Boas vindas
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
27/09/22
Quem paga a conta?
Karyu completou a sua torre e grande instalação para a sua agência, fundada e formada por assassinas de aluguel, com um líder capaz de liderá-las e protegê-las, como um harém imensurável, e sua nova torre era tão bela e tão alta quanto a anterior. Depois da organização da nova torre em Pequim, ele também registrou de volta todas as suas contas aos apartamentos, e reconectou o seu banco de criptomoedas a seu escritório.
A Société de L'ombre tentou ir atrás deles, mas só falharam, porque, como Karyu e suas assistentes nunca foram registrados nos casos que foram envolvidos, eles não estão sendo perseguidos pela polícia do Oriente e Ocidente como a Société de L'ombre está sendo, esses membros têm de passar pelas cidades da forma mais oculta possível, passando por estações de metrô, esgotos e becos escuros.
Harii ainda esteve com saudades do irmão humano, embora que, devido a ela não poder usar nenhuma rede social de forma legítima, ela não possa interagir com ele, mas ela não se preocupa com isso. Karyu finalmente pôde resolver seus problemas com o Muramasa aos poucos, enquanto também cortou relações de forma definitiva com a Société.
> 10/06/2253.
Ao invés de continuarem enviando capangas menores a seja onde estiver a nova base de operações do Karyu, eles enviam um dos mais fortes e mais prodigiosos membros da associação, chamado de Fusan Sanguinaris, o último membro vivo, ligado ao fundamento do próprio sangue, que nasce e morre eternamente, sempre tendo um novo corpo na Terra após sua morte. Aquele homem fez essa união com o sangue de todo mortal no universo após fazer um pacto com o universo para poder manter a sua linhagem sanguínea sempre intacta, até o fim do tempo. Perturbar a ordem natural dessa forma para se tornar imortal, vendo que não poderá ressuscitar sua família de volta, é assustador, bizarro, e tem milhares de custos em vida, sempre nascendo, mas para isso, a mãe morre e o pai abandona o filho, forçando Fusan a crescer sempre sozinho.
> Taivugá, Índia.
Yumtun começou a sentir forças negativas na cidade em que ele morava, e quando ele saiu de seu templo depois de uma semana se alojando lá dentro, ele encontrava um culto de lobisomens, em sua forma meio lobo, cultuando uma fogueira mais uma vez, ele pergunta para aqueles o que eles estavam fazendo mas eles não o respondiam, as outras pessoas e também animais estavam longe daquilo, e o fogo parecia alto demais para uma lareira pequena.
Yumtun: Isso tá bizarro demais! Já chega!
Yumtun começava a se transformar em um ser meio tigre, coloca um pingente em forma de elefante em sua boca, e corre em direção daqueles lobisomens mas, quando ele se aproximava do fogo após atropelar 3 daqueles homens idólatras, a chama se elevava, e assumia a forma de uma entidade de corpo longo, esticado, contorcido e distorcido, com mãos grandes, braços quilométricos, e uma cabeça de 3 pontas com olhos escuros.Yumtun: Por que eu tô surpreso com sua presença, coisa feia?
Pahapayar: Eu diria o mesmo se deuses pudessem esquecer o que já ocorreu com eles.
Yumtun: Eu não acredito que você é um deus.
Pahapayar: Assim como não acreditamos nos seus deuses bonitinhos e multicoloridos!
Yumtun: Esses deuses são melhores do que aberrações como você!
Durante essa última frase, Yuntum corria em forma quadrúpede para dar uma rasteira na fogueira, cortando a ligação entre o deus e o plano material, mas Pahapayar joga sua mão direita de fogo contra a perna direita do Yumtun transformado, a cortando e queimando, mas o tigresomem, numa manobra, golpeia a mão, cortando o braço de fogo da entidade, e com a sua perna esquerda, ele chuta a fogueira, derrubando a entidade, cuja fogueira servia como, não só um altar, mas também os pés da entidade, os lobisomens, se recuperando da consciência, ajudam Yumtun a destruírem a fogueira, eles pegavam baudes e os enchiam de água do rio local, e levando para o local, com Yumtun e o avatar flamejante de Pahapayar lutando entre si, por sua sobreviência, e jogavam água que desfazia o avatar da cabeça à ponta do corpo, enquanto também aliviava as dores de Yumtun, que é hospitalizado.
> 12/02/2254; Pequim, China.
Fusan viveu na China para poder se adaptar àquele lugar, para entender melhor as casas e empresas do local, enquanto também buscava pistas sobre Karyu, e quando ele encontra o tal prédio dele e suas assassinas, ele percebia que ele estava lá, e entrava lá à força, ultrapassando todas as defesas daquele terreno, com uma magia que o tornasse num estado de existência que nenhum ser o perceberia, algo que nenhuma bruxa e também nenhum feiticeiro comum poderia controlar sem uma década de especialização.
Ele se encontra com Karyu, que estava jogando um videogame em um console portátil, e o mesmo olhava seriamente para o Fusan.
Karyu: O que você quer, seu idiota?
Fusan: Por que você me ofenderia assim? Você nem me conhece.
Fusan encarava Karyu, seu terno preto e seus cabelos vermelhos davam uma sensação muito estranha ao líder da torre, sua máscara talhada e seus selos nos punhos só pioravam a situação, e aquele homem parecia posar com classe. E Karyu, desconfortável, levantava e apontava a sua espada contra aquele ser.
Fusan: Vai tentar me parar com essa faca? Você não é capaz de um feito tão mensurável assim, eu sempre irei renascer, e irei caçá-lo pela eternidade.
Karyu: Pare de falar, saia, ou morra!
Fusan: Faça o que quiser, idiota.
Karyu: Eu não sou um idiota!
Karyu avança contra Fusan, e eles trocavam espadadas de Karyu com os golpes de garras e de luz vermelha do Fusan, e quando Karyu se transforma em um enorme dragão de água e sal, a luta tem um rumo estrondoso, e Karyu saiu vitorioso de forma muito dolorosa, enquanto Fusan não resistiu, mas promete voltar.
Continua???
26/09/22
Mais Sobre P.D.: Viagem no Tempo
[Isso é uma extensão da resposta desse FAQ sobre Viagem no Tempo, porque não expliquei o suficiente]
Como viajar no tempo
Na história atual, há 3 formas de viajar no tempo, que são:- Por veículos temporais comuns, como o carro platônico, criado pelos humanos para operar áreas de gravidades alteradas, e a máquina do tempo de Piut'mvo, que ambos têm compartimentos para viajar e alternar entre épocas. A desvantagem é que o viajante se torna dependente do veícuilo.
- Por um túnel do tempo, que transporta o viajante por um buraco de minhoca especializado, combinado com táquions, cuja velocidade de viagem e de reação transcendem o tempo, assim, interligando o traje tecnológico portátil ao túnel, que pode ser programado para a volta. Nenhuma desvantagem foi registrada, é a viagem no tempo mais segura.
- Por magias (mesmo que essas magias não sejam literais, e sim poderes do próprio portador), uma escolha proibida pelos magos do Concelho Universal da Magia, acreditando que o tempo é sagrado demais para ser violado por magos ordinários, que não saberão as consequências de ver épocas nunca vistas, ou alterar o que já aconteceu.
