> 24/11/2271; planetas tropicais, sistema Proxima Centauri; Universo 255-P
Muramasa e Tai puderam ser resgatados, além disso, Tifanny aproveitou o tempo pra, junto de seus filhos e do grupo de Rachel, viajarem um pouco entre os planetas, e embora Rachel não tenha gostado nada do clima quente e tropical dos planetas de Proxima Centauri, o Manfred, o Key Jones, os Watterson e a Mirabellie amaram aquela ambientação frutívora e praiana, e Bucky, viajando um pouco com o Key e o Vizoro em uma cidade de Proxima Centauri A, voando com jetpacks de ar construídos com sopradores de folhas velhos e motores namekianos comuns, eles encontram algumas ruas estreitas ocupadas por ciclistas e motociclistas flamígeras, que inclusive a Tifanny avisou que tinha uma amiga daquela espécie.
Os prédios são espaçosos, seja por terem becos largos ou por áreas entre os apartamentos, ambos com espaço para fluir ar, o que foi útil pra refrescar o trio junto com as sombras que tinha naturalmente, e eles também, depois de visitarem algumas lojas, compraram alguns lanches de massas comuns, embora crocantes, amarelados por causa da pintura de gemas de ovo, e recheados com verduras e tubérculos nativos, com uma quantidade quase de carnes mistas, aquele enroladinho próxima-centauriano era ótimo, e Key até comprava mais de um.
Vizoro: Cara, assim cê vai acabar ficando gordo desse jeito.
Bucky: Ah, mesmo se ficar, se tiver problemas que ele cuide disso... Não é?
Key: Vocês sempre falam isso quando tô comendo qualquer coisa.
Vizoro: É que você acho que é o segundo que mais come da trupe.
Bucky: Mas e quanto ao Manfred que seria o primeiro? E aos Watterson?
Key: Em defesa do Manfred, ele já é, tipo, enorme, aí ele pode se alimentar mais, apesar de que o cara mal malha e parece que fica cada vez mais forte.
Vizoro: Acho que o Louis e a Louise são endomorfos, lembra de quando eles ganharam aquele campeonato de comer macarrão? E aquele de comer rosquinhas, lembram também?
> ??/09/2271; Albuquerque, Novo México.
Resumindo, no dia 12 os irmãos Watterson foram levados pra participarem de um campeonato de macarrão, em que quem conseguir comer 10 kg inteiros, incluindo seus molhos, caldos, temperos e misturas, como batatas, cenouras e muito frango, iria ganhar 10.000 dólares, e os dois conseguiram o prêmio, o restaurante sofreu um prejuízo, mas o evento virou uma publicidade que fez o gerente recuperar 35% do que perdeu.
Já no dia 23, havia um campeonato de "quanto mais melhor", em que, quem conseguisse comer mais donuts com cobertura sem enjoar, poderia ganhar presentes exclusivos, quem desmaiasse ou desistisse só perderia o jogo, e quem vomitasse ia ter que pagar o que comeu, como uma taxa de desperdício, Louis comeu 42 donuts, as favoritas dele eram as de cobertura rosa ao estilo Simpsons, e a Louise comeu 48 e amou mais as de doce-de-leite brasileiro, ganhando em primeiro lugar, incluindo um troféu dourado, enquanto Louis um prateado.
Louise: Haha, ganhei um maior e mais bonito, e você só o 2.
Louis: Ah, pelo menos você não ganhou sozinha, olha a bagunça que tá aqui e só sobrou nós dois.
Louise: Espera, eles tão chamando a gente!
Louis: É! Vamos tirar foto que nem os clientes de número premiado!
> 24/11/2271; planetas tropicais, sistema Proxima Centauri; Universo 255-P
Vizoro: Isso soou meio Uma Família da Pesada das ideias de piada.
Key: E por acaso os caras patentearam esse tipo de piada, gênio?
Bucky: É, mas e o South Park que fez um episódio inteiro pra zoar o humor desse desenho?
Vizoro: Puta merda!
No outro planeta, Proxima Centauri C, mais frio e um pouco mais seco, Rachel esteve ao lado de todas as mulheres de seu grupo, pra poderem ver em um teatro a Donatella Bonapartiz, elas não esperavam que, além de ótima na atuação e nas canções do musical da Flameway, também fosse bem bonita, a Lisa e a Mirabellie choravam de emoção na terceira canção, que pelo que dava a entender associava a solidão da personagem ao perder um marido, a uma tripulação pirata perdendo o tesouro, Louise estava entretida, embora neutra emocionalmente e mais concentrada no que estava acontecendo do que nas mensagens ou sentimentos que aquilo iria trazer, e Rachel estava amando a pipoca que tinha à venda antes de entrarem no cinema.
Lisa: AAAAAA! Ela é literalmente eu!
Mirabellie: Tesouro! Que nunca mais vi! Perdido! ♪ No mar dos meus demôôônios! E na tempestade das minhas lááágrimas! ♪
Louise: Cara, o Louis tinha que vir aqui pra ver também.
Tifanny: Ele não quis, né?
Louise: Mal soube o que perdeu.
Rachel: Miga *nom*, tem como ir pra pegar mais pipoca, acabou mas eu tava amando.
Tifanny: Tudo bem, eu consigo, fiquem quietinhas e aproveitem.
As moças: Certo! :)
> Las Vegas, Novo México; Universo DG89
Naej visitou Albuquerque, Deming e Las Vegas, até tinha pessoas em comum ao que ele já conheceu no seu universo de origem, e junto com sua versão paralela e sua família, incluindo Isabella, Jane e Oliver, Dermurers gêmeos filhos do Naej com a Isabella, eles também foram ver o grupo de Muramasa, que nesse caso tinha Donna McThing e Hanna Snipes, duas jogadoras lendárias de seu século que reencarnaram num jogo antigo amaldiçoado, pra depois serem libertadas por Tifanny e Charles, e elas se vestiam como se nem tivessem saído de seus quartos, com camisetas espaçosas, folgadas e amassadas, e calças bem largas, a Donna tinha isso em um padrão de azul e amarelo, enquanto Hanna tinha em branco e vermelho.
Indo ajudar o grupo, eles enfrentam um piscêtropo com traços de um grande peixe-pedra, de corpo largo, robusto, com espinhos prontos pra injetar algum veneno, e ele estava usando uma armadura vermelha pra poder, não só "nadar" naquele solo, afundando prédios e ruas, mas também controlar a terra derretida, e nesse meio do caminho, Carla, que esteve patrulhando em Las Vegas, pisou num dos espinhos dorsais dele, e só não ficou tão envenenada justamente por ter pisado e, antes do veneno vazar totalmente, ela parou o tempo e desviou do resto, e desacelerando o tempo de seu corpo, e acelerando o tempo de sua velocidade, ela alcançava a base e chamava pra se socorrer, em que Donna se voluntaria pra ficar com Carla pra usar um kit médico de um FPS e um antítodo de um RPG que ela jogou bem na hora pra socorrer, enquanto Hanna, com o Losango do Poder pra agora multiplicar o seu poder com base na sua sorte, junto com uma espingarda e uma metralhadora de Boomer Shooters que puderam dar um grande dano e até mesmo quebrar uma ombreira daquele piscêtropo.
Hanna: Ele tá nadando em lama! Mas como? Tá duro demais pra gente afundar nela.
Naej 255-P: Se é assim, já sei o que fazer. Isa, você tem magia de som que nem a que eu conheço no meu mundo?
Isabella: Tenho sim, como você planeja a usar a favor?
Naej 255-P: Faça um som muito alto no chão, pra reverberar o chão. Jane, use sua magia de água pra acumulá-la cada vez mais pra cima, se sair vapor é que tá dando certo, e Oliver, que aliás, você não é meu filho no meu universo, desculpa, quando você ver uma cabeça feia saindo do chão, a pressione com sua telecinese.
Isabella, Jane e Oliver: Certo!
Naej DG89: Tem um plano pra mim, eu?
Naej 255-P: Se possível, socorre o máximo de gente junto com os outros, e Hanna, fique perto da gente, será mais fácil pra ele nos atacar separados.
O plano entra em ação, Isabella vibra o chão o suficiente pra machucar o piscêtropo e até mesmo romper a sua armadura e alguns dos espinhos menos firmes, enquanto Jane controlava a água pra tirá-la do solo e das estruturas rochosas, como o concreto e rochas do subterrâneo, e bem quando o piscêtropo saltou do solo bem menos amolecido que o normal, ainda o suficiente pra ele se mover com o poder que ele absorveu, e quando ele salta, Oliver segura aquele ser, e o pressiona contra a parede de um prédio, o esmagando entre a telecinese e aquele mesmo prédio, e Hanna finalizava a criatura, a metralhando.
Naej nativo teve, durante esse meio tempo, uma chance de tirar algumas pessoas do caminho e do fogo cruzado e, usando um remédio mutante que o John Parker leva periodicamente pra base, pôde socorrer uma criança que foi pega pelo monstro anteriormente, e depois disso, o grupo se reunia, e Naej estranhava a Carla ter um poder sobre o tempo, embora ao redor dela em especificamente, mas o pessoal reagia como se ela sempre tivesse aquele tal poder, assim como as "melancias" que a Carla tinha em seu busto, que a propósito, a Donna e a Hanna amavam aquilo.
Continua>>>
Boas vindas
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
04/04/24
Um pouco de espaço
Projeto Dream, episódio 296
> 22/11/2271; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
Lisa: Então o baixinho vai tar sumido por um tempo?
Tifanny: 3 dias, ele vai ter uns 3 dias de estadia por lá, porque lá teve algo que... ele tava precisando.
Lisa: Hã? Tipo o que?
Bucky: Tesouro? Poderes? Jogos modernos com mulheres bonitas e história memorável?
Tifanny: Na verdade não, é mais complicado que isso.
Lisa: Isso era uma frase minha.
> Pequena Washington, Colorado; Universo DG89.
Naej começou seu tempo naquele universo paralelo agora, morando junto com a mãe dele, inclusive conseguindo dividir o quarto com sua versão nativa, e conversando com parentes como tio Philliam e tio Elijah, a família dele tá mais tranquila naquele universo, e isso o inspirou pra um plano de terminar o que já tava se resolvendo na Terra dele, envolvendo os Galdrich e Albakar, porém, ele vai deixar pra quando ele voltar.
Além disso, o Naej aproveita sua experiência ao conhecer a Tifanny pra também aproximá-la do Naej, afinal, pelo que ele analisou durante aquela missão, os dois são extremamente distantes, o Naej não namora a Tifanny por achar que não merecia ela sendo só um tecnólogo baixinho, e a Tifanny não via o Naej como algo a mais que um amigo, e achava que o Naej merecia alguém melhor, mas pro Naej mesmo daquele universo, quem seria melhor e mais digno que a Tifanny?
