dimensões geométricas, mas eu e minha família podemos ver o mundo de forma mais completa, como se pudéssemos ver o espaço em sua vastidão mais completa.
Glacci: Só para ter certeza se você mesmo reconhece seu poder, me descreva o local em que estamos, se conseguir, também o horário.
Dirlihi: Essa é fácil. Estamos na sacada de arenito de um prédio particular da família Garlik, no quarteirão de Northstar, na república global esmeralda do planeta Parr, e são aproximadamente 8 horas e 49 minutos da noite, com o erguer da lua tripla, em um ambiente úmido devido às chuvas desse planeta.
 Depois daquela conversa, Glacci convida Dirlihi a uma viagem ao universo, e ele aceita, agora confiando no potencial daquela entidade.

Fim!

15/10/22

Projeto Dream, episódio 59

> XX/XX/2995; espaço sideral; Universo 255-Pc
 Em uma data não definida, um conjunto de robôs do reino de Bl'shgar está caçando, conquistando e derrotando todos os seus inimigos, e grande parte da civilização da Agência Galáctica dos Humanos está destruída, incluindo a Terra, que só aqueles que vivem nos mares estão a salvo, incluindo as bruxas. Nahkriin ajuda Gris a uma proposta irrecusável: De que eles irão voltar ao passado, e prevenir esse apocalipse.
Gris: Por que eu iria fazer isso? Qualquer viagem no tempo mágica é proibida na comunidade mágica.
Nahkriin (falando telepaticamente): Não é como se o mundo estivesse mais governado pelos mesmos magos, bruxos, feiticeiros e pelo Concelho Galáctico para ainda ter gente capaz de vos condenar. Eu sou só o aspecto astral original, então eu estou impune às leis da magia.
Gris: Olha... espero que isso não nos faça mal.

> 25/05/2255
 Charles, Dragondorf, Xiza e Ralberto estão ainda investigando no Sul, enquanto Naej e Tifanny estão indo para Albuquerque, e Isabella e Julie à Europa, para resolverem uns probelmas na Terra, enquanto Otasha ainda prepara novos recursos para uma futura segunda jornada. Muramasa está descansando em Las Vegas, jogando com Howard e Donald, e Alyx está no planeta prateado participando das orgias cerimoniais que Lykos e seus companheiros também participam. Os humanos da G.A.H. estão completando suas uniões diplomáticas que oficializarão novos aliados para a civilização galáctica da Via Láctea, assim melhorando a expansão de territórios deles. Sean volta para Hocerti para se desculpar com o imperador, que não se importou e chegou a mostrar o "novo mascote oficial daquele planeta", enquanto Rewop está viajando na aurora do espaço ao lado de sua nova aprendiz, Maria.
 Campeão está preparando um novo plano para derrotar a humanidade e submetê-la sob o império de Pahapayar, entidade essa que perdeu seus fiéis da Índia e está apelando para uma nova propagação de religião para conduzi-lo à Terra, Siffer foi convidada pela Civilização Galáctica para ser uma grande soldada do exército galáctico, Pyrman, Piut'mvo e Fortrex estão ajudando os Pimpu a enfrentarem Poora na galáxia, e novos povos alienígenas estão sendo descobertos e anexados à aliança vialacteana.
 Nahkriin escolheu essa época que era exatamente um ano antes da invasão dos mantis de Blsh'gar, assim, podendo garantir qualquer ataque surpresa.

> Blsh'gar, plano etéreo.
 Nahkriin e Gris do futuro encontram o mundo de Blsh'gar no plano etéreo, em suas camadas mais baixas, e claro, Nahkriin e Gris recitam um parágrafo do do livro de magia mais poderoso do universo, o Tomo da Verdade, um livro de 01 cujos capítulos estão divididos entre bibliotecas da galáxia toda, e o versículo era:
Aqueles que ameaçam o que não lhe fez nada merecem menos do que a perdição, a morte tem como favoritos os condenados, pois ela se entretém mais com a desgraça dos maus perseguidos do que os bons que morreram de velhos (Capítulo 959, página 9.055, parágrafo terceiro do texto esquerdo)
 O versículo evocava espíritos que normalmente brilham em tom dourado, mas naquele ponto do universo, em que as cores se distorcem, eles possuíam um tom de violeta tão denso que demonstravam transparência a olhos humanos, que os olhos imateriais de Nahkriin e os olhos espectrais de Gris viam como um conjunto de ultravioleta e azuis. De qualquer forma, aquelas coisas, semelhantes a medusas, matavam, quebravam e despedaçavam os mantis sem piedade.
 Com isso, eles voltam para sua época, só havia restado 10% da população original devido ao poder do versículo recitado por magos cosmicamente poderosos, incluindo Nahkriin, que se uniu à Beirada do Tempo para se tornar eterno. Eles preparavam suas armas, seus veículos e seus portais, e se preparam para a vingança.

> reino de Nahkriin, interespaço do plano material.
 Nahkriin daquela época esteve meditando em sua paz para elevar o seu espírito e manter seu Ego mais intacto, se mostrando mais forte que a mentalidade do universo. Ele criou esse plano por vontade própria, embora com a ajuda de um eugenético encomendado da 02 para realizar esse plano, para que ele possa meditar enquanto não provocado e nem chamado, considerando que seu corpo é agora apenas um avatar de seu verdadeiro Eu, que está anexado à Beirada do Tempo, como uma entidade que vai e vem na criação para resolver assuntos, a um nível abaixo apenas dos seres da Quarta Dimensão.
 O reino pessoal dele é uma dimensão feita de tempo, onde tudo é o passado, tudo é o presente e tudo é o futuro, o Tempo de Dynamo é insignificante perto do que ele habita agora, tudo graças ao rito que ele aprendeu com as bruxas no passado, e por isso, ele pode interligar as suas passagens no mundo material.
 Ele se liga com sua viagem do futuro, e com as informações de sua viagem, ele sai de seu plano pessoal para uma conversa particular com o Concelho Galáctico, sabendo que aquilo irá trazer um grande problema.

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Enquanto Piut'mvo saía, Hematon ficava na dimensão de Amon, para poder usar os Hemateks de seu "irmão gêmeo do futuro" para construírem diferentes projetos e também ajudar o Hematon original a buscarem informações sobre deuses de outros planos, descobrindo também a existência de Bal'thazar, um deus que vive a 13 Tartis de distância. Tartis são uma medida de distância baseada no perímetros de dimensões menores de cada universo, sendo o plano material cerca de 1 Tartis de distância da maioria das dimensões que ficam entre o plano etéreo, enquanto o plano etéreo puro é 1,8 Tartis de distância.
 Hematon testa a sua máquina platônica de viagem dimensional para poder ir a essa dimensão e consultar esse deus, usando como bateria um computador cósmico, criado por ele à base de um metal criado por Amon para os melhores feitos tecnológicos de seu povo. A máquina por si própria se chama Platonic Dimension Key-7, e o computador se chama PlaCo.
 O PlaCo é feito para ser um computador de programação muito rápida e eficiente, e com apenas 12 botões pode criar comandos sob as línguas inglesa e monstroriana, a partir de todo o sistema Ascii, enquanto tem memória maior do que qualquer cérebro armazenaria se fosse um computador, sem nenhum custo de energia. Esse tipo de tecnologia poderia destruir planetas em uma ficção científica triste, mas era uma maravilha tecnológica de Hematon.
 E com esse aparelho, ele planeja sua viagem para o plano de Bal'thazar.

Continua>>>