Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

24/09/23

Delicioso Pudinzinho

> 09/09/2270; Deming, Novo México; Universo 255-P
 Melissa Pudding esteve conversando com Carla Oxton, em uma cafeteria normal da cidade chamada Winkey's, ambas comendo um macarrão com queijo, e para acompanhar, a Carla pede um pudinzinho pequeno, que assim como os flans, era servido em um prato em vez de um pote, a Melissa gosta muito, e Melissa Pudding pede uma fatia de bolo de avelã.
Melissa: Você costuma comer muito, você aguentaria só um desses pudins à moda brasileira?
Carla: Não é se eu aguento ou não... Eu só quero parecer, bem, mais proporcional e parecida com você.
Melissa: Isso tem algo a ver com nossos poderes? Ou por sermos mulheres mutantes?
 Carla olhava ao redor, e parava para pensar, e consegue a resposta em menos de 0,01 segundos.
Carla: Ah, não é isso não! É só porque...
 Carla pega o pudim, de uma vez, com sua mão direita, e come inteiro.
Carla: Pessoal acha estranho eu comer muito, assim, de uma vez, que nem foi ontem, aí, sabe, me preocupei.
Melissa: Mas sabe, Carla, você mesma já tem o corpo todo acelerado, aí o motivo de você comer muito tá bem óbvio, não é por má educação, e sim porque, se você comer pouco ou muito devagar, cê passa mais fome.
Carla: ... Obrigada por pensar por esse lado.
 Carla só pede um bolo de avelã, e as duas se despedem e se separam. Enquanto Carla Oxton vendia os energéticos da Giulia Valentine na cidade, Melissa resolve investigar algo que parecia a assombrar: Onde estava o pai dela?
 Melissa tinha essa dúvida porque a Melissa nunca viu seu pai pessoalmente ou em vídeo-chamada, e sua pensão alimentícia nunca foi paga devidamente por esse pai, mas sim compensada pelo pagamento de tios ou do seu padrasto, que namorou a mãe biológica da Melissa, inicialmente por curtir conhecer as pessoas com poderes em Deming, mas tiveram uma relação saudável e levaram à transição da Melissa. Melissa resolve fazer um teste de DNA em uma clínica qualquer, e descobre informações interessantes sobre sua família, como DNA, CPF e localização dessas pessoas, e o pai da Melissa estava por volta de Nova Colúmbia, e ela tem uma ideia de como acessar essa cidade.
 Melissa usava seu teleporte para "voar" entre os prédios da cidade, seja teleportando alto, caindo poucos metros e, depois, teleportando de novo, ou teleportando em sequência para poder "voar" alto e reto, achando a Web Cave, por onde o Luca Kashinabi estava esquentando a caldeira, com seus poderes, para poder ferver os produtos e assim produzir o energético Sairi para a Giulia e sua equipe, e Melissa começava tentando conversar com ele.
Melissa: Luca, cadê o John e a Giulia?
Luca: Tão pegando um pouco de complexos vitamínicos pro próximo lote de Sairi.
Melissa: O que é Sairi?
Luca: Esse energético que ela lançou desde uns meses. Curiosamente tem um efeito estranho em mutantes, de normalizar os poderes, agora não preciso tomar aquele soro supressor e nem ouvir Mozart, só tô ouvindo porque eu gosto.
Melissa: Eu amo Requiem, aquela versão emocore das Freakin' Fairies é muito linda.
Luca: Você precisava do que?
Melissa: Ah, nada... Só uma viagem pra Olympia.
Luca: Não.
Melissa: Por que?
Luca: Olha, eu não sou bom com viagens, não tenho um veículo que vá tão longe, e só a Giulia tem o acesso dos aviões e veículos.
Melissa: Então... vou ter que esperar?
Luca: Se quiser, espere até as 11 da noite.

> 10/09/2270; Olympia, Nova Colúmbia.
 Giulia se perguntava por que a Melissa precisava ir a essa cidade em um país atualmente separado dos Estados Unidos, e Melissa não contou antes, e sim mentiu que ela teve uma vaga aberta para administração de empresa, o que por algum motivo soou convincente o suficiente, e claro, a Melissa foi para onde, no GPS que ela anotou previamente, o seu pai mais costumava visitar.
 Curiosamente, é um bordel de robôs, com robôs criados, programados e preparados para a prostituição, e como são bens de capital do bordel – que, a propósito, se chama Porcas e Parafusos do Amor (Nuts and Bolts of Love) –, os robôs não são assalariados, apenas lavados, reajustados e recarregados, e depois utilizados de volta. Melissa vê o bordel por dentro, e tinha homens de todos os tipos, a maioria cismasculinos, acima dos 40 anos, a identidade de gênero a Melissa até que reconhecia facilmente, afinal, conhecendo vários trans e cis, ela sabia com mais facilidade como diferenciá-los, já a idade... ela só conseguia separar entre "meia idade que tá por crise da meia idade" e "velho demais e que provavelmente tá aqui para se sentir mais jovem".
 Ela conversa com alguns homens dali até encontrar exatamente quem ela estava procurando. Melissa flagra seu pai, chamado Howard Max II, e ela grita pra todo mundo ouvir.
Melissa: Mas pra não pagar pensão você é bom, não é?
Howard: Não enche, traveco!
Melissa: Ah, é assim que você trata o 'seu filho'?
Howard: Tenho filho nenhum, se tivesse não teria essa cara feia, jamais!
 O pessoal começava a gravar a cena, Melissa estava se irritando, mas então ela tem uma ideia.
Melissa: Entendi o que você quis dizer, mas agora o que me diz DISSO AQUI!
 Melissa mostra o diagrama com o teste de DNA, perfeitamente imprimido, Howard pega o papel e fala para Melissa, a intimidando.
Howard: Olha o que eu sou capaz de fazer!
 Howard rasga o papel.
Howard: E isso não vai trazer o seu pai de volta!
Melissa: Na verdade trouxe sim.
 Geral gritava ao redor, zoando com a cara do Howard, ou empurrando ele, a Melissa e a robô prostituta de forma provocativa, como uma forma de forçar os dois a seguirem a briga.
Melissa: Se você não devesse a pensão, você não taria aqui!
Howard: Eu não entendi! Quem é você!?
Melissa: Como você vai saber, se você não lembra que tinha pensão e nem passou em Deming?
Howard: Mas como assim? Se eu devesse pensão pros filhos de quem eu fiquei em cada cidade eu taria nos bilhões.
Melissa: Mas você passou em Deming, e minha mãe nunca saiu de Deming desde o dia em que nasci!
Howard: O que?
 Howard começava a lembrar.

> 13/12/2243; Deming, Novo México.
 Era um dia gelado em Deming, e a mãe da Melissa Pudding, chamada Jacqueline Karla-Pudding, concebeu a tal Melissa (na época,
 Lucas Pudding), porém, Howard não havia chegado no dia, ele se recusou a ver o nascimento do Lucas, e mesmo dias depois, não dava a mínima para a criança, e até mesmo dizia que planejava abandonar tudo aquilo.

> 25/12/2243.
Jacqueline: Como assim 'abandonar'? Nós somos uma família, um matrimônio! Você não pode ter me chamado, passado tudo em mim, e sumir! Quem tem poder de sumir, sou eu!
 Jacqueline mostra, inclusive aparecia simultaneamente em outros lugares, e termina aparecendo na frente dele, 10 segundos depois, segurando uma lata de Kuma-Kola.
Jacqueline: Quem tem poder aqui, sou eu, você colocou filho no mundo, não se diz superior só porque você é humano por fora e com um corpo que já tava pronto pra existir no mundo. Então, ou você vire homem, e cuide do filho como um homem, ou eu nunca mais vou te deixar passar por essa casa!
 Howard não liga, e abandona, era como se fosse cotidiano ou cíclico da sua parte, ele não via aquilo como uma atitude egoísta, apenas uma brecha de passar genes no mundo, enquanto ele já fez outras 12 vezes, Melissa teve 12 irmãos mais velhos, e ela talvez nunca saberá quem são estes.

> 09/09/2270; Olympia, Nova Colúmbia.
 Howard II desaba, e chora, todos na cidade viam a notícia, e depois que a Melissa saía, em 3 segundos todo mundo estava falando. Melissa resolve comprar um pudim pra comer, e o caixa da van onde Melissa estava comprando reconhece ela.
O caixa: Ei... Eu te vi no webjornal, a mídia passa rápido quando tem coisa inútil, né?
Melissa: Concordo, só espero que isso também acabe rápido, não quero ter paparazzos por ter humilhado meu pai ausente num puteiro.
 Melissa comia o pudim de potinho enquanto ia até a nave estacionada por Giulia Valentine.
Giulia: Como foi a 'entrevista de emprego'.
Melissa: É... Largaram pra ligar.
Giulia: Aham, sei...
 Melissa dá de ombros.

