Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

29/03/24

Sapatos Laranjas, parte 4

> 13/11/2271; Lua, órbita da Terra; Universo 255-P
 Hilda e sua equipe até tentou ir atrás daquela anomalia na Lua, porém ela escapou e voou até a Terra com uma espécie de propulsão a gás. Como só houve uma pequena cratera e aquela coisa não apresentou sinal algum de matéria orgânica, é possível que seja um robô invasor, mas agora era necessário saber a origem daquele invasor.

> 15/11/2271; Deming, Novo México.
 Carla fez uma pausa em sua patrulha e, dessa vez, foi visitar a família Ororo, sabendo que Carlos, seu pai, tem uma certa amizade com eles, e ela, depois de um tempo conhecendo eles de perto, deu uma ideia de prepararem uma lasanha pro dia que é hoje, inicialmente era só uma ideia já que o Carlos já foi amigo dessa família de médicos o suficiente pra Carla também ter contato com eles, e aquela visita seria amistosa, mas ela aproveita pra jantar junto com Thales, Marilyn e Wanderley, e Carla pedia pra deixarem em um pote um pouco de lasanha, já que ela resolveu levar pra sua amiga Melissa, que como não atendeu já que estava em seu quarto com a Meluisa, a Carla destrava sozinha, falando a senha em voz alta pro portão abrir, e ela então deixa o pote na mesa da sala de estar, e vendo a geladeira, descobre que tinha um pudim de banana bem amarelo e que, pela textura, parecia bem macio, mas ela resolve não comer agora, e sim se arrumar pra dormir.
 Krono já tinha ido pra casa e levado o tablet holográfico por onde projetava as plantas 3D dos equipamentos que Melissa prometeu ajudar a produzir, e quando Melissa e Meluisa escutavam os sons na casa, param o que tavam fazendo e foram ver o que era, e descobrem que era só a Carla correndo pela casa antes de ir ao banheiro escovar os dentes.

> Setor C.
 Setor C é dito como "a capital vialacteana da infraestrutura", não só pelo sucesso do trem-minhoca, mas também pela variedade de planetas com vida inteligente independente, como os C-Ventanianos, que contratando apenas 10 deles, encurtou boa parte dos serviços, organizando o almoxarifado das Ultras e também, periodicamente, os das lojas que recebiam eletrônicos da O&S. Cronostácio, como assumiu respeito pelos dois por serem bem generosos com eles dois, resolveu visitar a estação espacial em que estavam, e eles conversavam sobre o que eles passaram, e ele ficava surpreso que a pistola temporal que ele deu a Otasha não foi suficiente pra deter um tipo bem específico de monstros em um planeta distante.
 No entanto, eles também conseguiram contra atacar com os equipamentos que tinham, e eles estavam suspeitando que há alguma coisa estranha invadindo a estação deles, e quando eles menos esperam, o mesmo tipo de robô que chegou à Lua e depois à Terra estava mastigando partes da nave para depois invadi-la e saquear o que tivesse lá, e Cronostácio se voluntaria pra resolver.
Cronostácio: Eu sei que posso tar desperdiçando meu poder, mas eu quero ajudar vocês de forma mais direta.
 Cronostácio se teleporta pra perto do robô, e ele olhando o que o Crono era, parecia que estava o escaneando, o que Cronostácio age mais rápido e paralisa aquele dispositivo no tempo, e o segurando telecineticamente, o levitava no vácuo, e depois o desmontava, e ele tirava o núcleo daquele robô, depois o remontando sem ele, e o robô não funcionava mais, e Cronostácio voltava pro interior da estação e pedia pra que construíssem algo pra segurar aquilo, já que aquilo era muito quente e só não estava volátil porque Cronostácio ainda paralisou o artefato no tempo. Depois de uns estudos, o grupo descobre que veio de Xioma, uma galáxia aliada que a O&S está recebendo mais lucros intergalácticos recentemente, o que leva o grupo a investigar, enquanto Cronostácio, prometendo que só irá ajudar mais vezes se extremamente necessário, ia embora.
 Ferramentas eram implementadas pra ajudar na solução do problema, e Shiro até ajudava a chamar seus companheiros e os de Otasha já que eles serão muito úteis. Entre as ferramentas construídas, está a Chave Mestra, um bastão muito similar ao que tem em Hunkal, Batatt e outros lugares do Setor Dragão Mecânico, chamado de Grifo Intermagnético, capaz de ativar e desativar eletrônicos e abrir até as fechaduras mais difíceis, já que, se for pra enfrentar máquinas que Cronostácio se voluntariou pra deter, que eles precisassem de algo que as desativasse de dentro pra fora.

> cidades de ferro, planeta Asgard.
 Os robôs invasores dessa vez foram detidos porque o Thor nativo conseguiu os esmagar com seu martelo, com força, velocidade e voltagem tão elevadas que não dava tempo pros robôs reagirem como antes, enquanto o Gladiador Xifomela invadia cidades maiores pra derrotar os æsir mais vulneráveis, porém, o que ele não contava é que os humanos asgardianos levam tão a sério a cultura da guerra que até mesmo crianças tinham uma forte experiência, e um asgardiano velho, usando a força de seus braços, arrancou o braço esquerdo do gladiador, e Lyra, que esteve mais próxima, chegou e perfurou o peito do gladiador, o matando na hora.
 Kenokoro está enfrentando dois Thors: o de Asgard e o da Agência Galáctica, no mesmo planeta, porém em uma região montanhosa e desértica, a raiva deles por tamanha desonra àquele planeta contaminava o martelo, que no céu de onde eles tavam, raios caíam sem parar, com um barulho que deixaria algumas pessoas surdas, e de longe, chovia e ventava muito, e o Thor da galáxia, sabendo que ajudas estavam chegando, junto com o Thor asgardiano, joga o Kenokoro pra longe usando seu martelo, mas quando eles iam o matar com um de seus raios, ele é transportado de volta à sua nave mestra, em que os seus médicos robôs o curam numa cirurgia de cura completa.
 Starles, o líder da equipe que ia ajudar, comanda que o resto do grupo ajude os asgardianos que foram derrotados, enquanto o próprio Starles, sabendo que Unitau está chegando também, ia para onde o mesmo sabe onde pode estar a frota de Kenokoro.
Soldado de Keno 1: Rápido, já pegamos ele!
Soldado de Keno 2: Aqueles caras são fortes e muitos, nem o gladiador foi suficiente.
Solwaz: Eu não tô sozinho com vocês, vocês que tão sozinhos comigo! RAAAH!!
 Solwaz, enquanto isso, foi teleportado à força de Asgard, acreditando a tropa que eles podiam detê-lo quando sozinho, mas o mesmo, com seu escudo solar, espada titânica e uma vontade nunca antes vista por aqueles seres, o seu corpo sabia cada passo que aqueles seres, de diferentes origens de uma galáxia também não vista, porém pelo Solwaz, ele cortava aquelas criaturas com sua escada, os queimava com o raio de seu escudo, ou lançava o mesmo com força pra nocautear os de longe que podiam atrapalhar, e com seu Chi, que os æsir chamavam de Loki, cuspia uma chama que abriu muito espaço, e elevando sua velocidade com a mesma energia que o fazia cuspir fogo, ele recupera e reequipa o escudo e vai embora à procura de um rádio pra chamar ajuda de seu planeta.

> Vale do Silício, Califórnia.
 Jason mostrava pra Tsul também alguns projetos atualmente públicos, alguns deles vazados antes do lançamento do dia certo, sobre o que ele já fez, junto com, em um tablet holográfico, muito comum pra mapear de forma tridimensional qualquer projeto, como plantas baixas ou shows de slides mais únicos, embora dê pra usar como tablet comum melhorado, e tinha foto de Jason jovem com o Muramasa e, em um barco, também os últimos rubianos resgatados.
Tsul: Aqueles atrás, são seus amigos?
Jason: Também meus pais e 3 irmãos, junto dos amigos que deu pra eu levar lá da Jamaica.
Tsul: Jamaica... Eu lembro de já ter ficado com um rei do Reggae uma vez, a gente fumava umas verdinhas juntos, mas ele morreu digamos que antes do que ele poderia, aí não pude ver ele por tanto tempo, pelo menos as músicas dele ainda são lembradas.
Jason: Eu nunca fumei na vida, mas adoro um Whisky escocês.
Tsul: Hmmm, interessante, a propósito, aquela mulher azul, e talvez outros azuis daqui, não têm a ver com a sua raça?
Jason: São diferentes, mas entendi que tem algo a ver, o Muramasa me explicou que têm um ancestral comum, ou menos, alguns ancestrais comuns, já que somos uma espécie mágica.
Tsul: Eles me lembram os C-Ventanianos, eu já namorei um deles e... caramba, eles são rápidos até comigo, mas não sei se os azuis daqui que tamo falando têm a ver.
Jason: Talvez, por isso eles serem tão rápidos e com uma pele tão vibrante, mas já vi uma espécie na constelação de Sagitário que era mais parecida.
Tsul: Sim, sim! Eles são bem bonitos, por sinal!
Jason: Mas da minha espécie, o poder mágico tão elevado, que eu nem liguei pra elaborar tanto, vem de 3 planetas diferentes, 2 deles em outra galáxia que eu não lembro.
 A secretária chegava de novo e dessa vez via Tsul, mas Jason disfarçava que ela era apenas uma garota de programa que ele convidou pra animar mais seu dia, ela disse que ele não seria bem visto se for pego por isso, mas Tsul prometia que era só ignorarem aquilo, mas Jason contra argumenta dizendo que isso nem vai ser tão lembrado quanto os desenhos que ele esteve falando com ela naquele meio tempo.

