Boas vindas
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
09/09/23
Pizza de Sushi: Karatê Espiral
Pisa, cidade da Itália na qual começou o desenvolvimento e uso do Fator Utnent, um poder cósmico capaz de controlar energia cósmica em forma de espirais, em sua maioria vinda de armas esféricas, e por isso que Julia Versace, membra de uma dessas famílias usuárias do Utnent, sempre carregava esferas de metais como cobre, chumbo ou ouro, porque esses metais poderiam, respectivamente, ser leves para disparos mais rápidos e repetidos, ou acertar com mais força, ou então conduzir mais energia do Fator Utnent, chamado na Itália de Fattore Spirale.
Além da Família Versace como usuários condutores dessa energia cósmica, tem também outras famílias com acesso a essa energia, em sua maioria humanos, diferente dos Versace, e algumas dessas famílias também participam de empresas, ou até fundaram empresas bem-sucedidas no mercado europeu. Apesar de serem mais conhecidos pelo acesso ao Fattore Spirale, a Família Versace é boa com esportes, sejam eles olímpicos, responsáveis por 60% das medalhas ganhas pela Itália na história deste mundo, ou não, montando times de Futebol como a Primeira e Segunda Divisão da Versace Football Club, e uma marca de energéticos chamada VED (Versace Energy Drink), e a Família Cristigallo é conhecida por grande parte do Agronegócio Italiano, graças à sua corporação chamada Grani di Cristigallo, produzindo uma grande variedade de alimentos na Primavera, Verão e Outono, e projetando aquecedores limpos (sem contaminações e sem combustíveis fósseis) para proteger os europeus durante o Inverno, com pontas de comércio em Novíssima Iorque, sul do Brasil, China, Hong Kong e pontas extremas da Rússia, e também desenvolvendo inteligências artificiais para automatizar as fazendas e acelerar cálculos de cargas alimentícias ou de condições climáticas, e por fim, a Família Stilo é popular por sua empresa de moda chamada Stilo Corps, produtora de roupas sob medida e revistas físicas e digitais sobre moda. As armas que essas 3 principais famílias usam para o Fattore Spirale são como essas acima. Os Versace usam a partir dessas esferas, ou palle, com uma média de 5cm, 10,5cm ou 7,15cm, cada medida para cada metal utilizado, embora que o Fattores Spirale possa ser ensinado para os jogadores da Versace Football Club, podendo conduzir essa energia em bolas de futebol. Os Cristigallo usam discos, ou dischi, que funcionam como bumerangues ou frisbees com o uso do Fattore Spirale, embora o patriarca possa usar também a Spada Zeta, uma herança da família desde a Era Medieval. E por fim, a Família Stilo usa um modelo de palla diferente, feito de couraça (como as bolas de Busterball) com uma tinta amarela modificada chamada Etelimone, algo como Éter-Limão, e essa tinta, junto com os pontos negros em linhas cruzadas de forma irregular, pode "enganar a luz", fazendo com que a imagem da esfera lançada, ao invés de sair normalmente em relação ao projétil, se divida em duas, mas nenhuma das direções da esfera será a verdadeira, e sim ilusões da luz distorcida pela tinta, enquanto a esfera é disparada para uma terceira direção. Seria aproximadamente assim que a esfera é vista durante o ataque. Enquanto as imagens falsas têm a cor amarela destacante e a ausência dos pontos negros, na esfera verdadeira somente os pontos negros aparecem visíveis, algo que só um ou outro que vá enfrentar os Stilo tem tempo de perceber, como foi o lutador de artes marciais japonês Shin Akakuni (心 赤国), um dos mais jovens entre os representantes da família Shin, campeão de artes marciais em Kanto.
> 01/08/2270; Fuchū, Japão.
A família Stilo foi conhecida por ser uma grande concorrente da família Versace, e por isso já prototipou vários modelos de roupas para atletas de Futebol italianos, o que cortou alguns laços de exclusividade entre a Versace Football Club e outras equipes que compraram alguns de seus jogadores, e para experimentar outros esportes para ter alguns contratos, eles foram visitar um campeonato de artes marciais em Fuchū, e com os resultados de Shin Akakuni, a família Stilo decidiu convidar ele para um teste. Akakuni inicialmente recusa, mas com uma negociação simples (uma comissão de € 20.000 por luta ganha para os próximos turnos do torneio, ou futuros torneios), Akakuni repensa um pouco.
Akakuni: Sabe, eu nunca fui de ganhar dinheiro por ser membro de uma equipe, eu ganhava tudo pelos torneios, e eu não quero ser operário de gente fraca como você.
Luigi Stilo (o mais jovem da expedição): Como é?
Draco Stilo (patriarca): Luigi, não comece!
Luigi Stilo: Pois você não nos parecerá útil com os ossos quebrados! AAAAAAAA!
Luigi saca uma das esferas e dispara, as imagens saíam da esfera, a mesma parecia invisível, mas com um Oi-Zuki de esquerda, interrompe o caminho da esfera verdadeira, a jogando pra trás, com um Nukite de direita para o giro dela, e com um chute de perna direita joga a esfera para longe. Os Stilo se assustavam, mas mal dava tempo para dizer alguma coisa, Akakuni avança contra Luigi Stilo com uma cotovelada, e Shin "AK" estava vermelho, com o corpo tão quente que seu suor já saía evaporando, embora esse fenômeno tenha durado alguns segundos. Logo seguido desse avanço, AK dá vários socos, sendo 23 de mão esquerda e 28 de mão direita, e termina com um Shuto-Uchi de mão esquerda, jogando Luigi ao chão. Os Stilo socorriam Luigi enquanto perguntam o que o Akakuni acabou de fazer.
Luiza Stilo (tia de Luigi): Mas o que acabou de acontecer? Você é uma bala humana?
Akakuni: Na verdade esse ataque que eu fiz não foi só artes marciais, é uma técnica milenar do Chi, que pelo que entendi não é comum onde vocês moram.
Draco Stilo: Chi? Achei que só tivesse o Fattore Spirale.
Akakuni: Não, na verdade tem umas 135 formas de adquirir poderes só na Terra.
Akakuni descreve 70 das que ele conhecia, e depois mostra com mais clareza o que ele usou pra aumentar seu poder, era o Ryūshin, uma técnica que fazia o metabolismo acelerar, fazendo o corpo atingir 440 bpm e 60°C, e Akakuni afirma como aquilo melhorava o seu corpo.
Akakuni: Com o Ryūshin os meus músculos se contraem melhor, e meu sangue distribui mais nutrientes pra cada parte de mim, mas não posso usar por muito tempo, minha pele fica sensível, sai muita água do meu corpo, e eu corro risco de infartar a qualquer momento.
Akakuni desativava a forma, se mostrando completamente magro, os músculos estavam mais visíveis, as veias estavam ressaltadas, e era possível ver o seu corpo se contraindo ao ritmo do seu coração.
Akakuni: Podem ir à minha casa, eu mostro como eu me recupero disso. Lá na casa dos Shin, o grupo de expedição da família Stilo tentava conversar com os membros da família, enquanto o Akakuni mostrava cada um dos 14 membros do grupo que o conheceram, e bem, a família Stilo fala sobre uma ideia de patrocinar os Shin para mais e melhores torneios, e inicialmente alguns iam aceitar, mas a mãe do Kakuni e de outros 9 membros mais jovens da família, chamada Shin Kasumi IV, afirma que eles não podem participar por 3 motivos.
Kasumi: Primeiro, não estamos em nenhuma crise, mesmo podendo pagar bem não tem necessidade, segundo, nossa família não tá à venda, e terceiro, vocês deveriam ter mais respeito à casa.
Akakumi: Espera, mãe, como assim? Eu realmente pedi pra...
Kasumi: Sim, eu vi os seus esclarecimentos, mas diria que você deveria ter prestado mais cuidado.
Giovanni Stilo (irmão mais velho de Luigi): Ah, até parece que a gente entrar sem sapatos ia matar alguém.
Kasumi: Primeiramente você deveria ter mais respeito com a casa dos outros, segundamente eu limpei a casa e esse tatame, e terceiro, os seus calçados estão muito sujos, olha as marcas!
Giovanni olha para o tatame e percebe que estava tudo sujo, ele não entende o por quê das reclamações, e Mizu, irmã de Akakuni, responde com outra pergunta.
Mizu: Na casa de vocês não se limpa os pés, nem batendo no chão de fora da casa?
Draco Stilo: Mas que porcaria...
Giovanni Stilo: Ma che, padre, cosa è il problem-
Draco dá um murro muito forte em Giovanni, como foi de qualquer jeito, o soco não atordoa e nem faz sangrar, apenas dói.
Giovanni: Io ho ti viziato molto, marmmochio, io dovrebbe essere più attento di te!
Mizu: O que eles estão falando?
Akakuni: Tão falando na língua deles, tá tão irritado que não tá falando que nem a gente...
Kasumi: Oh, gaikoku-san, deixa disso, vocês são visitas.
Draco: Hã?
Kasumi: Deixe que eu resolvo.
Kasumi faz uma chave com Chi solidificado, e o lançando, abre uma porta que conjura uma entidade guardiã da casa, grande educadora e serviçal dos Shin, chamada Jūkyūgoshin, que pega o Giovanni, e o arrasta para a entrada.Giovanni Stilo: Ei, quem você pensa que é!?? Me tira daqui!
