Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

22/03/20

Projeto Dream, T3E04-Massacre entre duas Terras

Data: 13/05/2254. Localização: Esparta, Grécia.
 Nas ruínas de Esparta, na Grécia, alguns heróis que ainda trabalham estão investigando o que resto da Organização do Caos. E entre esses heróis estão:
 Lisandro: O mesmo do episódio 65, porém com seu cabelo mais comprido e um óculos escuros.
 Ultra: A mesma do episódio 62, porém com uma mochila a jato e a viseira de seu capacete fechada.

  •  Carloy "Cake" Kennedy: Um eugenético meio Iller, com chifres de iaque, pele caucasiana, cabelos longos e volumosos, vários pelos em seu corpo e usando uma regata, calças e sapatos brancos, e com o desenho de um bolo na frente de sua regata.
  •  Pietro Allen: Um Dermurer europeu meio safiro, com pele azul bebê, escamas azuis turquesa em seu rosto, como se fossem sardas, e com um traje azul ciano que cobre todo seu corpo, menos seu rosto e suas mãos, com um desenho de um relógio em seu peito, e com um capacete de motociclista também azul marinho.
  •  Sônia Skoll: Uma humana normal com cabelos longos e loiros, pele bem clara, sardas, lábios pintados de rosa bebê, um maiô amarelo de manga comprida, com um desenho de um sol, meias amarelas longas e sapatilhas, ambas amarelas, e um anel guardião amarelo.
  •  Yibei Hailong: O mesmo que já foi apresentado há um tempo antes, embora eu mal tenha usado ele, mas eis ele aqui.
 Esses heróis estavam investigando o que restava da antiga base da Organização do Caos, mas eles percebem que ainda tinha gente ali, e eles estavam usando trajes pretos e armas de fogo pesadas.
Lisandro: Oh, oi, gente! O que estão fazendo aqui-
 E as pessoas ali atiram em Lisandro por reflexo, mas ele reage e derrete as armas com rajadas de fogo.
Lisandro: Eieiei, o que vocês estão fazendo aqui?
Sonia: Parados aí!
 Uma daquelas pessoas tenta falar com eles.
???: Vocês destruíram o nosso lugar de direito quando eram um grupo menor, e agora que vocês são vários grupos grandes eu me recuso a deixar que nos destrua.
 E aquele cara começa a atirar neles com uma de suas armas, que não foi destruída pelo Lisandro, mas Yibei e Cake entram na frente e resistem aos tiros que levavam no lugar, em seguida Cake sopra um ar super frio que o imobiliza, mas depois uma das pessoas tenta os atacar com um bumerangue.
Pietro: Vai ser rápida essa.
 Pietro avança contra o cara do bumerangue e o derruba com um soco bem forte, até que então um desses soldados de traje preto tenta disparar uma rajada de energia de seus olhos, algo que não atingiu Pietro, pois ele acaba de desviar da rajada de energia e contra ataca com mais uma investida.
Lisandro: Muito bem. Eu quero que parem logo.
Um dos soldados: Ei, gente, parem! A gente se rende.
Lisandro: Espero que seja isso, porque eu não quero brigar hoje.
Um dos soldados: Fechado, a gente se rende.
Lisandro: Certo.

Localização: Albuquerque, Novo México.
 Hematon volta a seu laboratório para fazer mais uma experiência com dimensões alternativas no universo, e Pyrman foi lá ajudar, então Hematon chama um grupo de cientistas e um exército para essa pesquisa, e eles entram em uma dimensão nova.
 Passa um longo tempo e eles saíam bem rápido, mas já foi o suficiente para eles conseguirem vários recursos, entre eles Noirytril, Rubimanto e uma erva vermelha chamada Erva de Karmalaira, e isso ajudaria Hematon com vários equipamentos e suplementos/medicamentos.
 E então Hematon guarda as coisas que ele conseguiu em seu laboratório e, assim como Pyrman e os outros trabalhadores, vão embora pra suas respectivas casas.


