Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

11/09/25

Sonderópia Rubastose

> Ato 1
 Entre os guerreiros e heróis da Contra-Terra, um dos que ficaram esquecidos fora de seu reino natal, mas é um medo inesquecível pros quase extintos ogros Zhuhargh, criaturas com 70% de seu corpo composto de veneno que mataria milhares de pessoas, e aqueles seres, de carne e ossos verdes e armaduras e armas feitas de sucata de suas vítimas, o Vitrwyn foi um grande combatente que eliminou muitos dos Zhuhargh para livrar sua terra da opressão daquelas criaturas, e mesmo que nenhuma grama cresceu de novo onde esse massacre aconteceu, reduzindo a um deserto, aquelas criaturas não se tornariam uma ameaça de novo.
 Já Burunberg foi um grande Tzh (um tipo de general Zhuhargh) dos ogros remanescentes, assim como sua tropa foi eficiente em sobreviver em grandes florestas ou em caçar e abater os humanos da Contra-Terra, porém, tendo tão poucas fêmeas, mas jamais se aliando a qualquer espécie por verem outros humanoides como inferiores, eles preferiram reproduzir entre irmãos e irmãs, primos e primas, mesmo que seus descendentes saíssem mais deformados e mais irracionais, coordenados como tropas descartáveis que afundaram o reino Ferro Ruído, da onde veio Vitrwyn, por puro número, assim como Vitrwyn só conseguiu vencer eles ao chamar o guerreiro vulcânico Kol com sua Essência Solar e o seu martelo de bronze, o grande cavaleiro das trevas Zefir com sua Essência da Noite e sua espada de lâmina negra, e a rainha lunar Calisto e sua Essência Lunar e a sua magia das águas e marés, ao induzir um Eclipse que pudesse evocar os três.

 Os quatro, unidos, aquele que louvava o Rei Dourado como se fosse seu pai, aquele que mesmo afundado em trevas luta pela luz de seu mundo e aquela que acreditava estar sozinha mas podia honrar quem a chamava, ao lado de um guerreiro humano, coberto em aço e carregando mais aço, movido só pela força e pela coragem, limparam mais uma vez aquele reino daqueles perigos, porém, seja lá os humanos que sobreviveram, tinham que migrar para outra terra, e se espalharam.
 Quando Burunberg foi caçar os irmãos de Vitrwyn em sua vingança, enquanto eram 8, um foi queimado de dentro pra fora com o sangue vaporizado de Zhuhargh que se autodestruíram num ataque conjunto, outro foi morto dentro da torre que ele morava, com a mesma tática porém destruindo a torre com ondas de choque dos Zhuhargh autoexplosivos, três foram furados com flechas e presos em cruzes de madeira como aviso a Vitrwyn, o mais velho teve a garganta cortada enquanto via o mais novo sendo enforcado, a e irmã feminina teve seu corpo profanado e foi largada pra cair de um penhasco, só sendo salva pelas assassinas Aylan e Mylan, guerreiras de uma tribo de damas assassinas que, como não conseguiram a treinar e cuidar pois ela estava traumatizada demais até mesmo pra ver corpos senão o dela com pouca roupa, essa irmã foi levada a Calisto, que levou pra viver com ela na lua da Contra-Terra.
 As assassinas da tribo Chutetsutsu também aceitam contratos de magos, como um tipo de mercenárias, porém em vez de pagas com moedas ou dinheiro, elas são pagas com frutas, carne de melhor qualidade, até interação amorosa se for permitido que ela tenha o filho do contratante, entre seus clientes, muitos são atlantes principalmente pelo seu histórico mágico, e apesar delas não serem humanoides aquáticas, elas podem aprender magias para se modificarem pra águas profundas ou se modificarem com artefatos atlantes, como escamas de Samorim, que dão escamas e guelras, mas há materiais de muito interesse como:
  1. Tentáculo Perdido: Um artefato metálico em forma de tentáculo torcido de polvo, com uma extremidade tendo um cristal negro que brilha em azul claro quando ativo, libertando tentáculos de Kraken, adormecido nas profundezas da Atlântida.
  2. Martelo Atlante: Um martelo bem robusto e firme, com magia capaz de evocar a Krakita, uma entidade em forma de caranguejo-violinista gigante e com forte poder elementar aquático.
  3. Na Atlântida também há um conjunto de alimentos à base principalmente de peixes e dos vegetais nativos desse povo, que podem não ser relíquias, mas são uma recompensa que mulheres Chutetsutsu recebem muito frequentemente. Outras opções são os orbes das sereias (aqua sirenis), que embora não tenham energia mágica, têm uma propriedade interessante de conduzir energia do mar.

