Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

21/06/23

Espiral

> 23/04/2268; Edimburgo, Escócia; Universo 255-P
 A família Dermurer está tendo mais um desafio físico na Grã Bretanha, apenas uma parcela bem pequena está sob domínio legítimo do clã inglês, diferente da Inglaterra, cujo país inteiro está nos acessos desse povo, com regiões inclusive dominadas pela espécie, e a ameaça da vez é um Draganso (um ganso de 1,45m de altura, com duas cabeças e capaz de cuspir fogo), porém gigantificado, e que estava indo em direção da capital da Escócia, algo que foi interceptado por alguns robôs, prototipados pelo reino escocês para enfrentar ameaças. São robôs antropomórficos, de até 1,95m de altura e com vestes em um padrão xadrez em azul com algumas áreas e linhas em diferentes tons de branco.
 Porém, esses robôs não eram suficiente, não eram fortes para perfurar a barriga da criatura mesmo com suas lâminas de plasma, e nem tinham muita performance para lutar, nem tendo habilidades acrobáticas para desviar das mordidas e das bufadas de fogo do Draganso, e então, aparece Thomas Dermurer, que estava encarregado hoje de visitar e certificar as relações da Escócia com a Inglaterra na estrutura do Reino Unido, mas a reunião havia sido interrompida por esse monstro, Thomas acelerava com o poder dos raios, e com um chute jogava a criatura para longe, porém, houve um acidente embora tenha chegado a marcar a fera com aquele golpe eletrificado, derrubando e amassando o carro de um civil, e causando um imenso buraco na parede de uma das casas. A criatura ficava mais furiosa, e avançava contra o Thomas, mas ele gritava se perguntando. Thomas ia preparar uma aura elétrica para o próximo ataque.
Thomas: Como essa coisa é tão forte!? E como ela tá tão maior?
 Mas então, Julia aparece, saltando para frente com um mortal girando em sentido para trás, enquanto ela carregava uma esfera de ouro, uma arma pouco usada em sua família devido ao alto preço do ouro, e junto com a condução de Fator Utnent, só poderia ser usado na hora certa, e ela lança a esfera em direção do Draganso. A esfera volta girando em sentido anti-horário em direção da Julia, que pega ela em segurança, enquanto isso, o ataque de verdade ainda seguia contra a fera: uma bola de energia com um raio de 2,24m, enquanto a esfera de ouro e várias esferas de chumbo normalmente têm apenas 25cm de diâmetro, e o Draganso bala o ataque com um bafo de fogo.
Julia: É, adiantou nada.
Thomas: O que!? Tinha até entrada triunf-
 E então, outros mamídeos de cachorro, da mesma etnia e coloração da Julia, porém masculinos e mais novos, usando camisetas, calças, meias e chuteiras da Seleção Italiana de 2262, aparecem correndo e carregando, juntos, uma bola de futebol negra com detalhes em branco, e eles driblavam o Draganso, um irmão fazia a manobra da Caneta, cruzando as pernas do Draganso com a bola, e outro fazia o Chapéu, lançando a bola para cima, cruzando por cima da cabeça ou entre os pescoços da criatura, e então, em seguida, quando Thomas e os robôs menos esperavam, Julia também entra no ataque em equipe, e com um mortal em sentido anti-horário com o sentido das suas pernas para cima, com o pé direito, ela dá um chute final, e a bola, com 2500 pontos de poder na escala Galdino, o ataque esmagava, e explodia o Draganso de dentro para fora, e Thomas ficava em choque.
Thomas: What da hell was that!?
Irmãos Versace: Calcio!
Thomas: Vocês chamam Futebol de que?
Irmão 1: Melhor do que Soccer.
Thomas: É, isso é real, aquilo que os americanos jogam não é Futebol Americano, é Rugbi Americano.
Julia: Ouvi que... um ganso gigante, mutante, essa coisa que já foi em partes um ganso, tava atacando a Escócia, não sabia que você veio aqui, então interferimos, a Isabella paga bem por isso.
Thomas: Okay, eu não sabia que vocês eram, tipo, vigilantes, achei que tavam sempre perto da minha irmã, até achei que fossem amantes del-
 Julia avança contra Thomas e, parando subitamente, o joga contra a parede, ainda de frente com ela.
Julia: Nunca mais, me submeta, a uma namorada de minha chefe! Entendeu?
Thomas: É, sim.
Julia: Bom menino! Bem, vamos, a sua reunião não tem tempo, não é?

> Porto Cuspe do Dragão, Inglaterra.
 E então, Thomas, Julia e os irmãos dela voltam à Inglaterra às 18:30, em um dos barcos da arquitetura original do Clã Dermurer Bretão, que desde 1587 esteve construindo e aprimorando barcos. Os barcos dos Dermurer Bretões/Ingleses são predominantemente negros por fora e pelas paredes interiores, o chão é de eucalipto sem corantes, mas com o verniz regularmente aplicado, as janelas são grossas e transparentes, com uma boa vista do mar, e com a média de 160 metros de comprimento, aguentam segurar 536.000 toneladas, e os Dermurers medem bem a densidade dos materiais para controlar as quantidades de caixas, para aumentar agilidade e poupar tempo e esforço nos barcos, movidos a eletricidade fotovoltaica.
 Curiosamente, eles presenciavam também alguns piscêtropos nadando, detectados pelo radar do sistema de segurança do porto, prototipado pela própria Biblioteca Dermurer com toda arquitetura, informática e logística, e Natasha Dermurer, junto com seus sobrinhos, irmãs e primas, percebe aquilo, e aciona os robôs guardas e os soldados particulares da agência, e quando eles foram conferir os piscêtropos que estavam por ali, eles pareciam inofensivos, e são ajudados a subirem ao Porto. Natasha pergunta quem eram aquelas pessoas, e eles respondiam num dialeto próprio de inglês (que não será percebido porque, para simplificar, estarei descrevendo eles como falando a mesma língua), derivado a partir do inglês americano desde o século XVIII, um pouco mais alterado após o século XXII, e a que se destacava era a Valentina Same, que também estava no meio porque ela apostou uma corrida com os outros 5 do grupo. Os 5 piscêtropos (um homem tartaruga chamado Leonardo de Natrium, um homem arraia chamado Kaike Apolo, um homem água-viva Julius Marques, um homem caracol chamado Brian Faster, e um homem coral chamado Kronk Brass) usavam uma espécie de saia fina, formado ao pôr uma canga circulando suas cinturas, e tinham as mesmas cores do bikini da Valentina, que a propósito, parecia familiar para Natasha.
Natasha: Você me lembra uma das melhores amigas da minha filha, hehe, é como se fosse, bem, uma contraparte dela.
Valentina: Oh, hoho, não creio que eu fosse parecer tão parecida com alguém, eu sou In-Co-Pi-Á-Vel!
Natasha: Hehe, gostei do seu humor, você deve ter uns... 17 anos?
Valentina: Não, já passei disso e... Espera, como você chegou tão perto!?
Natasha: Eu comecei a identificar a idade das pessoas pelo comportamento, não sabia que deixavam usar roupas tão curtas pra alguém da sua idade.
Valentina: Pra falar a verdade, mesmo a gente sob uma película e um espaço com ar puro, ainda tem muita água pra passar, aí é melhor evitar ficar molhando a roupa.
Natasha: Ah, entendi, entendi!
 Enquanto elas conversavam, os outros piscêtropos, guiados por aqueles robôs e soldados, viam mais pontos daquela cidade, Leonardo ficava assistindo ao jogo de futebol dos jovens, e é até convidado para participar, mas vendo que seu corpo era bem pesado na água, eles deixam ele como goleiro, já que aquilo seria melhor e mais fácil para ele. Kronk e Brian tomam um chá com o Naejj, que esteve no mesmo restaurante que sempre visita para almoçar, e mesmo buscando evitar parecer chato e desrespeitoso, ele evitava conversar muito, preferindo só responder o que eles falavam. Kronk perguntava algumas coisas como...
Kronk: Sabe, Naejj, você já teve depressão?
Naejj: Não, pra falar a verdade, acho que já fui a causa da depressão de alguns que conheci.
Kronk: Você sabe como eles estão?
Naejj: Bem, todos despareceram, de formas diferentes, um foi pra Novíssima Iorque por uma oportunidade nova, mas se tornou mais um caixa de lanchonete do sistema, outro, tentou se formar e virar advogado, e mataram ele antes dele se formar, e outra, era minha ex-namorada, uma humana, meus pais e tios não queriam que eu ficasse com humanos, só monstros, quando a gente discutiu, é... ela tentou me acusar de agredir ela, mas bem, eu já destruí aquela acusação argumentando, e quando isso foi pra justiça, bem... é...
Kronk: Tá... tudo bem?
Naejj: Aqui, pague uma porção Pudins Yorkshire, é a melhor, tô meio ruim, sabe, pra falar disso, aí quero comer pra distrair.
Brain: Aaah... Que nem eu.
 Em outro canto do Porto, o barco onde Thomas está estaciona corretamente, e Thomas estranha as pessoas novas que estavam ali próximo da família, e Natasha tenta assustar ele com uma ironia.
Natasha: Oh, o caçula sendo racista, nossa...
Thomas: Porra, manhê!
Natasha: Tô brincando, haha!
Thomas: Okay, quem é essa daí?
 Julia e seus irmãos ignoravam a Valentina e o assunto familiar, e iam até a Natasha.
Natasha: Bem, ela acabou de vir aqui, e...
Julia: O Thomas quebrou umas coisas na Escócia, mas a gente chegou a tempo.
Natasha: Oh, Tom, não tá conseguindo matar seus inimigos sem quebrar os lugares por perto?
Thomas: Espera aí, mãe, não me castigue que nem quando eu era criança!
Valentina: Nessa idade ainda apanhando da mãe? Até parece!
Natasha: Ah, tem nada a ver com violência, ele só vai ficar na casa do Tio Rubens, a comida dele é horrível e ele é muito fofoqueiro, é um castigo engraçado.
Thomas: Pra quem não vai passar por isso...
 Ignorando os assuntos familiares, a Valentina passa a interagir com a Julia, afinal, ela sentia que tinham alguma coisa em comum, e elas conversavam, descobrem que essa ligação parecia um pouco mais óbvia, afinal, além dos poderes delas terem uma mesma fonte, a Julia relata que os Calcioto, uma família vizinha dos Versace e outros usuários do Fator Utnent, cerca de 1988, ensinaram a magia dessa abstração para a Alina Kame depois dela salvar Pisa de um ataque dos dragões de Amon, e Valentina, após ligar os pontos, se ajoelha no chão, virada para o mar, e com as mãos juntas e os dedos entrelaçados, ela parecia pedir desculpas para o Rei Mar.
Valentina: Por favor, oh, Rei Mar, por favor, me perdoe do pecado de ofender os relatos da minha vovozinha!
Julia: O que deu, oh mulher?
Valentina: Eu sempre achei estranho os contos da minha avó, cheguei a nem acreditar, mas eu não sabia que chegava a ser um... caso público, tá ligada?
Julia: Oh...
 Enfim, elas se consertam do caso, e Naejj terminava de contar o caso dele para o Kronk e para o Brian, e era bem triste para falar a verdade. Kaike estava parado olhando para o mar e Julius acabou de voltar ao mar. A relação dos visitantes com os Dermurers era bem simplória, eram só anfitriões recebendo visitas novas e inesperadas, mas declaradamente inofensivas. Sofia liga para Julia, e diz que irá precisar de um pouco de apoio para proteger membras muito importantes da 
Arôme de Francine, já que elas estarem precisando negociar com a família Redlar, e devido ao alto valor e preço dos Parfums d'Élite, as chances daquilo ser roubado são altas, e bem, e Julia resolve ir, e pede uma carona para a família Dermurer, que inicialmente diz que precisarão pagar para transportar quem não é da família ou da empresa, e a Julia, em vez de negociar, resolve conversar com Natasha até convencer a permitir os parceiros de empresa também a viajar nos barcos do Porto Cuspe do Dragão. A conversa demorou 15 minutos, e Julia convida alguns dos que estavam ali.