Data: 14/05/2254.
 Hematon estava em seu laboratório, mais uma vez, e de novo indo abrir um portal pra outro universo, mas ele acaba abrindo um portal enorme, e Pyrman e Fortrex tentam socorrê-lo.
Fortrex: O que aconteceu, Hema!?
Pyrman: Você tá bem?
???1: O plano deu certo!
???2: É. Realmente conseguimos pegar o momento exato.
Pyrman e Fortrex: Hein?
Hematon: Que porra é essa?
???2: Nós iremos atrás daquele homem que exterminou a cidade de Albuquerque e o tão poderoso Demônio Hexa.
Hematon: Espera. Acho que sei quem é. É aquele bicho estranho que pode detonar uma cidade só de falar o nome?
???1: Há, eles sabem do que aconteceu. É essa a Terra de os assassinos vieram. Ataquem ele.
Pyrman: Ei, espere!
 Várias pessoas, um tanto parecidas com umas poucas das que tem na Terra 89, saem do portal e se espalhavam pelo laboratório, enquanto atacavam o mesmo e saíam de lá. Hematon, Pyrman e Fortrex estavam muito confusos, e uma pessoa igual ao Hematon, embora sem roupa, além de um traje azul escuro que só cobria seu pescoço e seus braços, estava agarrando o Hematon original pela gola.
[pequeno aviso pra não se perderem: assim como no episódio 69, as versões originais da Terra 89 serão "pessoa 1" e as alternativas da Terra 3 serão "pessoa 2"]
Hematon 2: Olá~
Hematon 1: Por que vieram atacar a minha Terra!?
Hematon 2: E quem disse que a Terra é sua? A Terra nunca foi dos monstros.
Hematon 1: Bicho, cala a boca. A Terra agora é minha segunda casa, e eu me recuso a deixar que vocês a estraguem só por um acidente que ocorreu na sua.
 Hematon dá um soco em sua versão alternativa, com seu braço esquerdo ficando musculoso e enorme, e depois seu braço volta ao normal e ele pega um comunicador.
Hematon 1: Alô, Indústrias Kameron? Chamem os heróis pra virem em Albuquerque.
Hematon 2: Heróis? Hahá, não vai ser grande coisa. No nosso universo não há muitos heróis na Terra.
Hematon 1: Mas que tosco!
Fortrex: O que está acontecendo?
Hematon 2: Vocês não irão prevalecer sobre nós, nós nos vingare-
 Pyrman dispara uma rajada de fogo na cabeça do Hematon alternativo, mas ele se regenera muito rápido, se transforma num dragão enorme de carne viva e sai dali quebrando o teto.
Hematon 1: Porta pra quê, seu desgraçado!?
Fortrex: Vamos atrás deles.
 E é isso que eles fazem, e vão atrás das pessoas que escaparam da Terra 3, enquanto o portal se fechava sozinho. Lá na cidade de Albuquerque, havia alguns heróis alternativos atacando alguns prédios, lojas e até restaurantes, mas Naej, que estava trabalhando de entregador naquele momento, percebe alguns dos casos e já tenta defender esses lugares contra atacando esses heróis.
Naej: Ei, o que vocês pensam que estão fazendo!?
???: Fica quieto, oh baixinho.
 Naej é imobilizado por umas correntes e algemas feitas de um fogo rosa um tanto familiar, porém sólido.
Naej: Espera, eu conheço isso. Claire? Cadê você?
???: Aqui estou eu.
 A pessoa que estava falando com Naej é realmente parecida com a Claire, porém sem roupas além de uma simples capa com capuz marrom feita de pele, e com uma espécie de aura de fogo rosa, porém ela era só uma versão alternativa da Claire da Terra 89.
Naej: Um momento. Por que você tá sem roupa?
Claire alternativa: E isso importa por acaso?
Naej: Sim, a Claire original usa roupa.
Clare alternativa: Mas eu Sou a origina-
Claire verdadeira: Um momento, sua engraçadinha!
 A Claire original(que está com uma camisa e shorts pretos bem justos e uma touca preta de lã) já pulava bem longe até alcançar Naej, e o leva embora dali e tenta tirar as correntes dele.
Claire verdadeira: Relaxa, petiti, eu te salvo.
Naej: Espera, eu tive uma ideia.
Claire verdadeira: Qual? Por que eles tão chegando!
 Naej cria braços robóticos a partir de seus braços originais e, com sua enorme força, parte as correntes, que se desfazem e viram fogo rosa, e Claire fica sem entender.
Claire 1: O que é esse foguinho aí? Parece com o fogo que eu conjuro.
Naej: Ah, já sei de onde isso é. É daquela sua versão pelada que me atacou.
Claire: Ah, mas que sem vergonha, além de andar sem roupa nesse frio ela tá no meio dos outros destruindo a cidade.
 E então aparece alguém igual ao Pyrman, porém não sendo o real, inclusive sem nenhuma roupa e com seu corpo revestido de chamas.
Pyrman alternativo: Quem são vocês e como ousam destruir Albuquerque!?
 Esse Pyrman alternativo ataca Claire e Naej, Claire fica na frente pra proteger Naej, mas o baixinho protege ela com sua transformação Overlord, e uma simples explosão dos ataques de fogo de Pyrman já ajudou os dois a escaparem, por causa de um dos poderes de Naej de se teleportar.
Pyrman alternativo: Hmm, o que aconteceu? Ah, pouco importa, melhor eu sair daqui antes que eles voltem.
 E aquele Pyrman realmente sai dali. Enquanto isso, John Parker, Neon e Dragondorf também estavam parando os heróis alternativos, mas então chegam Lisandro, Anelisa, Sonia, Semog e um grupo de policiais pra ajudar.
 E Lisandro não estava de brincadeira nenhuma, e parte um desses heróis vindos da Terra 3 ao meio, assustando alguns dos outros, mas grande parte deles não, tanto que um deles até parecia estar confiante contra ele.
???: Há, aquele cara lá nem era grande coisa, eu não estou surpreso.
 Aquele cara é próprio da Terra 3, era um vampiro chamado David, um cara de pele pálida, olhos vermelhos, cabelos brancos, roupas pretas da Adidas com partes e tênis vermelhos All-star. E ele já avança contra Lisandro, mas Lisandro explode a cabeça dele com um soco, e isso assusta ainda mais daqueles heróis alternativos, enquanto isso os policiais, juntos com John Parker, atiram nos heróis com suas pistolas.
Sonia: Uau, eu não esperava que tivesse tanta violência...
Lisandro: A vida de um herói não é fácil, nem sempre vai poder adiantar se limitar a sua própria conduta como os heróis das HQ's.
Sonia: Já que é assim... Ataque Estelar, Força de uma Estrela de Neutrons!
 Uma bola de luz branca aparece no ar, e suga alguns dos heróis da Terra 3 pra si mesma, e depois ela explode, voando muitos heróis despedaçados, mas então aparece um dragão de carne viva voando no céu e cuspindo fogo nos prédios, e Semog assume sua forma de dragão e voa até lá, acidentalmente derrubando alguns de seus aliados.
Semog: Eu mesmo resolvo! Dragões são inimigos para eu enfrentar.
Lisandro: Podia avisar antes, mas...
John: Vai na fé!
 Semog enfrenta aquele dragão com toda a força que tinha, como se ele estivesse arriscando sua própria vida naquilo, mas aquele dragão, que era o Hematon alternativo ainda transformado, não aguentava o poder destrutivo de Semog, e caía incapacitado na rua, já voltando a sua forma normal, mas ele se regenera mais uma vez.
Hematon alternativo: Eeeh... Acho que vou acabar morrendo se continuar lutando assim.
Semog: Ainda tá vivo? Pode deixar que acabo com você.
Hematon alternativo: O quê-
 Semog o interrompe já com mais uma rajada de fogo. E enquanto toda aquela briga acontecia, várias pessoas eram levadas pra longe. Durante a briga, Semog sente uma forte dor de cabeça e um zumbido muito estranho, então ele para num beco pra descansar.
John: Semog! O que você tá fazendo?
Semog: Acho que não vou aguentar essa dor de cabeça que tô tendo!
Lisandro: Quer saber? Eu mesmo vou lidar com esses heróis no seu lugar. Você mesmo já derrubou um dragão enorme, já foi bem.
 Os policiais estavam tirando alguns dos corpos dos heróis alternativos daquele lugar na cidade, além de evacuar os civis na mesma área. E Semog ainda sentia uma dor de cabeça terrível.
Semog(gritando): Alguém me dá uma aspirina!?!

Continua...

21/03/20

Projeto Dream, T3E03-Pedido de desculpas

Data: 13/05/2254. Localização: Old City, Texas.
 Um dia após Hematon enviar a SWAT para Old City, ele havia enviado postagens pedindo desculpas e dizendo que não fez aquilo por mal, e Georgia é uma das primeiras a ver as postagens, e ela se entristecia com aquilo, ao mesmo tempo que o desculpava pra ver se o acalmava.
 Georgia e seu grupo estavam no bar do Klark, sem as roupas que estavam antes, e agora com roupas que eles usam em seu dia-a-dia.
> Georgia está com uma camiseta branca com uma estampa da cara da Rainbow Mika, de Street Fighter, shorts jeans azul bem curto e chinelos laranja de dedo.
> Nilo estava com uma blusa com um grande decote, mostrando um pouco de seu busto, calça leg e sapatos pretos.
> Mark estava sem seu capacete e com uma camisa branca, calça moletom e tênis pretos, e seu rosto, agora exposto, não tinha nada de mais, só tinha um nariz meio largo, olhos castanhos e orelhas pontudas.
> Thomas estava sem sua máscara, tendo seu cabelo preto, curto e espetado exposto, além de seus olhos amarelos e nariz comprido mais notáveis, de resto ele tá com uma camisa amarela com uma interrogação vermelha nas costas e no peito, shorts jeans e chinelo Rider brancos com o nome da Kuma Kola estampado em vermelho.
> Jaya estava com uma regata branca bem folgada, estava sem sutiã e ela estava com um shorts laranja bem curto e chinelos também laranja.
> Klark parecia o mesmo, porém sem sua jaqueta e agora com uns tênis pretos simples no lugar de seus coturnos.
 Eles não estavam com uma expressão tão positiva, eles pareciam ainda assustados pelo incidente que ocorreu ontem.
Nilo: O quão cruel esse Hematon pode ser? O que deu nele pra ter essa ideia de mandar um exército inteiro de policiais pra cá?
Jaya: Ainda tenho pesadelos com aquele ataque, eu jurava que ia infartar.
 Mas passa na TV do bar um noticiário que apresentava Hematon se desculpando em público, na cidade de Old City, e Georgia, ao ver o noticiário, é logo a primeira a sair do bar e ela corria desesperada, à procura do Hematon. E ela se encontra com Hematon logo numa pracinha da cidade, e ela acena pro mesmo.
Hematon: A minha intenção não foi matar, apenas prender os criminosos da cidade, eu não quis cometer nenhum mal aqui, é sério. *sigh* O que mais eu tenho pra falar...
 Hematon olha pra Georgia, e ele já teve uma ideia do que dizer.
Hematon: Eu peço desculpas aos heróis que tinha aqui na cidade pra ajudar os policiais, eles realmente cumpriam sua função, mas eu só queri dar um fim nos crimes que as pessoas cometiam na cidade, talvez os heróis tirem... férias. Por que não?
 E então Georgia abraça Hematon, no meio de sua palestra, e Hematon, chorando e muito emocionado, a abraça, e muito forte.
Hematon: Tem gente que me ama! Eu não aguento isso, gente! Tem gente que me ama...
 Após um tempo, a palestra acaba e as pessoas iam embora, inclusive Hematon e Georgia, que iam para o bar do Klark mais uma vez, e Georgia já tenta apresentar o Hematon pra eles no bar.
Jaya: O que ela tá dizendo, Klark?
Klark: Esse aí é o Hematon.
Jaya: H-H-H-Hematon??
 Jaya já fica com medo de Hematon, e ela até cobria seu rosto, e Hematon fica bem confuso e tenta acalmá-la.
Hematon: Espera. Eu não vim aqui pra atacar ninguém.
Mark: Jaya, melhor você se acalmar.
Jaya: Está bem...
 Jaya descobria seu rosto e olhava pro Hematon, ainda assustada, e ela estava chorando.
Hematon: Bem... me desculpa pelo ocorrido de ontem, e talvez você me veja como um ser assustador, e... destrutivo, etc.
Jaya: O-oh... Entendo. Me desculpe.
Klark: Cachaça?
Hematon: Claro.

