Boas vindas
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
14/11/23
Contratempo
Thomas Albakar apanhou muito, ele tentou enfrentar as contrapartes de quem ele conhecia lá daquele universo, e usou a adaga de teia cósmica que ele tinha pra levar a Yuri e seu exército daquele mundo para onde ele planejou que fossem invadir, mas não adiantou, ele foi capturado e Naej, ainda irritado, o eliminou, porém, ele tinha algo pronto pra caso ele não sobrevivesse durante uma jornada multiversal.
> 12/05/2271; Oceano Atlântico; Universo 255-P
A equipe Caranguejo esteve pesquisando algumas criaturas marinhas e lugares submersos, até conseguirem achar uma maçã de Avalon, que estava mordida, mas muito pouco destruída, estava a uma profundidade muito alta, e era impossível a maçã flutuar, e o sal fez a área mordida da maçã parecer como se fosse apenas cortada fora. Eles conseguiram pegar a maçã e, cortando ela mais ainda, acharam sementes bem secas, e com um procedimento para tratar e purificar as sementes, eles fazem uma área boa para ela crescer normalmente, aproveitando o espaço de uma sala subutilizada para a macieira crescer um pouco, para avaliar se ela tinha chance de seguir em frente, até que eles levem a pequena muda para uma região litoral, mas sob domínio da equipe de pesquisas.
Vitoria Flandre está liderando a equipe de pesquisas, embora ela seja também da equipe de combate, e parece que ela havia visto algo supostamente humanoide, mas muito barulhento, escondido entre as instalações.
Vitoria: Isso é um vampiro? Ou um mendigo? Dependendo do que for, precisamos de um jeito de tirá-lo daí.
Operário 1: Desculpa, madame Flandre, a gente não consegue alcançar ele.
Vitoria: Ha, vocês têm medo de um algo equivalente a um rato do mundo sobrenatural, por isso não tão na equipe marinha, só estar lá debaixo d'água seria demais pra vocês.
Operário 2: Vi, você vai ajudar a gente ou só rir que não fizemos nada?
Vitoria: Ah, fizeram nada? Acho que vou ter que descontar o salário de voc-
Operário 1: Espera aí, não era isso o que eu quis dizer, é que...
Vitoria: Okay, cansei, peraí.
Vitoria Flandre põe cada mão nas costas de um dos dois operários, e imbui uma magia emocional, que encorajava mais à atividade, e ela guia eles para as armas e, curiosamente, o vampiro estava lá, ele estava segurando um AK-47, mas ao invés de usá-lo para atirar, a criatura avança contra os operários o carregando como um porrete, segurando pelo cano, e então, o vampiro tenta dar um golpe em um dos operários, que desviava, o medo não o paralisava como seria normalmente, e a coragem o deixou mais forte, e o seguro saca a arma do vampiro pelo cabo, enquanto o primeiro empurrava a criatura com força e muita emotividade, e o operário que obteve a arma fuzila o vampiro com a arma.
Vitoria: Haha, essa foi ótima, parece filme blockbuster de ação.
> espaço sideral.
As operações de Otasha e dos Brasões de Latão foi um sucesso em Isandi, o mercado começava a fluir normalmente e o governo interestelar do Setor L, do qual vem o planeta Isandi, nomeia um dos sapiens insandinos como embaixador do planeta.
> Niamei, Níger.
O país de Níger desenvolveu, durante esse tempo, um idioma próprio chamado nigerês, o que combina palavras de inglês e francês, com gramática de maior parte latina, vocabulário nativo e local, e com sistema vigessimal quanto à classificação das letras, e por isso, era bem difícil a comunicação com civis visitantes, mesmo quando alguém sabia inglês e francês, era uma língua totalmente única.
Luna Pleine e Boudica, com ajuda da D.R.V.G., convidaram Luna Ártemis pra passarem um tempo – questão de 3 dias – na cidade de Niamei, que a D.R.V.G. não tinha muito domínio mas tinha certo acesso de transporte, linguística e moradia. Ártemis estava sentindo aquela mesma sensação estranha de pânico instantâneo, como se tivesse uma aranha mordendo sua língua de novo, como se ela estivesse engolindo o que ela disse na internet e vendo o quão desfavorecida é a África, mesmo se recuperando economicamente depois da U.G.G.
Inicialmente ela não entendia o porquê do exemplo de um país da África pra explicar como é viver num terreno desfavorecido, como seria o tal planeta Isandi, mas cá estamos, e assim como Isandi, Níger estava seco e com poucos recursos, com a diferença que, com os anos de evolução, ainda tinha água e energia fáceis de acessar. A Trindade Luna já sabia da situação da África porque, como parte do treinamento das Luna, tinha o que chamavam de treinamento de humildade, em que, durante o treino de boas maneiras que vai da adolescência à idade adulta, as Luna tinham que visitar algum país bem pobre pra poder entender a situação econômica de lugares fora de Lille e, geralmente entre as mais engenhosas, também conseguir formas de ajudar os países a se melhorarem.
Boudica foi ao Brasil aos 16 anos, Nouvelle foi, aos 15, à Guiana Francesa, que deixou de ser uma sombra da França com o passar do tempo mas, devido a poucas alianças, era um país em prantos, Recóte visitou a Índia aos 19 e, pela variedade de especiarias, aprendeu culinária o suficiente pra ensinar a seus filhos, além do que Jubuh já teve pela Suíça, e Luna Saang já foi às Filipinas, por saber da violência que estava tendo no território e isso poderia fazê-la reconhecer melhor o que é justiça e sofrimento. Luna Pleine foi muito facilitada porque ela não se via como mulher durante o começo da adolescência, mas a Luna Origi a ajudou no treinamento de boas maneiras durante sua transição, e assim como Origi, Luna Pleine foi à República Nova do Haiti, que foi bem difícil de se acostumar a morar lá temporariamente aos 19 anos, mas isso também serviu como inspiração pro seu currículo na Arôme de Francine, devido aos trabalhos temporários e voluntários de moda que ela participou nessa expedição.
Luna Pleine e Ártemis estiveram conversando durante a noite em Niamei, na varanda do hotel.
L. Pleine: É difícil ver um lugar tão desigual, não é?
L. Ártemis: Pra falar a verdade, eu nunca fui num país tão... abaixo da renda, que bicicletas não são algo esportivo ou de lazer, mas realmente um transporte necessário.
