Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

12/07/22

Projeto Dream - episódio 29

> 24/04/2252; espaço sideral; Universo 255-P
 Enquanto isso, no espaço está um ser vindo da galáxia Andrômeda, de pele azul, cabelo grande, espetado e alto, e olhos redondos vermelhos fortes e escuros, com roupas grossas pretas cobertas por um sobretudo vermelho vinho, e ele explorou vários planetas por tédio de ter tanto poder, ajudando uns, ferrando outros, assim trazendo crenças duais sobre ele pela galáxia, e ele descobriu uma raça de criaturas adoráveis para ele próprio: as tartarugas cósmicas, elas são azuis, belas e podem voar pelo universo, se alimentando da luz que passa por perto delas.

 Voltando ao assunto, esse jovem e suas tartarugas cósmicas estão indo cada vez mais próximos dos planetas da Via Láctea, porém, uma frota de arraias marrons voavam em direção desses planetas, e ele tenta desviar enquanto guiava as suas tartarugas, mas os bichinhos mais atrás levam tiros a laser, o que irrita muito o aventureiro espacial, e o faz lutar contra as arraias, voando a uma velocidade que rompia o espaço e ainda desintegrava aquelas criaturas só de se aproximar dele, e quando o jovem poderoso captura uma última para interrogar, a criatura no máximo avisa que tem 3 demônios por aí naquela galáxia, e que se tiver mais a fora, claramente o jovem já eliminou.
 O semideus espacial elimina aquele monstro, e com a energia vital daqueles seres, revive a sua tartaruga cósmica falecida, e então, indo mais atrás de civilização por lá, ele encontra o planeta prateado, onde por algum motivo nem os malalus foram criados e nem a Zohl foi levada de volta para lá, mas ele conversa com aqueles seres azulados em busca de alguma dica, e o máximo que eles dizem é que, próximo da estrela que, segundo a astronomia terrestre, é a estrela Phi de Sagitário, há um povo que pareça mais próximo do que ele conhece como uma civilização realmente avançada. Mas antes de ir embora, ele resolve conversar com aqueles azulados de roupas simples e/ou seminus, a fim de poder ser melhor conhecido aqui caso ele precisar voltar pra lá. Lykos se interessa em conversar e guiar o homem, e no final o garoto vermelho e azul começa a conversar coisas muito específicas.
█████: Eu já vi a morte uma vez, gordinho.
Lykos: Hã? A morte, tipo... uma entidade que personifica? Ou você morreu e voltou?
█████: Na verdade, não sei se conta como uma personificação, mas tinha uma dimensão inteira que eu acessei, ela era como uma imensidão escura, e bem no fundo, tinha um pequeno paraíso, por onde as almas se divertiam.
Lykos: Será que tem inferno também?
█████: Não sei, já que... eu nunca cheguei tão fundo nesse subplano. O que é o inferno mesmo?
Lykos: Bem, quando pessoas más ou inúteis são condenadas, eu ouvi da minha amiga, Tindany, que tem versões que as pessoas más ficam lá até serem purificadas ou... perdoadas.
█████: Bom, não tem um inferno que propositalmente castiga as pessoas pelo que eu vi, esses lugares que se parecem com um inferno na verdade são um reflexo do estresse que passaram enquanto estavam vivos, e que a jornada de quem passa por lá primeiro tem que sair de lá, antes que enlouqueça e perca a esperança, sendo que a esperança é o que mantém a alma viva.
Lykos: Isso... isso é triste.
█████: É triste porque é real, se não fosse seria até irritante. Bom, o que eu entendi quando passei por lá também, é que a morte só existe, não por destino ou por acaso, mas porque as coisas duram e acabam, e algum dia, até o universo vai desaparecer, porque o real propósito dos vivos é durar e fazer alguma coisa que os agrade, mas no meu caso, eu vou durar mais que qualquer coisa que eu conheço nesse plano, porque minha vitalidade não é natural.
Lykos: O real propósito dos vivos é durar... Você vai durar mais que tudo... bom, tem como medir um limite pra essas durações? Sabe... a gente do planeta prateado, ou pelo menos os das classes mais altas como... euuu, vive por tanto tempo que até perdemos a conta aos 70 anos.
█████: Você tem quantos anos?
Lykos: Acho que uns 64 anos, e para se tornar sacerdote honorário tem que ter uns 56 anos, e depois dessa, o cargo é vitalício.
█████: O que prolonga a vida de vocês?
Lykos: Pelo que eu lembro... bem, pela sua estética, você deve ter muito pudor e vergonha, mas é que a gente vive muito por causa da deusa do amor.
█████: Aí cês transam o dia todo pra agradar a tal deusa dos filhos e ela curte a sensação e os presenteia com vida longa. É, parece uma boa ideia.
Lykos: É? Bem, você foi bem rápido e... falei isso porque tenho medo de você ficar bravo.
█████: Olha, não tenho muito tempo, tenho que ir.
Lykos: Antes de ir, você está sozinho?
█████: Eu tenho um total de 378 tartarugas espaciais, mostro quando voltar.
 E o jovem vai mesmo embora, para a estrela Phi de Sagitário, e conversando com os engenheiros e tecnólogos daquele planeta, consegue uma ajuda deles em troca de umas missões que ele foi fazendo, porém, em um experimento com portais interuniversais, o buraco negro da Metáfita de lá se desfez e o portal abriu espaço para 5 monstros de outro reino acabam saindo de lá, e o jovem resolve lutar contra aqueles seres, os levando para um local seguro no processo.

> Las Vegas, Novo México.
 Dragondorf está clonando alguns de seus amigos por comando de Muramasa e Ego para poderem formar um exército de pessoas-reserva, para poderem reviver eles mais cedo ou até substituí-los caso a ressurreição não for possível, e para isso, eles coletaram amostras genéticas de diferentes pessoas para fazerem a experiência, criando zigotos e células-tronco humanas mas com o DNA dos amigos, e sem barrigas de aluguel, usando no lugar cápsulas grandes cheias de um líquido parecido com álcool, mas ainda com nutrientes para que os clones possam se alimentar só de "respirarem" aquele líquido, além de estarem constantemente conservados. E cada colega/discípulo de Muramasa tem pelo menos 10 clones, e isso será um segredo bem importante mesmo que pareça apenas um experimento inútil.
 Porém, quando fizeram UM clone de Muramasa, ele saiu completamente esticado, como um esqueleto carbonizado de anime gore, mas com olhos e dentes brancos e bem limpos em comparação à sua carne toda ferrada e cheia de sangue, e quando foi colocado na cápsula que usam para os clones, esse ser desperta e sai dali destruindo tudo, e quando ele quebrava algumas cápsulas, isso acabaria matando os clones próximos, mas na verdade só desperta eles, e os clones dos outros, preocupados com aquele ser, tentam abraçá-lo pra segurá-lo, e nesse momento, o clone se irrita ainda mais, e joga eles para longe. Os clones despertados eram 2 clones do Naej, 1 da Tifanny e 3 da Ego, e esses clones tinham parte dos poderes deles ainda em sua genética, mas mesmo assim não adiantava.
 Os personagens de jogos que estão ainda na vida real, incluindo Donald e Howard, vão logo enfrentar aquele clone. Argus e Marcos lutavam contra o clone de Muramasa até cansá-lo, Élia solta uma magia de dano sagrado para queimar e purificar aquele ser, e Tom Papa solta uma magia para imobilizar o monstro. O clone, ainda sem nome, se solta daqueles efeitos, luta contra aqueles seres, e resistia aos tiros laser de Donald e Howard, mas Dragondorf taca o pesinho de uma kurasigama, o paralisando por causa da magia daquela arma.
Dragondorf: Muramasa, você tem alguma ideia?
Muramasa: Eu tenho uma. Ego, vem cá!
 Muramasa chama Ego para poderem executar aquele monstro, e mesmo o clone se soltando, Muramasa saca uma adaga cósmica (que é quase uma miniatura de sua katana de Rubimanto, mas com efeito de uma lâmina quadridimensional) e, com uma estocada, imobiliza aquele ser ao nível quântico, e Ego, com seus poderes de um ser esquecido no tempo, destrói o corpo, a alma, a mente e parte da influência daquele ser nessa linha do tempo, o reduzindo a apenas uma memória, e assim, eles tiram um tempo pra se recuperarem.
Muramasa: Olha, na próxima vez, não vamos mais clonar gente imortal.
Ego: Será que temos um clone do Tankanar?
Muramasa: Não, eu garanto que ele não vai morrer em combate.

> Lille, França.
 Nessa cidade pequena em estrutura, mas grande em poder, fica Sakura Francine, uma jovem humana, descendente de humanos puros e que nasceram, cresceram e morreram na Europa, e em aparência, ela tem uma pele bem clara, um pouco rosada, cabelo chanel e olhos rosa de tonalidade mais frio e viva, com óculos de cabos pretos e lentes bem finas, em contraste com suas roupas macias (incluindo uma blusa de manga longa, calça leg e calcinha) em cores de rosa mais quentes e opacas, e sapatos rosa-choque, e ela lidera uma grande empresa de cosméticos de sua família na França, a Beaté de Francé, e que, por ela se interessar em coisas mágicas, ela já fez perfumes mágicos/encantados e também patrocinou a equipe de Greenio.
 Em outro canto da cidade, vive Luna Pleine, uma mulher alta e forte, de pele clara como a de Sakura e com cabelos e olhos azuis como uma lembrança de Tifanny, que usa um grande bodysuit púrpura escuro que cobre seu tronco, seus braços e suas pernas, e botas, luvas e gargantilha rosa-choque, com uma estampa de rosa na frente e atrás nesse grande macacão que chega a parecer radioativa de tão forte, e brincos que terminam em um losango formado por 4 losangos rosa-bebê, e ela é uma grande modelo para Francine e sua empresa, usando de sua estética e aparência para divulgar a marca.
 Luna esteve mexendo nas redes sociais, e ela descobre que a Tifanny está em Albuquerque, morando em apartamento com um amigo novo e ainda tem postagens no Takmi sobre coisas que ela nunca ouviu falar na época que era amiga de escola de Tifanny. Então, curiosa, marca uma viagem para o Novo México.