No fim, eles não pareciam se importar muito, e quando o Naej 255-P menos espera, ele descobre que o DG89 já tinha uma esposa.
Naej DG89: Entendo o seu esforço, cara, mas já tô feliz com minha amada.
Naej 255-P: E quem tá te namorando?
Naej DG89: Mãe, a gente tá indo pra Londres, pode ser?
Judith: Certo, mas voltem cedo, você tem uma operação importante em Nova Chicago.
Naej 255-P já imagina quem poderia ser, usando de referência aquelas que, no universo dele, são só grandes amigas, e se sentia estranho ele namorando a Isabella, por mais que aquilo fosse real, e pra sorte do baixinho, diferente daquelas outras moças, a Isabella Dermurer III não era tão diferente, mas a Julie Redlar desse mundo, mesmo deprimida pelas pressões familiares, tentou se arriscar ainda em Lille, e ao namorar Luna Pleine, formou uma diplomacia com as Luna, e esses dois clãs são agora rivais dos Dermurer, algo que o Naej até queria que isso parasse, mas sentia também que já era tarde demais pra ir atrás, mas isso inspira o Naej e a Isabella desse universo a assinarem um tratado de não agressão entre os dois lados.
> Vila Mushin, Japão; Universos 210-P e 255-P.
Experiências artificiais têm resultados ilusórios, e sentimentos não vividos causam a confusão, e depois de ter visto de tanta coisa no cosmos, Haraniku e Venros pousaram na Terra mais uma vez, se sentindo como num status quo cíclico, em que por mais que algo mude, nunca é pra sempre, e descobre que Samma, além de ter filhos, eles já estão crescidos, e Haraniku decidiu, em vez de ter toda uma vida fora de onde ele surgiu, ele conscientemente conviver por lá e ensiná-los a magia.
Haraniku, por sua vez, entregou alguns artefatos a seus sobrinhos, como o Olho de Medjed vermelho para o mais velho de Samma, e pros mais novos e pros filhos das outras irmãs, cada um ele entregou uma katana de aço estelar puro, que ele encomendou de Hunkal e Hocerti, planetas bons com armamentos, com a exceção da sobrinha mais mais nova, de 11 anos, filha da sua terceira irmã, em que ele entregou um Heler-dos-Chifres-Negros de pelúcia, vermelhinho com o focinho e barriga amarelos, e os chifres encaracolados pretos, do Aglomerado Mera, ele não tinha magia nenhuma imbuída, mas tinha um forte valor sentimental, e a sobrinha se sentiu protegida depois de receber o presente.
> espaço sideral.
Kenokoro está tentando de novo, enquanto lutava contra Muramasa e Tai Tifo sem sucesso, em que mesmo tendo uma força imensa, somada com uma armadura-mecha titânica de alto nível que ele montou para esse tipo de combate, o Muramasa conseguiu barrar o golpe daquela armadura, capaz de causar marcas de riscos e amassadas em Rubimanto, com a sua mão esquerda, antes de quebrá-la ao pressionar com mais força e explodir o braço metálico da armadura com sua lamparina, e Tai Tifo, não muito atrás, emite uma magia elétrica que atacava a armadura-mecha de dentro pra fora, e Kenokoro, como emergência, se ejeta da armadura e, descobrindo aquela força astronômica de um, e o poder elementar do outro, ele resolve invadir eles mentalmente.
Uma imensidão, escuridão, granulada com estrelas cada uma com 4 pontas finas, e só tinha aqueles dois, aparentemente na mesma dimensão mental criada por Kenokoro.
Tai: Espera, o que é isso? Estamos mortos?
Muramasa: Não posso ver como você, mas eu já visitei muitos bem menos materiais do que isso, é como um sonho artificial, precisamos agir.
Tai: Certo, mas... como?
Muramasa: Só veja o que eu vou fazer, e dê reforço.
Muramasa fazia uma música linda ecoar, enquanto se formava um chão simples e sem cor para que eles pudessem pisar, e um pouco mais confortáveis e igualmente conscientes do reino dos sonhos, eles se preparavam pra acordar, enquanto Kenokoro começa a sentir aquela pressão mental deles elevando, enquanto ele precisava de tempo pra carregar a arma nulificadora, que era capaz de baní-los para um vazio esmagador, o que poderia os matar, mas não adianta, eles rompem a barreira dos sonhos e fazem Kenokoro desmaiar ainda com sua arma em mãos, e a arma nulificadora, caindo no chão, criava um portal esférico sombrio e esmagador, que suga o Kenokoro na hora, mas Muramasa e Tai se teleportam pra algum lugar bem distante pra não serem pegos. Kenokoro renasce de novo, seu corpo foi pulverizado da existência e sua alma ficou presa temporariamente num campo negro que poderia destruí-la, Cloropel ajuda ele a se recuperar e até mesmo acompanha seu repouso, e ele estava se sentindo cada vez mais sem opções, e enquanto isso, uma viatura espacial foi comandada pra resgatar Mura e Tai.
> Contra-Terra.
Amai: Tô à tua disposição, Onna, o que aconteceu? O que precisa?
Bugeshi: Sabe a Seraphina que acompanhou vocês? Venha conosco, você pode nos ajudar com isso.
Amai: Certo.
Durante a viagem, em que elas estão correndo a partir do próprio espaço geométrico para um caminho mais rápido, já que a Floresta de Jade é muito longe, Amai também contava umas experiências que ela conhece, como...
Amai: Os safiros são um povo surgido dos litorais americanos, algo meio irônico, já que eu nasci e fui criada no Japão, também há uma lenda de uma raça extinta chamada rubianos, eles eram poderosos, com magias mais eficientes, isso me inspirou a estudar magia junto com minha mãe, uma feiticeira, embora meu pai queria que eu evitasse tocar no assunto.
Bugeshi: Os rubianos não são uma lenda, eles existiram, mas uma guerra idiota entre os habitantes da sua dimensão dizimou o suficiente pra reprodução deles se tornar impensável.
Amai: Espera, não foi a guerra que os extinguiu?
Bugeshi: Não diretamente, mas ainda são lembrados porque um sobrevivente tá vivo até hoje e fazendo diferença pra vocês.
Amai: Nossa, mas se ele é tão importante, porque ele nunca foi citado em alguma história de batalhas grandes, ainda mais na Terra?
Amy: Achava que esse tal de Jason fosse conhecido mundialmente, o Brutus fala sobre uns episódios do que esse cara animou quando a gente tá em paz na base.
Amai: Espera, então ele é...
Bugeshi: Por que a demora pra suspeitar?
Amy: Parem! Já chegamos.
Chegando na floresta e indo consultar as árvores junto com a Seraphina, uma delas em particular havia sido cortada por machados, e estava sangrando como um corpo de carne, a Amai foi chamada porque tinha uma gama maior e mais versátil de magia, e parecia a mais disponível pra curar aquela árvore de forma mais direta, e claro, ela pôde controlar a casca pra se fechar, a passava um pouco de energia vital pra restaurar a da árvore, e enquanto a árvore reagia luminosamente, Amai conversava com elas.
Amai: Bem, o que aconteceu pra árvore ter ficado assim?
Seraphina: Uma frota de soldados e lenhadores invadiu aqui, mataram algumas das ninfas daqui, e cortaram mais dessas árvores, você pôde socorrer ao menos essa a tempo, e é uma das mais novas.
Amai: Poxa, que pena, meus lamentos.
Amy: Concordo, eu sei que a morte é inevitável, mas... a gente luta pra evitar a dos quais nos preocupamos, e considerando que tinha lenhadores, eles queriam madeira, mas... Por que logo madeira daqui?
Seraphina: O máximo que ouvi do que parecia ser o lorde deles, eles queriam pra um palácio, e dá pra ver como esse lorde era exigente, com uma madeira tão rica e firme, e seu sangue podia servir de tinta, mas há tanta madeira boa em florestas tão mais triviais e simples, e corante de tanto tipo...
Bugeshi: É uma pena mesmo, afinal, as pessoas não se preocupam com algo mais lógico, como as vantagens e os ganhos, e nem emocional, como o impacto que o que eles fazem pode causar, afinal, olha isso, podia ser só um desmatamento, mas é simplesmente um cemitério.
Elas contemplavam o que sobrou da cena, com pilares de madeira e círculos pintados de sangue, tudo construído pelas membras da Floresta de Jade para sepultar aquelas que foram eliminadas, um total de 27 pessoas e 9 árvores, embora uma tenha sido levada embora, apenas, e então, elas oravam em nome das vidas perdidas em vão, e para que a floresta evitasse que mais disso acontecesse.
> Bulandhorn, Islândia; Universo 255-P
Sora: Você sentiu isso?
Kinblu: O que?
Sora: Sabe, é algo como... uma penetração mental.
Kinblu: Eu também senti algo estranho, é como se... cutucassem de dentro da minha cabeça.
Sora: Isso é estranho, porque... olha, eu tô movendo a minha mão, eu tô sentindo ela, e tô com consciência do que eu tô e como eu tô mexendo.
Sora quis mostrar como exemplo ela mexer a sua mão direita extendida pra ele, e Kinblu parecia entender o que acontecia. Diamantur uma vez ensinou que, pra ter certeza de que tinha ainda livre arbítrio, a pessoa teria que se testar, seja questionar a própria consciência ou fazer algo que ela só faria se ela mesma quisesse espontaneamente, segundo princípio esse que ela aprendeu com Muramasa e Piccu, que diziam que:
"O livre-arbítrio é uma democracia cósmica, você pode ter a consciência suficiente pra questionar se tem ou sobre como ela funciona, afinal, se você não tivesse tamanha liberdade, você não teria a capacidade e nem a oportunidade de questionar as suas capacidades sensoriais, e mesmo se você não tivesse nenhum poder além do seu corpo, você ao menos teria a imaginação pra imaginar o poder que quiser, enquanto alguém que está preso pensaria só no que seria capaz de verdade, enquanto às vezes condicionalmente"
Continua>>>
03/04/24
Projeto Dream, episódio 295
[Descobri um erro de continuidade que resultou nesse arco sem querer, mas pude corrigir a tempo usando a própria continuidade, quem já leu essa história há algum tempo ou sabe do lance dos Sairis talvez entenda]
> 22/11/2271; Deming, Novo México; Universo 255-P
A viagem de Isabella com seu grupo ocorreu normalmente, e embora ela não tenha sabido exatamente dos mutantes, embora tendo ouvido falar de alguns em específico, e chegando a Deming, caiu a ficha. Fazia um tempo que ela não teve um contato tão direto com os outros mutantes, como o John e a Giulia, aí ele mal associou que eles eram mesmo um tipo de espécie à parte, e em resumo, ela teve um longo contato com eles sem ter percebido, inclusive, sabendo disso, Isabella conversa com alguns grupos da D.R.V.G., e comanda eles pra poderem ver as lojas de Deming, afinal, como ela teve contato com a Giulia há muito tempo, construído inclusive fábricas do energético especial dela, pode ter chances de que a bebida já esteja comercializada localmente, o que realmente era o caso.