> Ato 2
 Além dos Wakers serem a maioria da população de qualquer Anakos, assim como os Alfa, Beta e Gama, ainda que prejudicados, podem ter acesso a saúde e segurança a um grau muito pouco, os Delta são muito ignorados e dependem de abrigos pros cuidados apropriados, pelo menos estão melhores que os Épsilon, que vivem nas cidades mais baixas, e só sobem para limpar ruas e descem por perderem mais status ou pra desentupir e tratar esgotos, alguns são cobaias de experimentos pois têm menos resistência e uma biologia mais parecida com a de humanos normais, mais até que os Gama e Delta, só são contratados pra fábricas quando não há mão de obra suficiente de outros níveis.
 Validers, por sua vez, são operários síndicos, têm sua independência e um certo poder paralelo, têm respeito dos Alfa e Beta e acumulam uma boa quantidade de suas riquezas, ainda sempre tomando cuidado pra não morrerem na traição de algum Waker ou em alguma guerra de facções de Validers, afinal, mesmo sendo um cargo praticamente de ouro em comparação a um Waker, é mais fácil eles morrerem que perderem o cargo.
 Ivan S é um metalúrgico e atualmente dono de pequenas marcas de lojas de peças e ferramentas, tem sucesso como fornecedor, seu poder de pele de pedra é impressionante, ele só não está na Mutra Forts porque já está lucrando bem mais no mercado, e por algum motivo pessoal, ele gosta de mutantes Wakers bonitas, que geralmente as mais bonitas são as Alfa ou as Gama cujas mutações não mudam aparência, Lenon E. é gerente da agência sanitária e de água, tem que conferir diariamente os documentos do saneamento básico junto com seus operários, assim como, não se preocupando que isso faça gastar mais orçamento e materiais e diminua o lucro, porque ele já tem capital social maior que o financeiro, ele fez o tratamento da água duas vezes por mês, em vez de uma, o que deixa a água de sua cidade 10 vezes melhor e menos tóxica, seu poder é uma fisiologia com escamas e cauda de peixe, e por ser praticamente anfíbio, ele precisa tomar 3 banhos por dia pra se hidratar. Anii L. era de uma família de artesãos que vendiam peças de madeira, argila velha ou metal pra vender, e depois de usar seu poder tentacular pra eliminar os ladrões de sua loja com um tipo de veneno, ela foi contratada pra operar na Mutra Forts como engenheira mecânica, e depois como médica de guerra pois uma mutação tardia ao ser exposta a radiação espacial lhe fez desenvolver poderes curativos, e depois de voltar a seu planeta, foi afiliada a um clube de Validers, e convidou sua família pra ajudar a expandir a arte deles, seja vendendo pra alienígenas de outros povos ou modelando a arquitetura de cidades superiores.
 Um Lader geralmente tem que nascer sendo um, ou já estar em Anakos sendo um, pois seria impossível os humanos anakoseiros se tornarem nisso com o tempo devido ao sistema decadente, o Sam Redstar é Lader da Jonathan Peskos com ações de empresas planetárias como a Vegsir, Kuma-Kola, Pachinko's e Mixert, nascido em Anakos, embora já tendo suas heranças numa família de Laders e Artisses, ele levou um tempo, entre os estudos pra ter uma alfabetização e consciência do que ele precisava fazer, também aprender em outros planetas as culturas e tecnologias, pra ter ideias pras suas fábricas porem em prática, os Extranandrum (um tipo de pessoas, a maioria homens mais velhos e extremistas conservadores, que culpam as mulheres, o Neocapitalismo e a geração atual por eles não namorarem ninguém, assim como eles defendem empresários e políticos que desconhecem menos que as estrelas mais distantes da galáxia mesmo que eles nunca cheguem nem perto do mesmo status) mentiam e depois acreditaram na própria mentira que Sam começou como um Delta e estudando por 20 anos ele ascendeu a Lader, mas o próprio Lader desmentiu isso, e isso descredibilizou os grupos Extranandrum na galáxia inteira. Sam é jovem demais pra se hiperfocar no poder, mas já está num sistema e hierarquia de poder elevado, e se ele não pode salvar todos os 80 bilhões de seu povo, então que ele pelo menos mantenha relações com as Artisses e os Validers, e mantenha a mão de obra operando e melhorando, mesmo que deixá-los mais saudáveis seja estranho ou até uma desonra pros Laders, assim como a cidade que está no nome dos Redstar, por uma ideia experimental de Sam, investiu 400 milhões em tintas vermelhas à base de plantas para colorir as cidades, com adição de uns 100 milhões em tintas azuis sintéticas para deixar mais detalhado, e só de colorir a cidade, mesmo que a sujeira se misturasse ao ponto de Wakers Épsilon morrerem durante a limpeza pra dar espaço à tinta e não ter sido suficiente, só da Cidade 913-Star estar colorida e mais limpa aumentou muito a saúde e força dos Wakers de Alfa a Épsilon.
 Pammi Zil é uma anakoseira Alfa com poderes bem básicos, como super força, telepatia e cura, e o que fez ela evoluir a Artiss foi sua grande habilidade com arte, principalmente com música, cantando bem e usando seu poder de remodelar matéria (da onde vinha seu poder de cura) pra criar instrumentos a partir de concreto velho, ela foi contratada pelo Circo Itinerante Interestelar chamado Circo Boxplaxe, um dos melhores do Setor de Ferro (onde está um conjunto de constelações com todos os seus planetas rochosos terraformados em plantas Anakos), por onde ela fez apresentações de música ou fez instrumentos de latão para músicos nas orquestras de outras apresentações, assim como ela fez hits originais com o nome artístico de Stereo Sugar (por seu público alvo ter sido os estereanos), com muitos clipes adornados com bolhas coloridas criadas por Basil Moká, um mutante Gama que Pammi conheceu no Circo Boxplaxe e ainda estiveram namorando durante a carreira, seu poder envolve criar, manipular e estourar bolhas de diferentes cores e densidades.
 Muitos Artisses e Laders têm interesses em outros planetas de outras espécies, especificamente em fornecimento e distribuição de materiais, muitos dos materiais sendo distribuídos, pra surpresa de mutos que acharam que os planetas clientes principais fossem Hunkal ou Laraggiana-C, os planetas de classe Klark (principalmente armas e suplementos pros agentes), de classe Heleni (ferramentas agrícolas e também tecidos pra uniformes ou pra baratear a tecelagem de roupas de moda, assim como aparelhos digitais) e o planeta Stereo, assim como no Setor C há uma máfia lideradas por goblins Laraggianos que põe outros sapiens sob seu comando, seja como integrantes ou por serem popuação das cidades comandadas. O padrinho Don Galponin, conhecido por suas peças de roupa pretas, películas douradas em suas orelhas, sapatos vermelhos de um modelo tradicional da família Gasilemone e joias de liga irídio-alumínio (chamada ouro élfico), estava sendo alvo do General Kortuz numa caçada que foi interrompida pois um Riboia misterioso já havia encomendado que I Bianah Managuchi (um tinmariano branco de armadura clara, que em vez de se camuflar na escuridão ou intimidar seus inimigos, usava da cor prateada e armas azuis como a C-Sauer para se destacar e representar, não como um alvo, mas como uma isca).
 Kortuz já foi um Alto Sentinela, dizem que ele foi um dia um dos pioneiros, porém, conforme ele escalou suas pesquisas para a política, ele se demonstrou perigoso ao apresentar ideologias autoritárias e genocidas alegando que fossem algo seguro pra população discutir, e execrado, passou a ser perseguido, e um de seus planos posteriores foi aplicar o golpe no chefão da máfia Lemone Draco, que entre suas lavagens de dinheiro descobertas há a fundação e construção de várias escolas, restaurantes, parques e também muita da infraestrutura interestelar como o Trem-Minhoca, eliminando Don Galponin a fim de se demonstrar como um novo líder e libertador, porém, a cidade capital dessa máfia, chamada Leonerde, embora não evacuada porque levaria muito tempo, teve suas portas totalmente fechadas e as câmeras e alguns drones protetores em vigia extrema, e quando Kortuz estava começando a estranhar, cada passo o amarrava ou espetava em alguma armadilha muito dolorosa, cada tentativa de desarmar uma só acionava outra, uma encruzilhada estava amaldiçoada com runas desenhadas com sangue tinmariano (que dava pra sentir porque, além do cheiro de sangue e de hormônios comuns também nos pelos desses seres, há também um cheiro similar a bafo de velho quando esse sangue coagula ou estraga) que quando as runas desapareciam e evaporavam em uma energia vermelha ele ficou cego, surdo e só tinha o tato de sua armadura, seus braços adicionais de uma antiga modificação corporal e suas lâminas de fogo, que ao não sentir direito o seu próprio corpo, partiu 3 de seus 4 braços, enquanto mini bombas eram lançadas e quebravam juntas da armadura, já desbotada e deixando o aço mais visível, pra desmontar ela, e então, I Bianah chegou e decapitou Kortuz, e desmontou cada armadilha que ele armou para deixar segura pros civis.
 Don Galpone ofereceu um pequeno baú de ouro, cujo I Bianah aceitou em troca de também receber uma bênção de parceria e lealdade a ele, assim como I Bianah cravou com as garras de nanodiamante de sua manopla (pois ele tem uma deficiência em que suas garras não crescem tanto) na testa de Kortuz, escrito "para o Foo Fighter de cabelo verde", assim como empalhou a cabeça com raspas de sua própria juba antes de levar a seu contratante.

> Ato 3
 Simões-de-C-Veracruz são um tipo de pet alado bem interessante e também muito queridos no planeta em que surgiram, podendo haver pedigrees como Ovo de Kib (I; de pele branca e amarela em boa parte do corpo, com nome caracterizado por serem os mais comuns no planeta C-Kib, um planeta, embora mais seco e com muitos biomas áridos, também tendo vegetações alaranjadas bem únicas e uma arquitetura de casas redondas em que eles se sentem bem confortáveis, e no topo de torres de pontas similares aos Lukozamovs parranos é possível ver alguns cantando e uivando), Trovões Violeta (II; com pelos vermelhos/verdes e azuis, e bons em caçar animais pequenos, frutas silvestres e raízes nativas em C-Veracruz, assim como são cães-guia de cegos em C-Gorogoa, um planeta de humidade mais alta, embora a arquitetura soe mais opaca e reta, ainda que adornada e com mais talhas e estátuas pareçam pouco humanoides devido aos monstros que dominam esse planeta) e os Falsos Dragões (III, pets de luxo por serem raros e difíceis de ter a cruza exata com seu design de penas vermelhas e prateadas, com alguns detalhes dourados, o verde destacando bem pouco ou nem existindo em algumas unidades), e além de luxuosos, os Simões podem ter suas penas extraídas, moídas e centrifugadas em um pó mágico, embora misturada com energia elementar, seja comprimida em pedras ou diluída numa ampola mágica, substância completa chamada Pó de Veracruz, usado para dar a capacidade temporária de voar e ser mais leve, usado de preferência por guerreiros que usam o Vindiveri, a arte marcial fiteriana dos ventos.
 Simfred e seu irmão Pierran são Wülfnar bem fortes e que dominaram o Vindiveri e são dois entre os bilhões de soldados espaciais que se destacaram muito devido a eles eliminarem tropas do Tártaro, incluindo as da Cria Caída Zarabak, sem se cansar e inclusive se cicatrizando uma hora depois da guerra, por isso sendo recompensados com uma festa no planetoide Esparta, eles tiveram cada um uma filha com uma espartana, que quando cresceram, eram Maria Bela e Maria Sandra, duas guerreiras espartanas que, apesar de se parecerem muito com as próprias mães e com qualquer mulher espartana, elas tinham parte da memória muscular deles e os ossos mais densos, e quando começaram a lutar e operar em missões, tiveram que impedir um tal de Ger Zo Wa, um guerreiro da espécie Thaumium, do planeta extinto e de mesmo nome, da onde veio Jhilautz Wiwalz, que enquanto Jhilautz havia escapado do ataque do Deus Dragão dos Pesadelos quando bebê, Ger Zo Wa havia saído do Plano Astral junto com o Deus Dragão dos Pesadelos e aliou Thaumiums sobreviventes, principalmente mulheres para as reproduzir, enquanto o exército para as defesas e ocupação do novo território, o Novo Thaumium, é ocupado por robôs reutilizando sucata de tecnologia tanto Thaumium quanto de Pieradicrag que enfrentaram.
 Como estiveram só expandindo um império menor, a Agência Galáctica fez uma vista grossa por uns anos, mas considerando que qualquer contato com povos da Nuvem de Magalhães é extremamente proibida, e que durante uma investigação secreta liderada pela Maria Bela e Maria Sandra foi descoberta a maioria dos segredos Pieradicrag e contato com a deusa da dor, foi necessário um tipo de cruzada que quebrou a Nova Thaumium, e entre aquelas Thaumium que continuaram a favor de Ger Zo Wa, e enfrentaram as Marias, foram Izawalli (mais ágil e furiosa, implacável contra seus inimigos e com uma deficiência que fazia ela não conseguir projetar teia), Juliljah (mais robusta e estável, ainda que de um estilo de combate mais defensivo, pros NeoThaumium isso atrapalhou muito em plena luta de três contra duas) e Mardalahif (que tinha ferido muitos espartanos antes e fez com que a Bela e a Sandra tivessem mais ódio dela e, como ela foi o primeiro alvo e as Marias usaram suas lâminas ósseas pela primeira vez contra ela, isso abalou o suficiente as outras duas pra agravar a favor das primas espartanas). Por sua vez, as outras Thaumium femininas que traíram Ger Zo Wa em troca de uma recuperação de seu povo com auxílio de alguma civilização aliada, 10.000 delas passaram a morar no planeta Mambanegra temporariamente até ser montado um planeta biosfericamente mais parecido com a antiga Thaumium só pro povo delas, assim como os homens, sejam filhos delas ou alguns resgatados, como Gabriel Val, irão ajudar elas em troca de, caso não se envolvam em nenhuma guerra, manterão essas alianças.
 De qualquer forma, entre as operárias do planeta Mambanegra, aquelas que foram mais amadas foram a Flameliana boticária Ionia e a líder comunitária Castásia, que embora tenham mais trabalhado na comunidade Thaumium do que investido dinheiro e recursos, justamente por estarem na parte da mão de obra tiveram bem mais interações, afinal, algumas eram mães de primeira viagem, Ionia teve que ser parteira de pelo menos umas 1.109 delas, e a Castásia foi ama de leite de umas 207 e babá de uma quantidade ainda maior, e embora Gabriel Val não tenha ido à Nova Thaumium oficial, ele planeja visitar algum dia, assim como muitos dos humanos de Mambanegra catalogaram e puderam recriar e repassar algumas tecnologias, como os orbes/amuletos elementais e da força, e por serem tecnologias tão compactas, apenas tão difíceis de modelar e planejar com peças complexas e microscópicas que conduziam energia e padrões moleculares que beiravam magia pra alguns, essa fórmula foi herdada pra Mambanegra, assim não precisando mais da magia pra maioria de seus poderes.

