> 05/11/2272; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
[Esses episódios com Macaco no título eram pra ser tudo um episódio só, mas estava ficando tão grande, e tão cheio de subtramas, e tão cheios de ilustrações, que tive que picotar em episódios menores pra caber, no fim vai ficar como se fosse uma trilogia]
Mesmo que Naej, Michael e seu grupo saíssem dali pra base do agora bloco dos Dracojuniors, carregando Larry pra ajudar Kyle e Wanya a pouparem esse tempo, o Naej não se sentia mais bem-vindo ao grupo do Dragondorf, porque faz um tempo que ele e a Tifanny nem estiveram na Terra, o que Dragondorf discordava.
Dragondorf: Por que o macaco Naej tá triste? Por tar amaldiçoado e não saber se volta?
Oprah: Nem é por isso, Dorf, lá na cafeteria que a gente tava ele parecia até confiante demais.
Naej: É que faz um tempo que eu não tava nem em Albuquerque, devo ter passado uns anos no espaço, ainda mais em Stereo.
Dragondorf: Isso não tem nada a ver, baixinho, afinal, se não fossem vocês não teríamos os Charles, e ele mesmo sendo só um já tá fazendo diferença.
Michael: Espera, é verdade que o Naej só tem magia porque um dia aprendeu aqui?
Alyx: Sim, é isso sim, a Tifanny também, mas no caso ela até melhorou só com o que aprendeu aqui.
Kyle: Esse macaco pequeno ali, ele era um colega de vocês?
Dragondorf: Não consigo fazer sarcasmo com você, ele tava bem ativo quando seu pai tava começando a trabalhar.
Kyle: Nossa... Mas espera, vocês falam muitas notícias das Larapink, ele conheceu elas na época?
Naej: Eu vi pelo menos umas duas ou três crescerem.
Wanya: Gostei desse pitico já!
Michael: Bora fazer um podcast de macacos falantes?
Durante uma hora de gravação em uma sala pouco usada da base, o Naej e o Michael gastaram um tempo conversando enquanto deixaram a câmera gravando ao vivo num canal do Muramasa do Mixert por pouco menos de uma hora (53 minutos e 24 segundos), e era inesperado pra quem tava ouvindo eles de fora da sala ver um sagui e um gorila com roupas pretas, brancas e vermelhas falando sobre lavagem de dinheiro, redução de impostos ao comprar bens isentos, celulite orbitária e a conservação dos axolotes, mas depois de terminar a gravação, prometeram não fazer aquilo de novo.
Na Cafeteria Larapink, a Avamma ficou um tempo a mais cuidando e arrumando a cozinha, enquanto o Ted conferia os ganhos de hoje da cafeteria e preparava pra fazer uma faxina no salão da cafeteria, enquanto Meluisa e Miko foram preparar uma retromaldição, uma poção que pode anular qualquer magia que possa amaldiçoar, envenenar ou transformar uma pessoa, assim como Laura e Abigail, consultando alguns grupos menores no estado por ligação e pesquisa, descobrem uma notícia de um "objeto espacial misterioso" indo em direção da Terra. Carmen acompanha Ted e Avamma, ao lado da Srta. Alani e da Janett Churrandler, para dar assistência a eles pois irão fazer compras pra Cafeteria, Biblioteca e Galeria do Clube do Livro Larapink.
No entanto, a nave chega à cidade, e dela saíam um grupo de humanos de aparência, cor e portes físicos comuns em Stereo, embora a nave seja escura com partes amarelas era nitidamente um modelo de nave da Constelação de Touro, e por isso o grupo de Dragondorf já havia saído para perto da nave, considerando o que falam do Naej associado a essa constelação. Assim como as feiticeiras Fried Schmidt e Brigitte Fischer (embora colegas e alunas do Clube do Livro Larapink, não sendo membras fixas do mesmo, já que estão mais ocupadas ao lado de Richard, Chomélie e Plínio) retiram alguns colegas, como Igu, Ipan, Amy Zonia, Seraphina, e também o vernaculiano Julius Emila, amante de Astreia Backwood e pai dos filhos dela, convidado pelos outros em troca dele poder ver sua família mutante mais uma vez. Aquele grupo parecia exagerado, assim como os ex daquelas que Naej conheceu em Alquaid estavam exagerando, e chamavam pelo tal "Pinguim Branco" enquanto estavam com metralhadoras e armaduras tecnológicas. O grupo do Dragondorf avançava, embora que Las Vegas não estivesse em tanto perigo, ainda pra proteger o Naej, era possível visualizarem ou então verem a Clomélie avançando contra aqueles homens, fortalecida pelo Bomcoff, para desarmar e empurrar de 3 a 5 deles, enquanto Richard, com seu mastim tibetano Hércules ou sua poodle azul Konata, conseguia coordenar ambos para derrubar um por um, alguns em conjunto com o ataque de Clomélie, derrubando um total de 9, mas com um tipo de onda de pulso que empurrava eles, esse grupo revidava e seguiam mais fortes.
Naej não entendia, mas carregando um besouro de esmeralda em suas costas, ele pulava até chegar mais perto daqueles soldados, e fortalecido em uma forma de esmeralda, acertava juntas das armaduras daqueles 9 homens, ou disparava fogo para quebrar as armas deles, e assim Naej mandava Clomélie e os cães do Richard saírem do meio, assim como Oprah chegava com uma chuva de sua Espada do Rio Sena e o Norville com poderes sonoros de seu corpo modificado, quebravam as armaduras daqueles caras.
Naej: Caramba, mandaram bem mesmo.
Oprah: Me pergunto como você tá inteiro mesmo nesse estado.
Naej: São só figurantes, mal dá pra causar um arranhão em nó- AAAAAAAAAA!!
Naej é metralhado pelas costas por um deles que estava menos ferido, mesmo sem armadura, e com sua metralhadora ainda intacta, o sagui Naej só resistiu porque estava ainda com um corpo de esmeralda, e quando Alyx acerta aquele atirador com um tiro de pistola, o mesmo acaba caindo morto na hora, ainda que o tempo revertesse, e o próprio grupo se sentia estar fazendo de novo, dessa vez com não só a Clomélie e os cães de Richard enfrentando, mas também Igu e Ipan enfrentavam aqueles ex, se fortalecendo e energizando com um aperto de mão, ao passo que o gato Gugu ajudava a poodle Konata e o cachorro Panpan ajudava o mastim Hércules, Frieda derrubava pelo menos um deles com uma barreira de fogo que custava muito de sua magia, e Brigitte derrubava um daqueles soldados com um nunchaku de ossos de dragão, parando o tempo pra ter tempo de derrubá-lo.