Continua>>>

11/07/22

Projeto Dream - episódio 28

> 24/04/2252; O Complexo; Universo 255-P
Slæpnir: Você não fez o que eu pedi. Você o largou no espaço ainda vivo.
Haraniku: Espera, ele não morreu?
Slæpnir: Exatamente, ele é um ser de carne como a maioria dos que tão aqui, mas obviamente, modificado pra não precisar respirar. Olha, aproveitando que você pelo menos atrasou aquele bicho, eu posso te preparar um pouco.
Fortrex: Posso ir com ele?
Slæpnir: Ele tá muito tempo com você e sua família, eu preciso ensinar coisas nossas, daqui, pra que ele saiba mais coisas, que, pelo que você já viu, vocês, povo de Amon, não têm ou não sabem.
Fortrex: É... okay, tô indo.
 Slaepnir ajuda Haraniku a aprender novas coisas no Complexo, e ele pode ficar bem mais à vontade, afinal, como o tempo é bem mais estranho nessa dimensão do que no plano material, ele poderia ter uma rotina bem longa triplamente maior. Em vez de só melhorar o que ele já sabe ou só estudar coisas mágicas, ele começou a analisar a matemática pentadimensional daquele reino, que tinha tantas direções possíveis, seja para paredes, seja para a gravidade, que acidentalmente ele conseguia até nadar no ar devido à gravidade multidirecional.
 Fora isso, ele também descobre que lá tinha também comidas boas, como as salsichas de Ubalih, um tipo de salsicha feita de carne de pturas pradaríferas (um tipo de seres quadrúpedes e azuis, com trombas, cascos de unha única no fim de suas patas, orelhas longas e redondas, e que assobiam para se comunicar ou durante o acasalamento) e as pedras saborosas (pedras que podem ser usadas para construção, mas podem também ser comidas em caso de emergência, e cujo material não é nada específico, embora possa se transformar no que alimenta a pessoa), e também que, como ele já viu que qualquer coisa pode ser um chão nesse mundo, ele não tem nenhum medo de cair de repente como seria na Terra, afinal, uma comparação do mundo normal para o Complexo é como a comparação do mundo unidimensional para o mundo normal, e como Haraniku só pôde ver aquele reino de forma tridimensional, ele não poderá apreciar tudo.
 Voltando ao cotidiano daquela dimensão, ele começou a se sentir entediado, e conferindo mais daquele livro de magia que ele recebeu da Sombra do Cavalo, e ele vê uma página que fala sobre um tipo raro de criaturas especiais, chamadas bóbons. 
Slæpnir acaba interrompendo tudo porque aquele livro chamou atenção dele.
Slæpnir: Que treco de livro é esse?
Haraniku: Pedi para um deus-sombra que realiza desejos.
Slæpnir: Espera, você pediu para o Sombra de Cavalo? Aquele ser é poderoso demais, e quando você pede coisas sem especificações, ele pode fazer um milhão de possibilidades pra te atender, ou fazer o seu desejo sair do controle.
Haraniku: Não é todo absurdo assim, eu só pedi pra aprender magia com ele, e ele fez esse livro que... é tão maravilhoso que o sombrinha até fez com que o livro sempre venha pra mim se eu quiser revê-lo, então eu nunca vou perdê-lo.
Slæpnir: Ok, já que você visitou o Sombra de Cavalo... você sabe alguma coisa sobre ele?
Haraniku: Tem uma ala aqui sobre ele, aqui. O Sombra de Cavalo foi descoberto em 2203, e ele é uma entidade incorpórea que habita uma estrutura errante que percorre pela Via Láctea, e ele tem poder de realizar desejos que podem afetar toda a realidade.
Slæpnir: Talvez ele possa me ajudar... ou melhor, você pode ajudá-lo a me ajudar.
 Slæpnir sai, e Haraniku foi criar um portal para a sua casa no Japão, para poder ler mais em paz, sabendo também que os deuses não podem invadir o mundo tridimensional, aproveitando que está voltando à página que precisava.

> Vila Mushin, Japão.
 Haraniku volta a sua vila natal, e é xingado pelos habitantes da vila até chegar em casa, que seus parentes o recebem com carinho em ver que ele tá bem, e então, ele volta a ler seu livrinho, enquanto sua irmã mais nova tenta pegá-la de surpresa, mas ele devia, e a segura com a pressão do ar.
A irmã: O que você tá fazendo?
Haraniku: Agora ou antes de você tentar me pegar?
A irmã: O óbvio, o que você fez comigo.
Haraniku: Ah, eu só deixei o ar mais pesado que você e depois saí do meio.
A irmã: Como você aprendeu isso?
Haraniku: Aprendi que, desde que eu tenha as coisas ao meu redor, e que minhas transformações não destruam nada, eu posso controlar simplesmente qualquer elemento ao meu redor. E no seu caso, o ar está te agarrando.
A irmã: O papai nunca nos ensinou isso.
Haraniku: Porque eu aprendi com mais gente que o trouxa do papai.
Pai de Haraniku: Eu ouvi isso, e isso não vai ser perdoado.
Haraniku: É, tanto faz.
 Haraniku e seu pai têm uma discussão, a mãe e o padrinho tentam parar os dois, e o pai tem a ideia deles terem uma luta justa, valendo armas, artes marciais e magia.
Pai de Haraniku: Vamos para uma peleja, valendo qualquer método sobrehumano de poder, afinal, somente assim para você ganhar de mim.
Haraniku: Como se você tivesse vantagem sobre mim a essa altura.
 Na luta, que é ao ar livre, às 17:00, ao lado de um belo pôr do Sol e várias cerejeiras brilhantes, Haraniku usa a luz do lugar, a transformando em clones ilusórios que o patriarca Dorakiro, achando que eram clones de verdade, bate neles com sua katana.
Pai de Haraniku: O que? Mas isso não faz o menor sentido! Essas coisas não deveriam existir!
 Aí, quando os clones de luz de Haraniku atingiam a cara do patriarca, ele sentia como se uma tela cheia de luzes piscando tivesse brilhado nos olhos dele com força, e com o patriarca imobilizado pela cegueira alucinógena, e Haraniku joga sapos em seu pai, e os sapo explodiam em chamas poderosas, embora saíam do ataque inteiro, e Haraniku dispara uma explosão de ar que ia empurrar o pai dele pra longe, mas o patriarca se defende com uma supressão de ar, que ele pensou por desespero, e contra atacando, ele vai em direção de Haraniku, com 310 golpes por segundo que só atingiam o ar ou os clones ilusórios do garoto.
 Haraniku solta fogo e calor fortes o suficiente para derreter a espada do patriarca, e claro, ele solta a espada fora, e ele, irritado, foi avançar contra Haraniku com um grande relâmpago em forma de leão, prestes a saltar por cima dele, e Haraniku desfaz o leão elétrico, eletrocutando seu pai no processo. Ele socorre seu pai, eles se desculpam e vão pra casa se recuperar.

> 25/04/2252.
 Venros volta a Mushin e diz a Haraniku que ele precisa vir com ele urgentemente, e o Haraniku só pega uma torrada com manteiga e vai embora com ele.

> espaço sideral.
 Na lua de um planeta terraformado na Constelação de Leão, está o grande dinossauro de juba, Campeão, pronto para invadir aquele planeta para espalhar o caos naquele planeta, mas Haraniku, agora com uma proteção nova do Venros, consegue lutar contra ele. Campeão tentava inutilmente cuspir fogo em direção de Haraniku, e, com uma faca moldada da radiação que ele acumulou ao seu redor, ele destrói as veias do Campeão, o levando a sofrer uma imensa leucemia, e arrancando essa faca e golpeando o monstro ainda mais, o Campeão sofre vários tumores e ainda começa a explodir em sangue.
 Haraniku joga a sua faca radioativa embora, e ela até se desfazia no espaço, e ele larga com o Campeão um monstro sem forma daqueles que ele selou para uso, e o deixou para atormentar aquele homem dinossauro.
Haraniku (pensando, e falando baixo mas sem voz devido ao vácuo): Não vou conseguir matá-lo de imediato, melhor eu fugir enquanto esse idiota apanha pra um dos meus servos temporários.

