> 10/02/2257; Le Lavandou, França; Universo 210-P
Tifanny está curtindo umas férias de uma semana com Sakura Francine, antiga chefe da Luna Pleine, e elas estão em uma bela praia com ondas de uma água cristalina, e com o céu tendo efeitos nebulosos perfeitamente únicos devido à migração de dragões neste golfo.
Os dragões são criaturas mágicas, por padrão de um grupo genético único de répteis, de diferentes tipos dependendo da biodiversidade do planeta, são raras as espécies destes que sobreviveram até a época dos humanos, e suas magias variam muito. A maioria pode cuspir fogo e respirar até debaixo d'água, mas há espécies, como o dragão real terráqueo, que podem controlar água e sal nos oceanos, como uma poderosa arma, na maioria das vezes eles agitam os mares para controlarem seu nato e afastar navios pescadores, mas eles podem esmagar suas presas, como baleias azuis, para assim eliminá-las e comê-las sem que elas se defendam, mas há magias que estes dragões emitem no céu para mudar a iluminação da atmosfera, servindo como um farol para eles.
Tifanny está tomando um refrigerante de cereja de baixa qualidade, com gosto bem forte de xarope de tosse para crianças, era chamado Liwine's, e era muito popular no norte da Europa, isso porque ela preferia aquilo do que bebidas alcoólicas, enquanto Sakura esteve tomando um Tônico Estelar Dourado, uma bebida chique e de produção profissional em Hunkal, conhecida lá naquele planeta como R'lai Dustilar (rei da pinga na língua franca hunkaliana) ou Gorogoburortorodo (grande rum dourado em alemão hunkaliano), e as duas estavam curtindo igualmente.
Sakura: Tifanny, você já ouviu falar da Luna Pleine? Ela é das minhas modelos mais belas, eu sempre uso ela para meus maiores eventos, eu estive testando perfumes mágicos e alienígenas em segredo, para caso eu descobrisse algum que fosse útil como produto eu... Você tá ouvindo?
Tifanny: Sim, sim, eu tô amando a conversa, esse papo de alienígenas, a minha amiga tar no seu esquema... wuuuuh! Nem parece que eu vivi pelo menos 73% desse tipo de momento Ficção Científica!
Sakura: É? Você tá curtindo isso mesmo? Eu estive longe de "normies", então nunca esperei que uma conversa nobre fosse de interesse de... pessoas comuns.
Tifanny: Ah, qual é? Eu já mexo com isso faz uns anos, e quando criança as coisas que mais me interessavam mesmo eram esses papos de astronauta.
Sakura: A propósito, sobre a Pleine... O que tem acontecido com ela? Ela esteve muito ausente das minhas comissões e tal, e ela falava muito sobre... garotas mágicas.
Tifanny: Ah, é porque o Muramasa e outros caras deram...
Sakura: Espera, o Muramasa tá envolvido nisso? M-mas como!?
Tifanny: O Muramasa simplesmente nos acha, e quando ele te alia, você se torna aliada dele pra sempre.
Sakura: Isso é escravidão? A... A-a-a Pleine tá em perigo?
Tifanny: Claro que não, a gente sempre consegue ser melhores amigos com o Tio Mura.
Sakura: Bom, sendo assim... venha comigo.
Dessa vez Sakura guia Tifanny para uma sala secreta que ela mesma organizou para a Base Vierte. Grandes salas de paredes e teto de cores negras, com desenhos espalhados como graffitti, e vários computadores operados autonomamente por inteligência artificial, e conferindo ali, Sakura acha o que ela realmente quis mostrar à Tifanny.
Sakura: Sabe, Lille é uma cidade realmente minúscula, e a família Francine preferiu iniciar seus projetos na maioria esmagadora das outras cidades na Eurásia, eu só estive lá em Lille porque é seguro, e bem, tenho isso aqui. Você claramente pode reconhecer.
Sakura mostra umas fotos de Luna Pleine em diferentes roupas, e na 11ª foto, em vez de ser com as tais roupas da moda da Luna Pleine, era ela agora com uma armadura incompleta, típica de RPG japonês mas mais pesada nos braços e pernas, e carregando uma espada.
Tifanny: Ah, eu conheço essa arma, a Espada das Musas Hermafroditas, uma das armas mágicas abençoadas da Alquimia, sabe... é de uma época que os planetas eram vistos como seres mágicos, aí a magia realizava esses desejos tão fantasiosos dos humanos e monstros, afinal, somos estúpidos demais pra ficar bem com respostas práticas e lógicas.
Sakura: Opa, opa, pera, que treco é isso?
Tifanny: É, é difícil explicar, ainda mais pra mim, já que eu vou longe demais pra explicar esse tipo de coisa, mas enfim, é... é uma arma mágica com efeito astrológico especial, o Tio Mura guardou isso porque queria alguém que carregue essa arma e se tornasse um forte braço direito pra ele, mas bem, a Pleine ficou com essa arma por um tempo.
Sakura: Ah, legal, mas... como ela parou em Albuquerque e ganhou uma arma mágica que deixa ela... s-sexy?
Tifanny: É difícil dizer isso, mas ela e o Muramasa se conheceram recentemente, ele a salvou várias vezes praticamente de graça.