Zephyr BM: Mas que droga! Vou ter que rebobinar tudo de novo!
Naej e Michael, que dessa vez entraram na nave, e enchiam o Zephyr Ba Muzshi de socos até ficar difícil de se mexer, em seguida Samantha Aoizop foi carregada por Damaere e Hernando Juarez antes de conferir as peças da nave, confiscar desde as mais perigosas às mais importantes da nave, e ela ajuda a contratarem um reboco planetário (um tipo de serviço para retirar, rebocar, guinchar naves espaciais, geralmente como um tipo de emergência pra naves perdidas), e no progresso tanto descobrem que a nave havia sido roubada no Setor C, claramente com ajuda do Zephyr Ba Muzshi verdadeiro (o que o Naej e o Michael quebraram era na verdade um robô imitador feito só pra acompanhar e vigiar aqueles agentes).
De qualquer forma, Avamma volta com duas poções pretas, pro Naej e o Michael beberem e saírem imediatamente, ao passo que Norville pedia um hambúrguer da Dragoon's Snacks local, em que o Theon Keith teve que atender e levar (algo estranho, já que ele era pra ser um entregador em Albuquerque, mas pelo visto Theon mudou de moradia e está trabalhando na instalação mais próxima enquanto seu irmão, James Keith, está cuidando do Clube do Sabonete na Rua do Sabão Negro, e ganhando a maioria das lutas de lá e sendo rival do anão Poseidon).
De qualquer forma, voltava Evan Adams, um recruta alado com asa de corvo, do exército dos Novos Estados Unidos, esteve voltando ao lado de outros soldados e também de um guerreiro da Contra-Terra, chamado Suldon Tanielz, um ser bem guerreiro e forte, de roupas verdes grossas, um sabre fino e uma magia balística que era útil no combate à distância, e se preocupando com os colegas, Suldon protegeu eles com sua vida, e mesmo sabendo que ele vinha de um plano mitológico, recrutas como o Evan ainda estavam surpresos que ele existia. Suldon estava acompanhando esse grupo de militares pra voltar pra casa, enquanto os soldados só iriam pegar uns suplementos que a base prometeu pros soldados mais básicos do quartel o Novo México.
Depois de voltarem à forma humana, Michael foi com a Oprah e o Norville (ainda comendo um hambúrguer tão grande que o saco de papel era necessário pra segurar os recheios) pra visitarem a família Okita, enquanto Naej foi ligar pra Tifanny e conversar o que aconteceu.
Naej: Oi, Tifanny, eu fiz merda.
Tifanny (no Tamafone): De novo? Bem, eu vi esses dois macacos com uma roupa sua e dum amigo nosso, isso é IA?
Naej: Não, o pior é que não, eu briguei com uma das magas gays e ela transformou Eu e o Michael em macacos, não sei se é de sacanagem, mas sim, eu era o macaco menor!
Tifanny: ... HAHAHAHAHAHAHA!! Mikezinho, vem falar com o papai, você precisa ouvir isso.
Naej foi falar e interagir com o 8Mike fofamente, e o 8Mike via os "super heróis" (a maioria dos integrantes da base, antes do Muramasa, agora do Dragondorf, e nem precisavam ser aqueles que enfrentavam inimigos, o Jarl que era só um faxineiro e zelador era legal de se ver), e depois daquela conversa em ligação, Tifanny avisa uma coisa.
Tifanny: Ah, pelo visto era verdade que você tava sendo um safado em outro planeta.
Naej: Não sou safado não! Elas eram só amigas.
Tifanny: Da mesma forma que eu falava dos guerreiros mágicos do planeta do Lykos, querido! Espera, estamos quites?
Naej: Sei lá, depois dessa vou só viajar mais um pouco e depois a gente volta.
Continua>>>
Boas vindas
Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
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Mostrando postagens com marcador saga dos macacos. Mostrar todas as postagens
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26/08/25
24/08/25
Macacos Peregrinos Contra o Mundo
> 05/11/2272; Las Vegas, Novo México; Universos 255-P e CD-63.
Dragondorf, logo após Gabrielle Dinason voltar para o Novo México, esteve liderando o bloco de Las Vegas, agora que o Muramasa está fora da Terra, por isso que entre os integrantes, o biólogo Richard Aquon, que está ajudando o grupo em medicina e na catalogação de criaturas e plantas por onde eles estiverem explorando, ou para conseguirem novas plantas para o Lorde Darahab cuidar ou fazer suas poções, que por sua vez, ele ter conseguido cana com um rebolo de cana-de-açúcar e sementes de café que Charles conseguiu do estado de SP, o Darahab conseguia fazer bombons de café com efeitos quase como de poção, chamados Bomcoff, para a safiriana Clomélie Sillas, que após ser resgatada por Alyx de um anel de pedofilia que estava ocorrendo em Santa Fé, foi treinada e reeducada para poder socorrer e salvar gente tão jovem/nova quanto ela nas regiões que o chamado bloco dos Dracojuniors (equipe liderada por Dragondorf, Emmanuel e Summer Sambari) está operando, inclusive ela acabou de voltar do México ao lado de Plínio Darwin (um ex-colega de Walter, também vindo da Atlântida mas sendo um combatente físico, um piscêtropo de uca, com um braço grande como os caranguejos violinistas têm).
Naej esteve voltando a Albuquerque para rever Michael, Oprah e Norville, que estiveram cuidando da casa dele durante esse tempo e convidam ele para ir a Las Vegas por um tempo, especialmente porque o Michael ia visitar a Karai Okita, que está grávida agora, mas também não queria deixar a sua irmã e seu amigo só e à toa. De qualquer forma, o Naej planejava primeiro ir pra Cafeteria Larapink primeiro, do Clube do Livro Larapink (as donas vocês já sabem, é que eu quis pôr as palavras-chave mesmo), no momento com uma integrante que aparecia muito pouco, e por isso gente como o Naej mal considerou que fosse uma membra ou cliente do clube, a Carmen Misa, que é loira com cabelo bem brilhante, e umas roupas vermelhas com detalhes brancos e bolainas amarelas (curiosidade do design: era pra ser tipo aquelas calças legging curtas que terminam perto do joelho, mas a batata das pernas tava tão grossa que mudei de ideia e colori como se fosse bolaina), da marca AlPhant (de um tio dela, e que a fez conhecer esse clube quando a família dela foi conhecer o Novo México).
No entanto, mesmo a Carmen sendo bem interativa e segurando o Naej pra lá e pra cá como se ele fosse um boneco, o irritando, o Naej consegue se soltar dela e pedia só um café Latte em xícara, só pra ver o desenho que o Ted iria fazer no café, mas enquanto isso, a Miko tava falando umas aparentes indiretas.
