Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

14/03/24

Projeto Dream, episódio 277

> 10/10/2271; Versalhes, França; Universo 255-P
 Luna Nouvelle cumpriu uma promessa que fez pras suas amigas do Clube do Livro Larapink, de mostrar a França para elas, e elas estavam bem impressionadas com as cidades em que passaram, porém, a jornada teve que ser interrompida já que Luna Nouvelle foi chamada para ajudar o ministério da saúde e da medicina ao lado dos Redlar e outras Luna no Sul da França, e então, Luna Pleine e Luna Ártemis foram convidadas por Nouvelle a substituí-la. No momento, estava sendo um intercâmbio bem divertido, e Ártemis estava um tanto constrangida, já que ela quis muito melhorar a sua imagem, ainda mais para garotas tão bonitas que, embora ela não tivesse interesse, ela amaria fazer uma boa causa a elas.

> espaço sideral.
Michael: Caramba, essas lanchonetes cabricham mesmo, hein?
Norville: Como eu dizia mesmo, esse bacon espacial é ótimo.
Tifanny: Barcin, e é bem mais grosso e carnudo que o bacon normal.
Oprah: Me pergunto como vocês conseguem achar tanta coisa maluca assim no espaço, será que no mar tem tanta coisa comparável? No momento só descobriram trinta porcento dos oceanos e quase tudo do espaço.
Tifanny: Lá na Atlântida tem umas coisas legais, mas não tenho experiência com isso.
Michael: Poxa.
 Enquanto Tifanny estava comendo X Barcin junto com os amigos do Naej, o próprio Naej está viajando de trem-minhoca no Setor C junto com Dr. Shiro e Otasha, além de chamar reforços com a equipe de Rachel Sanchez, para poderem investigar uma suspeita de terrorismo temporal, enquanto hoje é dia de folga para Tifanny, o que levou o Naej a ocupar o lugar dela como se fosse um trabalho temporário.
 Passando entre os planetas, eles encontraram bem rápido e, pela tecnologia do casal, a mera descoberta da energia temporal registrada foi rápida, e Naej tinha armas para deter os tais terroristas na base dos tiros, o que foi mais fácil de pôr em prática por ter mais gente no grupo, embora tenha sido descoberto que esses terroristas eram imortais por causa do looping temporal.
Naej: Aí, cês sabem como matar eles, tipo, pra sempre?
Otasha: Deve ser aquele aparelho atrás deles, ele tá induzindo um loop no corpo deles!
Shiro: Deixe que eu resolvo, amor.
 Shiro se transforma, alternando entre sapienraptor, saltando e cortando alguns dos bandidos, depois fairiano para, com uma explosão de fogo em forma de anel, ele expulsar de perto os mais próximos daquela tecnologia: uma bobina elementar do tempo, que inclusive acaba rebobinando tudo, e Shiro começava a fazer tudo de novo, dessa vez com intervenção de Lisa Spice, Vizoro e Bucky, até que, pensando um pouco mais rápido, ele se transforma em Elcsum puro, e arranca uma parte de vidro redonda, e se transformando em demônio-vermelho, ele absorve a energia temporal a partir do caos, desligando a máquina totalmente.
Shiro: Qual é o próximo passo?
 Depois de Naej e Otasha eliminar aqueles que ainda tinham revivido pelo efeito do loop temporal...
Otasha: Vamos à estação 9400, no planeta seguinte, lá temos agora viajantes do tempo atacando monumentos importantes.
 Pegando uma viagem com o trem-minhoca de novo, eles chegam para investigar, e juntam ajuda com os policiais para os três poderem viajar no tempo e resolver as anormalidades que estão acontecendo. Enquanto isso, voltando ao grupo da Tifanny, Jane e 8Mike estavam curtindo, respectivamente, uma pizza fina de queijo-cura hunkaliano e um hambúrguer vegetariano bem pequeno, que era o Hambúrguer Jr. da lanchonete, e Tifanny contava umas histórias engraçadas pro grupo, como...
Tifanny: Aí o oficial Jamikins capturou o ladrão da hovermoto daquele cara, né? Mas aí a gente foi investigar também esse dono da hovermoto, e... ele tava devendo pensão e batia na esposa.
Oprah: QUÊ!?
 Michael simplesmente cuspia o refrigerante com força pelo susto, e Jane ria da reação deles, Norville já sabia dessa história, então ele também ria da reação dos amigos dele, enquanto isso, as irmãs Velvet, que estavam juntas com o grupo mas ainda bem quietinhas, riam baixinho e a Tifanny continuava a história.
Tifanny: Calma que lá vem a melhor parte! O cara da hovermoto foi preso junto, né, mas o cara tava muuuito puto, e xingava a gente, e gritava, e enquanto eu dirigia o Jamikins apenas anotando o que ele falava e o que ele fazia, e... vocês acreditam que o cara mordeu o ladrão da hovermoto?
 Tifanny seguia falando o relato dela, e o que as Velvet estavam comendo eram, cada uma, um prato com macarrão dourado hunkaliano, considerado uma das melhores macarronadas do Setor Ceú-da-Terra, amarelo com brilho laranja, de consistência bem firme, saboroso e bem molinho de mastigar. Enquanto isso, o grupo do Naej está em uma época que eles não conheciam no planeta Páris, um planeta hoje muito industrial, mas que na época parecia muito rural e com cidades rochosas aparentemente simples e esféricas, algo parecido com o que tem hoje com placas de metal e carbono, porém, o foco era uma equipe de assassinos que estava indo assassinar o inventor Stanis Orange, conhecido por ser "louco mas muito útil" localmente, e que esse assassinato iria impedir a industrialização do Setor C por atrasar os avanços do transporte implementados por ele e também o começo da energia elétrica.
 Porém, usando um campo modificador vindo de uma melhoria do relógio PHD de Miyazaki Shiro para disfarçar eles de nativos daquele planeta, eles encontram esses tais assassinos, que estavam, além de nítidos, também sendo gravados pelos parisianos daquele tempo, já que eles nunca viram extra-parisianos antes, mas Shiro tinha um plano, em que, enquanto o Naej e a tropa de Rachel iam, ainda sob o disfarce parisiano, para deter os assassinos, inclusive alguns deles mantendo seus poderes pela transformação genética ser meramente externa, o Shiro e a Otasha aproveitavam para ajudar esse tal Sr. Orange a escapar do assassinato, e convencer um pouco mais a mídia a impedir aqueles seres, um pouco mais parecidos com humanos, enquanto os parisianos são mais parecidos com lesmas de vários olhos e mãos.
 Manfred, Key Jones, L. Spice e os irmãos Watterson ficaram na linha de frente, enfrentando o maior daquele grupo: um homem C-setorense com um poder de transformação, bem raro, mas presente na fisiologia desses humanos azuis, seu corpo estava do mesmo tamanho, porém mais forte e com pele parecendo madeira, e Lisa Spice até mesmo usava muito de seu poder de fogo pra dar um dano mais poderoso.
Lisa: Droga, por que não queima?
O homem: Porque não é fogo!
 Aquele homem transformado tirava um pedaço do chão em forma de uma rocha um pouco maior que ele, mas quando ele ia lançar aquela pedra, Naej saca um rifle de caça a laser estereano, usado para caçar alguns dos animais mais forte e resistentes, contra o saco daquele homem, ele cede e a rocha cai sobre ele, rachando a pele dele e cancelando a transformação.
Manfred: Homenzinho, Manfred não disse do código de honra que não se deve atirar no saco de um homem?
Naej: O pior é que não, mas já fiz pior com alguns inimigos.
Manfred: Manfred achava que o homenzinho era menos violento.
 Vizoro e Mirabellie, enquanto isso, lutavam contra um flamígera macho que estava usando um nunchaku laser, muito perigoso mas uma das armas-brancas mais letais em mãos experientes, e que o Charles até adoraria ter um desses mas nunca achou uma loja boa pra comprar uma arma dessas, mas de qualquer forma, a katana de Vizoro foi cortada pelo laser daquele nunchaku, e a corda que Mirabellie usava para as estocadas de kunai foi queimada, mas Manfred interfere, e em sua forma de bola, girava de atropelava aquele flamígera macho várias vezes, e na última, ele pula, ainda girando, e cai no flamígera.
Manfred: MANFRED ESMAGA!!!
 Três dos viajantes do tempo tentaram fugir, mas Shiro aparece na forma de aviúno de falcão, e enfrenta eles usando sua força física e os derruba sozinho.
Rachel: Po, dava tempo pra gente deter eles sem você.
Naej: Espera, e o disfarce de alien foi pra nada?
Otasha: Já resolvemos o caso e até contamos pro conde daqui, vão achar que somos só um relato.
 O grupo volta no tempo junto com os criminosos derrotados, e aparentemente houve um ciclo temporal, em que graças àquela viagem os parisianos descobriram que vida extraterrestre existia e, pra se prepararem, receberam dicas de Shiro e Otasha, que sabiam de algumas guerras alienígenas em Páris antes dessa viagem, e catalogaram para eles, aparentemente o registro que eles usaram era muito antigo por justamente eles dois terem criado naquele tempo. Depois daquilo, eles descobrem que a bomba temporal que poderia explodir junto com o universo, apesar de impedida de explodir por uma força policial especial, um tal de Jamikins, amigo fiel da Tifanny e cabo muito determinado dos policiais espaciais do Setor C, conhecido por sua pele castanha escura e sardas amarelas que brilhavam como estrelas, acabou se sacrificando para desarmar ela por completo.
 Os terroristas tinham armado a bomba para explodir num equivalente a 3 horas terrestres, e Jamikins deu prioridade a essa missão, porém, os terroristas também adiaram fogo no prédio, já que a bomba não seria destruída tão facilmente por ter Rubimanto em sua casca, algo que inclusive tornou a bomba muito cara e sua produção muito demorada, até assustou as forças armadas quando descobriram esse detalhe.
 Jamikins mesmo assim não se abalou por aquilo, ele conseguiu arrombar o compartimento da bomba com seu kit de arrombamento próprio, e sabendo das dicas de desarmamento que sabia por causa do retreinamento anual dos policiais espaciais, ele digitou os botões certos que abriam o acesso dos cabos de fibra óptica que eram a única coisa que conduzia energia temporal, cortava os cabos, o seu corpo envelhecia e rejuvenescia rapidamente por causa daquela energia, e o que catalogam como Choque Temporal, que podia destruir a expectativa de vida do seu corpo e a saúde espiritual, mas mesmo assim, enfiando a mão naquela bomba, ele arrancou o núcleo de cristal dimensional namekiano, mas não resiste, ele perde oxigênio, e desmaia, sendo pego pelo fogo.

 Naej foi tentar anunciar pro grupo o que aconteceu, mas Tifanny, que junto com o grupo dela já estava saindo, sabia porque as notícias tinham fluído muito rápido, e ela estava muito triste, chorava alto por aquilo, e o baixinho tentava acalmá-la.
Naej: Espera, Lazuli, espera, eu também já perdi um amigo pra sempre! Mas... mas... quem eu tô tentando enganar? Só sobraram só os ossos!
Michael: Oh, baxinho, o que aconteceu?
Maize: Espere um pouco, Mike, eles tão ocupados.
8Mike: Uki a mamain viu pra deixá-la taum triste?
Jane: Ah, é... Irmãozinho, acho que... um amigo dela disse que ia embora, mas acho que ele não vai mais voltar.
8Mike: Que!? :(
 8Mike se solta da Jane e corria pra Tifanny e Naej, e ela o abraça bem apertado, isso a fazia se sentir melhor e até mesmo ela tem uma ideia: De ao menos poder ver o enterro de Jamikins.
Tifanny: Naej, o que acha de eu ver ele uma última vez?
Naej: ... Sim, uma última vez.
Rachel: Naej, 'Lazuli', podemos ir também?
 O grupo de Rachel sorria, ainda esperançoso.
Naej: Pra mim vocês são bem vindos.