Sakura: Isso é até que estranho, porque...
Tifanny: Beh, coisa de protagonista, sabe... a Luna começou indo atrás de mim, mas aí levei ela com um pessoal, aí o Muramasa ajudou ela numa viagem a Lille, aí ele contratou ela e a Nouvelle. Foi bem complicado mesmo.
Sakura acha esse assunto interessante, e pede para Tifanny continuar na praia curtindo porque ela tem compromissos de prioridade por ali, especialmente uma ligação para Greenio que ela não expõe para ela. Enquanto isso, Tifanny fotografava a praia, conversava com o garçom (um sauro hunkaliano de escamas rosadas e roupas pretas, que aceitou o trabalho principalmente por trabalhar em lugares quentes, coisas que lagartos sapientes conscientemente gostam) e gravando um vídeo dos dragões passando pelo oceano.
> 18/02/2257; Albuquerque, Novo México.
Tifanny: Petite, cheguei!
Naej: Ah, que bom!
Tifanny: Você cuidou muito bem da Janezinha, não é mesmo?
Naej: Pois é.
Tifanny: Uma pena que você engordou ela um tantinho.
Naej: Ah, tudo bem, bebês saudáveis são pesadinhos mesmo.
Boas vindas
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
17/12/22
Depois Daquele Dia
16/12/22
008 contra o Golden Pen
Agentes de Karyu estiveram roubando diferentes pessoas do litoral de Hong Kong e enfrentando membros de uma máfia rival chamada Dragão Vermelho, que tinha uma parte do domínio de Hong Kong e também está ainda mais por trás da criminalidade na China. Karyu fez uma falsa parceria com a polícia para poder eliminar a Dragão Vermelho da jogada, já que assim eles não terão mais a concorrência para trabalhar seus planos que envolvem fama e dinheiro.
Harii estava começando a desistir disso conforme descobria mais da sua real família, e 3 dias atrás, ela contou parte do plano do Clã Karyu para os policiais e também revelou a localização da sede de suas amigas e chefe em Pequim. Enquanto isso, nesse dia, Harii esteve em uma operação formada pela 2º lugar da associação (chamada Meili Loong), de roubar uma espada de bismuto chamada Cristal da Verdade, na Bahia dos Répteis (que possui esse nome devido à imensa presença de lagartos, cobras, tartarugas e dragões), e indo para lá, ela passa pelos grandes campos de areia banhados pela água do mar, cruza entre as pessoas e, com um canivete a laser, abre o portão de um observatório que esteve abandonado por alguns anos.
Harii: Tāmāde, que gambiarra!
Entrando no observatório, ela descobre um conjunto de documentos, e fechando o portão para ler em segurança, ela descobre uma lenda envolvendo entidades no Leste, e sabendo disso, ela guarda alguns dos documentos na bolsa antes de continuar o furto, e descobre que há câmeras de segurança, somente uma de todas elas, 3 de cada uma das 4 salas, estava funcionando, aquela no canto superior esquerdo da segunda sala, Harii só percebeu depois de ouvir pequenos movimentos, que além do movimento de ratos e pequenos insetos, também tinha uma câmera que, ainda velha e descuidada, fazia um som agudo e falho.
Harii: Mas que porcaria.
Ela atira na câmera antes que ela fosse vista por mais tempo, e depois corre para o canto dos fundos daquela sala, e vendo que a porta mais próxima era por senha numérica e não por fechaduras físicas, ela precisava arrombar de um jeito diferente. Ela coloca um pen-drive num dos espaços acessíveis, e depois ela liga o seu celular para conferir as notificações e, descobrindo a senha do aparelho, ela tecla 2291, e ela destrava a porta e leva o pen-drive de volta.
Na terceira sala, as câmeras estavam até mesmo quebradas, alguns computadores tinham as telas falhando, mesmo ligadas elas não apresentam imagem ou som, apenas revela o IP, então não adianta, ela precisava bater retirada, e na quarta sala, ela encontra o Cristal da Verdade, que estava bloqueada por uma sessão de lasers, e desviando dos lasers e usando a mesma técnica de antes para destravar os lacres que prendiam aquela arma, e saía por uma porta secreta no fundo da parede esquerda da sala, e ela saía do observatório.
Harii: Ótimo, o que será que isso faz?
Harii tenta ligar para o Clã Karyu, mas já escuta sons de gritos e explosões, e ela, sabendo disso, percebe que não precisará entregar aquela espada para suas chefes.
> 07/02/2257; Pequim, China.
Harii está nesse dia lutando contra membras muito fortes e resistentes do Clã Karyu, trocando tiros mas, enquanto ela está com armas laser de última geração, como Teslatein Mk II (modelo mais popular de pistola laser de pequeno porte) e Calistre 12 (uma escopeta de laser magnético), as mulheres desse clã estão ainda usando armas e granadas de fogo.
Harii: Você achava mesmo que eu ia manter esse esquema de fraudes com vocês pra sempre? Eu tenho uma vida pra viver e um pai pra descobrir!
Meili: Isso não é desculpa, sua traidora safada! Você acabou com a gente! A gente cuidou de você!
Harii: Meu irmão disse algo que um de seus chefes disse uma vez! O que torna um capataz um pai e o que torna um filho um escravo!?