Continua>>>

10/09/25

Água, Concreto e Escamas de Répteis

 Ato 1
 Algo que mais atrapalhou Tsui Tori Tré, um Sentinela Harpiro, de continuar seu trabalho como um dos protetores de elite da galáxia foi a morte de Quion Ti Zar, seu colega humano, os dois estiveram protegendo o Olho de Abatojo, um artefato importante da família Magnus, enquanto o núcleo responsável teve que se ocupar, seja com viagens ou o próprio trabalho, e alguém que só deu pra reconhecer a capa vermelha e a pele laranja de seu rosto, a dupla avançou contra aquela pessoa para defender o templo e o Olho de Abatojo, porém, os dois foram separados telecineticamente, e mesmo o Quion se defendendo com espirais de fogo ou paredes de gelo, aquele inimigo foi muito forte, e cortou os braços e uma das pernas de Quion, e deixou os dois pra trás enquanto levava o Olho embora. 
 Thunderos, furioso com o incidente, foi atrás e investigou, Adriana Astracena foi a primeira suspeita considerando sua inatividade tão longa, assim como ela abandonou os campos de combate antes mesmo de quando deixou seus colegas pra enfrentarem Locustas do Pecado Eterno (a pior praga extradimensional entre as mais comuns), hoje sendo considerada uma traidora. Mesmo que em comparação que o Thunderos movesse o mar com sua telecinese e estrelas com sua magia, a Adriana partia o céu para assim trazer um buraco negro pro planeta onde eles se encontraram, aquilo não era suficiente, mesmo aquele planeta sendo explodido pelo quasar do buraco negro, o Thunderos saiu vivo, ainda que ferido, e Adriana esteve desaparecida, pelo menos o Olho de Abatojo acredita-se que está inteiro, pois segundo o relato do Marquês Thunderos não havia energia daquele artefato no planeta.
 Thunderos aos poucos começou a investigar Adriana pra recuperar o Olho e também eliminá-la de uma vez, com o título de Foo Fighter. Ao passo dessa operação, a Artiss anakoseira Bonitz Zephyr, depois de um sucesso de sua empresa, investiu a maioria de seus milhões em uma reforma na cidade que ela governava, fazendo com que os prédios ficassem mais limpos por dentro e por fora e houvesse um extermínio dos criminosos que estavam antes preenchendo de mais as prisões do subsolo (só pra terem uma noção, nos planetas Anakos é comum as prisões ficarem debaixo dos esgotos, entre os motivos por ter pouco espaço isolado pra detentos e reclusos) e também modificar os Delta e Épsilon para terem mutações mais efetivas, porém, durante os últimos 3 anos dessa iniciativa, os ex-Épsilon estiveram cometendo ainda mais crimes e violência, havendo casos em que morriam tantos que a emissão de carbono da Cidade Zephyr-900, que já era abaixo da média de outras cidades Anakos, diminuísse ainda mais, e só se estabilizou quando ela e sua esposa Delta (uma filha de humano com uma princesa Sithlandre da Quarta Dimensão e uma das humanoides mágicas mais respeitadas) coordenaram um esquadrão Mutra Forts para neutralizar os inimigos. Depois disso, o grupo dela, com ajuda dos assistentes do Setor Militar para que os sobreviventes passassem a habitar uma cidade no planeta Milis-4599 do Setor.
 Falando em planetas e relíquias, no planeta Hunkal não há só os sauros hunkalianos como seus sapiens dominantes, esses são os dominantes terrestres, enquanto os dominantes aquáticos são os xotes hunkalianos, similares a axolotes humanoides, embora não sendo regenerativos, ainda tendo uma durabilidade e força elevados e capacidades subaquáticas, assim como esse povo é organizado em castas, diferente os sauros hunkalianos que se organizam mais em classes sociais.
 A maioria dos xotes são artesãos (carpinteiros, ceramistas e ferreiros), mercadores e pescadores, ainda que haja cargos considerados de maior valor, como os escribas (que embora os civis saibam ler idiomas textuais e possam aprender múltiplos idiomas vocais, manuais e escritos, os escribas xotes são especializados para gerenciar a economia, contabilidade e fiscalidade), guerreiros (entre eles, os xotes de cor rosada são treinados pra uma variação de elite chamados Zebba, que embora não operem em operações de leis, direitos e defesa de fronteira, são os melhores em tropa de choque e operações especiais, a maioria em guerras entre reinos xotes, diferente de soldados comuns que são em guerras contra sauros) e sacerdotes (os xotes são a maioria religiosos, embora graças a avanços técnicos muitas superstições foram abandonadas, e essa religião inspira boa parte da magia hunkaliana marinha). 
 Já os Borogs são uma casta relacionada a xotes azuis com sardas de mosaico, compostas por múltiplas famílias artesãs e mercadoras tão influentes que dá pra considerar que têm seu poder paralelo aos reis e sacerdotes, havendo materiais como:
  1. Macuah Xote, uma arma branca comum na infantaria por ser bem espessa e pontuda, com também cristais de dentes de alguns animais de profundezas médias do oceano hunkaliano, anexados a um bastão de madeira Baxtari (um tipo de madeira vermelha com detalhes azuis tão únicos que um dos commodities entre sauros e xotes é essa madeira).
  2. As algas, ervas, cogumelos e sais que os xotes dominaram também são comuns no uso da maioria dos remédios, sejam eles analgésicos, antipiréticos, relaxantes, antioxidantes e antibióticos comuns na medicina xote.
  3. Long Zhiê, uma espécie de peixe de escamas geralmente vermelhas com detalhes amarelos, e antenas finas comuns nos machos reprodutores e nas fêmeas, esse peixe é servido cozido em sua maioria, ou usado como ingrediente para piraitas (um tipo de bolinhos esféricos), kuashi (um tipo de rolinho pontudo com algas locais) ou rykui (um tipo de bolinho à base de um equivalente ao leite nessa região, feita com ovas de Long Zhiê amassados e misturados, misturado com carne do peixe e algas).
  4. Dos artefatos mágicos mais comuns, ao ponto da casta baixa ter autorização de uso, incluem ovos de Mariamar (um tipo de elementar catalogado em Hunkal embora pouco conhecido por magos humanos) que podem aumentar o poder do portador, espelhos de Misalor (que podem prever o futuro quando visto uma vez no dia, porém na segunda vez consecutiva diária só reflete a pessoa normalmente), Jarro dos Sussurros (um tipo de vaso de cerâmica marinha que pode armazenar memórias, é usada como um tipo de diário psíquico ou ela pode sussurrar os lembretes caso for usada uma magia para isso, usada pra anotar afazeres) e Safitisto (um tipo de esfera de quartzo roxo com gravuras mais escuras, é dita como capaz de proteger a pessoa da embriaguez ou de efeitos de intoxicação similar).
  5. Além dos Macuah, também há armas de maior alcance e também mais leves de se usar, ainda mais sob a água, as espadas e lanças são feitas de uma liga de latão extremamente polida e com peças azuis resistentes a calor (há registros de lutas entre guerreiros sauros e xotes durante tempestades, e mesmo que as arquiteturas fossem danificadas pelos raios, os xotes eram mais feridos pelo impacto que pela voltagem elétrica dos mesmos raios, enquanto sauros hunkalianos chegavam a morrer ou ficarem muito feridos por esses relâmpagos ainda que sem queimaduras sérias por serem à prova de fogo), já as pistolas sônicas são mais eficientes sob a água (por isso muitos sauros só ouviram falar dessas armas por arqueologia ou por diplomatas Elcsum: pelo som ser mais intenso sob a água e assim ser mais efetivo em combates xote contra xote), e têm peças de uma cerâmica espessa e que absorve o som agudo das bombas de ar usadas pra pressão, o calibre varia entre aquelas que só causem bolhas grandes ou sons que causem dor diretamente a também algumas que emitem raios de energia pela pressão das bolhas.
  6. De forma similar aos atlantes na Terra, os xotes também dominaram o transporte marítimo e submarinho e o usaram como forma de se instalarem em formas mais profundas, no entanto, os xotes de profundezas são normalmente nômades, migrando de ponto em ponto quando necessitam de recursos. Seus veículos são azuis pra se camuflarem por cima na água, com pequenos aditivos simbólicos e de identidade relacionada às tribos xotes, e as peças de cor do aço sem colorir são logo mais pesadas e com sistema de pressão mais complexo, por isso não usam tinta pra evitar que pese à toa (já que alguns chegam a medir 100 x 30 x 15 m³)
[Admito que houve uma falha técnica que simplesmente fez a iluminação destruir a macuah xote no 1, junto com a madeira que era pra tar na ilustração]