L. Pleine: Tanta coisa pra você reparar, cousine, e você reparou nos trabalhadores a domicílio indo e vindo de bicicleta pra trabalhar?
L. Ártemis: É... Eu achei que o lance da água fosse o único detalhe que falam quanto a produtos importantes, mas... moradia, eletricidade, variedade de comida, veículos... Tudo isso importa.
L. Pleine: Você já fez aquele tal treinamento de humildade?
L. Ártemis: Não... E eu acho que a mamãe sabia desde o começo que... EU SOU UMA FALSA LUNA!!! WAAAAAH!!!
L. Pleine: Arty, calme-toi!
L. Ártemis: É... É... De-e-e-escuulpaaa, é-é-é que... Esse cho-oque de realidade... É um choque atrás do outro... *sniff sniff* Até você, que... não nasceu mulher, fez esse ritual, e eu não, eu não sabia que *sniff sniff* você iria ainda se importar comigo. Eu cresci com você, eu te vi crescer, você me viu crescer, eu te ensinei biologia de pássaros, você fez roupas boas pra mim, você me ensinou magia! Mas... eu não reconheci isso, e essa empatia, eu só tô começando a reconhecer...
L. Pleine: Porque você tá passando pelo rito de passagem que envolve conhecer um país de terceiro mundo? Entendo, falar aquilo de um planeta inteiro era fácil, mas e agora que estamos... no mesmo planeta? Só que num outro terreno, só um pouco mais generoso?
Continua???
13/11/23
Coisas Estranhas Acontecem
> 12/05/2271; Lille, França; Universo 255-P
O terrorista é levado embora junto com o Fugaret pelos agentes da D.R.V.G., que o resgataram com sucesso com ajuda da Drakula Inc., por causa do rastreamento das armas que estavam matando os terroristas pelo seu mau funcionamento programado. Enquanto isso, Julie e Sofia conversavam com as Luna, inicialmente sobre como elas estavam avançando educacional e financeiramente, que Luna Boudica afirmava que estava ótimo e inclusive oferecia uma negociação para vender a microempresa que eles estiveram trabalhando pra empresa de Isa e Ju, e ela ainda deixava essa oferta para os acionistas pensarem, enquanto eles seguiam com o que Pleine e Ártemis estiveram discutindo sobre o que a O&S, se era certo ou errado, e Julie e Fugaret... riam daquela situação e falavam que as duas estavam perdendo tempo.
No hospital Lelistarble, no qual a Trindade Luna trabalha e administra, o doutor François de Sion e sua enfermeira Thais Agan estiveram socorrendo o tal terrorista, chamado Ali Hassan II, estava tão envergonhado com o que ele ainda lembrava de como ele morreu, embora acidentalmente, que ele implorava que não contassem pra ninguém, nem entre eles mesmos, ele não queria ser conhecido como "o paciente que se matou sem querer", e depois de sair do hospital com a alta... ele ligou em seu telefone, xingava todos os membros da Société de L'ombre e declara ser um homem livre, e quando desliga o celular, o joga numa caçamba de livro de grande porte, pra ser pego junto com os lixos secos genéricos pelos caminhões automáticos.
> espaço sideral.
Paralelamente ao caso da Otasha, Shiro, Brasões de Latão, Symphony, Tifanny e Naej trabalhando no planeta Isandi, o construto de Muramasa acompanhou a equipe galáctica a fim de ver como eram a base, a gestão e o que eles descobriam por aí na galáxia, e eles reviam gente como Lucy, Piano, Maurice, Capitão Latim e Mapsí, que aceitaram lutar ao lado dessa equipe espacial contra algumas ameaçar, incluindo uma facção estereana seguidora do deus do sangue, e que, quando um dos adeptos morreu, alguém muito familiar, de cabelos vermelhos e máscara de pedra, havia saído do corpo dele, o que preocupava a equipe terrestre porque o Muramasa e a Fortrex contavam muito dos perigos dessa entidade e desse feiticeiro.
Mas aliviando-se do que havia sido contado, Igu e Ipan ficam curiosos sobre o que havia acontecido com Bois Sheng, Milk Almonds e Purpa Guara, que estavam gravemente feridos, com dedos faltando nas mãos, roupas rasgadas e o rosto danificado pelo que parecia ser uma explosão, porém, estavam descansando em cápsulas com um fluido brilhante e azul que Thomas descobriu, que podia regenerar corpo e alma em 3 dias, e iria recuperar totalmente, foi uma missão muito difícil e, se não fosse o Mapsí com seu poder de explodir corações, a equipe teria uma luta muito pior e mais membros da equipe morreriam.
Investigando o espaço junto com a equipe galáctica, o construto de Muramasa retorna ao clássico "planeta Abismo", cheia de Kiwolhos e com grandes calabouços para explorar, porém, em uma armadilha de um calabouço não explorado, ocorrem vários ataques ao mesmo tempo.
Charles: O que é isso?
Dragondorf: Cuidado!
Dragondorf elevava sua aura dourada e contra atacava flechas e arpões, se acelerando e golpeando fisicamente os projéteis, ou, para proteger Donald McThing de um dos harpões, que eram feitos de ferro negro, um metal degenerativo capaz de matar uma pessoa em instantes, Dragondorf cospe uma bola de fogo dourada que atravessa Donald e rompe o arpão, ele achou que estava tudo certo, mas percebeu que Charles estava nada bem, ele foi pego por três das flechas, mesmo com John Parker segurando uma das flechas pra impedir ele de ser pego, Igu e Ipan estavam desesperados, acharam que já era tarde, mas Dragondorf saca uma pepita de pedra filosofal, gotejada da joia de Summer Sambari e solidificada pra manter a consistência, e ele fazia um ritual.
Igu: O que ele tá fazendo?
Ipan: Não tá vendo que é algo pra descansar o espírito do Charlie?
Peipers interrompia a conversa dos irmãos, tentando intermediar e acalmar eles.
Peipers: É Charles, e é óbvio que não vai ser pra descansar pra sempre, afinal, a gente já viu que a família dele tem alto poder sobre a vida.
Igu: Mas... Eu tive que sacrificar nosso pai pra salvar o Ipan.
Peipers: Seus recursos eram limitados na Contra-Terra, os sofrimentos de vocês não devia anular as capacidades dos outros.
A pepita é desfeita, mas Charles era recuperado.
Charles: Ah, e aí, lagartixo? Bom?
Dragondorf: Bom, menino gyaru.