Jūkyūgoshin: 家を軽視する者は罰せられるだろう!
E a porta se fecha com os dois lá dentro, Draco e Luiza perguntam o que vai acontecer com ele.
Kasumi: Ele vai ficar bem.
Depois disso, Kasumi resolve reiniciar a conversa, e os Stilo repensam a negociação.
> 12/08/2270.
Um novo torneio começava às 6:00, a família Stilo refez o contrato com a família Shin e então eles poderiam aproveitar a parceria para um intercâmbio mais intensivo. Sempre antes de começar as lutas, Shin Akakuni, assim como outros usuários do Ryūshin, usam como pré-treino 6 potes de sorvete de melancia com uma receita própria da família. E sempre depois das lutas, Akakuni bebe 1,5L de água.Piermario Stilo (primo de Luigi e Giovanni): Você não acha que isso vai te dar enjoo?
Akakuni: Dá nada, esses sorvetes são muito leves, o melhor pré-treino da família.
Sofia Stilo (mãe de Luigi): E esses galões? Você bebe tudo de uma vez?
Akakuni: Na verdade não, eu bebo pouco mais de um litro sempre depois de cada luta, eu suo muito.
Seguiam-se as lutas, e Akakuni, além de aumentar a sua força e velocidade com o Ryūshin, também conseguia usar o Chi sensorialmente, com uma técnica de análise parecida com o Devate, ele sabia cada ponto fraco dos adversários, e os acertava até terminar a luta. Porém, aparece um oponente à altura, que não tinha nenhum ponto fraco.
Leandro Juarez de Albuquerque, um faixa preta brasileiro que está participando do torneio por estar bem próximo de sua estadia em Kanto. Ele normalmente anda e treina carregando mais de 130 kg de peso junto com suas roupas, e ele não irá tirar tão cedo por mais que isso o deixe mais leve. Leandro e Akakuni se encontram na arena, se reverenciam, e iniciam a luta, eles trocam golpes de Karatê, Akakuni, sendo mais rápido, emitia Oi-Zukis e Nagashi-Zukis, enquanto Lenadro, mais lento e resistente, segurava os golpes, com Soto-Ukes e Uraken-Uchio, mas depois que eles veem que um era forte demais para lutar normalmente com o outro, eles usam o seu poder máximo. Enquanto Akakuni às vezes parecia sumir, ou parecia ser vários dele mesmo, ambos com usos diferentes da sua velocidade, usando a mesma técnica sanguínea de antes, Leandro tirava os pesos da sua roupa e aumentava os seus músculos, ficando mais durável e mais difícil de tirar do lugar.
Akakuni: Mas o que? Ele tá maior que antes?
Leandro: Pensei que você melhorasse!
Leandro e Akakuni trocavam socos, e quando Akakuni começava a sentir seus músculos se esticando e se queimando, ou seus ossos se rachando, ele começa a tomar distância e desativa o Ryūshin, e Leandro, por sua vez, voltava ao tamanho e peso original, e eles voltam a trocar golpes normais, dessa vez com o Akakuni desviando e o Leandro emitindo chutes e voadoras de capoeira, a maioria dos golpes erravam, mas 3 dos chutes faziam Akakuni cair no chão, e Leandro se abaixava de cócoras, encarando Akakuni nos olhos.
Akakuni: Ai... O que aconteceu?
Leandro: Tu ainda aguenta lutar, cara?
Akakuni: ... Sim!
Eles reiniciam suas posições, e lutam a sério, Akakuni se recusava a usar o Ryūshin de novo, enquanto Leandro controlava os seus músculos e ficava mais poderoso, e então Akakuni tem uma ideia: Ele avançava, alternando posições e direções próximas do Juarez, e ele acertava o rosto de Leandro, e mesmo acertando 20 dos 21 dos socos em Leandro, aquilo não o fazia cair, enquanto Leandro dava um soco na barriga do Akakuni, ficando imobilizado, e Leandro ia agarrar Akakuni para continuar o próximo passo, mas Akakuni desviava, se afastava, e então, ele avança contra Leandro com toda a sua força, o empurrando, e então, Akakuni ativa o seu poder máximo, aquela névoa de suor subia de seu corpo, sua pele se avermelhava, e ele estava mais rápido.
Akakuni: Irei te mostrar o verdadeiro Kogarashi!!
Leandro: O... O que? Como ele tá tão rápido? É como se ele tivesse tra transformado numa bala viva!
Leandro de Albuquerque segurava os golpes de Akakuni, mas alguns o Shin mudava de direção, ainda o acertando, e outros eram tão fortes que, quando acertavam os braços de Leandro, o machucavam ou o empurravam, e então, Akakuni resolve correr em círculos, o lutador afro-brasileiro não entendia nada, mas o artista marcial japonês estava precisando de algo para acumular a velocidade, e no último segundo...
"やった!! 心赤国ンが勝った!!"
Akakuni sofre um ataque cardíaco, e cai, mas ele conseguiu tirar Leandro da arena. Stilo socorre Shin AK com sucesso, e eles poderão seguir com o contrato.
Continua>>>
13/08/23
Planeta dos Lagartos
> Ato 1: O começo
O planeta Hocerti, da estrela da Via Láctea chamada Cotton Prime, uma estrela azulada com uma zona habitável bem curta, e cuja civilização só foi possível por um dos planetas da órbita se aplicar exatamente na zona habitável do sistema estelar. As formas de vida evoluíram de forma parecida com a Terra, porém, aqueles que começaram a evoluir até ter formas de vida bípedes, com polegares opositores que os faziam se segurar melhor em rochas, árvores e terrenos mais íngremes, e depois evoluído em alguns exemplares para agarrar armas e alimentos, e o cérebro melhor alimentado aumentando para absorver mais informações e memorizar mais conhecimento, levando a civilizações de algumas evoluções como os humanos e os Dermurer (chamados nativamente de Shinoda) hocertianos (cuja nacionalidade começou como algo do império, e depois passou a ser generalizado desse planeta).
Esses guerreiros, chamados de Anfíbios Hocertianos devido à habilidade de lutar em água e terra, eram comandados a somente lutar contra os soldados, nunca atacando os civis, ou até socorrendo aqueles do próprio reino ou de reinos já aliados, usando as magias do Ego recém descobertas daquela época devido a um reinado anterior, e também, após derrotar ou eliminar os soldados inimigos, converter os civis, comunicando com eles até a assimilação dos habitantes ao novo sistema. Com o governo aumentando cada vez mais, Hocerti precisava melhorar a logística de seu povo.
> Ato 2: A logística dos lagartos Após juntar filósofos para formar a Academia Melia, com nome que homenageava sua irmã mais nova que foi assassinada durante uma guerra civil que o motivou a alistar no exército e se eleger a rei a partir da política republicana da cidade, e os filósofos, enquanto pesquisavam leis da natureza, estudos éticos como os Princípios Hocertianos do exército, e também melhorias tecnológicas para agilizar as viagens, como o desenvolvimento de novas carroças que atravessassem mais a resistência do ar, arquiteturas resistentes, incluindo descobrir o concreto, e também duas magias novas: o Voo e o Portal Vazz.
Vazz, em língua draconiana, significa Voz, e era uma magia capaz de abrir um portal para qualquer lugar que o ser que conheça a magia também já tenha algum acesso prévio, usando como "faísca" para ativá-la a voz do usuário, nesse caso, o grito mais alto que o feiticeiro consiga emitir esse portal, com um formato de bolha, possível pela vibração do som, que se possível, será forte o suficiente pra pressionar o espaço atingido. Após as melhorias, o império Hocerti se manteve estático, se melhorando e alterando gradualmente por dentro, ao invés de se expandir mais e mais, e com isso, o império se protegeu por eras.
> Ato 3: Era moderna
Durante a Era Contemporânea, a paz entre os reinos já descobertos e dominados e levou a uma corrida armamentista para obterem o nível de uma nova ordem mundial. Alguns países se quebraram, incluindo o milenar império Hocerti, e isso levou a um longo atraso na civilização, incluindo a queda total dos Shinoda, vivendo nas montanhas do Ocidente, e os hocertianos originais, em cidades separadas, a buscarem melhorias próprias, seja se aliando a governos próximos, ou entre eles mesmos, dominando cidades inimigas, buscando aliados mágicos, como dragões, ou utilizando da sua tecnologia e unicidade para, não só resistirem, mas também avançarem.
A guerra levou 93 anos, e enquanto os governos ao redor se quebravam fisicamente, o pouco que restou de Hocerti se reconstruiu como República Nemeia, e ao invés de atacar reinos próximos, começaram a se aliar a eles, com diplomacias e assistências, e conforme o tempo passara, a República Nemeia tomou todas as posições até a ordem mundial, descobrindo, melhorando e neutralizando tecnologias como a bomba nuclear, a tecnologia fotoelétrica que levou ao acesso prematuro da tecnologia a laser, como a computação quântica e fontes de energia infinita, e também a viagem espacial, o que levou à descoberta de novas civilizações.
> Ato 4: Outras curiosidades.