Meili: Cala a boca, sua babaca que não deveria existir!
Harii: Você verá o que não deveria existir!
Harii mira e e atira um poste com seu Calistre 12 com potência elétrica suficiente para transformar um poste elétrico qualquer em uma bobina de tesla poderosa, que pega algumas das soldadas desse clã. Membros da Dragão Vermelho conseguem chegar para dar uma carona de fuga para Harii, e ela aceita, sabendo que eles deram mais confiança a ela do que o próprio Clã Karyu.
Motorista da DV: É até estranho dizer isso, mas você é uma ótima peã para a gente, Senhorita Chen.
Harii: Obrigada, eu realmente precisava fugir deles, eles tavam realmente querendo me absorver, que nem uma ameba coletando bactérias.
Soldado 1 da DV: Bom, por enquanto você não pode ficar tão longe da gente, enquanto o Clã Karyu existir e você ainda tiver objetos de interesse pra eles, vão querer te gravar 24 a 7 que nem um Show de Truman.
Harii: Mas que porra!
Soldado 2 da DV: A propósito, o que essa espada multicolorida significa?
Harii: Pelo que eu vi, essa é uma das 3440 armas mágicas que os monstros usaram contra os humanos na Guerra de 2 mil cento e pouco.
> Yonzhi Long, Hong Kong.
Em Hong Kong, que depois da Última Grande Guerra declarou independência da China, enquanto Taiwan teve sua independência durante essa guerra, Harii esteve tomando um martini com alguém que não parecia familiar para ela, e que estava disfarçado com roupas diferentes das de sempre e tinha feito uma plástica para mudar a sua aparência.
???: Aí, o que você acha de se tornar minha estagiária?
Harii: Com o que você trabalha?
???: Uma empresa chamada AllNeeds, criei uma instalação na rua Tera 1024, vai para lá.
Harii: Ok.
Harii finge ter aceitado sem pensar, mas às 17:30, ela tinha pesquisado com o seu Lari iO (modelo de celular muito conhecido na Ásia Central) no Google Maps (agora que Hong Kong e Taiwan se separaram da China, o Baidu não irá mais roubar vidas e destruir computadores nesses lugares), ela descobre que não existe uma empresa chamada AllNeeds, inclusive na rua Tera 1024 dessa cidade só tem um único terreno baldio e poucos prédios ao redor.
Harii, sabendo que aquilo era uma armadilha, chama seus assistentes da Dragão Vermelho para pegar de surpresa aquele farsante, e eles quase pegam o cara de surpresa, com suas armas e técnicas de assassinato, eliminando os outros que estavam lá, menos o homem que estava disfarçado, que eles prendem para interrogações.
Continua>>>
13/12/22
As desventuras de Naej
> 10/02/2257; espaço sideral; Universo 255-P
Naej está dando uma volta com seus amigos, como Johani, Enna, Charles, Dragom, Theon, Kauan (um aviúno bico-de-sapato de trajes militares) e Doutora Balla (uma engenheira de transporte do planeta Micani), para poder curtir com eles depois de um longo tempo sem ver uma metade deles, e para garantir uma "viagem de presente" (gift travel) para a maioria deles. Como a Ferruccia está sob manutenção e consertos, o Naej precisou pagar passagem de um Boeing X-118, um dos modelos mais famosos de aviões espaciais, bem grande e resistente, com ligas de carbono bem firmes na carcaça, proporcionando uma cor negra bem bela e que se camufla nas áreas mais vazias do espaço, os assentos são confortáveis, o serviço de atendimento das aeromoças e dos robôs operários é ótimo, e nunca houve histórico de acidentes, porém, o preço é muito caro, com o preço médio de US$ 2.086,55, enquanto uma viagem comum entre países terrestres custa US$ 205,84.
Depois da ida, o Naej organiza um pacote de pomada de comida para astronautas, complementada com tapiocas pinarianas, feitas à base de farinha mista de arroz espiral e grãos de espiga draconiana, e também dois frascos com poção comprimida, uma espécie de remédio feito de mofo dourado do céu, uma espécie de fungo presente em ilhas endêmicas de Batatt. Depois disso, ele conversa com o pessoal sobre onde eles poderiam ir.
Naej: Vocês querem ir pra algum planeta por opção voluntária? Eu escolhi alguns planetas mais pra relaxar do que pra... sei lá, deitar um falso profeta na porrada ou voar num aviãossaro.
Dra. Balla: Porra, tô interessada em bater em um falso profeta, já me meti em tanta briga por religião, principalmente pela igreja do Cronogin, eles são terríveis, eles matam crianças no ano novo porque acham que assim seus pais vão pro céu ou alguma porra assim.
Naej: Estranho, na Terra fés assim uns 92% foram pro saco.
Charles: Me leva pro planeta Krippa? Eu tenho um assunto pra falar no Bliber. Sabe onde é o Cais de Pedra?
Theon: Pô, será que os homens do espaço são bonitos?
Naej: Sim, tem bordéis ótimos em alguns pares keplerianos.
Johani: Kepler! Eu já ouvi falar disso! Mas... a maioria dos bordéis de lá são piores que os da Terra. Enfim...
Johani se aproxima do Naej pra falar de forma mais particular.