Continua>>>

13/03/24

As Aventuras de Tifanny e Naej Vol 9

> 06/10/2271; Liberdade, Novíssima Iorque; Universo 1118.
 No universo em que os humanos terrestres são azuis, Naej e Tifanny tiveram aventuras diferentes, incluindo algumas enfrentando Gohan Carlton depois de suas tentativas de explorar o baixinho, e nessas lutas os dois sempre estiveram sob apoio dos irmãos Boltagon e das irmãs Velvet, contra os exércitos de mercenários de Gohan.
 Oprah teve sua carreira como modelo e Michael como jogador de Basquete e Busterball, além de streamers semanais, como nos universos padrões, mas infelizmente Oprah nunca teve uma sessão de fotos que acarretou nela conhecer Summer Anthonny, e Michael foi convidado por Naej, e Sugar e Maize pela Tifanny, pra algumas jornadas espaciais a mais, fazendo Michael gostar mais da Maize, a mais dinâmica das duas, embora adorasse passar um tempo com ambas, inicialmente por pensar na "sorte de ter duas mulheres grandes, fortes e laranjinhas a seu lado" em múltiplos sentidos, mas depois a relação se tornou mais fofa.
 De qualquer forma, hoje Tifanny, Naej, Michael, Sugar e Maize vão à Liberdade, e se dividem em dois grupos: Enquanto Naej, Michael e Maize vão ver Oprah e até mesmo curtirem e passear juntos, Tifanny e Sugar, juntas com um tutor delas vindo do planeta prateado, conhecerem Hope, Dan e alguns amigos no Bar'A, que esse tutor adoraria conhecê-los.
 Tutor esse se chama Bleomus Plat, de um clã de sacerdotes da patrona do fogo, ou terceira deusa, porém, que também treinou Tifanny pra ensiná-la magia, e mesmo não sendo sacerdote da sétima e a mais querida deusa dos prateados, qualquer prateado de adolescente a adulto tem uma libido intensa, o que uma vez já foi motivo de zoarem o Naej de deixarem a Tifanny com um membro dessa civilização, o que por um lado pode ser preconceituoso ou no mínimo pejorativo, mas também por outro é uma realidade.
 Bleomus conheceu os garçons e alguns dos clientes instantaneamente, olhando ao redor adicionado de uma magia telepática que ele nunca ensinou à Tifanny pela mesma se especializar mais em elementos comuns, e até mesmo tentava conversar com o gerente Hector Brando, logo próximo do bartender Robert Puzo, e mesmo assim, ambos se sentiam intimidados com um alien tão distante da Terra ser tão parecido com eles e tão encantador pra ambos os lados, Bleomus usava uma calça bem larga e folgada e um equivalente chevrilothiano de um par de sandalhas, diferente do padrão prateado, em que os membros dessa civilização usava apenas luvas, botas, sutiãs e, no caso dos mais tímidos, uma tanga ou saia, afinal, de tanto viajar entre os planetas com a Tifanny e sua companhia, ele precisava se acostumar com grupos que se vestiam muito.
Bleomus: A propósito, eu adoraria esse... Rum 10 anos, o que é isso? Bebidas têm idade?
Sugar: É-é que, diferente de comidas que estragam, tem como fermentar, que... é... o alimento melhora quando passa o tempo.
Bleomus: Ah, acho que entendi- ah é, no planeta prateado tem medidas diferentes de tempo, isso dá 1 gramé.
Robert: Gramé?
Tifanny: Confira no tradutor do celular, geralmente gramé é 'década' em franco-prateado.
Robert: Eu vi aqui e significa ameixa.
Tifanny: Procura em outro tradutor... ¬¬
Robert: Ah, perdoe-me, realmente é tipo a década dos nossos idiomas.
 Depois disso, Robert foi logo servir rum para o Bleomus, e smoothies de banana para Tifanny e Sugar, que aproveitam o espaço pra trocarem ideias com Dan e Hope, e descobrem que está tudo bem com eles.

> espaço sideral; Universo 255-P
 Tifanny e Naej foram pegos por Taumas Turgi, um feiticeiro alienígena, de pele violeta com um brilho de cor irreconhecível, porém muito clara, tentáculos no corpo e na boca e usando vestes semelhantes às de um padre ou de um mago mais elaborado e nobre, com detalhes de preto, branco e dourado, e que os aprisionou em algo que parecia um piano gigante, eles dois estavam nas cordas do instrumento, e seja quem for a entidade com tamanho suficiente para tocar aquele piano com as mãos, que no caso era um servo de Taumas, começou a tocar Moonlight Sonata.
Tifanny: Acho que a gente só vai sair daqui com nossos clones...
Naej: Eu me pergunto... Por que eu tô com a cara na mesma direção que os seus p-
 Os pinos do piano batiam com força na cara da Tifanny, e entre as pernas do Naej, os dois eram feridos mortalmente, mas não era o suficiente para matá-los tão rápido, e Taumas ria, ele já atraiu seres de diferentes tipos no universo para eliminá-los de formas exóticas, para dar energia a seu deus como um ritual, porém, aquilo tudo era interrompido por um portal da onde saíam Sugar e Maize, que Sugar quebra os dedos de uma das mãos, e Maize cria uma espada de luz que corta a outra, e Oprah cortava em formato de porta com sua Espada de Kravus e chutava para abrir uma "porta", e Michael se jogava entre as cordas para soltar os dois dali, e descobrindo que tinha mais gente ali, e que eles estavam vivos, também os ajudavam.
Taumas: Non, non! Voi non dovresti fare a questo! Questa è la mia più grandiosa criazione!
Oprah: Rápido, vamos sair daqui.
Michael: Espera aí, preciso dar uma mijada.
 Michael saca o mesmo canhão acoplado entre suas pernas, e dispara um feixe que era só pra partir as cordas do piano, mas acaba explodindo o lado esquerdo do instrumento, enquanto Sugar e Maize seguravam os servos menores, porém especializados em força e combate físico, Sugar os socava ou jogava uns nos outros, enquanto Maize disparava feixes elétricos que os matavam igualmente rápido, porém, o grupo se reúne, e eles saem pelo portal.
Tifanny: Ah, achei que o Muramasa que tinha feito esse portal.
Bleomus: Na verdade não, essas laranjinhas imploraram pra eu ajudar em troca de uns favores.
Tifanny: Ah, eu sei como é! Posso ajudá-las, madames?
Sugar: Hã? É... o///o
Maize: Fica só entre nós, por favor!
Bleomus: Ei, moças, se acalmem!
Oprah: Aí, baixinho, cê também conheceu ele?
Naej: Sim, às vezes comemos pizza e jogamos algum jogo multiplayer juntos.
Michael: Poxa, mas tão tribal assim.
Naej: Não subestime, depois que esse planeta se aliou a humanos, nobres têm celulares.
Michael: Ufa, só os nobres, pelo menos não terá um Tik Tok 2.

> Nova Lander, Stereo; Universo CD-63.
 Stefanno, junto de Cinnamon (versão de Sugar) e Starch (versão de Maize), os irmãos Velvet, chegaram a Stereo, enquanto Jane esteve fazendo desenhos para seu trabalho artístico e cuidava da 8Misa, e aqueles três trouxeram uma moça do planeta prateado, a Blemiro Plat, uma sacerdotisa que ensinou magia a Stefanno, que por sua vez também ensinou a Cinnamon e Starch.
 Blemiro não estava sozinha, seu filho, Blenimes, aparecia, e Ejan (filho de Jane e Stefanno) o reconhecia, e eles se abraçam.
Jane: Não sabia que já eram amigos.
Ejan: Amigos não, mãe, namorados.
Jane: Tem que anunciar pra casa, Ejan!
Ejan: Ah, não se preocupa, só estamos nos conhecendo...
 No fim, Ejan tira da geladeira, e esquenta num forninho, uma pizza de 10 queijos, e ele e Blenimes comiam juntos enquanto assistiam a um filme de ação genérico atuado pela atriz Isabella Stewart, com muita explosão e envolvendo naves voando, explodindo ou atirando em guerras insanas. Jane achava que ia ser estranho quando Ejan tiver intimidade com um prateado, mas Stefanno e Blemiro mandavam ela se acalmar.
Jane: Fácil falar quando vocês dois já... são muito ligados com a 'magia'.
Stefanno: Opa, calma lá, minha briochezinha fofinha, vamos, dê uma chance!
 Stefanno concluía aquela frase enquanto segurava Jane no ar, a nanica tinha 40 anos já, mas Stefanno a segurava como se fosse muito nova, era engraçado até para a Blemiro, que não é acostumada com isso ser considerado cômico de certa forma, mas Jane deixa isso pra lá, se solta do Stefanno e, pegando um suco de maçã verde, chegava chutando a porta.
Ejan: Hã? Mãe!
Jane: Ah, o que foi, fofuras? Achava que já tava acostumada comigo chegando no seu quarto.
Ejan: Mãe, estamos juntos aqui, zoa isso não.
Jane: Ah, que nada.
 Jane servia um copo pra cada um, e enchia de suco, no final Ejan é convencido a não se preocupar, e Jane assistia ao filme junto dos dois, enquanto conversava sobre umas aventuras que ela teve com o Ejan, que nesse universo os seus poderes despertos pelo rubi de fogo foram dos ventos e da eletricidade, em contraste ao poder de água das Janes padrões.

> Liberdade, Novíssima Iorque; Universo 1118.
 Tifanny, Naej e seus amigos se encontram mais uma vez, enquanto Hope e Dan tentavam relembrar do Naej, que eles não chegaram a ver muito além daquela vez que eles só começaram a se conhecerm diferente da Tifanny que os viram mais vezes, e as duas duplas de gêmeos que a Hope não sabia que eram amigos deles, e Dan até achou que não tivessem uma relação.
 De qualquer forma, Bleomus resolve ficar um tempinho separado daquele grupo, respeitando a privacidade deles e também mantendo a Tifanny e o Naej mais próximos, já que eles costumam se separar quando ele está envolvido na mesma missão que eles, e no fim, Hector e Robert ficavam interessados no que o Bleomus era capaz, e os três foram se divertir em um parque de diversões próximo.
 Maize e Sugar descobrem que Hope está grávida, Dan ficava desesperado e tentando saber o que fazer.
Dan: Ai caramba, ai caramba, AI CARAMBA!!
Naej, Tifanny e Michael: O que?
Dan: Se minha mãe souber que tive um filho antes do casamento... ela me mata!
Naej: Vocês até que ficaram um bom tempo sem se casar mesmo tão próximos.
Dan: A gente jurava que éramos amigos!
Tifanny: Ah, se quiser, a gente pode dar um apoio.
Dan: Agora já é tarde, não quero abandonar a Hope por causa de uma criança, e nem destruir ela por causa da H-
Oprah: Quem disse de ir comprar leite ou abortar? Vamos te ajudar a cuidar desse filho.
Sugar: Exato.
Maize: Cadê o Bob e o Hec?
Dan: Deixa isso pra lá, foco!
Hope: É, deixa os cara brincar, são só um casal de bobões e um alienígena, o que pode dar errado?
 Robert estava escondido atrás de uma lixeira, enquanto Bleomus usava uma magia telecinética para segurar um monstro tentacular gigante que invadiu o parque, e Hector, lendo e mentalizando as palavras de seu livrinho mágico, disparava bolas de fogo, chuvas afiadas que cortavam a criatura, e até mesmo um bullet hell de chama draconiana poderosa, que incapacitou e encolheu a criatura, porém, não era o suficiente, Bleomus soltava um vento gelado para que pese e a criatura caia, levando um golpe físico poderoso, e depois, Bleomus materializa uma espada de prata encantada, e entrega a Hector e dizia a ele telepaticamente.
Bleomus: Eu te nomeio Sir Hector, e agora, abate essa criatura antes que ela volte a fuder tudo.
 Hector só faz um gesto de X com os braços, e segue com muito fervor, e finca a espada no centro daquele ser, o imobilizando e tirando força vital, e a criatura caía mole de vez.
Robert: Hahaha, não sabia que o azul-de-prata fosse tão poderoso! Mas sabe, Bleomus~ Opa, Hector, você tava olhando.
 Hector só ficava olhando os dois seriamente, Robert ficava constrangido pela situação, e Hector o chamava com um gesto de dedo, Robert obedece e vai até ele, enquanto Bleomus era chamado por Hector com um gesto de mão aberta e um movimento mais amplo de antebraço, e então, os três foram rever o grupo maior.
Hope: Oh, teve estrondos estranhos ao lado.
Bleomus: Eu te conto depois, talvez como dizem aqueles dois... fora de tela.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 276