Os sapiens hocertianos comuns, conhecidos informalmente como "humanos hocertianos", ocupam 80% de toda a vida sapiente nativa deste planeta, enquanto há 12,3% dos seres composto por Shinodas e os 7,7% restantes de algumas espécies que os hocertianos só estão catalogando agora. Sua magia, baseada no mesmo Ego que move a magia mental, é melhor e mais eficiente, capaz de assumir atributos transcendentes a partir da telecinese, ativar portais a distâncias indefiníveis com apenas um grito, e sua proximidade com os dragões levou a poderes muito grandes, como o Clawritu (Garra Espiritual; fogo draconiano ancestral), o Maharitu (Palma Espiritual; um raio de plasma de alta extensão) e as Cinzas (uma magia ancestral que Sean encontrou em ruínas perdidas no Nordeste do planeta, conhecido como Oriente Ártico, ou Sibéria Bárbara como era o nome da nação em que foi localizada, seu desaparecimento é pouco conhecido). Os hocertianos também têm um poder físico próprio de adaptabilidade elevada e reativa, capazes de ficarem mais fortes em corpo, mente e alma, se regenerarem de pequenas feridas, que até então só a cauda se regenera por completo, e com isso eles podem aprender informações melhor e mais rápido e até aprenderem línguas novas só de conversar com alguém que estiver as falando.
12/08/23
Ômega Vermelho
> Ato 1
Em um tempo imemorial da Via Láctea, no sistema Psychino, vista no céu do Hemisfério Norte, havia uma enorme civilização, potente o suficiente para aproveitar energia dos planetas e da estrela à vontade, porém, movidos pela ganância, eles começaram a militarizar suas fontes de energia, a Esfera de Dyson passou a ser como uma estrela da morte, disparando feixes de energia para destruir planetas julgados "inferiores" por esse povo, construções de silício eram convertidas em robôs feitos para caçar rebeldes, e inteligências artificiais para expor informações dos civis, e líderes e diplomatas elevaram a burocracia, em que até mesmo comprar um equivalente deles a um pão levaria 1 dia de processo, com a farsa de que aquilo garantiria comida fresca e segura, mas na verdade os civis não conseguiam nem mesmo comprar suprimentos em paz.
Toda essa ganância, militarização e paranoia levou ao uso de uma energia própria que eles descobriram, cujo nome atual, da Agência Galáctica dos Humanos, agora é factum omega (Fator Ômega como traduzido da língua franca C-200, do Setor C), mas seu nome antigo era algo tão atroz, tão assustador, de pronúncia tão desconfortável, que uma mera leitura pode causar dores de cabeça, náuseas pesadas, desmaios e ataques epilépticos.
> Ato 2
Essa civilização, chamada de Telquines em alguns idiomas terrestres, ou Ghouls em idiomas alienígenas, foi declarada como autodestruída, devido a condições inaceitáveis para vida orgânica macroscópica, com o planeta considerado a Capital, o planeta "Psychino C", ou Sepharani como acharam nos fonemas da escrita das cidades, estava cheio de nuvens negras de poeira e o que sobrou da água em vapor do céu emitindo raios elétricos vermelhos, ossos dos antigos animais, como os sapiens da civilização, terras completamente secas, e grandes pirâmides negras com pontas e linhas de brilho escarlate, tudo com aquela energia ômega.
Foi então que a energia disse seu verdadeiro nome, causando 12 mortes de uma só vez, e assim, para nunca desencadearem uma situação de risco mental e mágico como aquele, batizaram de factum omega, assim como essa letra representava o fim e o alto poder destrutivo, algo que condizia com o propósito daquela força, que devido a ela ter uma mente, e se comunicar com quem tenha contato, era confundida com uma entidade, um deus ou uma dimensão senciente ou sapiente.
> Ato 3
A Agência Galáctica dos Humanos não usou a energia ômega para apenas a elite de seu exército, e nem mesmo seres que já tenham poderes, e ela sobrecarregava robôs, também os tirando de cogitação, e então, eles decidiram escolher seres de atributos medianos, ainda selecionados para o exército e que demonstraram alto desempenho já no início de sua carreira, ajudando pessoas, combatendo criminosos de alta patente e segurando incidentes meteorológicos, que a G.A.H. já tem a possibilidade de combater.
Os soldados são introduzidos a essa energia, que se une aos corpos deles, e ela os tornava mais fortes, imunes a efeitos da manipulação da realidade e da mente, somente podendo ser detidos por golpes físicos diretos, que embora acessíveis para a magia do Ego, eram muito raros, já que os magos, arrogantes do que são capazes, sempre escandalizam manipulando invasivamente o que desejam. A energia cósmica podia se modelar em armas, como lâminas, raios elétricos, laços e flechas de força imaterial, que inimigos não conseguiam desfazer, mas os golpes eram sempre certeiros.
Uma armadura azul, de ligas de aço modernas eram prototipadas pelos Laboratórios Sinan, do Norte da Via Láctea, para resistirem ao excesso de energia cósmica, mantendo os usuários ainda vivos e prevenindo os efeitos danosos daquela energia. Com tamanha gama de poderes, o Concelho Galáctico decidiu preparar algumas funções para que a energia ômega não fosse desperdiçada como se fosse apenas mais uma entre as nonilhões de opções de armamentos da galáxia.
> Ato 4
Depois de investigações envolvendo os níveis de realidade, incluindo a descoberta de uma quarta dimensão após ultrapassar o nível mapeado como "realidade 100", enquanto os níveis mais normais de realidade são considerados de 25 (neutro e sem atividades anômalas) a 50 (neutro, mas com atividades anômalas leves), porém o factum omega, uma energia cósmica com inteligência, alcançava 78 em nível de realidade.
Depois de longos século de uso, seja no presente ou no passado como era para a óptica para uma energia com mente cruzando milhares de anos luz a partir dos Portões de Partida, a energia ômega passou a tomar um novo propósito, de além de deter anomalias na realidade, também medir níveis de realidade, incluindo a Operação D'rax Hozierti, uma missão para neutralizar um demônio das profundezas do Tártaro, chamado D'rax, o Deicida.
Essa entidade vivia a camadas muito profundas do plano demoníaco, tão profundas que podiam esmagar matéria e alma como um buraco negro, porém, após a guerra que levou à danificação irreversível da Constelação de Leão, eles caçaram essa entidade, levou dias, meses e umas poucas décadas, até que eles encontraram um método para acessar essa dimensão: O palácio hermético. Usando a mesma técnica dimensional conhecida no planeta Blumodoro, ou aquela para criar os Biblioplanos para magos estudarem e tecnólogos prepararem projetos sem perderem prazos, ambos dilatando o tempo e sendo centralizados por estruturas de tecnologia e composição comparável à instalação de entrada, ambos algo capaz de criar dimensões de bolso com altas cargas elementares, eles construíram uma espécie de dimensão de bolso vermelha com acesso ao Tártaro. Ao passo que os Biblioplanos tinham ambientes liminares e de tamanho variável ao redor das instalações centrais, com cores verdes da energia temporal do plano, os Departamentos Sagitários de espaços azuis têm apenas a energia do elemento espacial para melhorar a armazenagem de materiais, ou o Vale Desconhecido em Blumodoro para selar uma entidade anciã, essa dimensão – o chamado "palácio hermético" para a Agência – tinha uma cor vermelha, pela alta concentração de elementos agressivos da natureza para segurar as brechas dimensionais para o Tártaro, junto, é claro, dos soldados armados com o factum omega, e que segundo relatos e uns poucos documentos do ocorrido, tirando toda a arquitetura física, mágica e dimensional, e a preparação de planos para chegar a tamanha conclusão, os soldados ômega assassinaram D'rax em cerca de 3 segundos, o que provava que, além do alto poder e adaptabilidade daquela energia, ela podia ferir seres imateriais de nível platônico.
23/07/23
Projeto Dream, episódio 180
> 08/08/2270; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
O mercenário atirou em si mesmo, e o grupo descartava o corpo. A Lei dos Mercenários diz que a polícia não pode interferir em casos que envolvam mercenários, já que depois de uma imensa crise, até mesmo matar alvos selecionados já se tornou um subemprego, e as únicas exceções são se o mercenário matar fora da commissão (assassinatos de segundo e terceiro grau durante a missão ou a eliminação de pessoas que nunca tiveram um registro em missões de mercenário), cometer outros crimes graves (como furto, a menos que seja por missões, que a propósito, são muito caras devido à segurança das casas e apartamentos, e estupros são condenados, e o mercenário será preso junto com quem o ordenar para cometer tal crime como missão) ou o assassinato de políticos dentro do Congresso (algo que Naej e Enna já fizeram, mas nunca foram pegos porque o contratador os sigilou com a ajuda de seus advogados), então, um mercenário morrendo estava fora da investigação pública, e talvez seja por isso que ninguém que tenha matado o Naej, mesmo na Terra, tenha virado manchete de notícia.
Naej achava estranho tudo o que causou aquela cena, e então resolve conferir tudo pessoalmente. Com um computador, ele envia um farol espacial, algo como um sinal de energia Hyper, capaz de cruzar pelo universo em segundos, direcionando para o Setor C, Muramasa estranhava o porquê do Naej estar fazendo isso, mas aceita numa boa, porque via que, no futuro, iria ser útil. Além de chamar Tifanny, Jane, Symphony Manoel e Otasha, também vieram Adner, Jin e Ivan Roudragon, Sean Nozawa (que veio por reconhecer a origem do farol, mas não esperava que fosse o Naej, que já tinha renunciado a equipe) e Rui Car Uoparlo, e Naej completa.