Miko: Pois é, tem um cara que as damas daqui conhecem, não sei se a maioria gosta, mas ele é bem mais irritante e bem mais babaca do que já costumam falar, afinal, quem confia num cara que odeia lésbicas e terminou com a esposa pra ficar pegando mulher comprometida.
Naej: Se tá falando de mim, eu ter terminado com a Tifanny não tem a ver com eu pegar mulher dos outros, e eu não tenho o roteiro todo pra saber que elas namoravam alguém antes. E o pior...
Miko: Hã? Como assim?
Naej: Eram ex delas e eram bem terríveis com elas.
Michael: Ah, o desenho de Late aí é artesanal?
Ted: Latte, é um café bem-vindo pra umas formas de arte visual.
Michael: Ah, é? Você consegue prever o futuro com desenho de Late? Eu realmente queria saber desse negócio de cofemancia.
Miko: Pel'amor da Deusa, fala essas palavras direito! É LatTe, e é cAfeOmancia!
Alex: Miko, se acalma.
Naej: Finalmente o Narrador tá desenvolvendo uma personalidade pra você, mas eu imaginava mais a Avamma assim.
Avamma: Isso... é um elogio?
Naej: Eu compreendo mais a sua braveza.
Alex: Naej, para de ficar julgando os outros, não vai ser diferente da Miko desse jeito.
Naej: Depende, se eu não tô baseando em fofocas baratas de uma iniciante desse seu clube.
Miko: Já chega. Carnis Makakus!
Alex: Miko, não!
Miko joga um raio púrpura no Naej, mas pelo jeito que o Naej caiu com o impacto do raio, ele cai no Michael que recebe a magia junto. Alani (uma integrante da equipe galáctica de Nestion) e sua colega Janett Churrandler (uma megnana de sabor churros de doce-de-leite - sabores também são como etnias megnanas são chamadas) chegaram à Cafeteria Larapink, antes vigiando de fora mas tendo que entrar po rcausa do susto, e estranham o que aconteceu.
Michael: Oxe? Mas que caralhos aconteceu? Só porque eu sou preto na forma humana você me transformou num macaco?
Miko fica envergonhada, mas aponta pro Naej, que enquanto o Michael estava na forma de um gorila, o Naej estava na forma de um sagui, e o Michael ri muito disso, a Oprah e o Norville riem mas mais baixo e sem tanta vontade de rir, a Alex e a Avamma ficam com vergonha e o Ted dá um pescotapa na nuca da Miko.
Ted: Põe eles dois de volta pra forma humana.
Miko: Ah, foi ele que começou!
Joana: Em defesa do sagui- Ihihihihi... Você que ficou irritando ele também.
Avamma: Miko... Essa maldição tem que cura?
Miko: Ah, não sei, essas magias mais absurdas são temporárias, não dou nem vinte e quatro horas.
Naej: Espera um pouco, se você soltasse o raio do macaco na Alex, ela viraria uma orangotanga?
Alex: Esse nanico tá passando dos limites mesmo.
Alex pega da cozinha uma faca de lâmina amarelada (parecendo dourada, com detalhes espirais que parecem um pouco com fogo) e de cabo de madeira vermelha de mogno, customizada e encomendada como um símbolo artístico pra um mero utensílio de cortar ingredientes, e corre atrás do Naej, que pulava pra fugir, e Alex ameaçava o Naej.
Alex: Vem cá, seu macaco desgraçado, eu vou fazer sopa com você e temperar com o meu ódio!
Naej: Ah, considerando que cês tão com ódio à toa de mim, vai lá saber se a Miko me deixou com SIDA também!
Alex: Não deixou não!
Naej: Que tal me temperar com o desgosto do seu pai enquanto você faz purê com meu cérebro?
Alex: Continue falan-
Meluisa pega o Naej, que fica com medo e se transformava em fogo pra se soltar, mas como sua magia tava mais fraca ele só pegava fogo, enquanto a Joana, "teleportando" numa aceleração e forma luminosa, dá um shuto uchi na região do pescoço da Alex onde ficava a tatuagem mágica, e segura ela.
Meluisa: Espera, não fuja, não quero te devorar.
Naej: Ah é, você é a mais boazinha do clube.
Meluisa sorri com aquilo, e o grupo se reorganiza, principalmente com Alex se acalmando depois de acordar, o Michael indo com a Alani e a Janett em segurança e a Meluisa tentando fazer Naej e Miko se desculparem, os clientes não sabiam se o que aconteceu foi engraçado ou assustador, mas a Olivia, sabendo disso, castiga a Diana e a Betty, mesmo elas não se envolvendo, ela ainda lembra que elas que espalharam esse boato, seja a Diana falando isso frequentemente ou a Betty não interrompendo mesmo discordando, infelizmente Olivia teve que fazer isso virtualmente porque ela estava longe ocupada com as adegas de vinhos que ela herdou da falecida Mia, enfim as banindo dos chats do Clube do Livro Larapink temporariamente e dando broncas a elas no chat privado, Betty implorou em áudio pra voltar, enquanto Diana estava desesperada atrás do celular, em sua própria casa e chorando pelo ocorrido.
Kyle Kennedy (um mutante que John Parker também esteve treinando, e levou pro bloco dos Dracojuniors pra operar ao lado deles por ser forte) e sua amiga Wanya Prigya (uma feiticeira indiana filha de Kali Chapalai) acabaram de sair da Umbra da Depressão e se depararam que junto deles dois havia saído um dos soldados do Mario Tesla que havia desaparecido e eles só encontraram naquela dimensão, que era o Larry Olsen, que debaixo daquelas roupas escuras, metálicas e apertadas, o seu corpo estava mutilado. Os dois tiveram dificuldade de enfrentar ele, mesmo estando de dia e isso deixando o Kyle mais forte e energizado, até mesmo projetando raios solares de suas mãos, e a Wanya projetando raios de açúcar que explodiam como fogos de artifício contra Larry, o mesmo resistia, e ficava mais forte.
Naej e Michael ouviram a barulheira das explosões, e enquanto o Naej e a Alex queriam ao menos saber o que tava acontecendo, o Michael que esteve com Alani e Janett até mesmo estavam nas ruas pra proteger os civis e evitar que ocorresse algum fogo cruzado, seja a Alani com uma espada de Regin partindo um carro velho antes que caísse encima de uma criança próxima da Cafeteria Larapink, a Janett com um grupo de drones de caramelo âmbar que ela controlava a partir de um controle remoto de açúcar cerebral que davam assistência ao Michael, que em forma de gorila conseguia socar no estômago e na têmpora direita do Larry, o imobilizando completamente, os drones especialmente disparando jatos de morango que deram uma quebrava em peças da roupa suspeita do L. Olsen.