> 06/10/2271; Las Vegas, Novo México; Universo CD-63
 Charlotte Mallena Dracojunior está agora numa missão junto com Joanna Parker, Dragadonna Dracojunior, Alex, Daisy McThing e Helena Snipes, e enquanto aquelas com poderes mais brutos para o ataque, como as teias e força da Joanna, a força e criação de plataformas de Daisy, embora usando as plataformas para acessar lugares altos e para atropelar os robôs malignos como se ela estivesse surfando ou usando skate, e Helena usando espadas em suas duas mãos com uma energia cósmica similar à energia pyr, e que essa energia se recuperava quando ela quebrava aquelas máquinas manipuladas, Alex, tirando sua tiara e brincos e deixando pras suas colegas os guardarem, se infiltrou na instalação subterrânea ao se esconder dos scans daqueles robôs, que como os dos lados eram lidars, como se fossem suas orelhas, ela poderia ser vista de certa forma, diferente das câmeras da frente deles, porém, paredes, postes e carros eram o suficiente para burlar ou no mínimo confundir esses lidars.
 Depois disso, ela acha um túnel subterrâneo que se liga ao esgoto, o que irritava muito fortemente o nariz de Alex, porém, passando por uma rota patrulhada por robôs, se escondendo deles entre as portas e entrando de uma em uma até achar uma que desse acesso ao chefe por trás da ocorrência: Ele só se chamava apenas Sinespera, um monstro mamídeo de toupeira, com uma leve deformidade em seu corpo que o deixava corcunda, e outra em seu rosto que entortava a sua mandíbula, de um rosto vagamente antropomórfico, além de seus olhos serem pequenos, ainda escondidos sob um par de óculos escuros adaptados.
Sinespera: Sinto cheiro de quem veio de cima.
 Alex se desespera e tira de seu headset, a única peça que ela levou para ter comunicação com seu grupo, um portal portátil, e o lança na parede, não dá certo, e mesmo quando o aparelho caiu no chão não ativou, então, bem quando Sinespera ia avisar que não ia ter como passar portais tecnológicos por aquelas paredes e o chão, Alex lança no teto como última opção, o que dá certo, e Charlotte e Dragadonna aparecem, armadas, porém, Charlotte cai de maljeito porque, diferente de quando o portal se forma no chão, a gravidade não é tão bem adaptada quando o portal portátil é criado no teto, porém, Dragadonna cai com uma pose imponente.
Dragadonna: Você já era!
Charlotte: E eu também...
Dragadonna: Porra, Charlotte!
Alex: Rápido, a minha bolsa!
Dragadonna: Aqui também!
 Charlotte se recupera e também mira em Sinespera, e Alex vestia aquelas peças de novo e mirava uma pistola laser calibre 3, bem pequena e fina, enquanto Dragadonna e Charlie estavam com uma AT-900, um tipo de espingarda laser de alta potência, e Sinespera antes de ser pego dizia.
Sinespera: Como se isso tivesse terminado.
 Sinespera pula, e quando ele ia escapar escavando o solo, Dragadonna e Charlotte estouram a cauda longa e um dos pés dele com seus respectivos tiros, e ele, incapacitado pela dor, se rendia. Ry44n, contraparte de Sh31la desse universo, usou vários corpos robóticos mais fracos, ou drones, para investigar o que restou daqueles túneis, incluindo os robôs, e descobre que esses robôs eram de uma empresa tecnológica, porém, roubada por causa de uma invasão de Sinespera, agora capturado e levado ao castelo de cristal de Jane e Stefanno, alugado pela equipe para fazer alguns servidos mágicos junto com a Beijinho, gata de Bast de cor rosada e que gostava daquele local, e então, o grupo conversava espontaneamente.
Charlotte: Sabe, eu não esperava que fosse lutar contra máquinas assassinas de novo.
Joanna: Po, realmente, ainda mais esses controlados por magia, Drakula Inc, isso me assusta, como eles conseguiram achar robôs de guerra da Senhora Petrov na América, e levou tantos deles só pra cá, por que será?
Charlotte: Sério isso? Nem reconheci, mas parece que foi menos impressionante que o que formou esses túneis, como esse toupeira teve tanto equipamento, ou poderes, pra aquilo?
Dragadonna: ... Só a Tia Mura sabe.
Charlotte: Falando em Tia Mura, onde ela tá?

> Universo 255-P
Charles: Ei, novo Tio Mura, tenho um presente pra você, feche os olhos.
Muramasa: Boa tentativa, humano Charles, meus olhos nem funcionam como você esperaria, e pelo que eu tô sentindo, é bem cheiroso.
Charles: Ah, bem... infelizmente não fui só eu quem fez, mas...
Donald: Mas é uma honra presenteá-lo pelos primeiros meses aqui.
Muramasa: Sério? Mas poxa, só tô começando a saber o que eu tô fazendo tão recentemente, ainda mais por essa tal humana, a Ego. Gostei dela, tão gentil...
Howard: Ela ainda tá preparando um presente, mas vai demorar.
 Presentes esses que foram entregues eram:

  • Donald e Howard deram uma lâmpada nova, feita a partir da que Muramasa deixou "cuidarem" dela, agora melhorada por Mythrill e, no núcleo que gera aquela luz cósmica, uma espécie de sol em miniatura, e polimento hunkaliano, junto com lembrancinhas também hunkalianas;
  • John Parker, com ajuda da Web Cave, entregou um filhote daquela criatura simbiótica, agora azul em vez de vermelha, segundo estudos dos Valentine, provavelmente depois de uma dieta à base de animais tão pequenos e fracos, diferente da dieta em rochas cósmicas das criaturas padrões, e Muramasa, seu atual dono, reconhecendo os sons fofos de uma criatura tão... disforme e simplória;
  • Carla, que não era membra oficial, mas se afiliou por muito tempo, encomendou um ótimo e delicioso bolo de morango com chantili, que mesmo Muramasa tendo barriga pra isso, ele admitia que não ia comer sozinho, então cada um pegou um pedaço.
  • Tankanar e Dragondorf deram joias mágicas novas, algumas delas criadas por Dragondorf, Summer e Emmanuel com sua alquimia, e uma espada de ferro bem poderosa, antiga e resistente, recuperada por Tankanar de um castelo de vampiros que o Muramasa 255-P relatou ter presenciado;
  • Sh31la mostrava a ele seus filhos: Robôs um pouco menores e mais fracos, mas que garantem ajudar o grupo, os seus nomes eram "JR's", ou "JR" no singular, e tinha de 01 a 31 deles;
  • Alyx usou fotos dele com esse novo Muramasa, junto com as antigas com o 255-P original, para formar um amuleto muito similar com o que ele carregou com o poder de Axyl, porém, com um poder novo, ainda secreto, que Alyx iria revelar ao Muramasa FFF5 particularmente;
  • Ego fez uma espécie de drink mágico, combinando flores mutantes obtidas por Carla Oxton e John Parker, em um altar alquímico dos Dracojunior.
 As flores normais podem ter um efeito mágico esperado, porém, flores mutantes podem ter efeitos ainda mais intensos, já que são flores evoluídas, e a pedra filosofal que Summer Sambari emprestou para Ego acelerou a fabricação, extraindo só as substâncias ligadas ao efeito desejado, e modificando os resíduos molecularmente para adicionar o que faltava, isso diluído em água, e Ego levava aquilo em uma garrafinha de Kuma-Kola. Muramasa FFF5 aceita beber aquilo, achando que o presente era só uma bebida especial, mas então, ele descobre algo a mais.

> Plano Astral.
 O Muramasa FFF5 estava num mundo energético, porém visualmente parecido com uma espécie de playground cinzento, com poucos desenhos coloridos, que pareciam versões crianças dos membros do construto de Muramasa, e também pelúcias gigantes que pareciam com espécies que o próprio Muramasa já viu, ou que tal os "globos terrestres" e esferas de Alexandria (algo como um globo metálico cercado por anéis de diferentes direções, representando órbitas) mas com a forma e impressão de planetas que a equipe toda já viu?
 Chegando ao fim do caminho, depois daquelas salas, incluindo uma biblioteca com tudo que Muramasa já presenciou, e que o atual até mesmo sentia um cheiro que lembrava madeira e papel velho, o que podia ser um reflexo da sensação daquele lugar, um acesso de sabedoria elevada em forma de lugar, e por fim, na sala final, ele encontra o Muramasa 255-P.
Muramasa 255-P: Você chegou.
Muramasa FFF5: Você... aqui? Esse é um paraíso pessoal?
Muramasa 255-P: Pra falar a verdade, esse 'paraíso' eu criei a partir do plano astral, depois de anos transcendendo aqui.
Muramasa FFF5: Anos? Mas passaram meses.
Muramasa 255-P: Anos para mim, já que esse mundo passa num tempo muito, mas muuuito devagar, isso dá tempo pra qualquer um transcender se tiver oportunidade, como nós dois aqui.
Muramasa FFF5: Isso é impressionante, o Muramasa dos Muramasas... Mas e então? O que faz aqui?
Muramasa 255-P: Fique mais um tempo, podemos descobrir mais do mundo que você ainda habita.
 Muramasa 255-P mostra à sua contraparte FFF5 a visão de tudo o que ele tanto gostava de cuidar e proteger, agora visto em monitores muito brilhantes, em uma sala um pouco mais vermelha com degradês pretos, que Muramasa modelou em homenagem a seu pai, Amon, e seus irmãos, enquanto ambos conversavam e curtiam a vista.