Naej: Aí, galera, só vou precisar chamar mais umas pessoas lá de Albuquerque e... Acho que conheço esse, mas cê veio sem querer.
Sean: Sério? Por que?
Naej: Fazia um tempo que eu não operava com o Construto do Muramasa, então boa parte dos colegas daqui eu lembro pouco a quase nada, mas bem, você tem alguma habilidade com engenharia?
Sean: Nenhuma, eu...
Naej: Droga!
Sean: Mas o que acha de eu vir com vocês por ser poderoso? Sempre ouço que você entra em encrencas.
Tifanny: A gente sempre entra em encrencas! Haha!
Jane: E quem não entra em encrencas?
O pessoal ria mais por contágio e alívio da situação do que por ser legitimamente engraçado, mas Naej leva o grupo que ele chamou para Albuquerque a partir da sua nave Taguchi, atualizada.
> Liberdade, Novíssima Iorque.
Além de chamar Michael e Oprah Boltagon, Dragom, Theon, John Parker e Norville, e recuperar o robô Molly, Naej se prepara para uma cruzada contra os prédios da Carlton, que após eliminar os investigadores com o ataque kamikaze de Christian e enquanto recuperava à força os advogados eletrônicos de Matthew, apagava cada prova sobre as suas culpas. O prédio estava 21% maior do que anteriormente, e com o envio do Molly para fora da nave, implantando e camuflando bombas para parte do plano, enquanto Norville hackeava os dispositivos para que já aplicasse como o encerramento do trabalho à tarde, às 17:30, enquanto na verdade não passaram nem das 15:20, e acionava os alarmes para os operários comuns saírem mais cedo, Gohan percebia o que estava acontecendo, mas Norville descobre que a sabotagem dele não saiu totalmente, então ele aciona um comando que enche a visão do Gohan de pop-ups, por um lado atrasa o careca, mas os gerentes estranham aquilo e o socorrem.
60% dos operários saíram, e para garantir que pareça que saíram no horário certo, Sean usa as Cinzas para alterar o clima escurecendo o céu com nuvens, redirecionando fótons para deixar o céu mais arroxeado, e fazendo chover para atrapalhar o uso de dispositivos móveis para ver o horário real, enquanto os que ficaram no prédio ainda estavam confusos, seja pelo ocorrido com o Gohan ou pelos horários não baterem. Gohan implanta um anti-vírus portátil, e o anti-vírus tirava pop-up por pop-up, enquanto acionava o sistema de defesa para atacar a Taguchi. Enquanto a nave bloqueava ou desviava dos tiros com seu campo magnético, e Otasha enviava agora um drone para neutralizar aquelas armas, Naej aciona todas as bombas, detonando áreas que dessem espaço para eles entrarem todos com a sua nave no andar onde está Gohan.
Gohan: Aquele maldito... Destruindo tudo que é meu e expulsando meus funcionários... Por que?
Naej: Hora de resolver o que eu preciso.
Gohan: O que? Você de novo?
Naej: Eu sabia que você ia se ocupar com a lei genérica americana, então só basta eu te bater fisicamente.
O grupo se juntava, e Gohan se preparava para enfrentar todos eles, e com os canhões de plasma atirava, mas Rui Car bloqueou o golpe com sua clava e a jogou para uma das paredes.
Rui Car: Graças ao baixinho eu tive uma moradia temporária na Terra, foi uma experiência bem relaxante.
Rui Car Uolarpo acertava alguns golpes e errava outros, Gohan estava com dificuldades, e Dragom cruzava um caminho que pudesse pegar Gohan de jeito, o atingindo de lado, e o lançando para cima com o impacto e o mau jeito do careca, Tifanny prende Gohan em correntes de gelo, em seguida Dragom, ainda girando, propulsiona Oprah. Ela tinha dificuldade de se controlar no ar, mas girando 900° diagonalmente para cima e para o seu lado dominante, Oprah corta o ombro robotizado de Gohan.
Oprah: Hora dos amigos aliens!
Gohan ia cair logo no chão, mas Adner (o único Roudragon que seguiu no caminho enquanto seus filhos ficaram em Las Vegas esperando) segue e, combinando a força elevada pelo Bolo do Poder de Lily Cocoa com um Martelo al Volcano (uma marreta de 60 cm com uma cabeça de 10 kg e um efeito elementar das rochas, vinda do planeta Fiter-B e muita usada pelo Adner em suas obras), aquilo amassava a cara de Gohan, enquanto queimava o Kit Cerebral que fazia parte da sua cibernetização. Sean restaura a cabeça do Gohan para continuar a luta, e agora movia o Gohan com as Cinzas, telecineticamente, e puxava em direção de Adner, que simultaneamente golpeava com toda a força no peito de Gohan, e isso seguia 12 vezes, até que na 13ª vez o Sean não estava mais o puxando, e Adner o bate com força que quebra as proteções peitorais de Gohan.
Adner: Vocês acham que é mesmo necessário?
Naej: Vai por mim, mesmo não sendo o pior causador, ele já fez parte de vários dos meus traumas.
Jane: E ele quer destruir os amigos do papai.
Adner: Então o negócio é de anos...
E então chegam a tempo os soldados e mercenários atuais do Gohan, que enfrentam a equipe do Naej, eram cerca de 13 para cada membro da equipe do baixinho, cada um tendo algum tipo de poder, embora a maioria tenha diferentes níveis de altas capacidades físicas, todas sobrehumanas, porém, logo 15 membros da equipe inimiga imobilizam, humilham e surraram o Naej, o mesmo estava sofrendo todas as dores que já sofreu em seus 39 anos em cerca de 3 minutos, até que Jane, com uma mutação mágica, pressiona todo o ar contra aqueles quinze e socorre o papai, e levava para o Sean curar ele, restaurando o baixinho átomo por átomo, porém, Sean é interrompido e lançado para longe com um ataque telecinético e era separado do grupo, Naej tentava se recuperar, e a sua alma estava cada vez mais fragmentada, e Naej não iria aguentar.
Jane: Papai? Papai!
Naej: Oi, Jane... Talvez isso seja uma hora em que eu teria algum flashback triste, ou o flash motivacional de quem eu já conheci, mas... eu preciso-
O mesmo ser poderoso contratado pelo Gohan lança um ataque que empurra os dois, e Naej estava muito machucado, mas o fundo da sua trava espiritual estava começando a se abrir, Naej estava agora se regenerando corretamente pelas Células Misarabua, incluindo o seu cérebro, que se limpou do estresse, e então, Naej se transformava, e em alta velocidade, ele explode a cabeça do mercenário telecinético, e quando ele ia correndo para socorrer cada colega, ele levava 11 minutos, ele estava numa grande aura flamejante, como ele assumia em suas transformações, e mesmo todo ferrado, gastando tudo que as Células Misarabua recuperavam durante o uso, ele fazia o possível para ajudar quem foi chamado para ajudar ele.
Sean voltava segurando a Jane, os dois não saíram tão feridos, e Naej até mesmo estranhava se aqueles mercenários eram tão fortes, e usava tudo aquilo contra o Gohan.
Naej: Bem... era isso? Uma telecinese forte o suficiente pra empurrar o melhor daqui?
Oprah e Michael tinham detido o último membro daquele time de mercenários inimigos, que, por ser uma equipe feita só para deter inimigos poderosos, não pareciam ter uma boa variedade de poderes, e sim serem feitos para superar habilidades inimigas, mas não adiantava, Naej se regenerava caso não fosse constantemente ferido, os outros do grupo eram fortes, e Jane, Tifanny e Sean já tinham poderes absurdos, e o único que estava em total apuros era o baixinho, que se não fosse os amigos morreria.
Naej: Ah, os Elefantes de Ohio, eu lembro de ter ajudado eles a matar um eugenético, mas talvez eles nem lembrariam de mim. Aquele elétrico que explodiu, estava perdido, se não fossem aqueles caras ainda estaria na Metanfetamina.
Tifanny: Cadê o Gohan?
Theon: Saiu, eu tentei perseguir ele, mas ele era rápido demais, voou pra fora do prédio e foi embora.
Otasha: Bem, se for assim, então eu tenho que ir.
John: Eu também. Eu estive preparando um traje novo para isso.
Naej: Acho que tem um pra mim lá no fundo da nave.
Tifanny: Pra mim também, eu comprei um modelito.
Então, os quatro se equipavam, incluindo a Otasha, que apesar de já ter carregado uma armadura tecnológica movida à energia dragonnet, também tinha peças a mais para melhorias, armazenadas para caso necessário, enquanto John Parker, com os contatos da Giulia e a assistência do Markus Akira, fez um traje especializado para lutar no ar, e Tifanny e Naej sacavam as suas armaduras tecnológicas de mesmo modelo, mas tamanhos próprios. E eles seguiam voando em direção de Gohan Carlton, e eles lutavam contra ele, que por sua vez tinha dificuldades em manter a fuga enquanto era atacado de tantas direções, como os mísseis de energia e lasers espaciais da Otasha, teias magnéticas que atrapalhavam os funcionamentos de Gohan Carlton, que ainda tinha muitas partes cibernéticas, ou então os ataques em harmonia de Tifanny e Naej, ainda mais agora que o Naej, voltando a usar magia, disparava uma mistura do fogo mágico com um plasma da sua armadura, e então, Gohan caía, todo fodido, e os 4 encaravam de cima o sujeito.