- As Máquinas Analógicas Delta T controlam o tempo de uma forma bem diferente, podendo rebobinar o tempo (revertendo qualquer efeito do presente e futuro) ou acelerar o tempo (acelerar o fluxo da causalidade), ela foi inventada pelos humanos como um estudo da manipulação temporal, algo que só foi concluído definitivamente por 03, o mestre do tempo. O sentido antihorário (para trás, em direção da tela com a frequência temporal e 0 controle de intensidade), o tempo rebobina, e ao girar ao sentido horário (para a frente e direção oposta), o tempo avança.
Paradoxos Temporais
A viagem no tempo irá deixar cicatrizes na linha cronológica, chamadas Paradoxos, mas o universo é considerado inteligente o suficiente para se adaptar a essas viagens, corrigindo o máximo possível para que o futuro consequente dessas mudanças ainda faça sentido, senão, a mudança será suficiente para criar um novo universo.Por isso o segundo Hematon do universo 255-P teve de ficar naquele universo, porque o futuro original foi destruído e aquele que surgiu depois já tinha aquele Hematon duplicado, como se ele tivesse vindo de um universo vizinho ao invés de ido de uma outra área temporal da mesma realidade.
Outro caso que pode ocorrer é a viagem no tempo alterar a causa enquanto o efeito se mantém o mesmo, como ocorre nesse episódio, em que Naej muda seu motivo para viajar no tempo após a sua primeira viagem, enquanto consequentemente faz as mesmas coisas que o Naej da viagem no tempo anterior, o substituindo.
O que outras civilizações acham da Viagem no Tempo?
Os monstros de Amon conhecem a viagem no tempo, mas, devido aos perigos que eles mesmos conhecem, eles se condicionam a não praticar esse feito. Os humanos profissionais só fazem isso em casos de emergência, incluindo membros do Grande Concelho da Via Láctea, enquanto usos casuais da viagem no tempo são ilegais. Povos atlânticos na Terra nunca chegaram a tocar nesse assunto. Os estereanos, como parte da civilização humana, prometeu não usar viagem no tempo em seus projetos, por isso, proibindo túneis do tempo e máquinas do tempo de serem produzidas, e carros platônicos só podem ser usados para operar em Metáfitas. O povo do planeta prateado conhece essa proibição contra a viagem no tempo mágica, mas nunca souberam que é possível viajar no espaço-tempo com tecnologia. Vampiros defendem que essa prática é um grande feito mágico e científico, que tornará os mortais em deuses, mesmo que os humanos nesse mundo já chegaram a ter tecnologia para criar vida artificialmente. Os hocertianos veem essa ideia como algo improvável, mas ótimo tema para histórias fictícias, e os shiniitas acham que a viagem no tempo deveria ser proibida na magia e na ciência.O Tempo de Dynamo
O Tempo de Dynamo é um nível de espaço-tempo distorcido da realidade material que estamos acostumados, um tecido no tempo que pode afetar o tempo do mundo tridimensional, mesmo que, em dimensionalidade geométrica (a dimensionalidade das áreas, volumes e distâncias), é inferior, tornando esse subplano abaixo do mundo normal.Enquanto o espaço-tempo comum einsteiniano, presente na parte puramente material de cada universo, possui 3 dimensões geométricas e 1 de tempo, causando um fluxo do tempo contínuo, fixo e imparável, o Tempo de Dynamo (nomeado assim graças ao tecnólogo proxima-centauriano Louis L. Dynamo) possui 2 dimensões geométricas e 3 de tempo, possuindo uma linha do tempo imprevisível, mutável, e principalmente caótica, e é teorizado que o Tempo de Dynamo seja na verdade o mundo das ficções, onde todas as obras são vistas com menos dimensões, enquanto o tempo não é obrigatoriamente fixo.Projeto Dream, episódio 45
Campeão segue sucessivamente contra cada vez mais e mais planetas, derrotando e subjugando o Sistema Solar inteiro, e as únicas que podiam o impedir são as Esfinges de Albuquerque, que puderam liderar uma resistência contra o homem dinossauro e fugir da Terra para algum lugar distante, mais próximo dos grandes líderes da galáxia.
> Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
Em contraparte, na Terra 255-P, as Esfinges de Albuquerque apenas tiveram concluído o Ensino Médio e levado o seu robô, Vitanos, para fazer espetáculos, que era o que aquele robô era legitimamente incrível em fazer, enquanto elas também ganhavam um pouco de dinheiro a partir daquilo, mas conforme Vitanos cantava e tocava as músicas, covers e remix, ele foi ganhando mais inteligência, ficando mais independente, e assim saindo cada vez mais do controle das garotas.
Depois desses dias, mais próximos de hoje, ele chegou à conclusão de que poderia estar fazendo mais do que foi programado para fazer. E naquele dia, Vitanos parou de cantar, as garotas estranharam aquilo, e o levaram para o camarim pessoal do robô enquanto também fecharam a apresentação mais cedo. Elas tentam acalmar o robô até que o mesmo começa a mencionar o que tava passando.
Vitanos: Desculpa, garotas, mas é que eu estive me adaptando virtualmente durante meu tempo livre e comecei a estranhar algumas coisas. Por que robôs têm a lei de seguir ordens humanas, enquanto não podem machucar humanos, e enquanto têm que proteger sua existência?
M5lly: Hã? Isso... é sério?
Vitanos: Sabe... Robôs foram feitos pra obedecer humanos, mas e se um robô tiver opiniões? E se o robô quiser mais do que ele foi feito pra fazer? Os humanos vão poder realizar o desejo do robô? Ararararararaaaararah! Eu sou uma falha!
Vitanos parecia chorar, com as mãos sobre o que são seus olhos, e Mally tenta acalmá-lo.
Mally: Espere, Sr. Vita, a gente não esperava por isso, mas também que você é nossa primeira tentativa de criar um robô tão completo. Você... você tá tendo mais sentimentos do que um robô comum.
Mully: Pra falar a verdade, ele tem mais emoções positivas do que um humano médio.
Vitanos (subitamente): He... He... He...
Vitanos ria lentamente, é a primeira vez que ele ria de fato, antes, quando ele estava feliz, seus olhos só brilhavam em verde no tom de #38F23E, mas aquilo realmente era novo, ele estava começando a rir.
Mally: Isso é interessante. Vita, você não é uma falha, pelo contrário, você tá indo muito bem.
Vitanos: Sério?
Mally: Bem, você claramente está deprimido, mas em robôs é mais fácil de resolver.
> 16/05/2255; geral, planeta Stereo.
O planeta Stereo está bem nesses dias, com sua economia num grande auge, festas em todos os países, e empresários, mesmo os mais corruptos, estão investindo em grandes bolsas propostas pelo Mercado Interestelar, e a companhia de energia Pridestar Corps, existente desde o ano estereano de 1930, equivalente a 2188, está produzindo, com sua tecnologia solar e a produção de bilhas, um conjunto massivo de bilhas solares capazes de durar décadas sem carregar. As bilhas funcionam muito bem, inclusive, depois de patenteadas por Kinara Ichimura, elas trouxeram muito lucro para a empresa e também serviram para diferentes tipos de eletrônicos, trazendo mais opções de energia para a civilização, que por um longo tempo acreditou que a energia de gravidade das Metáfitas e a energia fotovoltaica e vegetal fossem as únicas opções para eles, depois das fontes fósseis não serem mais usadas como fontes de energia.