Continua>>>

12/03/24

Projeto Dream, episódio 275

> 05/10/2271; Deming, Novo México; Universo 255-P
 A vida mutante seguia normalmente, e Frederick agora estava sendo cuidado pelos pais, dando tempo para Bryce investigar casos alienígenas ligados a seu planeta sozinha, e William e Naomi buscavam recuperar a liderança da agência de lojas deles, que esteve temporariamente ocupada por um vice-líder mandisisto que, mesmo fiel à rede de lojas, não teve uma liderança tão boa e os negócios caíram com o tempo e demoraram pra recuperar, e esse mandisisto, chamado John Luther, também é mutante, sendo mais específico, de uma das poucas famílias de mandisistos também afetada pela névoa mutagênica, e não se sabe muito sobre ele além de sua família ser bem rica e ele ter tido uma vida acadêmica muito boa.
 No entanto, o dinheiro dos lucros da empresa também foram usados para cuidar da casa dos Warehouse, o que fez com que Bryce não precisasse trabalhar, apenas cuidar do Frederick, o que ela mesma imaginava que podia acontecer, e agora, com Naomi e William de volta, é questão de tempo para normalizar de volta, mas mesmo a Naomi cozinhando tão bem as comidas terrestres de sempre, o Frederick ainda sentia saudades de pelo menos aquelas sobremesas 56-emilianas da Bryce, como xurkudes de mel, um tipo raro de pão doce, recheado com mel comum de seebs, um mamífero polinizador comum, porém que Bryce fazia com mel de abelha dos Robitaille, ou então tortas de taiban, tortas comuns das frutas 56-emilianas Taibans, conhecidas por serem violetas e extremamente doces, que estouram na boca.
 Falando nessas frutas, sim, Bryce levou potes com algumas plantas 56-emilianas para poder reproduzi-las e algum dia restaurar mesmo que um pedaço da biosfera desse planeta, entre essas plantas os Taibans, e a Mãe Gertrude e seus filhos ajudaram a cultivar essas plantas com sua experiência de fazendeira e horticultora. Durante esse tempo, Luca esteve ajudando Giulia a fazer os energéticos Sairi, e até mesmo anotava alguns sabores novos pra essa marca, considerando que a D.R.V.G. estava ajudando muito eles a lucrarem por causa da propaganda e divulgação.
 Sobre essas negociações, com o tempo a fabricação dos energéticos era relativamente lenta e com poucas máquinas, porém, quando Isabella e Maria Bonita ajudaram a comercializar as latinhas, também a família Redlar ajudou a instalar fábricas próximas das cidades que mais compram, pra fabricar as unidades à venda em grandes quantidades e sempre disponível para quem estiver disposto a comprar, entre as cidades estava Deming.
 Carla Oxton esteve comprando vários desse energético, principalmente as de sabores morango, abacaxi-do-sol (um tipo de abacaxi bem comum em Deming, bem macio e com suco brilhante), e uva tinta, eram os mais açucarados, o que na verdade era ótimo, já que seu metabolismo era muito rápido e iria aproveitar muita glicose, e além de correr muito pra patrulhar na cidade, também o seu metabolismo era rápido demais quando ela está acordada, porém, quando ela acabou de impedir um roubo de carros que aconteceu tão rápido quanto foi interferido, um dos ladrões, um mutante com pele de pedra, consegue pegar Carla por trás, e pegando por uma de suas canelas, a jogar pra longe, mas Marshall, que estava indo de bicicleta a caminho da padaria que trabalhava, ele tentava abordar eles ali.
Marshall: Aí, vocês têm nada pra fazer não?
O pele-de-pedra: E desde quando o irmão feio daquela maldita Anthonny se importa com os bens materiais dos outros?
Marshall: Pelo menos eu não tiro dos outros e impeço quem estaria me penalizando por isso.
 Carla se recuperou e corria de volta pra cena do crime, porém, ela via logo quando o Marshall levantou sua máscara, o pânico era tanto que os ladrões saíram correndo e o mutante com pele de pedra tropeça e cai junto com a Carla no chão, e o mutante corria indo embora, Carla viu o rosto também, só que ela estava imobilizada de medo.
Marshall: Aí, garota, acho que tirei o problema daqui por você... Garota?
Carla: O que foi aquilo?
Marshall: Ai não, achei que não tava aqui quando aconteceu, eu...
 Marshall socorre e levanta Carla Oxton, e os dois juntos também socorrem o dono do carro (um mamídeo de cachorro que estava indo a Deming pois foi contratado pra um trabalho temporário na cidade), e eles conversavam um pouco mais.
Carla: Tem certeza que aquilo era só a sua cara?
Marshall: Eu também não entendi, mas por muito tempo ficou assim, o máximo que aguentam ver da minha cara são os meus olhos, e não sei se o meu cabelo conta, e quando minhas tias me davam cosméticos como presente de aniversário, eu até agradecia, achava que ia resolver, mas a minha mãe e os meus irmãos achavam que era uma ofensa, uma indireta.
Carla: Mas resolvia?
Marshall: Não, já que a minha cara não é só feia, é realmente parte da mutação. Espera, por que você tá andando assim?
Carla: Assim como?
Marshall: Você para e... parece que brota do meu lado.
Carla: Não tô 'brotando', eu tô só... correndo, você com essa bicicleta é bem lento.
Marshall: É o seu poder.
Carla: Pior que é, e mesmo eu trotando, olha.
 Carla corre bem rápido, e mesmo ela só tendo passado perto, desequilibrava todo mundo na ciclovia, incluindo o Marshall, que por já estar acostumado a pedalar desde criancinha e também sendo um campeão de um campeonato de bicicletas do estado do Novo México e outro do Texas, ele podia mesmo pedalar mais rápido, e no caso ele só recuperou o equilíbrio, e então ele dirigia com a Carla como se nada tivesse acontecido, e Carla aproveita que os dois chegaram na padaria pra Carla comprar três sanduíches, já que isso iria garantir um almoço pra ela durante o dia.

> Brooklyn Blues, Novíssima Iorque.
 No outro lado dos Novos Estados Unidos, Oprah esteve participando de um ensaio fotográfico em Brooklyn Blues, uma cidade vizinha de Liberdade, interligada, mas ainda considerada uma área independente, separada, e nessa cidade teve algumas fotos das modelos contratadas próximas de bairros populares da cidade, e por fim, uma curta sessão de fotos de algumas delas juntas em um estúdio alugado.
 Durante esse ensaio fotográfico, Oprah conheceu, mesmo por distração, alguns civis da cidade, e ela viu que tinha bem poucos humanos "comuns", e tinha uma grande quantidade de monstros, como o esperado, alguns mandisistos, incluindo um dos fotógrafos que é daqui, ou lobisomens e cãesomens (cãosomem é uma variação rara e levemente mais fraca de lobisomens, embora possa encontrar mundialmente e eles sejam mais inofensivos) em um restaurante na hora do almoço, reptilianos (dois que cuidavam da edição são camaleões, e uma que é uma das modelos, uma mulher iguana, que apareceu em boa parte das fotos com um vestido rosa bem curto), e ela até mesmo testemunhou um gigante andando pelas ruas, e pelo que tava a entender, havia uma casa inteira só pra ele, do tamanho dos prédios do complexo. Oprah não viu, mas havia andares subterrâneos para aquele gigante, já que seria mais barato e seguro para a moradia do mesmo.
 Na sessão no estúdio, Oprah e Summer se encontraram e até mesmo se cumprimentaram.
Summer: Ah, a atriz nova pras fotos, qual é o seu nome?
Oprah: Ah, o meu nome é...
Summer: Desculpa, o seu nome eu lembro, Oprah, foi retórica, haha!
Oprah: ...
Summer: Não esquenta.
 Summer dá uma garrafinha de água pra Oprah, e em seguida foi se trocar. Em adição da sua Femmesuit de sempre, ela estava usando uma Boa, isso é, uma espécie de cachecol bem felpudo, de algodão e penas, e ela joga essa Boa pra uma das mesas, entra numa porta e, 10 segundos depois, aparece com uma roupa bem parecida com a que Oprah estava usando, porém branca com os detalhes em vermelho.
Summer: E aí, o que achou?
Oprah: É... Vamos começar? Ou tem mais coisa?
Summer: Na verdade eu gostaria de conversar com você antes. Pessoal, me deem 5 minutos.
 Summer ia mais perto e conversava com Oprah sobre o que ela já presenciou, ou se a vida da Oprah era "terrena demais", mas Oprah ia respondendo resumindo muito friamente o que ela já passou, incluindo algumas vezes que ela já matou vampiros, ou as tecnologias que um amigo dela deixou ela ter em casa.
Summer: Espera, o desenhista de Stereo te dá presentes?
Oprah: Ele dava, mas foi mais pra ajudar ele, com o tempo a gente ficou amigo mesmo assim, e ele nos levou pra estádios de esportes que a gente nem sabia, tipo Busterball.
Summer: O que é Busterball?
Oprah: Viu?
Summer: Calma aí, menina!
Oprah: É tipo Futebol Americano.
Summer: Nossa, eu posso dar presentes ainda melhores, o que acha? Posso te dar coisa melhor do que brinquedos, bomba e esportes alienígenas.
Oprah: Já pensou nas primeiras ofertas?
Summer: Calma aí, miga!
 5 minutos passaram, e tiveram que começar a sessão de fotos. 12 delas foram bem-sucedidas, já as que não foram não contaram, pelo menos a Summer pediu pra deixar uma delas, porque ela gostou dela em específico, era uma foto da Summer e da Oprah com roupas de coelho da Playboy (a Summer com a roupa preta e a Oprah com a roupa vermelha), diferente das roupas padrão das outras 11 fotos bem-sucedidas, e na versão bem-sucedida a Oprah estava sorrindo um sorriso mais alegre, enquanto o sorriso da Summer era mais intimidador, não era um sorriso forçado e esticado, era um sorriso presunçoso, safado, com os olhos sérios e o brilho da visão a laser acumulada, mas na versão bem-sucedida, a Summer estava rindo mesmo com os olhos brilhando em vermelho, e a Oprah assustada e um pouco recuada. Em ambas as fotos também, a Oprah e a Summer estavam com abraçadas, uma com a mão na cintura da outra. Enfim, Oprah e depois Summer trocam as roupas atrás do biombo.
Oprah: Por que essa foto? Eu tô horrível, até te soltei quando você tava... brilhando.
Summer: Ah não, essa foto vai ficar comigo, não vou divulgar, e relaxa, vocês não é a única.
Oprah: É... você já machucou alguém com os seus olhos?
Summer: Não faço a menor ideia de quantos, e se eu só deixasse a energia pra dentro, meus olhos ficam ardendo e coçando, por isso naquelas 5 vezes eu tive que disparar naqueles pontos de tungstênio que teve ali, sabe, ao lado das lâmpadas.
Oprah: Então teve um tempo que não tinha esse metal no estúdio?
Summer: ... É.

> Deming, Novo México.
 Elizabeth saiu da usina nesse horário da tarde, e foi jantar com o seu marido e filhos, que por sua vez o mais velho comprou 2 kg de pães frescos, doces pras futuras duas semanas, dois galões de leite e uma roda de queijo da padaria mais próxima, e ele até mesmo citou pra mãe que "tinha um outro padeiro trabalhando, e ele tinha uma máscara estranha".
Elizabeth: Não creio que dê pra julgar os outros como estranhos.
O mais velho: Não era sobre o padeiro que eu vi, só a máscara, mas é tão bonzinho quanto o Nuke.
Elizabeth: Acho justo, mas bem, venha comigo, vamos começar.
 Elizabeth e esse seu filho, Michael Pommiere, foram fazer uma sopa juntos, o Michael usava sua psicometria pra procurar os vegetais e o macarrão, e depois acelerava o processo de ferver a água, movimentando ela cineticamente enquanto os ingredientes são cozidos na panela, enquanto Elizabeth sacou talheres como a faca pra cortar os vegetais ou a colher para misturar a sopa, usando só as mãos e adiantando a movimentação com seu poder de movimentar matéria pelos vetores.
 A sopa estava completa, porém, ela deixou passar um tempinho antes de servir, pra esfriá-la até a temperatura ideal, além de irem jantar na hora mais próxima da de costume, um total de 5 pães (o filho mais novo pegou dois) foram incluídos na refeição. Depois disso, Elizabeth usar redes sociais no celular, e conversar com amigas e vizinhos pelo Takmi. Enquanto isso, Marshall volta pra casa, com a Carla o acompanhando, e o mesmo mostra pra ela os familiares da casa.
 Seu pai e 3 de seus irmãos ainda estavam em casa, a Summer estará indisponível no momento, e Marshall convida ela pra jantar junto com eles, e ela aceita, mas com medo de soar porca ou desumilde com quem ela tava visitando, ela não comeu tanto espaguete com almôndegas quanto ela tava realmente com vontade, algo que nem durou muito tempo, já que os familiares deixaram e, depois da insistência, a Carla põe muito macarrão, e comia rápido, até ficava desapontada por ter comido algo tão gostoso assim tão rápido.
Carla: Por que as melhores coisas duram tão pouco!? :'(
Marshall: Ah, não esquenta, tem todo dia.
Pai do Marshall: Sim, e olha que fiz muito hoje, me impressiona você ter comido tanto.
Carla: É uma necessidade, por isso como tanto e ainda tô tão... reta.
 Depois disso, eles foram conversando sobre seus poderes, e ela descobria o quão variados eram os membros daquela família. Ela até se sentia menos sozinha, e no fim, ela se despede, e volta pra casa dela bem rápido, e dorme mais rápido ainda.