Naej: Eu estava tão pressionado, precisava voltar a usar aquela fonte de poder imensa de antes. Talvez eu ainda tenha a memória que despertava esse poder.
Gohan: Naej... Por que? Por que você se dedicou tanto para me destruir?
Naej: A razão é óbvia. Você era meu amigo, mas era um amigo pior que qualquer inimigo que eu veria, um traidor, você me explorou, se recusou a reconciliar, e depois que eu te venci, você ficou jurando vingança, achando que eu nunca estivesse pronto pra rebater tudo isso. Acabou.
John: Final foda pra uma temporada, usando tudo que aprendeu, ou tudo que cabia no episódio... Talvez se tivesse um spin-off antes que nem na Sexta caberia mais coisa.
Naej: Bem, vamos deixar pra frente.
Tifanny: Ei, 'Tasha, vamos voltar pro prédio chamar os colegas, o serviço terminou mesmo.
Eles se reagruparam, e voltaram para as casas, Adner tinha o orgulho de contar para os seus filhos, e depois outros familiares, sobre ele ter participado de uma jornada para resolver os assuntos do amigo de uma amiga, Sean ficou um tempo a mais na Terra para ajudar o Construto de Muramasa, Tifanny e Naej passaram um tempo em Albuquerque para interagir com os amigos terrestres, inclusive Rui Car mostra a Symphony Verve Manoel os seus antigos amigos que ele teve no subúrbio da cidade, e John Parker usou aquele traje, The Ballooner 2.0, para proteger a cidade de Deming, e Gohan Carlton perdeu tudo, incluindo amigos, operários, a confiança da sua família, e a vida. Depois de tudo o que ele fez, ninguém teve a coragem de o ajudar, temendo que ele retornasse a ser uma ameaça, e mesmo podendo se clonar com os seus projetos, ele não pôde transportar todas aquelas tecnologias caras junto consigo, e depois de tudo aquilo, ele desistiu de seus planos e obsessões, e talvez levará anos para que tudo volte ao normal.
Continua???
21/07/23
Arqui-Mago
> início da humanidade; planeta Terra; universo indefinido.
Muramasa começou a viver fixamente na Terra no tempo neolítico, por lá os humanos já aprenderam a usar o fogo, ferramentas à base de pedra polida, agricultura comum, e tinham uma relação mais estável com as formas de vida vizinhas. Ele viu como os humanos estavam evoluindo bem devagar, e como havia vários monstros que seriam descendentes dos seus irmãos, ou descendentes de entidades rivais, ele vagou pelo mundo todo à procura de entender o que, quem e como são esses seres da Terra, e com o tempo, ele se apegou àquele ambiente, um lugar simples, cheio de vida, com grande variedade, e mesmo os monstros de Amon, que ele menos confiava até então, tinham humanidade.
Depois de percorrer cerca de 10 voltas ao mundo, com caminhos dos mais diferentes para descobrir coisas novas, ele encontra um mago misterioso no Oceano Pacífico. Os Vulcânicos já evoluíram e desenvolveram pequenas e grandes tecnologias, antes isolados em ilhas do Japão, mas após desenvolverem navegação começaram a ir um pouco mais longe, como a Oceania e alguns territórios da China, embora que ilhas pequenas e o oceano sejam para eles o equivalente a uma capital.
O mago que Muramasa conheceu é Recoatam, já estava muito velho, era um patriarca dos oceanos, se comunicava com as baleias e, com o guia e suporte delas, navegava rapidamente nos mares, e sua magia não comunicava com a Máquina, mas sim com o Sprihit Vren da Terra, assim liberando uma magia muito mais limpa e genuína, e junto dos animais e dos piscêtropos, ele já montou um palácio inteiro de pedras e corais azuis, pela qual ele tinha um grande acesso a cada sensação que a Terra tinha, e com isso ele e Muramasa se encontraram.
O Sprihit Vren, diferente do Ego, que traz a magia da mente de um mortal, na verdade faz o planeta ter a sua própria mente, e com isso a magia dos dragões e outros usuários do gene Knucker-912 era tão natural, porque planetas como a Terra não pressionavam os usuários como a Máquina, a mente do universo, porém, por ser um conceito draconiano nunca antes escrito, esse conceito se carregará com os dragões desses planetas até o fim das suas vidas, e se mais ninguém souber dessa força, o planeta ficará sem as mesmas magias que tornavam o planeta tão mais bonito e capaz de conduzir energia sobrenatural pelos seus recursos. Recoatam e Muramasa lutaram, mais de uma vez, para um testar os poderes do outro, o mar e a terra tremiam, mesmo com eles se segurando em poder, tempestades surgiam tão de repente, seja pela pressão daquela energia tão grande, ou por ambos terem a Canção do Céu, a primeira língua já inventada fora da Cidade Sem Nome, e as lutas sempre davam em empate, ambos eram poderosos, porém com poderes muito diferentes.
Depois de amigos, eles se despediam, e nunca mais se viram de novo, depois de longas guerras contra Amon e seu exército.
Fim!
20/07/23
Joia Perdida
> 08/08/2270; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
Mais um dia de operações em Las Vegas, Alyx esteve patrulhando na cidade, camuflado com a sua invisibilidade, e ele podia carregar alguns equipamentos se necessário, incluindo a sua mochila, que carregava o computador, os drones e alguns suplementos como água e cápsulas alimentícias, ele podia esconder tanto com o pingente de invisibilidade que ele fez anos atrás como se posicionar de forma que pareça que a mochila simplesmente pareça que está no chão.
Alyx antes fazia esses patrulhamentos invisíveis e ágeis com ajuda do Axyl, seu irmão, mas depois da sua morte isso se tornou cada vez mais difícil e frequente, e que Muramasa alternava entre os novos colegas de trabalho para ele levar nas missões. O pingente da invisibilidade não era exatamente para o Alyx ficar invisível, já que corporimos já são de natureza, mas sim para poupar tempo em se esconder enquanto estiver se patrulhando, passando a invisibilidade para a sua mochila, ou até mesmo invisibilizando em área, o que dá uma ótima vantagem furtiva ou para ver atrás de superfícies.
Num outro canto da cidade, Charles Manfred e Dragondorf Dracojunior estão conferindo o laboratório e computação, incluindo o setor do Fênix A, como é chamada a sessão de computação e vigilância completas do Programa Fênix, e com isso conseguiam guiar o Alyx em suas operações, enquanto também eles testam a máquina de portal interuniversal que Muramasa tinha guardado há muito tempo, e eles descobrem, chamando Muramasa e Ego, o real contexto daquela tecnologia.
Dragondorf: Vocês esqueceram um portal multiversal no porão? Que loucura.
Muramasa: Não é realmente isso, eu estive viajando entre universos, linhas do tempo e tipos de realidade, esse é só o modelo mais recente que eu já fiz, o resto foi destruído, roubado ou dá pra achar em algum museu intergaláctico.
Ego: Eu lembro disso! Caramba! O primeiro tinha um formato que nem esse daqui, mas era de... madeira, com energia dimensional mágica, não lembro onde tá esse tal primeiro.
Charles: Ei, gente, o Alyx achou algo estranho!
Alyx está próximo de uma avenida ao Leste da cidade, e reporta, a partir de um drone-pombo (o nome de uma categoria de drones de pequeno porte, em formato de pássaros, que podem ser acionados ao ser lançados ao ar, e o portador tem total controle com um aparelho à base de eletrodos), também podendo ver, a partir desse drone, um casal contratando o que parecia ser um daqueles mercenários, Alyx deixa o seu drone para enviar as informações, e que caso terminar, o drone-pombo irá retornar ao Alyx normalmente. Enquanto isso o drone transmitia informações.
Cliente ♂: Aquele canalha, matou o meu filho... nosso filho, aquele vagabundo, a gente lembra do rosto, era esse aqui.
Mercenário: O que? O Naej? Por que ele faria isso?
Cliente ♀: Ele nunca largou a vida de mercenário, ele paga de bonzinho, mas ainda mata por trabalho, mata por dinheiro, ele tá nem aí pra quem ele vai matar.
Alyx: O que? Não, não! Ele nunca faria i- Puta merda!
Alyx saca sua mochila, seu drone e foge dali, e alerta o Naej sobre o que estava acontecendo. O grupo ainda na base pergunta a Naej sobre o que estava acontecendo, e ele diz que, em tempo terrestre, ele perdeu a conta de quanto tempo ele esteve fora dessas missões de assassinato, e no máximo ajudava a Tifanny, eles ou a O&S, e ele diz que, em 3 horas, estará por lá.
Passam-se as hora, Naej atrasa um pouco e pede pelo que contexto, e vendo a gravação que obtiveram, o Naej reconhece.
Naej: Caralho, é o meu pai!
O pessoal: O QUE!??
O grito, em conjunto, era tão alto que dava para ouvir mesmo de trás das paredes e teto daquele andar a 25 metros de distância da superfície, Naej se atordoa mas, com as Células Misarabua, um tipo de células clonadas mutantes sintetizadas para aumento de atributos e regenerar outras células, o Naej se regenerava daquela situação, e tenta esclarecer mais.