 E Klark pega um copo e o enche de cachaça, e Hematon pega o copo logo em seguida que fica cheio, e bebe muito rápido.
Hematon: Gosto bem forte. É a primeira vez que eu bebo, mas o copinho é tão pequeno... Quanto custa cada gole de cachaça nesse copo?
Klark: No seu caso é por conta da casa.
Hematon: Eu me recuso a beber isso aí de graça, aí eu me sinto aqueles líderes de governo socialista, que todo mundo é pobre menos o líder, que tem de tudo e do melhor.
Jaya: N-não é bem isso, sabe? É que...
Nilo: É por consideração mesmo, é isso.
 Nilo sorria um pouco nervosa, e Hematon só ficava mais confuso.
Hematon: Não, eu ainda me recuso a beber de graça, não é que sou vermelho que eu apoio o socialismo. Vocês não têm almoço grátis.
 Hematon já pega duas notas de 10 dólares e põe na mesa.
Hematon: Aí, posso ficar com a garrafa?
Klark: Hã... Pode ser?
 Klark só dá a garrafa pro Hematon, que pega a garrafa e ia a bebendo de gole em gole, enquanto isso Nilo olhava pro Hematon bem desconfiada.
Hematon: O que foi, garota? Nunca me viu não?
Nilo: Você tirou nosso trabalho...
Hematon: Qual o problema? Vocês têm férias e um bar.
Klark: É, talvez.
Georgia: E uma lojinha.
Jaya: Hã... A Georgia disse algo.
Klark: Ela disse que tem uma loja.
Hematon: Ah, ela ainda é surda, né? Entendo, ela não está mais preocupada com sua surdez.

Jaya: É...
 Georgia não falava ou escutava nada, mas mesmo assim ela faz um joia, enquanto isso Hematon ainda bebia sua cachaça.
Hematon: Vocês trabalham aqui?
Klark: Só eu e uns outros da minha... equipe de motoqueiros, trabalhamos aqui. Mas geral tá lá em casa, no momento tá só eu, mas depois vem mais gente trabalhar, sabe?
Hematon: Claro. Vocês são heróis que usam poderes ou apenas armas e equipamentos?
Thomas: Geral usa os dois.
Mark: Aqui a gente não tem muita frescura, o negócio é combater o crime, mas já que tiraram todos os bandidos daqui...
Hematon: Já é um descanso pra vocês. Ninguém vai querer se desgastando à toa só pra enfrentar bandidos no meio da rua.
 Enquanto alguns deles ali falavam, o Klark traduzia em libras pra Georgia, que tenta entrar na conversa.
Georgia: É, e isso era pra gente ganhar dinheiro.
Hematon: O que acham de trabalharem pra Base Vierte?
Todos ali: Hã!??
Hematon: É, a Base Vierte.
Klark: E por que a gente iria trabalhar pra lá? Só tem na Europa.
Hematon: Não é só na Europa, é no mundo todo, embora com cada grupo pra um país ou continente.
Jaya: Ah, certo... Mas esses heróis ganham dinheiro?
Hematon: Muito, eles pagam bem até pros heróis mais iniciantes.
Jaya: Ótimo! Onde a gente assina?
Nilo: Ja, não se empolga.
 Hematon pega uma tela e mostra pra eles.
Hematon: Assinem aqui.
Jaya: Sério!?
 Jaya ia mexer na tele do Hematon, mas Nilo impede.
Nilo: Ficou louca? Pode ser uma armadilha, como foi no ano passa-
Hematon: Não, não há armadilha alguma aqui, e... que armadilha do ano passado? Um pop-up de internet?
Nilo: Não, é que...
Klark: Ah, eu conheço essa. Sabe quando inventaram que tinha surgido uma carreira de heróis mas era na verdade uma distração pra um ataque terrorista?
Hematon: Caralho, não lembro não.
Klark: Não tem problema, porque já resolveram tudo mesmo.
 Georgia aponta pra tela.
Georgia: O que é pra fazer mesmo?
Hematon: O que é pra fazer? Bem...
 Klark chama Georgia, cutucando seu ombro.
Klark(em libras, para Georgia): Ele tá contratando a gente pra sermos heróis, e quem quiser é pra assinar na tela.
 Georgia, empolgada, pega a tela e já escreve sua assinatura na mesma, e olhava alegre pro Hematon, e ele estranha um pouco a situação, então o Hematon abre o bloco de notas dessa tela e escreve "Tem certeza?" no mesmo, e Georgia já olha pra tela com o texto, e ela aproveita pra apagar o texto e escrever "Sim :)", então Hematon escreve, por baixo do texto anterior, "Mas você tem uma loja pra cuidar", então Georgia apaga os textos que tinha ali juntos e escreve "Tem mais gente trabalhando comigo lá", em seguida ela escreve, embaixo desse texto anterior, para completá-lo, "E eu posso trabalhar apenas aqui na cidade ;)", e ela olhava sorrindo pro Hematon, e rindo bem baixinho.
Hematon: Então... Tá bom, tá contratada. Quem é o próximo?
 Hematon já volta pro documento, onde ele tinha colocado na tela antes de abrir o bloco de notas, onde o pessoal devia assinar, e eles já assinam também.

Localização: Nova Iorque, Nova Iorque.
 Hematon vai ao prédio de Dennis, para conversar com o próprio que cuidava de lá. E ele mostra a ele novas pessoas que querem ser heróis.
Hematon: Ei, Dennis. Temos mais algumas pessoas que querem ser heróis, e eles até têm experiência com o trampo. Eis eles aqui.
Dennis: Mostra.
 Hematon mostra as fotos da gangue de Georgia com a tela eletrônica que ele trouxe pra lá e havia usado antes em Old City.
Dennis: Isso vai ser bom, vai ter o máximo de proteção possível até mesmo às menores cidades.

Hematon: Isso.

Continua...

20/03/20

Projeto Dream, T3E02

Data: 12/05/2254. Localização: Miami, Flórida.
 Na cidade de Miami, na Flórida, estava uma suave parte dos heróis da Base Vierte, todos com roupas de banho, sungas, bikinis ou qualquer outra roupa que fosse bem confortável. E Sora estava junta com Kinblu, Elena e Nogri, conversando.
Sora: O mar não é lindo?
Kinblu: É, sim.
Nogri: Espero que não venha nada nos atacar.
Elena: Nogri, não fica falando essas coisas, vai que acontece.
Nogri: Bem que se acontecer aí vai ser sacanagem, porque a gente tá de férias.
Sora: Concordo.
 Sora se deitava suavemente na toalha que está sob ela no chão, e suspira de conforto, Kinblu resolve se deitar ao lado dela, olhando pra mesma, que olha pra ele de volta.
Sora: Kinblu...
Kinblu: Fala.
Sora: Você gosta de mim?