Johani: O que acha da gente passar no Setor C? Eu sei que lá tem filmes excelentes e esgrima com sabres de luz.
Dragom: Cara, me leva pra aqueles bares que tem no vácuo, eu quero ver se eles fazem comida boa.
Naej: Aqueles bares de estacionamento? Nenhum avião espacial passa por lá, esses veículos passam direto pra áreas maiores.
Então, eles vão organizando tudo, e termina com o grupo passando por 3 festas no planeta Stereo, de diferentes tipos e com várias experiências, desde algum em que a Johani, o Theon e a Enna tiram foto com um músico famoso chamado Regogino (um grande dragonoide estereano - um dragão antropomórfico de pele vermelha-rubi escamosa e chifres finos - de roupas góticas e de uma banda chamada The Pain, de estética e músicas emo), o grupo todo dançar uma roda punk e sobreviver, a também o Naej tomar uma dose de Neverland (uma droga alucinógena não tão conhecida) e parar rodando num ventilador de teto num banheiro. E então, eles seguem no próximo avião espacial, agora para Krippa.
Charles: Cara, não sabia que cê caísse tão fácil na bait do copo batizado.
Naej: *burp* Não foi batizado, era a própria bebida, eu já tomei essa daí com *burp* o tal do Washintein, seja lá... *cof cof cof* qual deus o tenha, se comeram o meu cu durante a brisa de hoje, espero que tenha sido com camisinha.
Theon: Sua bundinha ainda tá intacta, praticamente virgem, algo que eu não esperava, porque o Dragom e o Charle me disseram que cê corta dos dois lados...
O pessoal, menos o Naej, olha para o Theon, durante a chegada a Krippa no aeroporto.
Theon: ... Eu trabalho num cabaré, eu reconheço essas coisas! Ai, droga, Naej, me desculpa!
Naej: Isso é o de menos, no espaço você poderia acabar comendo merda de tanala ou parir um abacaxi por ter tocado num cristal estranho.
Charles: Qual é, cara, cê sabe mais sobre o espaço do que eu!
Naej: Pois é, e o que você esteve enquanto eu viajei nos States e passei pelo espaço antes de ver a Tifanny?
Charles: Acho que eu fazia home office, só tô aqui com vocês pela sua proposta.
Naej: Não me arrependo :)
Depois disso, enquanto grande parte do grupo do Naej esteve tomando banho numa sauna, que nesse planeta é bem popular e forma mais comum de tomar banho, o Charles pega algumas rosas selvagens e orquídeas vibrantes para dar de presenta para a Xiza, e depois disso ele se despede.
Charles: Desculpa, Xiza, isso legitimamente não é pessoal de mim, eu só... queria me despedir de você.
Xiza: Ah, que fofo! Olha, eu te desculpo pelo que aconteceu, você realmente tá ocupado na Terra ou salvando outros mundos, mas eu não tô triste ou com saudades de você, mas na verdade... eu tô grávida! De um aviúno que pudesse me dar uma vida nova!
Charles: Que?
Depois disso, Charles ficou lá com o Carlis Chalér, ajudando ele a queimar combustível nas caldeiras para os remédios e temperos que ele prepara com as ervas nativas e endêmicas desse planeta, enquanto também conversava com ele.
Carlis: E então, o que você acha da Xiza? Ela parece atraente pra você?
Charles: O problema não é esse, senhor... Espera, como posso te chamar?
Carlis: Me chame de Flin, é um termo carinhoso pra pessoas mais velhas, sem intenções amorosas ou parentescas.
Charles: Olha, seu Flin, é que eu me preocupei com ela, eu me senti mal de ter deixado ela aqui sem notícias, pesou muito na consciência, aí eu decidi vir aqui pra me desculpar, e me despedir, e...
Carlis: Olha, garoto, eu vi que você tá numa fase muito difícil na sua vida, sabe, é só mais uma paixão, eu passei por 13 pessoas antes da Tintarlin, conhecida agora como Senhora Chalér... Quer ficar um tempo me ajudando?
Charles: É... eu vou ganhar algo com isso?
Carlis: Você pode ganhar escamados secos, parecem apenas comida pra você já pelo nome, mas serve de moeda de troca muito eficiente.
Charles: Olha... essas moedas estragam?
Carlis: De jeito nenhum, são tão secos que resistem ao tempo.
Charles: Então fechou!
Depois do banho na sauna, Naej, Enna, Johani, Kauan e Balla vão para o aeroporto acertar a próxima viagem, enquanto Dragom e Theon vão para a casa dos Chalér para certificarem-se do Charles e, sabendo que ele vai ficar, eles avisam ao Naej, que, sabendo como ele é e como é fácil buscar ele de volta, ele e seu grupo aceitam e vão para o próximo lugar, que é o Setor C, uma nuvem de magalhães rica em planetas com diferentes especializações de território, e os que Enna e Johani escolhem são justamente onde tem cinemas, parques de diversão e até mesmo uma espécie de jogos com realidade virtual, e enquanto a maior parte do seu grupo se divertia no Setor C, o Naej pega um trem-minhoca (uma espécie de trens espaciais guiados em Portões de Partida) para poder consultar o banco espacial Adaetatien, por onde ele tem conta bancária e nesse dia ele está consultando a data de validade para evitar expirações e dívidas, e conferindo ali, o seu cartão ainda tá em dia.
