Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

02/06/24

Andei Praticando

Bem-vindos de volta! Como dito antes, a 16ª temporada está sendo mais demorada por dois motivos:

  • Evitar pensar muito além do que vai ter nas sagas pré-planejadas e nas ideias que eu anoto.
  • Combinar o tempo de escrita e o de desenhos.
Só abri exceção pros dois últimos episódios, justamente pra dar uma acelerada antes do mês de Maio acabar, e abrir espaço pra arcos futuros, em vez de continuar enrolando o que já comecei e já tinha um final planejado, às vezes estratégias são arriscadas, mas pelo visto não houve nenhuma queda significativa na qualidade, realmente seguindo normalmente.

Irmãs Luna
Luna Pleine e Nouvelle eu demorei muito pra pensar em um arco significativo pra pelo menos uma delas, no caso a Pleine com um pouco de participação especial da Luna Ártemis, que não fiz desenho solo dela ainda, isso porque foi realmente difícil pensar numa ideia de arco exclusivo pras Luna no meio do que tava tendo antes.
Eu desenhei, entre os memes que fiz no Instagram pra divulgar os personagens, uma tirinha das irmãs Luna e a Ártemis sobre aquele meme do "escolher um homem ou um urso na floresta", em que no caso eu contruí com as seguintes etapas:
  • Ártemis fala sobre o urso ser uma opção melhor;
  • As irmãs estranham a escolha (tanto que quando eu mostrei a tirinha incompleta pra uma webamiga ela achou que o meme tava falando que o homem seria uma escolha melhor, não sei como, já que eu até expliquei como que a tirinha ia terminar, antes de eu terminar a tirinha);
  • Subverto com a Ártemis explicando com algo que pudesse caber no quadro (o que aliás a webamiga até falou que não precisava, algo que ela não percebeu que, se fosse só o primeiro ou os dois primeiros quadros, ia ser uma piada idêntica ao que já falavam só que com personagens minhas, o que mataria a piada pela repetitividade)
Estranho como o que eu falei da terceira etapa me lembra uma palestra que um professor apresentou na minha faculdade última Quarta-Feira, mas depois chego lá. Aliás, uma lição: Fazer rir é que nem dar susto, pra fazer isso precisa pegar de surpresa.

Fortrex
Eu até pensei em fazer mais memes com a Fortrex, e falando nela, eu fiz esse desenho normal dela, embora eu não tenha planejado pra ser uma ref de verdade, só uma concept art, com uma pose de um design muito antigo da Fortrex.
Esse, sendo mais específico, de 2019, não sei se é da época que eu ainda tava começando as ideias antes de escrever o blog de Projeto Dream ou se o blog já existia, mas é de uma época após eu cancelar a versão piloto em quadrinhos, e nessa época de 2019 a meados de 2021, era pra Fortrex ter só 1,98m e ser mais feminina, o que não parecia que eu tentava muito sustentar a ideia, já que além dela já ser bem wheyfu ou tomboy, nesse desenho... parece que a envergatura dela equivale à Fortrex atual, de tão desproporcionais os braços, ou as pernas muito finas. Hoje em dia eu fiz a Fortrex maior, mais monstruosa e até com 4 braços (detalhe esse baseado no Machamp) por um motivo parecido com o que eu faço personagens "furry" (isso é, qualquer animal humanoide da minha história, sejam eles terrestres, alienígenas ou interdimensionais) com mais foco em serem animais com detalhes humanos.

Rubedo, Eros e Claire
Começando por esses dois, o Eros não mudou muito além de eu criar essas roupas fofas pra ele e eu ter dado uns momentos de destaque a mais pra ele na Nação de Dakota, enquanto o Eros eu mudei os chifres, já que eu tava me baseando em chifres reais pros cromodemônios e agora ele tem um suéter rosa, enquanto eu tenho vagas memórias de que ele só se vestia de preto porque, segundo a versão de 2019 antes do retcon que durou até 2021, não havia uma variedade tão boa de tecidos no reino de Amon. Fora isso, também defini que eles têm uma punchline, ou dinâmica, melhor como irmãos mais novos de certa forma bagunceiros, o que vocês terão a chance de ver mais pra frente.
Já a Claire, também quero comparar com um desenho de 2019 que também achei enquanto conferia chats antigos de webamigos que eu não converso mais.
No desenho de 2019 era pra Claire usar no máximo um capuz, que pelo que eu vi essa peça era pra ser marrom, e nada mais, o que lembro que uma webamiga ficou reclamando, embora depois tenha falado que era piada (o que era sacanagem já que, além dela ter demorado tanto pra falar aquilo, ainda colocou culpa em mim, mas é isso aí) e aí fui mudando. Eu desisti de cobrir ela, e no máximo adicionei luvas e botas e mudei o capuz genérico marrom pra um hijab verde. O Fogo Doce, poder especial dela, já existia desde as primeiras versões, enquanto a Língua do Coração, um idioma empático que ela usa pra se comunicar, é ideia nova pra mudar um pouco dos destaques da personagem.

Hematon
Aproveitando que ontem foi basicamente aniversário dele, vou falar um pouco mais sobre o Hematon:
Seu nome eu baseei na palavra "Hematoma", já que inicialmente eu quis um nome envolvendo sangue, ou no mínimo Hemo, um prefixo grego para "sangue".
Há citações na versão de 2022 com o Hematon usando um traje específico que cobre só as mangas, as costas e a gola, ou seja, cobria quase nada, que na verdade foi baseada numa roupa de versões muito iniciais do Hematon, como um tipo de easter egg ou reciclagem.
O poder de hematocinese do Hematon e do Fator Hematon é baseado no Junho Vermelho da Doação de Sangue, enquanto a homossexualidade do personagem é baseado no Junho como o mês do orgulho LGBT.
Ele foi feito como um Cromodemônio, assim como mais alguns como Fortrex, O'Range, Safira e Rubedo, pra expandir o conceito e mitologia do Eros como, em vez de um monstro singular, uma espécie nova e especial.

Família Roudragon
Redesenhei o núcleo Roudragon protagonizado por Adner e seus filhos, sendo eles os portadores atuais do Cérebro Roudragon, que tem a habilidade de aproveitar 2x mais a energia

metabólica pra seu trabalho, o que, combinado com um hibridismo a longo prazo com humanos estereanos, os Roudragon também são muito fortes fisicamente, e também têm acesso ao Chi.

Dragondorf
Agora que ele vai ter parte do protagonismo do arco das Espadas de Regin, além dele ser um dos mais importantes secundários do grupo de Muramasa, o Dragondorf já tava precisando ter um desenho solo dele, e também fiz uns memes dele com o Charles, com quem eu fiz mais interações pro Dragondorf.

Dakota
Também desenhei Abraham e Hyakabol, aqueles que Eros teve relação de um núcleo familiar com o Eros, sendo Hyakabol a namorada e o Abraham quase que um sogro (digo "quase" porque o Abraham não é pai da Hyakabol mas é uma figura paterna recorrente quando Eros tem interação com eles), e o Abraham também existe desde a versão de 2019, enquanto a Hyakabol é uma releitura de uma namorada dríade do Eros da mesma época, agora readaptada pra versão de 2022, e esse conceito das dríades ainda falta um pouco eu explorar como elas se formam ou funcionam, enquanto o Abraham, um indígena militar, eu criei como uma grande representação de nativos norte-americanos, embora também urbanizado, diferente das indígenas de Tombstaff que têm uma pegada a mais de natureza.

Canadá
Acerylda e Garry são dois personagens canadenses que eu planejei, sendo Acerylda uma dríade de bordo canadense, já o Garry um ser de uma espécie mosmana e grande mestre de Lacrosse, tão resistente que era conhecido por jogar sem capacete e nunca sofrer nenhum arranhão. Arcos futuros irão o incluir.

Mais sobre o grupo de Muramasa
Por enquanto só desenhei o Muramasa original, ainda não tendo desenhado uma referência solo do Muramasa FFF5, mas pelo menos vi que, embora tenha saído estranho nessa referência, eu fiz um design mais consistente pra cabeça dele.
Ecídera ainda tá na dimensão dos monstros, com sua promessa de estar lá pra representar o grupo de Muramasa pros filhos atuais de Amon. Recapitulando, ela foi uma irmã e amiga de longa data do Muramasa, ajudando ele a proteger a Terra de ataques de monstros, e ela tem o poder de controlar gelo, neve e outras fontes de frio, além de poder chorar diamante. Em inspirações, ela é uma mistura da Yuki Onna com aquela yokai de Yu Yu Hakusho que chorava pérolas.
Piccu também saiu muito "chibi" na referência dele, talvez algum dia eu coloco desenhos novos em cartas futuras do blog, mas aí uma curiosidade: Eu desenho sapatos sociais com essas faixas, não por inspiração nos sapatos do Sonic, mas sim porque é comum essas dobras e faixas nos sapatos de verdade, que aliás eu tenho os meus próprios em casa e uso de referência. Tentei desenhar o Piccu segurando uma Doragutsu, mas ficou meio camuflada porque é uma fruta vermelha na frente de um terno preto.
Valentina Same pode não ser membra plena de nenhuma equipe do Muramasa, mas incluí nessa explicação já que a Alina Kame foi uma grande aliada do Muramasa e Piccu. Atualmente ela tem 20 anos embora seu último aniversário tenha sido em Setembro de 2271, e ela continua navegando no Atlântico e tendo tanto uma vida normal quando uma busca por jornadas e descobertas. Outra curiosidade é que o seu porte físico e seu bikini é baseado na Kilmaria de "My One-Hit Girl Sister", um anime que tava no hype quando eu criei e estreei a personagem.
Sh31la, a integrante robótica da equipe americana de Muramasa, com tecnologia avançada em seu corpo, a punchline dela é ela ser uma robô adolescente que acompanha o grupo de Charles, Dragondorf, etc., e pelo que eu lembro não decidi como seria uma versão masculina pra ela pra universos como CD-63. A camiseta dela tem como estampa um dos álbuns de Tame Impala.