Kinblu: Sim, eu inicialmente já fiquei mais próximo da Francine, mas ela só me vê como amigo.
Francine: Mas ainda te acho fofinho!
Kinblu: Você tava ouvindo a conversa?
Francine: Opa, eu tava, sim. Pensando bem, vocês são bem parecidos, vocês combinam bem mais. São duas pessoas muito fofas.
 Sora fica corada, enquanto Kinblu sorria pra ela, rindo bem baixinho.
Sora: Bem... Eu não sei.
 Enquanto isso, Guspierre pega um guarda-sol e põe entre a Sora e o Kinblu.
Guspierre: Aqui, pra vocês não se queimarem.
Sora: Tá bom, papai.
Nogri: Vou ficar junta com vocês, se não eu fico muito mais mole que eu já sou com minha elasticidade por causa desse Sol.
 Nogri fica junta com eles dois, e Elena fica junta também pra não ficar sozinha.
Elena: Também vou fazer companhia.
 Logo após isso, Senca e Alister ficavam distribuindo lanches pro resto do grupo, e depois Alister teleporta um dos guarda-sóis pra sua mão e coloca em um canto onde ele se senta, enquanto isso Ribri e Ticano pegavam filtros solares para os outros do grupo. Mas de repente aparecem algumas pessoas pedindo autógrafos e selfies pra eles, pedidos que eles até atendem, mesmo que não estivessem prontos pra aquilo.

 Mortilda coloca e liga um rádio, que começa a tocar uma música igual ao rock, porém bem calma e com um tema de praia, uma música chamada "Kalm Beakh", do cantor "Salty Pierre".
Mortilda: Take me to the beach... Uuh! Take the calm beach, ooh oh oh. It's so beautiful...
Kinblu: Hey, babe. I love you... love you... You're cute, you're beauty, you sing well, is like a mermaid, babe... Uuh!
 Kinblu até mexia sua cabeça pros lados enquanto cantava e ouvia a música.
Wanda: Eu nunca ouvi essa música antes.

Ivan: Sério?
Wanda: Eu tô amando! Ivan, você melhorou minha vida ao me trazer a esse time. Eu pude ter novas experiências e não vivi só numa simples rua tentando sobreviver. Eu finalmente pude viver como uma pessoa normal.
 Mas de repente alguém muito musculoso e alto, de armadura vermelha, com pele caucasiana bem pálida, cabelo preto e com os olhos soltando uma luz vermelha, um humano chamado Smagadoom.
Smagadoom: Eu nunca imaginei que fosse enfrentar a primeira divisão da Base Vierte numa praia de Miami!
Nogri: Claramente porque o roteiro odeia a gente, né? Até em praia e de férias a gente se fode? Porra, vai pra casa e espere, sei lá, um mês. A gente quer um descanso.
Smagadoom: Heróis... De férias? Isso é impossível.
Nogri: Com licença, você veio fazer o crime ou chamar atenção?
Sora: É, você veio fazer crime ou chamar atenção?
Smagadoom(furioso): E vocês servem pra combater o crime ou fazer nada!?
Senca: Nem vem, grandalhão, estamos de férias.
Smagadoom: Mas espera, se vocês estão de férias, quem vai estar disponível pra salvar o mundo?
Ticano: Simples, em um período é um grupo de heróis que trabalha, depois outro, depois mais um, aí vai um ciclo de trabalho e folga. Ou vai dizer que todos os operário trabalham ao mesmo tempo, na mesma fábrica e vinte e quatro horas por dia sete dias por semana?
Smagoom: Espera, eu vivi numa condição precária, era ruim na escola, tive que virar lixeiro e fui demitido, então comecei a roubar e matar, então eu fiz um pacto com um deus pagão alienígena e agora eu pude fazer meus crimes com muito mais efeito.
Elena: Sabe... Acho que você esqueceu uma coisa.
Smagadoom: É, vocês são poderoso demais para mim, ainda com meus poderes divinos demoníacos.
Elena: Não...
 Elena se aproxima de Smagadoom e solta um grito muito forte no ouvido dele, foi tão forte que joga uma areia pra longe.
Elena(gritando): A gente tá de férias!!!
 Smagadoom grita de dor, e tenta disparar uma rajada de energia em Elena, mas erra. E então Gleen manda Greenbot pra enfrentá-lo, Smagadoom acha que ia ter uma luta justa contra ele, mas leva um choque muito forte e cai no chão, ele tenta se levantar mas Greenbot o injeta um fluído roxo nele, o incapacitando, e a armadura de Smagadoom desaparece num monte de fogo laranja, deixando ele só de cueca.
Smagadoom: Eu... não vou me render...
 E então aparece Edward Boltagon, a fim de ajudar os heróis.
Edward: Oi, gente. Tão se incomodando com algo?
Greenbot: Esse cara agora de cueca está atrapalhando as nossas férias.
Edward: Bem, deixa que eu ajude vocês com o problema.
 Edward, junto com alguns seguranças, levava o corpo agora imobilizado de Smagadoom embora.
Nogri: Ufa, agora sim, férias.
 Nogri abre uma lata de refrigerante da Kuma Kola e bebe.

Localização: Old City, Texas.
 Georgia estava com seu traje, e resgatando um gatinho que havia fugido de casa, e o mesmo estava no meio de um beco escuro, o que não a impede ir lá salvá-lo. Ela até consegue salvar o gatinho e o tira daquele beco, mas ela se assusta ao ver umas balas voando de fora do beco, mas, achando que era um assalto e que ela poderia deter, ela corre atrás.
 Mas não era um criminoso que estava atirando, e sim um policial da SWAT matando um bandido que estava prestes a assaltar um civil inocente, que inclusive aparentava estar traumatizado.
Georgia(pensando): Espera, quem são esses? Por que a polícia militar está aqui? Eu tenho que avisar o pessoal.
 Georgia corria pra longe dali, e via uma viatura passando e falando pra todos saírem do local, e Georgia continuava cada vez mais com medo, mas ela é pega por alguém que saiu de um beco de dois prédios logo ao lado dela, que a leva pra dentro desse beco, e Georgia já estava com suas mãos juntas, à altura de seu rosto e numa posição de reza.
???: Espera, Georgia, se acalma. Vai ficar tudo bem.
 Georgia olha melhor pra pessoa e... por incrível que pareça, era alguém que ela conhecia, embora não fosse o Hematon, era Nilo Valentine, uma Emeralball híbrida com Balrog, com seus olhos verdes, cabelos azuis, pele negra, jaqueta jeans azul, calça leg branca, botas marrons de couro, luvas e chapéu de cowboy brancos, máscara amarela sem rosto, e ela está sem uma camisa, com seu peito coberto apenas por sua jaqueta.

Nilo: Olha, acho melhor a gente se esconder até esse caos acabar- Espera, você não está me ouvindo, não é?
 Georgia dá um soco na cara de Nilo, mas depois se arrepende e começa a acariciar a região onde ela bateu. Mas Nilo ainda gemia de dor.
Nilo: Ai... Eu nem lembrava que você era tão forte-
 Há mais barulhos de tiros vindo dali, sirene da polícia tocava de longe e muita gente gritava, Nilo ficava desesperada, e Georgia, muito confusa, e ela estava junta com um grupo de pessoas que, aparentemente, trabalham como heróis com Georgia e Nilo, mas só alguns deles se destacam:

  •  Klark Corolla: Um humano normal, com cabelo castanho curto pela frente e pelos lados, porém longo por trás, bigode e costeletas, e usando uma jaqueta preta de couro sem manga e com uns espinhos, calça jeans cinza, camisa também preta com uma estampa de estrela amarela de 5 pontas, coturnos pretos e um relógio de pulso azul escuro, além de ter muitos pelos em seus braços e pescoço.
  •  Mark Horn: Um cuicorno meio grisle, tendo uma pele cinza e rochosa, sem camisa, com um longo chifre de rinoceronte em sua cabeça e com uma calça preta e um capacete preto de motociclista cobrindo toda sua cabeça.
  •  Thomas Hawk: Um eugenético meio mandisisto, com pele marrom bem dura, porte físico médio e musculoso e usando jaqueta vermelha, camisa amarela, calça jeans cinza claro rasgada, tênis vermelhos um pouco desgastados e uma touca que cobria toda sua cabeça, só deixando seus olhos à mostra.
  •  Jaya Nagajuna: Uma eugenética com um cabelo preto e longo com duas chiquinhas no topo, pele parda e com um traje laranja que cobre seu corpo, com exceção de suas mãos, e botas brancas.
 Eles estavam se escondendo dentro do bar do Klark, e a gangue do mesmo estava observando o que estava acontecendo, e parecia um completo caos, embora agora esteja menor. E Jaya estava até rezando enquanto ficava escondida embaixo de uma das mesas, e Thomas estava ainda mais frustado, até gritando que nem louco.
Thomas: Fodeu, galera! O apocalipse chegou, nós vamos morrer, AAAAH!!
 Thomas até rolava pelo chão em forma de bola, como todo mandisisto, e Klark o segura e tenta acalmá-lo.
Klark: Para, Tom, para! Ninguém vai morrer aqui.
Thomas: Como não!? Eles tão atirando pra todos os cantos! Qual é a chance de acertarem a gente?
Klark: Nenhuma, caralho. É a SWAT, não uns bandidos atirando pra qualquer canto.
 E de repente um dos policiais da SWAT chuta na porta, a abrindo bruscamente, e entra ali no bar.
O policial: Todo mundo quieto! A gente veio apreender todos os criminosos da cidade, sem exceção. Cês têm algum engraçadinho aqui?
Jaya: Não machuque a gente!!
Mark: Cara... eu tô com medo, mas não consigo expressar nada.
Klark: A gente tem ninguém, pode conferir todos os lugares, tem ninguém se escondendo aqui-
 Um criminoso que estava com uma meia na cabeça entrava no bar, porém por outra porta, mas ele já leva um tiro e cai.
Nilo: Hã? E-ele morreu?
O policial: Não, ele só tá imobilizado. Relaxem.
Jaya: Relaxar? Alguém por favor me tire desse pesadelo!!
 Georgia era a única que não estava entendendo a situação, pois ela não estava entendendo nada.
O policial: Tirem essas máscaras, vocês vão ser confundidos com uns ladrões quaisquer.
 E eles já estavam tirando suas máscaras, chapéus e capacete, mas mesmo assim esse policial mira na Georgia.
O policial: Ou será que são?
Jaya: Não atire nela!
Nilo: Espera!
 Nilo tirava o chapéu de Georgia, que tenta pegar seu chapéu de volta pra vestí-lo.
Georgia: EI!!
Nilo(rangendo seus dentes): Você tem que tirar essa máscara, ele tá mandando.
O policial: E essa aí, quem é? Por que só ela quer manter sua máscara?
Jaya: Ela é surda e não tá ouvindo a conversa, por isso ela não sabe por que tão tirando as máscaras.
 Georgia desiste e solta seu chapéu e véu, e o policial tenta conversar com Georgia.
O policial(em libras): Fique calma, fique um pouco sem seu chapéu e ninguém se machuca.
 Georgia estava muito assustada, ainda, e Jaya tenta acalmá-la.
Jaya: Calma, vai ficar tudo bem. Relaxa...
O policial: Ué? Se ela é surda então por que tão falando com palavras?
Nilo: Perdoe ela, a gente não é tão boa em libras então a gente raramente conversa com ela. Só o Cabeça de Motor conversa direto com ela.
O policial: E quem é esse Cabeça de Motor?
Klark: Eu, eu na verdade sou Klark Corolla.
 Enquanto isso, aquele criminoso que levou um tiro era arrastado pra fora do bar, e o policial que estava no bar sai pela mesma porta que aquele criminoso, e ele liga no Walk Talk.
O policial: Missão cumprida, Hematon. Já estamos indo levá-los embora.
Jaya: Hema... ton?

Continua...

19/03/20

Projeto Dream, T3E01-Pesadelo

Data: 12/05/2254. Localização: Veneza, Itália, Terra 89.
 De volta à Terra 89, a Base Vierte estava completamente entediada, pois não havia grandes ameaças o suficiente pra destruir o mundo ou grandes governos, então eles declaravam suas férias, e então eles se sentiam mais livres e podiam fazer o que quiser.


Localização: Albuquerque, Novo México.
 Hematon tinha desenvolvido um novo suplemento para ajudar o exército americano, era uma espécie de comprimido azul claro meio translúcido e com um pó azul até então desconhecido por dentro e o próprio Hematon tinha feito vários desse comprimido e estava indo entregar pro exército, que no momento estava sendo liderado por Bruce Rogers(que está apenas com seu uniforme de soldado).
 Hematon consegue muito dinheiro ao vender aqueles suplementos, e ele ia de volta pra sua casa na dimensão dos monstros, em seguida ele foi dormir.

Localização: Dimensão dos monstros.
 No castelo de Hematon, no deserto negro da dimensão de Amon, o próprio Hematon estava dormindo em sua cama, o Hema-01 estava organizando a sala e o Eros estava brincando com o cão blink da sala.
 Hematon já estava sonhando, ele parecia estar em Albuquerque, mas algo estranho que ele reparou era que ele estava na forma de Sr Faz-de-Tudo, com aparência mais humana, pele bem clara, cabelo e chifres vermelhos e até usando seu terno azul. Desesperado, ele tenta arrancar o colar que lhe dava essa forma, mas o colar parecia se grudar cada vez mais nele.
Hematon: O que? Ei, eu não sou mais o Temakai, eu não preciso mais me esconder!
 "Você não está pronto para o mundo, Hematon", diz uma voz desconhecida, "Você sequer devia estar na Terra, Hematon", e Hematon ficava mais desesperado para tirar o colar.
Hematon: Eu não devia era ficar me escondendo. Amon não me fez pra ser um covarde!
 "Muito bem, Hematon, que você morra com honra", diz aquela voz, Hematon volta ao normal, sua roupa e colar somem e várias pessoas apareciam pra apedrejar. "Tá feliz com essa coragem que seu papaizinho te deu, Hematon? Você não tem mais forma, não tem mais popularidade, não tem mais influência sobre os humanos...", e Hematon se enfurecia mais, "Você não é nada, Hematon!".
Hematon: Covarde é você...
 "O que disse, Hematon?"
Hematon: Eu tenho a Minha forma, sou uma das pessoas mais famosas e importantes da Terra, e estou ao nível de alcançar o universo, coisa que meu pai nunca pôde fazer com seu ódio... Eu farei com amor!
 Hematon levanta seu punho esquerdo fechado para bem alto, enquanto olhava pra cima, e se expressava bravo, mas ao mesmo tempo confiante, para o céu.
Hematon: Se materializa, voz misteriosa que desconheço totalmente, eu quero te ver!
 "Muito bem, Hematon, você venceu", e então todas as coisas ao redor se desfaziam e viravam areia, sobrando apenas um deserto dourado, e depois se forma um palácio dourado a partir dessa areia, onde estava Hypnos.
Hematon: Isso é muito estranho...
Hypnos: Olá, eu sou Hypnos, também conhecido como o João Pestana, eu sou o guardião dos sonhos e protetor das consciências.
Hematon: O que você queria comigo nesse sonho... estranho?
Hypnos: Isso foi apenas um teste pra ver como seria a sua reação com alguém te fazer voltar ao seu passado, e você foi bem forte, você não fugiu, você os encarou bravamente, sem precisar levantar seus punhos e sua arma pra lutar. Está de parabéns, Hematon. Até algum outro dia.
Hematon: Espera! Eu preciso saber mais coisas! Eu...
 Tudo se transforma numa gigantesca tempestade de areia, e Hematon acorda assustado, ainda em seu quarto, e chorava.
Eros: Irmão?

Continua...