Naej: 12 do 12 de 2262? É, tá na boa. Vou só deixar o resto do salário aqui no banco, deve ajudar a valer.
Naej armazena o dinheiro do que ele recebeu como funcionário público, para poder completar o rendimento, e ele conversa com a Tifanny pelo superfone local.
Tifanny (atendendo): Naej? Olá! Como você tá aí no espaço?
Naej: Tô bem, sim, só tô cansado, talvez na próxima viagem eu durmo.
Tifanny: Sério mesmo? Quanto tempo passou por aí?
Naej: Acho que... um dia e meio.
Tifanny: Que!? Aqui não passou nem das 3 da tarde!
Naej: Pois é, quanto mais longe a gente vai, mais o tempo passa, na volta talvez aí eu paro no dia seguinte. Os calendários são uma bagunça pra quem fica muito tempo na Terra, então as minhas viagens costumam ir bem longe pra eu me adaptar bem a esse fuso-horário cosmicamente escroto.
Tifanny: Entendo. Enfim, você compra Milkows pra cá? A Jane ainda não desmamou tanto assim.
Naej: Tudo bem. câmbio e desligo.
Naej desliga da Tifanny e agora liga para o celular de Dragom a partir do Superfone, aproveitando que, mesmo o Dragom tendo um "telefone planetário" (como chamam os telefones e celulares comuns que dependem de satélites e torres de transmissão locais para enviar ligações), ele tem um chip de telefonemas da Lauren Net, chamado de 8U-99L, conhecido no Brasil como "espelho", porque não envia sinal, só recebe e reflete.
Naej: Alô?
Dragom (atendendo): Pô, onde cê tá?
Naej: Fui pra esse banco que tô indo sempre, justamente porque eu achei que passou da data de validade no meu cartão.
Dragom: Pô, vem pra cá, a gente achou um filme VR muito bom.
Naej: Ok, tô indo.
Naej desliga, pega um trem-minhoca de volta ao Setor C e, de planeta em planeta, ele para no C W52-B, onde o grupo dele já tinha saído do cinema e de ver o filme.
Naej: E aí, ainda dá pra ir ver o filme?
Dragom: Ah, você ainda quis ver o filme?
Kauan: Você levou 3 horas pra vir pra c-
Balla: Espera, isso deve ter uma explicação. Naej, onde você esteve?
Naej: Sabe aquele banco interplanetário?
Dragom: AAAAAAAH, É MESMO! Eu tinha esquecido disso, mas pô, porque demorou tanto?
Naej: Eu peguei 22 aviões espaciais para vir pra cá, tudo acelerado com Portões de Partida, e só perdi tempo. Bom, tem algum filme pra assistir agora?
Theon: Não vai dar, a gente viu tudo que ti-AU!
Johani: Se a gente soubesse sobre isso a gente nem teria ido sem ele!
Naej: Querem saber? Melhor a gente ir embora, tô com soooono de maaiss pra continuar viajando.
Johani: Pode ser.
> 12/02/2257; Albuquerque, Novo México.
Naej deixa o atestado da sua folga na prefeitura, e depois ele volta a trabalhar normalmente, administrando documentos e contratos envolvendo Albuquerque, e algo que ele encontra no meio desses arquivos é uma suposta passagem de ida associada a outro universo, e isso chama a atenção de Naej.
Continua>>>
11/12/22
Grande cristal cósmico
> 02/02/2257; espaço sideral; Universo O-322
James-040, Joe Webb, Siffer Huolongal e uma legião de eugenéticos de controle estão em uma missão de risco muito importante para retornar a estabilidade do universo. Uma usina de cristal dimensional explodiu e acabou formando um buraco no universo, à primeira vista irreversível para a civilização envolvida, localizada na estrela Noritan 449, de Andrômeda, mas que a Agência Galáctica dos Humanos já adquiriu uma solução, e então, a Operação Final Fantasy é iniciada.
A tropa de eugenéticos, em suas naves, alcançam Noritan 449-C e, junto com seus comandantes, limpa a zona e, com ajuda de 47 eugenéticos de programação temporal e uma Máquina Analógia Delta T avançada, eles restabilizam a fenda dimensional para reduzir seu efeito danoso.
James-040: Certo, gente... e agora?
Siffer: A única coisa a fazer.
Siffer entra no que restou da usina e consegue desligar vários dos circuitos e retirar um dos núcleos que, ainda inteiro, estava alimentando a fenda dimensional. Isso reduzia muito ela, porém, irritava a força da natureza que estava se formando.
Nada deveria perturbar a força caótica chamada de destino
Ela devora tudo o que há
Todos deveriam se curvar perante ao caos
Nada mais resta após a morte
James-040: O que tá acontecendo?
Joe Webb: É uma sobrecarga espacial eletromagnética, ela treme mais o universo e emite vozes telepáticas a um raio planetário. A gente agora claramente irá queimar, e muito.
James-040: A gente precisa impedir isso!
Joe Webb: Ei, James, espera!
James-040 faz um comando para forçarem uma compressão contra a fenda dimensional, e com isso, só força a fenda a se elevar mais ainda, vibrando o universo ao ponto de fazer planetar inteiros explodirem e seus pedaços se espalharem muito.