Giulia, em paralelo e sabendo que Isabella visitou sua cidade, pede e consegue a hovermoto emprestada do John Parker pra poder ir ver ela pessoalmente, e a encontra saindo junto com Julie, Julie, Rihana, Sofia e Maria Bonita, e então elas se perguntavam.
Giulia: Isa? Você aqui? Não esperava.
Isabella: Desculpa vir aqui sem aviso, é que eu quis quebrar uma dúvida.
Giulia: Qual exatamente.
Isabella: Ah, é que eu jurava que você e aquele parente seu.
Giulia: Não é parente, não pelo menos no sentido que você tenha achado, o John Parker é meu marido.
Isabella: Ah, bem, achei que vocês dois eram humanos.
Giulia: Ah, é... isso é legal.
Rihana: Opa, em que sentido, mi chica?
Giulia: Que bom que, mesmo sendo sobrenaturais, que nem vocês, vocês não nos considerem menos humanos.
Julia: Sério? Achava que considerar vocês humanos que seria ofensivo.
Giulia: Neh, ainda somos uma espécie de humanos.
Julie: A minha e a da Isa também!
Giulia: Isso eu sabia, inclusive, mas mesmo tão parecidas, nossos poderes têm umas origens diferentes.
Sofia: Gostahria de acompanhar nosso passeio?
Giulia: Pra onde especificamente.
Isabella: A gente ia pra cá por sua causa, mas pensando bem, dá pra fazer umas coisas a mais.
Giulia: Tipo?
No fim, Giulia acompanha a pesquisa de campo quanto ao energético Sairi, junto com a própria Isabella visitando outros pontos da cidade e seu grupo até mesmo tendo interações com outros mutantes, como a Sofia e a Julia conhecendo os mutantes pedreiros que operam não só na construção individual de casas para os civis, como são uma grande mão de obra na engenharia e arquitetura de Deming, com a diferença que Julia conhece também alguns policiais como o Sulivan e, junto, o seu filho Dean, ambos da família Mount, e a Sofia conheceu os serviços de gestão de energia da usina da cidade, e trocavam umas ideias sobre família com a Elizabeth e seus colegas. Julie resolve testar os aparelhos da academia em que Barbara Pouvoir e Kira Hoshi se exercitavam, e descobre que os aparelhos dos mutantes eram realmente bem pesados, e ainda mais eficientes que aqueles que a estilista conseguiu pra treinar ela em Quetzalcoatl, como o hack que chegava a 300 kg, supino reto de 500 kg, e um traje de densidade controlável que ela podia usar pra aumentar a distribuição do peso do exercício, e nenhum mutante que estava lá pulava dia de perna, mas fora isso, ela toda confiante desafiou alguns deles pra uma queda-de-braço com eles, e mesmo ganhando de alguns, as duas mais difíceis foram Barbara e Kira, ainda desconfiadas e rivais, mas dispostas a concorrer com a princesa, e embora elas tenham ganhado uma seguida da outra, elas até mesmo admitiam que ela já tava cansada.
Julie: Ai, o meu braço vai cair, socorro.
Barbara: Ah, cê foi bem, eu diria que...
Kira: Eu também diria, você desafiou os mais pesados daqui, não da barriga, dos braços, claro.
Rihana, sabendo de Melissa e sua identidade, resolve visitá-la na república/casa que ela mora junto com Carla, com ajuda da Giulia como "anfitriã externa", enquanto a Melissa seria a "anfitriã interna", que está na casa, e então elas conversavam um pouco sobre os históricos de vida delas.
Rihana: Bem, eu já fui encarregada de inocentar um tal de Pablo Pérez, um cara que dizeram que matou o próprio amigo, e... durou uns dois, não, três meses pra eu conseguir as pistas, e descobrimos uma fraude nas gravações que deram no que deu.
Melissa: Nossa, mas que loucura, e bem, teve uma vez que os poderes da gente tavam invertidos, e... talvez você não lembra, mas a Carla, que é magrinha e rápida, ficou... gorda e forte.
Rihana e Melissa riam, Giulia lembrava do que aconteceu com ela, mas preferiu ignorar e rir junto, e depois, a Rihana entrega uma barra de chocolate, sabor pudim de leite e da Espaçamento Inc., pra Melissa e outra pra Giulia, e sacava uma terceira pra si mesma.
Melissa: Espera, o que é isso?
Giulia: Acho que já vi antes.
Rihana: Comi umas poucas vezes, evito comer muito doce, mas adoraria celebrar com vocês pela parceria.
Giulia: Espera, sério?
Rihana: Com toda certeza, fofas!
> Oceano Atlântico.
A equipe Caranguejo aproveita os barcos que tomaram da máfia do Ras que, apesar de exterminada, não tava extinta já que tinha mais membros ao redor daquele oceano que visitaram, apesar que tirar um bom líder de uma equipe era como lançá-la pra própria floresta da sorte ao redor de cobras de dados, tigres de caça-níqueis e falcões de cartas, um azar muito frenético.
Takeshi leva o grupo para o submarino pra eles alcançarem a sede submarina da equipe, e Brutus atende eles, um pouco surpreso com o tanto de coisa que tinha ali dentro, brilhando em amarelo, prateado e preto.
Brutus: Ah, vocês chegaram- Espera, o que é isso?
Gabriel: Poderia ajudar-nos a tirar isso daqui, bofe? É muito ouro.
Brutus: Mas onde a gente deixa esse ouro todo? Será que dá pra vender?
Vitoria: Relaxa, eu cuido desse ouro, ei, Seraphina, você sabe um bom lugar na Contra-Terra pra guardar tudo isso?
Seraphina: Pra falar a verdade, madame Flandre, diferente da Zonia, que vocês podiam chamar também, eu não tenho um lugar bom pra guardar isso sem ficar esquisito.
Vitoria: Okay, então talvez demore. Preciso do Takeshi pra transportar o ouro, esses ferros e esse metal esquisito.
Lucas: Ferro negro, senhorita.
Vitoria: Porra, até o ferro tem etnia?
Lucas: E olha que esse ferro é caro, deve ser cota.
Os dois riam por pouquíssimo tempo antes de irem à ação, com o Takeshi teleportando o ouro pra sua dimensão de bolso de 5 andares, dividindo os metais entre os ditos andares (ouro e prata no primeiro andar, ferro no segundo e terceiro dependendo se era minério ou ferramentas, armas de metais mistos no quarto, e os conteúdos de ferro negro no quinto), e junto com a Seraphina, elas acham a Amy Zonia na Contra-Terra pra elas poderem conversarem o que poderiam fazer com aqueles materiais, e que pelo menos os materiais de metais nobres deixariam o tempo bem bonito, então ela pede ajuda de Lucas pra derreter o metal, e do Gabriel pra modelá-lo, pra assim a Amy Zonia colocar detalhes de ouro e prata em seu templo, e as armas de ferro comum e ferro negro ela guardavam em uma sala especial que, depois de um tempo, esteve concluída, era o Salão da Guerra, uma sala bem volumosa, com armas que a Amy armazenou e categorizou com o passar do tempo, como um tipo de museu. Bugeshi Onna, sabendo que tinha visita da Terra, perguntava se eles sabiam da tal Amai.
Bugeshi: Vocês viram a Amai ultimamente? Eu tava precisando chamar ela.
Gabriel: Perdoe-me, moça, é... a Amai ainda tá lá no mar.
Bugeshi: O que?
Amy: Como assim lá no mar? Cês não deixaram ela entrar na base?
Lucas: Não, madame, ela mesma escolheu ficar um tempo fora da base.
Amy: Tá, isso pode ser possível, mas... como? Encima d'ocês só tem mar!
Seraphina: Na verdade, Amy, achamos uns barcos e usamos na última missão, aí ela tá necessariamente encima de um desses barcos.
Amy: Ah, certo.
Bugeshi: Certo, mas por favor, se ela voltar a ficar disponível, chame ela pra cá, tenho uma surpresa.
Melhor explicando, Amai estava encima de um dos barcos da tripulação pirata, se concentrando telepaticamente pra achar alguns amigos, e com isso via que alguns foram mortos, já que ela não conseguia os achar, ou abandonaram a Base Vierte, como Nogri, Elena, e até o Greenio, que ainda administrava uma loja na Itália, e Sora e Kinblu até estavam disponíveis, embora que, usando sua telepatia, não achava uma memória deles sobre ela, o que a dava dúvidas, diferente do Greenio, que ainda sentia uma espécie de nostalgia quanto a alguma aventura por aí na Terra, e Elena e Nogri que lutavam nas ruas como mercenárias, enquanto usavam suas experiências pra ajudar nessas operações.
No entanto, Amai saca uma espécie de frasco, e diluía os seus planejamentos e memórias em uma espécie de frasco, para poupar o esforço de sua mente, conduzindo registros mentais em um recipiente comum que estendia a sua própria mente.
> Richfield, Utah.
Hector: Pra onde a gente tá indo, chefe?
Thomas: Pra uma terra assombrada.
O grupo de Thomas, em uma van dirigida pelo próprio, tendo em sua companhia na cabine o François Fritz, um homem musculoso, gigante e careca, e Shian Qion, um homem de cabelo longo com fio único de tranças, de origem chinesa e um manto tradicional de sua família, que ajudou o grupo a escapar da prisão inicial hipnotizando os policiais, enquanto atrás estavam Hector e Lucas, em bancos próximos da frente, eles irão atrás de um poder mágico considerando que havia muitos skinwalkers em Utah.
Skinwalkers por aqui são um tipo de feiticeiros e feiticeiras que, usando a pele de animais caçados, a maioria lobos, gado e animais domésticos, poderiam se transformar naquelas peles, enquanto em sua forma humana poderiam também usar raspas e pele e cabelos humanos, incluindo próprios, como arma pra converter em seus ataques. Porém, depois de muito tempo, não só os skinwalkers eram ignorados ou viravam uma espécie de inconveniência na comunidade de Utah, como também há skinwalkers em forma humana disfarçados no meio dos humanos.