> Lille, França.
 Julia é transportada junto com Natasha, Vanity (irmã mais nova de Natasha) e Rosemary (prima mais velha de Natasha) da família Dermurer, e sabendo do potencial do grupo dos piscêtropos, a Natasha convenceu que iria marcar o dinheiro e o estágio para eles, e depois, poderá ajudar eles a voltarem para a Atlântida mais tarde, mas sem cansaço. Eles também usam roupas novas para terem uma melhor impressão por onde eles vão passar.
 Por fim, Natasha chega à sede da empresa da Sakura Francine, e o seu grupo, conferindo a parte do estoque que será transportado, e Natasha reparava em algumas manchas nas paredes, nas caixas e nos caminhões, e ela ficava brava com aquilo.
Natasha: Ei, ei! Como que uma empresa de tão alta qualidade consegue deixar tanta coisa suja assim?
Julia: É... 'Tasha, melhor não brigar com elas, é que...
Natasha: Eu não vou admitir isso! A família Redlar é a maior cliente de vocês, não poderão receber a mercadoria com essas películas de mofo.
Sofia: Senhohita Dehmurer, não acho que devehiamos brigar porh isso.
Natasha: Eu tive essa obsessão justamente por ter que limpar a casa todo mês, isso por causa do meu poder.
 Natasha lança aquele mesmo líquido incolor de brilho branco que ela conseguia produzir, e aquela coisa dissolvia toda a nojeira que estava acumulada, Alexia Catherine ia avançar contra Natasha, alegando que aquilo iria estragar os perfumes e as suas caixas, mas Vanity a imobiliza com o que pareciam ser fios invisíveis, que a seguravam e reprimiam sua força, e Rosemary, transformada com uma forma com pele rochosa vermelha com detalhes em azul, e os piscêtropos com uma espécie de aura de ar e água em espirais, cercavam os outros para evitar que atrapalhem Natasha, afinal, aquilo era importante e era a única forma de acalmá-la: com tudo limpo.
Julia: O que você tá fazendo, 'Tasha?
Natasha: Fazendo algo que esses franceses deveriam fazer a pelo menos alguns dias.
 Depois de ter tudo limpo em menos de 1 minuto, e então, o grupo da Julia se dividia em dois: Um irá levar para a casa dos Redlar, protegendo o caminhão 1; E outro irá para a casa das Luna e Lunére, protegendo o caminhão 2. Depois de decidir quem iria acompanhar os caminhões, seja por carros, motos ou dentro dos caminhões, próximo das mercadorias, terceiro caso o dos piscêtropos, que são mais sensíveis ao sol e, como era meio de Primavera, a exposição a longo prazo ia fazer mal para eles. Mas de qualquer forma, Kronk, Brian, Valentina, Vanity e Rosemary acompanham o primeiro caminhão, enquanto Kaike, Julius, Julia, Sofia, Leonardo e Natasha acompanham o segundo, e ambos os grupos, mesmo separados, são percebidos pela Julie Redlar, que estava indo para a sua casa a partir de um atalho a pé, e depois pelas irmãs Luna, que estavam usando uma magia para sobrevoar até a a casa da família.
 Os dois grupos estavam bem organizados, embora fossem cada uma média de 4 veículos, isso porque, alguns anos atrás, esses frascos já foram roubados por ladrões, mesmo humanos ou monstros sem magia, e dessa vez, os ladrões não tiveram chance, e foram impedidos pela aura espiral da Julia, ou por laços mágicos da Vanity, e também com o próprio poder físico e espiral do Fator Utnent dos piscêtropos, que impediam alguns reptilianos do grupo saqueador de entrar nos caminhões.
 Depois da entrega, o dinheiro ficou mais dividido entre as pessoas, 50% ia para a 
Arôme de Francine, 40% ia para a D.R.V.G., incluindo as Dermurers e a Julia e Sofia, e 10% ia para os piscêtropos, que realmente não iam ter muito do que fazer com aquele dinheiro, mas a Amélie Expleu resolve fazer um tipo de cartões de crédito para os 6, com dinheiro conversível para as moedas regionais a serem usadas, e depois disso, as Dermurer vão para a Inglaterra, não sem antes levar os piscêtropos que ajudaram o grupo para a Atlântida, onde eles se despedem.

> Atlântida, Oceano Atlântico.
Valentina: Oi, vó! Cê não vai adivinhar o que eu consegui.
Alina: Um cartão de crédito com moeda gringa?
Valentina: C-como você sabe?
Alina: É a mídia atual, não é? Só em casa que as notícias só rolam se você deixar.
Valentina: É, sim, mas... como você sabia exatamente disso?
Alina: Eu me preocupei com o seu sumiço, aí eu pesquisei sobre você, e achei a notícia sua na... Inglaterra e França?
Valentina: Sim, mamãe, e desculpa! Eu...
Alina: Não, não diga, não quero uma filha chorona, você tá ficando que nem eu, mas... não de um jeito ruim, velho, caído aos pedaços, você tá começando a curtir mais a vida, tem até uma renda por ter saído ao mundo humano.
Valentina: Sério!... Obrigada.

Continua>>>

20/06/23

As Inusitadas Produções de Jason 8

> 18/04/2268; Taivugá, Índia; Universo Nar-451
 Em um universo sem muita atividade dos discípulos do Muramasa, mas ao mesmo tempo as consequências catastróficas das suas ações foram menores e menos cíclicas e autodestrutivas, Isabella e sua equipe convidaram Jason B. B., que estava planejando viajar para conseguir mais ideias e inspirações para seus desenhos, para o ponto turístico mais visitado e bem avaliado do catálogo da D.R.V.G., que fica na Índia.
 Os prédios são em sua maioria com paredes quadradas, sem uma coloração nova em casas pequenas ou de famílias mais pobres, além de grafites com temas de animais carnívoros populares no Subcontinente Indiano, incluindo o tigre branco, valorizado nessa região devido à sua raridade, e também pichações com referências políticas, pedindo para votar, expulsar ou eliminar alguns senadores e presidentes.
 Quando os lugares eram coloridos, eram bem lindos, em sua maioria eram casas alaranjadas, vermelhas ou azuis com detalhes brancos, com grandes janelas de formatos curvados e circulares, e espaços com uma espécie de jardins suspensos em andares superiores, com vasos, flores, especiarias caseiras e uma mesa e cadeiras para terem suas refeições ao ar livre, além de outras decorações melhores em lojas, feiras e mercadinhos, que são letreiros fosforescentes que brilham como neon à noite. O templo dos tigres, um pouco mais ao Norte após o centro da cidade, é bem grande, de formato retangular bem definido e alinhado, e com desenhos de patas de tigre, como marcas digitais daqueles tigres, marcadas em uma tinta laranja tradicional daquela cidade, chamada pavirang, e Jason, impressionado com a beleza daquela cidade, tirava várias fotos com sua XP900 series S, um modelo de câmera bem popular.
 E então, o grupo encontra Yumtun, que estava curtindo um masala chai e um arroz com curry e frango em uma das feiras que tem no centro da cidade.
Yumtun: Isinha!
Jason: Vocês se conhecem?
Isabella: Sim, inclusive essa cidade é bem popular depois que ficamos amigos.
Jason: E vocês namoram?
Isabella: Não, claro que não, tô casada com a Julie, que... não tá aqui, mas o meu bebê tá.
Oliver: Eu gosto de chá de Chai.
Yumtun: Chá de Chai? *risada longa* Chai é literalmente "chá" na nossa língua.
Oliver: Oooooh, então esse é o chá original?
Isabella: Hehehe, isso fica melhor ainda em português.
 Oliver estava do lado da Isabella, e ele fica a fim de comer o que o Yumtun estava comendo, e bem, o Yumtun resolve pedir um segundo prato só para o Oliver poder comer também, ele conseguia comer numa boa, afinal, Dermurers só não aguentavam comer feijão, não se sabe se há um traço genético e evolutivo, ou se era meramente cultural. Oliver vê alguns sachês de alguns temperos, e resolve abrir, tinham pimenta em pó, ele abre e coloca no curry, e ele sentia o gosto bem forte, mas a Isabella ainda o obriga a comer aquilo, já que ele escolheu o tempero porque quis e ela não quer ver o filho desperdiçar comida.
Oliver: Mas, mãe...
Isabella: Olih, por favor, acho melhor você comer isso daí, não quero ver você desperdiçando comida.
Oliver: Você poderia comer no meu lugar.
Isabella: Olih, não é assim que funciona, você escolheu a refeição, e escolheu pôr o tempero, você não pode desviar sua fome pros outros, o máximo que eu posso fazer é isso, olha.
 Isabella pega a colher que Oliver estava usando, e mexe no curry, e aquilo espalhava e diluía mais a pimenta, além de dissipar um pouco para o arroz, e ela manda o Oliver provar, e ele aceita, ele obedece à sua mãe Dermurer, e bem, ainda tava forte, mas o Oliver agora aguentava, enquanto isso, Jason resolveu sair e ver mais lugares, tanto que Isabella e Sofia, vendo aquilo, enviam um drone vigia para certificar que ele não se perdeu, e realmente, ele não se perdeu, só esteve entediado estando perto da D.R.V.G. e resolveu passear sozinho, e agora cruzando uma escadaria para baixo, com uma curva à esquerda, ele via um humano nativo da vila, com olhos que parecem ser répteis, Jason pergunta quem ele era e como ele é, e ele responde que é um feiticeiro, diferente dos tigresomens, que podem se transformar em feras meio tigre, ele tem poderes modificados a partir daqueles olhos novos, e fala que ele poderia mostrar mais coisas.
Jason: Ah, e você tá supostamente falando que vai me dar poderes iguais, mas... não posso confiar em você, sou um pedagogo, não quero obedecer a estranhos.
???: Hã? Que? Não! Eu não faria nada de errado!
Jason: Então deixe mais claro.
 Então o humano lá se desculpa, e fala de uma vila que tem por volta do Oeste da Índia, onde só pessoas ricas moram, e lá havia um artefato anômalo mágico, que pelo que esse humano já havia citado também, ele precisou ir a pé para procurar a vila, já que ela é irrastreável para geotecnologias normais, Jason B. pergunta onde poderia ser ou qual é a melhor rota segundo a sua experiência, e antes desse humano citar, chegam Sofia e Yumtun com seus poderes ativados, e interrompem e imobilizam ele.
Yumtun: Por que cê tá perdendo tempo com esse charlatão!?
Sofia: Ja, cê tá bem?
Jason: Sim, gente, eu estou bem.
???: Espera aí, essa vila é real mesmo! Eu vi ela!
Yumtun: Mas por que uma rota irrastreável pra aparelhos modernos ficaria na superfície e teria gente poderosa morando?
???: Eu... posso pelo menos comprovar a existência dela?
Sofia: E ele tem o chance de comp'rovar que esse cidade existe, ja?
???: Eles deixam lembranças pra quem consegue achar. Tá no bolso direito da minha calça.
Yumtun: Caramba, você tem bolso na cal- Espera!
 Yumtun pega um amuleto daquele bolso, e era parecido com uma moeda dourada com o desenho de um duque antigo chamado Asura Tarialoo, que fundou essa cidade, a lenda existe no subcontinente desde 1459 segundo algumas pesquisas arqueológicas, embora tenha ficado mais popular por causa dos colonos portugueses no século XVI, e Yumtun simplesmente desiste, devolve o amuleto ao homem e o dispensa dali, e Yumtun agora conversa com o grupo pertencente à Isabella.
Yumtun: Melhor a gente se reagrupar e depois a gente vê isso daí.
 Depois de passarem a noite em suas casas e apartaments, o dia se passa normalmente.