> Ato 2
"Agente NE-700, você sabe onde foram parar os Blackspace? Qualquer sinal, você precisa largar a área e nos alertar urgentemente", diz um aliado conversando pelo rádio do relógio de espião do agente.
 Um agente secreto de uma organização pública interestelar foi enviado após Luis Blackspace e Maria Prefect Blackspace não comparecerem em suas comparcerias comerciais, algo bem curioso porque, por mais que um planeta Anakos médio tenha bilhões de habitantes, a maioria esmagadora deles mutante, os que mais têm poder nesses planetas nem são mutantes, a Bonitz só tem como mutação as cores diferentes em seu corpo e uma extrema força física, já os Blackspace nem são de Anakos-6061 e são donos da linha de produção.
"Aquele velho trouxa achou que conseguiria se sair bem ficando nessa rua, ele olhou nos meus olhos e falou, 'você é mais homem que aquelas maricas lá de cima, você é minha inspiração'... Eu fiquei com medo daquilo ser uma maldição", diz um mutante Gama com poder de ter memória fotográfica desde antes de nascer, enquanto comia salgados engordurados com o agente.
 Luis e Maria são Laders, integrantes da casta mais alta de Anakos, seus filhos Carlos e Jessie eram alunos de nota máxima das escolas que estudavam no topo daquela cidade, mesmo que Carlos fosse um garoto muito agressivo e um valentão contra os colegas de escola, e o Jessie era tímido, gostava de ler e jogar jogos virtuais, e pro Luis aquilo era afeminado e inadmissível, muitas vezes era forçado a vestir vestidos velhos de quando Maria era criança, ou a fazer tarefas da casa quando a empregada não chegava. Segundo relatos, o Luis queria viver nas cidades baixas por acreditar que viver num lugar mais difícil e perigoso o tornaria mais forte, másculo e fértil, já Maria cedeu a seus sentimentos vazios, e acha que os Wakers e Validers fossem mais felizes e humildes, então a família se mudou pras cidades baixas ignorando os questionamentos dos filhos.
"Mano, eu não sei bem como descrever isso, mas um dos Épsilon levou o pirulito do moleque de cabelo branco, e chegou um Gama e deu um socão bem na cara, eu já vi Épsilons morrendo por muito menos, o garoto não merecia ter tomado o socão na cara", diz um mutante Épsilon cujo poder é prever o futuro, mas ele só consegue sentir e dizer quando já aconteceu.
"Eu tinha largado esse apartamento faz cinco anos, esse tal Luis falou que parecia um investimento, ele me disse que podia tornar aquilo numa mansão em um ano... Haha, como se desse pra fazer isso em outro planeta.", diz um Valider gordo e com poder de ter uma pele tão escura que absorvia parte da luz ao redor, e podia projetar essa luz em forma de raios oculares "As baratas são um problema semanal, eu lembro que uma vez eu acordei e tava abraçando uma delas, depois eu te levo pra minha casa, a cabeça tá lá como um troféu."
 A família Blackspace teve que viver numa casa bem pequena, apertada, de paredes bege com um mofo amarronzado, os robôs domésticos estavam queimados, o Valider não lembra se foi algum acidente que estragou as peças ou um ataque de baratas, e pra terem dinheiro, Luis escolheu ter três empregos: Um foi ajudar um Gama anônimo da mesma rua, trabalhando pra ele vendendo salgados com massa de batata anakoiseira empanada em farinha de cevada e arroz espiral, e recheada com Mushrarch, o salário era uma porção dos salgados, porque raramente sobrava dinheiro pro próprio dono da loja; O segundo era mecânico a domicílio, facilitado por um computador que ele ainda usava pro seu site para o marketing em Anakos, e ele era péssimo, aprendeu a consertar torneiras com o improviso; O terceiro era de eletricista, também tendo que aprender provisoriamente por não haver treinamento técnico, e com isso ele saiu muito ferido.
"Dizem que o que deixa o corpo mais atraente pra mosquitos não é o sangue mais doce, é a pele com mais bactérias", diz uma mutante Beta enquanto tomava um chá de algodão-negro num trem junto com o agente.
 Maria sofreu uma diarreia explosiva e dores abdominais que doeriam mesmo pra alguém com super resistência, o Luis tentou chamar alguma ajuda médica mas o telefone fixo da casa não alcançava o serviço, ele tentou tirar a Maria da cama e levar a pé pra algum posto de saúde próximo, mesmo que levasse quilômetros, porém, uma infestação de mosquitos estava atacando a cidade, e quando Luis caiu, desacordou e se recuperou, ouviu que Maria e Carlos foram devorados pelos mosquitos, enquanto só sobreviveu o Jessie.
 Mesmo que Jessie tenha sobrevivido, o trauma foi tão grande que ele desaprendeu de falar, e ele foi levado a um orfanato de Wakers Delta (aqueles que não têm poderes mas são Wakers), até que, quando todos estiveram dormindo, ele desapareceu, anos depois surgiu um combatente com armadura de couro de um Grifísio, aparentemente um que foi recém-eliminado dias antes, e a cidade esteve passando por problemas com mutantes de diferentes tipos, antes vindos de cidades baixas ou das prisões, agora atacando de forma terrorista as cidades e dominando a região, como uma facção chamada Fundação Ômega, assim como aquele de armadura de Grifísio agora se chama Sigma. NE-700 precisava agir rápido, seja se camuflando ou se disfarçando com holograma de seu relógio de espião (2) ou atirando nos Wakers Ômega com sua Teslatein negra (1), e mesmo que ele alcançasse o Sigma, e acertado no queixo dele, uma explosão de plasma aconteceu destruindo aquela sala, com o Sigma sobrevivendo, e o NE-700 nunca mais sendo visto.