Até agora a procura por eles, andando com a van pelas ruas, não parecia eficiente, não havia nenhum animal andando sobre duas patas, antes um método eficiente de reconhecer essas entidades, e nem humanos agindo estranho, como correrem e gritarem aleatoriamente pelas calçadas, ou tremerem seus corpos em pé como se fosse uma dança assustadora, e eles andarem pra lá e pra cá com aquela van estava cada vez mais suspeito na visão dos civis, tanto que eles tiveram que fugir de uma viatura até despistá-la, e depois levarem a um técnico para pintar e consertar a van, e com isso, a caçada deles foi interrompida.
Continua>>>
Ocean Star in the Saló
> 22/11/2271; San Pedro, Nova Colúmbia; Universo 255-P
Lisania acaba de atender os Revolus mais novos que a visitaram pela chamada, e descobrem que realmente, o multiverso além de existir também está avançado o suficiente pra visitas como a Tifanny e o Naej que conhecemos estarem por ali por causa da Tifanny DG89 e suas colegas, que prepararam essa viagem como presente pra eles, embora quisessem que, em troca, eles as ajudassem numa operação específica na Nova Colúmbia, o que eles não entenderam, mas Lisania e Trichina sabem bem o que fazer.
Tifanny 255-P: Gérmaine? O Muramasa do nosso universo incapacitou ela uma vez, mas não faço ideia se ele matou ou se ela só tá sumida, mas olha.
Lisania: Espera, isso é...
Tifanny 255-P: Sim, no meu universo era o anel dela, familiar?
Lisania: Sim, sim, mas e aí, você acha que será o suficiente?
Trichina: Bem, essa bruxa velha e loira geralmente tá ocupada falando mer... abobrinha na TV e umas chatices empresariais, meu amoh, mas sabe um clichê desse tipo de gente que a gente chama de vilão?
Tifanny 255-P: Eles tão com o poder que têm em excesso na cabeça?
Tifanny DG89: Aí eles não ligam em ficarem ainda melhores, ou então...
Tifanny 255-P e DG89: No mínimo se manterem no alto pra não ficar pra trás?
Tifanny dos universos 255-P e DG89 se olhavam e, depois, olhavam pra lados opostos, coradas e envergonhadas, mas o Naej segurava a mão de cada uma e depois as fazem segurarem uma a mão da outra, e elas ficavam mais envergonhadas aí.
Tifanny 255-P e DG89: PETITE!!
Naej: São tão gracinha.
As mãos delas se atravessam, como se elas nem tivessem se encostado, afinal, eram tecnicamente o mesmo corpo e ocuparam, em segundos, um mesmo espaço como se não tivesse mais de um corpo no lugar, afinal, eram a mesma pessoa, mas de qualquer forma, Lana e Justin estiveram jogando em seus Toritokis, e só o Oliver e o Raggin estiveram, não só prestando atenção no assunto, mas também pegam emprestado o dedo da Gérmaine com o anel da vida pra, junto com a Lisania, verem como aquilo era, e junto com a Tifanny 255-P, dona atual do artefato, eles terem uma conclusão de como eles poderiam contra atacar o poder regenerativo desse anel que a Gérmaine poderia ter, assim como Maize, Sugar e Sia, que acabou de chegar à biblioteca, poderiam desviar dos portais de bolha que a Tifanny e o Naej testemunharam ela usando em combate.
> Idaho Town, Nova Colúmbia.
Gérmaine foi morta em 3 segundos, Tifanny 255-P "cortou a regeneração" que a Gérmaine não tinha nesse universo com o poder de seu anel e a explodiu com o Raio de Zeus, que desintegrou ela por total somando com o movimento anterior, e a ação do resto do grupo foi inútil
Tifanny 255-P: QUÊ!? EU ACHAVA QUE IA TER UMA CHANCE DE DETER VOCÊ COM TUDO QUE APRENDEMOS! UM ROUND DOIS DIGNO! MAS NÃO, VOCÊ TEM NEM ZERO VÍRGULA ZERO CINCO PORCENTO DO ARSENAL QUE VOCÊ TINHA NO MEU UNIVERSO!
Tifanny DG89: O que aconteceu?
Sia: É, senhorita Tifanny do outro universo, o que aconteceu?
Tifanny 255-P: Eu... eu... eu matei ela, mas... não foi tão legal quanto eu pensava que ia acontecer.
Tifanny DG89: Tipo o que? Você queria lutar contra ela por mais tempo?
Tifanny 255-P: Pior.
Sia: Ela parecia ser menos 'má' que o que você lembrava, mesmo ela aparentemente sendo um problema aqui também?
Tifanny 255-P: Sabe quando você mata uma formiga na cozinha e fica com pena, ou quando você pisa numa abelha e pensa no caminho que ela teve? Então, eu matei essa Gérmaine, mas tipo, ela foi fraca demais! E fiquei com pena dela por isso!
Tifanny 255-P recebe uma ideia da Sia DG89 de ressuscitar a Gérmaine só pra compensar o que aconteceu, e pra ver como ela ia reagir depois disso, e se desse errado, como a Tifanny viu, tinha como desfazer em segundos, mas dessa vez elas faziam diferente. Primeiro, a Sia deu vários socos em Gérmaine, ainda mais usando "pontos de azar" de dentro da própria Gérmaine, e a lançou contra um ponto de azar, pouco usado pela sua versão 255-P, onde só da Gérmaine tropeçar, ela morreu batendo a cabeça, em um tempo de 5 segundos. Depois, ela é revivida de novo, e agora a Tifanny sacava sua espada e a parte ao meio, em 2,88 segundos, depois, Gérmaine é revivida de novo, e então Raggin é trazido pra lutar, e ele emite uma explosão térmica elevada, que taca fogo na Gérmaine, e ela morre queimada em 10 segundos, depois a Gérmaine é revivida e, tentando contra atacar, ela chama aquela entidade quadrúpede e de rosto humano, que era pra atacar, mas...
Gérmaine: Vamos, morde, devore, amaldiçoe eles!
Entidade quadrúpede: Não posso, eles não te fizeram nenhum mal até agora.
Gérmaine: Como não, elas acabaram de...
Naej chega com um lança-foguetes, e além de explodir aquela entidade, também explode a Gérmaine antes da contagem começar, mas daria um total de 15 segundos a partir de quanto ela invocou aquela coisa, ele até tenta perguntar o que acabou de acontecer, mas...
Naej: E aí, deu tudo certo? Vamo embo-
Tifanny 255-P: Peraí, Petite, tô tentando achar graça nessa jornada.
Fred e o resto do grupo chegam, e... eles ficavam sem entender, mas participavam, Gérmaine é revivida, o Bruno só para o tempo e fura a garganta e os pulsos dela com uma caneta, com raiva dela ter uma vez o difamado e quase o levado preso com suas manipulações, assim como prejudicou a reputação dos Revolus em 2269, e ela é morta em 0,1 segundos, o Fred fica com pena e não participa, e o Oliver ficava com medo daquela violência, e Freddie levava eles pra fora do prédio aos poucos.
Oliver: Pai, não quero fazer esse jogo, é doentio! Podiam só ter matado.
Freddie: Acho que assim podem descontar o que já acumulamos com ela nesses anos, mas eu não quero participar também.
Naej: Bem, eu também tô indo embora, onde cês estacionaram o H T T mesmo?
Freddie: Venha comigo, baixinho, a Enna tá vigiando.
Depois disso... as Tifannies e o resto prometem reviver só mais duas vezes, em que agora a Maize abatia a Gérmaine, emitindo um choque elétrico que a explodia, e Sugar dá um gancho na Gérmaine que explode a cabeça dela ao ponto de só ser possível ver sangue, ossos e aparentemente os olhos, e então, o grupo ia embora aos poucos, até se juntarem de volta. HTT, ou Hunkalian Terrain Truck, é um tipo de terramotor de grande porte, ainda semelhante a uma caminhonete, porém muito grande, na frente com espaço para 7 pessoas, tanto que é categorizado categoria C em vez de B para as carteiras de motorista, e então o grupo ia conversando e desabafando umas coisas.
Trichina: Então quer dizer que essa tal da nossa Gérmaine nossa era tão fraca assim?
Tifanny DG89: Exato, tanto que ficamos gastando energia do anel da vida só pra 'dar graça' ao que a gente tava fazendo, afinal, quando chegamos, já não tinha Gérmaine.
Trichina: Que loucura, meu amoh, mas aí, veja pelo lado bom, madames, pelo menos foi bem mais fácil e rápido de resolver então, hein? Hein?
Sia: É, pelo menos isso, mas agora acho que o trabalho de vocês tá feito.
Tifanny 255-P: Agora só dar uma passada no Colorado e já era.
Naej: Acho que vou ficar um pouquinho.
O grupo: QUE!?
Naej: É um dos poucos universos, senão o único, que eu vi que minha mãe ainda tá viva, então eu quero aproveitar a chance pra poder ver ela por mais tempo.
Sia: Ah, então o que a nossa Tifanny disse era verdade.
Tifanny DG89: Oui, ma maître.
Sia: Certo... Tifanny paralela, você vai ficar um tempo aqui também?
Tifanny 255-P: Acho que vou com meus filhos pra lá, aí o Naej chama vocês pra irem pro nosso universo.
Freddie e Lisania: Fechado.
> espaço sideral; Universo 255-P
Senhor Stanley tomou um tempinho em sua casa, inclusive pôde jogar um pouco de Luscious em seu Max Train X, foi uma experiência bem dinâmica, já que depois de tanto tempo investindo seus dias, juntando 10 horas diárias em 4 empregos por aí na galáxia, ele não se sentia disposto o suficiente pra jogar, mesmo com tempo de sobra, mas o bom é que ele pôde rever alguns webamigos de outros países de Stereo, e alguns de outros planetas ainda mais distantes, e eles, em vez de participarem de uma campanha de FPS ou de RPG de Tabuleiro como de costume, eles jogam numa campanha de Sandbox, em que eles ficam spawnando alguns bonecos, ou desbloqueando outros que não usaram antes a partir dos créditos próprios daquele jogo, editavam o mapa em que estavam, e acionavam a função de "Cinema", em que podiam gravar cenas com os bonecos que tinha.
Dennis Kameron, enquanto isso, esteve em uma expedição espacial com algumas naves, e encontrava um planeta com vida inteligente não afiliada à Agência, e a analisava pra ver se ela algum dia já foi vista antes, porém, ele foi pego por Ragnar Turimbar Starion, que o captura e o enfrenta usando sua mais pura força, somado com uma força telecinética vinda de uma magia especial capaz de controlar e pressionar o espaço.
Dennis: Aaargh! Mas o que?
Ragnar: Achei que me deixariam em paz depois do que eu já fiz pra vocês.