Continua>>>

As Alaranjadas Produções de Jason

> 15/11/2271; Vale do Silício, Califórnia; Universo 255-P
 Jason uma vez esteve em seu escritório até que, encima de sua mesa, surgia um portal líquido, que dali surgiam olhos, espinhos negros curvados, e do centro, uma súcubo chamada Tsul, que estava interessada em brincar no mundo material de forma diferente, e ela saudava Jason.
Tsul: Olá, senhorão vermelho, como vai?~
Jason: Eu conheço você?
Tsul: Se quiser podemos nos conhecer agora mesmo~ Eu sou Tsul, uma duquesa das súcubos, mas hoje eu não quero sentar no seu colo, não~
Jason: Deve ser uma das maluquices do meu amigo Murama...
Secretária safíria: Senhor Bumaro, um diretor das animações vai tar ausente porque...
Jason: Se possível, dê três dias de folga a partir de hoje, se não der tempo pra fazer o que ele quer, aí eu chamo ele pra uma reunião.
Secretária safíria: ... Certo.
 A secretária estava tão desesperada pra alertar o Jason sobre o diretor de animações Hiro Yamayashi que nem viu a Tsul, sendo esse tal de H. Yamayashi um tritão japonês que o Jason tinha contratado pra liderar a animação de séries mais sérias e dinâmicas que ele desenvolveu pra atrair públicos mais velhos e maduros, como Katanas do Destino (um desenho sobre samurais e ninjas em uma guerra feudal fictícia, e que as katanas são fontes de poder naquele universo), Wyvern: O Cavaleiro Dragão (uma série animada que serviu de propaganda e apoio aos serviços, não só de Wolfram, o Wyvern, mas também de outros patrulheiros galácticos) e O Chamado Estelar (um desenho em que o protagonista, Dennis Silver, viaja pelo universo ao lado da família alienígena que o adotou, os Starister, e sua principal arma que tanto o ajuda nas aventuras é um canivete suíço que pode fornecer todo tipo de equipamento, chamado Omnitool), e que esse diretor estava ocupado porque a esposa dele, uma humana chamada Margot Hansen, estava grávida dele próprio, e ia dar à luz gêmeos meio humano e meio tritão, algo que é raro, mas por serem espécies próximas era possível.
Jason: Anyway, onde a gente tava mesmo.
Tsul: Diretor? Você faz filmes?
Jason: Até agora só os das minhas animações, tentaram fazer um live action de Katanas do Destino, mas ficou tão ruim que o estúdio que preparou o filme faliu no dia seguinte.
 Tsul ria alto, ela até tinha um pouco mais de simpatia pelos terrestres, mas ela não resistia a uma desgraça alheia. Enfim, Tsul pede pra Jason assistir a alguns desses desenhos com ela, o que ele aceita numa boa. Eles assistiam a alguns desenhos de Família Jelly, Boboth, Hermes & Atena, Koukani The Mighty Bunny e os desenhos dirigidos por Yamayashi, que tinham uma animação excelente, embora que, pra investir mais na mobilidade dos personagens, o desenho das katanas tinha gráficos mais simples e smears que pareciam mais que os samurais ou os disparos dos ninjas "derretiam" em alta velocidade. Tsul soltava algumas lágrimas de seus olhos, e pergunta a Jason.
Tsul: Senhor Jason... Você já teve um filho?
Jason: ... Nunca tive.
Tsul: É que eu lembro que já tive vários ao redor do mundo, mas eu nunca gastei meu tempo pra cuidar deles, com a exceção de um, que eu até tive uns anos pra treinar ele com o que ele podia fazer com a magia que ele tinha em comum.
Jason: Que pena, eu só tenho uma magia que eu aprendi provisoriamente, mas acho que eu só conseguiria ter filhos híbridos, embora eu queria que outros como eu estivessem comigo, vendo o meu sucesso. Ser imortal é bem triste, não?
Tsul: É, tem razão... *sniff*

> Deming, Novo México.
 Wanderley ajustava a sua câmera, estando em seu quarto que servia de estúdio, com os monitores ligados para passarem imagens de fundo que se ligassem com o assunto que ele iria falar, e o seu vlog começa.
"Bomdiaboatardeboanoite, pessoal, eu sou o Wander Oro, e vocês tão vendo mais um VLOG! Casa do Mutante! E no vídeo de hoje vou falar do dia em que fui pra Las Vegas, em que lá eu jurava que ia ser um lugar bem mais cinzento, mas a Carla que me levou pra lá simplesmente me provou um contrário"
 Enquanto Wanderley seguia a narração do seu vídeo, contando mais desse dia em que ele foi com Carla Oxton a Las Vegas, Thales e Marilyn, em casa, preparavam uma lasanha pro almoço e jantar de hoje, inclusive tem um momento que eles interrompem sem querer a gravação do Wanderley, que a propósito, seus vídeos geram uma renda até que ótima mensalmente, o que ajuda a pagar as contas da casa, mas de qualquer forma, a interrupção não foi um problema, inclusive o Wanderley até escolhe manter a cena na produção final. Dessa vez, Meluisa ia pra Deming mais uma vez ver Melissa, porém, ela não estava em casa, assim como Carla, que mora com ela em sua república, mas diferente da Carla que foi patrulhar e talvez comer uns lanches calóricos, a Melissa foi visitar os Cicero ao lado do Sean, que a família também conviava, já que a própria Melissa, sabendo da importância da família Tamares à arte de Deming, foi tanto rever o museu da cidade em que tinha as artes da família, quanto passar um tempo com os Cicero que estão cuidando dele.
 Tanto deu certo que Melissa, com formação e conhecimento informático, pedia a localização atual do Krono pra poder ajudá-lo em Nova Chicago, o que o grupo diz que não precisava, já que daqui a pouco ele ia chegar, então Melissa aproveita que esperava pra comer um pouco de pudim, ela não resiste e comeu o restante do mesmo, que calculando dava um total de 3 fatias normais em sequência, e quando o Krono chegou à casa, Melissa se aproxima e conversava.
Melissa: Kroninho! Eu tava à procura de você hoje!
Krono: Acho que te vi antes, é a...
Melissa: Sobrinha do Sean, a Melissa Pudding, e...
Krono: Acho que nunca ouvi uma mulher com uma voz tão grossa.
Melissa: É... sendo mais direta aqui, meu nome antigo era Lucas.
Krono: Aaaaah... Desculpa.
Melissa: Faz tempo que eu mudei e sei que não foi por mal, bem, eu ouvi que você é formado em engenharia e... gostaria de uma programadora pra ajudar? Ou o seu ramo é só mecânico?
Krono: Sou engenheiro geral na verdade, mecânico, eletrônico, mecatrônico e civil, e sim, preciso de umas ajudas já que quero atualizar as máquinas das fábricas pras quais eu as monto.
Melissa: Certo, certo! Eu sou uma programadora freelancer, mas eu tô aceitando virar uma assistente.
Krono: Fechado.
 Meluisa se perde um pouco e, passando por uma academia local, arriscava entrar nela achando que Melissa, com aquele corpo não tão hormonizado, era forte porque malhava, mas por enquanto só conhece alguns mutantes com poderes especializados em atributos físicos, e que iam pra essa academia justamente pra, não só terem mais força ou velocidade, mas um melhor controle sobre essa mutação física, e perdida por ali, perguntava pra cada um se via "uma mulher de jaqueta e calça pretas, cabelo até o ombro e braços com pelos bem definidos", que é como ela podia descrever a M. Pudding, mas ninguém sabia dela, menos a Kira Hoshi, que esteve se exercitando essa manhã.
Kira: Eu já vi ela, é bem rápida, não?
Meluisa: Ela teletransporta, não? Parece o poder de uma amiga dela que também me visita lá em Las Vegas.
Kira: Interessante, eu perdi numa luta com os amigos dela, mas talvez esses amigos saibam onde ela pode ter parado.
 Kira termina os exercícios e manda Meluisa "ir na frente" já que ela ia acompanhá-la bem rápido, e passeando normalmente pela cidade, eles iam vendo a família Ororo, depois a Van Damme, até mesmo a B. Pouvoir que é mais amiga da Kira, embora mais depois daquela semana, que da Melissa e dos outros que elas já viram, mas quando elas iam mais uma vez pra casa de Melissa e Carla, as duas eram atendidas pela Melissa, que convidou Krono pra mostrar seus projetos e como a Melissa podia otimizar a programação ou até mesmo implantar uma inteligência artificial que deixasse os aparelhos mais inteligentes, assim como Melissa programou os dispositivos da casa inteligente pra deixá-la mais eficiente e autossuficiente.
Meluisa: Achava que você não trabalhava.
Melissa: Ah, boba, como você acha que eu rendia aqui pra casa.
Meluisa: Achei que era por aquela amiga de branco.
Melissa: Ela também ajuda, mas a renda que ela ganha é mais... pra ela mesma.
Kira: Casa bonita por sinal, e... ah, esse também? Até agora não entendi que poder você tem, ou são vários?
Krono: Gás do tempo e cronocinese direta, parece reduntante, mas é como se eu pudesse diluir o tempo em um poder que nem do meu pai, ou usar no ar, não sei se minha mãe ajudou nisso, já que eu já vi ela até mesmo espantar nuvens só pra não chover nas roupas dela, ou se sou mutante de mutante que nem... Qual é o nome dela mesmo?
Melissa: Carla? Aquele negão também parece ter mutado duas vezes, os poderes dos pais deles que trabalham no hospital são tão inofensivos, mas não creio que ele é adota-
Krono: Wanderley também, e... é, faz sentido.
 Kira se despede, já que ela se sentia que não precisava mais acompanhar Meluisa, que por sua vez, a própria ficava perto dos dois, vendo o que eles tavam trabalhando e conversando, apenas completando com seus pontos de vista.