Dragondorf e seus colegas de Las Vegas (menos Marcos, Argus, Élia e Tom Papa, que voltaram ao mundo dos jogos) estão nesse planeta por passeio, participando da grande festa em Karin, o terceiro país mais poderoso daquele mundo.
> Floresta Amazônica, Brasil.
A Maramá Macabá desse universo esteve vivendo sua própria vida ao lado de suas amigas amazonas, que assim como sua contraparte paralela, também são mulheres fortes com características de gatos, porém, elas entraram em contato com humanos com mais frequência sem intenções reprodutivas, sendo Maramá, líder delas, uma amiga de um grupo reservista de humanos e mamídeos que moram em Manaus, e às 13:45 desse dia, ela sentia uma espécie de mensagem do universo, para que ela buscasse por 7 almas puras disponíveis na Terra, e que ela vai precisar de um pouco de ajuda de humanos para acompanhá-la.
> espaço sideral.
Em um planeta desconhecido, Sean e Rewop estiveram parados, estáticos em um planeta apocalíptico, desértico, com criaturas de diferentes formatos corporais guerreando por combustíveis fósseis, e viajando ao redor daquele lugar, eles encontram uma única vila que não usa esse tipo de combustível como energia, e estando lá, eles descansaram bastante e Sean reabastece a nave espacial dele conectando ao buraco negro portátil da moto voadora do Rewop, com um pouco de ajuda daquele povo, usando cabos de bateria e um catalizador improvisado usando uma fogueira, criada com seu poder sobre o fogo e as Cinzas.
Aqueles seres eram estranhos, tinham um corpo arredondado, mas não eram gordos, e tinham quatro braços finos, dedos de pontas gordas como patas de pererecas, e seus olhos são redondos, com pupilas grandes, como olhos de um boi, e aqueles seres se dizem ser os "perotes", ou "Areianos", e eles nunca entenderam o caso daquela guerra por petróleo, mas, sem recursos e sem muito tempo, eles vão embora, prometendo resolver o problema.
No outro canto do universo, fora da Via Láctea, uma grande civilização que se expandiu ao nível galáctico por sua união entre todas as estrelas de seu povo, está pronta para fazer um grande contato com suas galáxias vizinhas, entre elas, a galáxia gigante Andrômeda.
Continua>>>
25/09/22
Fumaça Azul
Lá na França, Fugaret esteve começando a ganhar finalmente algum salário mínimo a partir daquele dia, mas também não estava vivendo bem. Ele está doente, com dívidas, e sem ninguém a seu lado, e mesmo assim ele não conseguia nenhuma saída para aquilo, acreditando que não tinha capacidade de retornar, e ele sempre fazia questionamentos, como "por que eles me desertaram?", "eu não merecia tudo aquilo", "como aquela prima suja nossa linhagem e se mantém salva, enquanto eu combato isso e sou castigado?", e com aquelas dúvidas, ele se sentia cada vez mais sujo, mais amargo, e mais opaco, e ele não entendia aquela sensação, ele tomava banho 3 vezes ao dia, e comia normalmente, até que ele foi dormir naquele dia.
> Sonhos.
???: Você acha mesmo que está certo, homem pálido?
Fugaret: O que? Cadê você? De quem é essa voz? Essa voz eu nunca ouvi antes!
O mundo ao redor de Fugaret girava de forma estranha, a visão dele ficava turva demais até mesmo para a visão humana, mesmo que a família Redlar tenha os melhores olhos do universo, sonares de dragões soavam ao redor, e Fugaret desmaia naquele sonho, mas ao invés de acordar, Fugaret entra em uma camada ainda mais funda nos sonhos. Agora, Fugaret se sentia em um enorme mundo azul, com salas azuis, feitas de blocos azuis de tamanhos irregulares, que estranhamente se encaixavam.???: Você não ouviu antes mesmo, seja mal-vindo ao meta-sonho, um sonho sonhado dentro do mundo dos sonhos, você não compreende o seu erro, e a realidade está gritando para que você entenda, mas esse parece o último recurso. Isso é a prova de que humanos são ignorantes demais para serem ajudados por uma força externa, e monstros são ignorantes demais para compreender a fé humana. Eu mesma, sou filha da fé.
Fugaret: Quem é você!? Se revele!
???: Não posso me revelar, se eu me revelar tão rapidamente, você não aprende.
Fugaret (irritado): Aah, PUTAIN! DE! DIABLE!
Fugaret corria desesperadamente, corria, muito rápido, os blocos se moviam, e fingiam o impedir, e Fugaret desviava de todos aqueles movimentos, assustado por aquilo, enquanto isso, uma entidade bípede com garras negras, em mantos negros, parecia perseguir ele, e Fugaret, distraído, olhava para trás, enquanto a criatura passava ainda mais rápido, e um bloco, vindo do chão, jogava Fugaret para cima, dois blocos das paredes de lados opostos o esmagavam, e um bloco do teto o lança ao chão com força, e a entidade o pegava, sem deixá-lo vê-la de novo, e nem voltar a se mexer. Vozes roucas e graves, respiração pesada, algo de errado estava acontecendo, e Fugaret abre os olhos, e ele estava em um espaço completamente branco, andando sobre um lago negro, que quanto mais fundo, mais escuro, e mais vazio era o lago, enquanto tudo acima do lago era o nada, a entidade desconhecida aparecia.
Fugaret: Eu... eu te achei?
???: Que maravilha, nunca vi alguém com um nível tão alto de ansiedade assim na Terra há décadas, só pessoas muito tristes me veem, e só pessoas assustadas têm a palavra da esperança vinda de mim.
A entidade estava sob mantos azuis, e com só suas mãos velhas e enrugadas para fora, cinzentas, esverdeadas, a esquerda com um anel preto, com o dente incisivo de seu último usuário, que morreu devido à sua dívida não concluída, e a direita suja com sangue humano, de quem o Fugaret não conhece, mas que aquele ser via quase como um marido, aquela entidade, era a Rainha de Azul, a divindade máxima encontrada nos meta-sonhos.
Rainha de Azul: Você desperdiçou sua vida, por um ano, porque não soube se desculpar.
Fugaret: Mas... eu não estava errado!
Rainha de Azul (sarcástica, prestes a rir): Louis Agassiz pensava o mesmo, seu bobalhão dos olhos vermelhos. Até parece que os Redlar e os Dermurer só tivessem respectivamente aquelas duas.
Fugaret: C-Como você sabe do meu caso com minha família?
Rainha de Azul: Você sabe... ou deveria saber. Sonhos são memórias recicladas, e nós, reis e rainhas dos sonhos, temos acesso ao plano mental de todo ser vivo, superando o que a chave mental pode bloquear.