> Ato 3
[Vou aproveitar esse ato pra mostrar o que não coube no conto anterior sobre o planeta Custódia]
 No planeta Custódia, sistema de Tradicia, Setor V, também vale ressaltar alguns aspectos que fazem parte de seu cotidiano. Além das casas, templos e estátuas, algo que se destaca mais ainda são os seus castelos, esses são espaçosos, com maior parte retangular junto de suas torres cilíndricas de ponta geralmente cônica, ou telhados piramidais, as paredes geralmente são descoloridas, com a cor da própria pedra ou concreto usado, junto de algumas estátuas verdes, algumas de cobre oxidado, outras de concreto tingido, já os telhados se usa uma mistura de argilas coloridas locais, sendo o azul a cor favorita por destacar mais, com alguma tinta de cor mais vibrante pra intensificar essas cores, diferente dos castelos hunkalianos, que são todos bem vibrantes, com muros ao redor, e a mistura das peças quadradas e circulares é mais homogênea, árvores também são adicionadas aos jardins dentro do quintal do castelo, não só ao redor, e ambos o castelo custoda e o castelo hunkaliano se diferem de um castelo parrano, herança de um governo antigo e antes um símbolo de poder de uma religião hoje extinta, agora só representando o poder político e econômico do Estado, esse tem as bases mais retangulares como paralelepípedos, com os telhados redondos que terminam em pontas, alguns desses castelos são apelidados de Lukozamov (algo como Castelo(s) Cebola).
 Sobre os soldados custodas, por serem muito mais fortes que pessoas normais, embora mais fracos que soldados estereanos e outonanos, alguns dos guerreiros Arquípedros foram contratados pra, além de construírem ou planejarem a construção de grandes instalações, como as torres mágicas ou a infraestrutura das dimensões sintéticas, como alguns Armazéns Sagitários, alguns também receberam um Biblioplano especial, chamado Galeria Vitruviana, por onde além do treino físico e dos estudos acadêmicos dos V-Custodas, também há um laboratório de biologia pra, entre as pesquisas, fortalecer guerreiras femininas na Via Láctea para um tipo de elite para proteger os habitantes do sistema Arighiero Prime e também de templos da Igreja do Deus do Fogo, uma religião comum na Via Láctea desse mundo e também ligado às Pombeelin, sendo elas as Filhas de Taupiter (referente ao planeta Taupiter, um planeta da estrela Tradicia que os custodas colonizaram e terraformaram mesmo antes de conhecerem a Agência Galáctica dos Humanos e também é um símbolo alquímico de força e relâmpagos, associado antigamente ao plano espiritual), com peças de armadura de metal anão (um tipo de metal conhecido por ter sido segredo de Nidavelir por séculos ou milênios, atualmente mesmo sendo possível e fácil criar esse metal ele é usado apenas por tropas de muito alto cargo), sendo tão fortes que, mesmo sendo profissionais com armas de fogo, seu potencial máximo é com armas brancas e escudo, muitas vezes entre o busto e a barriga é escrito na sua Femmesuit alguma frase simbólica de sorte ou então o nome completo delas quando eram meras humanas.
 Já sobre o cotidiano dos V-Custodas, alguns elementos deles se completam com tecnologia hunkaliana, ou até mesmo têm joint-ventures hunkalianas:
  • Os televisores (1), comuns nas casas, o tamanho da tela em polegadas pode, além de definir a qualidade de imagem, também alguns modelos menores e mais baratos nem cores apresentam, enquanto as "televisões planeta" (porque as TV's custodas geralmente são esféricas também), com no mínimo 120 polegadas, podem ter cores que só custodas enxergam também, e no design detalhes amarelos e vermelhos (em vez de azuis e brancos, ou pretos ou marrom como se fosse de madeira como são as variações mais baratas) fazem parte dessas televisões mais chiques.
  • Casas com vários andares, que são comuns em Custódia e isso faz famílias maiores ou com mais recursos terem seu espaço apropriado, podem ter elevadores (2), geralmente hidráulicos e mais lentos, enquanto prédios e castelos têm elétricos. No caso dos elevadores em casa, os civis não têm preguiça ou medo de andar em escadas, e usam os elevadores pra carregar objetos, ou quando não têm mais força pra andar (ex: idosos e cadeirantes).
  • Carros são um material de luxo em Custódia, por isso mesmo quando empresas de carros em Hunkal se instalaram, elas lucraram mais criando trens, ferrovias, barcos e aviões, enquanto os carros eram mais encomendados ou sob medida. Porém, quando as famílias Ouron (Hunkal) e Talomburgo (Custódia) criaram alguns carros de mesmo modelo, porém entre as cores diferentes aqueles que mais se destacaram foram os vermelhos com detalhes azuis e desenhos pretos nas portas, que ficou tão influente que a empresa registrou o modelo como MOF Ouronburg (3; MOF sendo Magnata Ouron Fabrics, uma empresa com liderança Ouron)
  • Celulares e rádios (4) são bem comuns, os rádios são redondinhos, os mais comuns sendo brancos com detalhes azuis e placas pretas de forma similar às TVs baratas, enquanto os celulares não são como smartphone, são como aqueles celulares flip que têm teclado físico, embora a antena pode ser direta pra ser usada como um tipo de canetinha para clicar na tela do aparelho. Entre os esportes mais comuns que tem em Custódia, o Busterball é bem popular, mas um mais tradicional dos nativos custodas é a esgrima, por isso espadas de diferentes tipos (5) são modeladas para diferentes integrantes das famílias, assim como por isso Hunkal é um fornecedor tão importante pra eles. E a herbologia (6) foi importante, como dito antes, pra medicina, mas também é em Custódia a fonte principal dos corantes e, quando usados na culinária, os chás são super comuns, o Amanhecer-Branco e o Chá-Amargo-Custoda são plantas muito comuns ao misturar para o Chá Manhã Negra, o mais comum e consumido em regiões tropicais.
 No entanto, entre as entidades capturadas em Custódia, ou por guerreiros custodas e levados ao planeta Custódia, há as entidades da Floresta Negra de São Paládio (uma floresta de árvores cinzentas de folhas negras que abrigou alguns desses seres, cujo tal São Paládio, ou Paládio de Sinalagos, foi morto enquanto explorou boa parte da floresta e deu os conselhos pra enfraquecer e derrotar as entidades, as mordidas de seu cadáver indicam mordidas dos seus inimigos, pra muitos isso é considerado um martírio e ele é considerado um Santo dos Pássaros Místicos) incluíam, mas não se limitavam a:
  1. Gicorvo: Um corvídeo com cerca de 1,50m de altura que se camufla na escuridão da floresta e só era identificado quando seus olhos estão abertos, um incenso de frutas cujo cheiro lembram um pouco com canela queimada, provavelmente pela composição química similar, atraíam pássaros como aquele, assim como a pele e olhos do pássaro ardiam muito facilmente com sal, e que luzes como a de uma tocha ou uma lâmpada irritam os olhos desse ser, e por isso quando contiveram esse ser só iluminam a sala com luzes suaves, inclusive luzes azuis de dia e âmbar de noite. Suas penas podem dar azar quando inteiras, e ao serem queimadas e diluídas homeopaticamente é possível criar poções de sorte, ou quando no âmbar criar amuletos poderosos de sorte.
  2. Mevadom: Um animal similar a uma pomba-branca, porém com manchas vermelhas que, por parecerem sangue, essa ave foi apelidada apenas como "Pombo de Sangue" pelo São Paládio, e esse pássaro aparenta não ser tão necessariamente "mau" pros custodas, assim como nos livros de São Paládio essa ave brigava com outras entidades, no entanto, para muitos, não é que esses animais são "malignos", são como animais selvagens mágicos, e o Mevadom, sendo mais inteligente e tendo um potencial mágico maior, se vê querendo ordenar e impor uma certa justiça. Esse em particular não está preso, está solto, porém com um tipo de anel que podia o rastrear caso necessário. Apesar de ser nitidamente similar a um pombo, pode chegar a 63cm de altura e 8 kg de peso, por isso um apelido que as crianças deram a esse pombo de rosto enfaixado pela última luta de São Paládio é "Bolota".
  3. Hataiyo: Apesar de ser uma ave mágica, diferente das outras da lista que são elementares, esse é de uma espécie de pássaros com knucker-912, tendo uma genética draconiana e projetando principalmente magias flamejantes ou luminosas, apesar que o São Paládio teria domesticado uma, ensinado ela a falar um idioma humano, e a sugeriu a usar magias de cura pra proteger, infelizmente essa em específico fugiu, seja por medo ou pra enviar mensagem de ajuda a quem conhecesse o Sr. Paládio. Hataiyos aparentam reconhecer a autoridade do Mevadom assim como sentem parte da aura de príncipe dessa ave, e são vulneráveis às luzes sagradas, algo similar ao Fostôteo, porém de luz mais pálida, branca. Por serem mais sociáveis e menos agressivos, é possível adotar eles, e por isso além da Floresta Negra de São Paládio também há Hataiyos criados em casas de Custodas, ou sendo adotados por magos de outros lugares do mundo.
 Se o Mevadom é o príncipe, há algum tipo de rei ou rainha? Pergunta essa que custodas e magos pensam e falam porque realmente há de certa forma uma rainha dos pássaros mágicos da floresta negra, sendo ela a Knefagna (4; você pode escolher pronunciar como quinefáguina ou como nhefânha), uma entidade mais similar a uma humana, sendo especificamente um anjo do plano elementar, com maior poder sobre a luz e os elementos leves (fogo, água e vento) maior que os pássaros locais e também, quando levada a uma torre mágica para pesquisarem a entidade e também ver se era possível extrair algum poder ou artefato como outros seres, mas entre os pesquisadores, os Espacetes e Sentinelas de Baixo a Alto eram seduzidos pela entidade e, num movimento que parecia tão calmo e suave quanto um abraço daquelas asas, e o Espacete morria como se fosse um casulo de pedra, dando espaço a uma Cria de Carne (5), um ser de DNA 100% humano, mas a alma transmutada em 100% elementar, um corpo esquelético com pele branca como ossos, músculos vermelhos, embora expostos, mais resistentes que rochas, com cabelo e asas azuis, sigilos e máscara verdes, e armas brancas feitas de uma parcela extraída do seu antigo casulo depois de sair ressuscitado daquela forma.
 Por mais que os Espacetes sejam os mais vulneráveis a essa atração, nem todos são selecionados, seja porque Knefagna tem alguma preferência pelos que mais cuidam bem dela, ou têm menos medo, ou têm o mínimo de pecado possível (porque os Espacetes, órfãos feiticeiros treinados por organizações mágicas espaciais, têm intervalos de folga com muita comida e luxúria, seja com colegas ou mestres, e são poucos os que se parecem querer se purificar dos excessos em sua alma e a Knefagna percebe isso), mas quando há Sentinelas com devoção pra se purificarem dos pecados e terem uma vida justa, e se sacrificam para o acolhimento desse anjo, eles se tornam em uma variação maior das Crias de Carne, chamados Querarcas de Carne, cuja maior diferença, além do tamanho, também são alguns detalhes azuis e verdes substituídos pelo roxo, e os músculos mais escuros.
 Comumente, são 12 Espacetes, 9 magos shiniitas, 7 magos prateados e entre 3 e 11 Sentinelas (dependendo da semana) que estão operando onde a Knefagna foi contida e é usada como fonte mágica, e geralmente só um dos Espacetes é extraído num período que pra região é um ano, e um Sentinela a cada 10, porém, quando os 12 Espacetes em 2199 foram martirizados em Crias de Carne, o Espacete Zarabak Shu ainda parecia manter 100% da própria mente, como se só o corpo tivesse sido transformado, enquanto os outros só mantinham memórias muito fundamentais, seja de conhecimento (alguns tinham memória muscular pra combate, tinham suas magias de Ego aumentadas, e há documentos que diziam que Crias de Carne mantinham conhecimentos de programação e já hackearam um sistema psiquicamente) ou as relações mais importantes (entre eles os seus mestres ou colegas), porém, Zarabak, com o seu coração fundido a um Colar de Céu Púrpura de Heleni-4 (da onde ele veio) e um besouro de ouro que pode ter protegido sua alma, tornando num artefato único e em forma de um inseto meio vermelho e meio azul de forma heterogênea (ou seja, sem misturar em cor roxa), porém, aquele corpo novo o estressava muito, e amargurado de não se ver mais como um humano, mesmo se vendo como um nos espelhos (assim como as Crias de Carne eram vistas em seus reflexos), decidiu unir seus irmãos e irmãs adotivos, também transformados, e atacar não o planeta que estavam, mas a partir do Hiperespaço atacarem outros territórios.
 Uma opção seria bombardear eles, e atacar com as melhores armas dos Soldados Totska e do Mutra Forts, mas aquelas entidades se regeneravam, se restauravam e se ressuscitavam, alguns se curavam como magia normal, outros modelavam o espaço até se colarem de volta, alguns simplesmente retornavam do "nada" ou do plano elementar quando não sobrava nem moléculas de seu corpo, Crisma do Dom da Pré-Redenção foi a opção mais viável, com 12 sacerdotes do Deus do Fogo e os outros integrantes da vigia de Knefagna se unindo numa oração para se lavarem de seus pecados, e confessarem os seus excessos, a sua vaidade, os seus desejos, o seu ódio pelos que lhe deviam, e as mortes que eles causaram, em troca de se livrarem daquele perigo que estava se comparando a uma praga.
 Numa onda comparável a um Fostôteo, um elemento energizado pela vez, que trazia luz à matéria e à vida, e que castigava o mal concentrado, comum em magos e guerreiros mágicos para o milagre do Castigo Divino para acabar com demônios, podia não ter nem ferido as Crias de Carne, mas aqueles seres se acalmaram, e foram embora, enquanto Zarabak foi lançado ao enxofre, fogo e mármore do Tártaro.