Igu: ... Magos terrestres são esquisitos!
> Deming, Novo México.
Carla está ajudando Luca e Maizon a levar embora uma relíquia em forma de rosto do Paul McCartney com um besouro-hércules na testa, feito de jade, enquanto o descendente da versão alternativa de Tzhemodd Starion do Universo 44B tentava pegar de volta, e então que 4 mutantes, junto com Elizabeth Pommiere, que havia acabado de voltar da usina para a casa, conseguem romper a armadura de Tzhemodd.
Era complicado explicar como esse ser acabou parando mas, depois de anos perdido nos universos e sem os seus tesouros originais, ele acabou lutando em várias batalhas entre os universos, incluindo a atitude de eliminar e substituir as versões de seu pai, que o criou com uma joia da vida, o reencarnando no tal descendente, e agora esse ser, o Tzhemodd Starson II, esteve procurando de artefatos ótimos para assim criar seu novo império depois de anos sem suas conquistas.
Por isso, o artefato que Carla estava segurando, chamado The Pid, que caiu na Terra há 130 anos e foi perdido nas eras, até ser achado por Tzhemodd II. Considerado uma ameaça, os mutantes de Deming se juntaram pra enfrentar aquela entidade alienígena com tudo o que tinham, incluindo uma grande explosão de Nuke Atombo chamada The Big Bang, destruiu toda a nave de Tzhemodd, junto com o poder de Elizabeth de controlar vetores que impediu os detritos de caírem sobre a cidade.
Tzhemodd é derrotado, e Maizon, com seus fortes braços, quebrava o pescoço daquele ser bem rápido, e Carla, então, com sua velocidade e memória da cidade, leva o artefato pro museu proteger.
Continua>>>
Resultados Concretos
Fugaret havia sido sequestrado por terroristas da Société de L'ombre contratados por uma empresa até então desconhecida, ele está em uma cadeira velha que podia se desmontar facilmente, e seus pés e mãos estavam minuciosamente amarrados, os pés com correntes firmes nos pés da cadeira, e as mãos amarradas juntas com nós de marinheiro em um modelo de corda de linho blindado da empresa que contratou o homem, o homem estava falando coisas ofensivas contra Fugaret e seus próximos em árabe, e Fugaret não entendia nada daquilo, mas quando o homem apontava uma pistola contra o rosto do Fugaret, algo de estranho acontecia: A bala atingia aquela região entre o nariz, os olhos e a testa, e atravessava seu crânio.
> Lviv, Ucrânia.
Muramasa: Como isso funciona?
Ivan P.: Nem é tão difícil pra falar a verdade, enquanto eu vendia normalmente as armas que funcionavam, tinha organizações que eu montei equipes especificadas para vender armas que não funcionam pra criminosos, como bombas que não explodem, armas que explodem no portador, armas que travam e emperram com facilidade, e as minhas favoritas... Armas que o tiro sai pela culatra.
Muramasa: Fascinante... mas como você não mistura entre os tipos de armamentos, e não vende arma ruim pros soldados e arma boa pros terroristas?
Ivan P.: Tudo é perfeitamente separado, desde a separação das caixas, por cor e modelo, ao atendimento ser feito por pessoas, que não precisam de muito controle pra aprender a separar esse tipo de serviço.
> Porto Cuspe-do-Dragão, Inglaterra.
Isabella estava irritada com os impostos de renda de Pessoa Física e Jurídica terem aumentado de 1,3 para 2,09% dos lucros das empresas no Reino Unido, mas esse caso econômico parecia ser um problema ainda pequeno, considerando que a empresa de Isa de Ju ainda está lucrando muito mensalmente, e também havia um caso estranho que eles estavam vendo bem de longe: Uma criatura similar a um dragão voador, como os extintos Fogos-do-Céu, estava voando sobre o mar, e quando viam com exatidão, a criatura estava carregando 3 pessoas muito debilitadas.
Chegando lá, o dragão virava a Sora, e dela desciam Nogri, Elena e Kinblu, que os Dermurer não reconheciam e nem entendiam por que eles estavam ali, mas Isabella, que estava presente ali, até mesmo saca seu anel de rubi, e os operários, com suas armas, cercavam os quatro, já que ela já viu o perigo que eles traziam juntos, mesmo à equipe provisória e Dermurers, Redlars e Lunas, mas Sora e Kinblu imploravam pra que não acontecesse nada.
A discussão ocorria, e Isabella desinflama a vontade dos seus operários e pede pra eles abrigarem o grupo, pra entender melhor o que eles queriam dizer, e descobrem que o Serjj R4dio está submisso às operações da Société de L'ombre e da Box of Dragons Foundation, que estava escondida na forma da empresa chamada Les Lignes Rouges.
> Lille, França.
"Nossa, uma empresa monopólica colonizando um planeta pra conseguir minérios e mão de obra, que original, tenho CER-TE-ZA que a história está se repetindo em toda a galáxia #satasha #cancelo&s" – .:DéeseArtemis:., 908 curtidas e 1205 descurtidas.
"Cala a boca, você é francesa" – Marilyn_Drakes, 200 curtidas, 92 descurtidas.
Luna Ártemis tinha compartilhado um texto em miniblog em seu Mixert reclamando do que a O&S esteve fazendo no planeta Isandi, enquanto a O&S esteve apenas ajudando algumas civilizações de um planeta já abandonado à própria sorte, trazendo alguma oportunidade nova para aquele mundo, tanto que Luna Pleine, sabendo daquela publicação, foi discutir com Ártemis.
L. Pleine: Não acho que isso aí é tão preto e branco, Arty.
L. Ártemis: Mas eles estão colocando coisas que eles não queriam lá, e perpetuando estereótipos de um povo, não só de outra raça ou de outro povo, mas de outro planeta.
L. Pleine: Esse tipo de assunto é tão complicado que prefiro não arriscar me envolver, mas isso me lembra ONG's que ajudam povos na África, mas a um nível cósmico.
L. Ártemis: Você apoia uma classe burguesa cheia de fachadas? Eu esperava mais de você, 'cousine'.
L. Pleine: Somos burguesas, sua tola, e cê sabe por que o Haiti e a Guiana Francesa eram tão vulneráveis nos séculos 20 e 21.
L. Ártemis: ...
Pelo visto parecia que Luna Ártemis não entendeu o caso, e então, ela pede pra ir junto com ela e a Luna Boudica pra elas conversarem com a D.R.V.G., uma empresa relativamente próxima que conheciam desses assuntos interplanetários.