Continua>>>

Sapatos Laranjas, parte 3

> 15/11/2271; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
 As irmãs Luna visitaram o estado do Novo México, inicialmente porque iam ver se Tifanny e Naej já estavam em Albuquerque como marcaram poucos dias atrás, mas como não chegaram ainda, elas foram ver uma cidade vizinha onde moram os colegas deles, e enquanto Luna Pleine conversava amigavelmente com alguns membros daquela base do Muramasa, como o Charles, o Alyx, o Dragondorf, e também conhecendo primeiro o Muramasa que esteve trabalhando agora, porém, aquele que ela mais gostou de conversar foi o Peipers, já que ele ainda era jovem e gostava dos assuntos de moda e viagens que a Pleine sabia.
L. Pleine: Eu sou uma princesa bem reconhecida, e também participo dos maiores desfiles de moda locais, pode não ser tanta coisa, mas influencia muita coisa lá na Europa.
Peipers: Princesa? Na França? Mas a revolução francesa não matou todos os nobres?
L. Pleine: Não todos, mas um monte, a minha família, as Luna, foi uma das menos odiadas, pelo que eu li nas aulas de história o Clã Luna ajudou os plebeus, não sei se é verdade, afinal, há também livros que dizem que as Luna foram afetadas seriamente pela revolução francesa.
Peipers: Bem, e quanto à França atual? O que vocês tão fazendo?
L. Pleine: Atualmente nossa família e os Redlar não têm um poder nacional, no entanto a gente sustenta a economia com nossos equipamen-
 Um robô preto com detalhes vermelhos pousava em Las Vegas, em forma aracnídea gigante e invadindo a base, assustando inicialmente os integrantes e depois os atacando. Há uma luta muito intensa, o Charles até usa o P-392, porém o mecha era velho demais e, mesmo sem o robô se esforçar tanto, ele perde a luta e é rendido, enquanto o Dragondorf, com sua magia dourada, disparava energia pura da sua boca, que o robô atingido é quebrado mas começa a se auto-reparar e criar resistência, e com uma arma que saía de seu abdômen, o robô atirava Dragondorf, doía, não machucava tanto, mas atrapalhava e forçava Dragondorf a se afastar.
Dragondorf: Como isso aguentou o meu bafo dourado!?
L. Pleine: Mercury, agora!
 Pleine se transforma a partir do poder de Mercury e, disparando flechas como uma distração, o robô reage, desvia de algumas e repare uma pra longe, porém, Sor Cogel avança contra o robô, o que não tava nos planos mas foi muito útil, e o robô agora se adaptava pra enfrentar o Sor, experiente em combate desde criança e, quando o robô menos esperava, com uma rajada energética azul de cada um de seus olhos, uma das lentes era danificada antes do robô reagir mais uma vez. O robô, irritado, avançava com mais força e pisoteava Sor com suas patas afiadas, o que irritava Lucy e seus colegas toiodos, que agiam por impulso.
Lucy: Sir Cogel, não!
Maurice: Não podemos esperar!
Piano: Mane draconis!
 Ramas de batatas se formavam e seguravam as patas que não estavam mais furando o corpo de Sor Cogel, enquanto Piano Bolas conjurava um dragão de fogo e um de gelo, e Maurice preparava aqueles punhos de fogo com as Faíscas de Muspelheim, e enquanto o robô reagia e se adaptava a um, ele levava golpes do outro logo em seguida, embora que Maurice, que atacou por último, deu mais tempo pra adaptar aquele robô, logo o tornando totalmente imune a fogo, e quando ele ia fazer aquilo agora com o Maurice, após chutá-lo com uma de suas patas, Muramasa surge com sua lamparina e cega as lentes do robô, e Ego segurava a máquina telecineticamente, enquanto os robôs operários, incluindo Sh31la e seus JR's, invadiam o software daquele robô, o que não adianta, já que a programação do robô era incompreensível, escrita por uma civilização que eles nem conheciam, e isso os assustava, porém, chegava ajuda.
 Disparos vindos de longe, em forma de esferas azuis de uma matéria mágica materializada, quebravam uma das patas do robô e também um dragão verde metálico surge e dá uma cabeçada, o que não foi o suficiente, já que depois de tanto adaptar ao combate físico, o robô estava quase invulnerável a golpes desse tipo. Porém, Nouvelle e Sulfury tinham mais um plano, em que as donzelas do Clube do Livro Larapink, que também usaram a Dança Azul com uma magia de gelo pra disparar aquela energia, também surgia uma entidade similar a uma vaca malhada antropomórfica de 4 braços e carregando cutelos nas mãos e um talismá de bronze nas costas.
 Vaca essa uma entidade chamada Gozu, que tinha força pra deter aquele robô, e conjurada pela Dança dos Ossos, que o clube do livro garantiu que aquilo daria uma morte certa a qualquer que seja aquela ameaça, e a criatura mágica e o drone adaptativo lutavam fisicamente no começo, e Gozu, depois de descobrir as resistências daquele robô, descobre como contra atacar, e o jogando pra longe pra evitar destruir o local acidentalmente, e pulando alto pra alcançar o robô, o Gozu ainda pegava as patas do robô, que eram antes eram 7 e agora eram 6, o Gozu conseguiu quebrar 4 daquelas patas como se estivesse quebrando um caranguejo, o robô ia reagir, mas Gozu cega o robô com uma luz que ele aprendeu a criar depois de descobrir como esse robô se adaptava, e com seus cutelos, fortalecidos pela sua adaptação nova, cortavam o robô com força e afiação suficientes pra atravessar a carcaça, e achando o núcleo do robô, ele o segura e quebra, soltando uma explosão que podia quebrar a instalação do Muramasa, e no fim deixou Gozu carbonizado e perdendo sua mão direita frontal, mas como o Gozu já lutou muito há séculos, ele aprendeu a se regenerar, e por isso recupera.
 Gozu cai junto com o robô despedaçado, mas se levanta dos escombros, e desaparecia em uma espécie de chama infernal alaranjada. Pleine foi até mesmo tentar entender.
L. Pleine: O que aconteceu? Por que veio um minotauro pra salvar a gente?
L. Nouvelle: Não era um minotauro, era um elementar, e ele se chama Gozu.
L. Pleine: Gozu? Como assim entidade do gozo?
L. Nouvelle: O cabeça-de-vaca do inferno japonês. A Miko me ensinou a Dança Azul, porém, o Gozu surgiu de uma dança que só a Laura sabia, e foi realmente crucial.
L. Pleine: Ah, entendi...
Lucy: Sor?
Piano: Sor...
Maurice: SOOORRR!!!
Peipers: Essa não...
 Sor realmente foi massacrado por aquele contra ataque, e o máximo que puderam fazer era um minuto de silêncio, e Muramasa até mesmo resolvia honrá-lo um pouco mais, encomendando um caixão especial, e com orientação de Peipers e o carga de um dos carros da base, eles resolvem levar o corpo de Cogel à sua tribo de origem, pra darem um enterro definitivo. E Peipers volta com, em sua orelha, uma Rosa dos Vales de Esmeralda de cor azul, semelhante à linda cor dos olhos de seu companheiro, que depois de enterrado, Peipers acelerou o processo de decomposição, o que fez flores crescerem, incluindo a flor que ele levou pra se lembrar do bravo aliado.