18/03/20

Projeto Dream, T2E70

Data: 03/03/2254. Localização: Albuquerque, Novo México.
[clique aqui para ver o episódio anterior, ou aqui para ver como tudo começou]

 Na cidade de Albuquerque de um universo alternativo, estava ocorrendo um tremendo desastre, onde um ser até então desconhecido chamado Hexa. E John se levanta e avançava lentamente contra esse mesmo ser. E Hematon tenta levantar seus amigos e Naej ajuda Tifanny e a Sora dessa realidade alternativa.
Naej: Vocês tão bem!?
Sora: Não...
 Brota o terceiro olho na testa de Naej de repente.
O olho: Anda logo, é sua chance.
Naej: É o que vamos fazer...
 E Naej já se transforma por completo, ficando com seu corpo alto e desenvolvido, como o de um adulto, e com seus braços e pernas robóticos e laranjas, seu corpo prateado e cabelos dourados, ele já estava com sua transformação de Overlord.
Naej: Aí, seu desgraçado, vem cá se você for homem!
Hexa: Eu não faria se fosse voc-
 Hexa encara Naej inicialmente sério, mas ao reconhecê-lo ele já fica em choque, parecia até imóvel ao se deparar com ele.
Naej: Parece que aqui eu sou especial... mas lá no meu mundo eu sou só um zé ninguém, mas eu não sou só um zé ninguém...
Hexa: Espera... Não. Você estava morto quando eu fui derrotado por você, não faça isso, nem que seja uma vingança.
Naej: Eu sou...
 Naej voava numa velocidade assustadora, e a velocidade de Naej naquele momento deslocava o ar numa força suficiente pra partir um humano comum em pedaços, e ele dá um soco tão forte que quebra a mandíbula de Hexa.
Naej: Eu sou um zé ninguém cósmico! Eu sou um super zé ninguém..
 Naej dá um soco no peito de Hexa com uma força suficiente pra partir até seis costelas do corpo do mesmo, e Hexa ainda estava em choque, ele parecia até estar chorando.
Hexa: Não faça isso, foi sem querer...
Naej: No meio de muitos super zés ninguém!
 Naej dava vários socos em Hexa com muita violência, e todos ao redor olhavam pro Naej assustados. Enquanto Naej batia em Hexa, eles conversavam.
Hexa: Espere... Pare! Eu juro...
Naej: Cala a boca e me enfrente, seu idiota! Você destruiu uma cidade, cê tem potencial pra destruir um super zé ninguém como eu.
Hexa: Foi sem querer! Eu prometo não fazer de novo. Eu não quero te matar de novo.
Naej: Me enfrente... seu merda!
 Uma aura vermelha aparece em Naej, enquanto ele afundava Hexa no chão com suas mãos, criando mais um estrago no chão, enquanto isso, Fugaret corria até lá, e ele já estava bem confuso e desesperado, já que tinha a polícia indo atrás dele.
Fugaret(ofegante): Gente, gente!... A gente precisa sair daqui! Fodeu tudo!

 Naej já estava agarrando Hexa, que estava todo machucado e desesperado, pelo pescoço, e ele olhava pro Fugaret sem entender absolutamente nada.
Naej: O que houve, Fuga?
Fugaret: Tão correndo atrás de mim!
Tifanny: Taporra, o que tu fizeste?
Fugaret: Matei a minha versão alternativa num desentendimento, e agora tão indo atrás de nós!
Hexa: Naej... Pare... Você no fundo é um humano...
Naej: Hã...
Hexa: Me perdoe.
Naej: Não!
 Naej sufocava cada vez mais Hexa, e ele cria uma broca em sua mão, em seguida ele perfura o peito de Hexa, sem nenhuma piedade, e Sora tentava impedí-lo.
Naej: Como pode ser ingênuo o suficiente pra acreditar que humanos são tão bons assim!? Humanos são maus e idiotas em sua essência, eles foram feitos pra serem seres selvagens, o que mudou tudo foi a inteligência! A humanidade...
 Naej parte Hexa no meio.
Naej: Não é completamente humana!
Sora: Para! Naej, você não está sendo como eu conhecia.
Naej: O seu Naej... está morto.
Sora: N-não diga isso... Temos você...
Naej(ofegante): Não é... a mesma coisa... O seu morreu definitivamente, e eu tô destinado a nunca morrer em batalha... Você precisa me deixar sozinho, no meu mundo... Pra pensar nisso... Naej... Não deixe suas limitações humanas te derrubarem...
 Naej cai de joelhos no chão e volta à sua forma normal, e Sora e Tifanny vão socorrê-lo.
Tifanny: Petite...
 A polícia chega ali, e os policiais iriam mirar nos protagonistas.
Os policiais: Parados aí, vocês estão... estão...
 Um dos policiais levanta sua mão direita, e ele ia até o Naej.
O policial: Quem é você?
Naej: Sou Naej Galdrich Albakar... Você não vai acreditar em mim...
O policial: Ué? Por que não?
Naej: Eu não voltaria ao mundo mortal pra destruir tudo...
O policial: Você destruiu essa cidade?
Hematon: Não foi ele. Foi esse demônio que iniciou tudo.
 Hematon aponta pro corpo morto e partido de Hexa.
O policial: Mas... E o seu amigo?
Naej: Qual?
O policial: Aquele ali.
 O policial aponta pro Fugaret.
Naej: Esquece ele. Vai socorrer as pessoas nos escombros que é mais importante...
O policial: Certo. Pessoal, devemos cancelar a missão e fazer outra coisa.
Naej: Quero ir pra casa depois dessa...
Hematon: Oh, a gente vai.
 E é isso que eles fazem, criando um portal para a Dimensão dos Monstros, se despedindo das pessoas ali, entrando no portal e, em seguida, procurando pelo portal que existia ali naquela dimensão, e eles vão embora, voltando para a Terra 89, a casa deles.

Fim da temporada!

Projeto Dream, T2E69

Data: 03/03/2254. Localização: Albuquerque, Novo México.
[clique aqui para ver o episódio anterior e entender o contexto]
 Na cidade de Albuquerque em um universo alternativo, os nossos protagonistas estão andando por ali, à procura de suas contrapartes ali. E Naej e Tifanny são os primeiros a encontrar suas versões, ou pior dizendo... só a da Tifanny, pois o Naej da Terra 3 não estava ali.
[aviso pra não se perder: Os personagens da Terra 89(a principal) serão "personagem X 1" e os da Terra 3(a alternativa) serão "personagem X 2"]

Tifanny 1: Olá.
Tifanny 2: Quem são vocês- Espera, por que você é igual a mim?
Tifanny 1: Eu sou você, duma Terra paralela.
Tifanny 2: E lá você ainda tem seu petite?
Tifanny 1: O que aconteceu com o Naej daqui?
Naej: Não vai disser que eu morri ou que aqui eu tô com outra mina.
Tifanny 2: Você morreu.
Naej: Porra, certeza que aqui eu tropecei e bati a cara no chão e levei um traumatismo craniano, eu sei lá, não morrerei de forma épica mas nem fodendo.
Tifanny 2: Você morreu enfrentando um deus demônio de outra dimensão.
Naej: Ih, será que foi uma alucinação que ele teve e na verdade não teve nada de especia-?
Tifanny 2: Para de graça, você foi um herói de verdade nessa Terra... E o de outra Terra vem com graça?
Naej: Não sei não, mas isso tá muito engraçado, de tão improvável.
 Naej começa a rir muito, e a Tifanny que estava com ele fica um pouco constrangida, até ela rir também, e a Tifanny alternativa começa a chorar.
Tifanny 2: Parem! Vocês não sabem a dor que o mundo tem por ele.
Naej(parando de rir): Hã? Como assim?
Tifanny 1(também parando de rir): É, é verdade isso aí que ele morreu enfrentando um demônio? Talvez muitos outros morreram também.
Tifanny 2: Não... Só ele morreu.
Naej: Ok, das duas uma. Ou esse eu alternativo é um trouxa e o único fraco do grupo o suficiente pra ser o único a morrer, ou só ele lutou contra esse bicho esquisito.
Tifanny 2: Nem isso. Todos enfrentaram ele e seu exército, e ele era um dos mais poderosos.
Naej: Ah, menina! Até eu, sem minha transformação e só com minhas magias fraquinhas consigo derrubar esse demônio trouxa. Eu vou atrás dele.
Tifanny 2: Espere, não!
Tifanny 1: Espera, Naej, eu vou com você!
 Naej e Tifanny saem, dessa vez pela janela mesmo.