As explicações serão continuadas na postagem posterior, aguardem.

31/05/24

Projeto Dream, episódio 315

> 09/01/2272; Nova Lander, planeta Stereo; Universo 255-P.
"Bom dia, Jane, bom dia, 8Mike, a mãe foi trabalhar e por isso vai demorar pra voltar, assim como de costume, dessa vez eu saí com a Rosa pra uma missão muito importante, é... a O & S me chamou pra ajudar nas pesquisas da Otasha, é isso, mas a Botleau ainda vai cuidar de vocês como sempre, e se der tudo certo eu ligo."
8Mike: Papai é muitu ocupadu :(
Jane: É... Acho que ele tá ocupado até demais.

> Galáxia Xioma.
 A luta começa em seguida da frase de Citiu-ûlo, com o grupo se separando entre Citiu-ûlo e Aria, que enfrentam Sahlich, e Naej e Rosa que enfrentam Bosart.
Bosart: Quem são esses!?
Sahlich: Esse planeta já tá condenado! Por que ousam interromper a gente!?
 Citiu-ûlo dá socos simples e as defesas de Sahlich eram bloqueios combinando os braços superiores em posição que impeça que os golpes atinjam a cabeça, e os braços inferiores desviavam os socos do Citiu-ûlo e em um desses momentos de guarda aberta o Sahlich dá um soco com muita força no fígado de Citiu-ûlo, que fica com muita dor e sente um sangramento interno, mas elevando o seu Chi, ele se cura e segura o braço inferior esquerdo de Sahlich, e abaixando-o enquanto se agacha, ele abre espaço para Aria com sua Lança Explosiva da Morte Permanente, e a lança contra Sahlich, o deixando sem o tal braço inferior esquerdo, com a barriga partida ao meio, parecendo que foi mordida de lado por uma enorme fera, e o braço superior esquerdo parecia sem carne.
Sahlich: Espera, como isso é possível?
 Sahlich, com medo, tenta correr, mas Aria pulava bem alto e longe, alcançando o Sahlich e usando sua lança combinando força com a magia destrutiva Persuaccio, que mesmo errando alguns dos golpes, a energia emitida queimava os pelos de Sahlich e até mesmo deixaram um corte aberto no peito de Sahlich. Naej e Rosa misturavam árvores que criavam, materializando do chão, seja pelo Chi da Madeira de Naej ou por sementes que Rosa lançava em alta velocidade, e quando Bosart começava a sentir um cheiro estranho, e tinha ainda menos gente ao seu redor do que achava que ia ter, ele suspeitava.
Bosart: Vocês acham mesmo que um gás venenoso pode me impedir? Eu sou o veneno em pessoa!
Rosa: Não é veneno, oh trouxa!
Naej: É METANO, MOTAFOCKA!
 Os dois lançam bolas de fogo, seja pelas faíscas da Rosa ou por dois anéis de bola de fogo básicos que Naej comprou e tá usando, e isso explodia e torrava Bosart, que no meio das cinzas das árvores e da grama, pedras queimadas e uma fumaça preta muito quente, agonizava de dor, mas ainda tinha resistência e mobilidade pra fugir, e ele se movia no meio da sujeira, Rosa sentia o cheiro de queimado do Bosart, e Naej, com o seu Candeladar, agora feito de Chi do Fogo, ainda sentiam a presença dele, que resgata a metade de cima do Sahlich, que foi partido ao meio por Aria com sua lança de carbono, e tentava o salvar.
 Rosa persegue ambos com uma plataforma de madeira petrificada propulsionada por um jato de Dióxido de Nitrogênio, juntando nitrogênio e oxigênio ao redor e concentrando na ponta de trás pra dar propulsão, e Citiu-ûlo, indo mais rápido só correndo, emite um raio verde de seu braço direito, partindo a cauda e o braço direito de Bosart, deixando Sahlich cair, e quando o Bosart começava a olhar para trás, enquanto ainda tentava se afastar, espinhos e flechas de gelo de um anel de cone de gelo básico que Naej também esteve usando, o mesmo ficou encurralado, e Rosa saltava, deixando a plataforma a jato voar solta e se partir junto com o pescoço de Bosart, o decapitando e deixando a cabeça ir pra muito longe.
 Depois disso, os quatro se reunem e, enquanto Citiu-ûlo ajusta a nave Hope-11, um tipo de nave espacial branca nível 1 de Oleiolaio, e Aria ajuda os soldados e civis a relatarem que o ocorrido acabou, enquanto também ela prepara uma estratégia pra consertarem os prédios destruídos, Rosa dá cobertura pra Naej ligar pra Tifanny e seu grupo à procura de sinal interestelar, porém, mesmo os Tamafones podendo ligar pra qualquer aparelho com receptores de sinais semelhantes, incluindo raios Híper, o problema foi que Tifanny não estava disponível, e depois de ligar 3 vezes, desiste e se junta com o grupo pra voltar à Via Láctea.

> Cidade Pyr; Multiverso.
 No meio do vazio multiversal, Pyrman 255-P foi socorrido na Cidade Pyr enquanto as Tifanny 255-P e 255-Pe descobrem o paradeiro da Tifanny 255-CFa, que pelo que há a entender, Mônica Sobrinha ainda teve força sobre o espaço que ainda podia afetar a Tifanny maligna, a tensionando telecineticamente ou criando distorções que impediam Tifanny de rachar as barreiras dimensionais, além da chama cósmica da Fónix se colidir com força quase igual ao que algum dia era a magia de gelo dessa Tifanny, mas aquela Tifanny sentia algo estranho.
Pyrman 255-P: Elas conseguiram?
Pyrwoman DG89: Conseguiu o que, Pyrman?
Pyrman 255-P: Elas conseguiram!
Tifanny 255-CFa: Espera aí, o que é isso? Ah!
 Tifanny 255-CFa sentia dores na cabeça e na barriga, enquanto ficava transparente, e Mônica Sobrinha, indo finalizá-la, a dá um soco combinado com aquela chama estelar, por onde a Tifanny maligna atingida fica presa numa enorme teia cósmica, e Mônica, vendo a nave das Tifanny do universo 255-P, vai junto com elas pro universo de onde surgiram.
Mônica: Não sabia que um dia ia elaborar com vocês, quem eu não sabia que existiam.
Tifanny 255-P: É uma pena, já que eu construí muito a minha carreira como policial e aprendi muito com o Muramasa.
Mônica: Poxa, vocês conheceram o Muramasa?
Tifanny 255-Pe: Tá tendo uma nova corrida de carros nessa semana, né, lembro que o carro 10 ganhou ou algo assim.
Mônica: Isso é um tipo de spoiler?
Tifanny 255-Pe: Eu não sei, e também talvez minha linha do tempo deve ter sido ressuscitada.

> 10/01/2272; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Hematon, Fortrex, Eros e mais alguns iam visitar o estado do Novo México inicialmente porque é nesse estado onde ficam o atual Muramasa e seus colegas, mas a Fortrex, que ia visitar a Tifanny e o Naej, ficou andando por aí na cidade procurando pelos tais amigos. Num tempo que humanos e monstros se entendiam menos, ou até mesmo no tempo em que Amon estava em guerra com a Terra, as pessoas não aparentavam se importar, e Michael Boltagon, sendo um dos que receberam a notícia do Naej, leva Oprah e Norville pra uma carona em seu SUV azul com estampas de fogo, com essa customização inspirada em filmes de carros de corrida como Furrrry Runners, uma série de filmes de corridas de carros protagonizadas por personagens antropomórficos, iniciada nos anos 2260 e durando até hoje com o 27º filme prestes a ser lançado, em que o carro do protagonista, embora tenha sido um carro de Fórmula 1, tinha essas características.
Michael: Cara, acho que a gente nunca viu essa Fortrex, o Naej mostrou uma variedade de amigos que ele teve por aí, mas isso de 'irmãos do Mura' são coisa nova.
Norville: Aliás, acho que tudo bem deixar a corrida de hoje pra visitar essa tal amiga, até adiantamos nosso assento em Biloxi, Mississipi, ainda dá pra garantir o final da corrida.
Norville: Cara, lembrei de quando eu preparei minhas próprias saladas ontem, teve de alface, tomate e repolho, minha mãe e minha tia não gostaram tanto, mas o meu primo ajudou a temperar dire- E aquela aí!?
 Chegando perto do que Norville apontou, Michael e Oprah abaixam o vidro e olham mais diretamente, era a Fortrex, que sorria em ver que chegaram até ela voluntariamente, ao mesmo tempo que tinha dúvidas.
Fortrex: Vocês conhecem um mini homem chamado Naej?
Michael: Sim, você conhece algum irmão do tal Muramasa que ainda vive em outra dimensão?
Fortrex: Sim, sou uma deles, então acho que a afirmação foi real.
Oprah: Real...
 Indo mais direto ao assunto, Fortrex pega o carro do Michael e o segura sobre seu outro, e eles vão passeando como se fosse simplesmente nada, enquanto isso, Eros e Rubedo estavam passando pela Dragoon's Snacks e começam a interagir com os clientes de lá e conversando com eles aleatoriamente sobre aleatoriedades, como:
Eros: Caramba, hambúrgueres! Vocês sabiam que já conheci mais planetas em que é comum comer carne e queijo dentro de um pão? Acho que é bem universal quando esses três são possíveis.
Rubedo: Um pão em forma de disco cheio de queijo? Que legal! Deve ser muito gostoso!
Eros: Quantas pessoas num só lugar pra fazer as comidas! Devem ser muito bem-pagos!
Rubedo: Ah... Vocês ouviram falar de Ryan Gosling?
Dragom: O que diabos tá acontecendo aqui!?
Eros e Rubedo: AAAH!!
Dragom: Ué, peraí. Quem são vocês?
Eros: Ah, eu sou o Eros.
Rubedo: E eu sou o Rubedo.
Eros e Rubedo: E a gente tava de passagem, é...
Fortrex: Vocês dois, venham.
Eros e Rubedo: Irmã mais velha!!
 Os dois vão por onde estava indo a Fortrex, saindo da Dragoon's Snacks e deixando Dragom, os funcionários e os clientes sem entender nada.