> Tombstaff, Arizona.
 O processo da Onna está enrolando muito, e se não ocorrer alguma coisa logo talvez nunca arquivem o processo, o tribunal já estava se preparando para fechar o processo e manter a pena de reclusão da Onna, inclusive, Mariona Bastien até negociava com alguns membros da Boca Doce para entender mais dos dois lados do caso, afinal, investigando por uma chance de perdoarem Onna, ela também descobriu que o homem que Onna declaradamente ofendeu saiu sancionado, andando sem camisa porque mal conseguia vestir uma de tão forte que doíam as feridas, e pelas marcas nas próprias costas dele.
 Os ganchos furaram bem profundamente na pele grossa de mandisisto dele, e a água quente parece ter cauterizado parte das feridas e afinado a pele dele, mas o homem ainda se sentia crucificado, e uma conversa com ele levou a conhecer uma loja de doces que era uma sede da máfia, e conversando com o caixa e os empacotadores, ela descobre alguns detalhes:

  • O trabalho dessa máfia nas lojas é completamente artesanal, de máquinas só tinha para contar dinheiro ou transportar muita carga;
  • Os membros são todos mandisistos, com no máximo alguns companheiros humanos e/ou Dhees que estão aliados devido à moral da Boca Doce na comunidade, mas nenhum não-mandisisto sendo membro direto da equipe;
  • A polícia não interfere nas ações deles a menos que envolva violência, entre os motivos, porque a própria Boca Doce resolve os casos, embora do jeito deles.
 Mariona Jr. estava tímida demais para conversar com os membros da máfia, e no máximo conversava com um dos empacotadores, chamado Lion Oswald, que depois de uma hora de contato levou ao gerente da loja local: Formaxam Jones, um membro que esteve no Arizona desde os 10 anos em 2203 e também aprendeu mais informações e conhecimentos com membros dessa máfia do que com professores, e a Mariona se sentia muito assustada com a presença do Formaxam.
Mariona: Esse homem... Ele... não, não pode ser.
Lion: Como assim? Ele é um cara tão incrível! A gente cresceu com ele e ele guiou parte da gangue.
Formaxam: Prazer.
 Formaxam é caracterizado por andar vestido da forma que quer, embora ele ande normalmente com uma camisa polo preta com um símbolo de um escudo azul com uma estrela no centro, localizado na região peitoral esquerda, e uma calça jeans negra e coturnos de couro sintético negro, e ele tem a cabeça e a mandíbula pontudas, diferente do formato de cabeça esférica e mandíbula quadrada, parecida com o queixo robusto do Brad Pitt, e ele é bem mais alto e musculoso que os outros mandisistos de cargo menor, embora mais baixo que a Mariona, afinal, é raro alguém da Terra ser maior que uma pessoa que cresceu em Marte com a gravidade menos opressiva. Mesmo com Formaxam indo cumprimentá-la Mariona como se fosse nada, Mariona se recusava.
Mariona: D-d-desc... Desculpa, senhor Formax, eu não-
Formax: Mas o que a senhora quer, moça?
Mariona: Eu quero conversar com você e outros membros da gangue pra dizer que houve um mau entendido!
Formax: Mau entendido? Eu não diria isso, afinal, a ofensa foi real, a questão também é que, bem, você tá precisando de uma pista pra indicar que o que ela fez foi mais leve que o caso real, não é?
Mariona: É...
Formax: Mas aí que tá, se ela não quisesse ter xingado um dos nossos inferiores com base na fisiologia dele, quer dizer que ela já tava disposta a cometer tal crime de ódio.
 Mariona se sentia impotente ao saber que aquele homem, além da aura de um grande animal selvagem, e que ela se sentia uma formiga indo em direção do maior tamanduá do mundo, aquele homem era sábio e ciente de que o caso da Onna não terá uma solução justa.

Continua???

21/09/23

Projeto Dream, episódio 188

> 08/09/2270; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Naej Galdrich recebe um envelope de papel com uma criptografia com as letras de La Chapellin, e traduzindo as letras para as letras ocidentais comuns, estava escrito:

Hello, Mr. Galdrich

We are the Gray Flay, yes, we're still alive, but there's the addenddum...

Out leader is dead, and probably our services will be no more, so don't worry if you find some of us working in a grocery store or poor quality café, we're tryinna survive now that mercenaries are not so wanted anymore...

If possible, find us at the Piggy Marx's, 2:15 PM.

Rachel Sanchez

 Naej não entendia o por que de terem chamado ele, então, pra não ter erro, ele chama sua galera. Tifanny, Jane, Charles, irmãos Boltagon, Norville, Theon e Symphony, cada um com seus preparativos, e por reforços do Charles, John Parker e Carla Oxton resolvem ajudar, afinal, sabem que o Naej é confiável demais para arriscar tudo para impedir uma armadilha seus ex-colegas.
 Indo para lá pra valer, o Naej chuta a porta, se machuca à toa, mas depois o Theon abre de novo, descobrindo que a porta se abre para trás diferente das portas e portões normais, e os membros da gangue dessa Rachel – uma humana de jumpsuit rosa e tapa olho branco, com cabelo castanho como chocolate – os encaravam seriamente, e iam até o grupo, e coincidência ou não, tinha um membro da gangue da Rachel para um da equipe do Naej.
 Um mandisisto imenso ia contra o Naej, eles já se conheceram e Naej era muito conhecido por ele por golpear muito o saco dele nas lutas, porém, Naej não sabia, mas aquele mandisisto, chamado Manfred Wallace, tinha um protetor genital de titânio, impedindo que se repetisse, mas Naej faz diferente.
Manfred: MANFRED TEM SURPRESA PRA VOCÊ RAT- O QUÊ? AH-
Naej: Quem repete o que faz é operário de fábrica, otário, lutador tem que variar. Aliás, tava óbvio que cê tava diferente, o relevo parecia que cê tava com o armamento do Alabama inteiro nas calças.
 Charles e John Parker riam daquilo, enquanto o grupo ainda lutava aleatoriamente, Rachel estava surpresa com a eficiência dos "inimigos". Naej soco os lados da barriga do Manfred, e chutou um dos joelhos pra ter certeza que o derrubava.
 Jane ainda era forte, e as Células Misarabua a faziam se importar menos com a dor, mesmo ela se machucando pouco lutando contra um inimigo humano e baixinho, e ela até zoava o cara.
Jane: Que fofinho, acho que meu pai é maior que você. Qual é a sua idade?
Bucky Harley (o baixinho): Não fo-
 Tifanny usa a Quebra do Tempo pra finalizar um inimigo de armadura gigante chamado Key Jones, e consequentemente o derruba no Bucky Harley, e os dois giram no chão com o impacto, enquanto Melissa Pudding desviava da adversária dela, chamada Mirabellie Bowlie, uma reptiliana vietnamita que lutava com a Melissa usando cordas com pontas de kunai, que era para acertar a Melissa, e quando parecia que ia atingi-la, a ponta chega ao John Parker, que ironicamente ou não, agarra a corda e a puxa, jogando Mirabellie em sua própria direção, enquanto a moça, também mutante, que estava enfrentando John, chamada Lisa Spice, soca a cara da Mirabellie, e assustada, tentava se desculpar, ainda mais que a cara de Lisa Spice foi torrada pelo soco flamejante de Lisa.
Lisa: Seu miserável!
 Charles estava tendo uma luta de espadas contra o Vizoro Physios, um mosmano de cabelos verdes e aparência perfeitamente humana, e uma testa muito grande. O sabre de luz de Charles colidia com a katana ninja do Vizoro, e Charles desvia o seu corpo e desliga a sua espada e dá um sustro no Vizoro, ligando de volta quase que em uma região vital do Vizoro.
Vizoro: Cê tá louco? Por que cê fez isso?
Charles: Sempre quis fazer isso. Os personagens não gostam, mas é uma pena ninguém ter arriscado.
Vizoro: Não, faça, isso, de novo, a menos que seja pra valer, sério.
 Os irmãos Boltagon lutavam contra irmãos também gêmeos humanos, porém caucasianos, chamados Louis e Louisie Watterson, enquanto Norville nem estava lutando, ele fez o "inimigo" dele, chamado apenas de Augustus Panmare Dimekios IV, parar de lutar ao convencer que não tinha força pra tal feito, e eles dois conversavam em um dos bancos da lanchonete.
 Norville estava conversando sobre o que ele supostamente fez em suas jornadas, era o que seus amigos fazia, mas Norville contava como se ele que fosse o tal protagonista delas. Augustus gostava daquilo, e elogiava aquelas histórias, por mais que fossem distorções para Norville se sentir menos sozinho. Enquanto isso, Carla Oxton estava fugindo de seu inimigo: Um eugenético refugiado, membro da gangue por falta de opções, que estava usando ataques de buracos negros para puxar Carla para si e ferir ela pela missão, seu nome era Bl4ck4g4r H0lr0n, e ele estava começando a se cansar.
Bl4ck4g4r: Garota... Vamo fazer que nem aqueles dois, vamos parar a luta, ou caça de gato e rato, eu pago um milk-shake.
Carla: Ótimo!
Naej: Ei, galera, o que acham?
Vizoro: Quero fugir desse cara!
 Então, o grupo se reúne pra valer, e com isso, Naej e Rachel começavam a conversar pra valer.
Naej: Essas costeletas de porco tão ótimas, mas aí... Por que me convidou?
Rachel: É porque eu saí da tal gangue do Fogo Cinza, e queria saber como você tava, afinal, cê foi um dos que caíram fora e eu ainda lembrava pelo menos o nome... Eu gosto da arte que você faz.
Oprah: Ah, é por esses desenhos que ele conheceu eu e meu irmão.
Louisie: Sério? Eu conheci a Rachel por causa dessa lanchonete.
Manfred: Manfred já sabia da Rachel.
Naej: Eu gosto muito quando tem um personagem grande e forte tem esse sotaque. Naej gosta de booolo...
 Naej ria, enquanto isso...
Charles: Essas batatas fritas tão tão bo-
 Carla comia todas as batatas fritas em 1 segundo.
Charles: Caramba!
Melissa: Nem quis almoçar aqui, já tô direto com os doces.
 Melissa comeu 4 pudins e estava comendo o quinto, enquanto isso, enquanto isso, Carla Oxton conversava com o Bl4ck4g4r.
Carla: Cara, quem e o que é você?
Bl4ck4g4r: É... Como assim?
Carla: Entendo, é bem difícil se apresentar, e quando se pensa muito no assunto... É difícil até pensar no que éramos pra ser.
Bl4ck4g4r: Não, sério, o que eu respondo? Que sou um humano, ou quase? Que eu sou filho de experimentos do governo? Ou como era minha infância dos 8 aos 12 anos?
Carla: Calma, calma, não era isso o que eu quis dizer, só quis dizer... qual é o seu perfil?
Bl4ck4g4r: Não tenho um nem no Mixert...
Charles: Eugenéticos não são reconhecidos por sua inteligência, já é parte da programação deles.
Bl4ckg4r: Não fala desse jeito, pega mal.
Melissa: Faz sentido... Os dois lados.
Rachel: Seus amigos são tão estranhos?
Naej: Te pergunto o mesmo...
Michael: E aí, você se dá bem com a sua irmã?
Louis: Se nos damos bem? Nós namoramos!
 Louis puxa Louisie tentando beijá-la, mas ela dá um tapa na cara dele e se afasta dele.
Louis: Qual é? Era só uma piada!
Michael: Teria graça... no Alabama em 2016.
Louisie: Nós somos do Alabama, achei ofensivo.
Michael: É a mesma coisa que eu e a Oprah, de blackface, falar "olha, somos negros, achei ofensivo".
Oprah: Além disso, não é como se vocês do Alabama gostassem de tar errados, mesmo que estejam.
Naej: Personagens americanos, falando de cultura americana... no blog de um autor que não é americano... Legal.
 Naej come a última costeleta da porção. Enquanto isso... Norville contando histórias falsas.
Norville: Enfrentei monstros-galinhas espaciais, usando minha escopeta a laser!
Augustus: Demais!
Norville: Armas não eram suficientes, as galinhas eram fortes! Aí eu usei... é... A minha armadura de Megaman!
 Naej tava rindo, era com base numa jornada com a Tifanny e o Symphony na galáxia Cão Menor, mas ele e a Tifanny não contavam, e Symphony... só não entendeu que era baseado no que eles passaram, e achou que era original do Norville. Depois daquilo, Rachel explica por fim o que ela quis contar antes.
Rachel: Bem, uma notícia importante... Tamo trabalhando nesse restaurante, inclusive peguei horário de folga pra não misturar na hora de trabalho, e já faz um tempo que estivemos aqui. Só quis contar hoje porque... me surpreende você não ter nos visto.
John: Ele e a família dele nem tavam na Terra, oh louca!
Rachel: Calma aí, louco!
 Uma curta discussão, mas Norville convence o pessoal a se acalmar, e depois de se darem bem, os grupos se separam, e o grupo de Naej vai embora.