> savanas, África.
 Como se não tivesse como ficar pior, no mínimo tão ruim quanto, elefantes estavam sendo caçados nas savanas, não por caçadores comuns que iriam traficar marfim, mas por uma ordem secreta liderada por Fusan, que depois de muito tempo isolado, desenvolveu uma espécie de culto, em que Fusan, deformado depois de enfrentar guerreiros alienígenas poderosos como o Solwaz de Asgard, se passou como um tal de deus do sangue, uma entidade blasfemadora dos deuses normais, e que dava tamanho poder sobre o Aspecto do Sangue àqueles que o seguiam.
 Fusan absorvia a matéria orgânica daqueles animais, que foram até então apenas 3, até eles secarem e sobrar corpos mumificados, porém, grifos começavam a surgir em direção dele, enquanto, de outro lado, mais ao Leste e menos ao Norte, um elefante muito maior e mais poderoso surgia, Fusan ia usar seu poder cósmico pra no mínimo ferir aquele espécime que, andando em solo firme, estava mais perto, mas o vento o atrapalha e o movia com força, enquanto ele se sentia mais fraco, enquanto o elefante de pele castanha e com um grande símbolo em sua testa o segura com sua tromba, e o bate no chão, e o joga pra um dos lados.
 Os caçadores seguidores, com medo ao verem seu "deus" derrotado por aquela entidade, mas sem forças físicas e emocionais pra poderem ir contra aquele ser, o Beemote, fugiam, embora que, agora sob controle que o Beemote em si causava, eram devorados por leões, um deles até tentava se defender com um dos rifles que ele não largou, mas uma leoa o ataca mais rápido, e o finaliza com uma mordida em seu pescoço. Os grifos pousam, e encaravam o Beemote com respeito, como se eles já se conhecessem, enquanto Sora e Kinblu só acenavam de forma tímida, enquanto aquele elefante místico os acenava com sua tromba, um pouco mais alegre.
 Diamantur examinava o que aconteceu, e via o Fusan, que criava asas de sangue e ia embora, e eles até mesmo cogitavam se fosse Sanguinaris, o pai demoníaco de Sora.

Continua>>>

Sapatos Laranjas, parte 2

> 13/11/2271; tundra da condensação, Fiter-B; Universo 255-P
 Shiro saía da base da O&S na tundra pra enfrentar os ogros-das-neves, combinando uma força que rivalizava a deles, que era suficiente pra escavarem túneis em montanhas e afundar as cidades mais fracas que eles encontravam com os terremotos de seus golpes, com isso causando tremores enquanto lutavam, mas aquele confronto físico era apenas uma distração para juntar vários e, num momento de aparente vulnerabilidade, gerar um som extremamente agudo e alto, que mesmo Shiro sentindo dores no processo, ele já tava velho demais pra ouvir sons daquela frequência, enquanto Otasha, Izabel e Jozua tampavam os ouvidos antes de irem pra uma câmara antissom pra se protegerem assim como os membros comuns da equipe.

> espaço sideral.
 Kenokoro está perdendo o tempo que achou que conseguiria investir direto com sua viagem de nave, tendo que reconstrui-las, instalando os robôs pra consertarem a carcaça da nave, e recuperando contato dos sobreviventes das naves anteriormente perdidas, e pra conseguir um pouco do tempo de volta, ele prepara um set de drones especiais, minerando planetas errantes e processando seus minerais em equipamentos, pra que eles, nos planetas alvo, possam examinar e fornecer informações pra equipe dele.
 Durante essa operação, Cloropel achava interessante como aqueles equipamentos, que ela nunca veria isolada em seu planeta, em ação, desde aqueles de robôs em reparação, e os drones que eram teleportados por uma máquina especial da nave mestra, a uma máquina fornecedora de drink quente, similar a uma máquina de café que era o que mais chamou atenção, já que pra ela a máquina materializava uma bebida escura, quente e saborosa, e não fornecia algo já armazenado.
 Na galáxia Xioma, enquanto isso, a civilização principal conseguiu se recuperar, pelo menos os habitantes que foram medicados devidamente, e as menores instalações que foram reformadas muito rápido, robôs protetores novos, incluídos no exército que salvou os planetas de danos piores, foram acionados, enquanto um guardião de um dos planetas aliados da mesma galáxia, Unitau, de pele rosa e roupas em azul escuro e vermelho forte, foi convidado pra ir atrás da equipe de Kenokoro, algo que, segundo o que ele calculou, levará alguns dias pra ir a onde eles estão agora.

> Deming, Novo México.
Meluisa: Essa cidade parece muito normal, como que vocês conseguem poderes?
Melissa: Conseguir poderes? Hahahahaha! Ai, bobas, a gente já falou um monte de vezes, não é a gente que pegou os poderes com o tempo, no máximo nossos avós a tataravós conseguiram depois de adultos, já a gente nasceu com isso.
Laura: Espera, então a Carla tava certa?
Melissa: O que ela disse exatamente?
Meluisa: Sobre esse fator mutante. Mas poxa, tava tão... simples, que nem achávamos que fosse real.
Melissa: Mas se é simples não era pra ser o real logo de cara?
Laura: ...
Meluisa: ...
Laura: O que é aquela instalação branca bem chique?
Melissa: É o museu de Deming, a mãe de um colega nosso já liderou a instalação.
 Com isso o trio foi ver mais a fundo o tal museu, e entre as instalações que tinha lá, tem máquinas do tempo de diferentes épocas, incluindo uma registrada como existindo desde a época dos dinossauros, com fósseis de um terrestre ainda alojados e os eletrônicos relativamente danificados, ou então peças de armaduras de um tipo de ciborgue do futuro que foi encontrado mais de uma vez. Também coleções entomológicas de insetos e aranhas mutantes já encontrados por Bella Parker, embora algumas dessas aranhas tendo sido coletadas por outros Parker, incluindo o John em algumas épocas diferentes antes de se anexar à Web Cave e a Las Vegas, ou então alas de réplicas de pinturas e estátuas de diferentes lugares e épocas feitos com as habilidades de Oswald Tamares, uma dessas alas também tendo uma mesa com cópias mais fiéis de seu neto, Joshua, na média de uma escala 1:66 em comparação às altíssimas estátuas, não porque o alcance de Joshua era menor, mas porque ele tinha poucos materiais, como argila e madeira, disponíveis na casa dos Cicero, enquanto também podia controlar com mais precisão algo pequeno o suficiente pra manusear os pequenos detalhes mais de perto.
 Por isso, Wanderley, na ausência de Krono, acompanhava a parte de mãe da família do mesmo que levava o Joshua pra ver periodicamente o estado daquelas artes. Meluisa e Laura até viam aquele grupo momentaneamente, mas Melissa desviava o olhar delas pra não ter que explicar uma história que ela não sabia por inteiro e que ela ainda precisava se atualizar assim como aquele garoto. Na favela dos Hymutas (Hymuta vindo de "hypermutated", um tipo de mutantes com a aparência muito diferente, raramente alguns tendo poderes, embora Marshall A. tenha sido diagnosticado desse tipo, devido a herdarem poderes que mudavam muito sua fisionomia, ou então as sequelas em vez dos poderes, infelizmente uma secrecação que aconteceu e esse grupo teve que se adaptar), está tendo uma festa de eletrônica liderada pela Faith Van Damme junto com o Duke James cantando como o rapper da apresentação, combinando sua experiência de rapper solo com o que ele aprendeu de música na escola e cursos, antes uma carreira secundária perto de seu trampo como maquinista, agora sendo posto em prática em algo que antes era só um sonho de adolescente rebelde, e bem no final de uma das suas músicas, Steel on the Steps, o Duke tira sua camisa e, com o seu olho peitoral, disparava um laser bem volumoso, que dava pra ver de longe e até mesmo era possível ver as nuvens atingidas sendo vaporizadas e o céu ficando em uma cor mais quente, todo mundo achou irado mesmo que fosse perigoso.

> Lua, órbita da Terra.
 Hilda operava normalmente na base de pesquisas na Lua, junto com seus assistentes e estagiários, além de usar seu corpo extremamente maleável pra, tirando seus olhos pra ver de longe, ou suas mãos pra alcançar mais computadores do setor, depois de voltar à sua forma normal e acessar uma sala frigorífica junto com Otasha Ranola, sua ajudante mais fiel, elas coletam um pouco de sangue de uma criatura alaranjada para, com a amostra, combinada com células haploides, criar células-tronco especiais e, com essas células, um soro especial que um membro da equipe estava pesquisando desprotegido na Lua.
 Ocorreu um acidente, ele acabou saindo pro espaço sem seu traje, estava naqueles terramotores lunares, porém, mesmo em um veículo a radiação no local desprotegido era suficiente pra atingí-lo, além de ter o esfriado muito, também o deixado com um tumor, e com aquele soro, o câncer poderia ser eliminado em alguns dias.
Hilda: Posso até sentir muito, Garaninho, mas devias saber que se deslocar por aí na Lua desprotegido não era uma boa ideia.
Garan (o pesquisador envolvido, similar a um humano de pele parda e origem asiática, mas com traços répteis): Desculpa, Hilda, mas obrigado por não ter sido tão séria, ai... Isso queima.
Hilda: Basta instalar-te aqui por cerca de 5 dias, estarás sarado.
Otasha: Doutora Rubens, venha ver!
 Hilda, se esticando porque seria mais rápido que correr de uma sala a outra, levava a metade seu corpo primeiro a um corredor à direita da sala hospitalar da base, depois ao corredor, e enfim, a porta à frente da que saiu anteriormente, e ela vê junto com Otasha uma anomalia na Lua que podia ser algum sinal perigoso, talvez mais uma chegada de um Paratax como nos velhos tempos, mas quando descobriram parecia até pior, no mínimo mais difícil de reconhecer.