> 19/04/2268; Vila Asura, Índia.
 No dia seguinte, Isabella ouve sobre os relatos que Jason acabara de ouvir e falar, e ela vê o que seria essa tal Cidade Asura, como costuma ser chamada pela história, e Isabella consegue programar um GPS com ajuda da Otasha, para descobrir que há mesmo uma magia capaz de impedir essa localização, um escudo informático que impede de ser registrado em mídia digital, e bem, a Isabella fala desse lugar para o grupo, e eles aceitam levar para ver como era o lugar.
 Foram mais de 12.340 km de distância, e eles acharam um complexo de palácios brancos com as cores bem definidas, e um conjunto de humanos, mamídeos de leão, de tigre e de elefante, sátiros e entidades nativas dali, chamadas Pishaci, e indo ver os lugares, os anfitriões são sempre educados, bem-receptivos e acham legal eles terem chegado à tal cidade. Porém, conforme eles iam passando pela cidade, ocorriam cada vez mais coisas raras na Terra, como ladeiras com uma gravidade anômala, que chegava a ter prédios virados para as laterais, pessoas sem cabeça eram vistas, mas pelas sombras, é como se elas tivessem, sim, uma cabeça cada um, essas pessoas eram chamadas Ankhee, um tipo de humanos, com todo o corpo visível, porém, com a cabeça inexistente, e eles não eram vistos nem comendo e nem bebendo, e nunca falam, mas misteriosamente têm uma espécie de visão, podendo se comunicar em libras.
 Jason tirava fotos dos cenários de forma bem discreta, afinal, ele tinha medo do que ocorresse se fosse visto, desde tirando fotos de todos os cantos, a também tirar fotos de pessoas específicas, e depois de cruzarem alguns quilômetros da vila, Yumtun pergunta qual é o próximo passo, mas Isabella decide primeiro conferir seu Tamafone, e vendo ele, toda internet era bloqueada, mesmo aquela movida a Energia Híper, capaz de cruzar a velocidade da luz e atravessar barreiras magnéticas, então, sem opções, se for para chamar alguém ou rastrear uma rota, eles teriam que sair, mas a Isabella resolve ficar por ali mais um tempo por um motivo bem particular.
Yumtun: Bem, é arriscado, esse lugar chega a não ter as mesmas lógicas que a nossa realidade, o que mais daria pra fazer?
Isabella: Ver as relíquias que possa ter por aqui, afinal, já que a gente acabou de descobrir o lugar, e por mais que pareçam horas, no relógio do celular não passou nem das 11 da manhã, ainda tá tudo bem passar por mais um tempo.
 E então, eles realmente cruzam pela cidade por mais mistérios, e ouvem sobre um tal de Núcleo, um artefato dimensional que trazia poderes a seus moradores e distorciam o espaço daquela vila, e sobrevoando pela vila, eles encontram o Núcleo, e eles chegavam mais perto dele, e antes que Jason pudesse tirar foto, o artefato reage, e empurra eles com uma força telecinética que joga os três, junto com seu carro voador, para bem longe, a câmera saía voando, mas Isabella resolve ajudar Jason, aciona o piloto automático e, com sua velocidade e um pulo, ela alcança a câmera, e para se apoiar nas paredes, ela ainda corria ela parede da casa que ela pousou para não descer muito, e saltando entre as casas, ou usando impactos com seu poder de som para saltar no ar, e ela recupera a câmera e o carro voador.
Jason: Como você fez isso?
Isabella: Eu lutava com criaturas e salvava uns reféns lá na Inglaterra e na Escócia, me acostumei.
Jason: Aí sim.
 O Núcleo agita mais ainda, e as pessoas começam a perceber o que os três estavam fazendo, e os Pishaci começam a entrar em ação. Aquelas criaturas, de corpos vagamente humanos, de pele negra-azulada, olhos vermelhos brilhantes e um alto poder mágico, sendo soldados dessa vila, e o grupo, em seu carro voador, desviavam daquelas coisas, e com o poder de adicionar propriedades dos sons em objetos, Isabella conseguia fazer o veículo ficar mais rápido que as marchas alcançavam, chegando a 390 m/s², e um dos Pishaci se teletransporta para um espaço apertado demais para um corpo humano passar, por baixo do banco da frente de motorista, e a criatura é vista brilhando em uma luz azul clara, e Yumtun, sabendo que ataque era esse, agarra o Pishaci, e o joga para o alto, e aquela criatura caía bem longe do carro voador, e explode em contato com um de seus semelhantes.
Jason: Cara, como a gente vai sair daqui?
Isabella: Não tem como, é como se o lugar aumentasse conforme a gente chega perto da borda! Eu tenho uma única ideia, e tem chance de não dar certo.
 Por fim, retornando a utilizar o seu poder dimensional, Just in Time, ela perfurava a barreira dimensional induzida pela fúria do Núcleo, e então, eles conseguem ir embora.

> 25/04/2268; Vale do Silício, Califórnia.
 Jason está na instalação do seu prédio, e diz que essa era uma grande inspiração para a roteirização do próximo longa metragem animado que ele está fazendo em Abril de 2268, chamado "Asura: Uma Vila Perdida".

Fim!

Transcendendo

> Ato 1
 Deuses, demônios, monstros, todos em planos fora do material, e naquilo que, entre eles, é uma guerra, e para o reino da Quarta Dimensão, é um teatro imensurável. Poora, considerada a deusa mais estúpida entre aquelas que estiveram enroscadas entre o plano etéreo e o material, junto com Amon e Slæpnir, porém em reinos separados, ela ainda buscou por suas próprias ideias de obter poder para construir por cima do seu reino, o plano da carne.

> Ato 2
 Poora já arriscou vários experimentos, conduzindo telepaticamente, ou transformando estruturas e ídolos em seus símbolos condutores, para assim depois usar diferentes formas para convencer os mortais a servi-la, sendo a primeira ensinando magia, abrindo o Ego deles a partir das estátuas, ou então por um artefato chamado Chave de Carne, que ao perfurar o coração com as agulhas da sua ponta, é capaz de despertar magia no perfurado, e com isso, um mortal chamado Ei Zam Aslaf, nesse mundo um ancestral daqueles que serão conhecidos como Golias e os gigantes de Canaã, criou um grimório chamado Livro de Ogue, um livro de 230 páginas com selos herméticos ligados ao Conceito do Sangue, uma força que podia ligar a vida, e consequentemente o tempo e a morte, a partir da matéria orgânica, e a sua principal e mais usada magia eram os nomes de Aslaf, capazes de, ao batizar o humano com esses nomes e um banho de sangue, é capaz de mudar a identidade do alvo ao nível celular, tornando eles em vampiros.
 Os vampiros ancestrais eram fortes, 30% maiores, e não eram tão fracos ao sol, apenas sentindo leves erupções ao passarem mais de meia hora fora das sombras. Nos tempos bíblicos, eles foram confundidos com gigantes, seja pelo tamanho e pelas forças sobrenaturais que eles controlavam, ou porque era mais fácil ilustrar o poder maligno deles por seres monstruosamente grandes, ao invés de seres que pareciam meio humanos e meio feras.
 Pouco se sabe o que aconteceu em Jericó, e segundo o rabino judaico Dr. Shin Shak Shuka (1948–2023), qualquer descendente dos gigantes de Canaã talvez tenha sido castigado de outras formas, que no caso poderia ser a chamada condenação solar, condição conhecida entre os vampiros, algo ainda mais intenso do que, por exemplo, casos como a porfiria, já que vampiros são 400x mais sensíveis às radiações solares disponíveis, podendo ser mortos até mesmo com uma pistola UV utilizada por dentistas para secar massas e golas em seus procedimentos dentários.

> Ato 3
 Após a perda e depois a destruição do Lagarto Ômega – um monstro lagarto filho do dragão modificado  do plano da carne, chamado Uzhastik, com a sacerdotisa vampira Indigirka, ainda antes da cidade de Derevrak um dia existir –, Poora arriscou fazer outros monstros ainda mais poderosos, mesmo que inclua, entre eles, os abismos vivos, em que, com um vírus zumbi com o poder da própria deusa, corpos mortos gradualmente absorvem o solo, e se fundem a ele, formando formas de vida meio rochosas, com textura de carne, mas ainda cavernosos e profundos, com rios de ácidos estomagais e órgãos pulsando enquanto brilham como minérios.
 Na maioria das tribos que cultuavam os ídolos de Poora, as mulheres eram sempre mais valorizadas e selecionadas para serem as suas sacerdotisas e condutoras da "magia de verdade", isso porque, como entre os humanos, só aqueles que nasceram mulheres podem conceber crianças, era uma prioridade para a deusa dar poder para elas, para que elas sejam capazes de trazer mais vida, e com isso, as vilas Pooritanas conseguiam se tornar tão populosas e tendo pessoas saudáveis, mesmo com poucos pais e mães em suas famílias.
 As civilizações Pooritanas foram erradicadas da Terra, os povos das Américas foram gradualmente derrubados por tribos Tupi, Guarani e Incas, usuários do que atualmente é chamado de Chi, do Norte da Amazônia ao Vale do Sul, ou por uma aliança entre guerreiros Maias, Astecas e Espanhóis por volta da América Central, e nem o Extremo Norte foi uma opção, congelados até a ruptura pelo poder dos Yetis, e perfurados pelos Sioux e Inuítes. Em outros continentes, eles foram destruídos pelos romanos, incluindo os denominados Curetes, uma divisão de centuriões usuários do Fator Utnent, ancestrais dos nativos de Pisa. Na Ásia, eles foram extintos por doenças como a Varíola, Peste Negra e Febre das Montanhas, incluindo o Oceano Índico, e nunca teve colônias Pooritanas na África e Oceania.