Kyle: Caramba, você foi demais mesmo, hein gorilão?
Michael: Valeu, é que eu também tô ocupado pra salvar a mim mesmo.
Wanya: Poxa, mas do que?
Michael: ... De uma magia que me deixou assim.
Kyle e Wanya acharam o Michael legal, e eles batiam os punhos no peito em comemoração, e... o Michael descobriu sem querer que gorilas tinham um "tambor natural" enquanto tava nessa forma, e por isso esses animais tinham um som tão único com esse movimento.
Continua>>>
Dragondorf, logo após Gabrielle Dinason voltar para o Novo México, esteve liderando o bloco de Las Vegas, agora que o Muramasa está fora da Terra, por isso que entre os integrantes, o biólogo Richard Aquon, que está ajudando o grupo em medicina e na catalogação de criaturas e plantas por onde eles estiverem explorando, ou para conseguirem novas plantas para o Lorde Darahab cuidar ou fazer suas poções, que por sua vez, ele ter conseguido cana com um rebolo de cana-de-açúcar e sementes de café que Charles conseguiu do estado de SP, o Darahab conseguia fazer bombons de café com efeitos quase como de poção, chamados Bomcoff, para a safiriana Clomélie Sillas, que após ser resgatada por Alyx de um anel de pedofilia que estava ocorrendo em Santa Fé, foi treinada e reeducada para poder socorrer e salvar gente tão jovem/nova quanto ela nas regiões que o chamado bloco dos Dracojuniors (equipe liderada por Dragondorf, Emmanuel e Summer Sambari) está operando, inclusive ela acabou de voltar do México ao lado de Plínio Darwin (um ex-colega de Walter, também vindo da Atlântida mas sendo um combatente físico, um piscêtropo de uca, com um braço grande como os caranguejos violinistas têm).
Naej esteve voltando a Albuquerque para rever Michael, Oprah e Norville, que estiveram cuidando da casa dele durante esse tempo e convidam ele para ir a Las Vegas por um tempo, especialmente porque o Michael ia visitar a Karai Okita, que está grávida agora, mas também não queria deixar a sua irmã e seu amigo só e à toa. De qualquer forma, o Naej planejava primeiro ir pra Cafeteria Larapink primeiro, do Clube do Livro Larapink (as donas vocês já sabem, é que eu quis pôr as palavras-chave mesmo), no momento com uma integrante que aparecia muito pouco, e por isso gente como o Naej mal considerou que fosse uma membra ou cliente do clube, a Carmen Misa, que é loira com cabelo bem brilhante, e umas roupas vermelhas com detalhes brancos e bolainas amarelas (curiosidade do design: era pra ser tipo aquelas calças legging curtas que terminam perto do joelho, mas a batata das pernas tava tão grossa que mudei de ideia e colori como se fosse bolaina), da marca AlPhant (de um tio dela, e que a fez conhecer esse clube quando a família dela foi conhecer o Novo México).
No entanto, mesmo a Carmen sendo bem interativa e segurando o Naej pra lá e pra cá como se ele fosse um boneco, o irritando, o Naej consegue se soltar dela e pedia só um café Latte em xícara, só pra ver o desenho que o Ted iria fazer no café, mas enquanto isso, a Miko tava falando umas aparentes indiretas.
Miko: Pois é, tem um cara que as damas daqui conhecem, não sei se a maioria gosta, mas ele é bem mais irritante e bem mais babaca do que já costumam falar, afinal, quem confia num cara que odeia lésbicas e terminou com a esposa pra ficar pegando mulher comprometida.
Naej: Se tá falando de mim, eu ter terminado com a Tifanny não tem a ver com eu pegar mulher dos outros, e eu não tenho o roteiro todo pra saber que elas namoravam alguém antes. E o pior...
Miko: Hã? Como assim?
Naej: Eram ex delas e eram bem terríveis com elas.
Michael: Ah, o desenho de Late aí é artesanal?
Ted: Latte, é um café bem-vindo pra umas formas de arte visual.
Michael: Ah, é? Você consegue prever o futuro com desenho de Late? Eu realmente queria saber desse negócio de cofemancia.
Miko: Pel'amor da Deusa, fala essas palavras direito! É LatTe, e é cAfeOmancia!
Alex: Miko, se acalma.
Naej: Finalmente o Narrador tá desenvolvendo uma personalidade pra você, mas eu imaginava mais a Avamma assim.
Avamma: Isso... é um elogio?
Naej: Eu compreendo mais a sua braveza.
Alex: Naej, para de ficar julgando os outros, não vai ser diferente da Miko desse jeito.
Naej: Depende, se eu não tô baseando em fofocas baratas de uma iniciante desse seu clube.
Miko: Já chega. Carnis Makakus!
Alex: Miko, não!
Miko joga um raio púrpura no Naej, mas pelo jeito que o Naej caiu com o impacto do raio, ele cai no Michael que recebe a magia junto. Alani (uma integrante da equipe galáctica de Nestion) e sua colega Janett Churrandler (uma megnana de sabor churros de doce-de-leite - sabores também são como etnias megnanas são chamadas) chegaram à Cafeteria Larapink, antes vigiando de fora mas tendo que entrar po rcausa do susto, e estranham o que aconteceu.
Michael: Oxe? Mas que caralhos aconteceu? Só porque eu sou preto na forma humana você me transformou num macaco?
Miko fica envergonhada, mas aponta pro Naej, que enquanto o Michael estava na forma de um gorila, o Naej estava na forma de um sagui, e o Michael ri muito disso, a Oprah e o Norville riem mas mais baixo e sem tanta vontade de rir, a Alex e a Avamma ficam com vergonha e o Ted dá um pescotapa na nuca da Miko.
Ted: Põe eles dois de volta pra forma humana.
Miko: Ah, foi ele que começou!
Joana: Em defesa do sagui- Ihihihihi... Você que ficou irritando ele também.
Avamma: Miko... Essa maldição tem que cura?
Miko: Ah, não sei, essas magias mais absurdas são temporárias, não dou nem vinte e quatro horas.
Naej: Espera um pouco, se você soltasse o raio do macaco na Alex, ela viraria uma orangotanga?
Alex: Esse nanico tá passando dos limites mesmo.
Alex pega da cozinha uma faca de lâmina amarelada (parecendo dourada, com detalhes espirais que parecem um pouco com fogo) e de cabo de madeira vermelha de mogno, customizada e encomendada como um símbolo artístico pra um mero utensílio de cortar ingredientes, e corre atrás do Naej, que pulava pra fugir, e Alex ameaçava o Naej.