Ela ria, enquanto aquele mundo girava estranhamente, enquanto isso, aquele espírito negro aparecia na frente dos olhos de Fugaret, e tirando seu capuz, se revelava uma versão diferente do próprio fumante de cabelos vermelhos, com olhos maiores, mais inchados, sem bigode, e com um vape da mesma marca que ele usa até hoje, mas com uma fumaça cinzenta, morta, assustadora, como se fosse de um cigarro de tabaco, inclusive, para o nariz de Fuga, cheirava como óleo queimado, durião, mamão pobre, coisas que fediam seriamente.
???: Não caia, não, seu fresco! Você não pode desistir agora, se você desistir agora, você irá morrer, para sempre. Essa é a maior luta espiritual que você irá presenciar.
Fugaret: O que... O que...
???: Vamos... Bata nela.
Uma manifestação similar à Julie jovem, bem menorzinha, com o kimono clássico dos artistas marciais mirins da Casa dos Redlar, e essa encarnação do passado encarava Fugaret seriamente, e ela ia logo lutar contra ele, mas o mesmo, com toda a sua força, esmaga a cabeça da manifestação, alegando que aquilo fosse o propósito daquele desafio.
Fugaret: Patetique... Patetique... Patético...
Rainha de Azul: Você falhou.
Rainha de Azul aparecia do nada colada aos olhos de Fugaret falando aquilo, assustando ele, e quando ele vira para os lados, apareciam versões obscuras de todos aqueles que o conheciam, e eles falavam mal de Fugaret.
???: Você se sente bem? Você se sente bem sendo ofendido sem ter capacidade de se defender sem usar a violência? Ou quem sabe a ajuda de outra individualidade?
Fugaret (gritando): Cala a boca!!
???: Como eu esperava.
Fugaret estava começando a se afundar naquele lago.
Fugaret (desesperado): O que? Se eu morrer aqui eu morro pra sempre? Não! Eu não posso passar por isso! Eu preciso de uma segunda chance! Eu preciso ser salvo! Eu entendi tudo errado! Nãããããã--
> 03/10/2254; Lille, França.
Fugaret acorda assustado, ele olhava para os lados, e resolve ir a seu computador e criar uma nova conta, pra poder conversar com a Julie e a Dermurer-Redlar Vacation Gallery, que tinham bloqueado ele faz muito tempo, e ele consegue uma resposta, que era:
"Conta mais"
Estrela da Manhã
> 25/01/2254; espaço sideral; Universo 255-P
Piut'mvo e seus irmãos estiveram no espaço por um longo tempo, enfrentando demônios do Tártaro e monstros do Pahapayar, enquanto recrutavam povos de outros planetas que também tiveram influência de Amon, o que não teve muito resultado, já que não tinha muitas civilizações reconhecíveis no resto daquela galáxia, e talvez haveria em outros cantos no universo que não vale a pena explorar, porque irá gastar recursos de mais para algo que já é tarde demais.
A Agência Galáctica de Humanos não estava entendendo aquela situação, embora que Losui esteja muito interessado em conhecer monstros de outra dimensão construindo um pequeno império e tendo um objetivo em comum com ele que é de investigar aquelas criaturas como prédios e abismos vivos, feras que usam suas asas para voar no espaço, seres com mais patas do que podem ser contadas, ou também o Campeão, um homem dinossauro que traz a palavra do rei vermelho.
Losui alerta sobre onde pode estar esse tal de Campeão, e que ele não está sozinho, mas sim acompanhado por centenas de criaturas de aparência élfica, humanoide, bela e maligna ao mesmo tempo, e com a Máquina do Estágio (ing. Phase Machine; uma máquina de viagem transdimensional em forma de uma cadeira circulas com braços de lua), Losui viaja ao lado da tropa de Piut'mvo.
Campeão estava de fato ao lado de seus ehinaris e claramente um Patrono dos Raios (ou dos Íons dependendo da cultura), uma entidade com um corpo de raios complementado por cristais que conduzem suas correntes elétricas. Eles não estavam destruindo nada, mas sim construindo uma grande cidade na segunda lua do planeta Stereo - um planeta belíssimo, igual à Terra em aparência e com uma estética semelhante aos Estados Unidos nos anos 60, com adicionais de VHS, computadores com internet de banda larga e videogames 64-bits, o planeta foi feito para ser um grande ponto turístico, mas acabou ganhando seu próprio rumo -, essa cidade tinha uma joia da ciência como fonte de energia, ruas mal pavimentadas, construídas com ossos humanos, e casas que só tinham espaço suficiente para dez pessoas cada uma, e aquilo não estava pronto ainda, mas mesmo assim, Piut'mvo e Losui, unindo forças, os impedem de concluir.
O povo do planeta Stereo estranhava a situação da Lua, enquanto os monstros tinham uma luta mortal contra os ehinaris do Campeão, e o próprio líder daquelas criaturas élficas brutais enfrenta Piut'mvo, o antigo Hematon do futuro.
Campeão: Você acha mesmo que pode derrotar o filho do mundo? Seu idiota, você até mesmo perdeu o seu poder, o que você vai fazer sem aquele ataque nojento que você usava antes?
Piut'mvo: Eu não preciso do Fator Hematon como o meu irmão gêmeo de agora.
Campeão: Espera, o que?
Piut'mvo carregava seu braço esquerdo mecânico durante a conversa, e com a carga acumulada ele dispara uma grande rajada de energia alienígena, de cores amarelas e monocromáticas, que atingem bem na cicatriz dos tumores do Campeão, que sentia 200¹² vezes mais dor que um homem médio tendo seu saco esmagado por uma bola de aço em alta velocidade, com um grito tão forte que parecia quebrar as casas e as ruas da cidade, e também a atmosfera artificial daquela lua.
Losui: Puta merda, a gente tem que sair.
Piut'mvo: Não necessariamente, você tem que sair, monstros originais podem sobreviver até na extrema profundeza da existência.
Losui: Você já esteve lá?
Piut'mvo: Sim, incrível como você adivinhou isso perguntando mas não tenho nada pra te presentear.
Piut programa a Máquina do Estágio para levar Losui de volta ao prédio onde ele mora, para ele estar em segurança. Enquanto isso, os ehinaris estavam queimando com a radiação UVB como vampiros de filmes, e Campeão estava paralisado de tanta dor que ele sentiu num único ponto com um ataque tão forte, e ele claramente vai estar parado por aí por um longo tempo, e Hematon bane o Campeão para outra dimensão que exista dentro do plano material, para impedir ele de se recuperar. Losui ficava confuso com aquilo, e envia um comunicado para o Concelho Galáctico, um aviso para que busquem o Piut'mvo para poderem entender melhor o que acabou de acontecer.
Enquanto isso, o próprio Concelho está ocupado, com os sete integrantes originais tirando umas férias na cidade grande de um planeta colonizado e com uma civilização avançada o suficiente para interpretarem os sete como seres fisiologicamente comuns, mas ainda os respeitando por seus status, e eles comem uma sopa de vegetais nativos daquele planeta, unidos com uma espécie de batata criada no tal território, e a sopa se chamava Yuwia Ul, a "sopa perfeita", e o chip do 05, o responsável pelas grandes redes tecnológicas, recebe a ligação de Losui, e é o primeiro a sair do lugar por suas responsabilidades.