> Ato 4
 Além de Poora, Amon e Slæpnir, há também outros deuses que foram banidos para as fronteiras do plano etéreo, como a entidade Mayar, uma deusa pouco conhecida, muito conduzida por Morfeu, Hipnos, Hécate, Freya e João-Pestana, ela rivalizou por várias gerações com a Poora, entre os meios a partir de seus guerreiros, inclusive, a partir de sua própria forma de ascender, visitando astralmente o plano material a partir de avatares, e depois colocando sua própria matéria e luz para abrir espaço à vida, ela começou a criar a Ciclosfera, um plano meta-físico circular feito com invenções lógicas que Mayar havia encontrado a partir de seus adoradores, como a matemática e a energia divina, que fazia o Fator Utnent existir como um poder moldável em mãos mortais, e não mais uma força constante e automática das moléculas.
 Mayar começou a dormir em seu mundo, e deixou seus planos para tempos mais futuros, enquanto o cargo das guerras de Poora agora vão para Slæpnir e Amon.

Fim!

19/06/23

Projeto Dream, episódio 168

> 23/04/2268; espaço sideral; Universo 210-P
 Otasha percebeu que Tifanny e Naej desapareceram dos mapeamentos, e Symphony Manoel, melhor amigo deles encarregado de vigiar eles, afirma que eles usaram uma das máquinas de viagem interuniversal para visitar a realidade mapeada como 255-P.

> Liberdade, Novíssima Iorque; Universo 255-P
 O Holandês, nave de Muramasa, está com a tripulação mais recentemente treinada de seu portador, junto com Capitão Latim, piloto atual, e Tifanny e Naej da realidade 210-P, que estiveram por aí por causa de um acordo, em que, assim que eles deterem o Gohan Carlton, que nessa linha do tempo estava apresentando grandes problemas, Muramasa 255-P ia levar Tifanny e Naej 210-P para suas versões 255-P, incluindo a notícia de que Naej estava vivo.
 O Holandês sobrevoa perto do prédio da Carlton, e isso era visto como uma provocação, e Gohan retalha aquilo com um armamento pesado, com metralhadoras sentinelas que atiram com todo poder contra a nave, mas a mesma havia um campo magnético capaz de segurar, bloquear, inibir as balas, e Lucy, Piano e Maurice, juntos, usam uma magia que transforma todas aquelas armas em ramas e batatas, que atacam os operários, e os prendem nelas e nas paredes, e em seguida, Tifanny e Naej se ejetam da nave diretamente para o topo daquele prédio, e em seguida, Gohan olha diretamente para eles.
Gohan: Bom, o que eu esperava é que eu viesse até vocês, e não o contrário.
Tifanny 210-P: Bom, no nosso universo você nem parecia uma ameaça.
Gohan: H-hã? Universo? O que querem dizer?
Naej 210-P: Só pra parecer que a gente não tá saturando informação igual que nem em um filme ruim de ação...
Naej e Tifanny 210-P: Não somos nem a Tifanny e nem o Naej que você procura.
Gohan: Ah, mas que porcaria.
 Gohan se levanta e, liberando suas próteses, aumentava o seu corpo, e ele avança contra eles, a luta parecia vir de igual, com a Tifanny usando sua telecinese e poderes de gelo para melhorar suas capacidades físicas, e Naej tendo o poder de uma poção de fogo igual à primeira que ele consumiu anos atrás, e mesmo tendo seu peito atravessado com um soco, ou a cabeça cortada a 30° de distância do meio do seu rosto, ele se regenerava com o poder de fogo.
Gohan: Vocês, vocês parecem mais difíceis de enfrentar que os que eu conheço! Como?
 Tifanny cristaliza o ar e dispara um relâmpago que empurra Gohan, cessando seus avanços, e Naej, girando e saltando, faz um ataque espiral muito forte com a sua chama, e então, os dois disparam um ataque de energia mais similar, não era nem fogo, nem gelo e nem calor, era uma onda elementar crua, que quebra o lado esquerdo do peito de Gohan, que por sua vez...
Gohan: Não! Seu anão desgraçado e a namorada de cabelo azul! Espera, por que? Por que não aparece nenhum texto? E os mísseis? E a minha regeneração, socorro!
 O próprio Gohan Carlton percebe que os seus scans e as suas melhorias celulares não estavam ocorrendo, e antes que ele tentasse lembrar o porquê, Tifanny dispara uma lança de gelo, se certificando que ele ia estar preso por ali, e então, os dois vão embora.
 Enquanto O Holandês conduzia a equipe para o espaço, Gohan quebra a lança de gelo e zero absoluto e chama a secretária, e pede para pesquisar por um tal de Norville, ao qual um mês atrás ele tinha consultado, ele era suspeito demais para Gohan continuar confiando.

> espaço sideral.
 Otasha, Shiro e Isabella estavam curtindo umas férias no planeta Banvro, ainda conversando amistosamente com Guacarama, mas ela recebe de seu Tamafone uma chamada: Era Norville, e ele havia rastreado uma ameaça de ataque à sua oficina por causa do que ele fez a Gohan, e antes que tudo piorasse, ele envia um arquivo: Eram os softwares do Gohan Carlton, e isso dá a ela uma ideia.
Otasha: Carlton Company, trade mark... Shiro, para o teleportador, eu tive uma ideia!
 Após usar uma máquina de teleporte encaixada no porão de adegas do Guacarama, para agilizar, mas ainda esconder o acesso remoto e instantâneo para esse planeta, eles pede para alguns homens-polvo banvreiros, novos assistentes e administradores, acessarem Albuquerque, na Terra, para que pudessem tirar Norville e sua família do caminho, e dito e feito, ela consegue teletransportar a instalação e implantar um escudo de rastreamento que durará 12 horas, e todos aqueles que não estavam na casa, recebem coordenadas pela ajuda da Otasha, que também ajuda Norville a guiar esses parentes que ainda estavam a voltar para a casa. A Oficina Perkins não foi deslocada tão longe, está agora na cidade de Las Vegas, próximo da sede do Muramasa, mas aquilo será inesperado e escondido o suficiente para confundir Gohan, que levará 2 horas para se recuperar, e mais 40 minutos para chegar a Albuquerque, e por fim, Michael e Oprah recebem o aviso, e Shiro diz que pode trazer reforços.

> Lille, França.
L. Pleine: Como é?
L. Nouvelle: Não brinca.
Julie: É sério, gente, isso é real.
 Julie havia mostrado fotos do que ela passou ontem, que nesse caso era uma visita multiversal da Isabella e da Otasha, e Pleine tem até uma ideia.
L. Pleine: Mas e aí? Vocês se relaram? Trombaram?... Pimbaram?
Julie: Sim, e tudo!
 Isso pegava elas de surpresa, as duas até riam.
Julie: Eu conseguia tocar nelas numa boa, isso porque, é claro, o que muda é quando se toca em uma versão alternativa que... é a mesma coisa que nós, elas me levaram pra Lille delas, e tipo, quando eu abracei quem era pra ser eu... eu senti um choque, uma eletrificada, é tipo quando toca naquelas bolas de Tesla, sabe? Essa frase fica feia fora de contexto, oh mon Dieu...
 Nouvelle ria mais ainda, e Pleine pergunta a Julie:
L. Pleine: E como você poderia ir até essas versões alternativas?
Julie: A Otasha tem acesso, não sei se ela deixaria.
L. Pleine: Eu lembro que o Haraniku citou algo assim, talvez eu contate ele.
Julie: Pode ser.
 Falando no Haraniku...

> república esmeralda, planeta Parr.
 Haraniku estava de volta à República Esmeralda, buscando por artefatos mágicos para estudar, usar ou doar para amigos, e ele ouve sobre uns tais rubis de fogo, que prometem dar poder para humanos, e indo ver a feira por onde ele ouviu sobre o caso, ele resolve conferir as joias, e vê que as que estavam vendendo não são os rubis de fogo das lendas.
Haraniku: Ei, gente! Não tem rubi mágico aqui não! É tudo araque!
 Os vendedores ficam muito irritados, e os membros baritas do grupo, também irritados, tentam atacar Haraniku, o socando, pegando com suas garras ou até cuspindo fogo, ataque esse o único que Haraniku preferia receber, já que era a primeira coisa que ele pensava para que o fogo não fosse para outros seres vivos.
Haraniku: Vocês deveriam controlar a raiva, gente... Hehe... he.
 Os baritas, em um grupo de três, seguia em frente para os avanços, mas são atropelados por algo similar a um caminhão ou ônibus, aquilo era um Bonde Barrente, um transporte em trilhos elétricos muito forte e rápido, e levava dois para longe e esmagou as pernas de um ao cruzar o caminho deles. Haraniku se desculpa com as pessoas, e os vendedores são julgados e investigados em um BO. Depois da decepção, Haraniku entra em um bar, e conversa com as pessoas sobre alguns artefatos, e ele ouve sobre algo chamado Livro de Ogue, um livro ancião criado por um feiticeiro da deusa do sangue, do caos e do nascimento, chamada Talipuura, e que é capaz de transformar humanos em vampiros ao batizar com nomes novos e um ritual de sangue. Haraniku reconhece a lenda.
Haraniku: Ei, gente, eu sou da Terra! Eu conheço artefatos da Terra!
 Haraniku ia além, e cita sobre uma rocha por onde há três bicas, chamadas Biyōmizu (que traz beleza absoluta, limpando e amaciando a pele, alongando os cabelos e fazendo os usuários gerarem hormônios estimulantes), Chiemizu (que aumenta o QI do consumidor e traz toda sabedoria boa e útil para o mesmo) e Kamimizu (que transforma a pessoa num ser mágico de alto poder elementar), e ele inclusive convidava as pessoas para poderem ver essa rocha, em Tohoku, Japão, embora que haja rocha com as mesmas propriedades, porém com as bicas mágicas separadas entre essas rochas, na China.