Continua???

09/09/25

Tragédia das Estrelas

> Ato 1
 Assim como humanos aliados aos Megaformers criaram os Cultivadores Megaformers para um tipo de combate de elite, sendo guerreiros robóticos com uma mente limitada a compreender e personificar a guerra, com uma espada encantada com signos ligados às estrelas e ao Saturno do sistema solar, podendo cortar o espaço, podendo se teleportar, ou transportar aqueles próximos dele, sejam inimigos ou aliados, independente de barreiras físicas ou de desafios, até mesmo partir seus inimigos antes e depois de sacar sua arma, assim como seus canhões podem emitir, suprimir e projetar a gravidade, em que só eles conseguem ultrapassar essas restrições, assim como somente 73 Cultivadores foram criados, e 12 desses foram escolhidos depois de seus sucesso nas defesas dimensionais, assim aprimorados para Motodeuses, com peças de Noirytril e Rubimanto, assim como seu canhão da mão esquerda agora é quadridimensional e sua metralhadora, antes bem comum embora pudesse disparar balas de rubimanto facilmente, agora podem disparar raios temporais.
 Relato esse é visto como um tipo de rumor, acreditam que é exagerado, e a Agência Galáctica dos Humanos prefere deixar as pessoas acharem assim pois assim fica mais secreto, é relativamente comparável aos Cultivadores do Setor S, guerreiros muito poderosos e pescadores de Risojes, mas depois de uma guerra entre esse povo, os piratas espaciais vialacteanos e uma ordem de guerreiros carrascos chamados Estrelas da Guerra, ao lado de Astroperegrinos enlouquecidos, o povo do planeta Arintragh decaiu muito rápido.
 Os Cultivadores do planeta Arintragh, diferente dos Cultivadores Laraggianos, apenas usavam de sua armadura feita de placas de Arantil, uma liga de ferro especial desse planeta e altamente resistente, assim como adornavam essas armaduras por serem praticamente a maior identidade e força deles, assim como os Cultivadores de Arintragh, que sobreviviam desde as montanhas mais ventosas e lá meditavam com dragões aos desertos alaranjados e gelados da região, depois da guerra contra os perseguidores espaciais chamados Estrelas da Guerra e estraçalhar um capitão pirata, apelidado antes como Caranguejo Vermelho, tão violentamente que piratas espaciais passaram a ter medo de cruzar o Setor S novamente, ainda assim esses Cultivadores estavam feridos, cansados e mutilados demais pra continuarem lutando pra honrar seu povo.
 No entanto, conforme a engenharia e automatização melhorou ao ponto de interligarem redes neurais robóticas e humanas, foi possível criar ciborgues com corpos que pudessem reviver seus guerreiros lendários, e agora, sem as limitações do corpo, apenas precisando se manter inteiros pra continuarem seu trabalho e só precisando se sustentar de um líquido verde saudável pra eles se manterem ligados, aqueles se tornaram os Prescadores, e assim como os arintragipas têm uma forte habilidade telepática e empática, agora que dos Prescadores só restavam seus cérebros em sua armadura que os amplificava, sua mente é tão poderosa que podiam servir como faróis psíquicos para telepatas aliados como os Riboia e os grays.

> Ato 2
 No espaço há ainda mais arsenais além das tecnologias dos cultivadores, e que serão explicados aqui junto de algumas culturas.
  • As armaduras tinmarianas carregam um conjunto de peças fundamentais para uma caça muito mais rápida de seus inimigos, como os seus visores com visão noturna e infravermelho (1), espaço sobre o capacete para que a juba em forma de moicano possa sentir bem mais tatilmente o vento (2), com uma tinta negra na armadura que absorve qualquer luz e isola o calor (3), não só absorvendo mas impedindo que saia, protegendo de climas frios e reduzindo a projeção térmica, os braceletes têm placas de pulso de alta energia (4), computadores para comunicação à distância, anotação de informações curtas ou para acionar armas (5), placas que reagem a contração muscular (6), fortalecendo para socos mais fortes, agarrões mais consistentes, acionar placa de pulso e, se não tiver garras grandes o suficiente, acionar garras sintéticas de nanodiamante (7), também mini bombas (8) são carregadas aos montes e podem ser lançadas por voz, as botas têm placas adicionais para impulsos mais fortes (9), supressão de som de passos (10) e aderência adicional para correr em paredes (11), e uma Ciminekros (12, útil não só como arma, mas para cortar carne, raspar escamas e abrir frutas).
  • Já as armaduras hocertianas, embora o Sean Nozawa não use uma em combate, são essenciais para os guerreiros desse planeta pela uniformização, identidade (pois cada armadura tem suas cores com diferentes significados) e também é um forte simbolismo hocertiano, assim como inspira o design pra algumas armaduras tecnológicas. As peças são feitas de Hocertiri (1; um metal similar ao Arantil, porém com adições de platina e mythril em vez do carbono, cromo e cobre, assim como bem mais resistente, à prova de plasma e condutor de magia), e entre as cores (2), as mais comuns são azul (força física e de vontade), vermelha (sabedoria e magia de fogo), branco (propósito de vida e também comum entre os mais sociáveis), amarelo (dever e tarefas, comum nos de classe mais pobre e trabalhadora), verde (realeza e liderança, comum entre os mais nobres) e rosa (representa amor, seja entes queridos a proteger ou o luto pelos que já perdeu), alguns também podem ter símbolos similares aos de suas bandeiras (3) no peito, como o pterodragão de duas cabeças (comum nas penínsulas do Império Pytho) ou um lagarto vermelho (associado ao Império Naga que é o maior e mais aliado aos humanos).
    • Therma foi um guerreiro hocertiano de uma grande torre mágica que, quando destruída num ataque de vampiros e antidragões, acreditaram que ele tinha morrido logo na guerra, enquanto os Sentinelas já tinham evacuado os magos e logimantes locais e levado as relíquias mas importantes embora, mas uma semana depois, ele foi visto no meio de cinzas de vampiros, devorando a carne daqueles dragões pra se alimentar, assados no fogo verde que era sua magia favorita, eles chegaram a usar luz UV pra testar se era mesmo, afinal, vampiros, mesmo metamorfos, queimam sob luz UV pura, mas ele só se irritou com aquilo enquanto seu cabelo e escamas velhas brilhavam em um amarelo bem intenso.
  • Já o grande planeta sintético In The End, construído para proteger a galáxia de colapsos mais sérios, assim como tem uma forte carga elementar ao ponto de, quando está em animação suspensa, sem uso, é usado para alimentar as dimensões sintéticas ou até mesmo criar novas, e seu corpo humanoide, tendo consciência, é capaz de sentir e se comunicar com o plano elementar, e parte de seu poder e matéria são usados para construir mechas menores chamados Castra-Céus, um tipo de mechas muito maiores que os maiores mechas terrestres, com lança-mísseis nos ombros, um lança-chamas numa mão com um compartimento pra criar vácuo gravitacional, e a mão direita tendo um punho de Rubimanto.
 Também no planeta Caverna há uma categoria de soldados que inicialmente foram criados pra contra atacar invasores que sobreviviam à barreira Zabal de seu planeta e roubavam seus minerais, como Etérnio (um metal mais valioso que o ouro, sendo resistente, com uma cor púrpura característica e usado para Tecnologia a Laser como computadores quânticos menores e cápsulas estáveis de teleporte), e depois foram "importados" pra serem um tipo de tropa de choque quando os Baixos e Médios Sentinelas não são suficientes, os Guerreiros da Tempestade têm esse nome pois com sua WA-51 hunkaliana podiam desintegrar em conjunto as frotas inimigas, são extremamente agressivos, seja pelo desgaste mental dos hormônios ou pelo cérebro mais instintivo, assim como são mais musculosos.
 No entanto são dóceis com aqueles que se pareçam inofensivos, desde crianças, velhos, grávidas e criaturas pequenas como cães, gatos, Laurinhos e salamandras, e por isso eles parecem ser tão educados especificamente com os robôs policiais Oélios. Em Grunheim, também são distribuídas armas brancas para seus Heilendracos como:
  1. Espadas de Salberg: Espadas hunkalianas e custodas forjadas em titânio vulcânico e aço estelar puro blindado, sua vantagem seria só o corte e dureza brutos, mas na forja dessas lâminas é adicionada alquimia com os símbolos no cabo e lâmina para que a lâmina só seja usada pelo seu portador ou alguém com sua autorização, com símbolos marcados em bronze, latão ou ouro nórdico, deixando mais belo e colorido, assim como dá ao seu portador uma pele de ferro quando usa a arma.
  2. Katanas de Katerea, lâminas comuns no Setor S para seus guerreiros mágicos, são afiadas e conduzem um tipo de energia das trevas que absorve elementos. Machados de Kantara, armas brancas do planeta Custódia comuns nesse planeta, podem ser replicadas pra colecionadores ou serem usadas pra cortar como uma lâmina comum, não só cortar os inimigos, assim como houveram muitos lenhadores que reutilizaram seus machados de guerra. Karbrak, um tipo de lâmina estereana que foi muito usada pra colher vegetais e frutas individualmente, mas que muitos animes estereanos ilustram como uma arma de arremesso ou de combate próximo, e assim como uma kunai, seu anel é usado pra amarrar cordas e usar a lâmina como gancho.
  3. Espadas de Santa Iromênia: Diferente de espadas de fogo quaisquer, essas podem também projetar o fogo pra longe, assim como a espada projeta luz suficiente pra iluminar salas fechadas de uma só vez. Podem ser espadas comuns, ou as Espadas de Salberg, ou mesmo espadas a laser pois de certa forma também recebem a bênção da Mãe Iromênia que transforma a arma nesse tipo.