Continua>>>

Demônios têm alma?

> 06/09/2270; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Tifanny e Naej cuidavam da Jane e do 8Mike, conferiam como estava o contrato do aluguel da família Cheng-Jeanson, e depois reviam outros cantos de Albuquerque. Naej pedia ajuda ao Norville Perkins pra melhorar a Taguchi mais uma vez, e também conversava o que ele passou ao redor das galáxias, querendo ou não, dando ideias de histórias para Norville contar para os amigos. Tifanny leva Jane e 8Mike para comerem juntos na lanchonete Dragoon's Snacks, e... embora Jane só quis dois hambúrgueres de frango e o 8Mike comendo um Drago Junior (hambúrguer simples, pequeno e barato, perfeito para as crianças se alimentarem na lanchonete), a Tifanny escolhe o Turbo Três Camadas, um hambúguer com 3 camadas de recheio entre as fatias do pão de hambúrguer, com cada camada tendo duas carnes de hambúrguer à base de carne sintética clonada, 3 fatias de cheddar, uma rotela de tomate com área proporcional à das carnes, e muito molho dragão, especial dessa lanchonete.
 Jane achava incrível a Tifanny comer muito, e o 8Mike reagia apenas como... "legal :)", e Michael e Oprah estiveram preparando um daily vlog, diferente das transmissões diárias ao vivo, e então, eles param um pouco a gravação e se deparam com algo estranho. Havia um ser pobremente parecido com um ser humano, tinha o cabelo crespo e cheio de pontas que nem o do Michael, mas tinha um porte físico mais magro e coxudo que nem o da Oprah, e o porte físico era irregular, o braço direito era maior que o esquerdo, e a perna esquerda era maior que a direita. Oprah e Michael tentavam ignorar, mas não dava, e eles xingavam aquela entidade.
Oprah: O que você acha que tá fazendo olhando pra gente, bicho feio filho da puta!
Michael: É, você e sua raça não se sentem satisfeitos matando inocentes por missão que nem soldado do Império Japonês?
 A criatura perdia totalmente o sorriso, ela achava que eles iam sentir medo dela, ou ignorar para fingir não cair na armadilha, ou quem sabe lutar fisicamente, mas eles fizeram algo que aquela coisa não sabia que estava preparada. Antihumanos foram prontos para caçar os terrestres para coletar as suas informações, então não estavam prontos para gente verbalmente forte o suficiente para abalar eles.
O antihumano: O que... O que vocês me chamaram?
Oprah: Olha só, a criatura nojenta que não era pra existir nessa realidade aprendeu língua de gente de verdade.
Michael: O que vai fazer agora? Militar no Twitter, ou X, dizendo que os Estados Unidos não deveria existir só porque o mundo de vocês não é Potência Zero mundial e vocês não levantam uma célula pra provar que têm valor?
O antihumano: Vocês... Vocês são terríveis.
Oprah: Ah, como se vocês matarem humanos do nada, sabe-se lá pra que...
Michael: Ou ficar assim dando medo e invadindo a gente dessa forma ridícula...
Oprah e Michael: Fosse bonitinho?
 O antihumano estava tão abalado, ele estava imóvel, e olhando para baixo, e aquela coisa, ou quem sabe aquele ser, chorava um líquido chorava algo de brilho verde, com uma voz horrível, e então, aquela coisa saía correndo, com os braços se mexendo estranhamente, como um boneco agitado de Garry's Mod, e desaparecia.
Michael: Esses caras são estranhos...
Oprah: Não dá pra ter empatia com algo que só chegou pra causar problema.
Michael: Será que essas coisas têm sentimentos? Ou choram que nem crocodilos?
 Enquanto isso, Symphony Manoel esteve passeando pela cidade e se depara com uma loja de sabonetes chamada apenas de Durden S, e indo lá para conferir o que tinham a oferecer, tinha sabonetes, perfumes baratos de frascos paralelepipédicos, sprays de bom ar para banheiros, e o que chamavam de odorantes, com a função de adicionar, mudar ou intensificar odores com opções variáveis, a maioria dos "sabores" (cheiros) eram relacionados a flores, como orquídeas, lavanda, rosas do campo ou alecrim, ou frutas, como maçãs, peras, bananas e pitaias, ou comida, como biscoito de amido de milho.
 Symphony às vezes tampava o nariz, já que seu nariz sensível estava sentindo tudo de uma só vez, o que parecia um "choque odoro" de tão brusco ou súbito que ocorreu. Depois disso, ele conversa com Psychos Durden, o dono daquela loja, que não sabia que o Symphony fosse possível, afinal, mamídeos são raros, ainda mais os de cachorro de aparências tão distintas.
Psychos: Oh, doguinho, o que você tá fazendo aqui? Posso ajudar?
Symphony: Sim, eu gostaria de comprar desses.
 Symphony deixa no balcão 3 dos odorantes, de rosas do campo, maçã e biscoito de amido de milho, ele adorou as ideias, cada odorante era um dólar, o que foi fácil de pagar, afinal, a maquininha ainda reconhecia moedas galácticas. Depois de ouvir uns barulhos abaixo do chão, ele fica com uma dúvida.
Symphony: O que tá tendo lá embaixo?
Psychos: O pessoal costuma... costuma... fazer umas festas por lá, tem muita roda punk.
Symphony: Roda punk, eu já participei de uma roda punk, foi muito doido.
Psychos: Se quiser participar dessa festa, você vai ter que conversar com um certo jovem, mas ele não tá aqui. Na dúvida, deixa pra amanhã.
 Tal "certo jovem" era Theon Keith, que aliás, fazia um tempo que ele não interagia com o Clube do Sabonete, e ele está atualmente trabalhando, vendendo perfumes e sabonetes da loja Durden para velhas ricas dispostas a pagar 20% mais caro porque os sabonetes são duráveis e muito cheirosos, e distribuídos por um garoto afeminado, de roupas apertadas e que entende até mais de moda feminina que a maioria das mulheres locais.