> praia dos polvos, planeta Banvro.
 Guacarama é visitado por algumas mulheres, visitantes, eram uma mulher solteira à procura de um acompanhante, uma virgem separada que deixou seu marido para se salvar de um assassinato, e uma viúva que estava à procura de um novo homem. Guacarama estava comovido pela história delas, mas ainda cobra o preço normal das bebidas, e convertendo, era um equivalente a:

  • 3,00 Wuxipás: Vinho tinto, branco, seco ou suave comuns; pinga destilada; ou cerveja.
  • 7,30 Wuxipás: Vinhos envelhecidos, de cerca de 1 a 3 anos.
  • 15 Wuxipas: Alcana.
 Elas bebem as seguintes bebidas: A ainda-solteira escolhe um vinho branco comum, novo, recente; A solteira virgem escolhe um vinho tinto bem intenso de 3 anos, que custou 8,40 Wuxipás devido a ser o mais caro; E a viúva escolheu uma alcana, e elas curtiram bem aquela bebida, e pedem uma porção de frutos do mar, que Guacarama vai à cozinha preparar na hora. Elas contam mais sobre o seu passado, parentes e convivência, e ele, comovido, mais sensível que a média devido à sua telepatia e lado cerebral desenvolvido, se voluntaria para dançar com elas, e elas aceitam, e cada uma dança uma valsa com ele. Com uma máquina de música, visualmente parecida com uma Jukebox, mas digital, com músicas em MP3 e de gêneros próprios, como a Bopusnova, o Sand & Waves e o Clássico Balé das Ostras, o gênero mais ouvido da era pré-moderna daquela civilização, e agora, as três que estavam comovidas, com a elegância do bartender e o clima adorável, em um bar artesanal de madeira rústica e bem montada, e músicas de maioria relaxantes ou motivadoras, era algo maravilhoso.
 Porém, nenhuma parecia corresponder Guacarama como o esperado, e pelo visto, Guaca nunca mais irá vê-las novamente.

> Atlântida, Oceano Atlântico.
 No reino da Atlântida, mais saqueadores, dessa vez diretamente da Underdream, são encarregados, porém, além de alguns submarinos sendo obstruídos por torpedos do exército e um ataque elétrico que incinera o sistema elétrico dos veículos, um exército de assalto mágico é enviado para encarregar dos que sobraram, e entre as soldadas, está Valentina Same, uma guerreira piscêtropa, meio mulher meio tubarão, de cabelos loiros, longos e lisos, e uma boca grande com dentes bem pontudos, e que consegue lutar perfeitamente sem armadura, usando apenas um bikini de faixas brancas com degradê azul, um uniforme comum para operárias da Atlântida, acostumadas a se vestirem assim para não desperdiçar tecido na água, apenas cobrindo as "vergonhas", e com sua magia elementar, algo parecido com a energia sobrenatural dos feiticeiros de Pisa, ela conseguia gerar redemoinhos que esmagavam dois dos restantes, e um dos submarinos era deixado intacto, de propósito, para que servisse de aviso, uma lição aos invasores. Enquanto o submarinos ia embora, os outros eram confiscados, e os tripulantes dali, interrogados.
 Aquela energia elementar que, na superfície terrestre, é particularmente rara, somente conhecida por algumas famílias de magos italianos e gregos, na Atlântida é uma grande opção de força mágica, ensinada a Valentina a partir de sua avó adotiva, Alina Kame, uma piscêtropa do tipo tartaruga-marinha, com pele verde, cabelos ruivos que nunca perderam sua melanina, e a carapaça nas costas se mesclando com sua roupa de tecido, uma espécie de canga vermelha com flores ao estilo havaiano, e devido à sua idade, ela lembra muito pouco de seu passado, além dela ter lutado contra seres que pareciam com demônios, ao lado de quem se dizia ser irmão deles que estava numa espécie de guerra eterna em família.
 Alina dizia que algum dia aquele "homem-caveira da terra" irá voltar, mas Valentina, cética daquilo, sempre dizia que sua avó deveria ignorar, afinal, "ela estava catuca de velha", era o que Valentina dizia sempre que Alina citava suas experiências de 120 a 350 anos atrás, tanto que foi por esses anos que ela tinha um Fator Utnent tão elevado.
 Fator Utnent é uma força espiral constante, presente desde o spin dos átomos e seus íons, é capaz de converter em todos os tipos de energia possíveis pela matéria, como calor, eletricidade, momentum e, nas melhores condições, fogo e gravidade. A família Versace conheceu essa força e, sendo descendente dos primeiros usuários desse poder, praticamente todos os nascidos da família são capazes de usar, era parecido com o Chi, porém, capaz de controlar as forças da matemática. O Hematon anterior ao que temos hoje em dia, quando Amon ainda era um inimigo, já apelidou essa força como Slonuychi, ou chi inteligente na língua dos monstros.
 Valentina, como não era uma familiar genética de Alina, levou 20 anos para aprender e estabilizar essa técnica, e mesmo assim, ela só é capaz de usar essa força na água.

> Nagasaki, Japão.
 Os chefes da empresa Toyobi, parceira da Carlton, recebem uma chamada do Gohan, irritado e com o seu software vagamente consertado, e ainda em progresso de melhoria, ele estava irritado pelo que aconteceu, já que mesmo com uma tecnologia de primeira e ficando bem mais forte, ele foi humilhado por versões alternativas de quem ele prometeu vingança, e um garoto que Gohan confiou demais e até achou que ia ser seu estagiário. Depois dos reparos e a restauração do software original, eles implantaram um detector de mentiras preciso e uma tecnologia parecida com o "Fênix A" (protocolo de câmeras e escutas do Programa Fênix), capaz de reconhecer a identidade do alvo só de ver e ouvir.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 167

> 20/03/2268; espaço sideral; Universo 210-P
 Banvro, nesse universo, só estava sendo visitado pela equipe de O&S e D.R.V.G. agora, e Guacarama acaba tendo uma interação ainda parecida com a que vimos no universo 255-P, mas então, ele resolve acompanhar as moças para apresentar como é o planeta Banvro, ele mostra a maioria dos vegetais endêmicos daquele planeta, como a Maizã Fina, que é muito utilizada em saladas e para churrascos feitos por cozinheiros intermediariamente experientes, quando o sal não é mais o suficiente para temperar, ou então a Cana-Amidada, que tem algumas espécies, como a variação Selvagem do Sul (caracterizada por ser vermelha, crescer em terrenos muito úmidos e ter mais frutose), a Selvagem do Leste (verde, mais fina, que cresce em múltiplos caules por galho, e é ótima para fazer sucos, devido ao sabor doce e frutoso vindo de sua moagem) e a Doméstica (mais comum em cidades, controladamente plantada em estufas, ainda necessitando de água bem fresca em um ambiente mais frio do que 18°C), e bem, o próprio Guacarama é forte, e consegue puxar um amontoado de Cana-Amidada-do-Sul, e leva para mostrar elas.
Otasha: Nossa...
Rihana: Realmente é muito.
Guacarama: Creio eu que dá para levar uns 11 quilos por dia, para manter nossos recursos ainda abundantes, mas vocês estarem importando regularmente, se conseguirem reproduzir esses vegetais nesses outros planetas, isso tará muito longe de se tornar uma colônia a lá Avatar.
 Geral concordava, incluindo Opal Mallen, que por causa da fala telepática de Guacarama, teve como ela acompanhar a conversa mesmo sendo surda. E bem, o grupo aceita a ideia, 11 kg ia ser muito pouco, então, eles aumentam para meramente 11 toneladas, isso fará realmente muita diferença, e junto com a tecnologia que acelerará a produção e reprodução desses produtos, esse planeta será fonte dependente de nenhuma aliança galáctica. Fora isso, Isabella conversa com Guacarama, e lhe dá uma ideia.
Isabella: E então, seu Molará, você tá a fim de fazer uma parceria com a gente?
Guacarama: Eu adoraria.
Isabella: Hã? O que?
Guacarama: Ué, achei que você tava pensando se eu ia negar como uma forma de evitar a decepção.
Isabella: Espera aí, espera! Como você sabe disso?
Guacarama: Ué? Da mesma forma que eu consigo acessar sua mente pra conversar, e bem, eu estive muito entediado, ainda servindo vinho e bebidas de cana na mesma velha praia em Banvro, eu adoraria viajar pelo universo, ver maravilhas, civilizações que evoluíram junto com a minha e a de vocês, ver mulheres bonitas pra outros padrões, e ver tecnologias que vocês já descobriram ou inventaram.
Isabella: Cara... isso é muito ótimo!
Julie: Eu não acho!
 Julie fica entre Isabella e Guacarama, e isso surpreende as outras moças, e Rihana ia até Julie indo tirar ela dali.
Rihana: Ju, não intervira.
Julie: Saia daqui, advogada idiota!
Rihana: Mas o que?
Julie: Você, cabeça de hentai, não vai nem ferrando!
Guacarama: O que é... hentai...?
Isabella: Julie, você já tá começando a estragar tud-
Julie: Pro inferno com essa merda de aliança, por que vimos pra cá se na Terra tem mais recursos e a gente conhece mais?
Guacarama: Eu não quero te machucar, mesmo que você pareça mais homem do que qualquer uma que eu já vi, incluindo essa maior aí, que... parece que um dia já foi um.
Rihana: Não me coloque no meio, querido, por favor.
 Julie, furiosa, avança contra Guacarama, saltando e golpeando a barriga do homem polvo e o lançando a uns 2,9 metros, e ele, sendo mais elástico e resistente, se levanta, e ele olha para a Julie, que ia ainda seguir aquela interrupção, e Guacarama, esperando o pior, usa um efeito telepático, que induz uma dor de cabeça na Ju, e Isabella dá um tapa no topo da cabeça da Julie, e segura ela pelos braços.
Isabella: Julie! Por que?
Julie: M-mas por que você tá me trocando por-
Isabella: Não tô te trocando, Dummkopf! Ai, essas mulheres, pode nem olhar pro lado e já quer brigar achando que virou corna.
Julie: Desculpa...
Isabella: Assim vai ficar difícil escutar.
 Enquanto a discussão fluía, em outro lugar do espaço, Rewop esteve montado em sua moto espacial, viajando depois de 3 meses em linha reta de volta à Via Láctea, e ele chega àquela instalação onde Losui Branford morava, mas estranhamente, a instalação havia sido destruída, demolida, e usando seus poderes para poder rever o que pôde ter acontecido, e percebe que ocorreu um ataque de uma entidade, não tinha como presenciar esse ser ao "ressuscitar o evento", é como se o lugar estivesse se destruindo, e Losui havia desaparecido, e Rewop, curioso sobre aquilo, resolve viajar à procura de alguma sociedade mágica daquela galáxia.