Continua>>>

Na Família das Estrelas

> Ato 1
 No planeta Terra, um dos elementares que eram comuns antes das revoluções industriais eram os Astomi, entidades humanoides, de pelo castanho macio e, sem boca, só se alimentam de cheiros bons, eles se refugiaram pro plano elementar depois que os seus habitats estiveram cada vez mais poluídos e desmatados. Depois do surgimento da Contra-Terra, eles viram como uma oportunidade, e treinaram magia da terra e das plantas para alguns dos nativos da Contra-Terra, até que um grupo específico de Astomi azuis treinou magia de gelo para um povo no equivalente do Polo Sul nessa dimensão.

 A tribo Yroisã foi por um tempo a mais influente e poderosa da região, os humanos consultaram muito pouco a Contra-Terra mas, diferente do Muramasa que não aliou muitos contra-terrestres por pouco interesse, magos de diferentes cantos se aliaram e até tiveram filhos com guerreiros Yroisã, conhecidos pela sua magia de gelo, sendo o líder mais recente o Bóris III, enquanto outros magos se interessam mais nos arquimaleões, como o grande metamorfo Levan, ou nos inconsombras, como a sacerdotisa dos segredos Umbrana.
 Sejam os magos de gelo da tribo Yroisã, os reptilianos metamorfos arquimaleões ou as escuridões humanoides inconsombras, ou os magos imigrantes ou peregrinos que chegam a essa dimensão, essas pessoas acabam conhecendo nessa dimensão entidades como o deus do sangue, uma entidade do Fundamento do Sangue que corrompe as fés dos tridimensionais, as inverte e faz com que seus seguidores cometam mais atrocidades para lhe dar sangue, há uma entidade chamada deusa da dor, que enquanto o deus do sangue se modela em avatares da forma da raça de seus seguidores, a deusa da dor é uniforme, com um corpo violeta, similar a uma sereia de lendas gregas, porém machucada, seja com pregos, espinhos ou suturas, e ela seduz os mortais pra modelarem obras sem propósito, atuações sem o menor sentido, golpes que tentam se disfarçar de revolução artística, e assim esconde suas verdadeiras seitas devotadas à dor e ao masoquismo, pois assim, a deusa da dor acumula mais fiéis enviesados naturalmente, como os Dhagoni criaram até mesmo cidades em seu nome e em seu hedonismo de sangue, diferente do deus do sangue que escraviza seus seguidores, e assim como foi um ídolo secreto de João Calvino.

> Ato 2
 Durante a reunião dos povos humanos e seus aliados na Via Láctea, um dos mais difíceis foram os Wülfnar, guerreiros surgidos de ancestrais humanos que evoluíram nessa região com uma pele grossa, levemente escura e resistente ao sol, mas com pelos e músculos pra proteger do frio, as roupas eram mais uma forma de identificação e uniformização das tribos que pra cobrirem seu corpo ou pra defesa, ainda que eles tenham passado rápido da Idade do Ferro e dominado armas e escudos, como suas espadas sværdragge (de lâmina curva e curta, lembrando um pouco um machado, com o fio apenas de um lado e um formato para ter mais peso e estabilidade) e as lanças tip'himmel (de lâmina parecida com a sværdragge, porém mais curta e com pontas adicionais na costa dela para segurar as caças durante as estocadas, e o cabo mais longo), e alguns desenhos nas capas, escudos ou tatuagens corporais podem indicar de quais tribos eles são.
 Não foi difícil por serem guerreiros tão fortes e teimosos, ainda que fossem, eles ainda tinham uma sensação de familiaridade com outros povos humanos pela aparência corporal parecida, mas porque esses povos não confiavam se o povo galáctico fosse de fato um aliado, então, como proposta, foram pedidos 10 mil filhos que seriam criados desde crianças, e num tempo que pra eles seriam 20 anos esses filhos iriam retornar inteiros e com experiências novas. Depois do sucesso do experimento, ainda que manipulado ao levar só pra planetas confiáveis e eles ainda tivessem um instinto guerreiro apesar do aprendizado novo.
 Arigar Airon foi criado por cientistas do planeta Stereo e retornou muito cedo, sua arma favorita era uma sværdragge de Metal do Vale que o fez vencer muitos duelos e o fez ser conhecido como o "parte-lâminas" pelo feito que fazia neles, e uma arma que ele usava em guerras era uma Teslatein negra, pra combinar com seu Warnius (um tipo de lobo que, ainda domesticado no planeta CryoCryo, não diminuiu, só ficou mais amigável aos humanos e Wülfnar) chamado Thiorn, que aliás, assim como os guerreiros desse povo usam botas pra andar estavelmente na neve e evitar acidentes com espinhos e serventes, os Warniata (plural de Warnius) tinham um tipo de braceletes de aço com uma cobertura de tecido pras patas. Já Friana e Freria são gêmeas, mas foram separadas durante seus cuidados.
 Friana foi criada no planeta Chevrilloth, por onde lhe foi ensinada táticas de caça e de magia, alguns sacerdotes queriam ensinar magia de gelo por combinar com CryoCryo, mas Friana preferiu o caminho do ferro e da madeira, ela era capaz de materializar correntes que prendiam as Piulas de forma inescapável, seu corpo podia virar madeira quando ela via que sua pressa iria se defender, e também lhe foi ensinada a invisibilidade, em que muitos acharam que iria facilitar suas caças, mas depois desse tempo crescendo num povo amoroso e pacífico, ela usava essa magia pra pequenas brincadeiras, mudando decorações de lugar pra irritar ou confundir seus colegas, no entanto, depois de crescer o suficiente e antes dela ir pra CryoCryo, ela foi criada no planeta Custódia, por onde teve mais disciplina. Freria foi criada no planeta Verão, treinada por atletas flamígeras e se mostrando muito eficiente, acrobática e mais forte que eles, as lâminas retráteis de seus pulsos, um tipo de parte corporal desses seres, era útil pra escalar, mas depois de um surto instintivo que ela teve durante uma briga entre seus próprios colegas, ela eliminou todos, e chorando, chamou ajuda, a organização que esteve a inspecionando a levou pra Agrabah, por onde apesar do treino rígido das damas agrabanas, ela podia voltar a lutar e se melhorar estavelmente.
 Os Wülfnar vivem num planeta no Setor V, mesmo setor onde fica o sistema Tradicia, onde fica o planeta Custódia, que por sua vez, foi com certeza um dos mais fáceis de unificar assim como Stereo, o sistema Proxima Centauri e o Setor C inteiro, pois esse povo tecnicamente já esteve esperando a visita dos aliados galácticos, ainda que quase num tom profético, já que a tecnologia se misturou tão bem com uma cultura mais tradicional e rústica em vez de um se sobrepor ao outro.