Dennis: Quem é você? Espera... Ragnar?
Ragnar: Acho que não nos vimos o suficiente, mas vocês me rotularam como um pirata justamente por eu não ter nenhuma ligação com vocês e nem com quem comprava o que eu encontrava antes no espaço, bem... vamos conversar.
Os soldados das naves, que eram, em vez de seres vivos ou robôs comuns, versões de calibre menor da armadura principal de Dennis, programadas pra o seguirem e protegerem, o cessar-fogo é acionado e eles conversavam pra entender o que estava acontecendo.
Ragnar: Eu era só mais um, sabe, nada pretencioso, mas vocês sabem como costuma ser um governo com base pública, vocês cobram muitos impostos, e prometem tanto fornecerem seus serviços em troca, mas... que serviços?
Dennis: Serviços? Aqueles como saúde, resgate, internet galáctica e viagens seguras?
Ragnar: Acho que isso foi em 2250, e você não tem cara de alguém que vi dessa época, vocês cobravam caro e tinham leis péssimas que acabaram com a minha vida.
Dennis: Hmm, é mesmo, inclusive, pra alguém com ódio da onde eu vim, fiquei surpreso em você não cogitar me matar mesmo com a cara livre pra isso.
Ragnar: Não te culpo, talvez você só ouviu falar de mim por causa da minha lenda, eu mesmo vejo ela, o Pirata Das Estrelas, mas agora a gente se encontrou, talvez você tenha visto isso em algum lugar.
Dennis: Cara, parece familiar mesmo, tipo um clichê tão diluído em histórias que eu assistia na Terra que não sei dizer quais séries exatamente já usaram.
Ragnar: Asgard tem desenhos ditos muito 'clichês', mas que vocês da Terra gostam.
Dennis: Você é asgardiano? Eu não reconheceria tão fácil.
Ragnar: Aesir são bem mais fortes que vocês, você tá com um monte de metais no corpo, mas eu acabei com você tão rápido, apesar de não ter a ver com minha força, mas bem, espero que a gente não se veja, vai ser perigoso pra você e seus colegas.
Dennis: Certo...
Dennis, constrangido, ia junto com suas tropas de volta a suas naves, e em seguida, iam pra uma próxima rota.
> Oceano Pacífico.
Amai viajou pelos oceanos ao lado de Lucas, Takeshi e Gabriel, que a levaram pra um arquipélago dominado pela pirataria, incluindo a liderança de Ras Tragedovski, um sérvio terrorista que operou com essa tal pirataria, e então, com ajuda de Vitoria Flandre inflamando as emoções do grupo pra lutarem com mais vigor, e da Seraphina Isolti, que se transportou com um portal da Contra-Terra aberto por Amy Zonia e Bugeshi Onna, e seu exército de entidades da floresta, o grupo foi enfrentar eles considerando que a recompensa por Tragedovski era milionária, assim como o que eles encontrariam por lá seria útil pra equipe.
Lucas usou sua telecinese pra lançar seus inimigos pra longe, e a arte Legword pra abrirar com a força de suas pernas alguns obstáculos, Takeshi abria portais para o Kyūhaku para, junto com Vitoria que usou sua magia pirocinética eliminar monstros mais fortes, e suas habilidades táticas pra resgatar os civis da ilha, e com o Gabriel que usou a sua magia que controlava o vento para trazer nuvens e induzir uma chuva, concentrando elas ao ponto de condensá-las, o que desaba as casas agora evacuadas por Takeshi e Vitoria, porém, Ras não foi visto depois daquilo.
Gabriel desfaz a chuva ao abrir o céu enquanto o Lucas, a Amai e a Vitoria levavam as pessoas pra praia, por onde poderão reconstruir os barcos dali e usar pra levar os civis o suficiente. Enquanto Gabriel e Seraphina procuravam Ras por aí nas matas abertas e secas, e Takeshi operava no submarino, guiando a equipe a irem a uma área segura no Pacífico, o próprio Gabriel sentia um cheiro estranho, era um cheiro de coisa morta e podre, mas ao mesmo tempo, quando eles iam chegando mais perto, não era algo nem animal e nem humano de algo a muito tempo falecido, mas era possível ouvir o som das moscas de não tão perto.
Havia uma entidade maligna formada dos corpos abandonados na ilha, como um fantasma furioso que segurava aquela biomassa como uma grande couraça, e era o grande terror da ilha, e que Gabriel e Vitoria tinham dificuldades em deter aquela coisa, embora usassem o fogo de Vitoria e os ventos de Gabriel para secar aquela coisa, a rachando em pedaços menores e revelando uma essência sombria que eles só podiam ver pelos sentidos mágicos, mas era algo como vários rostos tristes, irritados e assustados, sejam essas expressões separadas entre os rostos, ou ao mesmo tempo nos mesmos, e que com uma força negativa os jogava pra longe entre as árvores, os batendo com força, seja entre os galhos, os troncos e o que quer que tivesse pendurado entre eles, mas Gabriel, rápido pelas pernas e impulsionado pela sua magia na pele, resgata Vitoria, e ambos fugiam do espírito misto, que era levemente atingido pelos raios solares que vazavam entre as folhas, e Gabriel rastreava o possível com a sua Técnica dos Seis Olhos, , até eles chegarem à clareira da base agora desmoronada, e o espírito, somando o sol mais aberto com a vista do causador de sua forma destruído, ia desaparecendo, se transformava em uma luz verde e amarela, e se dissolvia como pequenas borboletas, após saírem daquela forma de um enorme monstro de caras humanas.
Depois disso, eles conseguem chance de seguir o resto do grupo, Amai já tinha criado golens de uma energia verde sobrenatural pra dar espaço pro que ia fazer, que era ajudar Gabriel e Vitoria na ilha, sabendo que aquilo estava demorando tanto, mas em contraparte Isolti, que tinha saído de um dos barcos e corrido na água, energizada pelas peças de ouro do seu corpo, em seguida voltava, segurando os dois pelas mãos com a devida força, depois deles voarem até ela, a Vitoria com um disco flamejante com propulsão elemental, e o Gabriel voando sendo segurado pelo vento que controlava, e encontrarem ela, que os leva até um dos barco e os lança pra que os golens de Amai os agarrassem e levassem pro convés.
No fim, todo mundo saiu ganhando, menos Ras, que além de perder a sua tropa e o que ele acumulou, foi pego por aquele espírito.
Continua>>>
Star Fire
> 22/11/2271; espaço sideral; Universo 255-P
Senhor Stanley teve de chamar uma equipe técnica pois houve uma falha nos setores maquinários das fábricas de Plambers da Vegsir, e pela boa reputação da Vegsir (mesmo com suas falhas econômicas e táticas do passado e suspeitas de algumas mãos de obra não-estereanas serem consideradas escravas, algo que foi desmentido com o tempo por causa da relação do salário parecer baixo pra povos como Stereo, mas elevados pra planetas como Ster IV e Gshu Vivi-C, e também a boa condição dos trabalhos, como direitos a férias remuneradas, mesmo ritmo de trabalho e saúde impecável), eles tiveram direito a uma equipe hunkaliana, considerada a melhor com equipamentos técnicos, e nesse caso houve ajuda física de três Elcsum, junto com a mão de obra mais delicada e sofisticada dos hunkalianos, com ferramentas comuns mais especializadas, e o uso de um Grifo Intermagnético para formatar o software das máquinas.
Porém, Stanley ficou doente, com uma espécie de úlcera devido à sujeira do ambiente em que estava, e pelo ocorrido, uma secretária e sua tecnologia de limpeza e saúde foram acionadas, enquanto Stanley aproveita o fim da estadia para ver isso num médico, ainda em Hawtália, em que, depois de um exame, a úlcera podia ser uma infecção espacial limitada, e que, pra acelerar o procedimento pra uma hora, sem nenhum grande dano, uma operação de Hidroterapia, com um banho de banheira bem simples junto do uso de uma Ulbra Solar pra sua função de controle de água, e algumas ervas médicas naturais, o Stanley estava bem de novo, antes mesmo daquela úlcera chegar em seu pulso.
Claro que o médico, um Macanem sério e velho, que quando foi examinar a tal úlcera parecia que deu uma surra no Stanley de tanto que doeu, com essa ulbra já poderia controlar a água nele mesmo pra, fluindo sangue o suficiente, ou fechando pela própria pele, eliminar a ferida aberta e fagocitar a sujeira, mas a infecção, em poucas horas, estava começando a ficar grave, e operar sem a banheira iria exigir mais do que a tal Hidroterapia, mas fora isso, foi bem relaxante pro Stanley ele estar imerso naquela água verde médica, vestindo apenas uma sunga que lhe foi fornecida pra usar durante a operação.
> San Pedro, Nova Colúmbia; Universo DG98.
Tifanny e seu grupo levaram Tifanny e Naej do universo 255-P pra verem uns colegas em San Pedro, enquanto Jane e 8Mike foram ver no Colorado a mãe do Naej desse mundo, Judith "Judge" Galdrich, que além de estar viva, é uma das feiticeiras guerreiras de Muramasa, em contraste ao Naej ser um mercenário que conheceu o homem-porco-esqueleto, e embora ela seja bem bonita e uma mãe excelente, cuidando inclusive do 8Mike se dando bem com essa Judge, a Jane até se sentia aliviada pela Judge, diferente da Tifanny, Maize e Sugar, não estar constantemente com aquela uniformização de tão mínimas roupas, mas sim com uma roupa mais normal, e Jane... meio que sentia pelo Naej a tristeza de não poder ver a sua avó, e a mãe de seu pai, no universo de origem dela.
Judith: O que foi, docinho?
Jane: Você lembra as fotos que sobraram da minha avó no meu mundo, e... *sniff* Me pergunto o que ela faria se estivesse viva ainda.
Judith: Você sabe como eu do seu mundo morri?
Jane: Meu pai disse que é aquela tal doença de Galibfield, que... EU ODEIO MUITO, ODEIO, ODEIO, ODEIO E TENHO MUITO MEDO!
Judith: Ah, oh, calma, docinho, eu sei o que você sente, e... eu conheço essa doença, deixa eu te explicar mais.
> 15/02/2249; Manhattan, Novíssima Iorque.
Os Galdrich-Albakar nunca tiveram uma moradia fixa, eles sempre se mudavam com base nas condições econômicas e nas oportunidades que as cidades, porém, Thomas Albakar estava trabalhando para uma equipe de mercenários, antecessora da Gray Flay, porém, ele foi pago para uma missão muito atroz, em que ele precisaria matar Judith Galdrich em troca de F$ 25.880,0,0,0 (vinte e cinco mil, oitocentos e oitenta fixitaus, em uma época em que os Fixitaus estavam valendo 6,49 dólares), e para isso, ele comprou uma amostra de Febre das Montanhas, ou Doença de Galibfield, porém, uma interrupção aconteceu.