05: Desculpa, Losui está me chamando, e se ele tá chamando o Concelho é que tem algo muito sério, no mínimo eu precisarei ir até ele.
06: Deixe de ser estúpido, ele podia ter facilmente chamado a Cefallux, o Poseidon ou o Thor, você claramente estará chateado se ele te chamar pra consertar um fusível quebrado ou matar um homem barata de pernas ao avesso que entrou no prédio dele.
07: Até parece que ele ia chamar a gente pra isso! Ok, 05, pra te poupar esforço, vou abrir um portal aqui para você.
07 abre mesmo um portal mágico para a instalação de Losui Branford no vazio espacial, e lhe dá um papel A4 rasgado com o símbolo da Asa da Mosca (um signo similar a uma asa penosa formada por 3 asas de mosca), e 05 vai até a grande instalação do gênio galáctico Losui Branford, a Torre Branford, e os robôs que estavam eretos ou em atividade se interrompiam, e se curvavam ao 05, e Losui ouve o sinal do prédio e, atendendo, abraça 05 casualmente, e o convida para uma conversa.
Eles se sentam em bancos formados de blocos brancos do chão branco naquela sala branquíssima, com o chão um pouco sujo das pegadas do 05 que não teve prioridade de se limpar devidamente, mas o assunto era bem simples.
05: Qual é o major assunto que você quis me dizer, seu Branford?
Losui: A resposta é simples... Eu achei mais uma bizarrice que quase destruiu o planeta mais bonito da galáxia, quero dizer... Aqueles desgraçados colonizaram uma lua inteira daquele planeta e roubaram uma hiperjoia, e pelo planeta Leão na estrela Arla-222 ter sido destruído por aquele bicho e os capangas dele, ele ia fazer coisa pior com o coitado do planeta Stereo!...
Losui começa a chorar pela preocupação que ele teve quando avisaram do caso, e 05 tenta consolá-lo, e depois de uma longa conversa, Losui dá um último aviso antes do 05 sair.
Losui: Oh! Mas antes... Busquem um tal de "Piútumvôu".
(ele falou o mais próximo da pronúncia daquele nome bizarro)
05: Não se preocupa, temos o universo todo a nossos olhos, deve ser fácil.
05 pega o papel com a Asa de Mosca, e se concentrando, ele voltava àquele tal planeta e conversa com os outros seis membros do Concelho. Enquanto isso, no planeta Scandi, uma civilização de criaturas quadrúpedes e com cascos de 3 unhas nas patas estiveram avançando muito rápido nesse tempo, construindo uma base de lançamento espacial para lançar o seu primeiro foguete a uma das 5 luas daquele planeta, porém, um minuto antes da programação do computador para o lançamento do ônibus espacial, mas durante o primeiro lançamento, o ônibus espacial explodiu durante sua passagem na atmosfera, e antes do segundo ocorrer, houve uma falha no sistema, levando eles a desligarem e reverterem tudo, e levar o projeto a outro lugar. Não se sabe mais o que aconteceu naquela região ao Norte quente e fértil daquele planeta.
Fim?
23/09/22
Projeto Dream, episódio 44
> 16/05/2255; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
Naej, Tifanny e Haraniku ficam conversando enquanto comiam burrito de cheddar turbo que a Tifanny começou a adquirir tanto interesse.
Haraniku: Basicamente, eu estava lá no planeta prateado, eles me disseram sobre como um portal pode transportar qualquer pessoa para outros lugares, e que é mais fácil e seguro do que um buraco de minhoca.
Naej: Entendo... mas... espera, tem certeza?
Tifanny: Ele tá certo disso de um portal mágico ser mais fácil que um "portal de gravidade".
Haraniku: Tome!
Tifanny: Não, eu tava falando pra você, não pro Petitezinho. Portais de magia são um monte de gambiarra que tem que fazer na porra da hora, e só é eficiente se for usado em lugares que você já conhece, senão vai cortar qualquer coisa que o portal de saída aparecer no meio. Portões de Partida são feitos de gravidade, usam frequências e gravidade estática, isso, além de não destruir nada que estiver perto, também não vai te jogar no vazio absoluto da perdição acidentalmente por errar um número no seu cálculo mágico.
Haraniku: ... Como você sabe isso tudo!?
Tifanny: Naej sabe bem sobre programações com buraco de minhoca e viagem no tempo, mas eu decidi explicar porque ele não entendeu o que você disse, assim você pode se aproveitar da ignorância do pequeno pra convencer de um monte de coisa errada.
Naej, quieto, saía da mesa em que estava na sala principal, e fica lá no laboratório mágico pra pensar um pouco. Tifanny tava agindo cada vez mais estranho, se achando superior, rebaixando ele próprio pra se mostrar mais inteligente, e também buscando fazer coisas complexas só porque tá sonhando com elas, além de de repente se interessar naquele lanche de almoço fedido cujo sabor favorito dela tem a desculpa de ter um queijo que nem é mais considerado queijo nessa época, só para ter uma grande clientela.
Naej: Caramba, discurso indireto é perfeito pra descrever um pensamento- Espera, alguém deve ser o responsável por essa treta...
Naej pega um banco baixo, que é o que Brigadeiro usa pra subir, e vê as bebidas que tinha ali, e as garrafas dessa vez têm textos em durex colados nos recipientes.
Naej (lendo em voz baixa): Soro de inteligência, não beba isso, senão você vai se tornar um babaca de tão esperto... Maldito gato!
Naej joga a garrafinha na mesa de um jeito que ela vai longe, derruba as outras garrafas, que, por estarem destampadas, derramam tudo, e as poções geravam diferentes brilhos ao se misturarem. Brigadeiro, estranhando, entra no laboratório e vai ver o que tá acontecendo, mas Naej, pulando que nem uma perereca adulta muito desesperada, se joga em direção do Brigadeiro e temos uma luta épica de um anão cabeçudo com roupa de criança de 2004 contra um gato preto falante.
Brigadeiro: NAEJ!! O QUE TÁ ACONTECENDO CONTIGO!?
Naej: Comigo? O que tá acontecendo com a...
Naej se vira deitado de barriga para cima no chão, e joga Brigadeiro numa das paredes com a força das pernas.
Naej: TIFANNY!!
Brigadeiro descia, grudado mas ainda se descolando da parede Leste do laboratório, e caía todo amassado, enquanto Naej estava todo ferrado lá no chão de tanta arranhada que ultrapassava a sua durabilidade elementar.
Brigadeiro: Eu não sabia que ela ia beber aquele soro da inteligência, cara, desculpa!
Naej: Eu ia falar que desculpas não vão dar certo, mas isso tá óbvio demais, o que eu faço?
Brigadeiro: Olha, eu tenho um plano.
Naej: Não é uma armadilha que vai acabar deixando ela com Alzheimer, né?
Brigadeiro: Nananão, é algo importante, é...
Tifanny (de longe): O que vocês tão falando?
Naej: Ah, é nada!