> Taivugá, Índia.
 Yumtun está nomeando como novo sacerdote para o templo dos tigres o Doyum, seu filho com uma mulher-tigre com quem ele se casou faz alguns anos, porém, tímida, ela não aparecia muito nas cerimônias, no máximo junto de sua família. Pra essa nomeação, Isabella, Julie e Oliver foram convidados pra ver esse evento, embora os três tenham também chamado 20 de seus operários pra ajudarem no evento e gravá-lo, inclusive prometendo deixar um disco com o registro da gravação, que ficou impecável
Isabella: Que bom que você, a Lalkaan e o Doyum estão juntos no mesmo trabalho, é um cargo de família, não?
Yumtun: É uma honra ele seguir o mesmo caminho que a gente.
Lalkaan (esposa de Yumtun e mãe de Doyum): A propósito, obrigada pela participação, não sabia que alguém de tão longe, no ocidente, ia ver um evento tão... simples.
Isabella: Foi por causa do Yumtun, já era nosso amigo.
Oliver: Quantos anos ele tem?
Yumtun: 16, e acho que ele vai demorar pra decidir mais algum desejo além de proteger a vila e a vida animal e vegetal ao redor.
Oliver: Parece legal também, a propósito, não esperava que ia ter outros animais aqui, como essas galinhas.
Yumtun: Admito, algumas escaparam das fazendas, mas como os tigres já são alimentados pela gente, os animais nem se esforçaram pra ir atrás delas. Só umas 3 ficaram.
Julie: Legal ter galinhas azuis aí no meio, são raras?
Lalkaan: São, e muito, há uma lenda antiga de que essas galinhas azuis, as Chineebh, serem reencarnações de Vishnu, ou então filhotes do deus Garuda. Depende da região.

> Deming, Novo México.
 Meluisa e Laura voltam a Las Vegas, enquanto Melissa, lembrando do grupo que viu no museu, tentava ir atrás, e pedia ajuda pro Wanderley e pros Cicero pra explicarem mais sobre os Tamares, então o grupo recapitula tudo de novo, já que o que foi lhe contado antes era o principal, então, como ela lembra de mais um que também sabia dos Tamares, ela foi atrás dele, o Sean, e descobre que ele e outros Pudding já receberam algumas esculturas dele como presente após o casamento de Gabrielle, e Melissa aproveitou o tempo conversando e buscando informações pra entender melhor e até se dar bem com Joshua.

Continua>>>

28/03/24

Sapatos Laranjas, parte 1

> 13/11/2271; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
 Carla Oxton visitou Las Vegas algumas vezes pra poder conversar romanticamente com as donzelas do Clube do Livro Larapink, e até mesmo passou uma noite com Alex, Meluisa e Laura, membras especiais do clube que durou do fim da noite anterior a essa manhã, porém, quando elas saíam do hotel em que dormiram, Meluisa perguntava a Carla uma coisa que soava bobo e repetitivo, mas pra ela parecia importante.
Meluisa: A propósito, Carla, qual é o tipo de energia que dá os seus poderes?
Carla: Energia? Que energia? Os poderes vêm de mim e dos meus pais.
Laura: Nossa! Mas e seus pais sabem se têm alguma coisa herdada, de geração pra geração?
Carla: Bem... tem algo dos pais de vocês que deixa a Alex com cabelos vermelhos e pele rosada?
Alex: Bem, meus pais também... espera aí, qual é a relação?
Carla: Acho que basicamente tudo? O poder tá no corpo dos mutantes, e pode variar porque a genética varia de cada pra cada.
Laura: Isso não me parece certo, você não tem cara de que tem poder vindo de você, poxa...
Carla: É? Queriam que eu fosse feia? Poxa, vocês são tão gatas mas também tão fortes.
Meluisa: Fortes? Você deu um sacode em nós tudo!
Carla: Força não é tudo, no meu caso eu sou rápida pra caralho, eu venho pra cá em basicamente minutos.
Meluisa: Ah, é... desculpa se a gente tá te irritando, é que...
Carla: Poxa, desculpa pelo que?
Alex: Você é poderosa, garota, nos derrubou antes de completarmos nossa dança.
Carla: Aí é que eu fui rápida, dona Valiant, dançar demora, e eu sou rápida.
Laura: Pra falar a verdade, eu tenho uma pergunta melhor, Carlinha, você já teve interesse em nossa magia?
Carla: Não, e pra falar a verdade...
Laura: Bem, a Dança Vermelha do nosso clube, que é bem antigo, é um estilo de dança místico que controla nossas energias mentais e elementais pelo nosso movimento corporal, há outras 8 danças no total. A dança azul, a amarela, a verde, a laranja, a violeta, a sangue-escarlate, a da rosa-negra, e a dos ossos, que pode ressuscitar os mortos. Algumas dessas danças podem conjurar entidades místicas, antigas e fortes, então... Por favor, Carla.
As três: Podemos testar o nosso poder com você?
Carla: ... Não, valeu mesmo, gente, mas eu realmente não sou do tipo que luta por brincadeira, e não quero decepcionar vocês, afinal, vocês realmente acham que sou melhor do que eu mesma penso, então prefiro me decepcionar do que decepcionar vocês.
 Carla corre bem rápido, primeiro em direção a uma loja de doces, e compra uma donut macia e com cobertura de caramelo e açúcar, e comia em 3 mordidas com poucas mastigadas, depois ela segue à base do Muramasa pra perder um tempo conversando com a Ego. As membras mestras do clube não entendiam o porquê da Carla simplesmente não ligar pra magia delas mesmo sendo integrante do grupo há muito tempo, e até achavam algumas coisas.
Meluisa: Será que mutantes são incapazes do usar magia? Talvez eles só... não gostem disso, afinal, eles já têm poderes?
Alex: Pode ser algo religioso, eu ouvi falar que Deming tem uma igreja própria.
Meluisa: Perdoe-me, dona Valiant, mas o catolicismo mutante não diz nada sobre magia.
Laura: Eu também achava mesmo que magia fosse um tabu pra mutantes como aquela madame e... aquela sua namorada que tem quase o mesmo nome que você.

> Las Cruces Muertas, Novo México.
 Las Cruces Muertas, uma cidade do Novo México a partir da reforma da cidade de Las Cruces, está tendo dificuldades físicas e de infraestrutura justamente porque algumas ruas foram detonadas sistematicamente, entre os envolvidos, Lucas Spice e Hector Finn eram os principais, embora com a ajuda de antigos inimigos de John Parker como:

  • Nixtal Washington: Um mamídeo de rinoceronte muito forte, imigrante terrestre e portador de uma armadura hocertiana aumentadora de poder, que o deixa supostamente indestrutível.
  • Mario Tesla: Um safiro da empresa bilionária Tex Hal, que é usada como fachada pra seus armamentos vendidos a criminosos, muito bem-sucedida no México e no Peru. Também carrega manoplas explosivas nas mãos e um soro de poder especial, chamado Soro Tesla.
  • Slaven Mendeleev: Um Novybog foragido com alto poder elétrico combinado com suas habilidades táticas e de caça.
  • Octavian Parker: Primo de John Parker, com patas de aranha muito longas nas costas e capaz de controlar aranhas.
  • Freddy Thorstein: Um mamídeo de cachorro alemão que se aliou a M. Tesla usando outras tecnologias, como asas artificiais altamente armadas e uma máscara com alto poder de scan.
 Quem foi enviado para deter esses velhos inimigos foi o próprio John, que sabendo como eles eram e tendo um arsenal novo, ele resolveu ver o que eles tinham a oferecer. John Parker captura Slaven com a teia da mão direita, o puxando pra longe e o separando do quinteto, e Freddy com a teia da esquerda, o prendendo no chão.
John: Eu achava que tinham morrido.
Nixtal: Pois saiba que não, afinal, quem vai morrer agora é você.
Octivian: De novo sozinho, John? Da última vez precisou de ajuda.
John: Pois é, Octo, mas e você, que precisou de ajuda de quatro a carreira toda, e eu precisei de dois só por um momento?
Octavian: Hã? Grrr...
Mario: Octavian, não, ele já capturou dois de nós.
 Octavian pula com suas patas e lançava aranhas contra John, que muito rápido desviava delas, e usando o traje marrom clássico, incluindo sua máscara, se colidia e trocava socos com o primo, que quando ele parecia que ia ter vantagem e ia subjugar seu primo, Slaven que acabou de soltar daquela teia aeroespuma altamente durável e barata, e disparava um raio no Chão, na ideia de atingir o próprio Tarântula, mas acidentalmente ferindo o Octaven, que solta John Parker.
John: Se você tivesse se formado em engenharia mecânica você não taria por esse socorro, primo.
 Nixtal avançava muito rápido durante aquela cena, enquanto Freddy sobrevoava, ainda sujo de teia, e Slaven avançava contra John Parker sacando suas lâminas, enquanto Mario Tesla corria preparando a energia de suas manoplas. John Parker pula desviando de Nixtal, depois pisa nas costas de seu peitoral pra ter impulso e alcançar Freddy, que mesmo não esperando por aquilo, reagia disparando seus mísseis, que John Parker bloqueia com sua teia artificial nova, feita de aeroespuma, uma substância que solidifica no ar e fica perfeitamente elástica e resistente a calor e eletricidade, além de ter força pra bloquear os disparos das asas de Freddy, as fazendo explodir e Freddy cair de cara no asfalto. Pousando no chão, John desviava dos socos de Mario Tesla e, sabendo que aquelas luvas emitiam uma forte explosão ao acertar, John soltava um "chicote" que faz uma das luvas explodir, recuando Mario com uma forte onda enquanto perdia o poder acumulado, e esse "chicote" segurava o braço esquerdo, o que ainda tinha tinha energia, com a massa daquele chicote modelada numa segunda camada de armadura, dessa vez com a explosão até mesmo quebrando a manopla.
John: Pensava que depois desse anos na prisão você ia melhorar um pouco, Senhor Tesla.
Mario: Não me subestime!
 Mario ia dar um soco de direita com sua manopla, logo quando John virava e saltava de lado, em que Nixton, que tava avançando mais uma vez com sua força, quebrava a manopla, que emitia uma explosão que estourava o restante do chifre de Nixton. Slaven ia saltar em John com suas facas para acertar bem no pescoço, por onde parecia ter aberturas mais vulneráveis em troca da mobilidade, mas John sentia isso com os seus sentidos aguçados e, num contra ataque, pula enquanto puxava Mario para trás, depois, jogava Mario o puxando em direção de Slaven, o atingindo, e depois, pegando os dois com suas teias, ele os lança contra Nixton, cujas juntas da armadura se rompem, e as peças caem, e John Parker, sacando lâminas daquela criatura simbiótica, cortava cotovelos, joelhos e a barriga de Nixton, e com as patas de aranha de sua armadura, ele joga Nixton em um movimento de Suplex.
John: Depois desses anos vocês não aprenderam mesmo. Depois de anos destruindo as casas de Deming pra perder pra mim, vocês tentaram destruir Las Cruces pra perder de novo, mas espera, tem mais alguém aqui, fiquem aqui quietinhos.
 John os segura com suas teias, os ligando ao chão ou aos postes, e depois ia embora com sua teia, atrás dos que ele suspeitava, porém, todos eles desapareceram.