Muramasa desse universo viu isso em vários mundos e, de um jeito ou de outro, trouxe uma vida, por mais que superadora, ainda traumática pra Naej, e somando o custo da criação de um herói com a falta de ética em tamanho uso dessa arma, ele teve que agir, e com sua katana, decapitou Thomas Albakar, e com runas flamejantes, explodiu o corpo e a cabeça pra que não sobrassem vestígios, e o frasco com aquela coisa era absorvido pela escuridão de dentro de Muramasa, apagado por completo, não visto nem no mundo normal, nem no reino escuro, e nem em outros planos.
> 22/11/2271; Pequena Washington, Colorado.
Judith: Muramasa me salvou de algo que eu nem sabia que era possível, e como gratidão pedi pra seguir ele dali em diante, acertei muito.
Jane: Bem... mas e o papai?
Judith: Se formou no M I T, e ele tá ajudando o Muramasa em Las Vegas.
Jane: Interessante, então a minha próxima parada vai ser lá, vó!
> San Pedro, Nova Colúmbia.
Voltando ao foco que é o grupo das Tifanny, elas conversavam com a Lisania, que nessa história, além de herdar a Biblioteca Redton totalmente porque a Jessee faleceu por causas naturais da idade avançada, nesse universo ela tem três filhos: Talzone♂, Megiana♀ e Pisa♀, que são filhos dela com um humano de San Pedro, mas que depois que eles cresceram ele não foi mais visto.
De qualquer forma, Trichina Brooklyn e Enna Suspiria estiveram juntas lutando contra uma espécie de horda de entidades das trevas, como os greymandis e algo semelhante a uma nuvem de gafanhotos, porém de anões com asas similares às de libélulas e um corpo mais fino, e aquilo era bem difícil e, diferente de como é no universo 255-P, elas não têm ajuda do Rekko Pemco, que não teve motivações pra ir à Terra, ainda mais pra ficar, mas ao menos a família Revolus chega a tempo.
Fred surge criando uma pista com aquele fluido de limpeza que, escorregadio, fazia os greyomandis perderem controle de seu giro, e Sia, que nesse universo tem seu poder de rastrear e controlar sorte pela magia que aprendeu com Muramasa e as deusas do amor, inclusive assim como Tifanny usando aquelas vestes que mostravam bem o seu corpo, usava os caminhos da sorte que ela controlava pra fazer os greyomandis tanto se colidirem, explodindo pela energia excessiva, quando atingirem e desenformarem aquelas nuvens de anões enlouquecidos, e Lana cria, a partir de seu portátil, uma mola pra que Raggin salte e, lançando um shuriken do tamanho dele, criado pelo Oliver com o seu poder de origamis com vários papéis grandes dobrados em forma de estalos poderosos, combina com aquele seu poder de calor explosivo, e uma mera explosão sônica que arrebentaria mais eles ainda, virava uma bomba flamejante que elimina todos, até sobrar só um.
Pode não ser intimidador uma elfa linda com o corpo a mostra, só de luvas, botas e gargantilha, além das peças cobrindo os seus peitos e entre as pernas, em cor verde, mas ela ainda tinha um ar de autoridade e, segurando aquele anão, o interrogava.
Sia: Muito bem, o que vocês tentaram fazer por aqui?
O anão: É-é-é...
Sia: Vamos, responda.
O anão: Nós estivemos ativos desde quando Ares esteve desaparecido! Mas e agora? Vocês nos destruíram, e agora?
Sia: Bem, acho melhor você volta pra onde você veio, e alertar seus superiores do que aconteceu, pra mostrar que, com os Revolus, nós mesmos, não tem como brincar.
Sia olhava o anão de cima a baixo, e o anão, se soltando, voava pra longe antes de jogar uma joia branca no ar e, entrando num portal sombrio, desaparecer, e Sia, virando pra seus parentes e suas colegas em uma pose elegante, chama eles pra se reunirem de volta ao centro da cidade, mas Justin avisa eles de que a Lisania está os chamando de sua biblioteca, e parecia importante e de prioridade ir visitá-los.
Justin: Mãe, mãe! A mestra Lisania tá chamando, temos que ir!
Sia: Lisania? Fazia tempo que não recebíamos chamados dela. Trichina, Enna, vocês vão na frente, preciso primeiro agendar com a Emilly quanto ao ocorrido, posso ter visto um tal de Ares muitas vezes junto com o Muramasa e a Judge, mas esses seres parecem novos pra mim.
Freddie: Eu acompanho, querida.
Sia: Como quiser, meu reizinho lindo~
Justin: Certo, Raggin, você dirige?
Raggin: Acho que você já tá grandinho o bastante, se quiser eu vou só te guiando.
Justin: Sério!? Obrigado, obrigado!
Lana: Aí, antes disso, vocês podem me levar ao Bruno? Tô indo mal nas matérias de física e mecânica, mesmo precisando muito aprender sobre isso.
> Reino Vermelho.
Kriitanatis e Amolafu estão lutando usando espadas similares a lâminas velhas de ferro, com pressão que movia o espaço na dimensão e parecia deixar tudo tão irregular, como se o caos absorvido pelos demônios-vermelhos fosse desperdiçado, absorvido por eles, porém usado contra a própria dimensão vermelha, até que, cansados, eles explodiam em fortes chamas vermelhas e moleculares, e a partir do pó da explosão, sobravam apenas os filhotes deles mesmos.
> Universos 210-P, 255-P e 300-P
Algo parecido acontecia nesses universos, embora esse caso só tenha sido interrompido por Julistaunia, prima de Pattarak que esteve mais ativa na dimensão vermelha, enquanto Pattarak esteve por aí no mundo material fazendo suas experiências com o Caos, e no caso de Julistaunia, uma demônia-vermelha muito energética e confiável, compensou o pouco poder inicial com a própria capacidade de absorver energia do caos dos outros vermelhos, o que a ajudou a ter vantagem naquele mundo, e depois de muito tempo, ela teve amizade de Emarili e Julirahi, e as convenceu de que, mesmo que os demônios-vermelhos não precisassem interferir no mundo material, e que aquilo seria arriscado, alguns membros dessa espécie como a família de Pattarak e Julistaunia tinham uma motivação autruista pra lutar pelo bem do universo em que eles se alimentam.
Emarili: Aqueles dois tavam com nada mesmo.
Julirahi: Talvez o tal Pat pode ter um ponto em defender o mundo da matéria, mas sabe... se a gente se alimenta do mundo onde eles vivem, pra que proteger?
Julistaunia: Acho que ele nunca explicou isso porque vocês mal o deixavam explicar, mas eu vi muito disso na Terra, às vezes a pessoa compra um porquinho, cuida bem dele, o deixa limpo, o alimenta bem, mas quando o porco cresce depois de um tempo, ele é assado e devorado.
Emarili: Sinistro, mas... então quer dizer que é válido cuidar do mundo material pra mantê-lo dando energia pra gente?
Julistaunia: Não só válido, como também uma ótima opção.
Julirahi: Sabe, Julistaunia, eu subestimei demais o seu clã, desculpa.
Emarili: Eu também.
Julistaunia: Não vejo problema nisso, mas acho que agora é só seguir em frente.
> Matriz Dimensional Ômega; Multiverso.
[Pra quem não tá familiarizado com os trechos dessa camada dimensional, tentem grifar os textos abaixo, eles estão invisíveis para a nossa dimensionalidade natural einsteiniana]
Foramin: Espera, o que? A gente tá de volta? Depois de quanto tempo? No canônico só foram uns meses porque o narrador teve que fazer as aventuras tudo colado, mas pra mim foi uma eternidade!
Losui: Pra mim passou basicamente tempo nenhum.
Foramin: Mas, caramba, tantos universos, e eu não cogitava que ele ia falar de um em que as mulheres mais poderosas e mais bonitas... lutam quase peladas.
Losui: Bem, é válido, afinal, um multiverso que, nas dimensões naturais einsteinianas, é infinito, haveria uma chance disso, e na hora de uma narrativa por entretenimento, também é válido, garotas bonitas e apelativas vendem de mais.
Foramin: Mas e quanto à complexidade dessa história?
Losui: E daí? Mario, Sonic e Doom têm nenhum dos dois e são símbolos no mercado dos jogos.
Foramin: ... Aí eu perdi no argumento.
Continua>>>
02/04/24
Depois Daquela Viagem
> 21/11/2271; Quetzalcoatl, México; Universo 255-P
Sunny: Eu não acho que essas partes mecânicas combinem em mim.
Isabella: Relaxa, é temporário, mas com o tempo dá pra acostumar, afinal, se só com músculos vocês eram tão fortes, imagina com esses braços, a perna ainda via tar pronta daqui a pouco.
Maria B: Listisimo! Aurora, você ficou muito irada com esse braço, señorita Aurora.
Aurora: Ah, é... obrigada, Maria Bonita, e a propósito, Peliroja, aquela sua prima vai voltar?
Isabella: Depende se ela tiver a fim, talvez nem todos estejam preocupados com esse fato.
Aurora: É uma pena, sério.
Rihana: Aqueles meninos de Deming também parecem que só vão voltar se tiverem alguma prioridade por aqui, mas diferente dela, que sabemos que o clã americano mora na Flórida, e quanto aos meninos humanos com poderes no sangue?
Isabella: Talvez uns amigos americanos meus saibam, mas relaxem, eu tenho o contato do Muramasa e- Oh... o Muramasa que eu tenho aqui não tá mais entre nós, e o outro que me visitou assumiu que era outro, mas espera, Dragondorf, Charles, acho que o Alyx, ele sempre quis conversar com as modelos da Arôme, então acho que posso negociar com ele.
"Querido Alyx, com quem tenho esse contato por causa de umas amizades em Albuquerque, poderia me dizer onde moram humanos que têm poderes naturalmente? Sem magia? Sem energia externa? Aqueles que, assim como eu, têm poderes naturalmente?"
"Espera, ISABELLA DERMURER???"
"Sim, desculpa por te incomodar, é que eu preciso saber se vocês têm contato com aquele garoto que solta teia, afinal, diferente de vocês de Las Vegas, eu não tenho contato suficiente com ele, e não acho que ele ligue muito pra mim"
"DEIXA DISSO, MIGA!!! Enfim, ele e seus comparsas são de Deming, cidade vizinha, se quiser pode ir lá conversar com eles"
Isabella: ...
Julie: E então?