Tifanny 2: Lá se vão eles...
 Enquanto isso, Fugaret ia pra uma casa toda preta e com todas as janelas e portas fechadas, e só com uma cerquinha pequeninha de madeira ao seu redor.
Fugaret: Espera, será que tem alguém igual a mim nessa casa? A pessoa ali tem a mesma aura que a minha.
 Fugaret pula a cerca de madeira e bate na porta da casa.
Fugaret: Aí! Chegou a conta de luz.
???: Mas eu já paguei tem tempo!
Fugaret: É que veio mais um papel pra tu pagares.
???: Attends. Quem é você?
 Fugaret abre a porta e entra na casa.
Fugaret: Voila! Um cosplay de você na sua ca- Nossa, como você tá bárbaro.
 A pessoa que estava conversando com Fugaret parecia muito com ele, mas estava muito desarrumado, usava um sobretudo de gola alta azul escuro com uns detalhes vermelhos, e por baixo uma camisa branca, calça preta moletom, tênis vermelhos todos desgastados, e com um bigode e costeletas mal feitas e com um cigarro, mas não era um cigarro eletrônico como o do nosso Fugaret, e sim um cigarro normal, de tabaco, e tinha muita fumaça.
[como esse homem antes desconhecido é outro Fugaret, vai ser o mesmo lance da Tifanny]
Fugaret 1: Cara... Você tá bem?
 O Fugaret normal fuma um pouco seu cigarro eletrônico e sopra uma fumaça bem pequena, pra ver se diminuía aquela fumaça de tabaco e nicotina, em seguida ele abre as janelas e procurava algum perfume ou desodorante.
Fugaret 2: O que está acontecendo aqui!? Você veio na minha casa pra tirar esse cheiro?
Fugaret 1(gritando): Você quer se matar!?
Fugaret 2(gritando): A casa é minha e eu faço o que eu quiser?
 O Fugaret normal já borrifa o primeiro desodorante que tinha ali na casa, e o Fugaret alternativo se enfurece e avança contra ele.
Fugaret 1: Eu tô tentando te ajudar.
Fugaret 2: Eu não preciso de ajuda, seu viado!
Fugaret 1: Precisa sim, você está fumando tabaco e rodeado de uma fumaça muito tóxica. Você precisa mesmo de ajuda.
Fugaret 2: Mas que boiolagem, minha prima é mais máscula que você.
Fugaret 1: O que!?
 Fugaret dispara desodorante na cara de sua versão alternativa.
Fugaret 1: Ninguém liga se a pessoa é máscula ou não numa sociedade que homens e mulheres são iguais na sociedade.
Fugaret 2: Oh non... Esse meu clone apoia ideologia de gênero, que patético-
Fugaret 1: Posso ter sido parecido com você do passado alguma vez, mas eu me regenerei!
 Fugaret bate a lata de desodorante na versão alternativa, que contra ataca com um soco muito rápido em sua barriga, e o Fugaret original geme de dor.
Fugaret 2: Você geme igual a uma menininha!
Fugaret 1: Você bate como um crocodita!
 O Fugaret original dá um soco bem mais preciso, bem na cara do Fugaret alternativo, e afunda seu polegar bem no olho do mesmo, o arrancando, mas seu olho ainda ficava pendurado, e Fugaret ficava gemendo de dor.
Fugaret 1: Quem é a menininha agora?
Fugaret 2: Cala-te!
 Fugaret alternativo solta um golpe com o dedo indicador e médio de sua mão direita, mas Fugaret original se defende e dá uma cotovelada bem na área genital de sua versão alternativa, e Fugaret grita de dor. Fugaret original, então, afasta seu joelho do Fugaret alternativo.
Fugaret 2: Você bate no meu saco porque não se garante batendo na minha cara, não é?
Fugaret 1: Eu já arranquei o seu olho, me surpreende você continuar persistindo, se fosse comigo eu morreria, mas não com o golpe, mas sim de agonia-
Fugaret 2: Para!
 Fugaret tenta acertar um soco em sua versão original, mas erra, e o Fugaret original abre sua perna, ainda com a cotovelada, acertando o saco mais uma vez com um chute, e ele atinge o Fugaret alternativo com um chute em sua costela, e um pontapé no meio de seu peito, e em seguida em seu queixo.
Fugaret 2: O que está acontecendo? Estou completamente sem forças e inútil.
Fugaret 1: Ou você é só um ignorante.
 Fugaret alternativo, gritando de raiva, dá um soco bem na cara do original, mas ele reveste sua cara com uma camada de ossos, fazendo sua versão alternativa quebrar sua mão e sentir muita dor.
Fugaret 2(respirando bem pesado): Para... Como eu pude chegar a esse fim? Eu vou morrer pra um clone meu?
Fugaret 1: Sim.
 Fugaret original reveste sua mão com uma exoesqueleto e dá um soco muito forte, estourando a cara do Fugaret alternativo e fazendo seus olhos saltarem pra fora. Após aquela briga o Fugaret que sobrou pega os olhos que haviam escapado do rosto de sua versão alternativa e ia embora.
Fugaret 1: Eu preciso de uma lembrancinha.
 Enquanto isso, Naej e Tifanny procuravam adoidados por esse demônio interdimensional que a Tifanny alternativa acabou de mencionar, e eles se encontram com uma garota chamada Sora, e era parecida com a Sora original, porém ela parecia bem mais velha, como se já fosse uma adulta, e ela usava uma jaqueta cinza, camisa preta, calça jeans azul e tênis All-star marrons, além de ambos seus olhos serem amarelos, ela não ter chifres e estar usando uma espada vermelha igual à do Hematon, embora mais fina. E ela vira pra eles e fica expantada ao ver o Naej.
Tifanny: Oi, moça. Quem é você?
Sora: E... Eu sou a Sora, e...
Naej: Algo de errado comigo? Você me reconheceu em algum lugar? E aí? Será que...
 Bem onde eles três estavam, que era um parquinho qualquer na cidade, estava uma estátua do Naej, feita de pedra e, aparentemente, na transformação "Overlord" dele, só que sem suas partes robóticas, bem mais parecida com a primeira transformação.
Naej: Muito bem, isso é brincadeira ou é verdade que nessa realidade eu tô morto?
Sora: C-como assim? Você é de outra linha do tempo?
Naej: Sim, e essa conversa se repetir talvez vai acabar me irritando.
Sora: Tá bom!
 Sora cobre sua boca com as mãos, e Naej já começa a se irritar, até brotava um terceiro olho de sua testa.
O olho: E então, quando eu posso agir?
Naej: Cala a boca, você só vai piorar a minha situação...
 Sora não falava nada, ela achava que era pra ela, e o que estimulava essa ideia nela era que só o Naej escutava aquele olho, e Naej fica mais bravo, e com uma aura vermelha.
Naej: Abre essa boca e fala alguma coisa, menina, tô ficando agoniado!
Sora: T-tá bom... mestre...
Tifanny: Você não devia tratar ele como um deus ou um líder tirano, e sim como um amigo. Não acha?
 Sora descobre sua boca.

Sora: Sei lá... Você salvou o mundo aqui, você merece respeito.
Naej: Eu mereço o mesmo que uma pessoa comum merece, eu posso ter feito o bem, mas só quero ser visto como uma pessoa normal.
Sora: Ok...
 Enquanto isso, em outro canto da cidade, estava John Parker voando com sua teia por lá, e não achava nada, então ele para em um local pra descansar, e ele fica deitado na beirada de um prédio bem alto que ele havia encontrado, enquanto olhava para o céu.
John: Nossa, será que a minha contraparte não mora em Albuquerque?
 Ainda na cidade de Albuquerque, Hematon já se reúne com Charles, Dragondorf, Júlia e Isabella, e eles já estavam procurando pelo resto do grupo, e eles se deparam com alguém de pele pálida, cabelo vermelho e roupas pretas.
Hematon: Ei, quem é você?
???: Hm? Bem, meu nome é uma escória à humanidade, eu me recuso a mencionar meu nome, pois todos me conhecem de forma negativa, e...
Hematon: Pensando bem, você esconder o seu nome também é complicado, então fala logo seu nome.
???: Tá bom, eu sei que vocês irão insistir, então... Eu me chamo Hexa-
 Surge uma ventania muito forte que destrói tudo ao redor, incluindo prédios, ruas, casas, um monte de coisa, numa área de mais de 100 mil metros quadrados, e jogava todas as pessoas por aí pra longe, inclusive derrubava John Parker, que estava prestes a cair mas ele se salva, atirando uma teia para a parte de um prédio que estava caindo, e se joga pra frente e ia para onde estava acontecendo todo aquele caos.
 John tenta pular pelos prédios que iam sendo despedaçados e caindo, mas não dá muito tempo e ele estava pra cair ali no chão, então ele tenta se jogar mais uma vez, com sua teia, para a frente, e ele acaba caindo sobre o tal de Hexa.