> cidade portuária, planeta Klark C300.
 Tifanny 255-P voltou pro seu universo de origem, enquanto Tifanny 255-Pe vai consultar o Concelho Galáctico pra levarem-na em segurança pra sua linha do tempo, após ouvir dos Pyrmen alternativos que essa linha do tempo dela está sendo recriada, a própria 255-P foi se retratar com os agentes policiais mais detalhadamente naquele planeta, com o medo de que sua versão de outra linha do tempo tivesse feito algo errado além de se passar por ela à procura de informações, mas aparentemente estava tudo bem e, sabendo disso...
Tifanny: Vocês gostariam de comer uns shimlots fritos e tomar um Zero-G?
Policial Valiosapiens 1: Ah, eu topo.
Policial Valiosapiens 2: Eu ajudo a pagar.
Policial Valiosapiens 3: Não vai pagar com cristal de pele valiosapiens, né?
Policial Valiosapiens 2: Não, isso é o que o Guarda Frank fez, e ele só faz ainda por piada.
Tifanny: Eu conheci um Doutor Frank, ele é de Batatt!
Policial Valiosapiens 1: Algum dia você patrulha com o Guarda Frank, ele ama desenhos de pôneis.
 Shimlots são um tipo de verdura 300-klarkiana que pode crescer mesmo em terras secas e desérticas de regiões árticas, mas foi domesticada pra se tornar um alimento bem comum, e era servido de diferentes formas, sendo a guloseima mais popular, incluindo pra estrangeiros, é em forma frita, sendo o óleo mais comum gordura de nyalaza-do-interior, de importação desse gado muito comum vinda de Stereo, que inclusive Tifanny compra porções extras pra levar na viagem como presente pros seus filhos, que amam guloseimas, e pro Naej, já que ela nunca viu ele comendo isso e imagina que ele talvez goste.

> Deming, Novo México.
 Dash Ethans está trabalhando normalmente, operando como um inspetor de alunos trabalhando nos 3 primeiros dias na Escola Mutante Flores Vermelhas, fundada em 2258, uma escola de ensino fundamental a médio bem simples, e também na escola militar Mão de Ferro Incandescente, fundada em 2182, mas militarizada em 2184 por motivos estratégicos, nos outros 2 dias da semana. Tudo seguia normalmente até que Dash recebe uma ligação pra ele ir urgentemente pra sua casa, e pelo desespero, ele desaparece da escola sem avisar, se teletransportando pra Fonte Safira, e depois chegando à casa dos Pommiere-Ethans e se depara com o George Ethans um tanto machucado e com dor no peito, segurando a região com a mão direita enquanto se segurava perto do armário onde bateu a testa com a esquerda.
Dash: Geo- digo, papai! O que aconteceu?
George: Ah, é... tá... *cof cof* Tá *cof cof* Tá tudo bem!
Dash: Ah, não tá bem não, velhote, vem cá, eu te socorro.
George: Espera, eu mesmo posso pra- AAAAAAAA!!
 Dash teleporta pra Fonte Safira e, a partir de um outro portal logo em seguida desse, ele chega no hospital e chama pelo serviço, inclusive marcando o atendimento com o próprio plano de saúde, pago mensalmente por Elizabeth, sua tia, desde o seu aniversário de 10 anos, pra adiantar tudo, e em seguida que o George era socorrido e levado a uma maca em segurança, Dash volta pra escola Flores Vermelhas como se nada tivesse acontecido, e quando o diretor foi cobrar explicações, o Dash foi esclarecer. Enquanto isso, Wanderley esteve num trabalho voluntário ensinando as crianças e adolescentes mutantes da IMI a alguns hobbies.
 Wander esteve nessa atividade por uns dias, e registrando as partes mais dinâmicas em seu canal no Mixert, o @WanderHall890, em que ele ensinou alguns daqueles mutantes a desenharem formas geométricas, pessoas, personagens simples e autorretratos, a que mais aprendeu foi Marina, enquanto quem não pôde aprender isso foi Ichabella, que sabendo que ela tinha um poder telepático, Wanderley tentou tirar as últimas horas desses períodos de trabalho pra treinar ela a usar sua telepatia como uma extensão sensorial, seja como uma telecinese ou psicometria, ao ponto de sentir a matéria ao seu redor, mas Ichabella ainda não tinha energia neural o suficiente pra isso.
 Nana Sova ficava com uma certa agonia quando ela desenhava os animais em suas próprias folhas, já que ela lembrava de quando ela não tem controle das suas formas animais, então, Wanderley resolve chamar a Carla Oxton pra ver se ela pode o ajudar, então ela tem uma ideia.

Continua>>>

28/05/24

Projeto Dream, episódio 314

> 09/01/2272; espaço sideral; Universo 255-P.
 Naej e Rosa recebem tanto duas ligações a partir da sua nave Taguchi, uma vinda de Sr. Trovoa e outra vindo de Hematon, quanto por telepatia de Lykos, as mensagens eram:
Trovoa: Naej-san, uma perturbação energética tá fluindo de um lugar longe demais pro que eu tô acostumado, vocês poderiam ir atrás disso ver o que tá acontecendo?
Naej: Sim, só preciso reparar e nave e dormir, não tô tão bem.
Hematon: Baixinho, a Fortrex tá ajudando umas pessoas na Terra e tá indo a Albuquerque, como tão as coisas?
Rosa: Quem é esse?
Naej: Irmão de um antigo chefe, mas aí, Hematon, não tô em Albuquerque, mas dá pra eu falar pra uns amigos de lá sobre vocês, aí dá mais certo, eu acho.
Lykos: Naej, uma guerra vai cair sobre a nossa galáxia e o universo tá em risco, você consegue chamar ajuda?
Naej: O que? Mas o rádio desligou já!
Lykos: É mentalmente, oh anão!
Naej: Eu sou um anão.
Lykos: Mas falando sério, as Kirucéias até falaram que precisam de ajuda de uma chefe delas que eu não sei quem é, e...
Rosa: Naej, o que tá acontecendo?
Naej: Um colega tá me chamando telepaticamente, não sei se dá pra compartilhar contato.
Lykos: Ah, e essa... é uma mulher planta? Quero dizer, existem homens planta da raça dela?
Naej: Não, só mulheres mesmo.
Lykos: Interessante, mas focando... Acho melhor você ver a Tifanny, eu tentei chamar ela e ela não responde nem por sonho.
Naej: Mas que merda!
Rosa: Vamos pra Stereo!
 Chegando ao planeta Stereo, eles puderam dormir melhor, ou melhor dizendo, o Naej dormiu melhor e a Rosa, acordada, teve uma fotossíntese melhor, o Naej pôde ver o 8Mike e a Jane pessoalmente durante a tarde, e os três foram comer uns X-Barcin e, durante a noite, comeram fatias de bolos de barsiblam da Lily Cocoa e conversaram alegremente com ela, e voltando pra casa, o Naej põe os dois pra dormirem em seus quartos enquanto, chamando Rosa de novo, ele tranca o apartamento e deixa pré-gravado um depoimento, pra caso Jane e 8Mike não verem eles dois ou a Tifanny tão cedo.
 Uma figura estranha, enquanto isso, vagamente similar a uma pessoa e vestida de verde, observava na escuridão, mas sumia instantes em seguida de serem vistos, o Naej viu aquilo 3 vestes, e a Rosa 1, ao ponto do Naej até deixar a luz da sala acesa, o que impediu a presença daquela criatura e, temendo que aquilo fosse afetar seus filhos, Naej confere o quarto, incluindo armários, debaixo da cama e ao redor, e deixa ligado um abajur, que inicialmente a Tifanny liga para ler livros, mas no caso era pra impedir que houvessem pontos escuros o suficiente pra manifestar aquela coisa.
Naej: Rosa, você já visitou uma outra galáxia?
Rosa: Não, e também vi poucos planetas além desses que já vimos.
Naej: A gente irá pra uma, mas antes, um pouco de preparo.
 Os dois compram munição nova para suas armas, também compram um arsenal mágico simples e, pro Naej, uma armadura tecnológica pequena melhor, também azul com regiões pretas de tecido, e contornos brancos nas beiradas das placas metálicas, do mesmo modelo de costume, porém com compartimentos elétricos da atualização desse traje, era a Tekfashion Delta Fourac, enquanto o modelo antigo que Naej usava era um Tekfashion Delta X. Depois disso, eles vão pra Galáxia Xioma.