Continua>>>

11/03/24

Mais sobre P.D.: Continuação

Depois de três episódios bem longos, vou falar, junto com algumas curiosidades sobre os tais resultados, também previsões de ideias novas, incluindo um adiantamento dos desenhos das mesmas.

Mutantes:

Summer Anthonny: Considerada a mulher-mutante mais linda de Deming, seu poder originalmente é a rajada óptica, que ela acumula energia mista em seus olhos e dispara um feixe quente e de alta pressão, que em grande volume pode esmagar ou empurrar, e em volume curto pode cortar. Mutantes não gostam dela no mesmo nível que as pessoas de fora de Deming, por só verem o superficial, embora seu irmão mais novo ainda veja esperança nela.
Marshal "Maskal" Anthonny: Ele trabalha alternando entre a padaria da família Atombo e serviços técnicos de informática, ele nunca recebeu uma bolsa estudantil e nem uma vaga tão grande, mais parecido com os seus 3 irmãos mais novos que Summer e mais velhos que ele, e seu poder vem de deformidades misteriosas em seu corpo, que o deixaram com tons verdes na pele, cabelo de tentáculos, e um rosto muito assustador, que Marshall raramente usa de propósito, sendo o caso mais comum quando a Summer está enchendo o saco e ele precisava pará-la, já que a mesma é muito arrogante pelo status.
Outras formas de vida mutantes: Há também algumas formas de vida que evoluíram pra um ponto sobrenatural misterioso, como sapos voadores, ou que mudam de cor, ou que controlam a água – e não, eles não são gigantes, no desenho ele tá desse tamanho pra ficar certo na ilustração –, cães que cospem fogo, incluindo raças diferentes com fogos diferentes, e a reprodução pra criar um raça-pura é ilegal, não porque pode criar uma mutação de poderes perigosos, mas para não terem um pug cospe-fogo, que aliás, é a única raça que não tem de cachorros mutantes, ou cães que se regeneram, pássaros com diferentes formas, como múltiplas cabeças ou tamanhos alterados, e plantas mutantes, como.
  • Biosperma Azul: Flor azul que é usada para expandir a longevidade humana.
  • Salvatore Prateada: Uma verdura prateada que pode ser preparada em remédios que Batatt só consegue fazer com sua química altamente avançada.
  • Tentaculaia Vermelha: Uma pteridófita (tipo a Samambaia) que pode fazer fotossíntese em luzes mínimas demais pra visão humana.
  • Traumoide Roxa: Uma flor roxa alucinógena, usada em drogas ilícitas.
  • Portália: Um tipo de flor que, em reação a frequências sonoras, pode criar um portal para outros pontos com outras Portálias conectadas à frequência.
[Parte do que eu falar a seguir sobre os mutantes pode ser sobre episódios bem antigos e que quero resgatar pra arcos atuais]
Shuttlebomb: Como os personagens que falam em inglês chamariam o jogo da Peteca Explosiva em que se trata de um jogo de rua que as crianças mutantes jogam, geralmente o gerador das "petecas" tem que ter um certo nível de poder sobre o fogo, o que, por ser uma oxidação explosiva, as mutações que tornam o mutante em um ser com esse acesso a tal poder são muito comuns, com uma média de 12 famílias de mutantes flamejantes, e mutantes com superforça ou algum poder diretamente sobre resistência ou imunidade a fogo, pra rebater a "peteca de fogo" que será produzida e utilizada. Por incrível que pareça, os poucos machucados que esses mutantes sofrem são bem menores do que parece.
Elizabeth Pommiere: Uma mutante com poder de manipular vetores, isso é, gerar e induzir a direção em objetos, pra redirecioná-los, valendo como um tipo de telecinese simples, ela é bem gentil, mas gosta de lutas, e pelas que ela participou, teve experiência com o uso de seus poderes, e diferente do que Stephanie é capaz apenas com doces, Elizabeth pode tornar coisas ainda mais simples e variadas em armas pelos vetores.

Vampiros, Dhampir e Hister:
Hister foi um nome "aleatório" vindo de "Histo" ("tecido" em Esperanto), e as etimologias desses nomes com base em Esperanto não são raras, como a Rem Buritis (aquela Boris muda; nome vindo de Remburita - Acholchoado) e Citiu-ûlo Etastre Mojosa (o "gigachad do espaço", de "ĉi tiu ulo estas tre mojosa").

Dhampir, em contraparte, vem de Dampiro, e já que não é possível híbridos de mortais com vampiros da forma normal, nesse caso os "Dampiros" aqui seriam "Vampiros mais humanos", não só na forma ou no acesso mágico e mental, mas também até certo ponto na bondade, embora no caso aqui eles são bons por estarem fora da mente-colmeia dos vampiros, o que pode ser quebrado quando fora do controle ou sob efeito de magias da Poora.

O episódio deles foi baseado no "Grande Casamento Alienígena", um episódio de Ben 10 (inclusive daí a inspiração do nome do episódio do casamento dos vampiros), porém, com elementos do episódio "Efeitos Colaterais" (Ben 10 e com os aliens afetados, assim como o Shiro doente e com a gripe afetando suas transformações, porém, que na história o relógio em si estava curando o Shiro), e as armaduras da Tifanny e do Naej foram baseadas em um episódio em que Ben e Gwen ficam presos naquele jogo dos samurais de sumô, só que no caso, a Tifanny e o Naej só ficam presos nas armaduras até o problema se resolver.

Aliens do Dr. Shiro:
Sapienraptor: Uma das espécies de dragões disponíveis no relógio PHD de Miyazaki Shiro, com os sentidos muito bons, menos a visão que é horrível, apenas o suficiente pra diferenciar focos de luz e certos tipos de cores, sendo o melhor sentido o olfato, enquanto alguns têm a visão ou audição melhores, e apesar desse ser não ter habilidade vocal eficiente para desenvolver falas, esses seres têm línguas de sinais próprias feitas pelas suas mãos. Shiro optou por usar esse ser como "seguro" por ser menor, mais fraco, porém, mantendo o poder de fogo e os sentidos de um dragão, e Shiro não consegue usar todo o potencial de suas transformações draconianas por não saber magia nem em sua forma humana.
Fairiano e Uateriano: Shiro conseguiu essas transformações com ajuda de Izabel e Jozua, incluindo amostras deles mesmos e um treinamento elemental com ambos. Fairianos saudáveis têm um alto poder elemental do fogo, enquanto uaterianos têm poder sobre a água até melhor que o de Jane Scarlet Albakar, porém, sob a gripe, o poder de fairiano é invertido em gelo, e o poder de uateriano é contaminado, como se fosse poluído.

Detalhe: Apesar de ter o termo "elementar" como o oficial em Projeto Dream para definir algo sobre os elementos da magia desse universo, não é no mesmo sentido que o "elemental" que vocês estão acostumados, como dito em outra carta em blog, em que os elementos do plano elementar não são só elementais da mesma forma que o fogo ou água que são visíveis no mundo natural ou material, mas sim são forças elementares, que existem desde as camadas mais fundas e invisíveis da natureza.

Amigos de Dan e Hope:
Hector Brando: Um humano relativamente comum, forte, surdo-mudo, que trabalha no Bar'A, e que embora pareça bem comum, ele sabe magia por causa de um livro que Hope encontrou e entregou a ele. E Brando lidera um relacionamento com um colega de trabalho, e eles estão sempre juntos no bar.

Robert Puzo: Um humano ainda mais comum, ouvinte, falante, porém, com uma miopia mais forte que a de Hector, ele paga de durão, forte, com "hunter eyes", mas sempre obedece ao Hector quando possível, e ele não tem nenhum poder, e mesmo implorando pra Hope ou o Dan ensinar, ninguém aceita, já que nem mesmo eles sabem como eles chegaram àquele nível.

Depois disso tudo, o trabalho dessa carta está feito, então até um futuro episódio.

Até mais!

Shiro 10

> ??/??/22??; ???, Colorado; Maioria dos universos.
 No passado, havia relações de humanos e monstros mais difíceis, entre elas, há uma espécie de vampiros chamados Dhampir, que são seres fortes e bem parecidos por humanos, porém, por causa de uma de suas líderes, Medeia, os fez cortar relações com a deusa Poora, porém, até eles cruzarem os continentes e deixarem seus próprios núcleos familiares por volta da Europa, e chegarem na América, eles tiveram muitas guerras com humanos, e algumas delas até fez núcleos inteiros estarem extintos, até que um subgrupo da família Albakar decidiu se casar com membros desses Dhampir por serem parecidos com esses vampiros, e até hoje não reconheceram que aqueles seres eram vampiros, já que além de parecidos com humanos, também eram imunes ao sol.

> 01/10/2271; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Naej Galdrich antes tinha simplesmente abandonado assuntos passados de sua família, mas depois de saber que existiam vampiros e uma grande quantidade de membros de sua família no mesmo local, o que o preocupou, então, ele resolve chamar seu grupo pra ver a cidade, sem antes levar junto alguns colegas, e no caso eles foram ver como estavam os gêmeos Boltagon. Oprah foi mais rápido de achar e levar, e a mesma até trocava ideias com as irmãs Velvet, e depois, eles foram ao apartamento de Michael Boltagon, em que o mesmo estava muito irritado jogando um FPS chamado Terror Bay, um jogo de FPS que se passa em praias alienígenas, estava cheio de bots hackeados e jogadores com jogadas precisas até de mais, e bem quando o grupo do Naej estava chegando à porta do apartamento, tinha um cara tentando arrombar aquela porta.
Naej: Oxe, que porra é essa?
Ladrão: Não, sai pra lá, isso que eu tô fazendo é... é... uma operação muito secreta e importante, de...
Naej: Roubar um quarto.
Ladrão: Que? Não!
Sugar: Stalkear.
Ladrão: Não!
Maize: Cometer um crime de ódio, já que o morador é-
Ladrão: Não! Seguinte, eu... é, eu tava stalkeando, odeio negro e tava planejando roub-
 A porta se abria enquanto o ladrão admitia aquilo, e o grupo só tinha tempo de ver um braço bem longo, forte e atlético agarrando ele pelo pescoço.
Michael: O que você pensa que tá fazendo na minha porta?
 O ladrão é puxado pra dentro, e a porta é batida com muita força, umas 3 vezes, e a quarta e mais forte termina, e saía sangue pelo chão.
Michael: Ufa, me sinto melhor, mas bem, opa... Aí, baixinho, cê sabe esconder corpo?
Naej: Sim, eu ajudo a limpar o seu lado.
 Eles conseguem desovar o corpo muito longe, enquanto Otasha limpava o apartamento, e Tifanny e Shiro esperavam na Patrimônio, enquanto também Jane e as irmãs Velvet conversavam com os irmãos Boltagon.
Maize: Vocês já mataram vampiros? Acho que vamos ter que matar uns no Colorado.
Michael: Matamos alguns, mas faz muito tempo, um deles ia devorar meus pais.
Oprah: Eu já ajudei a impedir um assalto ao ateliê que eu trabalho semana passada, foi mais difícil do que eu pensava, e...
 Oprah foi contando como foi, enquanto isso, Shiro estava espirrando, Otasha até achava que fosse por causa de alguma alergia, mas vendo como o Shiro estava, também doía no corpo dele, e a temperatura dele não era a mesma, e com isso ela concluía.
Otasha: Gripe comum? Mas você não tava na Terra.
Shiro: Aí que tá, amor, não tem gripe só na Terra, a gripe é uma doença alienígena altamente mutável, basicamente todo planeta no universo pode ter esse vírus.
Tifanny: Mas se foi uma gripe espacial, você deve ter menos defesas, você pode morrer?
Shiro: Não sei, mas talvez o relógio carregue a doença pras transformações antes de eu me recuperar.
 O grupo se reúne depois de resolverem o problema e até mesmo aproveitarem que foram ao Piggy Marx's pra rever uns amigos, por lá o Naej e a Tifanny falavam pra Rachel umas experiências loucas no Setor C, Michael e Oprah ainda trocavam ideias com as irmãs Velvet, porém também conversavam com Lisa Spice e descobrem que ela tinha um irmão com um poder no mínimo parecido, e até completava com.
Lisa: A propósito, se acharem ele, levam ele pra cá no mesmo horário, tô trabalhando todo dia enquanto também procuro por ele, temo que ele esteja desaparecido.
Maize: Ele vai ficar bem.
Sugar: Se ele não 'tiver fazendo merda trazemos inteiro.
Oprah: Por que? Se for alguém ruim vai levar pedaços?
Sugar: A cabeça dele, conservado que nem um picles.
Lisa: Por favor, não! Traga ele inteiro como se ele fosse bonzinho, quero muito saber o que ele fez longe de mim.
Michael: Aliás, cadê o namorado do Norville?
Lisa: Tá na Contra-Terra, ele disse que vai preparar algo especial pra ele quando voltar.