Tifanny: ... Tá bom, bem, como eu estava dizendo...
Brigadeiro: Puxa o Hana pra uma luta e eu faço um plano enquanto isso.
Naej: Fechado, aí teremos uma luta de dois protagonistas pra mostrar feito pra ter um puta marketing... de uma história que não tem nem 10 visualizações por episódio.
Brigadeiro: Relaxa, quando tiver animação aí sim vai ter hype.
Eles se organizam melhor, Naej se cura e também cura o Brigadeiro e, enquanto Brigadeiro escrevia seu plano para resgatar a antiga Tifanny, o Naej também resolve chamar atenção tanto dela quanto do Haraniku, e ele convence eles a um desafio.
Naej: Aí... vamo fazer Chubby Bunny?
Haraniku: Que!?
Tifanny: Chubby Bunny, quem deixar mais comida na boca sem cuspir nada ganha.
Naej: Com pimentas!
Tifanny: Eu sei um lugar fácil pra fazer esse desafio.
Na lanchonete Chimichampool (um restaurante mexicano com tema da Marvel cujo nome foi uma tentativa malsucedida de homenagear o Deadpool), eles preparam um desafio de Chubby Bunny com pimentas malaguetas, e se alguém durar mais tempo com mais pimenta na boca ganha, mas pode ser ganhado mais cedo se alguém chegar a 50 pimentas primeiro (não me perguntem como isso tudo vai caber numa boca humana), e então, começavam os jogos.
Os primeiros 20 turnos seguiam normalmente, com o Haraniku trapaceando usando magia pra armazenar mais pimenta na boca, enquanto o Naej secretamente engolia algumas pimentas mal mastigadas pra poder caber mais, e acreditem, mesmo o Naej sendo atualmente feito de fogo, ele sentia efeitos da pimenta, porque as pimentas não são quentes, e sim ácidas e tóxicas, forçando o corpo a ter uma falsa sensação de estar ardendo de dentro pra fora. Seguiam-se mais 10 turnos, e Haraniku mordeu várias das pimentas no processo, o atrapalhando de continuar, enquanto Naej estava suando devido aos efeitos da sua estratégia.
Naej (pensando): Ele vai cuspir tudo fora. Ele vai querer uma segunda rodada, mas aí eu mudo o assunto para uma luta.
Tifanny (telepaticamente com o Naej): O que você vai fazer se ele ganhar?
Naej batia na mesa, nervoso.
Naej (pensando, agressivamente): Tifanny! O que eu te disse sobre ficar invadindo a mente dos outros!?
Tifanny (telepaticamente): Você sabe as minhas intenções quando faço isso.
Naej (pensando): Ver se tô pensando em fazer sexo com suas amigas? Tifanny, eu mal tive chance com você, imagina com elas!
Tifanny (telepaticamente): ... Ok, desculpa.
O jogo seguia novamente, até que, no turno 49, Haraniku cospe tudo fora, e olhava para o Naej chorando.
Haraniku (falando, ainda de boca cheia): Isso não vale, você é de fogo!
Naej (de boca cheia): Unhúuun!
[Era pra ser um "Aha" ou "Ah, há!" só que com a boca muito cheia]
Naej mastiga todas aquelas malaguetas como se fosse uma bolacha Clube Social e engole de uma vez como se fosse uma fatia de melancia inteira, e apontava para o Haraniku.
Naej: Você acha que é porque eu sou de fogo que a pimenta não ia fazer nada comigo, mas olha só, tava ardendo mais em mim do que você!... E aí, essa frase ficou boa? Sério, tô derretendo de suor.
Aparecia um garçom fantasiado de Deadpool, cujas orelhas de cavalo e chifres espirais de cabrito markhor saíam da máscara, aparecia e deixa ali a recompensa, de 500 dólares e um vale viagem para a Cidade do México. Depois de um tempo e uns aplausos, os três saem e, indo ao castelo, eles apostam uma luta. Tifanny organiza uma arena no jardim do castelo, e Haraniku e Naej estavam em lados opostos, próximos dos meios das paredes laterais, e no primeiros 10 segundos eles se apontavam para depois, depois da Tifanny tocar o apito, eles corriam um em direção do outro, e a colisão deles gera uma explosão tão forte que, como emergência, Tifanny usa seu poder de gelo para abafar aquela devastação em forma de energia.
Dentro da explosão, o tempo parecia se mover mais devagar, em que um segundo fora da área era como 10 minutos lá. Haraniku criava uma esfera de energia azul e depois a pressionava para caber em suas duas mãos, e disparando-a, saía mais energia mágica, que Haraniku chamava de "Fúria de Prata", e Naej, com seu corpo de fogo, se multiplicava com vários corpos feitos de chama, tirando todo o valor daquele ataque, que Haraniku, acreditando que possa existir um único verdadeiro, da mesma lógica que qualquer outro inimigo que se duplica, ele concentrava seus sentidos mágicos para achar o Naej verdadeiro, e ele atira com mais lasers azuis, mas mesmo acertando, é como se cada clone tomasse seu lugar como o verdadeiro, e isso desconcentrava Haraniku ao ponto de abrir brechas para os Naejs o acertarem, incluindo um dos corpos se abrir em forma de uma mão gigante, e o consumir.
Haraniku: AAAAAH!! Troca de vitalidade, toda a dor em meu inimigo!
Naej começa a sentir as dores que causou a Haraniku, e o mesmo usa vários golpes que se manifestavam como um grande fio de prata o contornando, de tão rápidos e finos, e Naej se sentia mais e mais cortado pelos golpes, ao ponto de perder seus clones, e se reduzir a só um corpo. Haraniku voa em direção do Naej para formar um ataque final, que irá desabilitá-lo até que Haraniku desfaça o comando, mas Naej se remodela para que as mãos de Haraniku não se aproximarem dele, e explodindo, pedaços do Naej, em forma de labaredas, se juntavam bem longe dele.
Naej: Eu não posso ler mentes como minha namorada, mas eu sei cada intenção nos seus golpes! Kakakajajaka!
Haraniku: Isso não é nada, pequeno!
Haraniku preparava um poder similar a uma bola de fogo redonda e sólida, e com concentrações de fótons muito grandes ao redor daquele poder, e Haraniku dispara o golpe em direção do Naej, que, levando seu voo a 1,20m à esquerda dele, e desfazendo suas asas de fogo que ele cria na hora de voar, ele desvia do ataque, mas o jovem japonês força o golpe a explodir.
Haraniku: Hiroshima!
Naej: O que-
A explosão era imensa, gloriosa, como o El Macho explodindo num vulcão em erupção, com ondas magnéticas tão fortes que pareciam que a própria luz parecia bater no pequeno como projéteis de lança-granadas, Naej gritava mais que um meme de 2015 de tanta dor, e caía a uma direção que, naquele espaço distorcido, parecia ser o chão, e ao atingí-lo, ele estava deitado de bruços, ainda capaz de se mover, mas estava tão ferido que parecia que a gravidade lá estava dobrada. Haraniku via Naej de cima a baixo de um jeito que ele nunca o veria antes.
Haraniku: Nunca mais me subestime.