> Velha WDC, Nova Jersey.
 Isabella e seu grupo estão se recuperando e ajustando sua infraestrutura depois do que aconteceu, e os afetados por aquele poder estranho de Matius foram hospitalizados, aquilo estava além do que os médicos sabiam e, então, pesquisadores da Sunshine Corporation ajudaram a pesquisar quanto ao problema, descobrindo que a tal imobilização de Vórtice era ao nível molecular, precisando de uma quantidade suficientemente vital de energia pra eles voltarem ao normal. 
 Pequenas correntes elétricas de 100 a 900 Volts, variando pelo nível da paralisia, fluía entre as moléculas pra elas se moverem de novo, além de energizar o coração e o cérebro pra eles retornarem ainda vivos, Fugaret deu um soco muito forte em um dos médicos que estava ajudando, tanto sem querer quanto tendo, ainda em sua memória, a preparação pra socar, inicialmente, o Matius, a Julie até tenta justificar dizendo que ele só tava assustado.
Julie: Ah, desculpem ele, ele tava... em choque! Entendeu? Choque? É...
Fugaret: Onde foi parar aquele filho da...
Jolly: Não sabemos, Fuga Redlar, mas pelo que parece ele morreu, ou melhor, eu, a sua chefe e o Malu matamos ele juntos.
Julie: Aquilo que aquele bicho podia controlar parece algo que nossa equipe sabe, eu vou ver isso mais a fundo.
David: O que vocês vão precisar?
Julie: Venha comigo.
 Julie e David saem do hospital de Velha WDC e, conferindo os membros das equipes sobrenaturais de defesa da D.R.V.G., eles conferem um pouco melhor os poderes dos mais recentes, Guillermo e Claudia, que podem controlar energia, e os Versace, que podem controlar o poder espiral do Fattore Spirale, e o mais parecido era o que os Versace manuseavam, em que podia controlar toda a movimentação de objetos e, diferente do esperado de algo controlado por magia, também controlava energia cinética do usuário, enquanto Guillermo Hernandez controlava calor a uma grande extensão, incluindo poder produzir fogo por puro atrito, já a Claudia Hernandez, mesmo apresentando poder de emitir raios de energia mista de seu corpo, como mãos e pés, incluindo usando-os como propulsão, não parecia em nada com a aceleração que "Speedster, como se referenciaram ao Matius durante a pesquisa, em que os únicos rastros que eram vistos quando o "Speedster" se mexia eram resíduos de imagens dele em alta velocidade, embora num tom acinzentado.
Guillermo: E então, o que acham?
Julie: Parece estranho, mesmo o poder rotacional dos Versace são bem diferentes do que esse Speedster acabou fazendo com vocês e a gente.
Claudia: A Isabella é de uma família cheia de poderes diversos, deve ter algum membro com um poder mais familiar.
Julie: Você tem razão, mas... e os mutantes? Malu?
Malu: Mesmo em Deming eu só achei uma com poder de velocidade, mas nada além de... velocidade.
Julie: Beleza, vamos ver os Dermurer.
Sr. Myers: De quais famílias? Tem também unidades dessa espécie em Miami e em Barcelona.

> Setor C.
"Uma tempestade de energia cósmica está circulando no nosso universo, não sabemos a fonte desse fenômeno e nem os seus efeitos exatos no espaço-tempo, e parece que buracos negros começaram a acender em reação a essa energia, emitindo grandes raios de Quasar, alguns chegam a até mesmo deixar planetas no nosso setor mais brilhante, ao lado das auroras de bronze encima das nuvens"
 Taguchi é atingida por essa tempestade energética ao ponto de, antes da nave possivelmente se quebrar ou explodir, Naej emitir um portão de partida para Oleiolaio, em que a nave, com energia esgotada por ter se diluído na tempestade enquanto também gasta para aquele portão, caía violentamente, Rosa chega a estender o caule de seu corpo pra proteger Naej em um casulo de madeira e âmbar, e a nave era destruída por um impacto, a madeira e o âmbar eram rachados até o Naej conseguir sair, e Rosa estava muito machucada.
Naej: Rosa? O que aconteceu?
Rosa: Eu... Eu te ajudei, mas... agora preciso da sua ajuda.
Naej: Mas e agora? Como eu resolvo? 
Rosa: Me deixa plantada num solo bem limpo, eu irei crescer com os nutrientes.
Naej: Eu até tava cogitando fazer isso, mas tinha medo disso ser uma má ideia.
 Depois de plantar Rosa, que cria pernas como raízes e levanta o que sobrou de seus braços, enquanto os estendia limitadamente como galhos, pra fazer uma fotossíntese, Naej liga seu Tamafone à procura de sinal, e achando um bem próximo, liga pra Citiu-ûlo o ajudar, e depois de uma hora, chegava ele que havia corrido a pé só pra achar ele.
Citiu-ûlo: Naej! O que aconteceu!? É urgente?
Naej: Tá ligado aquilo lá no céu? Tem no vácuo também e isso fodeu minha nave.
Citiu-ûlo: Mas como isso é possível?
Naej: Também quero saber e precisarei de uma nave nova, e tirar o que ainda tá inteiro aí pra gente levar caso der pra voltar ao caminho.

> Galáxia Xioma.
 Chegava uma frota Xiomana junto com as Rainhas da Corrida, do evento da corrida de carros na Terra, e Tifanny 255-CFa ficava muito confusa.
Tifanny 255-CFa: Espera, isso não era pra acontecer.
 Os soldados de Tifanny resolvem sair pra interceptar a nave, mas as Rainhas descem da nave e lutam com mais força. Amélie emite um ataque similar a uma tempestade, com disparos de água de alta pressão que despedaçaram 7 dos vampiros da tropa, enquanto outros 3 eram atingidos na cabeça por armas de soldados Xiomanos comuns, Xiu Yu está em seu mecha perfeitamente humanoide, de 15 metros, que Bosart e Sahlich aceitam enfrentar ela juntos, mas mesmo não os matando só de pisar, além do combate ter sido muito difícil pra eles na trocação franca, com socos mais fortes que os de Sahlich e chutes melhores que os de Bosart, também raios de plasma eram muito afiados, um decapitou Bosart e outro partiu Sahlich ao meio, e quando Tifanny 255-CFa ia se manifestar pra reverter o tempo, Tifanny 255-Pe usa seu anel do tempo pra cancelar aquele efeito de reversão temporal, e quando Tifanny 255-CFa acha que poderá fazer aquele efeito de novo usando mais força, Tifanny 255-Pe solta, prometendo uma coisa.
Tifanny 255-P: Espera, o que você tá fazendo?
Tifanny 255-Pe: Se prepare, eu mais nova, vamos salvar essa linha do tempo ag-
 O tempo é revertido ao começo da luta das Tifanny, Otasha e Pyrman contra Tifanny 255-CFa.
Tifanny CFa: Mas o que? Como?
Tifanny 255-Pe: É como um cabo de guerra temporal, você ficou puxando o tempo demais pra trás, e eu tava segurando, quando eu soltei, você voltou mais do que deveria, mas ainda lembro por causa do controle.
Tifanny 255-P: Do que você tá falando!?
Tifanny 255-Pe: Ela apagou um futuro inteiro, hora de aproveitar cada segundo!
 Os soldados estavam despreparados, e enfrentam de novo, e como Tifanny 255-CFa estava muito confusa pelo que acabou de acontecer, ela não sabia como coordenar pro contra-ataque, enquanto Tifanny 255-Pe orientava a sua equipe pra enfrentar eles com melhor eficiência, Tifanny 255-Pe e 255-P controlavam eletricidade pra paralisar os vampiros a partir de seu sistema nervoso, ou os congelavam com suas magias mais conhecidas, um vampiro foi congelado a 0 K, em que até a alma do vampiro era rachada pelo tamanho frio, enquanto os outros eram mortos normalmente depois de serem pegos pela paralisia, e Pyrman criava portais que levavam Bosart pra diferentes cantos da sala, o fazendo se perder, e quando Pyrman chega até ele para finalizá-lo, Sahlich corria em direção de Pyrman.
Sahlich: Pela Tifanny!
Tifanny 255-CFa: Espere, Sah! É uma armadilha!
Sahlich: Nós sempre superamos qualquer armadilha!
Pyrman: Ah, é? Lembre-se, Sah...
 Sahlich ia dar um soco bem forte com seus dois braços direitos juntos, ele acaba dando um soco que desmaia Bosart, o jogando pra longe também.
Pyrman: Você não passa nem de um subchefe, e precisa de um trama foda pra parecer alguém.
Sahlich: Mas o que? Como?
Pyrman: Você devia ter lido melhor essas cenas.
 Tifanny CFa chega a Pyrman de novo, se teletransportando e, junto com ele, desaparecendo, deixando então o resto pra se enfrentarem, mas quando Sahlich fugia segurando Bosart em seus braços, ele se depara com a frota, que pousam os soldados juntos com as Rainhas da Corrida indo caçar os dois, e Bosart acorda e, antes de tentarem lutar uma última vez, eles tentam conversar no topo de um dos prédios do planeta em que estavam.
Sahlich: Cara... Será que valeu a pena nós deixarmos nossas diferenças de lado?
Bosart: Por que essa pergunta? Você acabou me salvando.
Sahlich: Até menos de um dia atrás nós ainda estávamos lutando em nome de nossos deuses, mas depois que chegou aquela moça... É como se nossos deuses, e nossos propósitos, deixassem de existir.
Bosart: Eles não deixaram de existir, Sah, nós só os abandonamos, por uma força que era maior que a nossa junta.
Sahlich: Eu sinto... como se tivesse morrido várias vezes, assim como há séculos, nós nos partíamos, rachávamos, desmaiávamos, tínhamos os planetas explodindo sob nossos pés, raios gamma caíam em nós, e não ocorria essa mesma sensação.
Bosart: Morte, eu também achava que Pahapayar não me deixou acessá-la pra atingir um fim maior.
Sahlich: E eu achei que iria renascer depois da morte, ao menos quando éramos inimigos.
Bosart: Quem sabe nós renascíamos de verdade quando tudo era destruído à nossa volta, mas era tudo tão rápido que não parecia que morremos de primeira.
Sahlich: Uma última revanche?
Bosart: ... Uma última revanche.
 Sahlich e Bosart enfrentam-se, acreditando que não havia mais nada a perder, seus deuses já devem sentir a traição de suas almas, e a líder deles os largou sozinhos, eles trocam socos muito pesados que rachavam aqueles prédios estremamente lisos e curvados de picos cônicos, no meio do escuro da noite iluminado por neon, e quando os soldados os alcançavam, mesmo com disparos de plasma, atingiam muito pouco os dois, que Sahlich soca Bosart pro alto e, o agarrando pela cauda, o gira e, usando-o como bastão, batia neles com muita força e os jogava pra longe, e eram interrompidos por uma tempestade de Amélie, separados por uma enorme árvore criada por Aba, que deixa Sahlich no chão enquanto Bosart era levantado para o alto, mas Sahlich com um soco de seus braços superiores parte a árvore, e em seguida enfrenta o robô metamorfo de Elise, que estava na forma de um ogro-das-naves fiteriano.