Alex: Vem cá, seu macaco desgraçado, eu vou fazer sopa com você e temperar com o meu ódio!
Naej: Ah, considerando que cês tão com ódio à toa de mim, vai lá saber se a Miko me deixou com SIDA também!
Alex: Não deixou não!
Naej: Que tal me temperar com o desgosto do seu pai enquanto você faz purê com meu cérebro?
Alex: Continue falan-
Meluisa pega o Naej, que fica com medo e se transformava em fogo pra se soltar, mas como sua magia tava mais fraca ele só pegava fogo, enquanto a Joana, "teleportando" numa aceleração e forma luminosa, dá um shuto uchi na região do pescoço da Alex onde ficava a tatuagem mágica, e segura ela.
Meluisa: Espera, não fuja, não quero te devorar.
Naej: Ah é, você é a mais boazinha do clube.
Meluisa sorri com aquilo, e o grupo se reorganiza, principalmente com Alex se acalmando depois de acordar, o Michael indo com a Alani e a Janett em segurança e a Meluisa tentando fazer Naej e Miko se desculparem, os clientes não sabiam se o que aconteceu foi engraçado ou assustador, mas a Olivia, sabendo disso, castiga a Diana e a Betty, mesmo elas não se envolvendo, ela ainda lembra que elas que espalharam esse boato, seja a Diana falando isso frequentemente ou a Betty não interrompendo mesmo discordando, infelizmente Olivia teve que fazer isso virtualmente porque ela estava longe ocupada com as adegas de vinhos que ela herdou da falecida Mia, enfim as banindo dos chats do Clube do Livro Larapink temporariamente e dando broncas a elas no chat privado, Betty implorou em áudio pra voltar, enquanto Diana estava desesperada atrás do celular, em sua própria casa e chorando pelo ocorrido.
Kyle Kennedy (um mutante que John Parker também esteve treinando, e levou pro bloco dos Dracojuniors pra operar ao lado deles por ser forte) e sua amiga Wanya Prigya (uma feiticeira indiana filha de Kali Chapalai) acabaram de sair da Umbra da Depressão e se depararam que junto deles dois havia saído um dos soldados do Mario Tesla que havia desaparecido e eles só encontraram naquela dimensão, que era o Larry Olsen, que debaixo daquelas roupas escuras, metálicas e apertadas, o seu corpo estava mutilado. Os dois tiveram dificuldade de enfrentar ele, mesmo estando de dia e isso deixando o Kyle mais forte e energizado, até mesmo projetando raios solares de suas mãos, e a Wanya projetando raios de açúcar que explodiam como fogos de artifício contra Larry, o mesmo resistia, e ficava mais forte.
Naej e Michael ouviram a barulheira das explosões, e enquanto o Naej e a Alex queriam ao menos saber o que tava acontecendo, o Michael que esteve com Alani e Janett até mesmo estavam nas ruas pra proteger os civis e evitar que ocorresse algum fogo cruzado, seja a Alani com uma espada de Regin partindo um carro velho antes que caísse encima de uma criança próxima da Cafeteria Larapink, a Janett com um grupo de drones de caramelo âmbar que ela controlava a partir de um controle remoto de açúcar cerebral que davam assistência ao Michael, que em forma de gorila conseguia socar no estômago e na têmpora direita do Larry, o imobilizando completamente, os drones especialmente disparando jatos de morango que deram uma quebrava em peças da roupa suspeita do L. Olsen.
Kyle: Caramba, você foi demais mesmo, hein gorilão?
Michael: Valeu, é que eu também tô ocupado pra salvar a mim mesmo.
Wanya: Poxa, mas do que?
Michael: ... De uma magia que me deixou assim.
Kyle e Wanya acharam o Michael legal, e eles batiam os punhos no peito em comemoração, e... o Michael descobriu sem querer que gorilas tinham um "tambor natural" enquanto tava nessa forma, e por isso esses animais tinham um som tão único com esse movimento.
Continua>>>
Macaco do Cabo Verde
> 05/11/2272; espaço sideral; Universo 255-P.
Charles: Mas e aí, Naej? Tá trabalhando com o que ultimamente?
Naej: ... Eu acho que sim.
Charles: Não, que resposta é essa? Que trabalho você tem e responde 'sim'?
Naej: É que eu tô praticamente naquele meme de desenho antigo, em algum canto eu trabalho em um fast food de hambúrguer, em outro eu sou garçom, em Pessach sou faxineiro de faculdade.
Charles: Caramba, mas cê tá lucrando com isso?
Naej: Tô até comprando um monte de tranqueira cara, se achar uma boa fundação de caridade cê me fala que aí dou mais propósito pra essa porra.
Charles: ... Quer ir pra Lontralândia?
Naej: Qualquer canto de Afterlufa será ótimo.
Visitando o planeta Afterlufa, na Constelação de Peixes, Naej foi conhecer momentaneamente a Sabiah Rose num circo de Lontralândia, por onde ela mesmo sendo bem brava desde a personalidade que ela assumia nas atuações e shows dela, ela era extremamente adorável e o Naej estava gostando mesmo com ela ainda agindo impulsivamente e com uma atitude sincericida, já o Charles estava tendo um dia relaxante e confortável em uma vila rural bem longe do parque Lontralândia, com plantas amarelas como as roupas dos civis daquela região, e por onde o Charles tirou um tempinho na casa de Lana, uma lontra lufana bem gentil, tímida, um tanto ansiosa mas que gostou do Charles à primeira vista, cozinhando ao lado dela, cuidando das plantas ao lado dela, se beijando na boca debaixo das trepas-dragonesas (plantas trepadeiras com flores coloridas em formatos de asas e cabeças de dragão) da estufa pessoal de Lana Balontra, assim como Naej foi levado por Sabiah para tomarem um refrigerante de noz-carbonífera com cubos de chocolate-do-vale (um tipo de chocolate à base de Alvorecer-dos-Vales, de cores variadas dependendo dos aditivos, geralmente naturais e bem doces), ou andando de bicicleta entre alguns lugares da cidade que ela mora, ou tendo uma relação amorosa numa clareira de uma floresta próxima.
Naej e Charles se separaram, e enquanto Naej estava conversando com o advogado e contador Massefa chamado Waleno, sobre uns planos dele que iriam demorar pra realizar, já Charles convidava umas amigas dele que, embora não sejam suecas como a perdida, falecida, Frigga, são suíças, como a Mel Zanella e a Élise Sophie, e a Louise Amell é belga, sendo elas mulheres que estiveram comentando em muitas publicações dele no Takmi e o Charles foi convidar elas durante esse passeio dele.