Naej: Eu já vi esse cara, e a garota que tá do lado dele nessa gravação, parece conveniente, mas curiosamente... é conveniente mesmo.
Dragondorf: Anda logo, baixinho! Como cê reconheceu tão de cara?
Naej: Eu vi esse rosto um monte de vezes, lutei contra o cara mais de uma vez, e essa mina aí, braço direito dele, quase me matou, não sei como ela saiu da cadeia depois da Tifa ter pego ela.
Muramasa: Você tem uma vida digna de um protagonista de história popular.
Naej: Pra falar a verdade, esse assunto de superar estereótipos narrativos tá tão chato que eu prefiro até admitir que sou um protagonista que tudo acaba batendo no que eu faço. Então... A gente chama o Jessee? A Jessee? Não sei qual é o gênero deles hoje, isso vai dar uma situação bem grande.
Muramasa: É uma boa, mas não creio que eles se limitarão a um julgamento.
Naej: Beleza, então já posso matar meu pai.
Um alerta é tocado, e eles veem o tal mercenário lutando contra geral ali, Sh31la e vários outros robôs, de tecnologia simples, não foram o suficiente, geral é elevado para a superfície, as clones da Ego enfrentam o tal mercenário e, estranhamente, o homem tinha a adaga cósmica da Yuri Yoshida, algo cujo efeito no tecido do espaço se colidia com a energia cósmica das Ego, e o mercenário agora saca um taco de baseball de metal, com modificações balísticas explosivas, que nem recuava a Ego010, uma das clones, só empurrou ela 3 cm para trás, mas Howard atropela o mercenário com o que parecia ser um carro de corrida vermelho e branco com estrutura low-poly 64-bits, e Donald brota no ar e solta um ataque luminoso pelas mãos, e depois de atingir o mercenário, ele cai no chão. Tudo é rebobinado até antes da presença de Donald e Howard, e usando aquela adaga cósmica, o mercenário teleporta, e Donald acaba atingindo Howard.
Donald: Que!?
Ego001: Não se preocupe! Vá atrás dele primeiro! Combine a Velocidade Level 99 do Noxus1024 e o Speedlight do Lightspeed Simulator!
Donald: Esses são os poderes que o Howard tem!
Ego001: Qual é!?
Dragondorf segurava Naej enquanto seguia avançando contra o mercenário e, enquanto Naej estava com uma espécie de lampião de energia desconhecida, o Dragondorf, segurando o Naej a partir de um segurador de bebês para mandisistos, corria a partir da magia dourada, e então o Dragondorf tira o Naej do segurador de bebês e o lança, que com a tal lanterna que explode, com aquela energia retida, a lâmina cósmica em pedacinhos.
Naej: EU SEMPRE QUIS FAZER UM ATAQUE KAMIKAZE!! Incrível!
O mercenário estava ainda vivo, e ele se levanta atrás do Naej, que por sua vez se irrita e desvia do golpe dele, que se o Naej não soubesse ele iria morrer. Diga, Naej, como você soube desse ataque?
Naej: Eu estou cansado de RP's malfeitos com essa palhaçada de "desvio e te mato".
Charles: Cara, isso me fez lembrar de muita coisa.
Naej estava lutando contra o mercenário usando as armas que carregava nos bolsos, inclusive ele sacava a sua +3 e atirava, e Naej estava no calor daquela luta, o mercenário estava confiante.
Mercenário: Naej, se renda, no mínimo se desculpa com os pais do moleque que tu matou?
Naej: O filho do meu pai que eu teria matado? *risada curta* Como se meu pai tivesse saco pra ter outros filhos...
Naej ria alto, e geral ria em seguida, o mercenário não entendia nada, ele tinha pego aquele contrato entendendo que o Naej realmente tinha feito, que não era real, o mercenário, desesperado, saca uma pistola que caiu da mão do Naej, e Naej se preocupa.
Naej: Eieiei! Espera aí! Vamos resolver isso aí, vamos lá tirar satisfação com esse cara e claramente a moça que era dona dessa espada que quebramos, ou então...
O mercenário atira em seu olho, morrendo na hora, e o pessoal, subidamente em silêncio, tira o corpo dali, descarta tudo e limpa o cenário.
Continua???
18/07/23
Projeto Dream, episódio 179
> 05/08/2270; espaço sideral; Universo 255-P
Salér e Pattarak já se viram outras vezes antes da última nesse ano, e suas famílias viveram nessa ciclo eterno de guerra, ódio e corrida de energia do Caos, e Sigarahi, sabendo que seu irmão mais novo morreu e renasceu, resolve fazer a sua parte para honrar ele, e se preparava para destruir o que Pattarak tinha formado, e dessa vez, primeiro ela rouba a espada de Lykos, lembrando que era a espada que Pattarak deu a Sean, e que agora era a do Lykos, e ela tentava matar o próprio Lykos com sua arma, mas 3 sacerdotisas Kirucéias o salvam, usando magias de gelo que esfriavam aquela energia que Sigahani gerava ao existir, e usando anéis do tempo equipados em seus indicadores esquerdos, aprisionando a entidade para o seu entendimento, em uma camada de quebras dimensionais que pareciam diamante puro.
Tifanny esteve ajudando Aria, que também tinha um trabalho a fazer, envolvendo visitar o plano da Máquina para ver a prisão cósmica de entidades celestiais, como Chandus, o devorador, e que ele tinha algumas informações preciosas, como o Sprihit Vren que existe em cada ponto da natureza, e que quando os dragões manuseavam nela podiam mudar as leis do mundo, e como sem ela toda e qualquer alimentação planetária seria inútil, e por isso que ele conseguia tanta energia com os planetas que tinham civilização, já que tendo vida inteligente, natureza e arquitetura, o mundo tinha mais dessa energia abstrata, Tifanny estranhava aquilo e, tendo uma ideia, pede para Aria lhe dizer onde está Citiu-ûlo, que ela diz que ele está em seu planeta natal no Setor C, trabalhando como Hibachi no bar Pa'an Ger'O, e Tifanny agradece a informação e, com um portal para o mundo material, vai atrás desse planeta.
> Lille, França.
Poucos dias antes da Julie armar o torneio para tornar o Redlar vencedor em um Oelbi, o campeão físico e principal guarda do clã, Julie viu que nem todos poderiam participar, como crianças, gente que usa o caminho médico da Arte Marcial Redlar e alguns bem mais fracos que a média, como Lumière Redlar, um garoto que segundo os pais e a parteira estava destinado a reinar aquele clã e ser um campeão muito rico, mas todas essas palavras bonitas saíram pela culatra em 2248, e mesmo esse homem, mais velho que a Julie, era fraco demais para um Redlar lutador, e nunca tentou nenhuma das técnicas médicas de um Redlar massagista.
Julie: Tio Lumière... O Fugaret teve que treinar em outro país pra ver se melhorava de vez, mas não acho que desbalanceie.
Lumière: Até parece, minha pele tá dura demais pra ser pego pelos pontos de pressão de sempre.
E então Julie monta o ringue para os dois lutarem. Fugaret tem 1,85m de altura atualmente, e Lumière tinha 2,40 metros, com os hormônios do Fishrun e uma cirurgia de aumento, mas não parecia intimar Fugaret. A luta começa, Lumière espera Fugaret avançar, e 3 segundos depois o Fugaret entendeu os movimentos necessários para a melhor vitória, indo em direção do Lumière e dando um uppercut nele para tentar derrubar ele com um golpe. Não adiantava, o pescoço estava firme demais, não ia agitar o cérebro, só jogou o cara para mais longe, e Lumière, nem ligando para o resultado daquele ataque, se levanta e começa a bater em Fugaret com socos e cotoveladas, mas Fugaret desviava dos golpes, aproveitando a movimentação do ar, os poucos golpes que o atingiam eram amortecidos por Fugaret ainda se mover de acordo com o que Lumière fazia, evitando o aumento da colissão.
Fugaret acha um ponto mais frágil na lateral direita da barriga do Lumière, e acerta com um chute, Lumière grita com tanta dor, e fugia para uma das pontas do ringue, e ele olhava o Fugaret usando os seus olhos, todos os pontos sensíveis e vitais estavam disponíveis, então, o Lumière precisa relembrar o ajuste de punho correto, e ele escolhe o punho agulha, em que os dedos indicador, médio e polegar ficavam retos para a frente, em vez do punho cobra, em que os dedos ficam curvados e alinhados para se parecer a figura de uma cobra.
Lumière avança com as duas mãos em punho agulha, mas erra todos os golpes, porque por mais aerodinâmica que fosse a posição, ou que a força dos músculos melhorasse o impulso dos braços, Fugaret ainda lia todos os movimentos, e desviava deles acompanhando tudo, e ele passa por baixo do Lumière e, olhando as costas dele, acha pontos sensíveis para atingir, e ele pula nas costas do seu tio, Julie via como um leão pulando em um búfalo, pura acrobacia de um caçador contra o corpo de uma caça forte. E Fugaret socava vários desses pontos, como o trapézio esquerdo, os redondos maior e menor ao lado do braço direito, e para finalizar ele aperta os músculos ao redor da coluna, o fazendo cair de vez pela imobilização. As massagistas restauravam Lumière enquanto Julie entrevistava Fugaret.