> ???; Multiverso.
 Tifanny 255-CFa tentava ferir Pyrman com sua força elevada, mas Pyrman voava no meio do vazio entre os universos, e eles até mesmo trombavam nas barreiras interuniversais, enquanto Pyrman consegue distância pra emitir seus raios de fogo, ou criava essa distância cortando caminho com seus portais, ou se teleportando em forma de fogo, Tifanny 255-CFa se irritava, até que uma corrente de energia pyr se formava ao redor de Tifanny, e a prendia com muita força. Pyrwoman 63-CD, Pyrwoman DG89, Cryoboy P-80, Cryogirl 44-63 e Freshman uniram forças pra salvar sua versão líder antes que ele fosse pego pelo mesmo destino cruel, e a puxam com aquela corrente para mais próximos dela.
 Chamas, gelo e eletricidade eram emitidos, ao ponto de desintegrarem o corpo de Tifanny em uma tempestade elementar, enquanto Pyrman 255-P, cansado, desmaiava no vazio, e o grupo o leva pra Cidade Pyr. Tifanny 255-CFa ainda estava viva, só teve seu corpo destruído e demorou pra se regenerar, ela podia voltar a qualquer momento desde que ainda houvesse algo sobre ela no presente, já que, mesmo seu corpo não existindo mais no futuro, uma versão sua no passado, que parecia estar espiritual e temporalmente separada, precisava estar viva pra sua existência continuar.
 As duas Tifanny e a Otasha tiveram contato com a equipe Xiomana e, sabendo que aquela versão, assim como a 255-Pe, surgiu do futuro, ela poderia ser apagada da existência se a sua versão de agora for eliminada, e por isso, enquanto as outras Rainhas da Corrida ficam no universo 255-P para ajudar na defesa da galáxia Xioma enquanto a mesma conclui sua diplomacia com Andrômeda, Mônica Sobrinha aceita ir com Tifanny 255-P e 255-Pe para o universo de origem, que visitando a Cidade Pyr, que esteve investigando as versões alternativas da Tifanny, é revelado pro grupo ser o 255-CF.
 A nave chegava à toda velocidade para aquele universo, mas quando Tifanny 255-CFa se manifesta pra impedir elas, Mônica Sobrinha se teleporta pra fora da nave, e elas se enfrentavam, e elas chegam ao universo 255-CF.

> Galáxia Xioma.
 Naej, Rosa, Citiu-ûlo e Aria vão para a galáxia de Xioma, onde eles descobrem o que está acontecendo no planeta Saigatz, onde Bosart e Sahlich ainda lutavam entre si, enquanto lutavam contra as tropas Xiomanas.
Naej: Ok, o chefão final não vai ser nosso, mas tem esses caras aqui.
Aria: Conhece eles?
Naej: Eles têm muita energia negativa, claro que devem ser eles.
Rosa: Eles também tão destruindo muita coisa.
Citiu-ûlo: Certo, então hora de flambar as ameaças!

Continua>>>

23/05/24

Projeto Dream, episódio 313

[Antes de tudo um aviso: Esse capítulo não tem muita ligação com o que teve de costume, porque tô testando umas aventuras totalmente novas, no máximo interligadas com o que já defini, ]

> 09/01/2272; Velha Topeka, Kansas; Universos 210-P e 255-P
 Muramasa contou muito pouco sobre as outras equipes do ocidente, as dando mais autonomia e dando mais prioridade à equipe de Las Vegas porque, mesmo tendo integrantes há muito mais tempo incluídos na equipe, ainda faltava naquele tempo experiência e recursos pra ampará-los e torná-los poderosos o suficiente pra uma autossuficiência, usando como meio arriscado de trazer essa experiência antigamente o ato de enfrentar os exércitos de Amon quando o Muramsa original ainda estava em guerra com ele, mas o Muramasa original morreu antes de poder reunir todas as equipes no construto ocidental completo, algo que o Muramasa FFF5 ainda irá fazer futuramente.
 Dominique foi por um tempo uma líder das equipes do Kansas e com algumas alianças em Oklahoma, e ela acionou pra poder enfrentar a Maçã Verde que estava chegando à tal cidade. Esses seres meio répteis podem ser só um pouco mais fortes que a média sozinhos, mas em conjunto podem bater de frente com exércitos de pequenas nações, seja por somarem sua força ou por terem um arsenal anormal, e unidades como aquelas em Deming não tiveram tanta chance porque eram só três e bem despreparados, mas a concentração que está tendo hoje irá precisar de, além de seres como o Hathomas e a própria Dominique, os seguintes:

 Walter Grayson, um piscêtropo com escamas alaranjadas e apêndices finos azuis com um padrão como o de um dragão-marinho, suas pernas têm escamas com uma separação grosseira entre a camada mais fina e fraca de pele e a camada mais grossa e firme logo na região dos pés, com os dedos juntos entre as membranas. Ele foi um guarda comum na Atlântida e foi exilado de seu distrito por usar magia marinha incorretamente e causar uma inundação em plena zona seca, um tipo de campo importante para a plantação de vegetais mais comuns e a abrigação de seres que não podem respirar na água, Muramasa o contratou como uma oferta de reabilitação, o que o fez se sentir muito grato em ver uma civilização nova e poder lutar pra não causar os mesmos erros de antes.
 Luisa Mountainbreak antes era uma membra da Ordem das Damas de Ferro, entregue à igreja responsável por Muramasa pra que tivesse uma vida boa e ao mesmo tempo uma boa qualificação física, mas o que Muramasa não contou ao padre líder dessa equipe é que ela era secretamente uma mulher modificada de um laboratório ilegal na Somália, e descobriram melhor sua super força e resistência quando ela caiu do topo da igreja enquanto tocava o sino da mesma, e as suas irmãs adotivas, mesmo preocupadas e avisando ao padre usando o próprio sinal do sino como um alerta, ficaram aliviadas na época da situação ao saber que ela sobreviveu, e depois desse acidente, Muramasa retornou à base e, como retratação, resolveu a levar para uma equipe nova, e então ela combina os seus atributos concebidos pelas modificações genéticas com o Mountainbreak, uma magia sísmica que ela desenvolveu durante a infância.
 Mei Wong era até então uma das mais fortes antes de afiliarem a Luisa, capaz de, além de dominar o Chi e ser a mentora de Dominique, também ter uma tatuagem de dragão que a liga a uma dimensão de Jade muito poderosa, aumentando a energia que ela já podia controlar com a força de seu metabolismo. Ela também é experiente com artes ninja e usava muito o Chi pra poder ficar invisível, alterando a luz pra que ela a atravessasse ou fosse refratada em sua pele.
 Os quatro e mais alguns enfrentaram os membros normalmente, claro que primeiro tinha um certo reconhecimento, levando uma hora para descobrir onde a máfia da Maçã Verde estava escondida no meio de reptilianos normais, facilitado tanto pelo acesso ao Fênix A pra poder reconhecer as fichas criminais de quem estava localizado na cidade, unindo a informática policial com a cooperação dessa equipe de heróis do Kansas, assim, eles seguem pro combate a essa ameaça.