> Pequena Washington, Colorado.
 Enquanto o grupo viajava no espaço, com a Tifanny pilotando a Patrimônio, e o grupinho usava algum dispositivo pra se distrair com redes sociais ou jogos, Shiro estava programando uma espécie de trava de segurança, uma espécie de "download" para uma cura corporal a partir do poder de transformação genética do relógio, e Naej mapeava onde ficavam os parentes pra visitar e onde pode ser o casamento.
 Durante esse tempo, eles reviram o Tio Philliam, que também estava doente, mas não estava tão nervoso com a condição atual do baixinho e sua família, e Sheila e Mell que gostaram de ver os irmãos Boltagon e as irmãs Velvet, e Anila e Misa que estão morando em um apartamento próprio e trabalhando juntas pra poderem criar o filho que a Anila terá futuramente, enquanto Tifanny e Naej até mesmo ajudavam a cuidar da Anila quando ela sofria os enjoos de grávida.

> 02/10/2271.
 Indo conferir onde e como vai ser o casamento, tem uma área bem chique, com muros e pequenas estradas de concreto, embora em formato que simule tijolos de pedra ou mármore, e a área inclui um clube recreativo com campos de tênis, de futebol e piscinas, e nas casas pode ter salões que podem ser ocupados para jogos como futsal, vôlei e basquetebol, mas que aqui estarão ocupados para comemorar a tal festa, e há banheiros com saunas próximos dos salões, e então, o grupo de Naej se reencontrava com os Galdrich, Albakar e Dhampir, no caso disfarçados como uma família de humanos chamada apenas de Amelia, Bale e Cecilia Hister.
 Resumidamente, a conversa era simples, curta e introdutória, pros amigos de Tifanny e Naej conhecerem a família do baixinho e também pro próprio Naej descobrir quem são esses tais Hister, e então, depois de um tempo olhando o que tinha nas instalações do clube, como as mesas e o altar preparado para quando a cerimônio acontecer, e enquanto as Velvet conversavam mais com os Galdrich, e Jane e os Boltagon com os Albakar, Otasha e Shiro estavam desconfiando dos tais Hister, e iam até Tifanny e Naej pra perguntarem se eles sabiam de algo.
Shiro: Baixinho, Lazuli, vocês sabem da origem dos *はくしゅん* Hister? O cheiro de sangue deles é estranho.
Otasha: É, eu achava que o cecê humano era mais... como o de vocês, do Shiro, até o meu.
Tifanny: É verdade, oh baixinho, você que foi mercenário por um tempo, sabe algo de humanos sobrenaturais que a gente não sabe?
Naej: Na verdade não, o máximo que eu sei é que a Cecilia tem cerca de... uns 70 anos.
Os outros três no grupo: QUÊ!??
Naej: Esses daí são bem mais velhos que um humano normal, e pelo que parece ela passou da puberdade faz pouco tempo, talvez ela seja uma vampira e algum parente meu seja devorado, assim como aconteceu com um tio meu dos Albakar.
Tifanny: Algum Galdrich passou por isso?
Naej: Por incrível que pareça não, só a parte do meu pai encontra esses daí, e como é recente, parece até um castigo pelo que aconteceu entre os meus pais, que talvez cês saibam a história toda.
Shiro e Otasha: Oh, é, faz sentido.
 Shiro espirra de novo, e eles deixavam de conversar, e conferiam seus Tamafones, menos o Shiro que está usando seu relógio para ver se o programa de cura estava funcionando, e depois de um tempo esperando na Patrimônio, e os familiares em apartamentos e quartos do clube, os Hister estavam relativamente longe, e Shiro ia tomar um ar, e talvez nadar nas piscinas, ele até preparou uma sunguinha pra isso, e quase se assusta ao se deparar com um caminhão indo em sua direção, mas indo pra mais perto do portão do clube, ele viu que ele só estava no caminho daquele veículo, e ele foi conversar com o motorista do caminhão.
Shiro: Pensei que os caminhões da Terra eram automáticos.
O caminhoneiro: São automáticos, mas contratam motoristas pra dirigir manualmente em emergência, e bem, não só dirijo o caminhão, vem comigo.
Shiro: É que... eu ia nadar, mas posso ajudar.
 Shiro usa seu relógio pra se transformar em um Elcsum, e ele estava muito mais magro e fraco que na transformação original, mas era o suficiente pra ajudar o caminhoneiro a pegar as caixas com os doces e bolos do casamento.
Shiro: Você sabia que tem chocolate azul em alguns planetas distantes desse setor da galáxia?
O caminhoneiro: Poxa, doc, eu adoraria um desses, ou é um chocolate ruim? Aliás... *argh* Que fedor!
Shiro: Na verdade é bem bom, é um chocolate salgado bem saboroso, no Setor C tem barracas di... e sim, sou eu, tô doente.
O caminhoneiro: Tudo bem, e... quando eu juntar uma grana eu compro um desses, onde tem isso? Além do Setor C?
Shiro: O planeta mais próximo da Terra que tem isso, por incrível que pareça, é Plutão, não é bem um planeta, mas lá é muito comercializado.
O caminhoneiro: Não sabia que em Plutão tinha uma civilização complexa.
Shiro: Entendo, imagine a Antártica, só que no espa... Senhor do caminhão dos doces?
 O homem que estava junto com Shiro desapareceu, bem quando Shiro estava falando dando as costas pra ele, enquanto ele estava carregando uma caixa com um bolo, a caixa que o caminhoneiro carregou por último uma de caramelos esféricos coloridos, e Shiro se sentia sem opções, e ele se transforma em um Sapienraptor, uma espécie sapiente de dragão de Purpo E6, menor que outras espécies de dragão do arsenal do relógio, porém mais seguro, e ele tentava farejar à procura daquele homem, no momento com dificuldades porque seu nariz estava entupido, algo que ele até tinha esquecido que tinha por não ter ocorrido na forma de Elcsum.
 Na sua forma de Sapienraptor, ele encontra algo estranho, que era um humano de pele pálida, e as mesmas roupas do caminhoneiro, e aquele ser afirmava pra Shiro que era ele mesmo e que "só tinha saído pra mijar", mas Shiro não acredita, e corre em direção dele, não faria sentido aquele caminhoneiro ter reconhecido o Shiro naquela forma, e nem ter tirado água do corpo no mato enquanto o clube tinha banheiros, e então, havia uma luta de um velocirraptor azul com manchas laranja contra um vampiro com as roupas e leve formato daquele caminhoneiro, o Shiro usava as suas garras afiadas, e dá até um gancho de direita que cortava a garganta do homem, que em resposta, alongava a sua língua, e de uma forma muito bizarra, bebia o próprio sangue, acelerando a sua regeneração.
 Shiro gritava como a única forma de se expressar que aquilo era nojento, já que a boca dessa espécie não é desenvolvida o suficiente pra falar, e o vampiro segue em direção de Shiro.
O vampiro: Seu sangue de dragão me tornará o alfa dos alfas!
Shiro: Raaaaah!
 Pelo menos os ouvidos de Shiro ainda estavam bons naquela forma, e ele ouvia um caminhão engatando, e pra cortar tempo, Shiro cuspia um fogo verde gosmento, enquanto o fogo dessa espécie é vermelha com um brilho amarelo bem intenso como o de outros dragões, o bom é que, quando acertou a cara do vampiro, a parte mais sólida grudou e aumentou o poder de fogo, e então, Shiro corria pra resolver o caso do caminhão, e sabendo que não ia alcançar naquela forma, ele se transforma num mandisisto, e com o giro de bola dessa forma, alcançava o caminhão e o derrubava para a esquerda, pelo menos esse poder não mudou pela transformação da gripe, só fazia o giro doer, algo que não era pra acontecer normalmente.
Shiro: Quem diria, quem roubaria um caminhão vazio.
 Shiro tira dali um tal Elijah Albakar do caminhão, ele estranhava, mas o tirava dali, porém, outros membros da família Albakar, armados, miravam suas armas nele.
Shiro: Ah não, racismo aqui não.
 Shiro coloca Elijah no chão com cuidado e se destransformava, todos estavam confusos, mas Naej correu pra interferir, voando com uma mochila a jato já que era bem rápido e ele não tinha uma magia ou veículo mais eficiente pra ir mais rápido pra lá.
Naej: O que tá acontece- Tio Elijah? Shiro, o que aconteceu?
Everson: Era o que a gente queria saber, Nana, esse velho broxa apareceu aqui segurando ele.
Shiro: Eu tirei ele do caminhão, caçambas!
Naej: Eu confio nele, mas espera, Shiro, esse seu lado eu entendo, mas como o Elijah foi parar no caminhão?
Elijah: Onde eu tô? Ainda tá de noite? Quanto tempo eu dormi?
Shiro: Isso também quero saber, mas descobri que tem vampiros aqui.
Naej: Ah, então deve ter a ver com a família dessa noiva!
Lucyone: Mas Naej, como você sabe disso? O que te garante isso?
Naej: Vampiros andam em bandos, além disso, cosméticos de longevidade são caros, o que eu duvido que eles tariam dispostos a pagar.
Lucytwo: ...
Lucyone: ... Poxa.
Grace: O que acabou de acontecer?
Amelia: Não se preocupem, human- digo, gent- digo, pessoal, pode ter ocorrido só um imprevisto.
Naej: Espero que vocês não tenham forçado meu tio a dirigir um caminhão pra se tacar no clube.
Amelia: Ah, n-não fui eu, eu, eu juro, juro!
Bale: É, ele pode ter feito por sonambulismo!
Naej: Meu tio não é sonâmbulo... Everson, Emerton, ele é?
Shiro: Um vampiro atacou o motorista original, não duvido que outro colocou ele no caminhão pra usar de arma, você já deve ter visto vampiro seduzir humanos, né?
Naej: Sim, é a magia das sombras mais simples deles.
Bale: Ah, pode ser isso, vamos patrulhar juntos pra que não ocorra de novo essa noite, podem ir dormir.
 Logo após isso, passa-se a noite, o caminhoneiro foi encontrado morto e todo mordido, e fizeram o possível pra levar pra um hospital com Fênix B pra iniciar o tratamento.