Continua>>>
12/11/23
Projeto Dream, episódio 228
> 05/04/2271; Lille, França; Universo 255-P
Luna Saang estava usando seu celular pra catalogar o que ela viu em Albuquerque, e ela também tentava falar com as irmãs Luna sobre o que ela passou.
L. Saang: Ainda não entendi por que vocês gostam tanto de gente daquele estado dos Estados Unidos, é alguém que vocês conhecem que é interessante ou tem algo que eu perdi?
L. Nouvelle: Ah é, tia Saang, a gente não ia pra lá por causa, sabe, DO LUGAR, mas de quem mora lá, mas... Por que a senhorita foi pra lá? Cê sumiu e a gente se preocupou, sabe...
L. Saang: É... eu sou curiosa, sabe?
Enquanto isso, Luna Pleine esteve na sede da Arôme de Francine, ensinando as estagiárias que estão operando na faculdade parceira da empresa, e ela conversava principalmente com o Howard Nutilé, que esteve ajudando a operação pra produzir tecidos, operando com os computadores do prédio que automatizam o ato de tecer os pano, principalmente para calças jeans e ternos, e ele juntou porções de tecidos de cores rosa e branca, de junto com látex, pra fazer a bolsa rosada que Luna Pleine estava carregando, como um presente pra ela.
As operárias acharam estranho um desvio de 600 euros em material pra fazer um presente, mas o jovem, além de fazer o possível pra deixar bem-feito, também pagou pelo projeto, e a Pleine aceita o material e conversa com a atual gerente daquela área da empresa, que apesar daquilo ser inesperado e também estar fora do que a empresa estava controlando, também parecia nobre e também tinha um gasto insignificante perto do que eles ganham mensalmente.
Bolsa essa a Luna Pleine ficou usando com o tempo, inicialmente ela usava uma mochila preta e bem grossa, que ela tinha desde a adolescência, porque ela não queria gastar muito com uma bolsa boa, e gostava inicialmente de bolsas, e só mudou de vez quando, não só recebeu uma bolsa pra si esse ano, mas também algo que ninguém da família dela não precisava gastar. Ela sabia que sua família é bem rica, mas ela tinha essa vergonha de ter uma bolsa, diferente de todas as outras Luna da mesma geração que ela.
> Albuquerque, Novo México.
Michael e Oprah convidaram Norville pra ver o castelo de cristal por causa de Tifanny e Naej terem falado que tinha alguns conteúdos legais por lá, mas que não ia ter como eles visitarem a Terra pra guiar o grupo, já que, além da correria em Stereo, também tinha um projeto que eles estiveram ajudando pra O&S, de construir alguns poços pra garantir água potável a um território no planeta Isandi, que a Otasha havia catalogado e pesquisado, pra conseguir confiança daquela população.
Fora a localização e guias de como era pra visitar esse castelo, tinha também um golem do mesmo cristal que compõe o castelo que, explorando por aí, Michael, Oprah e Norville estiveram interessados no tanto de arsenal que seus amigos imigrantes tinham guardado por lá, e até mesmo se perguntavam por que os dois não resolveram simplesmente morar naquele castelo.
Norville: Cara, se liga nessas paredes, os lustres, o sofá, mano, o sofá! Eu achei que ia ser duro que nem as paredes, mas o sofá é muito bom! Mas... Se aqui tá tão bom, por que eles não resolvem morar aqui?
Oprah: Vamo ver mais um pouco, talvez... Okay, pode não ser pra eles morarem, mas provavelmente pra algum lazer- Ah! É tipo chácara pra alugar!
Michael: Essa ideia parece legal, mas... Como você deduziu tão rápido?
Oprah: Pensem bem, aqui tem paredes, chão, teto, alguns móveis de cristal, não sei como conseguiram esse cristal bonito, mas não é o caso, e tem esses móveis, até que normais, TV, é tudo bem feito, mas... não achamos nenhum quarto além daqueles das criaturas mágicas, pode ser só um lugar pra visitar, ficar um tempo e sair.
Michael: Melhor ligar pra eles, talvez eles afirmem.
Oprah: A Tifanny avisou que iam ficar um tempo em off, porque... Sabe as jornadas deles no espaço? Deve ter a ver.
> espaço sideral.
Tifanny e Naej estiveram viajando entre alguns planetas, usando as naves Taguchi e Patrimônio, além de também agilizarem a atividade dos Brasões de Latão, que estiveram trabalhando com sua tecnologia, aproveitando arquitetura, transporte astroviário de insumos e ferramentas, e também a preparação das pontes, o que era acelerado com estruturas que Tifanny fazia com sua magia de gelo que escavava o suficiente no chão, e que Naej, usando uma energia curativa, assim como magos a usam para se curarem, passava poder para Tifanny continuar, e assim poupava esforços na construção dos poços.
Com os poços concluídos, a pequena cidade no planeta Isandi estava começando a se desenvolver, parecia pouco tempo fora de lá, mas em Isandi o grupo da O&S conseguiu muita coisa, primeiro trazendo água para uma das cidades mais pobres e devastadas do planeta, em seguida implantando painéis solares e energia elétrica, e por fim, instalando informática e eletrônicos que aproveitassem a energia elétrica, além de iluminar as casas de noite. O povo de Isandi é parecido com leões humanoides, e pelo que Naej e Tifanny deduziam, podia ser obra de Amon, embora Hematon não assumisse essa ideia por esses seres não soarem familiares, e tinham culturas bem variadas, embora a tecnologia ainda fosse pouca.
Além disso, o povo do planeta Isandi ainda é supersticioso, e a cidade renovada chamada Leorin Solaris não era diferente, com uma mitologia de 13 deuses e um conceito filosófico similar à alquimia, embora com outros nomes que o grupo da Otasha ainda está descobrindo, e o deus do sol, chamado Ikatuka, começou a ser associado ao painel solar, que Dr. Shiro e Capitão Ekko Nomio construíram aproveitando a arquitetura lisa do templo desse deus para manter o painel solar fixo e perfeitamente direcionado à estrela de Isandi, e deixaram o ligamento elétrico bem sutil para não atrapalhar as esculturas ainda belas, para depois passar energia para as casas, agora melhoradas, e isso reduziu os danos e esforços dos civis, e tinham tempo livre melhor.