> Morioka, Japão; Universo 210-P
 Ordineur está ajudando na coordenação tecnológica para inspecionar a cidade e eliminar os antihumanos, ou Taron, e sabendo que agora a cidade estava, ou ao menos parecia, perfeitamente limpa daquelas ameaças, o Construto de Piccu volta as operações para o de sempre, como os investimentos tecnológicos e intervenção de guerras.
 Ijiyosei está conversando com Ivan, e eles estavam agora testando o que o "Diamante dos Ventos" era capaz de fazer, e então, eles vão para uma floresta próxima, por onde os samurais da cidade costumavam treinar o corte de suas katanas nos bambus, para nesse caso o Ivan testar o poder de corte das lâminas melhoradas com a tal resina, e os cortes em 30 dos 32 bambus saíam perfeitamente lisos, a Ijiyosei analisava aquilo tudo, tudo ia bem, até que algo parecia observá-los nas sombras das árvores.
Ivan: Coisa estranha... Hmmph, pelo menos não fede a produto de limpeza perigoso.
Ijiyosei: CUIDADO!
 Um tiro ia acertar a cabeça do Ivan, mas ela empurra o Ivan e recua, fazendo com que o disparo não fosse nem de raspão, e dava para ver que a preocupação era real, já que dava para ouvir a bala estourando o galho de uma árvore a 100 metros de distância dos dois. Ijiyosei elevava o seu campo magnético, o que faz a segunda bala, direcionada a ela, a ir mais longe, acertando um muro de tijolos vermelhos próximo do Torii da estrada próxima deles.
Ijiyosei: Ivan, fique perto de mim, eu tive uma ideia.
Ivan: Eu tô perto de você, até demais...
Ijiyosei: Ah, achei que tava ficando gorda- KYAAH!

 O peso do Ivan era muito, ainda mais por causa do Diamante dos Ventos que dobrava o peso dos seus ossos, e Ijiyosei cai com os seus saltos segundos próximos de se quebrarem, e a pessoa misteriosa erra mais um tiro, aquela pessoa, xingando em russo, reclamava do quão difícil estava de acertar "superseres magros e teimosos", e Ivan, estranhando, tem uma ideia.
Ivan: Pode ir, eu mesmo mato essa coisa.
 Ivan deixa Ijiyosei ir, e antes que o atirador voltasse a mirar neles, Ivan corria, apoiado nos braços e pernas, como um animal selvagem, e o atirador dispara uma bala contra o peito de Ivan, que estava tão movido pela adrenalina que chegava a sentir nada do tiro, e com suas lâminas, ele corta o rifle do homem, e com um corte para a diagonal superior esquerda, cortava o peito do atirador.
Ivan: Muito bem, o que você acha que tá fazendo? Espera...
 Ivan reconhece que o soldado que ele havia contra atacado era do exército russo, especificamente Slevodat Vsevolod, um general e operário do projeto por trás das modificações genéticas que deram os poderes originais a Ivan, e sabendo disso, ele leva o Slevodat todo ferido para o QG do Construto de Piccu, e após curarem e interrogarem o Slevodat, esse general se recusava a responder, até que eles usam o vírus mágico da Shiyosei, o forçando a contar o que ele sabia, e eles descobrem sobre o seguinte detalhe:
 Após o protocolo Hовыйбог (Novybog) e a origem de seres modificados, parecendo um intermediário provisório entre os elfos (modificados para serem super inteligentes) e os mutantes ou eugenéticos (modificados para terem superpoderes), e que tinha saído do controle, movendo assim o exército russo a criar uma força de operações-negras chamada теньтеньтень (Sombra Tripla), para caçar e eliminar esses superseres, porque alguns estavam causando problemas para o país, ou fugindo do mesmo, ainda contendo informações do ocorrido.

> Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Michael e Oprah foram investigados e convidados para uma delegacia. Eles não iam ser de fato presos, mas sim entrevistados pelo que ocorreu com eles. Eles encontraram um antihumano, e o ofenderam de forma que a criatura se sentisse um erro, aquelas coisas não eram consideradas seres bons, e valia tudo contra aquelas coisas, e sabendo daquela agressividade, os dois são entrevistados pelo delegado, e falam outras experiências deles com aquelas criaturas.
Delegado: Vocês já viram essas coisas antes?
Oprah: Matei dois mês passado... Tive pesadelo com aqueles dois, matando meus amigos, por uma semana, e precisei de uma psicóloga pra me ajudar.
Michael: Um quase me matou, eu tava em live e tive que ir pro hospital por causa das queimaduras, é como se eu lutasse com uma explosão nuclear, tudo ardido, e aquilo mais me tocava que eu tocava aquele bicho, e olhar pra ele... fazia mal, tive pesadelos e fiquei uns dias sem fazer live.
Delegado: Então essas coisas fazem mal, não só pro corpo, mas pro cérebro?
Michael e Oprah: Sim...
Delegado: E esses seres tão deixando de ser problema pra vocês, como coisas que fazem mal, pra agora serem meramente irritantes?
Oprah: Muito irritantes.
Delegado: Beleza, vocês tão livres.

 Depois disso, Oprah e Michael vão para a Dragoon's Snacks, cada um paga um tradicional e um refrigerante de cola, um sorvete de banana para Michael, e um sorvete de doce de leite para a Oprah. Era uma ótima comemoração.

Continua???

20/09/23

Projeto Dream, episódio 187

> 03/09/2270; Stelligra; Universo 255-P
 Na Stelligra, conhecida também como o plano negativo, a maioria das espécies eram monstruosas como aquelas que Otasha catalogou, aquelas feras variavam entre insetos gigantes, vertebrados de formatos anormais e alguns tipos de dragões de antimatéria que cuspiam um fogo vermelho muito radioativo.

 As expedições do Raio de Ereon estavam igualmente difíceis, e eles eram sempre deportados para o mundo normal, curados e higienizados, e então, isso levou Dr. Shiro a construir robôs, não só para construir as colônias, mas também para fazer as expedições no lugar dos humanos. Enquanto isso, os ladrões de antimatéria, em outro canto dessa dimensão, estiveram conversando sobre o plano deles de conquistar pelo menos a porção que alcançaram da Terra, mas algo inesperado estava acontecendo, enquanto nenhum dos heróis estava sabendo: os Taron estavam em desvantagem lutando contra os centauros, que também estavam na cidade.

> Albuquerque, Novo México.
 Os centauros podiam ter no máximo a força dos animais, terem armas normais, e ainda se curvarem às leis da física natural, mas eles eram ótimos caçadores, e eles lutaram contra os antihumanos, não por altruísmo de proteger a cidade em que eram vizinhos, mas para evitar que aquelas coisas contaminassem as florestas e as áreas rurais por onde eles habitam, e aquele cheiro de acetona era horrível, dava para senti-los a quilômetros.
 Michael, Oprah e Norville levaram Jane e 8Mike para a casa da Aika Naan, por onde também estavam Jean Wayne, Licia Trish e Joseph J.J., e eles conversavam algumas coisas.
Jane: Eu tô com saudade do papai e da mamãe.
Aika: Eu nem consigo imaginar como você vive tão de boa com os pais tão longe, acho que eu...  morreria se meus pais sumissem.
8Mike: Uki é morrê? '^'
 Norville improvisa o que contar pra deixar o garoto sem dúvida mas também sem trauma.
Norville: É... digamos que é como se cada pessoa, cada animal, e algumas das plantas, tivessem uma validade, e quando passam dessa validade, elas morrem, como se tivessem que passar por um sono eterno. É...
Michael: Acho que contou bem como é.
8Mike: Ispero naum dormí pa sempre, quero fazê muita coisa, kinem minia imãzinha! :)
Joseph: Queria ter esse ânimo na infância, quantos anos ele tem?
Jane: 3 anos, pois é, ele passa pela mesma anomalia que eu, de envelhecer mais por causa do fuso-horário.
Jean: Como isso funciona?
Jane: É porque em Stereo os calendários são diferentes, os fusos-horários sempre dão 1 ano de Portão de Partida, e essas viagens faz a gente avançar mais no tempo, boa parte porque é como se a gente estivesse acompanhando os tempos de viagem, e...
Oprah: Acho incrível como ela sabe dessa gambiarra toda, e eu esqueci que dia eu tirei os sisos.
Jane: Eu já participei de duas olimpíadas de matemática, uma na Lua da Terra e... peraí.
 Jane abre um holograma pelo chip de sua mão direita, e ela acha o certificado.
Jane: Ah! É em Hawtália também, Stereo!
Aika: ... E eu-
Jean: Eu achando que a Licia era a mais rica da turma.
Oprah: Filhos da Tifanny e do Naej, e olha que o Naej já passou por uma crise quando ainda tava pra ter a Jane.