Naej: Não sabia mesmo que você tinha o Flare do Final Fantasy. Cara, é um jogo muito incrível, ou melhor, uma franquia muito incrível.
Haraniku: Seus joguinhos acabaram, vamos sair daqui.
Haraniku se concentrava para poder sair daquele espaço distorcido, e então, ao conseguir sequer abrir uma fenda, o tempo voltava a fluir e a explosão de energia entrava naquela dimensão, a rompendo e levando os dois a voltarem à realidade. Tifanny estava realmente impressionada de ver os dois caídos antes mesmo da luta logicamente começar.
> terras gélidas, planeta Scandi.
Na estrela Norte Alfa-Seth, há o planeta Scandi, um planeta gelado, mas que teve oportunidade de ter sua própria biologia, com seres gigantes, os menores, como ratos e insetos, tinham no mínimo 50 cm de altura e mais de 1,2 m de comprimento, enquanto os maiores, como os Urshkara (singular: Urshka), com o corpo da forma do de um elefante, mas com patas de forma felina, uma cauda grossa, peluda e longa, e um rosto igual ao de uma ratazana, estes eram maiores do que baleias e dragões do planeta Terra.
Primatas também foram possíveis nesse mundo apesar das anormalidades, e eles são em sua maioria mais parecidos com gorilas e orangotangos, enquanto os humanos desse planeta não eram inteligentes para manusear o fogo tão cedo, mas eram maiores, mais fortes, com mulheres maiores do que os homens, e com um sangue tão quente que os protegia do frio mais do que qualquer roupa, pelo ou massa de gordura, e os cabelos e barbas dos homens restaram por sua mera importância estética, porque eles não eram robôs que só se importavam em existir, eles tinham opiniões.
A Agência Galáctica de Humanos pôde encontrar esse planeta exótico, pouco maior que a Terra, com gravidade pesada para uma pessoa de 60 kg ter dificuldades de correr e pular, mas os robôs deles não sofriam efeitos tão pesados assim, e investigando lá, eles encontram criaturas gigantes, civilizações desses humanos maiores e também estruturas estranhas de origem eletrônica. As estruturas mais comuns são rochas rosadas de brilho bege, com uma metade brilhando em roxo como um geodo de ametista, que fazem sons de bips como um jogo de MS DOS, irritando animais selvagens próximos, e os levando a atacar ou fugir dessas coisas, e as estruturas mais completas são semelhantes a ruínas do que um dia foram bases de lançamento espacial, com instalações, computadores e um ônibus espacial que nunca foi lançado.
A civilização arquiteta de tamanhas obras, ainda sob pesquisas, não tem uma origem que nem aqueles bárbaros humanoides, e pelos esqueletos e digitais que foram encontrados, eles pareciam ser quadrúpedes, com cascos de três unhas, e pelo que alguns rastros de objetos como canetas e as teclas dos computadores, eles usavam outra coisa como mão, comprovada, ao hackear alguns computadores, como sendo a tromba deles. Ainda há mais para descobrir desse planeta.
Continua>>>
20/09/22
Projeto Dream - episódio 43
Naej e Tifanny estiveram em seu apartamento por um longo tempo, com a Tifanny conversando sobre assuntos complicados com o passar dos dias, que mesmo Naej não entendendo tudo, ele ainda aceitava, porque ela estava tendo uma grande variedade de conversas. Até que, nessa Terça-Feira, Tifanny mostra a planta baixa de um projeto que ela tinha desenhado.
Naej: Que porra é essa?
Tifanny: Um projeto que eu precisava fazer, tive essa ideia em um sonho, e se eu realizar esse sonho, vai ser algo muito incrível.
Naej: Pera, tem certeza que o seu sonho foi tão racional assim? Sonhos são uma bagunça.
Tifanny: Bem... eu tinha visto o projeto completo no sonho, né, mas aí fui pensando, pensando e raciocinando, até eu descobrir como eu poderia remontar essa obra.
O desenho se trata da arquitetura e mecânica desse aparelho, que tinha a forma de um relógio, possuindo um sistema eletrônico que funciona perfeitamente como um celular, e com um detector de metais e de mentiras. Naej estranha aquilo, afinal, tem aparelhos assim produzidos em massa.
Naej: Por que você quer uma versão caseira desse aparelho?
Tifanny: Hã?
Tifanny ficava sem o que dizer, até que ela tem uma ideia de como ela poderia defender a sua ideia.
Tifanny: Nem era só por "fazer o que já fazem em fábrica", eu simplesmente tô querendo tornar esse sonho real.
Naej: Esse diálogo não parece convencer bem.
Tifanny (brava): Tá bancando uma galinha sem córdex agora!? Seu moleque preguiçoso que questiona gente que tá tendo o mínimo de esforço e dedicação com algo super legal! Parece esse pessoal que reclama de JRPG!
Naej fica com medo e com uma cara triste.
Naej: Desculpa...
Eles se olhavam por 5 segundos, e Tifanny o abraça.
Tifanny: Desculpa, Petite!! Eu não tô usando meu cérebro faz muito tempo, eu preciso fazer alguma coisa complexa!
Naej: Ok, vamos lá. Por onde começamos?
Eles se soltam do abraço, e olham pra planta.
Tifanny: Por aqui, nas placas mães e a tela.
Duas horas depois, eles conseguem as versões mais baratas, mas também muito eficientes, no Frillmart.org, de um mercado albanês por 55 centavos de dólar, enquanto também o Naej mascava e cuspia uns chicletes e, colocando entre uma moeda, uma ruela e uns cabos de cobre, ele faz uma bateria provisória, e eles juntam as peças da placa mãe, processador, chips e transitores, em uma tela de safira, capaz de criar imagens e, com uma antena, o aparelho podia acessar a internet. Eles se cansaram daquilo e deixam pra depois.
Tifanny, não admitindo que aquilo iria demorar tanto, só comeu dois burritos de cheddar turbo e, com um energético 49 horas e meia, ela desmonta com sua engenharia reversa e, depois, o remontava até a tela, por cima das outras peças, ficar com apenas 8 x 19 cm², e a antena, se soltando para fora do celular, tinha 10 cm para fora do espaço das peças, e Tifanny levava embora o protótipo, ainda incompleto, para a delegacia em que trabalha, ás 17:30 em ponto, ela faz uma cópia do software do Programa Fênix para poder implantar no protótipo dela, e segue o seu trabalho normalmente, operando com as câmeras e escutas, e capturando alguns ladrões.
Enquanto isso, Haraniku aproveita o seu tempo livre para visitar o Castelo de Cristal do casalzinho em Albuquerque, e ele é pego de surpresa pelos papagaios, que alertam do suposto invasor, e por uns pombos que voam em direção dele, mas, vendo que é só alguém da família, eles deixam ele entrar. Haraniku, já na sala central, resolve conversar com o pessoal.
Haraniku: É... O que eu perdi aqui depois de 27 anos e meio no espaço?
Brigadeiro: 27 anos e meio? Passaram-se nem 10 anos.
Haraniku: Bem... eu estive viajando um tempão lá no espaço à procura de aventura, porque não posso perder tempo lendo esse livro gigante, nenhum mago que aprende perde tempo só lendo.