> 03/09/2271.
 Todo mundo conseguiu acordar cedo, e Elijah nem lembrava o que aconteceu antes, mas Everson e Emerton o protegiam durante o tempo da festa, porém, Jeremy Albakar, noivo da Cecilia e primo do núcleo que Everson e Emerton faziam parte, dizia pra que não usassem armas no casamento, e que os outros familiares argumentaram que iam estar em perigo, mas para Jeremy, promessa é promessa. Grace e Jonathan estavam interagindo com a Jane, e até fazendo uma vídeo-chamada pra poderem ver 8Mike, que Botleau está cuidando por esse tempo, era legal eles verem, além do caçula da família, também os amigos alienígenas dele.
 Porém, um Dhampir diferente tira a sua cara como se fosse uma máscara, revelando a sua forma, e se pronunciava contra o grupo da Cecilia.
O vampiro: Cecilia, como ousa se casar com um seguidor de Amon?
Jeremy: Como assim, Amon?
Cecilia: Ah, é... nada pessoal, amor.
Naej: Clássico arco de ex-namorado, agora quero ver.
Tifanny: Ei, Shiro, tá na hora do herói.
O vampiro: Oh, é? Arma tua in vestimentis tuis capientur, et vox tua nullius erit virtutis.
 Naej e Tifanny ficam com armaduras de samurai que se encaixam nas roupas deles, e eram tão pesadas que quebraram as cadeiras com o peso, os garçons estavam assustados e corriam, enquanto os Albakar e Galdrich se escondiam também, enquanto Otasha tira de baixo da mesa uma maleta e, da maleta, uma armadura tecnológica com energia pyr, e Shiro se transformava em um híbrido de lobisomem e barita, e com uma pílula de cortisol que se forma por modificação da transformação, ele induzia uma transformação artificial.
Vampiro: O que é isso? Querendo me impressionar?
 O vampiro estava segurando Jeremy pelo pescoço, prestes a furá-lo com a unha de seu polegar, porém Otasha dispara uma espécie de gancho com correntes tudo feito daquela energia, e Shiro dá uma investida bem forte que empurrava o vampiro, e o vampiro se levantava com uma magia de vento que ventilava o lugar com muita força, e enquanto Tifanny e Naej se ajudavam a se levantar, enquanto também viam que Shiro e Otasha resolviam o problema, porém, ainda com dificuldades, e Otasha então modelava energia pyr em correntes, e Shiro cuspia uma chama prateada que era possível naquela forma híbrida, e então, por efeito de um ataque múltiplo e combinado daquele ataque, o corpo daquele vampiro explodia e desintegrava, e só sobravam as roupas.
Shiro: Está todo mundo bem? *sniff sniff*
 Shiro se destransformava, e depois daquela transformação, ele se sentia menos doente, enquanto isso Tifanny e Naej investigavam por uma forma de resolverem aquela maldição da armadura, já que ela não sumiu pela morte do vampiro, e os Galdrich e Otasha buscavam resolver, desenhando runas simples pra amenizar o efeito da maldição e também é descoberta uma fechadura em cada armadura, então Otasha usa a sua armadura pra poder fabricar as chaves, porém, isso vai demorar, já que não se parece com chaves comuns que ela viu antes.
 No entanto, após o meio dia, ao chegar da tarde, um padre foi chamado e os anéis foram entregues para o casamento, entre as parentes, tinha madrinhas Galdrich e Albakar, entre elas a Sheila Galdrich, e quando o padre chegou na parte do "Se algum dos presentes souber de alguma razão para que este casal não deva se unir no santo matrimônio, fale agora ou cale-se para sempre", ele é interrompido, segurado por um tipo de árvore feita de sombra, e três dos Hister se levantavam, não incluindo os do núcleo da Cecilia.
Irmão de Amelia: Até parece que jamais devíamos ficar juntos.
Amelia: Mas o que?
Elijah: Eu já devia saber, eram mesmo sanguinários como qualquer outro vampiro nojento!
Jonathan: Usaram dois membros da família anteriormente pra parecer que só um ou outro não gostava, mas há uma conspiração.
Bale: Isso não devia acontecer, aquela deusa podre do sangue tá controlando eles de novo!
Naej: Que deusa, gente?
Amelia: O menorzinho da família, não acho que queira saber.
Naej: ...
Amelia: Não, diga, mesmo que saiba.
 Os Dhampir olhavam para eles, enquanto liam as mentes de todos, e os que estavam contra o casamento, sorriam.
Irmã de Bale: Isso, diga.
Naej (sob uma leve indução): Poora lama palpurd.
Irmã de Amelia: Isso.
Amelia e Bale: Não!
 Os três ficaram mais fortes, e Amelia, Bale e Cecilia se sentiam mal, os humanos do grupo ficavam sem entender, mas Shiro e Otasha tinham um plano. A armadura estava quase terminando as chaves para abrir os compartimentos, e Naej olhava que tinha uma banda de humanos, e faz um pedido antes de começar pra valer.
Naej: Ei, vocês, toquem a melhor música que tiver.
 A banda começa a tocar U2 - Vertigo, enquanto Naej entrega algumas unidades de +3 para os mais próximos dele.
Lucyone: Mas o que?
Naej: Vocês prometeram não usarem armas, mas eu não.
Jeremy: Nana, o que é isso?
Naej: Vai por mim, é isso ou perdem-
 O irmão de Amelia aumenta o punho de seu braço, e ia socar Gival, o pai de Jeremy, mas o Naej aparece na frente, segurando o golpe usando o peso da armadura a seu favor, e usa uma falha da manopla pra cortar a mão do vampiro, porém, a mesma mão mesmo solta ainda funcionava, e então, o vampiro recebia um golpe gelado poderoso, ao ponto de "matar" partes de sua costa.
Tifanny: Um fairiano? Mas por que gelo?
Shiro: Mas que porcaria, essa gripe congelou as chamas desse DNA.
Bale: Japonês, vampiros ficam mais fortes no gel- Aaah! Por que você acha que tem tanto ninho de- Aaah! De vampiro no inverno?
Shiro: Será que existe overdose de gelo?
Bale: ...
Amelia: Isso é impossível- Aaah!! Vampiros não morrem de 'overdose'.
 Enquanto isso, os Albakar e Galdrich conseguiam se defender de pelo menos a irmã de Bale, que estava lutando contra os três que estavam armados, e Tifanny contra a irmã de Amelia, com muita dificuldade, o irmão de Amelia dava vários socos contra Naej, com a cara muito desprotegida por culpa da armadura, enquanto a mão solta apertava mais ainda uma das pernas, reduzindo pressão e fazendo a perna formigar, o que não era o suficiente, já que até inconsciente o Naej continuava em pé.
Irmão de Amelia: Por que você não morr-
 Everson saca uma calibre 12 e atirava contra o rim direito daquele irmão de Amelia, e quando ele ia atirar de novo após preparar o tiro seguinte, um tentáculo de polvo da irmã de Bale saía, mas uma rajada de gelo de Shiro partia o tentáculo, e Shiro usava a forma de uateriano para completar o ataque, sem saber do que poderia acontecer, e ele soltava uma água muito suja com o poder contaminado, e a irmã de Bale ficava com nojo.
Irmã de Bale: Blargh! Que merda é essa?
Shiro: Cala a boca, vocês botam ovos nos nossos ossos!
 Shiro se transforma em um sapienraptor, e corria em direção dela para atacar, mas a irmã de Amelia cuspia gelo, prendendo Shiro numa espécie de parede de gelo, e a irmã chegava a Shiro, preso na parede de gelo, e tentava dizer algo imponente.
Irmã de Amelia: Não sabia que dinossauros ainda poderiam existir sem ameaçar a cadeia alimentar, mas não importa, os vampiros sempre serão o ápice!
 A cabeça da irmã de Amelia é esmagada por um golpe energizado de Maize, semelhante a um telefone (um golpe de duas mãos que atinge as têmporas da cabeça), enquanto Oprah salva Naej cortando a outra mão do vampiro com sua espada de Kravus, e Michael saltava com seu escudo de Tintaril ele o jogava pra bem longe, porém, atingia a árvore de sombra, a derrubando junto com o padre, porém, Sugar aparece a tempo, e enquanto segurava e queimava a árvore com sua magia, resgatava o mesmo padre.
Sugar: De qual religião você é?
Padre: Você não tá me tentando, não é?
Sugar: Poxa, obrigada, sou tão bonita que tá me acusando de...
Padre: Não, eu tô falando se quer me converter pra outra.
Sugar: Ah, não, é que...
 Amelia e Bale recuperavam o controle, porém, Cecilia ainda estava com dores no corpo e mente, e Jeremy, vendo que o irmão de Amelia estava se rastejando pra recuperar forças usando os convidados como alimento, ele se indignava, gritava, e corria pra tirar ele de perto deles, e ele segurava o irmão de Amelia com muita força e ao mesmo tempo muita dificuldade, porém, Naej se recuperava e, vendo aquilo, tentava correr sem sucesso.
Naej: Não, não!
Irmão de Amelia: Ah, vou comer o noivo na frente da sua família, e o melhor de tudo, no seu próprio casamento, o que acha?
Naej: Vocês dois, me joguem nele.
Amelia: O que?
Bale: Como assim?
Naej: Só confiem em mim!
 Amelia e Bale aceitavam a ideia louca de Naej, e o jogam bem alto pra que chegasse no irmão de Amelia, que estava encima de Jeremy e o mordendo, porém, Naej cai encima dele com tudo, e como a carne de vampiro era dura, amorteceu o suficiente pro Jeremy sobreviver e no máximo se sentir muito apertado.
Naej: Uhul! Deu certo!
Jeremy: Pra você, não pra mim.
Naej: Ai, não, achei que você já tinha saído.
 Naej se levantava de forma muito improvisada, e junto socorre o Jeremy, vendo as marcas de mordida, chamava as irmãs Velvet e os Boltagon, ele pedia pras irmãs socorrerem o Jeremy enquanto Michael e Oprah ajudavam Shiro, e enquanto isso, Tifanny conseguia a sua chave completa e abria a sua armadura, manoplas, botas, colete, tudo se soltava por inteiro, e sumiam numa chama azul espiritual, e então, ela ajudava Shiro a enfrentar a irmã de Amelia, que estava trocando ataques de gelo contra o Shiro em sua forma de fairiano, e Tifanny ajuda Shiro com uma rajada de gelo própria, e isso empurrava a irmã de Amelia pra longe.
 Os Albakar iam ajudar a eliminar a irmã de Bale que soprava, porém, um golpe forte de tentáculos surgia da irmã de Amelia, que tinha regenerado a sua cabeça.
Emerton: O que? Mas decapitações não matavam de uma vez?
Irmã de Amelia: Não é tão óbvio como parece.
Lucyone: Ai, não.
Elijah: Correm, Lucies, a gente cuida deles.
 Elijah, Everson e Emerton tinha tinham aquelas armas, mas elas esgotaram, e eles são pegos muito rápido, e então, Sheila saca um spray de pimenta, e borrifa contra a irmã de Amelia, ela sofria muita queimadura, mesmo podendo se regenerar e recuperar horas de dor em segundos, e Mell sacava um extintor, e batia com tudo na cabeça da vampira, Maize soltava um raio elétrico bem amarelo contra a criatura, e Sugar pegava Oprah para arremessá-la.
Oprah: Como o baixinho fez!
Sugar: Tem certeza?
Oprah: Sim!
Sugar: AAAAAA!
Oprah: AAAAAA!
 Sugar lança Oprah contra a vampira irmã de Amelia, e o golpe da espada somado com o lançamento em alta velocidade teve um alto poder de corte, e Maize, após ter socorrido os civis dali por completo, incluindo a banda depois de terminar a música, preparava um ataque em conjunto com sua irmã, formando uma bola de fogo inicialmente vermelha pela vontade da Sugar, e depois transitando entre vermelho e laranja, e quando Maize se separava de Sugar para o ataque concluir, de laranja pra amarelo, e então, ela emitia aquela bola de fogo a uma área tão grande, que nem sangue sobrava da irmã de Amelia. Otasha socorre o Naej.
Naej: E aí, conseguiu?
Otasha: Perfeitamente.
 Otasha enfiava a chave na fechadura, peças da armadura caíam, e desapareciam em chamas, enquanto o irmão de Amelia se regenerava com muita dificuldade, como se levasse minutos pra formar pedaço por pedaço, um fator de cura tão lento que ninguém percebeu, a cicatrização humana soava mais rápida, e a irmã de Bale inicialmente tinha escapado, mas consegue capturar o Shiro e levar pra longe... pior erro dela.
Shiro: Eu podia ter virado um lobisomem, mas precisava que vocês estivessem fracos.
Irmã de Bale: Não terá lobisomens, não terá nada!
Shiro: AAAAAA! Relógio PHD, atividade 6, comando de voz, lobisomem mais barita!
 A vampira estava segurando Shiro com suas pernas em forma de garras, já que estava numa forma de morcego, mais baixa que a forma normal, porém, com asas que valiam 3 vezes o seu tamanho cada lado, e ela tentou arrancar o braço de Shiro fora, o que não adiantou, e Shiro, transformado, lançava para uma floresta que estava bem próxima, e caía junto, ele se esborrachou todo que nem ela, mas se regenerou com a transformação induzida pelo estresse da dor, e se levantava, e usando o olfato daquela forma 1/3 lobo e 1/3 dragão, achava a vampira, que não estava nem um pouco ferida, estava sem suas roupas do disfarce humano, estava maior, e uma abertura se formava com tentáculos.
Irmã de Bale: Pensez-vous que la lune hurle contre les loups, vieil lâche?
 Shiro ficava com medo, mas precisava resistir, o poder das trevas dela estava muito maior do que o normal, é como se uma brecha da face da deusa Poora estivesse na frente dele, normalmente, só os filhos diretos dos deuses poderiam ver a aparência deles, e por isso que aqueles que os mortais só acreditassem e confiassem ainda não poderiam ser vistos, pois seria letal, como era o caso dali, o Shiro nem sabia que tal entidade existia, e despertava no consciência o pior medo, por ser o mais angustiante, de toda a humanidade, ele estava encarando o desconhecido em forma de figura, de dimensionalidade desconhecida, refletida de um corpo tridimensional, com a quarta dimensão corporal podendo ser seu espírito.
Shiro: Isso... Não pode acabar assim.