> espaço sideral.
 Tifanny, Naej e Symphony Manoel voltam à Via Láctea muito rápido, e acabam se encontrando com a equipe espacial da D.R.V.G., e eles se cumprimentam. Foi muito curto o reencontro, afinal, eles estavam com pressa para rever o pessoal da Terra, além de saberem que Jane e 8Mike estão lá nesse momento, e que Muramasa avisou que eles não vão para a dimensão dos monstros por um longo tempo.
 Isabella dá dicas a Julie sobre investimentos, afinal, ela sabia que o trabalho de policial galáctica estava difícil e seria ainda pior tentar arriscar tudo para ganhar mais, enquanto Naej conversava com Julie e interagia com o Oliver Dermurer, jogando rugby com ele. Iam falar que era injusto colocar um adulto e uma criança, ou no caso um adolescente, no jogo 1x1 de rugby, mas... estamos falando de um adolescente híbrido de dois monstros poderosos com um poder telecinético elevado, contra um humano anão que no máximo consegue se regenerar, Naej leva muito tombo e é até jogado para longe.
 Depois de 1 hora de interação, o trio se reagrupa, e Julia Versace entrega para Tifanny e Naej, cada um uma esfera de bronze dos Versace, como lembrança entre os grupos, e o Symphony Manoel tem seu poder atualizado com ajuda da Rihana Pacheco, que a propósito, sabendo dos assuntos familiares da Tifanny e do Naej, pede uma coisa.
Rihana: Também vê a Venturina 172, Oaxaca, pra dizer pro meu pai que eu ainda amo ele!
Symphony: Certo.

> Las Vegas, Novo México.
 Muramasa termina a ligação, e confere com o John Parker como ele e outros mutantes estão nos afazeres deles, seja dentro ou fora da cidade de Deming, ou também o John e a Melissa agora com a equipe da O&S, e que no caso, ainda irão voltar para a Terra para ajudar o Construto.
Sean: Seu projeto com essas coisas tá bem difícil, será que o meu poder das Cinzas irá ajudar?
Muramasa: Temo que não, seu poder controla a matéria, você pode acabar com dois riscos. Ou... você não conseguirá afetar esses antihumanos, porque são de antimatéria, ou... você pode colidir átomos de matéria contra os desses seres, e causar uma reação em cadeia perigosa.
Sean: Tem razão...
Muramasa: Pode não ser perigoso pra você, mas pra toda a Albuquerque.
 E falando em Albuquerque...

> Albuquerque, Novo México.
 Thomas Albakar e Yuri Yoshida de Atameru tiveram uma oportunidade com os antihumanos, sequestrando um deles, e o impedindo de escapar ou se rebelar pela pura força e poder espacial da Yuri com suas adagas de teia cósmica, poderosas para ferirem aquele ser sem causar uma reação matéria-antimatéria em cadeia, enquanto Thomas liderava um ringue de luta clandestina, em que esse antihumano – com o nome de Pelcin Mark, mas com o codenome forçado de Diablo – sempre ganhava, porque seus meros socos queimavam a pele dos humanos, ou continuava forte mesmo para ferir monstros, dos menores aos maiores.
 Thomas ganhava algumas centenas de dólares com aquilo tudo, e enquanto assistia às lutas do "Diablo", ele e Y. Yoshida tomavam, cada um, um copo americano com 6/7 do copo cheio de leite achocolatado, juntos, não se importando com quem esteja se machucando mais, se é o "Diablo" ou se são os seus concorrentes, cujas apostas sempre falhavam, enquanto aquele antihumano não recebia nem um "parabéns".
 Essas lutas clandestinas geraram uma longa renda e também uma nova gangue para Thomas e Yuri, enquanto eles tinham perdido a anterior anos atrás por intervenções da Harii, que ainda não tinha reconhecido Thomas como um dos ditos responsáveis. Depois das 19:00, a gangue se reunia em um banquete provisório, com costelas de porco assadas e temperadas, frangos e patos assados, com carne artesanal, ou seja, de frangos e patos de verdade, e muito vinho para beber, e uma única garrafa de Kuma-Kola.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 186

> 02/09/2270; espaço sideral; Universo 255-P
 Naej, Tifanny e SV Manoel arriscaram viajar um pouco longe pelo universo, conhecendo alguns povos na Galáxia Anã Cão Maior, que a civilização via-lacteana registrou alguns lugares devido às reservas de minérios de ouro, prata, cobalto, ferro e níquel, além de diversas fontes de carbono como grafite e diamante, então, para tornar a negociação sobre esses produtos, a G.A.H. preparou instalações, principalmente metrópoles de humanos por onde ocorrem as exportações dos produtos dessa galáxia e importações do que a Via Láctea já tem ou já pode oferecer.
 O trio visita uma dessas megalópoles humanas no planeta Inatan, Axopolis, a cidade tem prédios de uma receita de concreto nativa de Inatan, a maioria dos prédios são longos, altos, cilíndricos, com o topo de cada um sendo elíptico e de maior área, há um imenso Jardim-Verão pela saúde dos civis que saem pouco dos prédios. O grupo resolve parar um pouco para apreciar os alimentos que possa ter por lá, afinal, tinha pouca comida nos armários e geladeiras da Nave Taguchi do Naej, e não será fácil eles irem atrás de alimentos.
 Lá tinha hambúrgueres pequenos, custavam menos de um dólar, então, cada um comprava dois, sendo 3/6 dos hambúrgueres (2 do Symphony e 1 do Naej) de carne de Yuurti e um queijo amarelo similar ao Cheddar, porém de Inatan, chamado Queijo Gordo Inatarense, e 2/6 dos hambúrgueres (1 hambúrguer da Tifanny e 1 do Naej) sendo hambúrgueres de opção vegetariana, com grãos, maionese e cebola extra, e um tubérculo macio e comestível deste planeta, parecido com os tomates, e o 1/6 que sobrou, pra Tifanny, sendo um hambúrguer de polvo, ou como eles chamam, de Ciun Titiun, algo como Cefalópode Vulgar das Profundezas, tem um ótimo sabor de frutos do mar. Para acompanhar, pediam uma porção de doces agridoces nativos chamados Kitin, são como bombons coloridos, crocantes, com um gosto semelhante ao chocolate, porém, com a massa feita de poupa de Ohote, uma fruta semelhante a mírtilos ou açaí, e para beber, cada um tem um copo de milk-shake de Toronto, uma fruta comum nas montanhas da região deste planeta. Eles podem estar com saudade dos filhos, mas demorará para sentir saudade dos amigos, já que se sentiam bem à vontade.
 Enquanto isso, chegando no espaço, Spelia e uma frota dos Brasões de Latão buscaram Melissa Pudding e John Parker para dar apoio às investigações dos ladrões de antimatéria, pela qual o grupo conseguiu resolver os casos daqueles seres, e impedir um atendado que estava prestes a acontecer contra a estação SB-129, e depois revisitando Olympicus, a maior estação Tekran da O&S, e alguns membros dos Brasões, curiosos, perguntavam sobre o que a Melissa faz.
Bração 1: O que acontece se ela se teleportar, sabe, com uma nave, ela pode transportar a-
Melissa: Não.
Bração 1: Ela é homem?
Melissa: Primeiro, me chame de 'mulher feia', que combina mais e tá mais viável, e segundo, não, meu teleporte não leva junto o lugar em que eu estiver, só leva o que tem no meu corpo, o que eu tô vestindo, ou o que se segura comigo. John, vem cá, tive uma ideia.
 John Parker se aproxima e eles ficam de mãos dadas, e Melissa, segurada com o John, se teleportava para diferentes regiões, é como se o John, enquanto estiver se segurando na Melissa, fosse confundido como parte da Melissa.
Bração 2: Mas... mas... qual é a diferença de algo que tá segurando ela, e onde ela tá pisando?
Melissa: Nunca parei pra pensar, mas não é como se eu estivesse carregando o chão nos pés.
John: Acho que já vi ela teleportando sentada, a cadeira ia junto... E só.
Melissa: Cês têm pudim?
Spelia: Tem sim. Pode ir lá pegar, na sala B6.
Melissa: Certo.
 Melissa teleporta, demora 3 segundos terrestres, e ela teleporta de volta com um pudim de copo e uma colher de plástico pequena, e ela aproveita o pudim, era um pudim simples, porém de receita estereana, com leite e açúcar diferentes, um humano normal não reconheceria, mas Melissa sabia, e tava gostoso.