A O&S estava sendo julgada por terrestres e alguns marcianos, mas o povo do planeta Stereo e do planeta Proxima Centauri A estavam parabenizando pela atitude, embora estranhassem o ato de se importarem logo com um planeta tão ignorado, mas na verdade a O&S sabia que lá tinha muitos minerais e isso será útil para a empresa, então, pra deixar mais natural a colaboração, eles estão ajudando o planeta em troca deles os ajudarem.
Continua>>>
11/11/23
Cola Vermelha
> 31/03/2271; ???, República Nova do Haiti; Universo 600XD
Um homem chamado Kora Jino, de cabelo ruivo, sardas no rosto, e uma roupa simples com peças dominantemente brancas, mas com uma camisa e um cinto azuis junto com a túnica branca, está visitando o Haiti porque soube de uma mulher vidente com um poder de prever o futuro, e Kora, um feiticeiro freelancer e mestre em catalogar magias terrestres, resolveu ver como funcionava. E ele passa por um dos prédios que existem nas cidades grandes vindas do estado atual do Haiti.
Enquanto países na Europa e Ásia se danificavam muito, e países americanos e africanos faziam o possível pra se regenerarem dos danos da Última Grande Guerra, o Caribe teve, além de uma resistência considerável, com poucos países realmente danificados, uma considerável neutralidade, e o que o Haiti teve a mais é que, como a França sofreu grandes danos, incluindo a perda irreversível de Paris e o desvio de grandes sedes para cidades menores, o Haiti perdeu a dívida que tinha com esse país, e passou a ser questão de tempo o Haiti se restaurar econômica e culturalmente.
Feiticeira essa que Kora encontrou se chama Camille Fontainelles, e ela aprendeu magia com o passar do tempo, embora sua família já tivesse conhecimento mágico por serem mestres em Vudu, geralmente criando zumbis a partir de membros mortos da família, e isso era bem assustador para Kora, ele não esperava que, além deles serem bons com magia de ressurreição, embora limitada, e os zumbis podiam, além de trabalhar muito bem nas atividades de casa, ainda terem um certo nível de memória, eles não conseguiam falar e nem elaborar assuntos complexos, mas podiam trocar mensagens, escrevendo cartas em francês a partir de simples papéis e canetas espalhados pela casa.
Camille foi muito receptiva e gentil, diferente dos membros da família Fontainelles que estava encarando eles muito seriamente, já que, embora Kora fosse japonês e não de alguma ascendência branca, os haitianos ainda estavam sérios quanto ao que eles passaram com os povos de pele clara no passado. O serviço de prever o futuro era pago, e era um equivalente a 10 dólares, algo que ele pagava normalmente, e então, ele presenciava a magia dela.
Camille invoca uma entidade em forma de uma aranha, com partes brancas com degradê que intercalava entre branco, rosa e vermelho, e na parte superior do abdômen tinha um símbolo espiral mágico, e Camille chamava de "Anansi", em referência a uma entidade em forma de aranha celestial, e ela escrevia um texto curto, que dizia o seguinte:
Na torre dos lutadores
Tu encontrarás três oponentes
Um é um homem duplo, que morrerá por seu descontrole
O segundo equivale a três em tamanho
E morrerá com sua própria força
O último será teu novo amigo, mas ainda um adversário
Podes perder, mas deves resistirKora: Torre dos lutadores, posso perder, mas devo resistir... Interessante.
Kora levava o papel dessa previsão com ele mesmo.
> 05/04/2271; Fuchū, Japão.
Algumas lutas começaram e passaram entre as 6:30 e 7:45 na cidade de Fuchū ainda antes da primeira luta de Kora Jino começar às 7:50, onde ele conhece Shin Akakuni, e eles conversavam por dez minutos antes da próxima luta começar, não foi nada importante, além do Shin descobrir como eram os poderes de Kora, e Kora saber que Akakuni comia muito sorvete de melancia por causa da técnica térmica dele.
Akakuni fica um pouco próximo da entrada dos lutadores para os camarins, diferente dos outros que esperavam enquanto descansavam ou preparavam o que usam para as lutas, isso porque ele queria ver como ele era em ação, e de um lado ao Noroeste, saía Kora, referido também como "Cola Vermelha" (赤のり), e do outro lado ao Sudeste, saía um lutador mágico chamado Abba Kanshis, que está ali pela maior equipe do torneio por motivos um pouco mais complexos que o normal.
Kora: Yoshi, você será a minha primeira vítima, se a profecia estiver certa, você não vai aguentar seu próprio poder.
Abba: Você acha mesmo que pode me intimidar? Vou te tirar daqui, assim como meus colegas tão tirando os outros, e por fim, todos nós iremos subir no torneio, e o prêmio ficará só entre nós.
Kora: Parece chato demais, se fosse pra ganhar em grupo, que fosse pra doar entre amigos, não pra dividir em bandos, odeio máfias, e talvez por isso eu tenha medo da região de Tohoku.
Abba: Cale a boca ou sterben! Abba salta em direção de Kora, eleva uma aura azul manifestada em espirais na sua pele, e aparecia um segundo dele, e a cópia parecia perfeita... pra um descuidado. Kora descruza os braços e lança uma cola mágica nos pés da cópia, e com uma magia telecinética bem básica, para a investida de Abba, o fazendo cair, e enquanto Abba e Kora lutavam com força e telecinese, a cópia lutava para sair da cola, enquanto caía, e a cola se espalhava para os braços e a barriga.
Abba: Maldito, como assim você acha que pode me vencer só porque me reconheceu?
Kora: Eu não achava, eu sabia que ia vencer de acertar qual era você. E reparei numa coisa...
Kora faz a cola desaparecer, e a cópia, erraticamente, corria em direção do Kora, que desviava, e fazia a cópia atingir sua versão original, e a cópia desaparecia em forma de energia.
Kora: Você morreu por não ser criativo, e desperdiçou tudo pra criar um clone forte, isso deve ter custado sua autenticidade, e talvez você fazer vários iria valer mais.
Kora saía vitoriosamente, porém, só podia lutar às 11:30, antes do almoço, e ele tem uma luta contra Vermis Kasher, que planejava agora se vingar de Kora por ter feito aquilo com Abba, e enquanto Kora subia no ringue educadamente, Vermis corria muito rápido, e saltava, pra ir em direção de Kora, e preparava o soco mais forte que ele iria lançar contra alguém, porém, além de uma magia refletora de dano, Kora fazia uma barreira de cola. Kora sofria danos mínimos e aquela cola explodiu, mas o braço esquerdo de Vermis não saiu inteiro.