> Universo 255-P
 Falando em sociedade mágica na galáxia, um Oel havia chegado à casa de Tifanny e Naej, e estranhando a presença dos três clones, começa a perceber que a situação estava cada vez mais estranha, e exigia que eles fossem para o Tribunal Galáctico Neum, no último planeta grande no sistema da estrela Arighiero Prime, e eles estavam investigando o que chamam de "crimes temporais", crimes causados pela viagem no tempo, que não são julgados de imediato, mas sim quando os paradoxos começam a de fato piorar.
 Os três e a Tifanny estiveram em uma sessão do julgamento por onde ficava o réu, e bem, havia uma grande discussão, a juíza até pedia ordem, apertando um botão que pisca uma luz e emite sons agudos, chamando a atenção das pessoas, e havia alguns artigos como o Estatuto Temporal 0203, com atualmente 33 artigos e mais 12 parágrafos complementares, e o artigo 2º envolvia Efeito Borboleta Artificial, algo como fazer eventos ruins ou muito grandes acontecerem por mudanças muito pouco significativas para o passado.
Naej 1: Eu... não lembro desse dia.
Naej 2: Eu lembro, e foi horrível, já naquela vez foi um caos.
Juíza: Não deveria recomendar vocês a falar muito, afinal, viagem no tempo é uma ação muito complicada, tanto que é contra a lei prender ou julgar imediatamente pelos ocorridos, ainda mais sabendo do plano inicial, isso seria muito difícil de se agir.
Naej 2: Mas poxa, meritíssima, aquilo foi um ato realmente incompetente da nossa parte, a gente podia acabar queimando o universo por tirar esse cara da reta, e a propósito, eu não tava sozinho quando fomos viajar no tempo.
Juíza: A gente já sabia, e por isso nos adiantamos.
 E então, eles olham para trás, e olham o Dragondorf, o John Parker e a Harii puxados por robôs policiais, incluindo um Oel liderando a condução, e esses três são colocados próximos do Naej.
Naej 1: Oi, irmã!
Harii: São três agora?
Tifanny: Evento canônico muito chato de explicar, desculpa!
Dragondorf: Com licença, o que tá acontecendo aqui?
Naej 3: É, e por que o nosso Miranha aqui?
 Então, uma inteligência artificial recapitula o que aconteceu entre os réus, e havia algumas viagens no tempo já ocorridas, como quando a Kondon tentou destruir o Naej antes dele nascer, ou quando Naej salvou Camilliam, algo que estranhamente fez a Underdream, sob investigações, existir, e isso era legitimamente estranho, e depois dessa bola de neve, eles não podiam mais observar quietos ou agir só com polícias menores ou com a lei dos mercenários, mas o terceiro Naej lembra de uma coisa.
Naej 3: Eu tenho direito a um advogado? Alguém pode saber como justificar o que aconteceu.
Juíza: E você acredita mesmo que tenha alguém capaz de te livrar desse problema?
Naej 3: Sim, meritíssima, inclusive pra mim isso parecia óbvio.
 Nesse tribunal, além de nobres interplanetários que estiveram ali pelo apoio judiciário, também tinha alguns heróis do Exército Galáctico, como o Dennis Kameron, Agatha e Wolfram Marco, e eles achavam aquilo injusto, ou no mínimo ilógico, afinal, uma viagem no tempo com tamanhos paradoxos deveria ser retratado como um absurdo, mas então um dos Naej contraria.
Naej 2: É, vai matar inocentes que nem o Justiceiro, oh, Batman verde.
Wolfram: Ele deve tar falando de mim.
Naej 2: Maior detetive de Aquário, não reconhece um xingo na cara, não é?
Starles: Mas o que esse moleque está falando? É retórico? Wolfram, Agatha, ignorem ele.
Agatha: Não dá, se ele continuar assim, a gente tem que agir.
Starles: Agatha, não!
 Agatha saía da sua mesa, subindo da sua cadeira, saltando sobre e depois para fora do balcão e, no meio do ar, ela se transforma em uma enorme forma similar a uma mulher musculosa azul gigante, com cabelos maiores e as roupas esticadas para adaptar a seu tamanho, e uma cara monstruosa, e ela soca o rosto do segundo Naej, o lançando para longe e atravessando outras mesas, e ela ia esmagar a sessão inteira onde estavam os outros dois e os outros réus, mas Harri se solta das suas algemas com força bruta, e com a força do seu cabelo, segura as mãos de Agatha. Os Oels, então, imobilizam a Agatha, e usam luzes com mensagens subliminares para induzir um efeito relaxante nos réus, e alguns dos nobres até socorrem o Naej, ainda bravos por ele ter provocado os heróis. Starles estava preocupado, pois segundo ele próprio, Agatha ainda é uma criança que nunca se desenvolveu, e a sala se reconstruía com uma tecnologia molecular.
Naej 2: Okay, qual deus ex machina vocês esperam?
Naej 1: Não sei.
 Eles riem, mas um leva um tapa da Tifanny, e outro leva um da Harii.
Tifanny e Harii: Cês não tão causando problemas o bastante!?
Juíza: Por favor, não estamos nem na primeira meia hora. Naej, um de vocês citou um advogado, qual você julga ser apto o suficiente para te defender, ou no caso, defender vocês três, de um caso de viagem no tempo?
Naej 3: É difícil em confiar em todo mundo, mas tem um que eu devo muita gratidão. Vocês conhecem um tal de Jessee?

> dimensão dos monstros.
 Enquanto isso, na dimensão dos monstros, Eros e outros monstros estiveram investigando ocorridos no mundo material, e com ajuda de Ecídera, e de companheiros terrestres de Muramasa, eles encontram Arighiero Prime tendo um julgamento sobre viagem no tempo. Eles sabiam que isso ia ser fonte de problemas, mas por saber que tem discípulos do Muramasa envolvidos, eles precisavam pelo menos dar um apoio, e com isso, Pyrman é enviado para lá, e claro, com essa missão, Pyrman ouve uma informação de precisarem do Jessee, e pelo que os Kribas assistem a partir das telas que gravam o mundo material, Pyrman esteve negociando com a juíza, e poderá fazer até mais do que os Naej precisavam.
 Pyrman voltam à dimensão deles.
Kriba 1: Como assim 'Jessee'? Não temos nenhum monstro chamado Jessee, muito menos advogados, nossos sistemas de lei nunca precisaram desse tipo de operação.
Pyrman: Olha, vou ter que passar lá em uma das Holandas, e nem vou demorar, já que o que eu precisei saber é que essa Jessee é ruiva, às vezes é homem, às vezes é mulher, e usa muito vermelho, já volto.
 Pyrman desaparece em uma luz flamejante, se teletransportando, e quando eles veem por uma das telas, 1 minuto depois, ele traz Jessee, Muramasa, Charles e David Alejandro, que eles aceitam defender o Naej e fazer o possível para absolver ou ao menos reduzir a pena.

> 23/04/2268.
 O caso havia terminado, os Naej foram libertados depois de cerca de 1 mês da investigação, e Muramasa é convidado por Pyrman para poderem ver um evento muito estranho, que era justamente o que um tal de Camilliam Wallow esteve fazendo após ser descoberto.
Muramasa: Peraí, o Naej não salvou o cara no passado.
Pyrman: Exatamente, irmãozão, e a partir desse momento ele tá perseguindo o Naej, segundo o relatório, pra matar ele e os outros!... Legal, né?
Muramasa: A gente não pode ao menos alertar o baixinho? Ele tá cheio de inimigos.
Pyrman: A gente já se adiantou, eles já sabem.

> espaço sideral.
 Os três Naej sabiam que Camilliam ia atrás dele, e para isso, os três iam enfrentar ele, dessa vez com tudo em ordem, incluindo um receptáculo para o Naej poder reencarnar, não tinha erro. Os quatro, incluindo Camilliam, estão em um planeta deserto sem atmosfera, com modificações que faziam eles não precisarem respirar, com o céu cheio de auroras azuis e violeta, e Camilliam encarava aquilo com escárnio, ele ria daquilo, ele achava o plano dos Naej ridículo.
Camilliam: Qual é, cara? Você achava mesmo que ia deter eu por me baitar pra cá e... me matar desoxigenado?
Naej 2: Nem um pouco, e você vai entender.
Naej 1: CHARGE!!
 Os três Naej's se jogam para trás das máquinas, que ativam e começam a disparar turbilhões de energia extremamente grandes, capazes de romper o escudo de realidade, fonte de toda a sua sorte e imunidade a poderes como o Destino e a Causalidade, que ele carregava, com uma arma da G.A.H. chamada Canhão do Infinito, com estruturas de aço amônico (de uma tecnologia descoberta por Hematon, juntando ferro, Noirytrill e Rubimanto) por fora, e por dentro uma carga que usa a energia da abstração que engloba os conceitos de poderes, uma abstração cósmica que une os conceitos de poderes e força já conhecidos pelo conhecimento humano, um poder bruto visto como uma energia, uma luz que une todos os poderes em um ataque, que quebra esse escudo e jogava Camilliam e sua nave para longe.
Naej 2: A propósito, eu comi sua mãe três dias antes de fazer esse plano mestre, seu otário.
Camilliam: Eita desgraça, o que que aconteceu? É como se explodissem um fogo de artifício a cada átomo do meu corpo.
Naej 1: Pois saiba que a gente está preparada com feitos e fatos, e muito favorecimento do roteiro! Ah, essa frase não ficou boa, corta.
Naej 1: Pois saiba que a gente tá muito mais preparada que você, que dependeu da porra do roteiro pra tar onde você esteve.
 Camilliam não entende o que estava acontecendo, e ele até implorava para que tudo aquilo parasse, e ele cumprisse a sua pena, mas os Naej's sacam aquele Canhão do Infinito, e disparam de novo, e dessa vez, o ataque era imenso, brilhava em cada canto do universo, Camilliam havia sentido cada fim que ele teria, em cada linha do tempo, era como se a Quarta Dimensão tivesse caído sobre ele, e então, ele era apagado da linha do tempo, enquanto ainda lembravam que ele já existiu.
 Caim cai do céu no planeta Banvro, com o selo rompido pela morte definitiva de Camilliam, e ele parecia sozinho, perdido, até que então, ele encontra Fusan, que saiu do corpo de um homem-polvo parasitado daquele planeta, e Caim estava muito assustado, mas Fusan o convidava para uma viagem, ele irá destruir um sistema que está o ferrando, e diz que precisará de ajuda. Caim inicialmente recusa, mas Fusan, com uma espécie de milagre do Conceito do Sangue, marcava Caim com runas e um poder mágico comparável ao dos vampiros, porém, sem estar condenado pelo Sol. E então, os dois, com planos em comum, resolvem se unir em uma grande aliança.