> Albuquerque, Novo México.
 Haraniku teleporta dentro de um prédio e no meio do concreto, por engano, e bugando no meio das paredes, ele consegue sair, ainda desfigurado e misturado com pedras e um pouco de aço, e usando uma magia de seu livro desesperadamente, ele transforma os pedaços de concreto em partes novas para seu corpo, se curando, e saindo dali, ele encontra Venros com mais gente.
Haraniku: Venros-sensei! Eu destruí aquele monstro bizarro que você me alertou, mas eu não consegui matá-lo exatamente.
Venros: Ok, não sei se isso é bom ou ruim, mas o que você fez com ele?
Haraniku: Bem, bati nele, destruí um ou órgão dele, que parecia até oco e só cheio de sangue, enquanto isso ele tava virando uma massa de carne nojenta, e pus um dos meus bichos pra bater nele.
Venros: Ok, se ele não morrer ali a gente precisa de alguma porcaria que mate inimigos pra sempre, e a propósito, vocês conhecem alguma arma boa pra isso?
Naej: Bem, só vi em histórias mesmo...
Tifanny: Posso parecer aquelas fangirls de personagens edgy, mas eu não duvido que as tralhas do Muramasa tenham alguma coisa assim.
Venros: Vamos lá!
 Eles vão à procura de Muramasa, em Las Vegas, e Mully só observava da janela de seu apartamento.

Continua>>>

09/07/22

Projeto Dream - episódio 27

> 25/04/2252; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Uma entidade formada de ventos, com roupas antigas azuis, pele e cabelo brancos e olhos vermelhos que brilhavam como belas estrelas, chamado Venros, está agora avisando a Naej e Tifanny sobre um perigo que está a caminho, e que eles futuramente vão conhecer mais um companheiro, e que enquanto ele vai demorar para voltar à Terra, Venros se voluntaria a ajudar eles a se prepararem para lidar com os arautos de Pahapayar.

> 12/04/2252; Vila Mushin, Japão.
 Precisaremos voltar um pouco no tempo.
 Haraniku Dorakiro é um dos garotos treinados na vila para poder controlar magia. Ele é japonês, embora tenha um rostinho redondo como os chineses e os olhos um pouco menos puxado como os coreanos, embora ele não seja nenhum fruto de miscigenação, e não tivesse nenhum defeito. Ele nunca lutou, mas devido a uma catarse, ele já teve várias cicatrizes físicas, e curou as cicatrizes emocionais, que se essas últimas fossem feridas literais, deixaram de ser cortes que sempre sangravam, pra se tornarem feridas cicatrizadas, seladas por cascas de plaquetas.
 Suas roupas principais são azuis, e ele aprendeu magia com seus pais, podendo se comunicar com os sapos, invocar elementos a curta escala, ou uma sorte que o salva de casos sérios de morte, como já aconteceram 3 vezes na sua infância. No fim de seu treinamento, Haraniku recebeu um medalhão importante da família Dorakiro, um medalhão de latão, que brilha como ouro, com um kanji 火, que representa o rei do fogo Hinaiō, o deus do Sol, da sorte e das artes, e guardião daquela cidade.
 Haraniku conheceu Venros primeiro, e foi convidado por ele para uma viagem que possa salvar o universo, a família Dorakiro - incluindo uma mãe, um pai, 6 irmãs e o padrinho do casamento que também está incluído no grupo - até fica na dúvida se Haraniku deveria ir, mas na votação, e 8/9 das pessoas apoiam que o Haraniku está totalmente seguro de ir. O pai não quer que ele vai, porque não acreditava que ele deveria ser um escolhido, mas os outros viram o Haraniku ser o escolhido como uma honra para a família.
 Então, Venros teleporta com Haraniku por diferentes cantos do universo.

> espaço sideral.
 Haraniku esteve ao lado dos Shiniitas das Três Marias, na constelação de Órion e, com eles, pôde aprender um significado profundo para a magia, que para os Shiniitas, é uma força fundamental que formou o universo, e que pode ser acessada por conhecimento, e durante a viagem, uma maga shiniita, chamada Bunya, o ensina sobre a troca equivalente.
Bunya: Nada se inventa, nada se desfaz, as coisas apenas se transformam. Para controlar um elemento, você não apenas faz eles aparecerem no ar, você usa aquilo que estiver a seu redor.
Haraniku: Isso inclui fogo? Tipo, e aqueles que invocam magia de fogo sem ter um fogo no ambiente?
Bunya: Deixa lembrar, éééé... Lembrei! Bom, no caso de magias que soltam energia, você pode forçar uma combustão no ar, seja destruindo um pouco de matéria no lugar pelo ambiente, seja queimando com um raio ou também forçando um material inflamável a explodir.
Haraniku: Isso também vale para matéria sólida?
Bunya: Sim, a troca equivalente vale, você pode tanto controlar objetos já presentes no ambiente ou transformá-los no que precisa, incluindo mudar para o peso equivalente ao do material original.
Haraniku: Isso parece legal...
 Depois de passar mais um tempo naquele planeta, e anotando o que aprendeu, ele vai para outro planeta com Venros. Naquele planeta, longe das constelações do céu da Terra, ele encontra monstros sem forma, erros de um dos vários deuses que descenderam ao plano etéreo, e vendo aquilo, ele se enche de dúvidas.
Haraniku: Qual é o propósito desses seres?
Venros: Parece que nenhum, afinal, eles são feitos apenas para espalhar a escuridão.
Haraniku: O que seria essa escuridão?
Venros: Uma força primordial e irracional, que odeia os deuses.
Haraniku: Isso tem algo a ver com a magia?
Venros: Em partes, eles têm uma essência primordial e irracional como a magia, mas também têm características naturais, que até dariam certo para uma biologia alienígena ou física não catalogada.
Haraniku: Isso é tão fascinante.
Venros: Você pode selar alguns na sua magia, e assim você terá grandes armas vivas. Aproveite, eles são fortes e o universo não tem espaço para seres fracos.
Haraniku: Não sei como isso funciona, mas vou mesmo.
 Haraniku aprende com Venros, e captura três monstros, que por padrão, tinham 7 patas e 3 bocas, e aquelas criaturas, mesmo que não possam ser usadas como uma invocação, podem também serem usadas como fonte de energia mágica. No terceiro planeta, em Proxima Centauri, temos um mágico chamado Bahal Sigilion, um humano nativo e evoluído de habitantes também humanos no melhor planeta daquela estrela. Ele tem a pele toda azulada bem suave, que lembra a de pessoas com argíria, cabelo ruivo de descendência marciana, e olhos âmbar que cheiram a tentação, e usando uma roupa semelhante a um palhaço antigo, como o clássico Pagliacci, e ele tem uma grande cartola tão branca quanto sua roupa, de onde ele pode tirar todo tipo de animal, sejam coelhos comuns terrestres, ou um grande pterodáctilo, que na biosfera desse planeta ainda tem criaturas parecidas. Porém, ele tinha que colocá-los de volta a sua cartola, senão, eles desapareciam por completo, porque o controle espacial daquela cartola era incompleta, podendo condenar esses animais à não-existência, porque aquilo era o custo da sua magia - eles podem ir para o palco do circo, mas eles terão de sair dali de um jeito ou de outro, mas só o interior da cartola podia transportar a um local seguro.
 Haraniku e Venros conversam com Bahal, o líder do circo, nos bastidores do lugar, e ele explica melhor o que aconteceu, e como a mágica é só uma máscara para não saberem que ele está envolvido com mais coisas obscuras.
Bahal: A magia não foi feita para brincadeiras, pelo menos não a que eu aprendi, porque ela é perigosa demais, vocês viram o show que eu mais aperfeiçoei, de trazer animais para o palco, mas não sei o que acontece, mas se eu não trazê-los de volta à natureza, eles morrem. Outras mágicas que eu já fiz foram a de reanimar corpos, teleportar objetos e transformar os lugares em outras coisas, tudo deu errado, mas me perdoaram porque "ele tentou".
Haraniku: Você... já foi preso alguma vez?
Bahal: Nunca me pegaram, afinal, esses circos nunca param num só lugar, e nem se deslocam normalmente, eles só teleportam, e eu sempre formo identidades diferentes a cada erro que eu faço, e provavelmente vocês não poderão me ver da mesma forma na hora que estiverem me dedurando.
Haraniku: Eu não tô interessado nisso, tô pensando em bater em deuses do mal com coisas novas que eu for aprender que nem num jogo indie do século retrasado.
Bahal: Essa piada foi muito específica e, com o jeito da conversa, vou perder muito tempo... Bom, talvez eu possa ajudar. Pegue essa Ágata dos Céus, ela é útil para vocês se comunicarem com a Sombra do Cavalo.
 Haraniku ria daquilo, era aleatório demais aquilo deles terem que conversar com um cavalo pela jornada, mas ele também leva numa boa, e vai embora com o Venros para mais uma jornada.