Julie: Cara, incrível como você conseguiu superar a carne dura do tio Lumière... Como isso é possível?
Fugaret: Precisei ficar desviando dele até achar as brechas dele. Combinei duas super habilidades, a arte marcial Kokatsu dos japoneses, me faz basicamente um homem de borracha, e o Futuro Vermelho da família, fiquei vendado por semanas até meus olhos verem mais que só a frente ou o agora.
Julie: ... Okay, como você sabia desse poder Redlar?
Fugaret: Descobri sem querer, antes o velho míope que cê recomendou falou que eu precisava superar a dependência da visão que a família tinha, aí... sabe a Bisa Amélie? Ela tinha esse poder, e ficou por um tempo esse mistério.
Julie: Isso deve ser muito foda!!
> Biblioteca Dermurer, Inglaterra.
Isabella estava estudando por um tempo na Biblioteca Dermurer, e junto estavam alguns acionistas da D.R.V.G., a Isabella esteve passando um tempo por lá para ensinar técnicas de acúmulo de lucros que só os Dermurers sabiam, já que ela viu que o ganho de capitais estava caindo devido à ganância daqueles homens afastando a clientela, então, sendo educada e vendo potencial em recuperar eles, ela juntou 3 livros de Silverspam Dermurer, um Doutor em Economia de 1950, que estudou métodos americanos e japoneses para entender os segredos do sucesso das empresas de ambos os lados. Os livros pegos por Isabella eram:
- A Capital dos Amarelos: Um livro geral sobre logística japonesa, estudando a história da arquitetura, arte e tecnologias desde o feudo à época em que foi escrito (cerca de 1949, enquanto Silverspam ainda estudava na universidade de economia, foi um equivalente ao seu TCC), incluindo a ascensão da Toyota e da Mitsubishi. Nas últimas páginas também tem uma pequena auto-biografia expressando o quão difícil foi aprender japonês para estudar da forma mais direta do assunto. Tem 105 páginas e às vezes é recomendado em faculdades inglesas na atualidade.
- O preço da incompetência: Um livro de 190 páginas escrevendo casos em que as empresas se prejudicaram muito devido à má gestão de sua infraestrutura ou até mesmo à precariedade das empresas no mercado de trabalho. Também apontou os erros da Ford na época e como aquilo era prejudicial para seus funcionários.
- Alegoria do planeta Shin: Um livro que Silverspam fez de forma experimental e com a esperança de simplificar o que ele quer dizer sobre o quão preciosa é a harmonia e a parceria durante o trabalho, e como produções em massa não irão adiantar como uma forma de vender bem. O livro tem 50 páginas, e se trata de um povo chamado chiteki (plural chitekan segundo o livro), do planeta Shin, que tinham uma sociedade que vendia naves espaciais para outros planetas no universo, e que tinha uma rivalidade com os kumori, do planeta Usó, que diferente dos chitekan, que transportavam as naves na medida certa e perfeitamente construídas, prevenindo o máximo de defeitos, os kumori construíam naves em massa, iguais, sem opções de escolha, e perdendo vários modelos devido a errarem também em massa, e que o ditador desse planeta, chamado Henry Fort, destruía planetas que ousassem concorrer com eles, e que ao se encontrarem com o planeta Shin, resultou em uma guerra em que o planeta Usó saiu danificado. Por um tempo foi comercializado como um livro infantil no mundo todo.
Isabella: Gostei do seu ponto mas acho que você esqueceu uma coisa? Eu sou sua chefe.
Plato: E eu, sou seu acionista.
Isabella: Um dos meus acionistas. E era! Porque você já tá na rua.
E depois da expulsão de Plato, Isabella seguia com a aula provisória com o que ainda tinha na Biblioteca Dermurer.
> Nova Lander, planeta Stereo.
Tifanny retornou ao planeta Stereo, e viu como Jane estava mais feliz, menos tímida, e mesmo não saindo muito da cidade ela ainda conseguia socializar com as pessoas de Stereo, embora enquanto a Tifanny não via a Jane já estava viajando pra outros planetas e dimensões.
Continua>>>
17/07/23
Saurus Sapiens
Antes dos humanos existirem, por volta de 40 milhões de anos atrás, uma espécie de dinossauros parecia ainda seguir ao lado de diferentes outros grupos parentes, porém, em vez de seguirem como aves, crocodilos e alguns mamíferos maiores, aqueles se tornaram um grupo meio réptil, bípede, meio mamífera, e com um cérebro complexo, seus ancestrais eram pequenos, então não precisavam comer muito, mas eram inteligentes, tinham sempre as melhores estratégias para se sustentarem mesmo depois da queda do meteoro. Eles foram uma espécie dominante, pacífica, por longas eras, até que os humanos começaram a evoluir e se ramificar, e dizimaram aquele povo de seres inteligentes, isso ainda antes da própria guerra que teria entre humanos e monstros, e depois a sua união e destruição.
> Ato 2: 1964
O ano é 1964, e um grande movimento a favor dos negros estava se movimentando cada vez mais conforme os oprimidos foram tomando atividade, e isso deu oportunidade à família Sunrise, ancestral dos Sunshine, esteve fazendo suas pesquisas, incluindo Michael North Sunrise, a partir de uma família que normalmente lucrava com uma imensa fazenda de diferentes frutas, sendo as cores vermelha as frutas vermelhas comercializadas, verde a madeira e que é plantada, colhida e vendida para indústrias de papel, e a cor preta das roupas uma uniformização, vinda da colorização das roupas feitas, internamente ou de segunda mão, para os trabalhadores da empresa. Michael se manifestou para dar apoio a negros, japoneses, lobisomens, mandisistos, dragonoides e anfídios, e enquanto obtinha apoio da população, também operava projetos novos. Michael N. Sunrise liderou um projeto para gerar uma rede nova de energia, à base da luz solar e com reforço eólico, capaz de sempre gerar energia, mesmo que ainda na escala que a humanidade ainda tinha de alcance, e com isso, os Estados Unidos estiveram ainda mais à frente, e depois de receber um Prêmio Nobel de Física, ele resolveu unir o seu projeto de energia fotoeólica para construir o que agora era a grande sede das indústrias Sunshine, que começou a ter esse nome a partir de 2035, quando os descendentes começaram a ter esse sobrenome como o principal.
> Ato 3: 2270.
Jonathan Sunshine é o herdeiro atual das indústrias Sunshine, e ele já testou várias produções, incluindo baterias solares parecidas com as bilhas estereanas, mas energizadas pelos seus poderes, e o barateamento da cura do câncer, algo que já havia sido descoberto mas estava mudando gradualmente. Porém, Jolly Sunshine e sua equipe testaram alguns projetos envolvendo vida antiga, e eles começaram ressuscitando um humano da antiguidade, de antes da escrita ser inventada, esse era um espécime neandertalense, que Jolly apelidava de Peter Gris, pelos cabelos e pelos daquele ser e porque Peter é um nome muito associado a pedras, um símbolo da antiguidade e ponto de referência da época em que ele foi preso no gelo. Peter Gris ainda não saiu dos laboratórios, e fizeram toda uma arquitetura adaptada, ele já sabe ir atrás da sua comida, beber água em bebedouro e procurar por banheiros, a cama ainda é no chão, já que camas mais altas o deixavam desconfortável e com medo de mais de dormir, provavelmente porque ele se mexe muito enquanto dorme, e isso seria perigoso para ele, e ele já foi aplicado em testes de QI e resultou em um QI de 190, ele entendeu o inglês terra-americano e conseguia ler os textos que apareciam nas paredes, em dispositivos e nos testes, mas não conseguia falar nada além de "You", "Here" ou "Thank" (não conseguia falar a frase toda), mas ele conhece a língua registrada como Canção do Céu.
A casa subterrânea do Peter Gris é um complexo labirinto de um total de 9 salas que se interligam por corredores, isso para garantir que ele não fique irritado ou deprimido por ficar em um espaço tão fechado, algumas salas incluíam os banheiros, o que pareciam ser restaurantes, que às 6:30, 12:30 e 20:00, onde curiosamente Peter aprendeu rápido a manusear colheres ou usar as bisnagas para temperar a carne que o serviam, como a maionese verde artesanal que começaram a servir depois que ele aprendeu a se servir, e também tem o que parece ser uma piscina, por onde ele toma banho e, às vezes usando alguma talher, tirava a sujeira dos seus dentes.
Jolly Sunshine não entendeu antes o que era aquele idioma, e conferiu se a equipe de Muramasa conhecia, e deu certo, e Jolly começou a estudar o idioma desde a primeira palavra que Peter Gris falou ao acordar e ver sua equipe ("Pierpo") a também alfabetos, vocabulários e conjugações, incluindo ajudar o homem das cavernas e entender a língua atual para facilitar mais, embora não tenha dado certo do nível do esperado.
Fim?
15/07/23
Projeto Dream, episódio 178
> 05/08/2270; Qom, Irã; Universo 255-P
John Parker, Dragondorf e Tankanar estiveram de fora dos contratos com o Jolly Sunshine, o próprio diz que ia fazer o resto por conta própria da sua empresa, então eles três, agora junto com Charles, estiveram investigando algumas operações, como os remanescentes da Underdream operando com armas dimensionais poderosas, como a lança quadridimensional, para destruir algumas nações e seguir o que a Família Wallow desejava depois da deseleição, exílio e até mesmo encarceramento, o que tinha irritado grande parte da família que tinha ganhado muito com tanto poder que agora foi perdido.