Isabella: Falta pouco, é... Ok, é em Deming, David, você vem comigo. Os Redlar, todos na disposição, e Rihana, se possível podemos conseguir algum poder legal por lá, se prepare.
Rihana: Si, señora!
> Liberdade, Novíssima Iorque.
Na cidade de Liberdade, havia uma espécie de palestra política de um partido extremista anti-mágico, que acredita que a magia é demoníaca por "perverter a realidade por motivos egoístas", porém, eles também acreditavam que os mutantes de Deming tinham suas forças e poderes por magia e, pra eliminar ambos os magos e os mutantes, esse partido criou uma startup de Soro da Pureza, que poderia eliminar a magia e, consequentemente segundo eles, a genética mutante deles, e que eles iam mostrar o soro em ação, injetando em um mago azul que eles capturaram, porém, tudo era interrompido, vários ventos fortes atrapalham a palestra e até mesmo levavam o mago azul amarrado e mordaçado pra longe, e o mago era pego por um grifo montado por Garen Safiris, que também preparava uma flecha flamejante pra explodir o palco.
As câmeras gravavam aquela bagunça, e o Piccu aparecia, esticando-se pra ir mais longe e mais rápido, e depois voltando à sua forma normal, e ele se pronuncia quanto ao que aconteceu.
"Pessoas podem se machucar por causa de ideais como esses, assim como muitas também podem ao serem combatidos, mas um lado ou outro inevitavelmente irá se machucar num processo como esse, mas por favor entendam, o mutanticismo é um mito, mutantes não são humanos doentes, assim como magia não é algo maligno, pelo contrário, é comprovado que o poder dos demônios pode ser tudo, menos da mesma origem que a magia humana, e o fator mutante deveria ser melhor visto"
Os holofotes viravam a favor de Piccu por acharem o monólogo interessante, assim como o Piccu esperava, afinal, ele precisava primeiro interromper aquele discurso de ódio, mesmo que fosse arriscado, pra depois abrir espaço pra sua correção, assim como ele poderia transmitir sua mensagem de empatia pelos diferentes.
"Ser diferente não é errado, e não há uma força errada quando todas estão fazendo o bem de seu próprio jeito, nós, monstros, mutantes, eugenéticos, elfos, somos como qualquer tipo de ser vivo, nós nascemos de algum lugar, e temos nossas vidas, direitos e reações ambientais naturais, e pregar pelo que é certo com base no corpo e nas diferenças, e não na ética e na moral, foi a maior fonte do que o ser humano e seus aliados já fizeram de danoso, não só pra nós, mas pra eles mesmos e pra natureza... Obrigado"
Robert era o mais próximo daquela palestra em relação às pessoas as quais você pode ter memorizado bem, e que são de Liberdade, e ele estava antes confuso com o monólogo anterior, depois, assustado com o ataque, e depois, convencido da mensagem nova, e resolve conversar com os outros, no Bar'A, sobre o que ouviu.
> espaço sideral.
Saraiana: E-espera, então o senhor já sabe?
Tee T: Pra falar a verdade, senhora, pra mim já tava óbvio, o seu cheiro, bem, como eu poderia dizer sem ser grosseiro, você não cheira como as moças de Pessach.
Saraiana: E-eu tô fedendo?
Tee T: Não é o caso, consigo reconhecer os hormônios de qualquer um pelo aroma, inclusive as Ventans do meu planeta gostam dos homens por acharem testosterona no odor deles.
Saraiana: É... poderia por favor enterrar o assunto?
Tee T: Certo, o que falta aqui no estoque.
Saraiana: Vê se a sessão dos metais tá devidamente preenchida.
Tee T (depois de sair e voltar tão rápido): Voltei, tem um espaço faltando principalmente pra aço alfa.
Saraiana: O senhor quis dizer aço estelar, não?
Tee T: Sim, aço estelar puro, e vi também a Ultra por onde vamos levar isso tudo, as luzes tão falhando na praça de alimentação.
Saraiana: Certo, pode ir na frente, eu cuido disso.
A algumas galáxias de distância, Kenokoro tá começando a se preocupar porque, além dele ter perdido muito de suas tropas que eram pra cercar e espionar as operações de combate da Via Láctea, uma frota inteira está indo em direção dele, e claro, em um equivalente pra nós em horas, mas que pra eles foram dias, houveram preparações pra ambos os lados, e mesmo havendo baixas de ambos os lados, os soldados abatidos da Agência Galáctica dos Humanos puderam ser ressuscitados por seus clones de emergência, e 04 e 05 foram se responsabilizar por cuidar deles até que seus corpos estivessem habilitados de novo, e umas férias foram programadas pra se desestressarem e se readaptarem às suas famílias.
Muramasa e Tai Tifo não foram mortos, mas diferentes das outras tropas, não estiveram me naves pra voltar em segurança, e ficaram um tempo lutando e sobrevivendo nas selvas estranhas daquele planeta, com plantas tentaculares e grudentas, serpentes com línguas afiadas e pele escorregadia, ou aracnídeos cuspidores de ácido e que lutavam nas águas, todos eram fáceis de serem derrotados e superados, alguns viraram comida pros dois, que inclusive tiravam um tempo pra conversar.
Tai: Sinto muito por te subestimar, Muramasa cego.
Muramasa: Para de me chamar de Muramasa cego, eu ainda sou o Muramasa, e aliás, é uma pena eu não pensar num bom adjetivo físico pra você, afinal, só te escuto, irritante às vezes, diferente dos caras e moças gentis que 07 prometeu que são o padrão de Coração, um povo pacífico.
Tai: E eu achando que você ia me reconhecer por eu ser menos 'gentil'.
Muramasa: Não leva a mal, eu ainda tô puto com o tanto de tempo que desperdicei lá na Terra, não tendo a mesma experiência que a versão que vocês respeitam mais e- CUIDADO!
Muramasa e Tai Tifo tinham que fugir de uma criatura bem maior e mais medonha, que aparecia na escuridão, e só era possível ver seus olhos brilhantes, e sua voz era bem baixa, mas o Muramasa reconheceu primeiro justamente porque até sussurros a quilômetros dele podiam ser de mais pra ele, mas mesmo quando a criatura os acha e tenta atacá-los, Muramasa a atacou com sua lamparina, e Tai com flechas de energia similares aos dos magos do planeta prateado.
Shiro e Otasha estiveram ajudando a Armada Galáctica na vigia especializada na Via Láctea, enquanto a equipe de gestão não perdia as suas operações, como as Ultras da logística da O&S entre as estrelas, e melhorando a performance do scan e dos computadores da Armada com a Chave Mestra, Shiro acha uma falha que estava impedindo a tecnologia deles de rastrearem uma ameaça gravitacional: Um buraco negro hipermassivo que estava crescendo mais e mais, devorando planetas junto com suas estrelas, e destruindo até mesmo uma região que, embora não estivesse ligada nem à O&S ou à Agência, eliminou todo um povo que poderia ter um potencial civilizatório comparável ao das civilizações integrandes, e então, o Thor galáctico foi mandado pra essa operação.
Poseidon, com sua nave viva extremamente potente, chamada Pegasus, uma nave similar a uma gigantesca Marrella castanha de olhos vermelhos que viam como lentes, e todo um sistema cibernético, tecnológico e mecânico junto a seu corpo, considerando aquela criatura um ciborgue, pro controle de Portões de Partida e armamentos que tornam a criatura em um combatente, eles conseguem alcançar essa anomalia, e aquela força cósmica esférida era imensa, e Cefallux, assim como Isabella pode assumir velocidades supersônicas ao assumir propriedades do som, dava a Pegasus a velocidade da luz, ao tornar a nave viva rápida e leve como tal, combinado com o controle dos Portões, o que fazia a criatura rápida, além de estar comparável a um táquion, em que a distância que ela percorria, não só parecia, mas realmente era alcançada em segundos, também ter um controle sobre o tempo que tirava a força do buraco negro, que expelia o que absorveu pelo quasar mais brilhante nunca antes visto naquela galáxia, enquanto Thor, saindo das placas ósseas de Pegasus, lançava seu martelo, que diferente do Thor asgardiano, não era Rubimanto puro, era normalmente uma arma com muita condutividade elétrica, geralmente de aços modernos, mas sua versão atualizada tinha toda uma estrutura de metal rubi-25, junto com um motor de gravidade similar às armas gravitacionais comuns, o que será útil para, quando lançado, o martelo partir aquele buraco negro, rasgando a singularidade daquela estrela titânica engolidora de constelações, e emitindo ondas gravitacionais que os lançavam pra lugares tão longes, que era necessário ajuda de 02 para rastrear eles.
Continua>>>
01/04/24
Projeto Dream, episódio 294
[Não tenho a menor ideia de como eu trollaria vocês por algum episódio, mas agora que tá tudo resolvido até agora, vocês meramente terão um episódio mais leve e divertido pra um dia de brincadeiras]
> 20/11/2271; Castaños, México; Universo 255-P
John Parker esteve junto do grupo da D.R.V.G., um pouco depois de interagir com eles e, tendo um entendimento mais direto com o David quanto à La Lanza Roja, em que ele esclareceu que no momento esteve separado de ambos La Lanza e o construto de Piccu, em que além de ajudar a Isabella e as gêmeas, que infelizmente ele descobriu o que aconteceu com a Sunny e não pôde fazer muita coisa além de desacelerar o processo de deterioração que ela passaria, o que deu tempo pra ela ser revivida, e também eles conversavam sobre a Rihana.
John: Alguma novidade sobre aquela mulher? Ela disse que precisava do meu poder emprestado, mas... eu ainda tô normal, sabe?
David: Ela deve ter replicado alguma coisa sobre teia que eu viu você fazendo, mas ela disse que volta logo.
Rihana: Oi, gente, precisavam de mim?
John: No caso eu precisava saber o que você foi fazer.
Rihana: Venha comigo.
Rihana estava com aquela Femmesuit especial dela como advogada, mas a mão esquerda que ela usou estava sem a luva, que ela guardou numa bolsa, e ela mostra algumas áreas de Castaños que ela ajudou a equipe a reconstruir, combinando a teia do John Parker pra colar alguns escombros, algo como o que o John já fez só que em prédios que faltavam embora sozinho, com a força, velocidade e faro da Maria Bonita, que ela usou mais pra achar esses setores em um bairro menor.
No entanto, Axola estava desaparecido, peculiarmente bem, mas ainda se sentindo sujo pelo que ele fez ter sido grave, enquanto Paulina e suas sete companheiras estão viajando pelo México, além de buscar a partir dos dados por onde ele pode ter passado, e mesmo tendo o achado, ainda escolhem o levar em segredo pra base, pra familiarizar e ajudar ele dentro da base deles em Monclova, fora isso, a prima americana de Isabella, Sabrina Dermurer, só esteve junto de alguns colegas da D.R.V.G. enquanto ligava pra prima.