> 15/04/2252.
 Haraniku está em uma grande estrutura no espaço, que armazenava uma energia mágica própria, que na verdade é só mais um dos tesouros cósmicos na Via Láctea, e no caso, é a estrutura da tal Sombra do Cavalo, uma longa sombra vermelha que aparece linearmente em todas as 4 paredes e no chão, mas tendo uma ponta no teto, que é sua cauda com patas traseiras, e outra no centro da parede ao Leste, fica a sua cabeça (incluindo o que parece ser a crina e uma de suas orelhas, e um olho humanoide entre essa orelha e essa crina) e suas patas dianteiras.
Haraniku: Olá... senhor sombra de cavalo?
Venros: Você ainda tem a ágata?
Haraniku: Bem, como eu poderia usar?
Sombra do Cavalo: Ele te deu mesmo essa joia?
 A Sombra do Cavalo ri, e com isso eles se assustam e deixam a Ágata dos Céus - uma ágata branca com listras azuis muito escuras - cair, e aquela ágata torna a cor da Sombra do Cavalo de vermelho escuro para um violeta bem brega, assustando a Sombra e fazendo os outros dois rirem. Os dois tentam se organizar e então eles conversam o que realmente precisam.
Venros: A gente tem uma coisa a pedir.
Haraniku: Pode contar mais de como a magia funciona?
Venros: Haran, eu ia fazer esse pedido por você!
Haraniku: Quantos pedidos tem por pessoa?
Venros: Literalmente, u-
Sombra do Cavalo: Bom, pra vocês não perderem as informações, tome esse livro para você, e pode ler à vontade, como trava de segurança, ele pode teleportar pra você só de você querer lê-lo de novo e de novo. Anotei tudo que os povos da Via Láctea já anotaram e um dia já entenderam, e o glossário é imenso, tendo abas para 4999 páginas.
Venros: Espera, o que?
Sombra do Cavalo: Vocês acharam mesmo que eu iria contar todas as histórias e leis das magias que tem na galáxia? Pra um avatar de um deus salvador do universo você está muito burro, hein?
Venros: Saiba que eu sou mais poderoso do que você, tome isso!
 Venros tenta disparar um raio poderoso no pescoço da sombra, mas o cavalo desvia e ainda petrifica o Venros, e depois, leva ele e Haraniku de volta para a Terra.

> 18/04/2252; dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Haraniku não desistiu, e viajando pelas camadas do espaço, encontrou a dimensão de Amon, e nesse caso, ela conversa especificamente com o Pyrman, que tem uma experiência a testar: de poder catalogar as dimensões e, com isso, poder viajar pelo multiverso e se tornar um dos mais úteis monstros de Amon. Haraniku duvida da necessidade disso, já que o Amon poderia ensinar aqueles seres, mas aí que tá, nem o Amon sabe direito do "mapa" do espaço-tempo, e nem poderá explorar para mapear, então, seus monstros irão fazer o serviço sujo. Pyrman, antes de partir, conta a Hanar uma coisa.
Pyrman: Bem, o máximo que eu entendi do que é a magia, graças ao que meu pai já conviveu, é que a magia é parte das essências de um deus, e por isso que dá a seres vivos a capacidade de fazerem coisas anormais naturalmente, mas ao mesmo tempo parecendo tão pouco perto de entidades tão próximas do completo divino. Você conseguirá ver um dragão enquanto eu estiver ausente?
Haraniku: Por que? Você precisa de algo dele pra pesquisas?
Pyrman: Poderia ser, mas não, é que eu adoro dragões terrestres mesmo. Eu vi os dragões mutantes daqui, mas não os dos mares terrestres ainda. Você consegue um pra mim?
Haraniku: Claro! Mas em troca... você me dá algo de fora desse universo?
Pyrman: Sim.
 Eles sorriam um pro outro. E depois, Pyrman abre um portal e vai embora, e Haraniku pesquisa em seu livro de magia onde encontrar dragões, e descobrindo que o Mar Mediterrâneo e as praias de Quetzalcoatl têm muitos dragões, ele se prepara para a jornada.

> 23/04/2252.
Haraniku: Ufa... trouxe... vários... dragões!
 Haraniku invoca de sua mente os dragões que ele capturou, eram 10, e eles começam a nadar num grande lago de água salgada, onde os dragões pareciam se sentir em casa, e começaram a viver por ali. Ele vai atrás de Pyrman, mas vê que ele não voltou ainda, e na dúvida, pergunta o que ele podia fazer enquanto isso, e Claire Pink-Fire (uma garota humanoide, de rosto fofo, e um corpo gordinho muito belo, pele rosa-bebê, olhos verdes limão e roupas verdes muito curtas, incluindo uma capa verde-azulada) tenta lhe convida para uma pequena missão.
 Ela não fala por palavras, nem sons, nem gestos, é como se ela só falasse sentindo, mas Araniku entendia estranhamente, e seguindo ela, ele vê que Fortrex está construindo uma máquina cujo Portão de Partida poderá se conectar com o Complexo, porque isso será muito importante para eles. Haraniku, motivado, foi ajudar com as peças.
Haraniku: A propósito, onde tá o Hematon?
Fortrex: Tá no Egito fazendo seu império, então sobrou pra mim, e... não, não é que eu sou uma montanha de músculos que eu sou uma idiota.
Haraniku: Eu tô gostando de um detalhe em você.
Fortrex: Qual?
Haraniku: Mulheres da sua espécie são fortes e falam grosso assim ou-
Fortrex: Não desvie do assunto, pequeno, você tá rosqueando uma chave inglesa com as porcas.
Haraniku: Oh!?
 Haraniku vê e tira as peças que colocou errado. Fortrex deixa o manual encima de um computador e ajuda ele com as peças. Haraniku tenta assumir um pouco sobre ele enquanto via ela.
Haraniku: Você é bem forte, e eu adoraria ter sido sempre um humaninho masculino, que talvez meu pai treinaria mais magias de força pra mim, aí quem sabe...
Fortrex: Só um momento... aê, bom, deixo o reator e as programações depois. Fique aqui, vou trazer bolo de carne.
 Fortrex posiciona Haraniku numa mesa perto do computador e, antes de qualquer acidente, desliga o computador do lado dele e deixa um ventilador ventando do lado dele e dos aparelhos.
Haraniku: A carne que vocês usam é do que?
Fortrex: Relaxa, a gente não tem coragem e nem necessidade de comer outros monstros que andam e pensam como gente.
 Fortrex volta com um prato com fatias de um bolo/rolo de carne, temperado com pimenta, páprica e orégano, e Haraniku come uma fatia com medo.
Haraniku: Você não disse aquilo pra não me preocupar?
Fortrex: Não só isso, a gente realmente tem porcos, vacas, cavalos, aves e até peixes nessa dimensão mesmo antes desse mundo ter luz.
Haraniku: Isso é melhor do que eu pensava.
 Fortrex se senta no chão, e mesmo assim ela parecia bem maior que o Haraniku sentado numa cadeira média, e conversa mais sobre ela mesma.
Fortrex: Não pensava que humanos se preocupassem com os outros, mas bem. Eu fui feita pra ser um imenso general dos monstros, mas eu tive uma... não sei se é crise, mas uma disforia, eu reclamei com meu pai sobre o porquê dos homens serem todos só fortes, e as mulheres serem só finas e... gentis, aí eu fiquei tipo "Oh paaai, por que não tem mulheres fortes aquiii", aí bem, eu fui trabalhar pra ele, e bem, eu juntei sangue de uns animais, porque a alma deles não era forte, mas tinha muita matéria pro papai Amon usar, aí ele... conseguiu matéria pra me manter forte, mas ainda me tornar no que eu sou.
Haraniku: Legal... minha história não parece longa e interessante, mas bem, eu era só uma pirralha, fraca... irritava fácil, e usava umas magias elementais genéricas que ensinavam às garotas, mas... SÓ TINHA MENINA LÁ! E... sim, eu tive uma crise dessas, e fiz uma cirurgia pra me transformar, né? Aí, bem, eu tava masculino por completo... 
 A cada reticências, o Haraniku comia um pedaço do bolo de carne.
Haraniku: Aí deu uma briga na família, mas é, só um ficou bravo com isso... e aí eu ganhei esse medalhão do rei do fogo, Hinaiō, e... eu fui oficializado como o filho menino... Tem queijo?

> 24/04/2252.
 Haraniku passa um tempo naquela dimensão, e enquanto ficava lá, ele construiu a máquina de Portões de Partida com ajuda da Fortrex e leu o livro de magia, dessa vez uma das leis herméticas que não foi "distorcida" para continuar fazendo sentido num mundo, não só mais científico, mas menos cheio de símbolos, metáforas e interpretações subjetivas, afinal, precisamos ficar mais práticos. "Lei da Polaridade: Tudo que existe tem sua opção oposta, e consequências bifurcadas - há uma linha entre o racional e o irracional, assim como o irracional pode ser dividido entre uma dúvida prudente ou uma certeza idiota"
 Lendo mais, ele vê uma das leis herméticas que tinha ali ainda, e a mais interessante entre as atualizadas era "Lei da Mentalidade: Tudo tem uma mente, o universo tem a maior, a magia é um diálogo incompreensível entre uma mente humana com a do universo", e subindo um pouco na página, ele encontra a história de Hermes Trimegisto, o pai da Alquimia e, nesse universo, um dos melhores magos de seu tempo, e lendo um texto de 10 parágrafos e mais um parágrafo extra que mostra a história da Alquimia na Idade Média, ele encontra uma frase do alquimista e grande mago suíço Paracelso, "Como o triplamente grande sábio Hermes dizia, nada é literal e absoluto, e é possível encontrar significados profundos em elementos simples do universo".
 Ele deixa o livro de lado e foi com os outros ao Complexo, e conferindo lá, ouve falar de um dos Parparachos que seus colegas estão indo atrás de um monstro que pode ser uma ameaça para o universo, e que Slæpnir e Amon não estão fazendo isso porque são bons ou por concorrência, e sim porque, se conseguirem fazer isso, podem ascender de volta e poderem romper aquela barreira transcendente.

> espaço sideral.
 Haraniku, numa espécie de armadura de oxigênio, foi numa rocha errante no espaço para ver no que os monstros estavam se envolvendo, e ele vê um imenso monstro que era a contraparte do Campeão nesse universo, dessa vez bem menos verde e mais marrom, e Haraniku, em um golpe rápido, rompe aquela rocha, deixando o Campeão rodando no espaço, e Haraniku leva o pessoal de volta pro Complexo.
 Eles podem não ter matado o monstro, mas isso irá atrasar MUITO o caminho deles.