Charles: Mas e aí, Naej? Tá trabalhando com o que ultimamente?
Naej: ... Eu acho que sim.
Charles: Não, que resposta é essa? Que trabalho você tem e responde 'sim'?
Naej: É que eu tô praticamente naquele meme de desenho antigo, em algum canto eu trabalho em um fast food de hambúrguer, em outro eu sou garçom, em Pessach sou faxineiro de faculdade.
Charles: Caramba, mas cê tá lucrando com isso?
Naej: Tô até comprando um monte de tranqueira cara, se achar uma boa fundação de caridade cê me fala que aí dou mais propósito pra essa porra.
Charles: ... Quer ir pra Lontralândia?
Naej: Qualquer canto de Afterlufa será ótimo.
Visitando o planeta Afterlufa, na Constelação de Peixes, Naej foi conhecer momentaneamente a Sabiah Rose num circo de Lontralândia, por onde ela mesmo sendo bem brava desde a personalidade que ela assumia nas atuações e shows dela, ela era extremamente adorável e o Naej estava gostando mesmo com ela ainda agindo impulsivamente e com uma atitude sincericida, já o Charles estava tendo um dia relaxante e confortável em uma vila rural bem longe do parque Lontralândia, com plantas amarelas como as roupas dos civis daquela região, e por onde o Charles tirou um tempinho na casa de Lana, uma lontra lufana bem gentil, tímida, um tanto ansiosa mas que gostou do Charles à primeira vista, cozinhando ao lado dela, cuidando das plantas ao lado dela, se beijando na boca debaixo das trepas-dragonesas (plantas trepadeiras com flores coloridas em formatos de asas e cabeças de dragão) da estufa pessoal de Lana Balontra, assim como Naej foi levado por Sabiah para tomarem um refrigerante de noz-carbonífera com cubos de chocolate-do-vale (um tipo de chocolate à base de Alvorecer-dos-Vales, de cores variadas dependendo dos aditivos, geralmente naturais e bem doces), ou andando de bicicleta entre alguns lugares da cidade que ela mora, ou tendo uma relação amorosa numa clareira de uma floresta próxima.
Naej e Charles se separaram, e enquanto Naej estava conversando com o advogado e contador Massefa chamado Waleno, sobre uns planos dele que iriam demorar pra realizar, já Charles convidava umas amigas dele que, embora não sejam suecas como a perdida, falecida, Frigga, são suíças, como a Mel Zanella e a Élise Sophie, e a Louise Amell é belga, sendo elas mulheres que estiveram comentando em muitas publicações dele no Takmi e o Charles foi convidar elas durante esse passeio dele.
Durante a expedição dessa vez, Charles foi primeiro demonstrar o planeta Krippa, onde fica a família dele, e que o Charles deixa seu mirmecão Totó descansar e comer formigas, por incrível que parecia pro Charles, as três se sentiram bem confortáveis no Cais de Pedra e estavam se sentindo super bem em contato próximo com os Chalér. Mel gostava dos krippanos mais musculosos, e ficou acompanhando um dos que ordenhavam as Minonacas e, em troca de ajudar ele, tomou um banho bem longo com ele, não esperava que os machos também tivessem unhas pontudas. A Élise gostou daqueles mais tímidos e gentis, ela buscava ser mais educada do que ela admitia se acostumar com os terrestres, afinal ela não queria intimidar eles, e o mais velho deles lavou e alinhou bem o cabelo curto dela e ajudou com o pedicure, já a Louise gostou dos mais altos, uma mulher dessa família que ela conversou e trocou fofocas (inclusive ficando chocada que Charles já pegou gripe sexual da fraqueza aviúnica uma vez), e o filho dela, mesmo feio, era mais alto e com penas que pareciam um cabelo longo, e esse massageou o corpo dela com óleos das ervas medicinais locais, o cheiro azedo, pouco doce, do Baluzar, era bem suave.
Xiza e Charles passaram muito tempo na cama e também tiveram um banho bem longo na terma dos Chalér, e bem, mesmo a Xiza ficando brava ao saber que Charles já esteve um tempo com a mamídea Márcia e com uma lontrina afterlufana, a mesma não ficou brava, só deu uns tapas na cara e na nuca dele pra ele ficar esperto. De qualquer forma, a longo prazo naquela montanha elas estavam entediadas mas também não queriam fazer alguma atividade física, então Charles, Xiza e as três vão a Pessach, por onde eles vão assistir a um teatro Clarilun e Charles e Xiza reveem a atriz e estilista Marcie Mello, que o Charles tinha visto muito sobre ela e também foi aproveitar a oportunidade de ver ela, não só num show ao vivo, mas também pessoalmente, e por isso era uma honra tão boa conhecerem uma atriz espacial.
Mel: Bem fofo um povo que pareciam coelhos da Páscoa em sociedade terem um teatro tão bom e único.
Marcie: Isso é um elogio? Ouvi que vocês humanos gostam de coelhos.
Louise: Ah, em... em que sentido?
Marcie: A Agência Galáctica nos aderiu muito rápido, e pelo que entendi o povo de vocês se deram bem com Pessach muito rápido por causa do símbolo fofo mas sexual desses bichos com a sexualidade.
Louise: H-hã? Não, não, não é nesse sentido não!
Marcie: Oh, não me entenda mal, a propósito... Mesmo minha moradia fixa sendo nesse planeta, minha ascendência é de outro ponto na Via Láctea. Já ouviram falar do Aglomerado Mera?
Élise: É... Eu já ouvi falar, sim, você veio de lá?
Marcie: Meus avós pra falar a verdade, e aliás, dona pomba...
Xiza: Xiza!
Marcie: Ah sim, Xiza, ouvi falar que Krippa é um bom exportador de ervas pra cá e... pelo que eu lembro, os Pimpu falam muito de pessoas pássaro quase como se fosse lenda.
Xiza: Que incrível, é... Pra vocês nosso povo é mágico?
Charles: Falando em magia, vou precisar de umas Faberfairas porque o planeta que eu vou tem muita e será perigoso, qual a loja mais próxima?
Louise e Mel ficavam com medo da ideia de, sei lá, um dragão devorar elas no próximo planeta, mas o que Charles não contou pras colegas é que, em Laraggiana, um dia já teve magia, como os Cultivadores, como também são chamados os grandes cavaleiros humanos usuários de magia, que suas armaduras da liga mythril-prata-estanho, chamada Pritz (1) tinham energia do Alto Pyrotz (2), o que seria um forte aprendizado e herança dos laraggianos, no entanto, seja em museus desse planeta ou em um sítio arqueológico, com goblins arqueólogos e antropólogos, o registro indica que o antigo presidente humano decretou que o Alto Pyrotz era demoníaco, e que Cultivadores e goblins deveriam ser caçados e exterminados.