Continua>>>

18/06/23

Projeto Dream, episódio 166

> 19/03/2268; espaço sideral; Universo 210-P
 Tifanny, Naej e Janeestão agora numa das instalações da O&S, e além da Otasha, Shiro e Symphony que costumava sempre ter, havia também 8Mike, sob os cuidados deles e assistindo às coisas que eles faziam no laboratório, e também Isabella e Julie, que trouxeram vestes novas, incluindo vestidos e jalecos para a Otasha testar, já que antes ela estava acostumada a usar somente bikinis, e aquilo poderia deixar ela mais ligada a seu marido terrestre.
Naej: Não esperava que fosse te ver com... roupas grandes.
Otasha: Achei legalzinho, e também quero quebrar minha rotina. Quais sapatos vocês recomendam? Não quero usar salto, pra mim ia parecer com pés de falcão fibroso, ou helers.
Tifanny: Não recomendo, muito doloroso e- Ah! Falando em helers, você sabe alguma coisa sobre a Runa dos Mil Helers? Pretendo fazer uma no meu corpo, não sei se esse poder fugiria do meu controle, mas deve ser uma boa idé-
Otasha: Concordo, eu já vi essa tatuagem no corpo da Aria, eu pude ver ela numa praia de Proxima Centauri, ela debaixo do seio esquerdo, ficava bem escondido.
Tifanny: Então esse é o segredo do poder dela?
Otasha: Bem mais pra falar a verdade, já que uma das técnicas que ela carregava era Seider, ou Chi como vocês chamam na Terra, uma energia vital metabólica, que converte ações vitais em poder, se quiser, posso também fazer um reator que induza seu corpo a produzir Chi ao nível de seres como a tal Aria.
Tifanny: Ah, não, não! Eu já consigo me sustentar com magia e Ego como sempre.
Naej: Eu quero!
Tifanny: Cala a boca, Naej!
 Isabella e Julie falavam nada, só achavam engraçada a discussão.

> Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Gohan acaba de chegar a Albuquerque, e rastreando as formas de vida, ele resolve visitar algumas instalações comerciais, a fim de procurar Tifanny e Naej, mas curiosamente, Tifanny estava indo para Stereo, por onde os 3 Naejs, ainda no espaço, estariam esperando e cuidando do que o Naej original, algum dia, já perdeu ou largou. Gohan encontra Norville, que se oferece para fazer uma instalação gratuita.
Gohan: Não quero!
Norville: Garanto que vai ser de graça, em menos de 1 hora eu instalo mais softwares nas suas próteses.
Gohan: Hum... Parece ser bom. Posso confiar em você?
Norville: Mas é claro que pode.
Gohan: Bem... vamos ver.
 Norville agora está mexendo em um computador, estudando o que as melhorias daquela cibernetização tinham a oferecer, e ele, agora reconhecendo que era da empresa Carlton devido à óptica do Gohan, visível no monitor, tinha no canto: Carlton Company's Property™, e então ele entende o que ia acontecer, e ele precisava de um migué para poder mexer naquela tecnologia, sair vivo e inteiro, e ainda não piorar a situação para seus amigos, que agora odeiam ele.
Norville: É... É... Você pode dar mais uma hora?
Gohan: Desde que dê certo...
 Norville aceita e resolve construir um Software o mais parecido possível, porém, antes que Gohan percebesse, nos últimos 12 minutos, o Norville copia, cola em uma pasta privada, modifica tudo para que apenas pareça funcionar, e coloca esse software modificado no lugar dos softwares do Gohan, e estourando o prazo, Gohan foi logo conferir o que tinha ali, e Norville, preocupado, tentava esconder mais ainda aquele arquivo, e ele acaba parando numa pasta pessoal, cheia de fotos de homens grandes e peludos, e Gohan entendia simplesmente nada.
Gohan: ... Hã?
Norville: Ah, m-me enganei, mas mesmo assim, j-já, col-coloquei na sua programação, okay?
Gohan: Okay... vou aceitar isso.
 Gohan se desconecta do computador do Norville e, com propulsões das suas costas, vai embora voando.

> Nova Lander, planeta Stereo.
 Dois dos Naej ajudavam a Tifanny a fazer as compras daquela semana na Weder Hauss, que dessa vez tinha mais coisas, entre elas um pouco de cascos de hardware à base de fibra de grafeno para uma melhoria que o Symphony Manoel precisava, que ele não havia especificado, mas ao construir esse hardware, ele faz capacetes, e ao vestir nos Naej e ligar em uma tela, os três ficam confusos, e o segundo Naej, que tem mais melhorias cibernéticas, tentava até se soltar com força bruta, o que não adiantava, já que a Otasha controlava a força dele com um controle remoto.
Naej 2: Mas o que!? Me tire daqui! Me tire daqui! Isso é uma violação dos meus direitos corporais, socorro!
Symphony: Fica quieto aí, moleque!
Tifanny: O que vocês tão fazendo?
Otasha: Tô ainda investigando o segredo pra esses Naej's ainda terem toda a identidade do Naej, e... espera aí.
 A tela começa a apresentar memórias de outras pessoas, totalmente diferentes, como quando Washintein estava ensinando sua filha a falar "papai", quando a filha do Washintein estava andando em sua direção, aprendendo a andar, ou até mesmo os instantes da morte da Rose Silíva, Tifanny gravava para poder algum dia mostrar isso para mais pessoas, e enquanto isso, Symphony e Otasha estranhavam o que aconteceu.
Symphony: Mas como isso é possível?
Otasha: Naej, sim, vocês três, vocês lembram alguma coisa vinda do Numa?
Naej 1: Numa?
Naej 3: Numa Numa Yei?
Os três: MAIA HEE, MAIA HUU, MAIA HOOO, MAIA HAHA-
 Otasha movendo a mão esquerda da sua direita para trás, dá um tapa nos três, os interrompendo.
Otasha: Naej, a coisa é séria! Bom, o que eu quis dizer é... cês têm memória no mundo da morte?
Naej 1: É...
Naej 2: Sim, só lembro de... algo como um mundo brilhante, um abismo por onde aquelas almas moravam.
Naej 1: É mesmo, lá a gente se sentiu, tipo, uns séculos, mas a gente via lá, não passava nem um mês.
Otasha: Interessante... Symphony, grava uma fita com essas memórias.
Naej 2: Não grava o que eu e o Naej- espera, eu e o Washintein fazíamos, a gente matava um monte de gente e já se engraçou com uma porrada de alien antes de eu, ele, a gente que ainda é Naej, parar lá em Albuquerque.
Otasha: Bem, tanto faz
 Otasha encerra o assunto, registrando aquelas memórias em um pen-drive. Os Naej são soltos e comem, cada um, um Timbali com ovos de pomba estereana (que diferente daqueles pombos de Osasco, são limpinhos e até criados em fazenda para ter comida) fritos, e o terceiro Naej resolvia sair da onde costumavam estar os outros, e volta àquele mercadinho,  indo rever Dolores Wamate logo quando ela acabara de sair.
Dolores: Vá pra casa, baixinho, já estamos fechados.
Naej 3: Eu sei, inclusive esperei por isso.
Dolores: Então... você veio aqui por mim?
Naej 3: Pra falar a verdade, eu lembrei de você e te achei bem legal.
Dolores: Sério? Você é bem gentil, estranho saber que agora tem três de você. A Tifanny trata vocês como maridos, como se fosse só um ou um relacionamento aberto?
Naej 3: Sempre foi aberto, mas bem, ela ainda vê a gente como se fosse só um, em três, eu acho, algum dia eu volto a ser só um, e bem, eu sinto como se fossem vistas passadas, não sei o que aconteceu, mas eu encarnei memórias de gente que não era pra ser eu, mas bem, não sei como conversar sobre isso.
Dolores: Interessante, você quer me acompanhar até em casa?
Naej 3: Acho justo.
 Naej realmente acompanha Dolores até a sua casa, e eles conversavam muuuito enquanto caminhavam, e falavam sobre coisas legais, como as Poesias Acústicas que Tifanny e Naej participavam nas florestas estereanas, ou alguns desenhos que ele assistia como Guardiões da Savana: A Vingança de Khan, que ele ainda não chegou até o fim mas levou muitos spoilers, como Darek ganhando poderes por causa do último rubi do fogo – artefato esse que é inspirado em algumas lendas estereanas, como os rubis de fogo, (ou rubis das fadas dependendo da tradução, vindo do francês estereano 
riubeer de faare) que concedem poderes a mortais – e Atum Khan se juntando aos protagonistas para deter o Lorde das Savanas Rhinus (em uma temporada da época que o desenho já estava perdendo a mão), e também Dolores cita um personagem muito popular chamado Aikamo, um super-herói de estilo tokusatsu que usa uma armadura e máscara com cores que variam com a série, sendo as suas variações mais conhecidas o clássico de 2210 (vermelho-vinho com braços, pernas e símbolo em azul-turquesa) ou a variação Colonial Black de 2261 (com o traje completamente negro com detalhes táticos), ambos populares por um símbolo em formato de viúva negra no peito, e as lentes da sua máscara em formato de gota. Mas Naej cita algo chamado Numa, e ele tentava relembrar o que aquilo significava, e Dolores, depois de empurrar alguns móveis e tirar alguns garabates (um tipo de ratos com asa, praga comum dos subúrbios de Nova Lander), ela resolve responder ao Naej.
Dolores: Você ainda não tá acostumado com as crenças comuns do planeta Stereo, não é?
Naej 3: ... É.
Dolores: Numa, na língua crase estereana do Norte, de uma tribo Macanem, significa 'não-matéria', e se refere a um mundo meta-físico por onde os mortos podem existir, sair para reencarnar e... peraí.
 Dolores pesquisa em seu Tamafone, e vê a informação que faltava.
Dolores: Ah, o Numa pode se referir tanto a esse mundo espiritual, quanto ao Mundo das Ideias, um mundo que, a cada ideia nova no mundo material, ele fica maior, ou seja, uma biblioteca cósmica.
Naej 3: O mais próximo disso do mundo que eu fui ser um mundo de informações, foi a televisão e os livros que eu via lá no céu, e... oh, eu tô começando a lembrar o que eu tive naquele mundo, além da sensação de tempo que chegava a ser agoniante... O máximo que eu lembro era um tal Ciclo da Causalidade, você sabe alguma coisa sobre isso?
Dolores: Sim, vamos ver juntos!
 Eles ficam mais 10 minutos pesquisando e falando sobre, e descobrem que o Ciclo da Causalidade, além de mais comum na Hawtália, também se refere a um ciclo de eventos, sorte, destino e vinganças, e eles conseguem ligar os pontos. As "vidas passadas" como Naej descrevia eram fragmentos de outras almas.
Dolores: Explica melhor.
Naej 3: Eu ia reencarnar em qualquer um dos clones, mas é como se fosse. uma mangueira de água deixando essa água perfeitamente entre os três copos, e esses copos foram preenchidos pela água dividida.
Dolores: Então, pra preencher a vida desses clones, esses clones encarnaram almas que você também conhecia?
Naej 3: Sim, exatamente.
Dolores: Isso é estranho, mas quem sabe, você pode acabar vivendo nesse ciclo, de morrer e reencarnar em clones, pela eternidade
Naej 3: É uma coisa a se pensar... Tchau, Dolores.
 E então, o terceiro Naej voltava a seu grupo em casa.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 165