Continua>>>

08/07/22

O Grande Concelho da Via Láctea

> Ato 1: Pós-guerra
 Durante o século XXII, início da Idade Neocontemporânea/Pós-contemporânea, uma guerra entre os humanos e monstros aconteceu. Monstros com a magia que sabiam, que podia formar terremotos e chuvas de meteoros, e os humanos com sua tecnologia, seja bombas atômicas/termonucleares, doenças mortais que eram comuns para os humanos e alguns grupos de monstros que viviam em sociedade com esses humanos, mas eram mortais para as criaturas que viviam somente em florestas, desertos ou montanhas, e a mais avançada biotecnologia da época, que pôde salvar milhões de vidas durante a guerra, com saúde e alimentos.
 A guerra acabou, monstros morreram, humanos saíram mais traumatizados que os americanos na Guerra Fria, e raças novas surgiram somente para ajudar na guerra contra os monstros, o que trouxe medo para ambos os lados, e por isso, os Estados Unidos, a China, o que sobrou da Rússia e até mesmo o Brasil, a Índia e a África do Sul se uniram numa segunda ONU, que se deu o luxo de abrigar monstros sobreviventes, medicar humanos que enlouqueceram pelas atrocidades deles mesmos no combate, e também guiar equipes desses países envolvidos para, assim, poderem viajar ao espaço sideral, na esperança de expandirem sua civilização, e com isso, salvar o que antes só incluía os humanos, mas, depois de fazerem as pazes, inclui os monstros e os superhumanos que estão sendo classificados como parte da civilização.

> Ato 2: Primeiros chefes
 A organização espacial Galactic Agency of Humans (G.A.H.) foi formada, inicialmente se estendendo da Terra até a estrela Proxima Centauri, mas depois de 10 anos de melhoria tecnológica, junto com uma Esfera de Dyson nessa estrela, que era o território mais distante até então, descobriram como controlar a gravidade e a velocidade dos objetos para superarem a luz, algo como os táquions, que são rápidos suficiente para ultrapassarem o tempo com mais eficiência que os fótons e múons.
 Os danos foram mínimos, afinal, as naves já são bem duras, e não há nada de adicional no espaço além de gravidade e radiação, e a um prazo de 1 ano segundo o calendário terrestre, em 2198, eles dominaram as constelações que um dia eram símbolos para a mitologia e astrologia, mas agora são só inspiração para Cavaleiros do Zodíaco. A biotecnologia que era capaz de fazer os elfos e os eugenéticos, também foi usada para recriar espécies terrestres inteiras, o que foi usado para terraformar planetas prontos para ter vida e equipamento para as pessoas mais distantes da Terra.
 Os principais chefes da agência nessa época eram 4 humanos, de vida muito longa devido à medicina aprimorada e genética reestruturada para envelhecer minimamente, mas depois de máquinas cósmicas capazes de transformar matéria em essência cósmica, modelada nas joias planetárias, a joia da vida foi muito usada por eles para torná-los imortais e conservados para continuarem operando, e um desses quatro chegou a voltar a vida dentro de uma semana.
- O primeiro é conhecido apenas como 01, e ele tem todo acesso a tecnologias da informação, para poder restaurar a parte cultural, memética e mental da humanidade, liderando ativistas, engenheiros e tecnólogos. Seu braço direito é o robô Mastermind, que usa a joia da ciência como fonte de energia e de inteligência artificial que supera a de todo ser vivo existente, menos o 01.
- A segunda, 02, tem tecnologia de manipulação espacial, incluindo tanques de táquions, joias de força, canhões quânticos (muito usados antes das lanças 4D, canhões carregados de quarks crus feitos de energia bruta, que podem deformar a gravidade) e um exército de eugenéticos treinados, tudo usado para tirar planetas errantes e buracos negros dos seus caminhos.
- O terceiro e o mais velho, 03, tem arsenais temporais, incluindo um protótipo aperfeiçoado da Máquina Analógica Delta-T, que pode rebobinar ou acelerar o tempo de objetos próximos, incluindo cenários, e ele é velho, mas é sábio e dócil, e antes de trabalhar na galáxia, ele foi antropólogo, sociólogo e arqueólogo.
- O quarto, 04, antes era o chefe das redes de energia entre as civilizações, usando estrelas como fontes de energia para esses territórios distantes, mas morreu num acidente ao testar uma joia de força como reator, e voltou com conhecimento do reino da Morte.
- O quinto, antes substituto do antigo 04, mas agora o 05 após a volta do antigo 04, operou como o novo chefe das redes de energia, desenvolvendo agora as Metáfitas para gerarem energia com base em gravidade.

> Ato 3: Contato com alienígenas
 Mais da metade dos povos alienígenas já entraram em guerra com o povo da Terra, e por isso, sem a empatia daqueles povos, muitos foram transformados em joias planetárias ou simplesmente usados como campos de teste de máquinas muito fortes, como aconteceu com o povo da estrela Gamma da constelação de Leão, destruídos pelos buracos negros criados em laboratório, usados para a descoberta dos canhões quânticos, das armas de buraco negro, e para as primeiras Metávitas.
 Os povos que mais foram amigáveis com os humanos são do planeta prateado (na constelação de █████████), Hocerti (bem distante das estrelas que podem ser vistas da Terra), as constelações de Andrômeda, Órion e Dragão inteiras, três civilizações de aliens grey (inclusive, uma unidade feminina dessa raça começou a trabalhar para a Agência), e poucas criaturas cósmicas - 3 de conhecimento público até então - se aliaram porque, assim como os deuses verdadeiros, também gostam de xeretar o que os humanos fazem.
 Os monstros do Complexo, de Slæpnir, principalmente os Pimpu, se voluntariaram, e em 2203, um piscêtropo, nomeado apenas de 06, começou a participar na ordem dos maiores chefes, servindo na justiça galáctica e tendo todo direito de subjugar os condenados, assim, reduzindo a criminalidade entre os planetas dominados pelos humanos. Fora isso, no ano seguinte, uma das Pimpu foi eleita a 07 da equipe, e como esses seres são bons como magia, ela lidera e representa os melhores magos da galáxia disponíveis.

> Ato 4: Atualmente
 Eles trabalham com frequência, e não são chamados tão facilmente mesmo em casos de emergência, e os sete estão vivos até hoje, mas sempre melhorando com o tempo e fazendo o possível para manter os humanos estáveis, e todos os exércitos e estações espaciais têm apoio dos sete líderes.

Continua>>>

07/07/22

Projeto Dream - episódio 26

> 25/04/2252; Albuquerque, Novo México; Universo 225-P
 Em uma realidade paralela, uma quarta entidade tomou comando contra a Terra, dessa vez é o tal de Pahapayar, um deus de aparência muito estranha, mas é vermelho, naturalmente imenso, e com uma capa prateada e um colar com pingente de um coração humano, simplificado e em menor escala. Seu general, o Campeão (um grande T-Rex cheio de pelos), está lutando contra a equipe de defesa de Muramasa, inclusive mata Naej e Tifanny nesse combate como se fosse nada, enquanto detonou um quarteirão inteiro.
 Mully está vendo tudo aquilo convenientemente numa televisão que passava as notícias dos mortos, e então, o Campeão aparecia na janela do apartamento, ela tenta fugir, mas não consegue, até que...
[achou que era o universo normal, né?]
> Universo 255-P
 Mully acorda assustada, e tenta ligar para as meninas da sua turma enquanto também buscava alguma notícia na TV e na internet, mas nada daquele dinossauro como ela tinha visto, talvez ela tenha visto muito filme de dinossauro assassino. Mas de qualquer forma, ela tenta ir atrás dos personagens que ela memorizou do sonho.
 Enquanto isso, Tifanny e Naej estavam conversando em seu apartamento, e eles falavam algo como destino e liberdade, e como uma pessoa pode pensar sobre ser livre.
Naej: O determinismo foi usado como um método científico, como se a causalidade fosse algo matemático, e não hermético e antropocentrista. Hoje em dia, a probabilidade já é unânime na mentalidade humana, algo que as coisas só ocorrem de um jeito, porque a pessoa só é capaz de ver uma probabilidade por vez.
Tifanny: Ah, isso me faz lembrar de uma coisa. Aqueles idiotas que se acham magos, falam também que a gente vivesse num único universo, de vida determinada, e só pensamos que estamos livres, mas eu tenho outra ideia. Na realidade, não é que ninguém é livre, mas pensam que são, mas sim porque TODOS são livres, até certo nível, mas esse nicho- não lixo, Nicho, esse nicho acha que não possui nenhum nível de liberdade.
Naej: Tipo política. Você pode ser contra a democracia mesmo vivendo numa democracia, mas você nunca será capaz de apoiar a democracia numa ditadura.
Tifanny: Real.
Naej: É, aquele filme ruim do... Earth of No-Gods, além de ser uma porcaria, ainda é bem mentiroso- Ah! Tipo o Armagedon, que se não fosse a Nasa, aquele filme seria uma mídia perdia.
 Tifanny e Naej riam daquilo. Em outro canto da cidade, uma pessoa parecia aparecer do nada naquele mundo, formada de ventos fortes daquele lugar, e em forma de uma pessoa elegante do século XIX, porém de pele e cabelos brancos, roupas azuis e olhos escarlate que brilhavam como uma estrela fria, e esse homem de ventos está indo atrás de Naej e Tifanny como um alerta do que está por vir, e nesse caso, ele consegue encontrar eles, mas não estavam na sala-de-estar do apartamento, mas sim no quarto, namorando, então, ele resolve esperar enquanto... conferia o que tinha na sala.