Vermis e Abba eram lutadores de grande ligação e vencedores de torneios clandestinos que, com aquela estratégia em equipe, estiveram lutando contra os lutadores japoneses com seus poderes, e sua força, vinda de um poder modificador da magia usando os favores da Máquina pra elevar seu poder, já que embora magos de Ego não possam se modificar, podem consentir para a Máquina fazer isso por eles, assim como Naej faz com sua intangibilidade em fogo, tinha o máximo de força que a mesma podia oferecer a um humano como ele sem grandes consequências, porém, mesmo sendo forte, era um corpo de pele e carne frágeis, ainda vulneráveis à ação e reação de seus próprios golpes, o que Kora fez exatamente agora.
Vermis, irritado em saber que aquele inimigo que julgava atroz demais para ser mantido vivo no torneio, resolve usar a arma mais forte da musculatura humana: A mandíbula, e ele tentava morder Kora, que desviava naturalmente usando a melhoria natural mágica, junto com impulsos com sua telecinese para facilidar, e os dentes de Vermis não aguentavam a força das mordidas, ele precisava morder algo, mas parecia que ele estava mastigando o ar junto com a própria boca, e os dentes se quebravam, e sua boca sangrava, e Kora ainda por cima deu um soco em seu queixo, não conseguiu o atortoar, o pescoço era grande demais pra ser deslocado, e o cérebro estava apertado demais pra ser remexido até o nocaute, mas sua boca seguia mais estourada, e Kora já ia se despedir, deixando cola no chão enquanto andava.Kora: Talvez você não consiga mais lutar, já está condenado, Saionara, filho da pu-
Vermis: Eu não terminei, seu palhaço de ferrugem!
Irritado além do normal, Vermis corria, com passos pesados o suficiente pra tremer a arena, mas a cola continuava funcionando, mesmo que colasse os detritos do que ele pisava, ainda doendo, e ele socava com muita força, ao ponto de deslocar os ventos, ferindo de raspão a pele de Kora, mas não adiantava, seu corpo estava se sobrecarregando, e Vermis sofria um ataque cardíaco, Kora era vencedor, e Vermis era levado a um hospital. Durante o almoço, Kora conhece Akakuni, seus dois primos que o levaram para o torneio, e também alguns membros da família Stilo que ajudam com o patrocínio do grupo.
O torneio pausa e só volta às 13:45, e as lutas seguiam até as finais em 15:30, onde estão agora os dois últimos finalistas do torneio: Akakuni e Kora. Eles iam de lados opostos, ambos em portas que saem de corredores que ligam os camarins de lados opostos, com salas brancas com detalhes azuis, armários negros de brilho metálico e iluminação amarela sutil, e os corredores retos, com curvas suaves até as portas. Enfim, a luta começava. A luta começava, e Shin Akakuni dava investidas muito rápidas, ou golpes usando seus socos e chutes em forma de chicote, que eram rápidos demais para as esquivas de Kora, que compensava por usar sua telecinese também como um escudo, não era ao nível de um Locus Ludi, seu corpo ainda era atingido, mas aguentava mais o dano pela aura telecinética amortecer como um grande traje de couro contra um chicote.
Kora usava sua cola para atrapalhar Akakuni e conseguir tempo para preparar uma magia um pouco mais forte, mas que precisava de tempo para concentrar, algo que não adianta pois Akakuni usava o Chi para afastar a cola de seu corpo, repelindo ela à força, ou até mesmo derretê-la, e então, Kora corria dos golpes de Akakuni, ou virava as costas para evitar que os socos em chicote atingissem seus braços, e então, depois de 1 minuto concentrando sua magia, ele dispara uma bola de fogo azulada envolta de eletricidade, e Akakuni, a fim de parar o golpe, primeiro fazia um soco bem forte que fazia o Chi de seu corpo desacelerar e esfriar a bola de fogo, e então, sabendo que a bola tinha risco de atingir o público, mas ele era muito fraco pra aguentar todo aquele golpe no lugar, ele eleva seu poder, e fazia o vento redirecionar a bola de fogo contra Kora, que é atingido.
Kora é socorrido e curado, e Akakuni agradece pela luta ter sido muito incrível pra ele, e deixa um cheque pra um plano de saúde bom, pra ele ir se curando, algo que Kora recusava, e se curava usando a cola de sua magia, e então, eles iam em direções diferente, e não sabia se eles iriam voltar, mas Kora sabia que a previsão deu completamente certo.
Continua>>>
10/11/23
Rihana Pacheco e outras coisas que quero contar
Rihana é uma mulher transgênero mexicana, criei ela para estender a equipe de Isabella na cruzada contra a máfia japonesa Kondon, e também para demonstrar novos poderes, como o que irei contar depois. Ela tem cabelo crespo preto, e usa roupas variadas com peças vermelhas, geralmente esse traje que é uma mistura de terno com Femmesuit.Eu tive muitas webamigas transgênero na internet, e com o passar do tempo eu resolvi variar também no estilo das personagens, isso ajudou na identidade física, mental e de poderes delas, como a Luna Pleine sendo uma princesa de um clã francês e tendo magia, a Fortrex sendo uma general monstruosa com poder de veneno, e também a Melissa Pudding sendo uma mutante superando os traumas de um pai ausente e tendo um poder de se teleportar.
Eu já fiz um estilo de roupa pra ela pra combinar com o fato dela ser mexicana, da cidade de Oaxaca [Aliás, Quetzalcoatl é uma cidade fictícia, mas eu uso muito ela pra representar uma cidade mágica no México, um dos países mais populares da América Latina e também uma fonte de entretenimento até hoje], onde ela nasceu, e que desenvolvi até que pouco, mas ainda dá pra resolver.Rihana, quando não se veste como advogada da D.R.V.G., está com essa roupa, normalmente em arcos em conjunto com David Alejandro. E falando em roupas, dá pra ver o padrão da presenta da cor roxa em personagens trans da minha história, ou vermelho nas personagens lésbicas e alguns gays, esse padrão se desenvolveu com o tempo, e não é um padrão absoluto (Sean usa roxo e Naej usa vermelho, e são cis e de preferências heterossexuais), embora no caso do Sean até combine, já que ele é baseado no Goku de Dragon Ball, e pelo que eu vi, muitas garotas trans amam Dragon Ball.