> Deming, Novo México.
 Meluisa e Laura visitaram Deming inicialmente pela Melissa, afinal, sendo a mais quieta das mutantes de Deming, ela poderia responder com mais calma, embora o que ela possa explicar elas não tenham previsto, mas Melissa, assim como Carla, diz que o poder mutante é natural deles e é assim que eles são únicos, e pra compensar a decepção, elas foram ver pontos interessantes da cidade, como o Planet Bytes, onde ela combina com os colegas que tem na cidade pra jogarem juntos em uma ótima LAN, ou a Wanda House, uma lanchonete bem popular por ter comida boa, barata e popular, sendo a mais notória membra de lá a Elise Cheng, muito participativa no turno diurno e usando seu poder de controlar a mitose celular pra multiplicar o seu corpo, embora também, acidentalmente, a roupa, embora em volume menor, também era duplicado pelo seu poder.

> tundra da condensação, Fiter-B
 Otasha e Shiro estiveram em alguns apuros em uma área polar de Fiter-B, junto com Izabel e Jozua, além da equipe particular de pesquisa e a de defesa da própria O&S, que conseguiram construir uma base segura e resistente pra equipe, mas uma hora de ogros-das-neves, uma forma de vida de aparência suína e bípede que tentava perseguir eles, e eram bem fortes, Otasha até arriscou atacar eles "covardemente" com a pistola temporal, mas o efeito temporal parecia menor, sendo o mais eficiente o de imobilizar, que pelo que dá a entender só desaceleravam eles.
Otasha: Como vocês lidam com esses seres?
Izabel: Ogros das neves são animais selvagens muito fortes, e as células duras deles não vão reagir direito ao tempo que essa sua arma controla, moça.
Jozua: Pra atacar eles, precisamos de força, muita força.
Shiro: Espera, talvez eles possam ter sentidos sensíveis, vocês sabem algo disso?
Jozua: No máximo sabemos da audição, tanto que há cidades silenciosas que falam em idiomas de sinais pra não atrair aquelas co-
Shiro: Já sei o que fazer?
 Shiro constrói uma espécie de armadura de grande porte juntando várias caixas de som a um traje tecnológico, e ele sai da base de segurança pra enfrentar aquelas feras.

Continua>>>

As Inusitadas Produções de Jason 13

[Pra não dar voltas na cronologia, enquanto terá um retcon específico sobre as datas dessa história, irei misturar o conceito de universo alternativo com metalinguagem, segundo elemento esse bem comum nesse tipo de arco a seguir]
[Feliz Páscoa adiantada! No dia da Páscoa em si mostrarei mais coisas]

> 09/04/2271; São Francisco, Califórnia; Universo 300-P
 Depois do começo da Idade Neocontemporânea, poucas datas mudaram, como as comemorativas, sendo o Carnaval fixo no dia 28 de Fevereiro, e a Páscoa no dia 9 ou, em anos bissextos, 8 de Abril, e Jason amava a Páscoa, coelhos e doces, e por isso permitia o uso de seus personagens para, a partir dos comerciais, fazerem propagandas de chocolates, ovos de Páscoa e até mesmo brinquedos de Páscoa especiais, geralmente o Boboth e a Família Jelly, já que são os mais populares entre os personagens de público mais novo ou mais livre.
 Hoje mesmo Muramasa foi pra Califórnia pra rever seu amigo, que até costuma sair várias vezes entre as cidades, mas quase sempre no mesmo estado, então o homem-porco-esqueleto teve que ir até ele, e no caminho comprava alguns chocolates e ovos pra depois levar pros seus colegas e alunos em Las Vegas. No entanto, em paralelo, Jason esteve conversando com alguns dos seus trabalhadores, entre eles safiros (seres humanoides de pele azul e cabelo branco) caminhoneiros, sobre um pouco da sua vida, ele nem ligava pra guardar segredo do que já aconteceu com ele, e eles só acreditavam porque fazia sentido o fato de só ter ele no mundo, enquanto ele também tem um poder mágico bem alto.
 Alguns caminhões foram levados tanto entre cidades quanto pra ferrovias que irão transportar de forma mais rápida, econômica e segura, enquanto, quando um da safíria caminhoneira menos esperava, um carro esteve acompanhando o veículo maior em que ela estava, antes superando o limite de velocidade e ficando quase ao lado do caminhão, até conseguir ultrapassá-lo e ficava perfeitamente fixo na frente, enquanto saía de um dos vidros do automóvel uma mão armada, porém, a safíria desliga o moto automático do caminhão e, acelerando com leves curvas, empurrava o carro, a mão da pessoa, agitada pela força do caminhão sobre o carro, atirava sem parar, embora com 3 tiros tenha descarregado, e acertou um carro não relacionado ao ocorrido acidentalmente.
 Uma viatura-pássaro foi acionada, voando sobre um dos cantos do mar até subir à ponte, não só examinava a cena, com acesso às gravações da Fênix A local, como também socorrem os próprios assaltantes que sofreram o acidente, e ligando a gravação com a visão deles, ligando ao histórico dos seus chips, eles descobrem a cena e até achavam engraçado, embora que, pelo que descobriram, eles serão ainda mais penalizados por ferirem um civil e o levando a também sofrer um acidente. Enquanto isso, a safíria, até então anônima, conseguiu entregar aos supermercados de Santa Rosa em segurança.
 Os safiros e safírias, diferente dos rubianos, não foram extintos mesmo numa guerra que reduziu muito a população, entre os motivos, porque eles já habitavam áreas menos competitivas durante a guerra, e como os safiros são bem mais fracos, chamados geralmente pra suporte médico e uso informático, ambos durante esse tempo de guerra, não teve safiros suficientes pra serem mortos em combate, assim como nem mesmo os Sténi eram suficientes pra fazer a Califórnia inundar com a força que tinham nesse tempo, que era muito maior e com maior impacto no mar que depois da guerra, em que, para não desperdiçarem vidas inteiras por "não considerarem-nos mais úteis", os biotecnólogos atlantes apenas tiraram os poderes do máximo de unidades que podiam, os deixando mais à sua sorte na natureza, em que até aqueles que, com seus disparos de energia, na guerra podiam afundar prédios, na natureza mal conseguiam causar um incêndio ou partir árvores.
 Muramasa queria dizer algo a Jason, mas o máximo que ele conseguiu fazer é por mensagens, já que não o achava e também a mente de Jason era irrastreável à telepatia mágica, ainda mais a mágica que é a que o tio Mura sabe. Sendo mais específico, Muramasa conta um pouco do que ele sabe sobre seu pai, Amon, que ao mesmo tempo que ia atrás da vida na Terra, também achou vida inteligente em outros planetas e dimensões pequenas, e por isso algumas criaturas tão de fora da evolução natural terrestre são tão comuns, como o próprio Jason, que nessa Páscoa o Muramasa ia convidá-lo a uma viagem pra ver algumas espécies parentes dos rubianos, algo que Jason temia que não desse tempo.
"Mura, acho melhor vc me ver no Vale do Silício às 3PM em ponto, eu tô ocupado vendo a circulação da minha equipe e, diferente de vcs, eu posso demorar muito pra ir pra lá já que tarei em outros cantos da CA"

> Vale do Silício, Califórnia.
 Os dois se encontram e completam a conversa, e Jason até perguntava...
Jason: Mas como você vai me levar pra esses lugares?
Muramasa: Bem, eu te chamei pra isso logo na Páscoa justamente por causa das coisas que vamos usar pra ver esses planetas.
 Muramasa saca de um saquinho mágico, similar a uma bolsa de moedas ou algo como o que Amy Zonia carrega consigo, também vermelha, redonda e pequena, com um naipe de ouros dessa vez verde, e da boca da bolsa sacava um artefato oval dourado e bem ornamentado, inicialmente com menos de 1cm³, mas que cresce pra ter ao menos 12 cm de altura, e quando Muramasa lança, se transforma em um portal que, claro, Jason e Muramasa entram.