> Ato 3
 Os V-Custodas são relativamente mais fortes e, conforme o Ego foi se suprimindo mais e a magia foi ativamente abandonada (embora não havendo inquisições por mais que muitos povos vizinhos acreditam, apenas o abandono daquilo como se fosse ultrapassado e bárbaro), eles aumentaram a sua resistência mágica evolutivamente, assim como a visão e olfato deles é bem melhor e mais eficiente, talvez em parte por engenharia genética assim como eles são tão mais fortes e imunes.
 Durante as guerras, causadas por crises internas e desentendimentos, em que armas de fogo ou de destruição em massa não foram usadas, não por abandono ou esquecimento, mas pra causar dano mínimo, por isso havendo até hoje uma tradição de armas brancas nesse povo, assim como os homens saíam nos campos de batalha enquanto suas esposas cuidavam da casa e filhos, no entanto... haviam só relações heterossexuais? Curiosamente não, já que os guerreiros eram muito homossociais, tendo muita interação e amizade entre si mesmo que não se limite à homoafetividade, assim como mulheres lésbicas atuavam em combate ao lado dos homens. Curiosamente, depois do fim dessas guerras e a pacificação de Custódia, os guerreiros passaram a ser Arquípedros (homens especializados em arquitetura, engenharia, construção civil e logística, boa parte usando sua experiência de combate assim como ficaram mais fortes ao sobreviverem), e a maioria das Penitentes (guerreiras freiras, seja por sacerdócio comum ou como um tipo de policiais religiosas, muitas cuidam de orfanatos, templos e da segurança civil) são mulheres lésbicas, as mais velhas sendo experientes de guerra tanto quanto os Arquípedros.
 As Penitentes usam roupas mínimas, como esse seu maiô em forma de cruz, com um simbolismo de combinar beleza e elegância, e a expressividade de suas emoções, seu prazer e também, por destacar no meio das pessoas tão cobertas, isso vira mais os seguidores a verem e ouvirem elas, assim como são ensinados a respeitarem elas, as tatuagens também podem carregar diferentes simbolismos e são feitos no corpo delas por outras Penitentes. Um dos símbolos da Igreja Estrutural de Custódia é um tipo de cruz com 4 braços horizontais e um X em seu centro, algo como uma combinação das cruzes de Cristo, de São Pedro e Santo André, pois boa parte de seus ancestrais eram católicos e o povo aos poucos se dividiu numa vertente nativa. Sara Etalina e Lina Taricina, um casal de Penitentes na vila Fogo Verde, são muito amadas devido ao carinho delas com órfãos e a criação de operários funcionais, mas também temidas por também serem juízas ainda honestas e que, ainda que com ajuda de outros agentes legais, terem acelerado a queda dos crimes organizados em Custódia ao executarem os chefes dessas gangues.
 As pessoas se cobrem muito porque em tempos mais antigos o céu era muito coberto por poeira, então as túnicas são grossas pra resistir ao frio, assim como tinha reforços de aço pra resistir a armas, e as mulheres até mesmo usavam véus e capuzes, antes como parte da proteção, hoje como mera tradição estética, e falando nas pessoas, Arquípedros desde os mais novos, como Carlos Lingard (um dos jovens exemplares de sua família e também bem demandado em Hunkal da Constelação Antlia, popular entre as Raanmir desse planeta) aos mais velhos, carregam trajes amarelos e vermelhos (que são associados a riquezas, materialidade e força), botas revestidas com metal e também o símbolo de triângulo para baixo e riscado (runa do elemento terra), já as boticárias vestem mantos verdes com detalhes laranja (como as luvas e o véu, assim como há no mesmo um símbolo que é, além do símbolo da botânica custoda, também uma forma abstrata e fractal de árvore), e são além de médicas, farmacêuticas e biólogas (seja de botânica ou zoologia), também a maioria das professoras da região, como a Domuxor (pronúncia: Domuxeur, também é uma denominação respeitosa a mulheres mais velhas, ainda que longe da terceira ou meia idade) Leandra Sererita, muito respeitada na Cidade Lágrima Celeste e uma grande pesquisadora ao ponto de ser reconhecida por mulheres Bitdrows.
 Outros exemplos são Pedro Laudrex (embora da idade de Carlos que é Arquípedro por herança de seu pai e avô de mesma profissão depois de aposentados das guerras, o Pedro nesse caso sendo menos guerreiro que ele e seguindo os ensinamentos de sua mãe e sendo um criador de homúnculos medicinais, isso é, humanoides sintéticos usados pra doar órgãos, sangue e medula a pacientes, curiosamente mesmo Pedro e Carlos sendo da mesma cidade, Alto Meteoro, eles nunca se encontraram pessoalmente até agora) e Naladuztra Tiina (uma boticária mestra em perfumes e antídotos, ao ponto de, se unindo a outras boticárias, incluindo a família Sererita que era uma das mais influentes de sua época em Custódia, para formarem uma empresa médica que pudesse facilitar os cuidados civis, embora sem fins lucrativos, ironicamente uma das indústrias que mais levantou Custódia na Via Láctea, inclusive extendendo esses interesses a alianças e importações krippanas, equipe essa chamada Better Day).
 Já os Skhmer são uma organização disfuncional, tão problemática que por mais que o grupo insista que representam liberdade e expressividade, eles são um povo violento, sanguinário e sexualmente muito depravado, assim como eles são mestres em armas biológicas, desde gases fúngicos Noxtrark que podem necrosar quem tocar, até lâminas de ferrugem infectadas com tétano terrestre, uma das poucas doenças que causam muita dor aos V-Custodas, assim como, tendo muitos integrantes de gangues e máfias atualmente extintas, esses grupos têm um forte consumo de drogas, que pros próprios Skhmer parecem poções proibidas que deixam eles mais fortes e frenéticos, mas na prática as Penitentes, os Arquípedros e o exército atual se sentem numa dor de cabeça à toa por um grupo de guerreiros que parecem imortais, porque a cada inimigo abatido, aparece mais 10.
 Falando no povo de Custódia, além da forte força de trabalho e boa medicina, uma das artes mais elogiadas deles, talvez A mais elogiada, é a sua arquitetura, assim como esse povo, como já sabia de fontes eólica, solar e nuclear para terem eletricidade, e que se completou com o alcance da Tecnologia a Laser (um conjunto de mecânica quântica e dispositivos capazes de controlar diretamente tipos de energia que não envolvam a elétrica ou mecânica sem convertê-las), com isso esse planeta é o mais limpo da galáxia abaixo apenas dos planetas Heleni, os prédios usam um estilo barroco com peças como pilares e paredes em gravura vetorial e estátuas humanoides bem articularas, mesmo as mais simples ainda representando algo vivo ou importante da região, cercas de concreto balaustrado, estátuas de criaturas naturais e míticas sendo decorações de grande destaque ao ponto de influenciar a cultura do Setor V.
 As casas pessoais são simples por dentro, com cores que variam entre amarelo claro, azul escuro ou vermelho vinho, pisos de mármore branco, janelas com bordas e batentes de madeira ou de aço mais simples e o vidro em forma de mosaicos simples e incolores, cômodos com eletrodomésticos montados sobre ou ao lado de móveis de madeira Tectis talhada e montada sem precisar de um único prego, em Custódia a técnica é chamada Gneztecti, ou Nhestétio (algo como Ninho de Tectis, sendo Tectis um gênero de madeiras escuras, vermelhas, azuis ou pretas muito usadas pra mobília V-Custoda). Já lojas, teatros/cinemas, casas mais nobres e templos têm direito a móveis com detalhes de bronze regularmente polido, um verniz mais durável pras peças de madeira, vidro geralmente colorido, incluindo janelas que simbolizam desde materiais que representam a instalação, membros das famílias a cenas históricas conhecidas, e as paredes têm muitas pinturas, seja afrescos de parede ou fotografias e pinturas instaladas. Por mais que exista televisão e internet, ela raramente é usada por realmente pouco costume (inclusive os custodas estranham muito os turistas que perdem muito tempo olhando pra seus aparelhos a não ser que pra tirar muita foto), assim como é uma preferência familiar deixar as crianças brincarem e os adultos trabalharem, e só assistir televisões em intervalos, à noite, ou usarem computadores ou videogames (por incrível que pareça, um dos mais populares nesse planeta é o Gambox por ser bem simples, barato e com muitas opções de jogos) nos fins de semana, e não há um preconceito ou estereótipo associando jogos e séries às crianças porque algumas mais sérias e voltados aos mais velhos são ainda mais populares, o que impressiona a maioria dos turistas pois pelas imagens muitos achavam que era um povo ainda medieval, assim como os Wülfnar seguiram primitivos e tribais por um motivo espiritual e de autoaperfeiçoamento na natureza, mas ainda têm alianças com povos avançados interplanetários.

Continua???