Sabrina: Oye, prima, acho que aqui não tem mais nada.
Isabella: Pô, passa um tempinho aí, e mais, evita ficar com essa jaqueta, porque só aqui na praia já tá muito quente.
Sabrina: Isa, a gente aguenta calor, somos de continente separado mas somos Dermurer, a gente aguenta o calor.
Sabrina coça o olho e, sem querer, tira uma camada de pele da sua cara e... ela deixa o celular na mesa enquanto tirava o lenço vermelho do seu pescoço, as luvas e a jaqueta, pra tirar o que continuava daquela pele, e ela se sentia... mais leve e limpa.
Sabrina: Mas aí, aqui tá bem menos frio mesmo sem ar-condicionado. Ei, gente, por que aqui tá frio?
Giulia: Ah, tá incomodando?
Genny: Ah, é... Desculpa.
Sabrina: Pra falar a verdade tá ficando ótimo.
Sabrina saca uma nota de 10 dólares terra-americanos, e isso lhe deu uma dúvida.
Genny: Pra que?
Sabrina: Pra continuar o ar frio.
Genny tinha uma ideia, e trocando aquilo num banco ela conseguia 3.619 pesos mexicanos e, sem muita ideia de com o que gastar, volta pro bar em que estavam e ia comprando vários refrigerantes e sucos locais com o bartender, e bebendo tudo muito rápido, Sabrina ficava curiosa com o que ia acontecer, mas não interferia, em vez disso, ela ia até a Sofia, a guarda-costas especial da D.R.V.G..
Sabrina: Aí, eu tinha medo de você, mas admito, você é bonita.
Sofia: Séria mesmo? Sabe, eu também te achei bonita, ja? Mas nossa, você é muito pahrecida com o minha chefe.
Sabrina: Somos primas, o meu pai é irmão do pai dela que era rei no tempo que eu nasci, mas acho que isso não importa.
Sofia: Ah, pois impohrta muito, gahrota, o que acha de...
O bar foi muito congelado, com neve e estalactites entre os lugares, Sabrina e alguns reptilianos do local passaram mal, mas teve tempo de tirar eles dali, e Sabrina foi ver o que aconteceu, então a Genny assumia o que aconteceu.
Genny: Ah, eu me empolguei, então... aqui tá o troco.
Genny Ladina entrega à Sabrina um bolo de notas equivalente a 2960 pesos mexicanos, ela não entendeu muito, mas só voltou ao bar pra tentar conversar com a Sofia, enquanto colocava as peças quentes da roupa de volta já que agora ia precisar.
> dimensão dos monstros.
Tifanny e Naej pegaram da nave uma arma de portais própria que eles usavam pra ver a dimensão do Hematon e Fortrex, dessa vez pra rever eles uns dias depois do ocorrido anterior, enquanto Jane e 8Mike iam ver os amigos de infância em Albuquerque, e enquanto Aika cuidava fofamente do 8Mike e até contava histórias de sua família, o Yuri jogava Night Star Season no Gambox Player, um jogo de RPG com tema espacial e galáctico, com a Jane, e Joseph revia a própria Licia e eles tinham até uma lua de mel durante aquela reunião de amigos.
No meio de campos cinzentos em um céu por onde os rios fluíam como uma espécie de aurora em brilho azul, com brilhos que pareciam estrelas, mas eram os peixes que nadavam por lá, havia um túnel que, cruzando de dentro de lá, Tifanny e Naej encontram uma metrópole liderada por anões que andavam entre as ruas tão pequenos e saltitantes, e mandisistos giravam em setores maiores e mais espaçosos. Passando um tempo ali, eles conversavam com os anões e mandisistos, que lhes lembravam como eram na Terra, mas então um anão trompa com o Naej e tentava discutir com ele, o xingando muito, mas o baixinho o dá um chute tão forte que o joga no video de um prédio, um anão daquele prédio sacava uma espingarda de raios e tentava atirar nele, depois a Tifanny troca golpes elétricos com aquele anão e mandisistos distorcidos e sem mente chamados greyomandis tentam os atropelar, mas o Naej os segura com barreiras de Chi e também um breakdance que lança todos aqueles pra longe.
Quando eles menos esperam, uma anã corcunda com chapéu de frutas surge e usa uma magia de duplicação e, carregando um martelo 15x o tamanho dela, os esmaga, e depois, eles estão em uma sala muito amarela, entre as paredes, chão e teto, e então aparecia a Fortrex com uma camisa social branca e saia preta bem justas, eles estavam sem entender nada, mas pelo visto a ideia coletiva dos monstros deu certo, já que eles chamaram os dois devidamente.
Tifanny: Ok, o que isso significa?
Fortrex: Ah, eu e o Pyrman íamos mostrar como tavam o multiverso. Sabe aquelas garotas que tavam com vocês? A gente pode ir ver bem mais coisa do que tem aqui, e mais, elas deixaram presentes pra vocês.
Tifanny e Naej: Bora!
> Albuquerque, Novo México.
Duas bananas bem picotadas, 1 caixa de leite e meia laranja, essa era uma receita caseira que a Licia aprendeu provisoriamente em casa, e o Yuri tava indo muito bem no Night Star Season com o personagem hunkaliano dele, enquanto a personagem elfa da Jane estava muito pra trás na campanha, mas ao menos era logo a Jane que ficava usando os itens que os dois acumularam nas side quests, que eram tantas que os dois esqueceram da campanha principal, já que esse jogo, além de ter 365 side quests e 1000 missões terciárias, podem surgir outras missões de forma adaptativa e espontânea devido à inteligência artificial do jogo, que quase beirava toda uma vida independente por ali.
Mas algo estranho acontecia: Um piscêtropo distorcido, em forma de uma grande enguia humanoide, mas com tentáculos de polvo profanas, que carregavam uma energia cósmica bem pesada, que só pela exposição àquilo as pessoas ficavam com medo, envergar a entidade doía nos olhos, e ainda antes do grupo de Jane e seus amigos ver o que tava acontecendo depois de um tremor anormal que acontecia em conjunto, o piscêtropo era atropelado por um carro, em reação do motorista após a exposição.
Jane: Espera, o que tem com aquele cara?
Licia: Não sei, e precisamos tirá-lo daí antes que vire um problema.
Aika: Não vai ser difícil.
Licia usava sapatos eletro-aprimorados e Aika usa uma magia especial, ambos pra acelerarem e alcançarem o piscêtropo, o tirando do meio das ruas, e mesmo com aquela energia não reagindo apenas aos olhos, elas duas duravam o suficiente pra o levarem pra perto dos outros três (Jane, Joseph e Yuri), até que eles tentavam conversar com aquela entidade, em que aquele ser em vez de falar algo normal, emitia uma voz alta e forte, que os jogava pra longe.
Jane: Ai, caralho!
Licia: Aika! Yuri! Vocês tão bem?
Yuri: Droga, e além disso tudo tinha bafo, eu tava de boca aberta!
Joseph: Por que dar uma de ajudar os outros sempre nos faz se ferrar? É tipo quando dei as colas pra redação do meu amigo e depois o cara me denunciou por ter dado cola pra ele mesmo.
Jane: O que aconteceu depois?
Joseph: O cara foi reprovado e eu só precisei da resposta da minha mãe.
Yuri: Pelo menos você se ferrou menos.
Joseph: Ok, a gente tem que resolver isso.
E então eles se armavam totalmente, Joseph saca manoplas de aço estelar puro chamadas Punhos de Superferro, um dos projetos que ele montou durante os estudos na faculdade, Licia aciona em sua mochila um modo de combate e que sacam vários produtos de beleza modificados, Yuri saca uma maleta e, tirando dela, veste uma armadura tecnológica preta e fones de ouvido brancos com detalhes azuis e rosa, e quando ele aberta o núcleo da sua armadura como um botão, ele canta um som de abertura do PlayStation 2, e Aika Naan usava o vento com sua magia pra modelar uma espécie de veste elemental em forma de coiote humanoide, e Jane só... ficava em pé.
Licia: Ué, cadê as suas coisas? Tão em casa?
Jane: Eu não preciso de armas, eu vou o Projeto Dream.
O grupo: ...
Yuri: É, ela é ainda a Jane de sempre.
Aika: Bobinha como sempre.
Joseph: Achava que esse meme de se chamar pelo nome do filme tava extinto desde 2025.
O grupo avança contra o piscêtropo, que mesmo emitindo aquela voz poderosa contra eles, a Aika controla o vento a uma força suficiente pra quebrar o próprio som, enquanto Joseph gira em forma de bola e se desarma dessa forma pra dar um soco elétrico que joga o piscêtropo a um canto, enquanto Licia saca um batom a laser e o dispara, não linearmente como poderia, mas um pouco mais transversal, ricocheteado por seus espelhos de maquiagem que direcionavam de forma menos previsível, e os tentáculos daquele monstro eram partidos, e 2 segundos em seguida, Aika e Yuri dão vários socos que o piscêtropo demorou 2,09 segundos pra reagir e se defender, e com um poder alquímico, transformava o concreto do chão em uma forma crua e líquida de cimento, e Aika leva um tempo até usar uma magia das águas pra mover o cimento, e Yuri usava a força bruta pra se tirar dali, e irritado, ele voa usando uma propulsão a jato azul, e sacava metralhadoras de energia pra atirar, o piscêtropo desvia, mas Joseph controla os disparo e os vira contra o piscêtropo, o furando mortalmente, inicialmente eles iam cantar vitória, mas tentáculos verdes o seguram, e o injetam como se na ponta deles tivessem agulhas, mesmo sendo claramente tentáculos de um cefalópode, e então, o piscêtropo, antes uma enguia, agora se transformava num homem polvo de 3 metros.
A luta continua, com os socos energizados de Joseph, os combos de socos, tiros e disparos de energia do Yuri, as armas de beleza da Licia, como os desodorantes lança-chamas, as bases de pele indestrutíveis, que exigiam muito esforço da criatura pra se soltar, ou o seu pincel de maquiagem que virava uma espada a laser, e as flechas Nayénezgáni de Aika, a criatura meio polvo foi muito deteriorada, e queriam passar a chance pra Jane finalizá-lo, afinal, ela mal teve espaço pra vez dela mesma, mas então ela prepara e dispara um raio de água acumulada, que desfazia o que sobrou da entidade.
Licia: Belo tiro, Jane!
Jane: Bem... Vamo sair daqui e ver o 8Mike.
Aika: Certo, ele deve tar lá brincando com as pelúcias do meu quarto.
Continua>>>