> ???; Multiverso
 Pyrman esteve desaparecido de sua família, de seus amigos, de seu pai, de seu universo, enquanto pôde explorar as grandes coisas que se formaram na criação, e pôde interpretar melhor as forças entrópicas que construíam os universos, e algum dia irão destruí-los, e formar novos universos, em um ciclo infinito, que os deuses possam ter participado incontáveis vezes. E Pyrman, perdido no espaço-tempo por sua ingenuidade de testar o seu real alcance, voou pela imensidão, em que ele não respirava, não sentia fome e nem sono, é como se seu corpo não estivesse funcionando, mas isso não lhe fazia nenhum mal.
 Então, ele se encontra com uma pequena casa toda azulada, bonita, bem feita, e quando ele foi entrar, ele se depara com mais espaços não-euclideanos, com paredes e chão em todos os cantos, incluindo um lugar todo maior por dentro do que parecia por fora. Ele foi explorando, e descobrindo novas coisas por lá, mas a coisa mais normal que ele encontra era um cubo azul brilhante que fazia barulhos. Pyrman carregava esse cubo enquanto explorava o lugar, andando a uma direção que, pra ele, era de cima a baixo.
 E ele encontra uns bichos que pareciam alienígenas de desenho animado bobo, com corpos redondos, braços e pernas finas, pés sem dedos, 3 dedos por mão e 3 olhos que são pontas de antenas. Aqueles seres ajudam Pyrman a poder sair daquele lugar maluco, e ensinam ele a como carregar esse cubo cósmico, o fazendo voltar para a casa. Pyrman promete voltar, ou no mínimo estudar as propriedades desse artefato.

> Tujiwa, planeta prateado; Universo 225-P
 Um dos poderes mais preciosos de forma geral é o de criar vida, e isso pode ser acessado normalmente por reprodução ou, indo mais além, por clonagem, e o povo do planeta prateado já chegou a criar homúnculos com seu acesso a magia e alquimia avançadas, e nesse caso, eles criaram um ser azul escuro com um degradê para azul-bebê, em porte físico parecido com um ornitorrinco, mas bípede, e essa raça de homúnculos mágicos ajudava muito as pessoas azuladas daquela longínqua sociedade.
 Uma vez esses seres se juntaram num desses dias, um equivalente a 25/06 no calendário desse povo, esses seres não só tiravam uma folga, mas também começaram a fazer um ritual e festival próprio, onde cada um dos malalus (essa raça de homúnculos-ornitorrincos) ia junto com seus donos/mestres e começavam a dançar ao redor de uma fogueira de um fogo anômalo e amarelo, que aumenta em baixas temperaturas e apaga em altas temperaturas, em nome da Sexta Deusa, que para os malalus é a deusa dos mistérios e das surpresas, isso poderia dar uma briga feia por acusações de idolatria, mas eles levaram numa boa, porque a Sexta Deusa nunca teve uma interpretação exata.
 A festa levou 3 horas, e as pessoas voltavam cansadas pelas danças e jogos do evento, mas mesmo assim saíam felizes. Durante esse tempo, Zohl já voltou a esse planeta.

> ???, Cronópolis; Universo ΔT
 Esse arco está em um ponto central além do espaço tridimensional e do tempo transcendente, e quem tem acesso a esse texto é completamente superior aos deuses, e com sua sabedoria de ver os quadrados azuis que definem a cronologia perdida, vocês terão proveito máximo dessa realidade.
~Cartuni
 Uma cidade inteira cromada, com um céu púrpura completamente escuro e espirais negras, com tempestades elétricas silenciosas, mas ainda assim, os prédios, veículos ou qualquer coisa no "chão" brilham como se fossem iluminadas pelo sol ou qualquer estrela média/amarela.
 A partir desse universo, deuses nascem e reencarnam, memórias das outras infinitas realidades serão replicadas em novos ciclos multiversais, e uma deusa trabalha por lá, que pode ser vista como uma grande máscara com feições felinas, como um rosto de leão modelado em porcelana branca, com um corpo semelhante a fumaças e chamas azuis, ela vive sozinha, mas pode se comunicar com os deuses mentalmente e eletricamente, e também não precisa se dividir em versões alternativas como os outros deuses, e sim observa as realidades a partir de seus sentidos, que podem sentir todo o espaço ao seu redor.
 A sociedade dessa deusa, nesse universo, é de todas as raças sapientes já existentes nos outros universos, numa mesma sociedade, tendo vidas comuns enquanto os grandes trabalhos envolvem armazenar informações que passam pelo tempo, o que parece inútil pra mortais tão carnais como os dos universos comuns, mas para os deuses, tudo isso é importante, porque com isso será possível reciclar o multiverso, e com isso, testar mais eventos com as mesmas coisas.

> Manhattan, Novíssima York.
 Eu te mostrei alguns dos humanos eugenéticos, mas nunca cheguei a mostrar a origem deles. Enquanto os humanos e os animais (mágicos ou comuns) surgiram evolutivamente, e os monstros são criações dos deuses do plano etéreo, os eugenéticos são uma das raças feitas em laboratório na Terra, e a sua origem é acobertada, os primeiros eugenéticos demoraram décadas para poderem andar em sociedade, e eles eram uma arma de secreto máximo dos Estados Unidos para enfrentar os monstros durante a guerra.
 As bombas nucleares iriam destruir muito mais território humano e até a natureza se eles abusassem dela, e armas biológicas, além de serem um crime de guerra seríssimo, também são muito difíceis de se controlar, então, estudos foram feitos durante esses anos de combate, e desenvolveram supersoldados, desde alguns mais fortes e mais inteligentes, que foram os elfos, ou alguns que tinham poderes de controlar matéria, energia e as camadas do espaço naturalmente, de um jeito que a magia leva um século de estudos para fazer, e no caso, esses seres - os eugenéticos - foram muito úteis, e podiam desde restaurar florestas e cidades detonadas acidentalmente, reviver pessoas que foram mortas por engano, ou simplesmente apagar monstros poderosos da existência, os matando permanentemente.
 Os eugenéticos estão livres agora, mas por motivos de segurança, são protegidos ou contratados pelos governos que os acessarem, e um grande "nerf" para esses humanos poderosos é que eles não têm poderes variados naturalmente, e sim são ensinados e especializados, seja por bloqueios mentais acidentais da engenharia genética, ou porque os cientistas humanos fizeram isso para também controlar os eugenéticos, evitando qualquer ameaça, limitando seu potencial, antes que eles brincassem de deuses. E o que mais ajuda a detectar eugenéticos é se o nome da pessoa possui números.

Continua>>>

06/07/22

Projeto Dream - episódio 25

> tempo desconhecido; Quarta Dimensão, ???; Universo 255-P
 Entre os deuses que ainda estiveram no plano quadridimensional, em um ponto nunca antes visto nas camadas do tempo, em uma camada do espaço formada por mais dimensões, com nome esse sendo muito recente, baseado em conceitos humanos de coordenadas hiperdimensionais e temporais, e os deuses assistem ao que passa nos outros mundos, superiores e inferiores, podendo ver de tudo, e para fazer as coisas correrem melhor ou apenas para... apimentar a situação dos mortais, eles intervêm no mundo material, dando poderes a seres vivos, criando ferramentas poderosas, ou criando acidentes que chocarão os humanos.
 Quando os humanos avançam muito cientificamente, isso nunca vira ameaça para os deuses, afinal, nenhum poder acessado pelos tridimensionais é capaz de afetar os deuses, e segundo o mago espacial Louis Ishfield, "nenhum deus colocaria todo poder deles acessível por magias da Terceira Dimensão, já que enquanto deuses criaram o mundo em pouco tempo, humanos morrem para uma única vida ser salva com poder arcano, construir um universo com magia é como uma pessoa montar um castelo de areia com uma colher de sorvete e um copo de remédio".
 Deuses também podem escolher ou inventar gêneros para si mesmos, afinal, com isso, eles podem se comunicar melhor e de forma menos confusa com os mortais, limitados à dualidade e números, mas sempre têm a média de dois padrões: Eles podem ser tipos de energia em uma forma humanoide, ou aberrações que misturam tentáculos, asas ou patas. Uma grande rainha desses deuses é Ishtar, um ser que pode ser visto tridimensionalmente tendo uma armadura negra, unida a um vestido ao estilo egípcio, com detalhes dourados, mas ainda não se difere de um querubim bíblico, bizarra e cheia de misturas, mas ainda bela.
 Todo deus pode ter seu próprio avatar, ou quantos quiserem, ou, assim como os deuses do plano etéreo, criar seres vivos/orgânicos inteiros, incluindo espécies, mas eles não fazem isso porque isso ocupará muito espaço e, como os seres vivos são "automatizados", condenados a pensarem por si mesmos, podem sair do controle deles, e nunca será possível arranchar alguma opção além de conversar com esses seres orgânicos até convencê-los, ou destruí-los e retornar à normalidade do curso do tempo.
 Nenhum ser encontrou o Deus dos Deuses depois daquele tempo na criação que ele fez as melhores criações e se elevou a outro nível além dos outros deuses, mas ele tem dois avatares, nas Janelas de Stoikes, que são o Grande Chaveiro Miguel (que possui a forma de um belo homem dourado com detalhes em branco, e com uma capa em cores do arco-íris unidas por vários degradês, descendo verticalmente, e ele tem uma espada com a mesma textura do martelo desse antigo deus) e a Serpente Infinita (uma grande serpente dourada, que contorna as infinitas realidades, e as conta para esse grande deus, e comparar ela com Deumill, de Slæpnir, é como comparar a cobra nórdica Jormungandr com uma minhoca na Terra), que servem como grandes éons que alertam os deuses (a Serpente) ou os humanos (o Chaveiro).