> espaço sideral; Universo 255-P
 Na vila de Tujiwa do planeta prateado, Lykos esteve um tempo junto com algumas sacerdotisas Kiruceias, ele participava dos mesmos trabalhos de sempre, seja nas fazendas e cozinhas com sua tão extensa e feminina família, ou juntando cerimônias com os seus mestres tão carinhosos para os fiéis de algumas deusas, mas a cada dez dias ele visitava as tais madames que administravam a segurança temporal em Chevrilloth, evitando ou corrigindo paradoxos temporais, usando os anéis do tempo como arma para patrulhas comuns, e também às vezes visitando o futuro a partir de uma câmara secreta que elas visitavam no meio dos templos de pedra da Quinta Deusa, a Senhora dos Sábios, do Plano Abstrato e dos Caminhos Espirituais, pra poderem consultar o futuro pessoalmente.
 Lykos chegou a visitar futuros de cerca de 1 mês, 3 meses e um mais distante que foi de um ano, sendo o de um ano o mais perigoso porque tinha sinais de uma guerra terrível, ao ponto deles verem suas próprias versões futuras falecendo, tanto que o Lykos concordou com aquelas Kiruceias que precisavam alertar aquela que mais tem contato com o planeta prateado no Concelho Galáctico.
Kiruceia 1: Isso foi muito estranho, aquela energia não parece qualquer uma que vimos nessa galáxia.
Kiruceia 2: Talvez a mestra 07 saiba.
Lykos: Espera, 0 7? Quem é essa? Uma entidade secreta que não posso saber? Isso vocês não me falaram, quero saber!
Kiruceia 3: Calma, fofucho, isso é um assunto um tanto mais específico que o que já mostramos.
Lykos: Mais do que a tal ordem temporal que vocês falaram?
Kiruceia 2: Sim, isso mesmo.
Kiruceia 1: E bem, 07 não é uma entidade, é uma mestra de outro planeta e que abrimos contato em caso extremo.
Lykos: ... É a primeira vez que as senhoritas me deram medo!
Kiruceia 3: Vocês vão comunicar com a 07, eu e o Lykos vamos visitar o templo da Sétima Deusa.
Lykos: Certo, talvez eu veja o Senhor Ancio no caminho.
 Enquanto isso, Tifanny 255-CFa passa entre alguns cantos do universo 255-P à procura de mais aliados, logo após trazer Matius em segurança e ter sua primeira missão com um resultado empatado, não tão bom nem tão ruim, e então, unindo forças, ela visitou a fera serpentina de Pahapayar, Bosart, e o mangusto implacável, Sahlich, interrompendo a luta que eles voltaram a travar se manifestando para eles.
 Um dia tão claro com os dois sóis de seu sistema se tornou a noite mais escura do planeta, assustando os dois, e eles então se submetiam à Tifanny e a escutavam.
Sahlich: Isso... Isso tá bem mais forte que a face de Poora.
Bosart: Você acha isso ruim? A última vez que meu coração quase parou por uma emoção tão forte foi em uma de nossas lutas, mas isso aqui, quase me parou de medo...
Sahlich: Diga, entidade de figura símia de múltiplas cores, o que veio fazer aqui?
Tifanny 255-CFa: Preciso de vocês, mas isso tá muito além da força física, então eu darei uma ajuda a vocês.
 No planeta Batatt, estava tendo uma temporada de invasão de Sarvex, um tipo de criaturas similares a morcegos gigantes sugadores de sangue, conhecidos antes por invadirem as pecuárias batattianas e depois porque devoravam animais de estimação, cobaias de laboratório e mais animais da pecuária, o que levava os batattianos a se armarem pra caçar as tais criaturas, quase ao nível de um esporte, e aproveitando a oportunidade, Dr. Frank resolveu divulgar pop-ups sobre essa temporada de caça quase que como uma atração, o que leva Mapsí e Rui Car a visitarem esse planeta pela curiosidade do que seriam esses bichos chamados de Sarvex.
 Chegando a Batatt, Rui Car quase foi atacado por uma ninhada de 18 Sarvex de uma só vez, eram realmente parecidos com morcegos-vampiros, mas eram do tamanho de grandes cães e tentavam morder Rui Car furiosamente, enquanto o mesmo, furioso e determinado a contra atacar, acaba com todos eles e até devora o 17º que conseguiu abater, enquanto o 18º era ignorado e, assustado com aquela fúria assassina, fugia. Com o gosto daquela criatura, ele aprende a rastrear os Sarvex tão bem que beirava uma ligação telepática, mas era apenas ele se familiarizando ainda mais com o cheiro e imagem daqueles seres.
Rui Car: Carne muito suja, os pelos deles são muito crespos, e eles fedem muito, uma pena eles parecerem criaturas fofas, mas serem tão inconvenientes que há uma propaganda pra exterminá-los, mas eu enfrentei poucas coisas que me desafiaram por serem tão numerosos. EU DECLARO GUERRA AOS SARVEX!
 Mapsí foi mais simples, viajando com um portal e, sabendo que eram criaturas meio morcegos, ele tanto atingia a cabeça daqueles seres com feixes de energia, raios elétricos que ele conjurava controlando as nuvens ou jatos de água condensada e pressurizada, ou tinham seus corações explodidos pela magia própria de Mapsí, que ele usou muito pouco por ter proporcionalmente poucos inimigos anteriores que fossem perigosos ao ponto do M. Karo'onia precisar usar isso.
Mapsí: Então não era apenas um boato, aqui em Batatt eles são como gafanhotos diabólicos! Mas será que vai ter uma recompensa por eu vir participar?
 Horas e horas deles caçando em paralelo com os próprios sapiens de Batatt combatendo a propagação da praga dos Sarvex, e quando eles menos esperavam, a tarde nem terminou, e não havia nenhuma daquelas pequenas criaturas, por mais que mais caçadores tenham vindo caçar Sarvex, nem todos tinham a mesma durabilidade pra sobreviverem aos enxames, ou alguma vantagem de caça que os fizesse caçar tão bem quando os primeiros recém-chegados, o Frank foi certeiro em saber que ia ter seres tão avançados no combate quanto Batatt era nas ciências da vida, o Rui Car chegou perfeitamente em seguida de ter terminado o jantar em família com seus parentes e os de sua esposa, e Mapsí viu os pop-ups enquanto lia notícias em um celular, que esteve recarregando usando uma magia elétrica de baixo nível.
 Mesmo raro no planeta prateado, não era impossível ou absurdo pra eles, que podiam usar os celulares pra gravarem vídeos e tirarem fotos, fazerem ligações ou trocarem mensagens de texto à distância, funcionando globalmente, compensando para aqueles com pouca habilidade telepática, ou economizando o uso inconveniente dela, ou tendo acesso a sites de pesquisas e notícias interestelares, enquanto redes sociais não são usadas por eles.

> Velha Topeka, Kansas.
 Mei Wong, Walter e Luisa conseguiu enfrentar os homens-lagarto da Maçã Verde fisicamente, a máfia até tentou conversar, mas a equipe dos heróis recusou as propostas depois das investigações, e no meio dessa luta, os soldados foram enviados pra deter os heróis e resolver isso à força, mas não foi nada eficiente.
 Mei era forte e, usando o Chi, podia tanto fazer aqueles golpes pesados serem amortecidos, sem energia cinética, quanto virar esses golpes contra os próprios inimigos, além de usar o Chi da água pra, sugando ou evaporando a água de seus inimigos, matá-los os secando, e só um que ela usou toda a água que absorveu e injetou em um dos inimigos, o causando uma overdose de água que inchou seus órgãos. Luisa lutava normalmente, capaz de rachar as escamas deles com seus socos, e sua pele à prova de balas amortecia o pouco que a atingia, e usando o Mountainbreak, ela conseguiu soterrar alguns deles de longe.
 Já Walter levou muita desvantagem, já que mesmo mais forte que até alguns atletas, seu poder mais legítimo vem de sua magia, e mesmo tendo seus braços arrancados por golpes de garras do maior soldado, Mikael Draco, ele usa de última hora um jato de água, expelido de sua boca com uma concentração energética, que pôde finalmente atravessar a pele que parecia ser mais resistente que a de Luisa. Depois daquilo, Walter usa uma magia de cura, absorvendo energia e sangue que sobravam de alguns dos reptilianos espalhados na rua e, embora saíssem verdes, ele agora tinha braços novos e mais fortes.
Luisa: Essa habilidade, você já tinha?
Walter: Por incrível que pareça sim, mas nunca fui, sabe... ferido a esse nível.
Luisa: Eu não arriscaria precisar disso.
Walter: Wong, onde mais tem esses caras?
Mei W: Eles tentaram fugir, mas dá pra sentir a aura deles a alguns quilômetros, eles tão indo a uma... delegacia? Espera um pouco.
 Mei Wong se concentra um pouco, ela consegue sentir a matéria ao redor como uma extensão do seu tato pelo Chi, mas depois começa a sentir a mesma energia vital, no formato daqueles que ela viu antes, e percebe que pelo menos dois deles aparentam estar próximos de um delegado na delegacia de Velha Topeka, mas ao mesmo tempo, uma aura bem mais forte, mas familiar, se aproximava, e ela afirma pros outros dois.
Mei W: São só dois, mas consigo sentir eles um pouco mais longe, existe um bar na Vila de Quebra mais ao sul, onde também tô reconhecendo reptilianos em uma quantidade maior do que o normal, mas antes de irmos pra lá, preciso tirar uma certeza.
 Mei Wong também é conhecida por ter vários contatos ao redor dos Novos Estados Unidos, incluindo números de policiais dos estados de Oklahoma, Kansas e Texas, e ligando pra delegacia local, algo mais rápido, ela descobre que os reptilianos eram apenas civis que estavam assustados com aquela guerra entre os heróis e os soldados da Maçã Verde, avisando a delegacia pra fazerem alguma coisa, e uma "terceira pessoa" que também estava lá era o Hathomas, que assim como Mei, sentiu uma energia estranha e foi averiguar.
Mei W: Oh... Por essa nem o leitor esperava, mas bom, ainda bem que te chamei antes de interferir, tinha medo de fazer um acidente tipo piada de super-herói ignorante.
Delegado de VT (na ligação): Tudo bem, e... peraí, oh Dona Sylvania, acho que já tão resolvendo, cês tão dispensados, Hathomas, vem comigo.
Mei W: Ah, já que acabou... Até mais. Ei gente, vamos pra Vila de Quebra.