Quando os Cultivadores nesse passado foram se defender, eles usaram muito do Alto Pyrotz, e mesmo podendo controlar o fogo e sendo invulneráveis a cortes, eles sofriam mutações de carne severas, que transformou eles em Sarcoferas, e aqueles que morriam, se tornaram em Sarcodemônios no Tártaro, inclusive sendo vistos por goblins em pesadelos mesmo nunca sabendo da história dos Cultivadores Laraggianos, assim como o Charles, enquanto acompanhava aquelas pesquisas, presenciava as vistas de um monstro chamado Autokarnai.
Imagine alguém que sobreviveu a uma inquisição de 500 anos, e esteve vivendo por mais 900, e ainda assim ele está jovem, mesmo deformado, era reconhecível humanoide, mesmo a pele vermelha e estriada, não era sem pele ou dolorosa como as Sarcoferas, mas mesmo tendo asas, ele não era insectoide como os Sarcodemônios, mas sim suas asas eram como as de dragão. Charles conversava com os goblins sobre aquilo, e foi distanciado, pra eles era por segurança dele, eles não queriam arriscar o humano visitante, pode parecer contraditório a humanidade ter avançado para a viagem ao espaço há 200 anos (arredondados), mas ter fósseis e ruínas de mais de 1400 anos, mas vem justamente de como os Portões de Partida foram usados pra povoar o passado desses planetas atualmente aliados.
Xiza e seu grupo, enquanto isso, esteve visitando uma cidade bem rica, limpa e movimentada daquele planeta dos goblins laraggianos, por onde... apesar do Chabel e do Alei estarem oferecendo diferentes materiais a um preço que, pra eles é de costume mas pra elas era muito caro (canetas de cores únicas, mesmo em coleção, por 10 fixitaus, ou uma bicicleta em cores de bronze por 25 fixitaus, um serviço para fazer roupas sob medida para elas por 50 fixitaus por roupa, também um serviço de seguro pra nave do Charles por 20 fixitaus por mês), e elas esperaram o "namorado da Xiza" aparecer pra conferir isso. Os goblins acharam a ideia engraçada, mas ao saberem que o Charles que estava por ali e chegou até lá... os dois diminuíram o preço em média de 30%, e o Charles convence que:
Charles: Deem um de cada, quero por cento e dezoito fixitaus, mas não quero seguro. Aliás...
Chales paga, junto com os F$ 118,0,0, também uma Criptofoto de um desenho de um sorvete azul com textura de mar, mas não por gorjeta ou presente, mas para negociar com eles para ajudarem ele a achar o guerreiro Wülfnar, Storheim, porque ele é um dos 1000 filhos de Wülfnar que estiveram espalhados pela galáxia depois da Agência Galáctica dos Humanos ter adotado eles para mostrar aos guerreiros Wülfnar (um povo do planeta CryoCryo) que eram uma aliança confiável pra eles. Enquanto Chabel usa roupas bem amarelas, e Alei Sterr usa roupas para parecer com um tipo de roupinha de festa, ambos para serem os mais atrativos e energéticos possíveis, o pai adotivo de Storheim, Tandner, que já criou um projeto popular de display volumétrico que para muitos está sendo bem vendido e usado para hologramas 3D pequenos, e também criou próteses ao seu filho que perdeu seus braços, usa roupas com mais peças pretas, ainda de gorro vermelho mas estampado, e com calçados de peças azuis. Para os goblins, as cores vibrantes indicam status, normalmente o vermelho é a cor dos iniciantes, e assim como o sangue e a carne são vermelhos neles, é como se representasse seu nascimento social, por isso eles tendem a escolher cores diferentes, ou customizações que subvertam o vermelho básico, pra se destacarem, para muitos, o amarelo representa verbalidade e comunicatividade, o azul sendo uma cor comum de sorte ou de fortuna, raramente cores como verde ou roxo sejam muito usadas, mas a cor preta é comum entre os goblins mais velhos, um símbolo de maturidade.
Marcie, ainda em Pessach e que ajudou Charles a comprar Faberfairas, também fez Charles conhecer o Wülfnar meio pessachano chamado Gerald Our Pauleto, que combinava as roupas azuis grossas (denominadas sagradas pois o azul é uma cor mágica pro inconsciente Wülfnar) com as sambas (como são chamadas essas saias pessachanas, que são além de simples e resistentes, um símbolo local e desde antes bem útil para proteger bem mais do frio e da umidade), assim como Gerald conseguiu fazer um sucesso como ourives fora de Pessach, inclusive fazendo os broches para Lakhtar (uma prostituta prateada, que saiu de seu planeta por busca de aventura e por participar de uma seita peregrina de prateados, além de interessada amorosamente no Pauleto), esses broches (2) são bem simples, embora resistentes e condutores mágicos, assim como ela também é boa em um tipo de vinho comum em Sterix (1) que ela combina com magia prateada como um tipo de poção do amor (especialmente que aumente a paixão natural, ao invés de forçar essa paixão), que aliás a Marcie comprou vários desse vinho para o Charles e a Xiza.
Continua>>>
Xiza e Charles passaram muito tempo na cama e também tiveram um banho bem longo na terma dos Chalér, e bem, mesmo a Xiza ficando brava ao saber que Charles já esteve um tempo com a mamídea Márcia e com uma lontrina afterlufana, a mesma não ficou brava, só deu uns tapas na cara e na nuca dele pra ele ficar esperto. De qualquer forma, a longo prazo naquela montanha elas estavam entediadas mas também não queriam fazer alguma atividade física, então Charles, Xiza e as três vão a Pessach, por onde eles vão assistir a um teatro Clarilun e Charles e Xiza reveem a atriz e estilista Marcie Mello, que o Charles tinha visto muito sobre ela e também foi aproveitar a oportunidade de ver ela, não só num show ao vivo, mas também pessoalmente, e por isso era uma honra tão boa conhecerem uma atriz espacial.
Mel: Bem fofo um povo que pareciam coelhos da Páscoa em sociedade terem um teatro tão bom e único.
Marcie: Isso é um elogio? Ouvi que vocês humanos gostam de coelhos.
Louise: Ah, em... em que sentido?
Marcie: A Agência Galáctica nos aderiu muito rápido, e pelo que entendi o povo de vocês se deram bem com Pessach muito rápido por causa do símbolo fofo mas sexual desses bichos com a sexualidade.