Siffer: O que vocês fizeram?
Siffer foge da usina enquanto também resgata seus colegas, e antes de poder sair, ela primeiro usa uma de suas magias que aprendeu durante o seu tempo na federação, e com sua lança, ela crava um golpe que rompe aquela fenda dimensional, tão agilmente, tão antes de que o pior ocorra, e aquilo volta a comprimir aquele buraco da realidade.
James-040: O que... O que você fez?
Siffer: Eu já vi esse tipo de coisa, poder bruto consegue romper grandes compressões dimensionais, e os homo galinariani, do planeta Scandi, têm mais força que a maioria de vocês, seres pequenos.
James-040, vendo que é mais fácil do que parecia, resolve ajudar ela. Os eugenéticos de controle estão reconstruindo o planeta, inclusive ressuscitando seus habitantes, e utilizando a Máquina Analógica Delta T para desacelerar o tempo e facilitar o trabalho, eles descobrem que aquela fenda na realidade é um aglomerado de gás que está denso o suficiente para, devido à matéria que a compõe, afetar o espaço-tempo. Depois de concluírem aquela parte da missão, Noriten Kirihar, agente de primeira classe da 02, avisa sobre a dimensão por trás, e que se eles não continuarem o impedimento, ela irá sugar tudo na realidade.
Joe: Parece que é nossa última chance, não é?
James-040: ... É.
Siffer: Definitivamente.
E então, Siffer chama uma eugenética de controle da tropa, e com a ajuda dela, a fenda é convertida em um portão de entrada, e eles entram seguramente.
> plano elementar.
Eles entram numa sub-dimensão do plano elementar, com uma imensa floresta de cristal dimensional igual aos que tem no plano material comum, e ali estava um cristal poderoso da luz, porém, ele está corrompido, e cercado por outros 6 cristais elementares: fogo, oceano, céu, montanhas, florestas e íons, os elementos mais presentes na paleta elementar dos planetas com vida comum no universo.
James-040: O que será que é isso?
Joe: É um cristal da luz, a luz é a união de todos os elementos, e faz o todo existir, porém... o cristal tá verde.
Siffer: Oh, droga, corromperam o cristal, talvez a gente deva averiguar.
Joe: Não! Espere! Os cristais têm pensamentos e senso de justiça, saia daí- NÃO!
Siffer é a primeira a descer àquela câmara, e ela acaba se comunicando com os cristais.
C. das Montanhas: Quem ousa interromper o descanso dos cristais?
Siffer: Eu... eu não sei se é uma pergunta retórica, mas eu tenho um motivo pra isso!
C. do Céu: Pois qual é o motivo?
Siffer: Um buraco surgiu no universo, e se não tirarmos aquilo o universo inteiro será engolido pelo erro no espaço-tempo.
C. das Montanhas: Olha, eu tô me sentindo insensível de não te ajudar só porque isso acontece mais de uma vez.
C. dos Oceanos: Ölha, miga, vai ser muito dificiöh, essas cömposições na realidade exigem muita energiiia elementär.
C. do Fogo: Isperim! O Cristal da Luz é nosso rih, e eli diviria votar por nossas dicisões!
C. dos Oceanos: Vöcê nãöh vê a situaçãöh do nösso rei, cristaöh do fögo? Oh cristaöh da luz estah em situaçãöh de risco, a pestilêinciah infequitöu nosso mestrim.
Siffer: Bom, esse cristal ainda pode falar?
C. da Luz: *cof cof* Paaaarem de brigar, seus moleques idiotas! Eu *cof cof* estou definitivamente muito *cof cof cof* beeem! Diga, pirralha, o que você quer?
Siffer: A gente precisa desmanchar um grande buraco que uma civilização acabou deixando na realidade e pode destruir simplesmente tudo. Oh, cristal-deus, nos dê uma última esperança!
C. da Luz: Olha, eu poderei ajudar você... Mas... *cof cof* com uma condição... Me leve contigo.
Todos os cristais: O QUÊ!?
Siffer: Sério? Mas... você é o maior dos cristais, como posso levar você?
C. da Luz: Não precisa... *cof* me levar inteiro. Olhe.
O cristal da Luz deixa um caco de sua forma, ainda sem a infecção cósmica, e os cristais, vendo aquilo, decidem ajudá-la com a ideia também.
C. do Fogo: Sindo assim, iu diveria siguir os passos do rih.
C. do Céu: A gente precisa fazer isso, pelo rei!
C. do Oceano: Eu nãöh pösso ficah paratrás.
C. das Florestas: Antes uma fooorça sagrada se vir, doque o reino inteeeeiro, que ele taaanto amou.
C. das Montanhas: Desculpa, rei da luz!
C. dos Íons: Bien bien, haz lo mejor que puedas, no dejes que el rey muera en vano.
Siffer consegue os 7 cristais e, indo junto de seus colegas, eles conseguem fechar a fenda dimensional, e com ajuda do cristal do céu e o dos íons, ela consegue uma mensagem radio-telepática para os rádios e Plambers de associação da Agência Galáctica dos Humanos.