> ??/??/0715; Avalon, Grã Bretanha.
 Esse foi o ano em que Rei Arthur morreu junto com sua irmã, Morgana.
 Morgana nasceu da mesma barriga que Arthur, na mesma cidade, e foi criada de forma totalmente diferente, por um grande ser feito de magia chamado Merlin, que um dia foi interpretado como o melhor mago do ocidente, mas não se passava de só uma criação de um dos deuses para criar histórias que marcarão aquele planetinha pequeno e sem graça. Na ilha, os animais são dóceis com humanos, as maçãs eram deliciosas e grande marca registrada daquela ilha, e Merlin reinava aquele lugar. E quando ele deixou a ilha para ver seu afilhado masculino, Arthur, ele o presenteou com uma espada dourada também feita pelo mesmo deus, para assim espalhar o poder divino pelo Reino Unido.
 Porém, quando chegou nesse ano, Morgana se irritou com o fato de seu irmão estar lá governando hamonicamente com os humanos, e não demonstrando superioridade por também ser parte mágico, já que, aos olhos da "Fada", os humanos não serviam de nada, e Merlin, ao invés de impedir, deixou as coisas rolarem, já que ele e seu deus-mestre tinham um plano em mente.
 Uma luta ocorreu, os animais da floresta contra os cavaleiros comuns, ambos os lados sem vantagens, e a magia da espada do Rei Arthur o protegia de qualquer magia de Morgana, que no ponto de vista do Rei Arthur, era como se ela jogasse confete nele, mas, com uma adaga de prata com um selo da Lua, esfaqueou o rei, e só o matou quando tirou a faca e o deixou sangrar, teoricamente se contradizendo com o conto atual, mas na verdade, é porque o Arthur ainda mantinha uma consciência em seu corpo, a de sua espada Excalibur, e com um golpe, cortou Morgana, junto com a ilha inteira, ao meio, e Merlin, em um ato de misericórdia, afundou a ilha, para que enterrasse aqueles que morreram em combate, enquanto os cavaleiros restantes ainda puderam sobreviver, liderados por Lancelote.

> 2000 a.C.; Chakala, África.
 O povo de Chakala foi o primeiro povo a usar tecnologias da informação, como a Máquina de Kantumh, mas ela não possuía nenhum mecanismo como placas-mães ou uma tela, era como uma bola de cristal porém mais científica, algo ilógico, porque sua lógica não é científica, mas sim mágica. Eles sempre estiveram envolvidos com magias que pareciam absurdas ou antiéticas para os civis comuns de lá, como o ritual de passagem das sacerdotisas. Para as mulheres se tornarem sacerdotisas, elas têm que fazer o máximo para que ninguém as conheça, mesmo de sua família, porque, ocultando o ego, a identidade delas, elas serão capazes de transcender a mentalidade humana, podendo se comunicar com os deuses.
 Mas, mesmo Ego tendo se transformado no ritual, ao ponto de viver até os dias de hoje, nenhum desses rituais de só cobrir a mulher com panos e distanciá-la de tudo era capaz de fazer essa apoteose, é como o que os ingleses fizeram na Primeira Guerra Mundial, de dizer que comiam cenouras pra melhorar a vista só pra não dizer que tinham radares novos, no caso, todo esse ritual de ocultar a existência de garotas, desde a sua infância até a fase adulta foi só uma lenda para plebeus que não sabiam nada da taumaturgia que envolvia esses humanos.
 Sim, garotas eram sequestradas desse povo pobre, mas elas eram tratadas com educação e respeito até os 15 anos, e então, um ritual nunca registrado, mas claramente nem tão anormal para os padrões terrestres antigos, a garota é banhada num lago mutagênico, registrado na Nigéria, que dava um poder transcendente por reforço desse ritual, e os panos que cobrem as sacerdotisas na verdade servem para que ninguém morra ao ver tamanha complexidade dimensional, que vazava da cabeça dessas moças. Quando não saíam da mente aos olhos delas, essa força de escuridão desconhecida pode se manifestar na pele delas como tatuagens, ou convertida em poder mágico para mais cultos e eventos importantes.

> ??/??/2XXX; Fossa de Avalon, Oceano Atlântico.
 Merlin desapareceu para sempre, enquanto o corpo de Arthur está ainda ali, enterrado numa posição de ajoelhado, como se fosse um cavaleiro se curvando a algo, e a Excalibur está encravada no corpo de Morgana, da onde saíam sombras abomináveis que levavam tudo de perto para o centro, e só era afastava por luz e cantos, e por isso, as baleias-das-trevas ainda são capazes de passar por lá, porque além de fazerem sonares, também podem brilhar para passar pelo mar abissal.

> planeta Xquots, galáxia Andrômeda.
 Em um antigo, fadítico, enfadigado, quebrado, viviam uma raça humanoide, marcada por sua pele azulada, olhos e cabelos vermelhos que mudam com a luminosidade do céu, e roupas carmesins muito grossas e duras, que não avançava além das tecnologias a vapor, porque eles eram muito autoritários, viam avanços além daqueles como uma ameaça, e a repressão era tanta que até mesmo sorrir era um crime grave.
 Num dia não especificado, nasceu um garoto anormal com superpoderes, que não eram nenhuma mutação ou fator mágico, mas sim como se o garoto tivesse uma essência divina. Ele começou mostrando alegria para as pessoas, e com o passar do tempo, ele começou a ser reprimido por esse poder, que era o único que ele não supria por medo, e na última vez que ele apanhou de seus amigos aos 10 anos, ele decidiu se vingar, e mostrar do que ele é capaz. Ele matou seus colegas um por um, matou seus professores, esvaziou as cidades com sua raiva e brincou de deus com os sobreviventes, mas quando cansou daquilo, aos seus 32 anos, foi embora, viajando "a pé" pelo vácuo do espaço, a fim de achar algo que o agrade, vendo que a violência e a vingança perderam sentido para ele.
 Aquilo parecia injusto e desproporcional demais, porque era injusto e desproporcional. Ele destruiu um povo inteiro porque sofreu bullying, mas não é como se aquele mundo fosse um bom lugar para qualquer habitante dali, ou como se lá sequer fosse interessante para alguma divindade. Os deuses não gostam de repressão, eles gostam quando as pessoas têm fé e esperança, e eles nada mais fizeram que eliminar um obstáculo, e usar seu novo ser para mais experiências no universo.
O que será que vai acontecer com o garoto de Xquots? Ele vai se tornar do bem? Ou mais uma pedra no sapato dos heróis?
Continua>>>

Projeto Dream - episódio 24

> 11/04/2252; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
 Muramasa estava impressionado com o fato de ter uma galera a mais, como Donald e Howard (clique nos nomes pra saber mais) e as pessoas que saíram do mundo dos jogos graças aos dois, junto com uma estratégia do Naej que libertou os dois de uma prisão virtual no Atari 2600. E Muramasa ia conversando com Argus, Marcos, Élia, Tom Papa, Dukkha e Avatar, até parar no Donald e Howard, que estão jogando Zaps in the Sky enquanto a Ego arruma a sala do lugar.
Muramasa: Ego, o que isso significa? Eu vi mais gente loira do que o esperado, chamaram atores finlandeses pra cá?
Ego: Primeiramente, eu não tenho nada a ver com isso, só me chamaram hoje, e esses meninos têm a resposta.
Donald: Não dá pra dizer, vendedor de toalha, esse jogo pode ser importante.
Muramasa: Olha, eu já vi de mais por hoje, qual é o lugar mais pacífico e vazio que vocês têm acesso?
Ego: Hmmm, nenhum em mente, mas eu duvido muito que a dimensão do Amon te desse boas vindas.
Muramasa: Eles me deram já tem um mês, e lá tá mais cheio de coisa e mais bizarro do que deveria.
Ego: Oh, mil perdões, mestre... Quem sabe você pode ficar aqui, só fique longe desses dois e... dos atores finlandeses!
 Ego ria muito, o que chega a contagiar o pessoal e o pessoal no raio de 1 km estava rindo também, mas quanto mais longe, mais baixo e com menos vontade riam, isso incluindo os robôs. Ego parava e... todo mundo parava que nem personagem de seriado de comédia que só estava fingindo rir e depois fala que não teve graça.
 Muramasa ia com Ego para um dormitório pra relaxar o carinha dos ossos vermelhos, mas... Muramasa começa a sentir algo estranho, ele pode ler as almas de pessoas que ele conhece a anos-luz de distância, mas há alguém em específico faltando, e quando ele lembra, ele pergunta a Ego sobre como está a Tifanny, e Ego lembra que a Tifanny morreu e demorou pra voltar à vida, então Muramasa foi logo conferir ela.
- frequências cardíacas: 62 (mínima) a 192 (máxima)
- temperatura corporal: 35°C/95°F
- tatuagem espiritual antiga: uma carpa vermelha a um estilo japonês de desenho, o favorito de Muramasa.
- status da tatuagem: sumiu, substituída por um grande espaço mais claro na pele, como se perdesse o bronzeado.
Tifanny: Como isso funciona, Mura?
Muramasa: É bem simples na verdade. O robô 4002 te faz uma tatuagem de forma bem rápida e indolor, e marca com uma marca d'água em forma do M da minha assinatura, e a tatuagem, espalha o encantamento dessa marca mágica que eu fiz, que rastreia você por completo, como o IP do seu celular.
Tifanny: Espera, então você planeja me sequestrar?
Muramasa: Pelo contrário, eu uso isso pra salvar vocês de possíveis sequestros e desaparecimentos, e daí que eu e o Hematon te salvamos daqueles crocodilas que têm mania de comer carne humana e transar com o próprio irmão- *argh* Ainda bem que você resistiu por um tempo, e ainda com a minha arma mais forte.
Tifanny: Espera, se aquela lança é a sua arma mais forte... por que você usa uma katana vermelha normalmente?
Muramasa: Você usaria uma espada amaldiçoada que mata dragões pra cortar pão e passar manteiga de gergelim? É, obviamente não.
 Enquanto isso, Donald e Howard terminam o Zaps in the Sky com 20 de vida no total, e com todos os continues acumulados, o registro deles bate até recorde, e eles resolvem descansar e beber um suco de Utsoranja (uma fruta alaranjada com sabor extremamente doce, rico em vitamina C e da família da laranja, embora que se pareça com um pepino amarelo), enquanto também o Dragondorf está desenvolvendo um pequeno projeto de nanorrobôs controláveis a controle remoto, que nesse caso, 3 robôs estão calculando tudo o que precisa para programar os aparelhos, e um quarto constrói o controle remoto e sintetiza a massa que são os nanorrobôs juntos. Mas enquanto eles tavam tendo um dia legal, alguns com personagens fictícios, e outros um pouco longe deles, tá tendo algo mais interessante lá fora.