> Albuquerque, Novo México.
 Jane e 8Mike estão em Albuquerque por um portal conjurado pelas shiruuts, e eles visitaram a casa que Naej e Tifanny se instalavam na Terra estava sob aluguel, já que o casal estava ocupado demais com as viagens e deveres espaciais, e curiosamente, estavam ali um dos filhos, nora e alguns netos do Long Cheng naquela casa. Fazia 7 anos e 6 meses que Tifanny e Naej não conversavam mais sobre o velho chinês, e como gratidão por terem sido, por um tempo, vizinhos de apartamento, eles deixaram Sr. Cheng, ou pelo menos, os herdeiros dele, se hospedarem, mesmo temporariamente, por um contrato de 4 anos que irá terminar em Dezembro do ano que vem, dando tempo para eles comemorarem o Natal antes de partirem de volta à China.
 Jane conversava com o filho do Long Cheng, chamado Wei Cheng, enquanto Rachel Jeanson, esposa de Wei, preparava o macarrão para a família, e via que irá sobrar para Jane e 8Mike comerem também. Falando em 8Mike, ele fica amigo dos filhos de Wei e Rachel, as crianças, inocentes e amigáveis, brincavam, corriam e conversavam normalmente. Curiosamente, 8Mike teria 2 anos em um calendário terrestre, mas devido aos lapsos temporais dos fusos-horários interestelares, ele não cresceu ou teve aniversários ao mesmo ritmo que a Terra passou, assim como foi com a Jane, e 8Mike tem 3 anos e está próximo dos 4 anos. Jane, por sua vez, completou 19 anos.
 Jane, entediada, interage com os filhos de Wei e Rachel, e 8Mike mostra a Jane para os agora amigos dele.
8Mike: Essa é minia imãzinia. :)
Jane: Oioi!
 Jane resolve se sentar de pernas cruzadas entre as crianças, e contar algumas histórias de aventuras, algumas dos seus pais, algumas dos amigos dos seus pais, e umas poucas das próprias aventuras dela. Foi algo muito fofo, no meio-tempo, eles almoçam junto com a família Cheng-Jeanson, era um macarrão tradicional de receita criada por Long Cheng, com muita carne de frango e bem temperado. Essa receita a família Cheng usa para vender macarrão em um restaurante caseiro, geralmente em trailer, já que pode mudar de lugar com frequência e ainda voltar pra casa. Depois de 3 horas por ali, os dois se despedem e resolvem visitar Michael e Oprah, com ajuda da Aisha, ainda a atual responsável pelos dois.

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Na casa das shiruuts, Inka Liva está praticando os seus serviços para os monstros de maior poder monetário, liderando as guerreiras-prostitutas da casa já que, normalmente, as shiruuts trabalham como prostitutas, algumas vezes tendo outros serviços como enfermeiras ou reforços de exército, e o principal serviço existe como uma forma de motivar e, ao mesmo tempo, controlar a reprodução dos monstros sem a criação assexuada de Amon.
 Os monstros que se acasalam com as shiruut, apelidados de kiranter (plural: kirantuur, feminino singular: kirontir, feminino plural: kirontuar, agênero: kirant), algo como cavalheiro ou anfitrião, como se eles se candidatassem ao apoio das moças, ou se esse elo entre os kirantuur e as shiruuts fosse mais do que platônico ou prazeroso, mas sim romântico. Jane não deixou 8Mike ver sobre essas casas de shiruuts porque sabia que ele é novo dms pra ver esse tipo de coisa, e quando ela mesma viu essa situação, foi como entrar em uma comunidade.
 Primeiro, o choque cultural e o espanto, depois, ela se acostuma, e entende que lá era natural, para os humanos, a prostituição é perdição, é sinal de criminalidade ou de muito baixo poder econômico, já para os monstros, é algo... bonito? Não diria isso, mas sim que os monstros usam a prostituição como uma forma dos monstros se conectarem e se reproduzirem independentemente do poder de um ou mais deuses, embora, é claro, não seja a única forma dos monstros namorarem, se casarem ou terem filhos.
 Fora isso, Aisha Nusha está de volta à academia de magia daquela dimensão, por onde ela revê os professores e alunos, e conversava com Muramasa, que esteve lá porque, com os dias mais longos nessa dimensão, o samurai caveiroso tinha tempo para pensar em como eliminar aqueles "antihumanos".
Aisha: Antimatéria?
Muramasa: Pior, antimatéria macroscópica, nem a garota que descobriu esse treco tá conseguindo controlar, e não foi culpa dela ter parado aquilo onde eu moro, ou no caso, onde sou vizinho. E agora, o que eu faço?
Aisha: Não sei como resolver, assim, tããão bem assim, mas como estão os seus poderes sensoriais?
Muramasa: Já tentei, nem todos eu consegui pegar, nem todos os guerreiros humanos, mutantes, monstros, Pattarak, nenhum teve eficiência, não teve eficácia, nada!
Aisha: Eu... sinto muito, por não ser suficiente, um dia éramos inimigos, agora... sou uma aliada insuficiente.
Muramasa: Não é culpa sua, era responsabilidade minha cuidar dos humanos desde que a civilização terrestre era um bebê. Não sabia que aquelas coisas iam ser, pra mim, o que os pictos foram pros romanos.
Aisha: Isso... é uma referência aos humanos que você cuidava?
Muramasa: ... Sim. É sim...