O poder de Rihana é de copiar poderes com a mão esquerda, os poderes não são removidos do dono original, apenas copiados com uma parte da noção de como usá-lo, e ela tem 30 minutos de duração até o poder deixar de ser usado, ela pode armazenar dois poderes por vez, embora possa fundir, ao bater palmas, em um poder individual e híbrido, e ela pode usar os poderes por ela mesma ou, com a mão direita, passar pra alguém, será uma concessão de poderes permanente, porém, com cerca de 30% do potencial original desses poderes.
O poder de copiar poderes com as mãos, e ter um tempo-limite de uso, foi baseado no androide Sete-Três de Dragon Ball, já o design das mãos envolvendo setas e círculos foi baseado no Convert Hands de Hunter x Hunter (Não achei scan colorido desse poder, mas achei um do Sete-Três usando seu poder de androide)Antes era pra Rihana ter o cabelo assim pra baixo que nem nos desenhos que fiz pra essa publicação, mas depois de um tempo eu me perdi no design e fiz ela com um cabelo bagunçado e pra cima, mas depois de um tempo, eu mudei de ideia e voltei com o cabelo pra baixo, embora eu tenha decidido que o Ricardo Pacheco (Rihana do universo CD-63) tivesse o cabelo pra cima, porque combina com personagens masculinos.
Aproveitei o desenho do Ricardo Pacheco pra fazer também o da Davina Alejandra (já que o David Alejandro aparece muito junto com a Rihana também), e busquei também adaptar as roupas dos personagens pra manter o sentido de adaptar os designs ao clássico Rule 63 (todo personagem tem sua versão de gênero invertido).É difícil controlar a tonalidade desse lápis marrom que eu tenho, aí ferrou parte da consistência e precisei tomar cuidado pra cor marrom não "comer" os contornos do desenho, curiosamente, as mãos da Davina com as mangas arregaçadas parecem luvas por algum motivo. Eu até pensei em desenhar nariz pra esses personagens negros, pra destacar o fato de terem narizes mais redondos, assim como faço narizes pontudos pra destacar personagens com nariz pontudo, mas não ia dar certo porque meus desenhos já são pequenos (embora eu faça parecerem maiores pela fotografia), e tem o detalhe dos grandes lábios (que se eu desenhar os de baixo e os de cima destacados já ocupa um certo espaço no desenho do rosto), então se eu pôr tudo de uma vez eles iam ficar com a cara muito amassada.
O elo entre Rihana e David é por serem dois personagens negros, mexicanos e com poderes vindos de Magia de Ego, porém, nunca decidi um relacionamento legítimo entre eles, porque também nunca decidi qual era a sexualidade da Rihana, se seria lésbica ou bissexual, devido à variedade de interações dos dois, e também pelo fato dela ter dado um fora no Michael, que segundo a própria personagem, "não fazia o tipo dela", algo que não decidi de vez se era por sua sexualidade ou por pura friendzone.
Eu normalmente sou sutil com a sexualidade e identidade de gênero, embora eu esteja desobedecendo esse padrão deixando a narração mais clara que o normal, isso pra evitar soar uma "história woke de quinta categoria" que fica mostrando gênero e sexualidade toda hora (sim, eu vi muito disso, desde histórias de ex-webamigos estranhos a produções da Netflix), embora eu tenha usado muito da descrição minuciosa dos personagens pra evitar encher os blogs de desenhos, já que isso gastam muito tempo pra fazer e colocar no blog, ainda mais que a mecânica de publicar foto direto do Google Fotos pro Blogger tenha ido pro saco.
Fora isso, a Sétima Temporada, onde a Rihana e o David estrearam, foi ótima porque, além de eu usar pra desabafar sobre quando fui cancelado por uma panelinha de internet, eu também tive oportunidade de desenvolver a Isabella, a personagem mais amada de Projeto Dream, e criar toda uma equipe só pra ela. Sem mais enrolações...
Até mais!
Projeto Dream, episódio 227
> 03/04/2271; Ryunato, Japão; Universo 255-P
Estava todo mundo reunido, pelo menos todos aqueles englobados nas equipes de Muramasa e Piccu, incluindo a equipe galáctica, que inclusive estava muito receptiva, principalmente o Lucas Sunny, que estava falando muito com o Jason Bumaro devido ao seu histórico com animações, e Marcos Thermus com a Isabella, embora o Marcos não estivesse entendendo o suficiente a complexidade do que a Isa e a Ju já construíram juntas, mas as metodologias de empresa pareciam familiares com relação com o que ele viu em outros planetas.
Sean Nozawa esteve junto com sua esposa, Akari, nessa festa, enquanto os amigos alienígenas de Tifanny e Naej ainda estão no planeta Nike, já a própria Tifanny conversava com Sean e Akari sobre maternidade e a oportunidade dos dois terem um filho, e no caso, o próprio Sean conseguiu fecundar Akari naturalmente, com sua adaptabilidade que foi o evoluindo gradualmente até que seu corpo fosse compatível com o de sua amada, enquanto isso, Naej estava chegando ao grupo dos empresários, da onde Lucas Sunny saiu, e tinha Jason, Isabella, Otasha, entre alguns outros membros da equipe e aliados, e ele estava falando principalmente com o Jason B. B. porque o 8Mike gosta muito dos desenhos dele.
Fora isso, Jane esteve à toa conversando com as garotas que ela estava mais gostando de interagir, sendo a que ela mais estava adorando conversar a Rifuté, que estava irritada, não porque o trabalho foi ruim ou muito intenso, nem por causa de alguém próximo dentro ou fora da equipe, mas na verdade porque a Rifuté não viu ninguém fisicamente mal, então ela se sentiu sozinha e sem função, diferente dos médicos e outras enfermeiras que se aliviaram por ter pouca gente pra socorrer.
Jane: Você é tão bonita, não te imaginaria uma médica...
Rifuté: Eu gostaria de te mostrar eu mesma fazendo uma operação médica, mas agora tá tudo bem, e tenho pouco registro das minhas atividades.
Jane: Eu gostaria de te ver em ação.
John Parker conversava com Ivan Carlotovski, que estava muito sério e sem interesse naquela festinha, mas o John conseguia atenção do supersoldado russo, que ainda estava estranhando o fato de um superhumano americano também estar curioso por ele sem nenhum motivo político, mas fora isso, Ivan mostra suas habilidades culinárias, fazendo um estrogonofe ao estilo original, sem acompanhamento, e temperado com vegetais japoneses locais, e Ivan seguia.