Siffer: Soldados, feiticeiros, eugenéticos, elfos, nobres, sou eu, a Senhorita Huolongal, codenome Giganta 9Gard, abram os portais, a missão está concluída, nós só precisaremos de uma entrada estável e rastreável para podermos sair de onde estamos.
> espaço sideral.
Os agentes da grande base na Via Láctea atendeu ao comunicado, e eles ligam as chaves ao portão da sala de comandos das Viagens Espaciais Instantâneas De Emergência, ou Veide, tendo como núcleo um cristal dimensional em estado líquido, energizado por um motor de partículas portátil, e 4 fechaduras de ignição, que devem ser abertas ao mesmo tempo para acionar a viagem, e com o sinal rastreado dos cristais da Siffer, eles conseguem criar um portal para ela e seus companheiros.
Siffer: A gente conseguiu, finalmente! Mas e aí? Como está a tropa de controle?
Agente 1: Tropa de controle, o que isso significa?
James-040: Os eugenéticos de controle, que têm licença pra controlar o tempo e a gravidade. Pergunta idiota, né?
Agente 2: Ah, eles? Bom, eles desapareceram, junto com o planeta que vocês estavam, e conferindo aqui...
O agente segura uma pasta com um documento sobre os planetas que foram perdidos, menos de 30 foram planetas da Agência e pelo menos 10 estrelas da Via Láctea foram apagadas e transformadas em buracos negros ou estrelas anãs.
Agente 2: É, melhor vocês tirarem umas férias.
Continua>>>
10/12/22
Mais sobre P.D.: Lykos
Fora isso, eu gosto de contar histórias como se eu estivesse apresentando elas, e não apenas narrando. No caso, irei contar curiosidades sobre esse personagem e, ao lado disso, sobre outros personagens que tenham algo a ver.
Curiosidade 1
O Lykos foi feito originalmente pra ser só um femboy alienígena, daí os traços masculinos e femininos tão misturados, enquanto seus pronomes são explicitamente masculinos, diferente, por exemplo, do O'Range atual, ao qual eu alterno entre os pronomes para indicar que ele/ela é não-binário, tanto que no design ele só tinha um capuz azul (que nem Nora e Tenshin da versão de 2019, que devido à sua inutilidade e falta de identidade eu deixei de usá-las e pus o Lykos mais nos holofotes) e faixas nos mamilos (que nem um sutiã de bikini fino), mas mudei algumas coisas, até que formei isso. Os prateados sempre foram azuis, isso por causa da composição deles ser rica em prata, tornando as cores frias, como azul e cinza, mais comuns, e a cor de cabelo mais comum é branco, enquanto as outras variações podem ser rosa, laranja ou verde-limão, e seu olho espectral sempre brilha em vermelho. Atualmente tem algumas peças a mais, mas sempre deixando ele bem sexualizado, quase que nem o Theon, mas ao mesmo tempo com muita pelugem nas roupas, baseada nas tribos pictas (os pictos são uma variação do povo celta, vizinhos dos vikings nórdicos que viviam na Escócia, lutavam pelados e se pintavam de azul).[Alguns desenhos de mulheres pictas, que foram minha maior referência]
Curiosidade 2
Lykos vem de Λυκόφως (Lykófos, "crepúsculo" em grego), porque a ideia era pra ser alguém com poder mágico de luz e escuridão, embora que atualmente nenhum desses dois lados tenha sido reaproveitado. Outros personagens que eu tive etimologias inesperadas são Naej (que vem do meu nome verdadeiro, Jean), Tifanny (que vem de um nickname de uma das minhas primas no LoL, TifannytheKiller0025) e Dragondorf (uma mistura de "dragão" com "Ganondorf").
Curiosidade 3
Esse fato não é realmente sobre o Lykos mas sim sobre o Planeta Prateado. Ele começou sendo um planeta da constelação de Peixes, chamado Pisces-1o2 (definitivamente eu era bom em mapear planetas e estrelas, né?), mas atualmente ela é da constelação de Sagitário (nunca especifiquei a estrela, só a constelação) e se chama Planeta Prateado devido à forte presença da Prata na natureza.
Off: Como eu estou?
[Esse post é uma mensagem do autor para contar alguma novidade]
Bem, alguns meses eu tinha falado sobre fazer um hiato para jogar Pokémon Crystal, e bem... eu já zerei e, primeiro, vou contar como eu estou lá.
- Minha party tem um Dragonite lvl 61, uma Noctowl lvl 54, um Snorlax lvl 52, um Feraligatr lvl 67 e um Starmie lvl 41;
- Consegui 134 pokémon pra Pokédex;
- Mapa, Telefone com 10 números e Rádio no Pokégear;
- Todas as 16 insígnias.
Atualmente também concluí o primeiro ciclo da Fatec de Logística (e por curiosidade, grande parte dos dados logísticos e tecnológicos eu me inspirei na Logística), quase me ferrando porque tirei 3,5 de média em Método, mas me recuperei logo com um 10 na P3.
Talvez tenha hiato, talvez só demore alguns dias pra continuar, mas é porque minhas ideias acabaram, eu planejo terminar essa versão de Projeto Dream, mas não forçarei a barra pra terminar de forma tão épica como era antigamente na versão de 2019 – 2021, inclusive, o Foramin não estará na rota final da história, ele é só mais uma das entidades que tornam essa história tão grande.