> espaço sideral.
 Enquanto Jason e Muramasa visitavam o planeta Coração, embora vendo os seres avermelhados e rosados de cabelo laranja, com terras de grama rosa-choque e criaturas de diferentes tamanhos, e ajudando Yaksba a impedir um dragão shiniita, de corpo longo, turquesa e que cospe gelo enquanto voa com asas penadas, Tifanny esteve junta com Shiro e Otasha no Setor C, dessa vez com a Otasha usando sua pistola do tempo de Cronostácio pra capturar criaturas mortas-vivas as parando no tempo, em seguida finalizando ao acelerar o tempo de decomposição dos mais danificados, ou curando aquelas menos decompostas ou infectadas rebobinando no tempo com os raios da pistola, economizando esforço médico, enquanto uma equipe médica lidava com a pandemia em C-090491, o planeta Pessach, governado por habitantes similares a coelhos.
 Por sorte, graças a uma intervenção médica, a epidemia, em vez de se tornar uma pandemia que poderia extinguir a vida do planeta, se tornou uma endemia de larga escala, em uma das nações mais pobres de Pessach, chamada Techoc, enquanto os pacientes dessa doença fúngica catalogada como Infecto Ister, ou "esterilizador de corpo e mente" quando traduzido, que já estavam sendo tratados pelos médicos nativos já podiam se recuperar embora lentamente, com a chegada de tecnologia alienígena, incluindo a equipe de Dr. Frank no Norte da nação de Techoc, oposta a onde Tifanny e O&S estão, então demorando para se encontrarem ou reunirem, tudo isso irá acelerar, incluindo o proveito das medicinas batattianas pra processar fungos da mesma família de espécies que o Infecto Ister pra estudar o jeito da infecção pra, a partir de uma vacina, eles poderem proteger os sobreviventes de novas contaminações.
 De volta ao planeta Coração, Yaksba consegue usar uma magia elétrica, como eles conduziam o poder solar em seu planeta, para quebrar a boca congelante do dragão com um disparo quente, rompendo as defesas de suas escamas, enquanto a mandíbula da criatura era separada e caía, e o bafo, sem controle pelos músculos danificados nas bochechas agora partidas, agora congelava as feridas, enquanto cristalizavam o sangue daquele dragão, e então, Muramasa, com um punhado de flechas prateadas, diferente das douradas de outras versões, acertavam o dragão, o fazendo cair, e Yaksba abria o peito da fera, e guardava sua alma em um frasco de vidro, será útil para um golem que ele irá precisar.
 Jason, no entanto, não foi levado pra essa luta, embora depois tenha sido chamado pra transformar o que sobrou do dragão naquelas tortas de amora que o Muramasa tanto amava, e quando a transmutação foi completada, o próprio pegou a torta, e a comeu, segurando com força com as mãos e mastigando muito rápido que nem um cachorro.
Jason: Cara, como você é porco.
Muramasa: *nomnomnomnom* Qual é? Isso tá realmente ótimo *nomnomnomnom* Caramba, o que deixa isso tão bom? *nomnomnomnom* Magia?
Jason: Pela condição daqui deve ter sido difícil mesmo, cara, aqui era mó ensolarado e agora tá cheio de neve.
Muramasa: Ah, é, cara! Era um dragão de gelo, algo realmente raro.
 Depois disso, eles passam mais um tempo com o Yaksba, que ia oferecer uma refeição de macarrão pro grupo, mas...
Muramasa: Droga! Aquela torta mágica de dragão com amora me encheu, não dá.
Jason: É, não dá mesmo, eu comi tudo.
Yaksba: Poxa, que pen- Mas o que? Como?
Jason: Como mesmo, tava ótimo inclusive, o melhor macarrão que eu comi na minha vida, desde os cozidos pela minha extinta mamãezinha.
 Muramasa, sem muito como ajudar, se despede do Yaksba junto com o Jason, e com mais um daqueles artefatos de ovo dourado, agora pra uma região ao Norte do planeta prateado, com magos prateados melhor agasalhados e que o Jason não estranharia, mesmo ele tão acostumado com apresentações em que pessoas terrestres já apareciam vestidas como ou menos que o que as pessoas de Tujiwa vestem, algo que Muramasa não sabia, já que Jason tinha vergonha de mostrar o que ele assistia depois da meia noite, e no fim, o grupo explorou desde os pontos turísticos como o Estádio dos 12 Anéis, um estádio esportivo comparável às olimpíadas, e que tinha atletas ativos por lá, até o Jason ficar por umas poucas horas com uma das sacerdotisas mais lindas da sétima deusa da região.
 Ancio sentiu a energia mística e sobrenatural e, diferente de outros como Lykos, Stario e Bleomus, ou até a filha desse terceiro, a Blemícera, esse em específico voou para a vila em que esse e Jason estavam, achando que a presença dele indicasse uma emergência, e com muito frio, se protegendo numa película mágica de calor puro em baixo nível, suficiente pra evitar que o frio chegue em sua pele, ele alcançava Muramasa.
Ancio: Mestre Mura! Diga, me, o que faz-te chegar a nosso planeta?
Muramasa: Nada, Galamestre alto, é que...
Ancio: Perdoe-me, Mura, mas essa é a terceira vez que você vem pra cá por 'nada'.
Muramasa: Elaborando melhor, eu tô de férias com um velho amigo terrestre.
Ancio: Ai, que vergonha...
Muramasa: Por que, Ancio? Você não gosta de terrestres vermelhos?
Ancio: Não, não é isso! De jeito nenhum, é que...
Jason: Deixa pra lá, 'Galamestre', aliás, belo peitoral.
 Ancio já estava sem jeito por causa do Muramasa ter sido um mestre dele séculos atrás e ter moldado seu senso de justiça e conhecimento mágico, mas agora ficava com vergonha por ter sido elogiado por quem nem conhece. Enquanto isso, Naej voltou junto com Jane, Pofica e Botleau de um cinema com realidade virtual ao ver, por incrível que pareça, um filme de terror de Páscoa muito malfeito chamado Eu Não Deveria Ter Comido Aqueles Chocolates, em que o protagonista comeu chocolates na semana de Páscoa, mas antes do dia de Páscoa em si, e acabava assombrado por fantasmas de coelhos que, no universo do filme, morreram escravizados nas fábricas de chocolate, era um filme tão ruim que em alguns sites sobre filmes é classificado como filme de comédia, mesmo que em registros oficiais era apenas classificado como "terror", e depois disso, eles foram pegar o 8Mike da creche, e também conversar com os pais dos amigos do próprio 8Mike, como os pais do Misael, incluindo uma mãe hocertiana bem forte.
Naej: Eu já conheci homens hocertianos fortes, e... é comum aquela transformação do cabelo vermelho?
Kakarota (mãe hocertiana): É sim! Saca só! HAAAA!
 Ela elevava seu poder, pressionando o chão até rachá-lo e escurecendo o céu com as nuvens preparando uma tempestade, era tão forte que Naej voava e só não foi tão longe porque Pofica, sua nora, o pegou no ar a tempo.
Jane: Obrigada, mô, eu não ia conseguir pegar ele tão rápido.
 De volta ao planeta Pessach, Tifanny e seu grupo encontram Dr. Frank na equipe batattiana.
Tifanny: Oiii, Frank!
Frank: Ei, só o Muramasa fala pra mim, desse jeito.
Tifanny: Que nada, o tio Mura fala mais seco, tipo, 'oi Frank', já eu... poxa, fui mais alegre, mais solta, assim. Oiii, Frank!
Frank: Ah, que mapafuri.
Tifanny: O que é isso?
Otasha: 'Fofo' ou 'Incrível' em asubig, um dos idiomas.
Frank: Ah, é mais tipo pra 'Fofo' pra falar a verdade.
 Frank completa a cumprimentação e, antes de continuarem a operação, curtiam um churrasco de carne de dragão-da-montanha, muito comum em Stereo e relativamente bem raro, mesmo mais chique do que naturalmente saboroso em compensação à pouca oferta, fora do mesmo planeta, e Frank gostava da refeição.
Frank: Cara, não querendo fazer uma piada e nem referência, afinal, estamos em perigo, mas já imaginou que loucura se acontecesse uma epidemia por causa de uma refeição contaminada?
Tifanny: China, planeta Terra, dezembro de 2019.
Frank: Marcalangarxanga!
Tifanny: O que é isso?
Otasha e Frank: Não queira saber!
Otasha: Vocês da Terra já comeram fungo zumbi?
Tifanny: Na Terra a zumbificação não é por fungo, eles são tão fracos que tem chinês que usa até como remédio.
Otasha: 
Marcalangarxanga!
 Passa-se um tempo, e enquanto os grupos de Tifany, Frank e O&S iam pras seus lares e bases, com Tifanny encontrando o grupo de Naej, enquanto Muramasa e Jason, agora em uma colônia lunar que eles tavam visitando antes de conhecer mais um dos lugares especiais que Muramasa ia mostrar, lutavam contra feras similares a toupeiras mutantes gigantes, especificamente duas, mas Muramasa fere uma delas com muita força usando sua telecinese enquanto Jason transforma a outra em uma torta, e Muramasa, antes de só jogar na toupeira derrotada telecineticamente, morde a torta de amora transmutada, embora ainda numa mordida bem generosa com cerca de 21 cm de distância da borda até o contorno da mordida, e o grupo então ia pra Pessach, onde o Muramasa mostrava a loja de artefatos dourados, artefatos esses usados por Muramasa pra essas viagens, chamados de Faberfaira(s), e Jason conversava com as lindas coelhas vendedoras sobre um desenho que ele já produziu pra alguns especiais de Páscoa.
Jason: Talvez a série de curtas Koukani, o 'Mighty Bunny', uma animação clássica de um coelho cinzento bem forte, mas que cada um dos episódios retratava alguma cor, e uma emoção que representasse o que Koukani sentia no momento.
Vendedora caixa: Nossa, mas você conseguiu fazer tanto episódio mesmo? Mesmo em anos, seria muito.
Jason: Ah, não algo como cada tom de cor existente, mas algo tipo o 'core' dessas cores.
[Might Bunny eu deixei entre apóstrofos e sem tradução pra destacar a rima, aproveitando que as produções de Jason são americanas]
 A conversa continuava, e Muramasa também conversava com uma delas que não estava gostando do assunto, dessa vez sobre suas jornadas no espaço, infelizmente algumas como exploração de templos, cavernas e portais, já que ele temia que contar sobre suas guerras iria chocar aquela moça, mesmo sendo a mais "séria" dali.