Continua>>>

19/09/23

Miss Lua

> 02/09/2270; Lille, França; Universo 255-P
 As Luna já sabiam que aconteceu algo de errado, só demoraram para ter alguma ideia de como resolver o caso dela justamente por causa das acusações que levaram à prisão dela, e uma ficha criminal que elas não sabiam que também envolvia racismo, embora com outros humanos ao invés de entre ela e um monstro. Enquanto isso, as Luna mais jovens e a maioria dos Lunére não interromperam os seus serviços ou cotidiano, como as irmãs Luna Pleine e Luna Nouvelle na empresa 
Arôme de Francine, o Lunére Jubuh na cozinha da mansão junto com os cozinheiros empregados, e uma Luna em particular chamada L. Boudica, filha mais nova entre 4 dos filhos de Luna Saang – que por si própria, é irmã mais nova de Luna Origi, a mais velha, e Luna Recóte, a irmã média –, e também um pouco mais nova que a Luna Pleine.
 Ela trabalha como tecnóloga de informática e análise e desenvolvimento do sistema, como computadores, robôs domésticos e industriais, e também ajudando com a operação do satélite Dahu, desenvolvido pela parceria da Família Luna com a Universidade de Lille, que melhora os GPS's de boa parte do país, junto com a Alemanha, Espanha e Portugal. Como uniforme, ela usa um Femmesuit azul, com detalhes de ondas na região das coxas, e luvas e botas rosadas, e não usa um Type-F, embora tenha uma gargantilha rosa-choque do mesmo tom das extremidades.
 Porém, depois que a família toda se reuniu na casa, o jantar estava completo, a casa bem limpa e as tarefas diárias concluídas. O jantar era, individualmente, um bife tártaro, um prato pequeno de 5 cm de Ratatouille, e um croissant de queijo, às vezes um deles é subtraído por falta dos ingredientes ou por escolha dos membros da família. Durante o tempo de jantar, estavam lá no maior sofá da sala de jantar, à frente da grande televisão, a Luna Pleine com um prato de Ratatouille e um croissant, a Luna Ártemis comendo um Tartare, e Luna Boudica comendo um croissant de queijo e dois macarons de morango.
L. Ártemis: Você sabia que a amiga 'da' Pleine namora um americano?
L. Boudica: Não sab-
L. Pleine: Por que você falou 'da' de um jeito tão estranho?
L. Ártemis: Ha, e o que vai fazer? Chamar seu pai?
 Pleine apenas olha nos olhos da Ártemis, a Ártemis e a Boudica não percebiam, mas era uma magia mental, aquilo não ia machucá-la, nem nada, mas fazia a Ártemis sentir o que ela passou, e entender o porquê daquele jeito que ela tratava a Pleine não estava sendo legal, afinal, faz anos que ela fazia. Ártemis, se sentindo mal, coloca a mão direita na frente do rosto da Pleine.
L. Ártemis: Pare! Eu... Já entendi... Desculpa.
L. Boudica: Quem é o americano?
L. Ártemis: Um baixinho, tem uma pele clara demais, acho que toma pouco sol, enquanto aquela amiga é mais torradinha, e... quando só falavam pra mim dessa ex da Pleine, e desse namorado baixinho, eu achei que o namorado fosse maior, mais forte, e talvez mais burro.
L. Pleine: Ele já matou minha irmã na época que eles brigavam.
L. Ártemis e L. Boudica: O QUÊ???
L. Pleine: Eles já tavam agindo estranho, a irmã esquisita dele até cobrou de eu tomar cuidado, e aí, não sei o que aconteceu, paramos num mundo bizarro, e... não sei como vão acreditar em mim, mas era uma das coisas que eu só veria em uma arte abstrata animada.
L. Boudica: Miga... você ainda tá usando cogumelos? Achei que fosse só do ensino médio?
L. Pleine: Vocês acham que isso é alucinação num mundo em que existe isso?
 Pleine tira do seu ouvido o Mercury, um tipo de dragão felpudo, branquinho e com um símbolo da alquimia no lugar do seu rosto.
Mercury: Bounjour, gatas!
 As duas primas se assustavam.
L. Pleine: Qual é, gente? Ele é tão... mignon!
Mercury: Hehehe, eu sou demais.
L. Ártemis: E essa coisa foi dessa dimensão de arte abstrata?
L. Pleine: Não, esse dragão-maria-mole eu tirei de uma espada mágica.
L. Boudica: Oooooh, é um supremo senhor Kaiō!
Mercury: O que é isso?
L. Pleine: Pode ignorar, ela só quis fazer uma referência mesmo.
Mercury: Mas sério, tanta conversa pra você me chamar... tem isso?
L. Pleine: Elas tavam me estranhando só porque não sou uma padrãozinha.
L. Ártemis: Tá me chamando de padrãozinha?
L. Pleine: Não tô te chamando de padrãozinha, você é uma padrãozinha.
L. Ártemis: Se eu te bater, isso é errado?
L. Pleine: Você só vai conseguir me socar, ou no máximo chamar o seu falcão, eu consigo mais do que isso.
 Luna Ártemis tenta agredir Luna Pleine, mas não conseguia, ela errava alguns socos ou marteladas de punho, mas a maioria, quando acertava, é como se nem tivesse relado nela, a distância era molecular, falsamente próxima, mas nunca alcançava. Luna Pleine desiste daquela discussão, e saía da sala, as 3 se separam, e na cozinha, Luna Ártemis conversava com Lunére Jubuh, mas nenhuma resposta parecia agradar a irmã, e Luna Boudica ficava no quarto, jogando um jogo de Endless Run no seu pequeno celular.
 Luna Pleine passeava pela casa, aquilo era uma forma dela de memorizar o que aconteceu no seu cotidiano, seja escrevendo um diário na agenda eletrônica em seu quarto, contando e cuidando das flores junto com a Luna Recóte e seus jardineiros, enquanto conversava com o grupo, ou visitando o bar particular da casa para beber um milk-shake de morango com sorvetes de glicose, enquanto conversava com o Lunére Haladin (primo de Luna Origi), ou então, depois de percorrer 3 salas seguidas, rezava à deusa Urshka, presente na região nórdica da Europa depois da perda de algumas civilizações e também uma nova vertente abraâmica com base em religiões de monstros que estiveram juntos com os humanos nessa época, e é claro, é a religião dominante do Clã Luna.

> 03/09/2270.
 Luna Pleine recebe uma ligação, e quando atende, ela vê que era o Muramasa que estava ligando.
L. Pleine: Ah, oi, Muramasa...
Muramasa: Caso você for pros Estados Unidos, evite o Novo México, estamos com problemas com, digamos, antimatéria.
L. Pleine: Poxa, mas... O quão fortes são essas coisas?
Muramasa: Não são só fortes, mas também são feitos de antimatéria, que o fato de ter vida macroscópica desse tipo de coisa é tão complicado que nem sei se contam como uma mesma espécie.
L. Pleine: O que você descobriu sobre essas coisas?
 Muramasa resolve explicar, deram 33 minutos e ela continuava sem entender nada, e desiste de manter a ligação, desligando na cara dele. Enquanto isso, Luna Boudica está certificando e corrigindo anomalias na rede eletrônica de Milk Run de uma microempresa fornecedora de peças, foi bem simples porque os trilhos eram curtos, as peças eram fáceis de achar e reajustar e aquela microempresa já tinha uma noção básica de SMED, e os operários já foram um suporte para corrigir o sistema, tudo isso, no mesmo período em que Luna Pleine estava telefonando o Muramasa.
 Fora isso, Lunére Haladin, quando não está no bar trabalhando, ou tendo horas de tempo livre assistindo TV, ele também prepara comes e bebes para as Lunas e os Lunére que saem para trabalhar, e a Luna Boudica, na pausa, comia um sanduíche parecido com misto quente, era um sanduíche de queijo mussarela, brie e provolone, em uma meia baguete grelhada manualmente numa frigideira com azeite de oliva. Depois de comer o sanduíche, ela recebe notificação do próximo passo, e era para anotar as estatísticas dessa mesma microempresa, como parte da inspeção como estava programada naquela semana.
 Tal microempresa está com uma renda de 255.890 euros por ano, e está no início da aplicação da manufatura enxuta e evolução da metodologia de (3 desvios padrões, sendo a medida "σ" os desvios padrões que diferem um bom produto de um produto falho e perdido) para 6
σ, no momento ainda um nível-auge das inspeções de produtos e processos na Terra, tendo chance de ocorrer apenas 3,4 falhas a cada 1 milhão de oportunidades, enquanto empresas espaciais como a Vegsir, e por enquanto, só a Wave entre as empresas terrestres, têm o Método 7σ, que por sua vez por ter espaço para 4 falhas a cada 1 bilhão de oportunidades, sendo então um método muito desejado no mercado de trabalho, porém rebutiado por empresas francesas que acreditam que esses métodos são muito caros e geram todos os desperdícios que, em realidade, os métodos sempre buscam eliminar.
 A microempresa que Luna Boudica está trabalhando foi fundada por 3 microempresários muito empreendedores, sendo eles Jean-Marc e Oliver Fontainelle (irmãos que prepararam seus projetos durante e após a faculdade) e Léon Lucien (amigo e ex-colega dos irmãos, e que ajudou eles a concluir o TCC), e esses estão progredindo desde o lançamento da empresa e de seus computadores, com a marca Ordre de Verre, e o crescimento dela está começando a romper paradigmas na França.

> Tombstaff, Arizona.
L. Nouvelle (gritando): Putain, Onna, o que cê tinha na cabeça quando foi puxar briga com um mandisisto!? Cê podia parar num pneus e queimada!
Onna: Mas... Aquele homem, ele me agrediu.
L. Nouvelle: Você não conhece a gangue Boca Doce, não é?
Onna: Não, e pra mim isso não é desculpa.
L. Nouvelle: Como não? Eles são homens muito perigosos, e aquilo deles venderem doces é fachada, é raro saberem, e a maioria dos que sabem não falam, porque a negociação deles com a polícia é muito grande. Agora você reconheça o seu direito ao silêncio e não fala coisa que se vire contra a senhorita!
 Luna Nouvelle deixa a sala de conversas, e conversa com a advogada humana-marciana de 2,10m de altura, Mariona Bastien Jr., e diz a ela que a situação da Onna está bem difícil, e Mariona que talvez a Nouvelle deveria se desculpar por ter sido tão agressiva com a Onna, afinal, ela está sendo a cliente do caso, e o membro da Boca Doce responsável pelo caso já não está se dando muito bem com os outros membros, inclusive, embora elas não saibam, esse membro está recebendo uma tortura dos outros membros, pendurado a 1 metro do chão com ganchos e água fervente nas costas, por ter sido agressivo e ameaçar destruir a imagem da gangue.
 Luna Nouvelle se candidatou a conferir como estava a Onna Suyane por causa dessa relação de amizade entre a Onna e o Clã Luna, e pela decepção de saber do envolvimento da Onna Jaune com o racismo, já que, enquanto isso, o Clã Luna prega a paz entre as raças, etnias e civilizações, além da religião da Urshka envolver bastante o amor ao próximo, o que contraria os preconceitos definidos por diferenças físicas. O destino dela ainda será decidido.