E sim, eu planejo prolongar bem a história, mas como vocês estão vendo, eu não tô enrolando mais como era no PD Chaos, onde eu fazia uma história longa pra kct enquanto eu poderia ter feito em apenas 3 episódios como uma trilogia, e tô preferindo mostrar desenhos meus a ter que escrever um texto de 3 linhas para descrever personagens nem tão relevantes assim.
Enfim... é isso, flw
De férias com Otasha
> 01/02/2257; espaço sideral; Universo 255-P
Otasha esteve começando uma lojinha em Stereo, O&S Marketing, vendendo equipamentos do Dr. Shiro para algumas pessoas e, com ajuda de seus robôs operários, atendendo ligações, importando os materiais e fazendo contratos com diferentes empresas. Depois de descobrir que Shiro e Tokawa tiveram uma aliança, assim possibilitando a loja de Otasha em Hawtália de poder vender equipamentos da Tokawa Foundation.
Depois de um tempo trabalhando por lá, Otasha deixou a loja fechada para férias e com os robôs monitorando por segurança. Viajando no espaço da Via Láctea, ela passa por uma estação espacial onde ela marcou um encontro com o Dr. Shiro, e eles tomam uma breja por lá.
Otasha: Cara, não sabia que isso desse tão certo.
Shiro: Pois é, moça de fogo, e bem, a gente poderia rever algumas constelações no céu de XO4-C, lá é um lugar muito bonito de se ver as estrelas.
Otasha: Hã... Por que você gostaria de ver estrelas no céu? A gente vê elas constantemente no céu.
Shiro: Ah, sim, sim, bem, que tal um hotel expresso Larvis, em Hunkal?
Otasha: Você tá interessado em coisas muito específicas... né? Bom, vamos convidar a Tifanny e o Naej- Ah! E a Doutora Tokawa, ela vai amar!
Shiro: Não! Não... Bom, o que eu queria dizer, é que eu queria ficar ainda mais próximo de você, você é realmente uma pessoa incrível, considerada perfeita perto de humanos quaisquer, você é forte, linda, inteligente, e ama jogos, você é capaz de chamar a atenção de muitos homens além do que seu corpo é capaz-
Otasha: Ah, para!
Shiro: Espera aí, eu tenho mais a dizer! Você é ótima com dinheiro e troca espaciais, enquanto eu não sei nem quanto o iene vale no mercado, você curte videogames, curte esportes. Ai, deuses, você é ótima no futebol e no rugby, muito melhor do que muito homem na Terra, que é caracterizado por jogar esse tipo de esporte, e...
Otasha: Desculpa, cara, mas...
Shiro: Oh, droga!
Otasha: Espera aí, eu tenho mais a dizer!... Eu tenho muitos amigos no espaço, e tive mais porque uns terráqueos abriram muito as portas pra mim, se não fossem aqueles quatro, com certeza eu nunca veria você.
Shiro: Sério?
Otasha: Pois é, vem cá, eu tive umas ideias.
Otasha pega um tablet e, com ele, abre um mapa 3D do universo, e vão mapeando para onde eles vão para alguns parques de diversão em Decepticon, compram sucos de taríneos (uma fruta exótica, agridoce e bem azeda, mas que seus doces e bebidas são sempre uma delícia) para tomar na viagem, dormem em hotéis comuns em estações espaciais, usam o Plambers restaurado e personalizado da Otasha para coletar amostrar de urânio, césio e crônio, em caixas de chumbo altamente filtradas, para poder vender depois para empresas de energia, armamentos e, no caso do crônio, alquimistas e ferreiros profissionais, e usando mais uma vez o Plambers, agora como fonte de luz, eles coletam flores da morte (que podem tornar a pessoa imune à morte por 30 minutos terrestres ao cheirar seu pólen) e ervas do reino certo (uma espécie de ervas venenosas que, caso bem fervidas, podem possuir efeitos mágicos) e levam para vender a uma feiticeira do sistema Gliese 1061 em troca de talismãs verdes de Durant (cujo efeito varia com seu usuário).
Shiro: É estranho estar trabalhando nas férias, não é?
Otasha: Ah, tudo bem, eu só tô fazendo coisas que eu não conseguiria durante esse tempo da loja. Bem, vamos à melhor parte.
Shiro: Vamos enfrentar um dinossauro robô cristão gigante? Vamos fugir de uma grande tartaruga comedora de terra? Vamos visitar uma tribo de Pucocôs e ficar amigos deles? Ah, será que iremos explodir o império de um tirano maligno adepto da eugenia? O que ganharmos de bom, doaremos para uma velha sacerdotisa do silício em Grandahar.
Otasha: Vamos fazer tudo! Menos esse último, nem tem mais ditadores tão ameaçadores pra gente enfrentar.
Depois de fazerem tudo isso, eles passam uma noite em Larvis, um dos melhores hotéis de Hunkal.
> 03/02/2257.
Otasha: Desculpa por ter ficado por muito tempo longe de você, talvez seja porque eu fiquei muito ocupada com essas jornadas espaciais. E então, quer um drink?
Shiro: Sim... Vamos.
E então os dois terminam o dia tomando drinks de Soldado de Aldebarã num bar espacial comum.
Continua>>>