Ivan: Você já viu prato assim antes?
John: Sim, meu amigo tem um amigo brasileiro que come isso, só que ele põe arroz e batata junto, já viu algo assim?
Ivan: Não parece ruim.
Charlotte: Papai tem muitos amigos! IvI
Ivan: Quem é essa?
Charles: Ah, é minha filha, Charlotte, minha esposa teve ela uns anos atrás, mas agora o pai sou eu que tô criando.
John: Ah, é esse o cara que tem amigo brasileiro.
Ivan: Achei que era o próprio, brasileiro parece com tudo.
O outro Ivan, Ivan Petrov III, esteve conversando com a Julia Versace, que não era mestra da Família Versace mas, além de ter muito domínio das empresas que estão sob domínio do grupo e sob oligopólio da D.R.V.G. e da O&S, também era embaixadora italiana das indústrias de Isa e Ju na Eurásia, além de ótima jogadora da VFC na Terra e no espaço. Nestion esteve tomando uma bebida equivalente a um vinho tinto amadeirado, ótimo pra festas e feito à base de uma melancia de casca vermelha rubra e carne em cor vinho, conhecida como Melancia do Vale Verde, por causa da extinta máfia La Valle Verde, atualmente extinta devido a problemas internos, mas ainda tendo um legado agrícola muito grande.
Momoko já estava bêbada com a bebida, chamado Vino di Rubino, e rindo com qualquer coisa que estavam falando, e Thomas estava trocando ideias com a Hana Hamill sobre magia, enquanto ambos comiam um yakisoba juntos e se davam bem. Naej abriu uma chamada de vídeo para poder mostrar o pessoal que estava no Japão, agora pros amigos dele, ainda em Albuquerque, dessa vez incluindo, não só Norville, Rachel e os irmãos Boltagon, mas também Carlos Hermes, que no caso não estava em seu alterego de Prisonbreak, mas sim em sua persona normal.
Tifanny deixou Jane e 8Mike assistindo a uma TV bem grande e que estava transmitindo A Jaw Family, que tinha uma piada ou outra que não era exatamente pra crianças, mas nada grave, eram realmente piadas de duplo sentido ou um pouco de humor pastelão, principalmente com os protagonistas, piscêtropos tubarões, mordendo os personagens humanos ou de outros tipos de monstros. E Ivan Petrov estava muito entediado conversando sobre empresas, e então chama alguns dos integrantes, que tinham poderes, para um tiro ao alvo. O pessoal usava, em sua maioria, poderes pra atingir os alvos, que eram como aqueles de treino de tiro ao alvo de soldados e policiais.
Isabella usou uma caneta velha do escritório e, impulsionando com uma técnica correta de lançamento, junto com seu poder de impacto sonoro, ela vez uma caneta voar a 440 m/s, bem no peito do alvo, já o David Alejandro cria um pequeno dardo usando uma magia de fogo, e a lança, acelerando com uma magia de vento, e o dardo estoura o alvo, e Howard Snipes materializa um rifle de sniper similar ao de um FPS realista, e acerta duas regiões vitais do peito do alvo, e depois, a região da cabeça que, se fosse numa pessoa, seria entre os olhos.
Ivan via os outros usando outros poderes, dos mais variados, menos personagens cujos poderes não se aplicam ao ataque, como as Yosei, que cada uma sacou uma pistola própria do quartel, e pareciam até mesmo mais precisas que a maioria dos seres mágicos, pelo treinamento militar que elas tiveram na adolescência, e Ivan resolve testar suas habilidades, inspirado pelas moças. Ivan foi criado em um ambiente totalmente machista, como a sua família, em que mulheres nunca têm um poder hierárquico julgado suficiente, e quem questionava era condenado, e isso levou a uma visão limitada sobre mulheres, sejam elas mulheres humanas, monstras, alienígenas ou até mesmo fêmeas de animais não civilizados.
Porém, ele se inspirou a seguir a proposta dele, de ver a precisão dos membros daquela festa, vendo que tinha mulheres bem chamativas e ainda sim bem competentes, elas tinham habilidades ótimas, embora ele tenha visto só um ou outro poder, como as escotilhas de Sanyosei, ou o poder magnético da Ijiyosei, combinada com balas de ferro customizadas que ficavam rápidas com o empurrão magnético, e também elas eram elegantes, geralmente com um tom de fala mansa quando estão calmas ou até mesmo sérias, ambos os casos com emoções controladas, e quase nunca perdem a classe, e Ivan resolveu jogar o último tiro ao alvo, pra poder impressionar as pessoas do grupo.
Ele usa as duas armas dos bolsos de fora de seu paletó grande, e ele mostrava habilidade ao fazer um círculo de buracos de tiro no alvo, descarregando os cartuchos daquelas duas armas, mostrando, enfim, a precisão natural dele com armas, e o pessoal parabenizava pela talvez arte que ele tenha feito com suas armas. A festa seguia, e Ivan tem uma interação a mais com as Yosei, admitindo como a admiração por elas começou quando ele superou suas expectativas devido à difícil relação familiar da família Petrov.
Fora isso, Jason, com apoio do Piccu e seu construto, coloca na televisão uma transmissão de seu longa de 48 minutos chamado Boboth nas Montanhas Laranja, o qual se trata de uma jornada de Boboth, representado como uma espécie de caçador de aventuras e tesouros, montado numa criatura parecida com um camelo, e ele e sua montaria cruzavam as Montanhas Laranja, onde tinha O Tesouro Laranja, uma joia em forma de um pequeno macaco laranja com brilho de ouro, enquanto eles dois enfrentavam monstros estranhos e um conjunto de armadilhas, e depois que ele termina a jornada aos 28 minutos, segue uma "parte 2" da história, em que ele tem uma vida no mundo dos Bobotas (como a espécie desse ser se chama), chamada Bobolândia, e ele seguia como um sitcom com pequenos momentos de seriedade e trama, porque as pessoas ficam com inveja de Boboth quanto ao tal Tesouro Laranja, mas por fim, quando ele estava prestes a ser pego num precipício por seus antigos amigos, o tesouro cai, e depois, a história se conclui, de forma inocente, que os Bobotas se redimiram com o Boboth, e a vida deles volta ao normal.
Os grupos se despediam, e iam pra suas casas, e a festa terminava.
Continua???