> Universo 210-P.
 Nesse universo o Malcom B. Rogers visitou Velha Topeka porque sabia que Dominique seguiu trabalhando ainda lá, e queria mostrar o que ele ganhou em Deming, porém, mesmo chegando de trem-bala pra essa cidade, ele não sabia pra onde ir, e acabava se perdendo, no meio do caminho ele andou a pé entre os quarteirões daquela cidade um pouco mais quente que a média devido à pouca quantidade de árvores e chuva nesses últimos anos, embora ainda não beirasse um deserto e se pareça bem moderno, com as instalações, como lojas, restaurantes e postos, de paredes firmes, secas e brancas, com poucas listras de cores que combinavam com os seus letreiros ou vidros, que eram a parte colorida das construções, e em uma cafeteria normal, ele toma um café bem ruim, excessivamente amargo, sem açúcar e servido num copo de papel bem duro, mas que pelo menos estava a uma temperatura ideal, quente o suficiente pra compensar o gosto do café em vez de arder na língua a cada gole, e uma rosquinha bem borrachuda, não era dura ao ponto de virar pó com as mordidas, mas ainda assim ela se esticava antes de ser rasgada por elas.
 Seguindo mais ao centro, ele é abordado por Luisa, que esteve além de protegendo localmente o centro de VT também entretendo alunos de uma escola em excursão, mostrando habilidades de pintura, criando com pincéis e tintas, e quando ela termina e mostra, era um retrato simples e em estilo pós-impressionista dos próprios alunos, que ela fez em 32 minutos e 44 segundos, enquanto a Luisa e o professor de história conversavam sobre o prazer das vitórias menores, e quando Luisa mostrou a pintura aos alunos, ela diz.
Luisa: Viram, crianças? Os avanços da tecnologia não devem reprimir o desenvolvimento pessoal de um ser orgânico, assim como não necessariamente irá eliminar os trabalhos artísticos, ainda mais considerando que o que os robôs aprendem a desenhar se baseia tanto no que humanos já fizeram.
Professor: Ah, muito bem, Senhorita Mountainbreak, o que acham?
 Poucos alunos respondem, embora falando opiniões positivas, mas os alunos aplaudiam, era bem raro ver artistas manuais nesses tempos mais recentes, ainda mais na Terra, o que pra eles parecia uma conquista, ainda mais considerando que era também uma super-heroína bem forte e comprometida com seu emprego. Quando ela vira pra trás, ela vê Malcom que estava olhando pro grupo ainda confuso.
Luisa: É... Há quanto tempo tava vendo a gente?
Malcom: Cheguei agora, vocês sabem onde fica uma advogada chamada...
Luisa: A Dominique tá muito ocupada, mas se quiser me seguir, irei visitar o tribunal logo.
Malcom: Eu vou com você.
Luisa: E o que é isso nas suas costas? Parece de Rubimanto.
Malcom: Eu explico depois, mas tem a ver com ela.
 Chegando lá, e os dois seguindo um rumo separado do grupo do professor com os pequenos alunos, eles vão a, próximo do tribunal, uma secretaria onde Dominique terminou de cuidar dos documentos e, esperando o tempo passar, via vídeos de gatinhos fazendo coisas fofas ou sendo dublados com falas aleatórias e engraçadas de dubladores americanos falecidos, reconstruídos por inteligência artificial, enquanto tomava um suco de laranja natural.
Malcom: Oi, Domin.
Dominique: Malcom? Por que veio aqui?
Malcom: Queria mostrar algo legal que me deram, prometi cuidar bem desse escudo.
Dominique: Espera, é o Escudo da Liberdade verdadeiro ou você comprou num evento de anime?
Malcom: Isso tava pesando pra caramba nas minhas costas, claro que é verdadeiro!
Dominique: Nossa! Eu tenho que chamar o pessoal pra ver isso.
 Chamando o grupo, o mesmo acaba julgando Malcom.
Mei W: Mas que piada um garoto como você tar carregando uma das armas mais fortes das tropas do Muramasa, mesmo não parecendo ter trabalhado nem como um mercenário de quinta.
Walter: Além disso, andar por aí com um escudo desses é como aquele indiano com camisa de ouro, poderiam fazer o pior com você por uma coisa dessas.
Malcom: E tentaram mesmo, uns caras de lagarto tentaram me capturar com esse escudo, mas fui mais forte que eles e acabei com todos.
Walter: Espera aí, mas como?
Luisa: Já sei o por quê, carregar 5 quilos de Rubimanto nas costas já não deve ser brincadeira, haha!
Malcom: Espera, isso aqui tem 5 quilos!? Pensei que tinha, tipo, 45!
Mei W: É Rubimanto, seu animal! Por que você achava que era valioso?
Malcom: Sei lá, porque era a arma do cara mais foda do grupo de vocês?
 Mei Wong, desconfiando que o Malcom só fosse inexperiente com o assunto, o leva pra uma sala mais fechada pra conversarem juntos, e descobrem que a Bella Parker o consentiu esse escudo, o que a surpreende com a situação, e que o Malcom realmente estudou sobre a história do Capitão Mauer, portador original, que além do escudo, tinha asas bem grandes como as de um anjo, penosas, brancas e bem macias, e sua experiência de guerra vem desde o século XXII, na Última Grande Guerra, em que ele lutou furiosamente contra tropas inimigas e, depois da guerra, Muramasa o contratou pra sua equipe, sendo por um tempo seu braço direito na equipe ocidental, até ter sido morto por Tasflan, e as equipes terrestres não sabem, mas até hoje Tasflan é um dos poucos monstros de Amon que Muramasa morreu antes de perdoar, e mesmo se tivesse a oportunidade, Tasflan não iria conseguir reconhecer o perdão, já que está há eras sem uma mente racional, um castigo por sua arrogância, e que Amon não absolveu, e que não sabem o que aconteceria se essa absolvição acontecesse.

[Aproveitando que ultimamente o grupo da Luna Pleine não tá tendo aventuras com muita ação e porrada, vou testar algo mais diferente e parecido com um romance ou comédia comum]
> Lille, França; Universo 255-P
 Luna Ártemis estava curiosa por uma festa que Luna Pleine irá com suas colegas, e implorou pra poder ir junto, o que Pleine, bem humorada, aceitou, e em homenagem à Pleine, a Ártemis escolhe um vestido violeta bem simples e macio que ela não usava desde a sua formatura, e juntas, as primas vão para a festa La Pointe du Sel, uma festa anual que está tendo em uma praia em uma região litoral de Lille, um casarão bem grande, com bela vista da praia.
 O vinho era ótimo e tinha também baquetes e queijos frescos, a iluminação era em partes bem alaranjada com uns tons em amarelo, em contraste ao céu bem azul, com brilhos brancos que se pareciam uma cauda da Via Láctea, vindos de uma manifestação de poderes mágicos de um dragão próximo no mar, os móveis como cadeiras e mesas são brancas e feitas de um plástico bem firme, cobertas em toalhas coloridas, e tinha várias mulheres na festa, incluindo Barbara Rosa.
L. Pleine: Oh, Barbara...
Barbara: Você ficou tão elegante com esse seu cabelo novo.
L. Pleine: Deixei crescer pra ficar mais parecido com o de uma irmã.
Barbara: Oh... E o tom vermelho? Tá tão picante numa madame como você~
L. Pleine: Também tô tentando variar.
Barbara: Só não combinou com essa Femmesuit.
L. Pleine: Já é meu símbolo, amor~ Talvez combine mais com aquele vestido arco-íris, só acho.
Barbara: Você ainda tem aquele grande e grosso cabo?
L. Ártemis: Hã?
 Luna Ártemis estranhava aquela frase e pensava coisas que ela não esperava que pensaria, mas quando ela menos espera, Luna Pleine saca de sua bolsa customizada, com sua coloração branca e degradê para um rosa avermelhado, e ela tirava dali alguns cabos azuis, que eles irão usar pra conectar a internet ao cinema particular que tem na casa da festa, e ao saber que tinha um assunto sobre cinema, ela fica curiosa e resolve participar do assunto.
L. Ártemis: Cinema? O que tem pra assistir?
Barbara: Pleine, a senhorita lembra?
L. Pleine: O Monsieur Kaminski prometeu que o filme de hoje é um tal de Nos Passos da Senhora, mas pela sinopse ele prometeu que ia ser maravilhoso.
L. Ártemis: Quero assistir!
L. Pleine: Ah, o Kaminski só deu convide pra mim e pra Barbara, e...
Barbara: Sabe, Petit Luna, a gente já viu tantos filmes nesse evento, pode ser uma bela experiência pra sua prima.
L. Pleine: Bem, até, mas não acho que é do tipo dela.
L. Ártemis: Eu amo filmes representativos! Eu amo espaço pra negros, mulheres, neurodivergentes, gays e mulheres como você participando em historinhas populares! Ahahahaha!
Barbara: Hmmm... Ei, Luna, vou deixar você ver o filme com ela no meu lugar, só pra ver se ela gosta da ideia, mas olha, garota...
L. Ártemis: Ah, eu também sou uma Luna, é um título.
Barbara: Certo, mas... lembre-se, o filme de hoje tem CINCO HORAS! Você talvez não aguenta ver tudo isso, e ah, não vai ter como usar celulares.
L. Ártemis: Eu nem trouxe o meu mesmo, tô tentando evitar um vício nele depois do que já passei, e... isso me dá memórias estranhas.
Barbara: Certo, boa sorte, garotas.
 Barba e Pleine começam fazendo um toca-aqui comum, batendo a palma direita uma na da outra, depois batem de volta, com a mão voltando e batendo o dorso, e na terceira batida, de novo palma com palma, elas formam um pássaro com as mãos delas juntas, e simulam que o pássaro de mãos está voando, esse era um cumprimento que Pleine improvisou com suas amigas, e Luna Ártemis ficava impressionada com aquilo, mas Pleine não perde tempo e a leva pro cinema particular no porão do casarão, com o Senhor Kaminski, um homem de roupas brancas bem grandes, brancas e simples, humano de pele clara e cabelos bem brancos, com uma barba curta da mesma cor, e olhos castanhos, ele convidava Pleine, Barbara e, quando têm interesse, outras pessoas para ver filmes chiques, e quando foram ver o filme Nos Passos da Senhora (Potężna Pani W Konfrontacji Z Potężnymi Ludźmi no idioma original), a situação era a seguinte.
 O filme é bem monótono, com várias cenas que focam em zooms focanod nos pés da protagonista caminhando, ou panorâmicas quando tem a personagem encarando o ambiente, ou investigando em sua missão, cenas de diálogos com ângulos muito retos direcionados aos personagens. Luna Ártemis estava concentrada achando que essas cenas longas iam terminar com algum tipo de clímax que ia intensificar as cenas, como algo pesado demorando pra dar um golpe forte, mas em forma da emoção de ver o filme, mas isso não acontecia, e Ártemis até pergunta pra Pleine o que estava acontecendo.
L. Ártemis: Peraí, essa é a protagonista trans? Achei até que a voz grossa dela fosse de nicotina.
Kaminski: Ártemis, por que você fala isso logo na frente de sua prima que...
L. Pleine: Não use isso como desculpa, você sempre me ouviu com uma voz bem fina e... admito, demorou pra caramba aprender a fazer isso.
L. Ártemis: E... 5 horas, eu achava que esse filme ia ter muita jornada, ou sei lá, a investigação tinha detalhe por detalhe, mas teve 10 minutos da Karolinka conversando com um padeiro.
L. Pleine: É, e não entendi por que os tais 'homens brancos e ricos' do filme são do mal aqui.
Kaminski: Ah, é que vocês não estão entendendo a real complexidade de uma obra cinematográfica polonesa.
L. Ártemis: Pra mim é algo politicamente incorreto criarem um filme tão chato com uma premissa tão... que ficaria melhor num filme-pipoca.
L. Pleine: Quer saber, Monsieur Kaminski, a Ártemis tem razão, os filmes que a gente assistiu eram mais curtos e igualmente militantes, mas algo que eles fizeram melhor é bem simples, eles divertiam.
Kaminski: Mas, Luna Pleine, como pode dizer isso? A Karolinka é uma personagem poderosa, mágica e determinada e enfrentar os homens maus à altura.
L. Pleine: Como? Conversando com um padeiro por 10 minutos não mostra que ela tá tão comprometida, olha, faz uns 8 minutos antes dessa discussão começar e ela ainda tá caminhando! Olha, Kaminski, sendo sincera, mesmo quando tem esses filmes com mais foco em mensagens, ou em sentimentos mais profundos, algo novo a ensinar, até alguma experiência diferente, algo universal que deixa um filme no mínimo interessante pra ter um público... É que eles entretêm quem tá assistindo, e 10 minutos conversando, e 8 minutos andando dum ponto A a um ponto B não parece um filme, parece que tô stalkeando ela.
Kaminski: O que isso quer dizer?
L. Pleine: A questão é bem simples, Kaminski, não adianta a ideia ser boa, a história ser complexa ou a intenção ser extrair alguma coisa do público, se o filme é chato.
Kaminski: Já que é assim... vamos tentar de novo com um filme mais simples.
L. Ártemis: Pleine, tô me sentindo meio azarada hoje.
L. Pleine: Ah, tá tudo bem, você já teve dias piores, talvez anos piores.
Kaminski: Vou distribuir o Fondue, tá bem perto da hora.
[Pode soar meio estranho e específico o assunto que relacionei a uma história com as Luna, isso porque é em partes assim mesmo, também foi libertador usar essas personagens pra expressar sobre filmes excessivamente longos, cultura cult e mídias que até tentam usar da representatividade de personagens pras suas histórias mas soa forçado, e usam como desculpa ou defesa acusar quem critica de estarem usando algum crime de ódio mesmo que eles só estejam criticando a qualidade dessas apresentações, esse aviso é necessário porque, mesmo com o texto óbvio, há chances de más interpretações, mas depois daqui o assunto dos arcos fica mais parecido com o de costume]