> Oldtown, Texas.
 Em uma cidade muito quebrada no interior do interior do interior do Texas, com um deserto ao redor, com eletrônicos que falham em seu funcionamento, parecendo com as tralhas velhas e fracas de 2189, além deles usarem muita energia fóssil porque, depois da descoberta dos plásticos de grafeno (que podiam ser feitas usando desde carvão e grafite a fios de cabelo humanos) e todos os veículos usarem uma energia elétrica exorbitante, mas preenchidas, assim como qualquer eletrônico ou rede virtual, pelas todas poderosas Metáfitas, assim o pouco petróleo e gás natural desse planeta perdeu seu propósito.
 Entre os sobreviventes dali, estão G30rgi4 Miller (uma eugenética em roupas vermelhas muito justas, mas no lugar de uma máscara ou touca, ela tem um chapéu também vermelho mas com um véu branco na frente de seu rosto), Klark Corolla (um humano que se parece com o vocalista do Motörhead mas cheio de sardas na cara e feridas nas mãos e braços) e Nilo Valentine (uma humana de pele escura e cabelos azuis lisos e longos, e com roupas jeans, incluindo uma jaqueta com um belo decote), que têm uma gangue montada lá e que é rival de uma outra muito mais dominante, e que tem 80% da cidade sob seu território.
 Essa gangue inimiga, diferente dessa de G30rgi4, é muito intolerante com aqueles que são híbridos, seja mosmanos (monstros com humanos) ou monstros hibridizados, mas por algum motivo, eugenéticos são bem-vindos ao clube nichado daquelas pessoas. Além dos monstros e mosmanos, humanos indígenas, hispânicos ou até mesmo negros são perseguidos ou reprimidos, e se isolam a territórios próprios, fogem para a equipe da G30rgi4, Klark e Nilo, ou simplesmente saem da cidade. G30rgi4 já teve uma luta muito séria só com os auxiliares do real chefe, e só um dos três foi mesmo ferido, e G30rgi4, que já era surda, saiu com os olhos machucados.
 Hematon estava vendo as cidades e estados dos Estados Unidos, ainda o maior país daquele planeta, mas nunca será o maior país do universo, mas por engano incluiu o Texas, que é um dos estados que se tornaram independentes do país, e mesmo assim, enviou sua irmã, Fortrex, e um exército de 150.000 mamídeos da forma de panteras antropomórficas, homens com armas maiores, e mulheres mais ágeis e com armas de pequeno porte e lâminas, os de fisiologia não-binária ou intersexual são incluídos como espiões, para resgatar aqueles que convêm, matar inimigos sobreviventes ou tomar documentos que importarem.
 O saque levou uma hora, e por medo, G30rgi4, Klark e Nilo iam embora junto com seu exército, e pelo visto, eles eram justo aqueles que não foram vitimados pelo exército de Hematon, porque a missão não era apenas eliminar as pessoas de dentro da cidade, e sim eliminar os governantes e suas pessoas ligadas. Por onde teve a violência dos monstros de Hematon, tem litros de um veneno roxo, natural de Fortrex, ou pelos pretos caídos dos guerreiros-panteras, e as pessoas que não eram mortas se juntavam para poderem ir embora, e Hematon, dessa vez, lidera uma sequência de ônibus para evacuar aquelas pessoas para fora daqui.

> Rockport, Texas.
 Em uma cidade bem próxima no Texas, os ônibus da tecnologia alexandriana de Hematon pousam e abrigam as pessoas, mas G30rgi4 e Nilo se recusam a deixar passar, e elas questionam o motorista que parecia mais um demônio vestido de marinheiro do que qualquer piloto comum. G30rgi4 dizia em libras, e Nilo traduzia.
Nilo: Não sabemos quem o senhor seja, mas... Nós não te devemos nada, sabe por que?
 Ela ia começar a falar por ela mesma, mas Hematon, aquele motorista, interrompe.
Hematon: Como se heróis fossem pra serem apenas bonitos e fortes. Vocês sabem o esforço que eu tive pra tirar vocês daqueles caras? Eu destruí o que parecia o Sodoma da Bíblia.
Nilo: Nada disso, você destruiu nossa casa, você...
Hematon: Sua casa? Vocês chamam uma prisão de uma casa? Ah, eu tenho uma pergunta melhor.
 Hematon esticava seu rosto, como naquele antigo meme do "vai chorá?", em direção das duas, e ele continua o que quer falar.
Nilo: É... moço?
Hematon: Não posso falar coisas sem sentido para mentes tão mundanas, mas o que torna uma prisão uma casa, e o que torna uma casa uma prisão?
 Elas ficavam com medo, ainda com dúvidas, mas se sentiam incapazes de questionar ao mesmo tempo, e elas vão embora quietas, com o Klark as guiando.

> Tártaga, Marte.
 John Parker está ajudando o Naej em uma operação para consertar um grande supercomputador construído em Marte. Eles poderiam contratar qualquer um, mas aqueles dois garotos terrestres foram pagos a 2.400 dólares marcianos, que valem 2.708 dólares americanos, e John Parker ajudou Naej com o inventário e a nave, enquanto o próprio pequeno garoto carrega seus três celulares, um pen drive e um cartão-mestre que liga qualquer lugar.
 Naej ficava até impressionado com a grande pirâmide de ponta para baixo, dividida em 2 blocos encima, e tendo sua parte triangular no final e como um andar térreo, em uma cor vermelha muito bela e o que parece ser um olho fechado na parte da frente da "base de cima". Naej entra e passa entre as salas com seu cartão-mestre e encontra um computador central no bloco do meio, como um coração, e Naej põe seu pen-drive no núcleo do aparelho e em seguida começa a usar seus celulares, cada um, para operar e corrigir os erros de 3 computadores diferentes, e ainda faz um pequeno software que ajuda a tirar os erros de lógica do supercomputador, se espalhando entre as peças.
 John Parker pega um capuccino marciano com bolachas de maisena ganimedana, e voltando à grande pirâmide (chamada Metacreta), ele vê que o olho da pirâmide começa a se abrir, e isso assustava muito ele, o fazendo até jogar o café fora achando que fosse só uma alucinação da bebida. Enquanto isso, Naej também ratreia um computador quebrado, e com seu telefone liga para as emergências para trazerem suplementos e reforços. Uma galera aparece e até ultrapassa de lado o John Parker para poder ajudar o Naej a reparar o computador, e o procedimento levou mais tempo que uma cirurgia de transplante de coração.
 Naej reencontra John Parker, e juntos, eles pegam a recompensa da missão e eles voltam pra Terra.

> Birmingham, Alabama.
 Falando no Naej, o que será que aconteceu com os centauros que planejaram irem atrás do baixinho? Claro, eles conseguiram pisar nos Estados Unidos, e agora estão correndo, a pé, a milhares de quilômetros para poderem alcançar o Novo México, e a polícia está tendo dificuldades de irem atrás desse povo-cavalo, que nesse caso, os únicos que eram mesmo pegos ou baleados, eram aqueles que se sacrificavam para os restantes continuarem. Porém, eles seguem firmes, comendo carne podre de animais, frutas e alguns alimentos roubados, embora que, de tão industrializados ou simplesmente pelos métodos culinários que estão além de só temperar a comida, é prejudicial para eles. Mas isso é assunto para outro episódio.

Continua>>>