Louise: H-hã? Não, não, não é nesse sentido não!
Marcie: Oh, não me entenda mal, a propósito... Mesmo minha moradia fixa sendo nesse planeta, minha ascendência é de outro ponto na Via Láctea. Já ouviram falar do Aglomerado Mera?
Élise: É... Eu já ouvi falar, sim, você veio de lá?
Marcie: Meus avós pra falar a verdade, e aliás, dona pomba...
Xiza: Xiza!
Marcie: Ah sim, Xiza, ouvi falar que Krippa é um bom exportador de ervas pra cá e... pelo que eu lembro, os Pimpu falam muito de pessoas pássaro quase como se fosse lenda.
Xiza: Que incrível, é... Pra vocês nosso povo é mágico?
Charles: Falando em magia, vou precisar de umas Faberfairas porque o planeta que eu vou tem muita e será perigoso, qual a loja mais próxima?
Louise e Mel ficavam com medo da ideia de, sei lá, um dragão devorar elas no próximo planeta, mas o que Charles não contou pras colegas é que, em Laraggiana, um dia já teve magia, como os Cultivadores, como também são chamados os grandes cavaleiros humanos usuários de magia, que suas armaduras da liga mythril-prata-estanho, chamada Pritz (1) tinham energia do Alto Pyrotz (2), o que seria um forte aprendizado e herança dos laraggianos, no entanto, seja em museus desse planeta ou em um sítio arqueológico, com goblins arqueólogos e antropólogos, o registro indica que o antigo presidente humano decretou que o Alto Pyrotz era demoníaco, e que Cultivadores e goblins deveriam ser caçados e exterminados.
Quando os Cultivadores nesse passado foram se defender, eles usaram muito do Alto Pyrotz, e mesmo podendo controlar o fogo e sendo invulneráveis a cortes, eles sofriam mutações de carne severas, que transformou eles em Sarcoferas, e aqueles que morriam, se tornaram em Sarcodemônios no Tártaro, inclusive sendo vistos por goblins em pesadelos mesmo nunca sabendo da história dos Cultivadores Laraggianos, assim como o Charles, enquanto acompanhava aquelas pesquisas, presenciava as vistas de um monstro chamado Autokarnai.
Imagine alguém que sobreviveu a uma inquisição de 500 anos, e esteve vivendo por mais 900, e ainda assim ele está jovem, mesmo deformado, era reconhecível humanoide, mesmo a pele vermelha e estriada, não era sem pele ou dolorosa como as Sarcoferas, mas mesmo tendo asas, ele não era insectoide como os Sarcodemônios, mas sim suas asas eram como as de dragão. Charles conversava com os goblins sobre aquilo, e foi distanciado, pra eles era por segurança dele, eles não queriam arriscar o humano visitante, pode parecer contraditório a humanidade ter avançado para a viagem ao espaço há 200 anos (arredondados), mas ter fósseis e ruínas de mais de 1400 anos, mas vem justamente de como os Portões de Partida foram usados pra povoar o passado desses planetas atualmente aliados.
Xiza e seu grupo, enquanto isso, esteve visitando uma cidade bem rica, limpa e movimentada daquele planeta dos goblins laraggianos, por onde... apesar do Chabel e do Alei estarem oferecendo diferentes materiais a um preço que, pra eles é de costume mas pra elas era muito caro (canetas de cores únicas, mesmo em coleção, por 10 fixitaus, ou uma bicicleta em cores de bronze por 25 fixitaus, um serviço para fazer roupas sob medida para elas por 50 fixitaus por roupa, também um serviço de seguro pra nave do Charles por 20 fixitaus por mês), e elas esperaram o "namorado da Xiza" aparecer pra conferir isso. Os goblins acharam a ideia engraçada, mas ao saberem que o Charles que estava por ali e chegou até lá... os dois diminuíram o preço em média de 30%, e o Charles convence que:
Charles: Deem um de cada, quero por cento e dezoito fixitaus, mas não quero seguro. Aliás...
Chales paga, junto com os F$ 118,0,0, também uma Criptofoto de um desenho de um sorvete azul com textura de mar, mas não por gorjeta ou presente, mas para negociar com eles para ajudarem ele a achar o guerreiro Wülfnar, Storheim, porque ele é um dos 1000 filhos de Wülfnar que estiveram espalhados pela galáxia depois da Agência Galáctica dos Humanos ter adotado eles para mostrar aos guerreiros Wülfnar (um povo do planeta CryoCryo) que eram uma aliança confiável pra eles. Enquanto Chabel usa roupas bem amarelas, e Alei Sterr usa roupas para parecer com um tipo de roupinha de festa, ambos para serem os mais atrativos e energéticos possíveis, o pai adotivo de Storheim, Tandner, que já criou um projeto popular de display volumétrico que para muitos está sendo bem vendido e usado para hologramas 3D pequenos, e também criou próteses ao seu filho que perdeu seus braços, usa roupas com mais peças pretas, ainda de gorro vermelho mas estampado, e com calçados de peças azuis. Para os goblins, as cores vibrantes indicam status, normalmente o vermelho é a cor dos iniciantes, e assim como o sangue e a carne são vermelhos neles, é como se representasse seu nascimento social, por isso eles tendem a escolher cores diferentes, ou customizações que subvertam o vermelho básico, pra se destacarem, para muitos, o amarelo representa verbalidade e comunicatividade, o azul sendo uma cor comum de sorte ou de fortuna, raramente cores como verde ou roxo sejam muito usadas, mas a cor preta é comum entre os goblins mais velhos, um símbolo de maturidade.
Marcie, ainda em Pessach e que ajudou Charles a comprar Faberfairas, também fez Charles conhecer o Wülfnar meio pessachano chamado Gerald Our Pauleto, que combinava as roupas azuis grossas (denominadas sagradas pois o azul é uma cor mágica pro inconsciente Wülfnar) com as sambas (como são chamadas essas saias pessachanas, que são além de simples e resistentes, um símbolo local e desde antes bem útil para proteger bem mais do frio e da umidade), assim como Gerald conseguiu fazer um sucesso como ourives fora de Pessach, inclusive fazendo os broches para Lakhtar (uma prostituta prateada, que saiu de seu planeta por busca de aventura e por participar de uma seita peregrina de prateados, além de interessada amorosamente no Pauleto), esses broches (2) são bem simples, embora resistentes e condutores mágicos, assim como ela também é boa em um tipo de vinho comum em Sterix (1) que ela combina com magia prateada como um tipo de poção do amor (especialmente que aumente a paixão natural, ao invés de forçar essa paixão), que aliás a Marcie comprou vários desse vinho para o Charles e a Xiza.
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