> Tombstaff, Arizona; Universos 210-P e 255-P.
 Formaxam Jones, ainda um grande líder da Boca Doce, começou a ter um hobby de criar aves de rapina de diferentes tipos em sua casa, eram três falcões de diferentes espécies: Eram um peregrino chamado Venti, um sacre chamado Granitus, e uma de galápagos chamada Aqua, ele cuidou muito bem e, curiosamente, quando Lazúhti foi visitar Formaxam, e viu aqueles pássaros agora morando com aquele homem, questionou.
Lazúhti: TaRde, senhoR Formaxam, ouvi que seus colegas estão ficando inconvenientes na comunidade e... Espera aí, o que esses passarin' tão fazendo aqui?
Formaxam: É meio difícil explicar, mas depois daquele contato com as Luna, mesmo fazendo uns anos, começou a pesar na consciência recentemente, e eu comecei a ter meus próprios pássaros caçadores como animais de estimação.
Lazúhti: Peso na consciência? Luna? O que isso tem a veR?
Formaxam: Eu matei um passarinho de uma delas, e como forma de me redimir, comecei a criar uns e aprender como cuidar deles, algum dia, eles vão conhecer a Luna que cuidava deles.
 Formaxam inclusive coloca pequenas cartas em um tipo de bolsa nas costas de cada um daqueles falcões, e eles voam pra lugares que eles já estão treinados a viajarem, ainda no alcance de Tombstaff, já que Formaxam não os ensinou a voarem tão longe.
Formaxam: Eles vão cuidar do assunto. Você já parou pra pensar o quão difícil é pra um pássaro aprender a voar?
Lahzúti: Nunca parei pra pensaR nesse detalhe, mas poR que a peRgunta?
Formaxam: Normalmente animais não racionais já aprendem habilidades básicas como andar, pular, correr ou se esconder, só aprendendo a caçar e lutar quando ficam adultos, mas isso não ocorre com passarinhos, tem uns que conseguem pelo menos andar e pular mas são fraquinhos, e outros que ficam presos no ninho até amadurecer, e a parte mais difícil, quando eles têm chance, é a deles aprenderem a voar, precisam pular, cair e tentar de novo até conseguir jeito pra voar.
Lahzúti: Faz sentido, senhoR Formaxam, mas e aí, será que esses falcões vão te ajudar com essa sua equipe?
Formaxam: Já ajudaram até que bem, sabe quando caiu a energia há três dias? Só consegui trocar informações a um alcance tão grande por causa deles.
Lahzúti: Isso é interessante, mas... agora sobre o imposto dos seus terrenos.
Formaxam: Faltam só três dias, e o dinheiro do pagamento já chegou, me veja lá na base da Safíya.
Lahzúti: CeRto!

> Galáxia Xioma.
 Pyrman, Tifanny 255-P, 255-Pe e Otasha finalmente se encontraram, mas algo estava prestes a interrompê-los de terminar a palestra em Xioma que estava tanto concluindo como eles iriam prevenir essa guerra intergaláctica pacificamente, inclusive tendo uma das maiores repórters passajanas, Bee-Tuhka, anotando essa palestra e enviando em forma de sinais Hyper para Andrômeda. Palestra essa é interrompida por Tifanny 255-CFa.
Tifanny 255-Pe: Então o Senhor Pyrman tava certo?
Pyrman: Será que é mesmo uma versão sua e da nossa Tifanny? Espera, vocês são tecnicamente a mesma Tifanny de épocas diferentes, mas é que eu cogitei até que fosse uma entidade na sua forma, que nem teve um em forma do Naej.
Tifanny 255-P: Nem me fale, o Naej morreu e ficou morto por muito tempo, até achei que ele não ia voltar, mas sei que mal teve falta, né nem porque aqui ressurreição é comum, mas até reviver ele ninguém leu aquele arco, tô puta com isso!
Tifanny 255-CFa: Vocês são mais mentalmente instáveis do que eu, realmente, mas enfim, Bosart, Sahlich, ataquem!
 Não eram só Bosart e Sahlich, mas 10 dos vampiros de Vórtice estavam juntos, e sua alta velocidade aparentava os dar uma certa vantagem, os batendo com muita força e até quebrando os dentes da Tifanny 255-Pe e arrancando a orelha esquerda de Pyrman, mas as duas Tifanny, além de controlar o gelo ao nível molecular pra desacelerar os vampiros, também a Tifanny 255-P ainda tem eletricidade bolonoura em seus músculos, podendo assim usá-los pra paralisá-los com raios comuns, ou emitir campos magnéticos intensos o suficiente pra colidir com o Vórtice dos vampiros, enquanto Otasha usava uma armadura de energia pyr e começa a tomar iniciativa.
Otasha: Não se preocupem! A bateria central dessa armadura tá completamente atualizada e a carcaça está enxuta e compacta!
 Otasha chega lançando do peitoral da armadura um raio de energia pyr, emitida a uma velocidade tão alta que, além de partir o novo vampiro de Vórtice ao meio, logo antes até mesmo das Tifanny conseguirem congelá-lo, também cristalizava junto com o sangue do vampiro, que diferente dos vampiros comuns de Poora, era um sangue bem vermelho, e na cristalização, tinha um brilho rosado, Tifanny 255-CFa ficava em choque, mas a cada vez que ela ia perdendo suas tropas, ela revertia o tempo, e tentava de um jeito diferente, e mesmo quando começava a dar certo, eles se adaptavam à estratégia nova e, inconscientes de se havia uma alteração no tempo, ainda ganhavam, e então, ela age mais rápido, e mata o Pyrman, o golpeando com força na cabeça e não dando tempo do grupo sentir um certo pânico, enquanto ela continua o ataque usando o Antitempo, cria um campo antigravidade que empurra as Tifanny e a Otasha pra longe, mas quando elas estavam prestes a morrer, sejam as Tifanny pela gravidade das feridas, ou quando Bosart ia morder e envenenar a Otasha...
Tifanny 255-CFa: Esperem, há algo de errado ao redor, se preparem.
Bosart: Certo, mestra!
 Bosart morde no pescoço e envenena Otasha, a matando preventivamente, e a deixa no chão com sua armadura destruída, as Tifanny 255-P e 255-Pe estavam estiradas no chão e agonizando, mas uma aurora boreal de cores vermelha, laranja e dourada brilhavam no céu, assim como cantos de pássaros ecoavam e as paredes da instalação tremiam, e mesmo alguns sendo feridos ou mortos no processo, os civis que puderam escapar, incluindo Bee-Tuhka, puderam avisar as autoridades, que mesmo os policiais comuns sendo insuficientes para essa ameaça, darão uma vantagem numérica para o que há por vir.

Continua>>>