> Vale do Silício, Califórnia.
Muramasa: Não sabia que curtiria tanto o que te mostrei.
Jason: Por que a preocupação? Foi tão bom quanto quando você mostrou o mundo pra mim, sabe, mostrando outros... mundos, um mais legal que o outro.
Muramasa: Até outra vez, Jason, talvez, um outro episódio.
 Muramasa ia embora, se teleportando numa forma gasosa de escuridão.

Fim!

27/03/24

As Aventuras de Jane

> 12/11/2271; espaço sideral; Universo 255-P
 O grupo conseguiu convidar Joseph Jameson pra vir com Jane e seu grupo para, embora o planeta Stereo seja o foco, eles foram comer algumas coisas alienígenas. Tifanny e Naej já tavam cheios, mas Jane comeu um Nebula Strings especial, temperado com clónico espacial, um tempero verde, levemente apimentado e que realça o sabor da comida, enquanto o Joseph, acostumado com hambúrgueres do refeitório, comia um X Barcin, inclusive conseguia comer bem rápido enquanto o resto do grupo ainda demorava pra comer, Licia escolhia Taiozã Leve, um tipo de bolinhos macios em forma de meia lua e à base de massa fina cozida, recheada com saladas e queijo, raramente carne, que no caso só tinha uma unidade desse sabor na porção da Licia, e Aika escolhe um Nebula Strings, outro tipo de macarrão alienígena, dessa vez um Hikilan, o macarrão azulado com molho rosado. Yuri escolheu uma porção de fritas azuis com repolho refogado e temperado, e pra acompanhar um Meteor Smoothie, um tipo de vitamina de frutas alienígenas mistas.
 Tudo era uma delícia, e pra completar, eles pediam Pães de Kalu de diferentes sabores (Joseph escolhe Barsiblam, Licia tutti frutti C-setorense, Aika chocolate com grilos, e Yuri morango espiral), Jane pedia pra viagem um Smoothie de açúcar tinmariano (dizem que é um dos sabores mais gostosos de bebida doce, embora em doces comuns e sólidos é preferível usar esse açúcar como um condimento e não um sabor principal, como em chantilis), e o grupo recupera rumo a Stereo.
 Antes de vermos essa parte da viagem, vemos aqui Kenokoro, que a milhões de anos-luz de distância da Via Láctea, a qual ele está indo em direção justamente por causa de algumas operações que ele perdeu ou deixou pendentes por lá, antes ele visita os Xioma, e há uma guerra de naves muito violenta, já que os Xioma já sabiam quem era Keno por causa de seu pai, enquanto Kenokoro precisava eliminar obstáculos em vez de ir ao objetivo com muitos riscos.
 Há baixas de ambos os lados, mas pro Kenokoro era suficiente pra ir à Via Láctea, uma viagem que irá demorar porque, além da ida em si, eles precisarão ir reconstruindo as naves remanescentes mesmo que aos poucos, enquanto o próprio povo de Xioma mandava uma mensagem à Agência Galáctica dos Humanos, que além de próxima e tendo contato com outros locais também em perigo, poderia ter um arsenal para incapacitar aquele exército antes que eles cheguem e dominem tudo.

> Nova Lander, planeta Stereo.
 Enquanto Tifanny e Naej levavam 8Mike pra ver seus amigos de sala, Jane ia com eles, em seu carro próprio que seus pais compraram pra ela dirigir pelas cidades semanalmente, com uma carroceria vermelha e verde, com um triângulo branco no capô, apontado pra baixo/pra frente do veículo, e outro apontando pra cima/ainda pra frente no porta-malas, e que Jane apelidou de Taranis, em referência ao deus celta do trovão e das rodas, que ela ouviu falar por causa de mitologias que ela pesquisava na internet.
 O grupo vê a casa da família Toumour, por onde Jane bate na porta e era atendida pelo sogro dela, e conversando por pouco tempo ela e seus amigos conseguem entrar. O grupo anda um pouco pela casa, eles conversam com a mãe, chamada Helena Toumour, e subindo a escadaria e vendo o corredor dos quartos no andar acima, com uma cerca que os protege enquanto ainda permite uma visão limitada, porém suficiente, do andar térreo anteriormente visto, com paredes amareladas e rodapés escuros, e assim como no andar que estavam, um chão escuro coberto por um tapete vermelho áspero e adornado, eles encontram Pofica Toumour, que abraçava Jane bem forte, quase a esmagando.
Yuri: Realizei minha dúvida.
Aika: Não é à toa que a Jane gostou da moça.
 Joseph e Licia sussurravam entre si e apontavam como o abraço da Pofica lembrou uma vez que o Joseph abraçou Licia forte demais. Pofica, uma mulher de pele rosada, cabelo vermelho liso, orelhas e cauda caninas em um corpo perfeitamente humano, olhos verdes e Femmesuit amarelo, ficava curiosa com os amigos dela.
Pofica: Já conheceu eles?
Jane: Sim, quando eu morava na Terra.
Pofica: Ah, é, então era verdade, mas e aí, o que mostrou de verdade pros bobos da Terra?
Jane: Não chame eles assim, mas... Acho que só a comida que é boa mesmo.
Pofica: Querem ver o que eu consigo fazer com meus braços?
Joseph: Sim, quero uma queda de braço.
Pofica: Certo, fofo, mas faça com jeitinho, porque sou uma mulher e quero ser respeitada como tal.
Licia: Deixa disso, miga, vai lá, Jojo, prova o seu potencial.
 Pofica e Joseph usam o criado-mudo do quarto como mesa pro jogo, e então, em 15 segundos, depois do contraste de força, Joseph ganha por muito pouco e sem ajuda, e depois disso, Pofica fica mais curiosa pelo Joseph e, por estar mais perto dele que os outros, a Licia também, e conversava com os dois sobre como era a vida amorosa deles, e descobriu que, diferente dela com a Jane, a moça ruiva e o humandisto esportista levaram alguns anos, enquanto Jane e Pofica se relacionaram muito rápido, em cerca de 3 meses, mas sentiam que o "nível de amor" parecia o mesmo, enquanto aquilo era só uma ideia.
 De qualquer forma, passeando na cidade, eles conseguem socorrer um prédio que havia sido incendiado por causa de uma sabotagem até agora misteriosa. Jane estaciona o carro e o grupo entra em ação, com Joseph, Licia e Yuri, combinando poderes que aprenderam com habilidades já obtidas, resgatar as pessoas que dava tempo, e Aika criando pequenos portais de curta distância pra acelerar o resgate, enquanto Jane movia os ventos para desoxigenar as salas, apagando o fogo de lugar por lugar, e 14 pessoas, mesmo feridas, sobreviveram, enquanto o incêndio foi apagado ainda enquanto estavam começando, e quando o grupo saía, Aika com sua orientação espiritual e Pofica com seu olfato sentiam alguma ameaça próxima, e quando descobrem, juntas elas capturam o envolvido no atentado, que é preso enquanto o caso era investigado, seja com as pistas que ficaram, como gravações e o caminho que o criminoso percorreu, ou com uma tecnologia a laser de rever o passado de forma holográfica, não só criando os hologramas pra simular a cena, como o leitor temporal marcava o ocorrido corretamente, descobrindo que, além da sabotagem química que deixou algumas áreas inflamáveis o suficiente pra pegarem fogo com a eletricidade do prédio, também uma espécie de equipe espacial ainda sob investigação da G.A.H.

Continua>>>