Continua>>>

16/09/23

Calzone di Catione

> 02/09/2270; Atlântida, Oceano Atlântico; Universo 255-P
 Valentina Same esteve nadando pelo Oceano Atlântico à procura de peixes e algas pra poder comer às 15:30, mas logo às 15:21 ela acaba de encontrar um submarino indo em direção da Atlântida. Ela não entendia se eram visitantes ou então alguma importação, então ela passava pela frente e interrompia o submarino, o segurando com as suas mãos e o poder do Fator Utnent, e quando ela nadava até uma das escotilhas, ela começa a reconhecer uns 2 dos rostos dos que estavam por ali, e sorri.
Bentonson: Quem é essa, gente?
Charles: Tio Mura garantiu que ela fosse uma delas. Don, How, qual de vocês tem magia de mensagem telepátic-
Dragondorf: Same, pode falar, liguei áudio marítimo.
Valentina: Ah, são eles mesmos! Podem ir, eu me preocupei à toa.
 E então, Valentina, nadando, guiava o submarino, que tinha um sonar bem sensível, que identifica obstáculos próximos mesmo com poucos sons, além do radar e um GPS marinho rudimentar, pouco utilizado mas comum agora que usam sinais de rádio no mar similares aos de satélites. Eles conseguem desembarcar e sair do submarino para uma área respirável, e eles podiam ver agora a Valentina Same, embora não fosse a primeira vez que viram ela pessoalmente.
Bentonson: Uau... Deu vontade de comer peixe...
Charles: Ela é muito mais nova que-
Valentina: Bem, eu pesquei muito dessa vez, será ótimo!
Charles: Olha, Bentonson, vou avisar uma coisa. Ela não quer namorar humanos e também tá nova demais pra maioridade, e cê já tem mais de 40 anos.
Bentonson: Ah, ah, eu não sabia, a propósito, já vi garota desse tipo assim no tempo do ensino médio. Não sabia que monstros amadureciam rápido.
Charles: O tio Mura tinha um irmão que sabia falar às primeiras horas de vida, não duvide do que os irmãos, sobrinhos e descendentes desses irmãos e sobrinhos são capazes.
 Dragondorf foi inspecionar o submarino, e vê que no frigobar tinha, além de comes e bebes americanos genéricos, como mac n cheese, hambúrgueres congelados, pizza dura de morder com queijo borrachudo, a também alimentos mágicos, como os cookies especiais que o Muramasa guarda e distribui em Las Vegas, são gostosos, mas os poderes são importantes demais para desperdiçar pelo prazer de mastigar biscoitinhos crocantes com gotas de chocolate suculentas.
 Enquanto isso, Alina Kame e Valentina Same preparam o café da tarde: Um ensopado de peixe pouco temperado, e torradas de pão de algas. O grupo aceita comer junto com as duas, e Charles fala do que o Muramasa estava precisando.
Charles: É que o Muramasa disse que gostaria de ver a ve... a Dona Tartaruga.
Alina: Sou velha mesmo, humano, e sim, faz tempo que não vejo ele, acho que eram uns 130, talvez 410? Eu lembro que, quando eu conheci ele, era um meio termo entre a França ter total domínio da Europa, ou a época do "A Cobra Está Fumando".
Bentonson: Você já viu o Brasil?
Alina: Sabe, eu adoraria, mas acho que essa guerra de monstros e humanos idiotas tirou o pouco brilho que o país tava tendo.
Bentonson: Na verdade, foi quase isso, a economia caiu porque o Brasil não tava conseguindo comprar e vender nada, e o próprio BRICS perdeu vantagem porque os países integrantes tavam se discordando muito.
Donald: A propósito, o que levou a Atlântida e a Itália a terem uma guerra tão longa?
Alina: Ah? Bem, eu acho que não vivi essa época, mesmo sendo, assim, esticada de velha, mas acho que ensinam nas aulas de história daqui. Benzinho, você lembra onde tão os DVD's?
Valentina: Tudo bem, velhinha.
 Logo em seguida que Valentina sai da sala de jantar para pegar os DVD's da biblioteca particular da casa, Donald e Howard olham um para o outro, e falam.
Donald e Howard: DVD?
Alina: É, não sei se ainda é esse o nome, mas tem, acho eu, uns 3 tipos de discos que usam aqui na Atlântida. Acho que o mais ultrapassado daqui é o Blue-Ray.
Donald: Blue-Ray?
Howard: O mais ultrapassado.
Charles: Por que vocês tão falando ao mesmo tempo?
 Eles olham um para o outro, e depois para o Charles.
Donald e Howard: Não sabemos...

 Valentina acha os Ushiron (plural para Ushiri, um modelo avermelhado de disco com detalhes prateados, feitos pela empresa de locadoras e streaming chamada OpenDisk, de Stereo) que tinham conteúdos de história da Atlântida. O filme do primeiro disco tinha 44 minutos de história resumida das grandes civilizações marinhas, com os atlantes sendo monstros de adaptação aquática que habitaram os oceanos por tempo o suficiente para criar suas instalações, incluindo zonas respiráveis e rotas para visitar a superfície em segurança, além de uma descoberta dos padrões matemáticos que levaram ao Fator Utnent, que serviu como fonte de energia substituta do fogo na Atlântida. Depois de pular slides que vinham depois do filme, eles mudam para o segundo disco.
 O filme, agora de 50 minutos, mostra uma animação que ilustra o que o narrador está contando, diferente do anterior, que era um filme atuado, e fala sobre os tempos da Antiga Roma, em que este império também teve conflitos muito pesados com os atlantes, embora um pouco mais leve que o que teve com os nórdicos e os Dermurers, e essa guerra entre Atlântida e Roma levou Pisa a estudar que tipo de energia era aquela que fazia eles induzirem tornados, tsunamis ou tempestades, os magos pisanos desenvolveram o Fator Utnent italiano, que usa como armas condutoras as esferas, normalmente de ferro e com o símbolo de uma águia dos romanos, mas depois de um tempo, as armas começaram variar com o tempo e uso, incluindo o desenvolvimento da Spada Zeta, que segundo o vídeo, depois daquela guerra, a espada nunca mais foi vista, mas Valentina pausa.
Valentina: A propósito, isso da espada é real? Ela desapareceu?
Charles: Eu não lembro, mas cara, a gente tem uns amigos que conhecem essa galera, peraí...
 Charles pesquisava pelo celular, enquanto isso, Alina para para pensar.
Alina: Espada...?

> 15/01/1964; Mar Mediterrâneo.
Muramasa: Estamos perto, gente, não param!
Alina: Mas o oceano está muito agitado! O risco é crítico!
Piccu: Eu vou dar um jeito nisso!
 Piccu pula do navio, e se estica, mudando sua forma o suficiente para preencher os furos no casco do navio, e Alina, dessa vez pulando para outro lado, usava o poder espiral para cancelar a correnteza agitada dos oceanos, inclusive virando as maiores ondas contra elas mesmas, levando o navio mais adiante.
Muramasa: Alina!
 E Alina é levada pelo mar, e não se sabia onde ela foi parar, o máximo que sabiam, era que aquela ação dela, mesmo pouca, levou o esquadrão de Muramasa a deter a feiticeira que eles estavam caçando, e que se não fosse aquele ato, os oceanos subiriam, até afundar as ilhas e as cidades litorais mais próximas.

> 15/01/2106; Oceano Atlântico.
 Depois de tantas lutas, e tantas jornadas, Muramasa e Kame se reencontraram, e Muramasa precisava dela para investigar um incidente muito estranho. O Kraken foi despertado, e estava afundando navios, tremendo a região Leste dos Estados Unidos, e estava começando a marchar em direção do Hemisfério Sul, e o Muramasa precisava de ajuda dela para deter aquele monstro, enquanto ele chamava os gêmeos elementares Mercury e Sulfury.
 Na hora de deter o Kraken, Alina formava as nuvens, as rodando no céu, e girando as moléculas de água ao nível de gerar as cargas elétricas e, assim, fazer cair um raio elétrico liso e espiral, supercarregado com o Fator Utnent, para paralisar o Kraken, enquanto um redemoinho mágico se formava ao redor do Kraken, e Mercury e Sulfury cantavam a canção-de-ninar feita na Atlântida para selar o Kraken. Só Muramasa, Kraken e os gêmeos na atualidade lembravam a letra inteira, mas o refrão era:
Ele estava sozinho, e ninguém o atendeu
Suas prezes por paixão, ninguém concedeu
100 braços, mas seu coração, 0 como um breu
Pensaram que ele era o puro mal
Mas ninguém conhecia o seu sentimento real

> 02/09/2270; Atlântida, Oceano Atlântico.
Valentina: Vovó? Vovó!
Alina: Hã? Ah, desculpa, acho que eu... tava lembrando, sabe, de umas jornadas minhas com o Muramasa. Vocês poderiam me levar até ele? Ou ele não tá mais na Terra?
Bentonson: Ele tá lá em Las Vegas como sempre.
Alina: Nunca vi essa cidade...
Charles: A gente leva vocês pra lá.
 Valentina e Alina arrumam as malas, e aceitam ir com o grupo para o solo firme.

Continua>>>