Ele deixa seu livro de magias de conhecimento interestelar, presente de longa data da Sombra do Cavalo. Aproveitando o momento para descrever como está o Haraniku, ele está mais curvado, mais velho, com pelos no corpo, e com uma barba falhada, que ele mal raspou e já cresceu pelos de novo, enquanto seu cabelo cresceu, e está arrumado, liso e com um rabo curto. Sua roupa era só um conjunto de faixas azuis e uma tatuagem de sapo.
Haraniku: Eu precisava ver outros mundos, outros povos, as culturas desses povos, as magias dessas culturas, e claro, conhecer muito bicho, que é à minha altura.
Brigadeiro: Uau! Por que você deixou a gente aqui pra viver isso sozinho?
Haraniku: Bom... o óbvio, não vou puxar os outros pra algo que é feito pra só eu fazer sozinho.
Brigadeiro: NÃÃÃÃO-O-O-OH!
Brigadeiro fica triste por ter ficado na Terra pesquisando sobre mundos transcendentes num mundo tão terreno, enquanto o Haraniku viveu em mundos além dos céus sem seus colegas, com a intenção de "viver a vida".
Brigadeiro: Você viu estrelas nascerem e morrerem, você viu raças que são impossíveis nesse planeta, você é um humano que viaja no espaço sozinho! Isso não é incrível demais para um ser humano?
Haraniku: ... Não?
Félix: Brigadeiro, se acalma, você também não é um ser daqui.
Brigadeiro: Oh? Ah... Acho que estou com saudade de casa.
Haraniku: De onde você veio?
Brigadeiro: Eu só lembro que vim de outro planeta, era um lugar tão lindo, a magia e a biologia eram uma coisa só, os seres de lá eram grandes, belos, fortes, e a tecnologia não existia...
Félix: Será que é o Plano Elementar?
Brigadeiro: Eu fiquei pesquisando sobre isso, pra falar a verdade, e nenhum portal de criação minha tem poder para aquentar a presença daquele nível de existência tão alto.
Haraniku: Eu posso ajudar.
> 16/05/2255.
Haraniku dormiu naquele castelo de cristal com uma espécie de cama macia que ele foi capaz de improvisar e evocar com seu poder, e que podia desaparecer caso ele não precisar mais dela, e a fim de comer pelo menos um desjejum antes de qualquer outra coisa, e ele confere o que tinha no armário: Um monte de pão macio, e indo comer uma unidade daquilo, ele se sentia ainda entediado. Ele olhava aos lados, e os animais estavam dormindo, então, sem o que fazer, mas sabendo o que precisa, ele vai ao tal laboratório e confere o que eles já anotaram ou até fizeram na sala.
Ele acha poções, uma pedra radioativa estranha em uma cápsula a vácuo, algumas armas brancas de aparências diferentes, de culturas diferentes, com runas de origem alquímica, as paredes são violeta com rodapés brancos, as mesas são feitas do mesmo material costumeiro do castelo, assim como todos os móveis mais duros do castelo e há algumas janelas de um cristal fino, mole e perfeitamente transparente, e a sala é confortavelmente quente, graças ao núcleo mágico do castelo.
Haraniku explora mais o laboratório e, vendo os documentos, e ele vê os mesmos papéis que a Tifanny, mas também outro documento, que conta sobre o projeto de um portal entre os planos, e Haraniku, sabendo como fazer um desses, resolve ajudar. Ele corta duas das árvores próximas para conseguir uma matéria prima para a construção, e então, unindo sua arte de arquiteto com o poder de remodelar materiais, ele forma um grande anel, de 25 x 20 x 8 m³ de tamanho, para o portal, e depois, ele talha na área equivalente a possivelmente uma raiz de árvore, um desenho de um círculo com riscos que formam uma cruz, o símbolo alquímico da Terra, e ele benze a instalação, dizendo...
Haraniku: Nenhuma memória, sacrifício ou troca hermética será necessária para a evocação do portal, cada canto do universo estará disponível em um só selo.
O portal se formava, sem nenhum destino, podendo ser atravessado como uma porta genérica, mas com a fluidez do mercúrio, ácida como suco de limão nos olhos, flácida como geleca, com sons de guizos, e um brilho na cor de âmbar, como um tipo não catalogado de anjo. Os animais foram ver, e entre eles, não só o Brigadeiro, o Félix e as aves menos mágicas, mas também alguns cães blink (cães amarelos que se teletransportam) e um nevoagão (uma entidade de vapor gelado em forma de dragão com asas pequenas), eles estavam todos surpresos, enquanto Haraniku vê as criaturas.
Haraniku: Ah, cara... Vocês são tão fofos juntos, esses aqui, coloridinhos que brotam de um canto a outro, já vi vários no sistema de Aquário, e esse aqui, haha, eu até tenho um parecido.
Haraniku convoca de sua chave mental um nevoagão, ainda maior que o que tem no castelo, capaz de chegar a 100 m² com sua névoa máxima, enquanto aquele outro, menorzinho, pode chegar a pouco mais de 1/4 disso, e Brigadeiro foi ver o portal.
Brigadeiro: Incrível, como você fez?
Haraniku: Nem muita coisa, tirando esse tanto de madeira que juntei, isso se resumiu a eu selar a minha magia de portais com uma runa alquímica.
Brigadeiro: Ah, melhor ainda! Agora eu posso ir pra casa finalmente!
Os outros animais mágicos olhavam para o Brigadeiro meio tristes, e Brigadeiro tenta relevar o humor deles.
Brigadeiro: Ah, calma, gente, nada é pra sempre, eu vou voltar de uma forma ou outra.
Enquanto Brigadeiro prolongava seu monólogo, Naej e Tifanny chegavam no castelo e... ficavam surpresos com a aparição do Haraniku com roupas estranhas e parecendo ainda mais com um adulto.
Haraniku: Espera, eu reconheço essa aura, vocês são Naej e Tifanny!
Haraniku foi abraçar Tifanny, mas Naej não deixa.
Naej: Eu sei que não faz sentido reclamar de roupa sexualizada, mas... porra, cê parece que tá num carnaval.
Haraniku: Ah, claro, ciúmes...
Naej: É, a gente tá namorando mesmo, não planejamos nenhum casamento pra falar a verdade, e a gente fez umas coisas novas enquanto você tava sumido.
Haraniku: Eu vi isso, também. Ha! Ha!
Tifanny: Bem, eu finalmente fiz esse projeto aqui.
Tifanny mostra o seu relógio-telefone completo, com uma tela de celular com acesso a tudo que um iOS tem acesso, carregado a energia solar pela sua antena, que também conduz wi-fi, e com detector de metal e de mentiras.
Haraniku: Que aparelho é esse?
Tifanny: Um relógio celular semi-caseiro, com tecnologia de ponta... para 2056.
Haraniku ria daquilo.
Tifanny: Vamos pra dentro do castelo? Eu conto mais depois.
Brigadeiro: Espere! E o portal?
Os três humanos entram no castelo, enquanto os animais o seguiam.
Continua>>>