 Hexa joga John pra longe com um soco, mas ele consegue parar em pé no chão, mas acaba sendo arrastado pra trás até bater de costas na parede.
Hexa(chorando): Eu não queria causar esse caos de novo... Não...

Continua...

Projeto Dream, T2E68-Terra paralela

Data: 01/02/2254. Localização: Nova Iorque, Nova Iorque.
 Hinata e seu exército são levados à força pelos heróis ao prédio de Dennis para uma conversa, e Hinata, sem sua armadura e usando apenas umas roupas brancas bem simples, acaba acordando ali muito confusa, e estava uma parte do grupo principal da Base Vierte indo interrogá-la.
Gleen: E aí?
Hinata: Espera, como que meros mortais como vocês conseguiram nos capturar? Como vocês podem ser tão poderosos assim?
Guspierre: Não é poder, é extratégia, não é o quão forte que a gente bate, e sim como a gente planeja pra bater.
Hinata: Para nós isso é idiotice, devemos investir em força, e não em simples truques.
Senca: Não é à toa que a equipe de vocês é tão idiota.
Hinata: O que vocês fizeram comigo?
Wanda: Ah, eu só tirei a sua força pra te incapacitar.
Hinata: Maldita, quando eu recuperar meus poderes eu matarei você e todos os seus amigos!
Wanda: Ah, vai, oh se vai.
Hinata: Não deboche de mim, eu sou Hinata Mikaboshi, descendente de Amatsu Mikaboshi, o deus mais antigo e temido que já existiu!
Senca: Foda-se, a gente tem uma semideusa, uma deusa e um cara com poder de quatro deuses no nosso grupo. A gente tem 6 deuses nos apoiando nessa porra!
Gleen: E mais, essa deusa pura que a gente tem no grupo trouxe mais deuses ainda pra nos ajudar, entre eles o Hefesto, que tá nos ajudando com o nosso projeto de naves espaciais. Mas eles disseram que só poderão ficar com a gente por causa duma lei lá que eles disseram, e é isso aí.
Hinata: Como foi possível vocês poderem se comunicar com esses deuses, se os deuses são proibidos de entrar no mundo mortal!?
Amai: Eles até podem ir pro mundo mortal, mas somente se for pra uma relação amigável.
Ribri: E se deuses não poder invadir os mortais pra atacar eles, por que você veio atacar a gente?
Hinata: *sigh* Foi a mando de meu pai...
Ivan: E esse seu pai não tá nem aí pro risco dele ser punido por quebrar uma regra feita pros DEUSES!?
Hinata: B-bem... nunca parei pra pensar nisso, e... Vocês poderiam libertar o mundo de vocês do meu pai, né? Porque ele já destruiu mundos inteiros, matou bilhões de pessoas, incluindo deuses, e eu estou cansada disso. O governo dele era terrível para todos nós que vivemos lá.
Nogri: Caralho, que merda.

Hinata: Vocês poderiam resolver esse problema?
Gleen: Isso vai ajudar a gente? Você vai trair a gente? O que vai acontecer?
Hinata: V-vocês podem ficar com os tesouros deles e eu serei a serva de vocês, é isso!
Amai: Uma deusa servindo à gente? Não parece ser ético...
Greenbot: Além de não fazer sentido, pois seria um ser muito poderoso trabalhando pra simples mortais.
Hinata: É...
Wanda: Olha, no momento eu não vou te devolver os poderes.
Hinata: Tá bom, eu vou tentar me desenvolver na Terra como uma pessoa normal e simples.
Wanda: Para de palhaçada e só se rende.
Hinata: Tá, eu me rendo.

Localização: Albuquerque, Novo México.
 Hematon estava em seu laboratório, mexendo em uma máquina que ele já construiu antes, a Máquina Interdimensional.
 Ele iria criar mais um portal, para fazer mais uma experiência com o multiverso, mas ele precisaria de companhia, então ele chama um grupo pequeno de cientistas e um pequeno exército pra ajudá-lo em sua pesquisa.
Hematon: Muito bem, gente, nós iremos a essa nova dimensão para fazer uma pesquisa. E como essa dimensão é parecida com a nossa então não temos muito risco de sairmos sem vida.
 Grande parte do grupo de Hematon concorda, e eles entram no portal.


Data: 03/03/2254.
 Hematon e seu grupo voltam de sua pesquisa, e Hematon desliga o portal e guarda as coisas que ele conseguiu lá no universo paralelo que encontrou.
Hematon: Haha, parece que deu muito certo. Eu preciso mostrar pros meus amigos.
 Então, algumas horas depois, ele reúne com uns poucos colegas dele, sendo eles Naej(com o cabelo curto, camisa vermelha e shorts pretos), Fugaret, Dragondorf, Júlia Akanata, Isabella Dermurer(com sua calça leg e blusa moletom com um decote no peito), Charles(com seu cabelo agora longo e cagunçado para baixo), Tifanny(com sua roupa de policial) e John Parker(com seu traje de herói).
Hematon: Bom, tá todo mundo aqui?
Charles: Depende, você ia chamar mais gente?
John Parker: Melhor não porque, se só isso de gente já dá um caos, imagina se tivesse mais.
Dragondorf: Aí uma ideia pro nosso time. Caos Bem Intencionado.
Fugaret: Ah, foda-se. O que estamos fazendo aqui mesmo?
Hematon: Eu quero mostrar uma ideia que eu tinha feito faz um tempo, que é uma máquina que nos dá acesso ao multiverso.
Fugaret: Aaah... Porra, que foda.
Tifanny: Espero que isso não gaste todo o tempo do meu almoço, tá, seu magrelo? Tenho trabalho pra fazer e ainda nem tirei férias.
Isabella: E no meu caso só tô livre hoje porque hoje é meu dia de folga.
Naej: E o Dragom me liberou pra um tempo de folga, mas ele disse que amanhã terei que fazer hora extra.
Hematon: Vamos logo adiantar isso aqui?
John: Só se for agora.
 Hematon abre o portal de novo, e eles entram nele.

Localziação: Dimensão dos monstros, Terra 3.
 Eles chegam ao universo paralelo que o Hematon havia mencionado, e ali onde o grupo estava parecia uma sala inteira feita de madeira, inclusive o portal, mas Hematon já os guia para a porta dessa sala, e então eles param no lado de fora de uma casa inteira de madeira, e numa vila com muitas casas feitas de madeira.
Fugaret(desapontado): Uau, que universo... magnifique.
Hematon: Espera, aqui não é bem a Terra. É na verdade a minha dimensão, só que parece mais... alegre, eu me sinto confortável aqui.
Tifanny: Mas e a Terra? Como fica?
Hematon: Bem, eu trouxe a minha arma de portal, que só pode teleportar pra lugares dentro de um universo, então... vamos lá.
 Hematon pega sua arma de portal, que parecia até uma Magnum, só que prateada, e ele cria um portal e ele e seu grupo entram lá.

Localização: Albuquerque, Novo México.
 Em Albuquerque daquele universo, eles já saem andando pela cidade à procura de suas contrapartes, deixando Hematon pra trás, e muitas pessoas ali na cidade estranham aquilo, embora a pessoa que eles mais estavam estranhando o Naej, por um motivo que só será revelado depois.

Continua...