> 19/03/2268; Tucson, Arizona; Universo 255-P
 Caim está preso em uma sala iluminada pela luz vermelha, com paredes vermelhas, e móveis negros, com algumas ferramentas distribuídas aleatoriamente entre as estantes, e ali entrava o Camilliam Wallow, com uma blusa de lã gola-alta e uma calça de moletom, ambas justas e de cor preta, e sapatos simples com detalhes brancos, e agora com o cabelo raspado, e ele encarava o Caim Emarli, enquanto o interrogava, e Caim, não conseguindo responder, apanhava, e com a ajuda de uma criatura daquela sala, removia a mão esquerda do garoto, de forma que a ferida já saísse cicatrizada.
 Essa criatura, um Elderdonte, é uma entidade alienígena com o corpo composto por fios finos como seda, parecido com um emaranhado de teia, com os órgãos apoiados entre esses fios, e no final, há patas parecidas com as de insetos, e pelo que parece, a cabeça daquela coisa é parecida com a de um crustáceo, e tem uma boca forte para quebrar ossos, mas a sua saliva chegava a regenerar feridas e conservar pele.
 Caim é colocado de volta ao trabalho, e ele precisava fazer alguma coisa, antes que piorasse, pelo menos, pra ele, e bem, dessa vez, três mechas da equipe da Trichina e da família Revolus começa a detonar e invadir aquela última instalação que eles alcançaram, mas um dos soldados saca uma Máquina Antirrealidade 9 Trillion, e transforma aqueles mechas em pedra, embora que houvesse algo que eles não levaram em conta: aqueles mechas haviam sido comandados por inteligência artificial, tanto que eles foram conferir e, por dentro, ainda oco por não petrificar o ar por dentro, não tinha nada em formato do que poderia ser um ser vivo ou até humanoide, o lugar estava desocupado. Enquanto isso, em outro lado, Raggin aquece o ar da sala, as pessoas suavam, o chão secava, algumas janelas estouravam, e o ar no centro da instalação começava a assumir raios, e Camilliam manda ativarem a máquina antes que tudo piorasse, e bem, eles conseguem resfriar o ar de volta, apagando dali o calor do ambiente, eles começam a investigar, e ver o que estava acontecendo, inclusive, na paranoia do momento, acreditam que o Caim tivesse totalmente a ver com aquilo, e Caim, assustado, tentava voar para a janela mais próxima, mas é capturado pela arma que manipula a realidade, e preso numa dimensão de bolso que só a Underdream tem acesso, e Camilliam, irritado, manda todos escoltarem ao redor da base da aliança entre os Falcões e a Underdream, e bem, antes que pudessem atacar Raggin com a 9 Trillion...
Raggin: Nem morto!
 Raggin queima a arma, explodindo ela e matando o soldado no processo, Sia chama Raggin para a Rota Sortuda que ela encontrou, e assim, eles poderiam ir ao carro único que estava por ali, e bem, eles acham a Sia e o Raggin antes que eles entrassem por completo, e Sia é atingida por vários tiros, e Trichina, a motorista de agora, começa a acelerar para eles poderem achar um lugar seguro. Sia não estava nada bem estava gritando de dor, e Raggin pergunta:
Raggin: Trich, onde tá o hospital mais próximo?
Trichina: Estou indo pra lá, mas não sei se vai dar tempo!
Raggin: Droga...
 Sia move a mão direita, e segura o rosto de Raggin, e diz.
Sia: Filho, talvez eu não consiga durar muito tempo, e se continuarmos assim não teremos chance contra eles... a polícia está proibida de interferir nos planos dos mercenários, então é necessário... vocês mesmo agirem. Eu darei todos os meus poderes, e vocês poderão seguir em frente.
Raggin: Mas Sia, digo, mãe, eu...
 Uma aura ecoava de Sia, e passava para Raggin, Trichina questionava o que tinha acontecido, mas Raggin não entendia, até que ele começa a ver os eventos da mesma forma que a sua mãe via, e Raggin tem uma ideia.
Raggin: Trichina, o atalho é à direita.
Trichina: Certo, vamos lá!
Raggin: Essa morte pode não ser permanente, mãe, iremos te salvar, por mais que demore.
 Eles se instalam no hospital, e Raggin e Trichina negociam que Sia poderá ficar no tempo que puder no hospital, contando que a chance seja garantida de 99,9997% a 100%, e os médicos pareciam relutantes daquilo.
Médico 1: Não, não acho que seja possível, 99%, até parece.
Raggin: Então vocês não têm direito de se chamarem médicos. As filas daqui tão vazias, isso é um caso de urgência máxima, e vocês têm toda tecnologia da Era Neocontemporânea, cês têm que fazer alguma coisa!
 Os médicos se sentiam pressionados, mas aquele médico ainda contrariava Raggin.
Médico 1: 85% é a chance máxima para o procedimento.
Raggin: Trich, procura salas com Programa Fênix.
Trichina: Acho justo, negocie com eles enquanto isso.
 Raggin discutia com os médicos, Trichina conferia com as enfermeiras, e uma IA assistente chamada AudioM3D, onde estão os Programas Fênix, e veem que estão todos desocupados, e veem que aquilo ainda dava esperança para a família, e Trichina avisava, deixando os médicos ainda mais desapontados com aquele que estava liderando o grupo, e como um pedido de desculpas, eles deixam a Sia se recuperar por lá, enquanto Raggin se voluntaria para ir sozinho vingar o que estavam fazendo com a Sia, a cidade de San Pedro e também todo aquele perigo que traziam à realidade.
 Raggin vai de carro com a Trichina, que se preocupava com o que Raggin ia fazer, mas sabia que não podia fazer nada para mudar ele, sua meta foi definida, e mesmo Camilliam tendo saído dali, os Falcões Vermelhos e a sede deles daquela cidade, chamada Bastião Azul Wallow, ele seguia a partir de uma Rota Sortuda, como a Sia chamava, um caminho onde, se ele passar corretamente, nada de errado irá acontecer, mas mesmo assim, ele é flagrado e soldados tentam atirar em Raggin, mas naquela Rota Sortuda, ele podia andar um pouco mais ou ficar parado que então as balas não o atingiam, e então, Raggin fazia o seguinte movimento.
 Curvando o braço esquerdo, com o antebraço e o cotovelo aproximados do peito, e com os dedos anelar e mindinho curvados de forma mais circular, de encontro com o polegar, e os dedos indicador e médio, mais retos, completavam um ângulo de 45°, e então, Raggin vira sua mão para a direção do Bastião Azul Wallow.
Raggin: Esse ataque, esse poder, eu chamo de Fogo de Artifício de Átropo.
 O lugar inteiro é incendiado e destruído enquanto Raggin falava e executava essa técnica, ferindo todos dali, e Raggin, então, chama os primeiros-socorros e a polícia para resolverem aquilo que sobrou. Sia ainda podia sobreviver, mas não parecia estar realmente bem, seus poderes estão turvos, e ela irá precisar de alguns meses de fisioterapia para voltar a, entre suas ações mais ágeis, andar.

> San Pedro, Nova Colúmbia.
 Sia estava um pouco colorida no peito, as balas já foram removidas, e as feridas, fechadas e curadas, mas era como se os neurônios mais próximos da caixa torácica estivessem traumatizados com essa sensação de quase morte, paranoicos de que aquela região poderia ser atingida de novo, e bem, Trichina consegue levar o grupo em segurança, e agora todos os familiares estavam de volta, e Freddie dá as boas vindas, abrindo seus braços para receber um abraço bem grande da sua mulher, também mais alta do que ele, mas ela parecia confusa, antes ela via o fluxo da causalidade como uma coisa óbvia, um sentido do seu corpo, e ela não parecia saber o que viria em diante.
 Bruno e Justin Revolus conversavam com Oliver, e Lana carregava algo parecido com um chocobo, que ela colheu de um jogo de Final Fantasy, e ela vê que a Sia estava parecendo com dificuldades de ir até Freddie, e bem, Freddie adianta, e segura Sia em seu abraço.
Freddie: Sabia que ia sair traumatizada...
 Freddie resolve levar a Sia para a casa, junto com os seus filhos, e Sia olhava ao seu redor, com ansiedade, o que pareciam Rotas Sortudas surgiam e desapareciam, os fluxos de probabilidade que ela era capaz de ver eram instáveis, e ela só conseguia ver um equivalente a até 3 horas de percurso das pessoas, enquanto antes ela poderia ver uma vida inteira se não se desconcentrar do alvo, e por fim, ela não sentia capaz de "tocar" naquelas probabilidades como havia antes, ela até pensa sobre o Raggin.
 "Esses laços da Sorte, desaparecendo, o fluxo da cabeça das pessoas, só vejo umas três horas ou menos, e o destino, não tenho mais acesso, o que aconteceu? Será que, durante minha quase morte, eu acabei passando mais da metade pro Raggin? Eu preciso resolver isso"
 Ao chegar da noite, Sia não dormia, ela, com uma coluna espinhal protética que ela construiu com seus equipamentos no porão, busca pelo quarto do Raggin, com o mínimo de barulho possível para não acordar ninguém, incluindo o Oliver, já que ele tem um sono muito leve e sempre relata diferentes tipos de sonhos, e ela carregava uma faca de cozinha genérica, de aço de damasco de primeira categoria da marca KaTenas, com distribuição da Vegsir, importada da Constelação Espiral. Ela não sabia o que estava fazendo, mas tinha coragem de cumprir, e então, ela abria a porta, e dava passos lentos e quando ela ia levantar a faca...
Sia: Não...
 Raggin parecia abrir os olhos, e ela previa o que ia ter depois, e então, ela foge, sai do quarto, e joga a faca na lixeira incendiária, por onde ela é completamente destruída.

> 20/03/2268.
 E então, as coisas seguiam normalmente, até que na hora do almoço, Freddie estava procurando a faca de damasco, e ele pergunta para a Sia.
Freddie: Sia, onde está a nossa faca favorita?
Sia: É... faca? Qual das facas?
Freddie: Sim, a faca de damasco importada, caríssima, onde tá?
Sia: Eu... eu... EU JOGUEI FORA!!
 E então, Sia assume o que aconteceu e o que ela ia fazer na noite anterior, e Freddie, preocupado, tenta confortá-la.
Freddie: Sia... não é matando alguém tão perto da gente que você ia se recuperar do que aconteceu. O que te fez pensar o contrário?
Sia: Eu... nunca passei por uma situação tão grave, meu desespero pra me recuperar rápido foi tanto que... que... droga... a causalidade, eu não consigo ver mais nada!
Freddie: Calma, amor, calma, eu não quero que você faça isso de novo, ok?
Sia: Ok...
Freddie: E é melhor você precisar se acostumar a viver sem os seus poderes, senão você vai viver prejudicada e obcecada, como o que teve quando a gente tinha só 18 anos.
Sia: Eu não lembro o que teve nessa época.
Freddie: Quando o almoço estiver pronto eu te explico.

Continua>>>