Jonathan Wallow, marido de Martha Wallow, acabou usando essa arma para derrotar o grupo todo, Tankarnar foi esmagado ao levar 90% do golpe dimensional ômega, enquanto John, Charles e Dragondorf saíam voando com a alteração gravitacional, mas John Parker ajusta o seu traje, faz asas a jato com a modificação dos apêndices da armadura, e voando em direção do Dragondorf, o salva segurando com os braços, e com três linhas de teia da sua mão direita, ele segura Charles, não o tira completamente do arremesso, mas amortece a queda.
Charles: Ai, desgraça, por que deu mais prioridade pro fodão aí e não pra eu, que sou mai' fraco?
John: A gente precisa desse cara!
Dragondorf: Ei, mas e o Tanka?
John: Pelo que eu lembro ele é imortal, ele pode se recuperar.
Tankanar não se regenerava, mas parecia, com pura reestruturação muscular, Tankanar se contraía e relaxava até remontar de novo, suas calças estavam danificadas, mas a cueca e os sapatos estavam inteiros, e Dragondorf tem uma ideia.
Dragondorf: John, socorra o Tanka, Charles, enfrenta os caras ao redor, eu fico com o Wallow.
E então a estratégia começa, enquanto John, já rápido, e ainda acelerado pelo impulso da teia artificial do seu traje, e ia socorrer e ajudar Tankanar a se recuperar de vez, incluindo colocar ossos no lugar, e enquanto Charles, com sua armadura tecnológica, lentes com scan perfeito, sabre de plasma e mísseis lançados das suas costas, enfrentava cada um dos 998 soldados, enquanto Dragondorf elevava a sua magia dourada, exalando uma aura crocodiliana imensa, que Jonathan Wallow usava a sua lança quadridimensional para usar o mesmo ataque, porém, que iria fazer Dragondorf envelhecer ao contato, mas Dragondorf, muito mais rápido, desviava, e girava, lançando a cauda da sua aura que batia e jogava Jonathan para longe.
Milhares de soldados mortos em combate, Tankanar agora estava inteiro de volta, mas Jonathan ainda estava vivo, só não inteiro, perdeu uma imensa parte do seu corpo, da têmpora esquerda para abaixo da altura da axila esquerda, perdendo braço, ombro, músculos peitorais e pedaços do seu crânio, e Jonathan havia usado o que sobrou da sua lança quadridimensional, danificada por tamanho poder dimensional daquela magia de Dragondorf, para sobreviver àquele ataque, e ele se sentia confiante com aquele poder ter o tornado até então imune à própria morte, e ele seguia em direção dos quatro. John e Charles se assustavam, Dragondorf estava ainda estabilizando aquela aura, e Tankanar subia e corria por cima da aura dele e, saltando de cima da ponta do focinho da aura crocodiliana, e ainda por cima impulsionado com um golpe da cauda da magia dourada, voava em direção de Jonathan Wallow, e com as suas mãos em forma de garra de tigre, esmagava o peito de Jonathan.
Tankanar sabia que não ia adiantar, afinal, o estado de meia-morte que Jonathan induziu a si mesmo não era o mesmo estado de imortalidade estrutural que Tankanar tinha e conseguia superar, não tinha o gatilho amaldiçoado que Tankanar usava para matar imortais, e então, Tankanar chutava Jonathan com seus pés em um chute duplo direto, enquanto puxava a lança da mão do seu oponente, e afastava-se junto com a arma do Jonathan, que com o tempo já estava se deteriorando, mas Dragondorf consegue parte do seu controle, e dispara uma bola de fogo, com uma energia azulada, transcendente, era poder em sua forma mais pura, como a abstração que o Concelho Galáctico tem em seu arsenal, com faíscas da magia dourada, que Tankanar, parado, era ignorado por aquela chama, que só tinha um único alvo.
A lança quadridimensional foi destruída por completo, nem mesmo a luz cósmica que ela emana sobrava daquele artefato, enquanto nenhum bóson ou lépton daquele formava mais aquele homem, e sem nenhuma camada entre carne e espírito, a alma se desfez de forma absoluta, era como se o corpo fosse um copo, e a alma a água, e que ao invés da morte só derramar ou quebrar o copo, aquele ataque interconceitual seria uma bomba, que despedaçou o copo fragmento por fragmento, e evaporou e espalhou toda a água que iria sobrar, isso era um ataque conceitual, corpo, mente e alma não sobreviveriam sem ser fruto de um milagre ou o poder de uma entidade.
> espaço sideral.
Rui Car Ishshash, da família Uoparlo, uma grande besta tinmariana, havia retornado depois de tanto tempo em seu planeta, ajudando seus semelhantes a recuperarem a biosfera de seu planeta depois de tantas guerras e caças, e durante as viagens, ele já provou diferentes tipos de alimentos, seja carne de caça, como os diferentes tipos categorizados Helers, ou os Stritaj – animais chifrudos bem grandes, onívoros, comem grama, frutas e, às vezes, vermes e pequenos crustáceos –, e ele havia aprendido pequena culinária no planeta Nameku e, com isso, conseguia assar em pedras, junto com o fogo que ele preparava com a força das suas mãos e o atrito das garras, e também reconhecer as propriedades das ervas, sementes e vegetais selvagens pelo cheiro e cores, para depois temperar e testar novos sabores nos alimentos. Talvez, depois daquelas excursões experimentais, Rui Car Uoparlo planeja ir à Terra para ver o que mudou ou melhorou.
> Bulandhorn, Islândia.
Sora e Kinblu estiveram de fora das missões padrões da Base Vierte, e ficaram no templo dos grifos nas Montanhas de Bulandhorn, uma região montanhosa da Islândia, com montanhas só um pouco menores que o Everest, com vilas pequenas e interligadas, seja em minas ou em estradas, ambas arquitetadas pela mão humana, é um dos únicos lugares habitados por humanos alados, alguns sátiros assim como grande parte da Europa, e os humanos tinham uma habilidade social com as feras que era confundida com a telepatia.
Sora compreendia o seu elo com o poder demoníaco ancestral, enquanto estava longe dos sentidos mentais de seu pai, Sanguinaris, já que a essência elementar dos Ventos do Norte eram mais fortes que qualquer energia destrutiva do Tártaro, Sanguinaris tinha todo esse poder do sangue, que foi passado para a geração de Sora, devido ao Sangue, o elemento do corpo, dos animais e da força bruta, era uma energia bem preciosa nas mãos do Tártaro, um plano de pura destruição e energia negativa.
Kinblu também era filho de uma demônio, a sedutora de mortais, a guerreira onífila, o morcego dos desejos, a entidade chamada Tsul, esta é pouco conhecida, e provavelmente é mais antiga que a humanidade. Nenhum poder especial foi notado em Kinblu além de, ao chegar da adolescência, Kinblu e Sora ficaram muito mais juntos que o normal, e eram como dois imãs, e demorou muito para resolverem o caso, algo que estava mais aliviado. Antes, de 2258 a 2264, Kinblu e Sora sempre estavam no cio, mas com algumas terapias de vícios, junto com um redutor hormonal, eles começaram a amansar.
Serjj R4dio recomendou instalar eles, não por nenhum treinamento mental ou elementar, mas sim para evitar que Greenio arraste os dois para aquelas maluquices, mas Sora e Kinblu conheceram duas mulheres bem importantes que viviam naquelas montanhas atualmente:
- Diamantur Kouttura: Uma mulher humana que esteve acostumada a montar em grifos e voar com eles, e seu poder dos ventos, vindo da sua ligação com aquelas feras, e diferente de ancestrais como Hermione, ela nunca saiu da Islândia, agindo limitadamente com relação a onde morava, mas também teve contato com outros seres, de outros lugares, por internet e visitas. Ela tem múltiplos números 7 cravados na sua pele, isso devido a um grande presságio envolvendo o fim do mundo, e que aquelas cravuras seriam como uma forma de afastar esse fim do mundo.
- Istozaferi: Uma mulher de uma espécie desconhecida, não era humana, mas sua pele, anatomia de 6 braços e mãos, ordem e posição dos membros, mas também não era um monstro como os do plano etéreo e seus subplanos, por mais sobrenatural que ela seja. Esse ser perambulou entre os humanos e já lutou contra diferentes ameaças cósmicas, pouco menos do que o Muramasa e as bruxas juntos. Ela cravou símbolos a partir das antigas Dolorosas Montanhas de Bulandhorn.
Kojiruu passava por esses lugares, e ele entendia o quão precioso é esse fluxo, cada lugar na Terra trazia energia, e cada espiral que existia, no corpo, no ambiente, na dança, no céu, era todo aquele sentido da magia, uma abstração que o Concelho Galáctico via em armas como as joias cósmicas, as armas quadridimensionais, e a Canção do Céu, uma abstração que tocava o espaço, o tempo e a arte natural, aquela abstração, conhecida antes pelos dragões, e até então pela humanidade, era o Sprihit Vren, ou Olhar Ascendido na língua dos dragões da Terra, o que tornava tudo finito e temporário, porém belo, maior e único.
Continua>>>





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