> Universo 300-P
 Shiro era pego pelo tentáculos da vampira, e era engolido lentamente por aquela abertura que servia de boca, mas o download concluiu, e Shiro se transforma em fairiano, e explodia a irmã de Bale de dentro pra fora.

> Universo 210-P
 Shiro parecia que ia desmaiar, ou fazer algo contra si, mas aparece Rowa, em um rasante, cuspindo um enorme raio, interrompendo o ataque, e Shiro usava aquilo, e cuspia fogo na vampira, que era petrificada em contato com o fogo, Takara saltava do dragão, e quebrava o que sobrava.

> Universo CD-63.
 Dra. Shiro se via irritadíssima, e não admitia se submeter a, além de uma entidade masculina que não fosse seu marido, Stacian Misarabus, um ser de uma espécie considerada uma praga, como ratos humanoides mágicos, e ela se transformava dessa vez em barita pura, e cuspia um fogo mais puro, mais intenso, porém, que doía em sua garganta, já que ainda estava gripada, o irmão de Belia cedia com o rosto queimado, derretido.
Shiro: O que foi? A moto está rosnando pra cachorra?
 A cientista usava outra forma, dessa vez de uateriana, e então, com seu poder sobre a água, movia o corpo do vampiro cineticamente, já que o corpo de um vampiro médio é 50% de água, enquanto o de um Dhampir é de 70%, e então, num movimento brusco, porém gracioso, ela fazia pingar cada gota do corpo daquele irmão, o desfalecendo totalmente no chão, e em seguida, flores cresciam por cima daquele corpo agora seco.
Shiro: Posso me considerar a segunda dama de honra nesse casamento!

> Universo 890-α
Shiro: Jamais ficará assim, e será o seu destino, em que nenhuma versão sua no multiverso sobreviverá!
 Shiro usa uma transformação proibida, removendo o código de segurança do relógio e se transformando manualmente, antes da cura ser instalada por completo, ele estava na forma de um cristal branco com raios azuis ao seu redor, e ele segurava a vampira cineticamente.
Shiro: E aqui, nenhuma molécula sua estará no mesmo universo do que nós.
 A irmã de Bale era desintegrada ao nível subatômico, e Shiro, em desespero, se soltava daquela forma, destransformando-se, e sabendo que estava muito longe, se transformava num C-Ventaniano, descobria que estava sadio novamente, e corria até o clube.

> Universo 255-P
 Shiro ficava mais inclinado para a frente, como se preparasse para uma corrida, não como se não fosse, e então, ele avançava, olhando a face refletida naquela vampira, e sabendo da ilusão, fechava os olhos, e tampava os ouvidos com as mãos, enquanto a vampira atacava com tentáculos, e com um bafo de gelo e então, quando estava bem perto, ele cuspia aquela mesma chama prateada, que dessa vez petrificava a mulher, era insuficiente, e Shiro abria os olhos, não sentindo mais a má presenta.
Shiro: O que foi? A lua não tá mais uivando pro lobo?
 A irmã de Bale estava com medo, a abertura de seu peito se fechou de vez, e sua boca no máximo falava, e soltava um vento mais frio. Enquanto isso, o casamento estava começando a se recuperar, e se concluir, as pessoas se perguntavam onde foi parar o Shiro, até que aparecia ele, na forma de um Massílio Negro, usando a forma de uma moto pra correr bem rápido, ele não arriscou usar a forma de C-Ventaniano, já que além de não ter controle da forma, também podia sofrer sequelas pela contaminação, e depois de se destransformar, ele parecia perfeitamente saudável.
 Os Galdrich, Albakar e outros só ignoravam, e curtiam a festa, mas Tifanny, Naej, Jane, Otasha, os Boltagon e as Velvet o abraçaram muito felizes em saber que ele sobreviveu, e enquanto as famílias ali trocavam presentes, Amelia ia até o grupo, carregando uma caixa.
Amelia: Olha, gente, eu sei que isso será um pouco estranho, mas...
Naej: Ah não, madame vampira, é...
Amelia: Me chame de titia... Meu afinzinho baixinho fofinho. -v-
Tifanny: Espera, o que você quer exatamente?
Amelia: Ah! Na verdade...
 Amelia abria a caixa que segurava, revelando anéis de madeira de carvalho perfeitamente talhadas, cada uma com uma mesma runa de Eihwaz, pintada em vermelho por um corante especial dos Dhampir, feito de sangue de porco recém-extraído, e que brilhava como lâmpadas.
Amelia: Poderia ser só pros parentes do baixinho, mas vocês podem levar alguns deles em gratidão, farei novos pros que quiserem.
O grupo: Certo.
 Depois de receberem aqueles anéis de presente e se despedirem daquelas famílias, incluindo Jeremy entender mais das intenções dos Albakar em se protegerem daquela ameaça de vampiros, porém descobrindo que havia exceções mesmo assim, e Naej descobrindo que tinha seres mágicos em sua família, o grupo ia embora, e de um em um, voltando pras suas casas.

Continua>>>

09/03/24

Na Cara do Lagarto

"Quando crescer, sorria mais, pois há um ponto em que, quando levamos a vida excesivamente a sério, nós acabamos a jogando fora"

> 24/09/2271; deserto verde, planeta Hocerti; Universo 255-P
 Tudo voltou ao normal em Hocerti, e embora os civis estivessem ainda traumatizados pelo incidente criado por Nidr, Sean e Ilson sabiam que o parlamento iria garantir melhorias pra impedir que outra coisa ruim acontecia. Durante esse tempo, Sean e Dr. Shiro resolveram ficar um tempo no planeta, diferente do resto do grupo que, não podendo agregar algo localmente e tendo suas próprias ocupações, precisaram sair.
 Durante esse tempo, Dr. Shiro esteve passando entre as cidades a partir de uma motocicleta comum, porém, de alta qualidade e construída por ele mesmo pra essas viagens longas sem desperdiçar energia de sua própria nave, algo como o que ele fez em Venta-D e em algumas ruas de Stereo, e no fim, ele viu que as cidades de Hocerti eram muito uniformes, não fisicamente ou na sua arquitetura, mas culturalmente.
 Tinham o exato mesmo idioma, que por um tempo era apenas a língua franca deles, as mídias eram compartilhadas em um oligopólio de poucas networks, e quando Shiro foi almoçar e jantar em cidades diferentes, viu que os restaurantes tinham no mínimo um mesmo padrão entre os cardápios, como ele foi almoçar comida típica às 13:30 do planeta (e ele escolheu pinossauro grelhado com porção pequena de barícias fritas, que em termos terrestres, parece muito com filé com batatas fritas) e jantar algo mais estrangeiro e exótico, ainda assim tinha muito material hocertiano pra fazerem parecido com a comida estrangeira, como um yakisoba que o Shiro escolheu pra ver o quão autêntico estava em relação ao da sua terra natal, até que estava, mas não tinha vegetais, era muito salgado e o macarrão era um tanto cru, no mínimo era comestível e ele conseguiu uma resposta além de ter se alimentado, ainda dava pra sentir ingredientes parecidos com o daquele almoço.
 No fim da noite, Shiro e Sean vão para a casa da família Nozawa, e o Nozawa estava muito feliz em saber que seus filhos e sobrinhos tinham mesmo saudades dele, ao ponto de estenderem suas mãos pra cumprimentá-lo, o Shiro esperaria abraços, e até questionava.
Shiro: Existem abraços em Hocerti?
Sean: Sim, só que é só entre namorados, é íntimo demais.
 Shiro até pensava que era por isso não tinha pessoas se abraçando ou beijando, mas os membros mais novos abaixavam a cabeça pro Sean beijar a região que tinha cabelo, depois dos cumprimentos, ocorriam umas conversas normais, incluindo com os irmãos, sua ex que cuidou de alguns dos filhos dali, e até mesmo pai e mãe de Sean que estiveram ajudando a cuidar da casa.
Sean: Pensei que não iriam mais me ver bem por causa de eu ter morado com a minha atual.
Pai do Sean: E você acha que sua mãe foi minha primeira mulher?
Sean: Achei que você falava isso de brincadeira pra irritar ela.
Mãe do Sean: Isso tá perdendo o sentido, quem é essa mulher que você tá ficando atualmente e que não vimos até hoje?
Sean: ... Uma mulher forte e bem verde.
Luisa Pamino (a ex de Sean): Porra, mostra ela pra gente algum dia!
Sean: Não vai dar certo, a espécie dela não gosta de relacionamentos perdidos e preferem relacionamentos que durem a vida toda, pra eles um homem cujo namoro não durou não foi um bom marido.
Pai do Sean: Ah, qual é!? Engole o choro, qual é o problema de agora ter mais de uma parceira?
Sean: Pai, você não faz ideia de como ela é, e nem como é a cultura dela.
Pai do Sean: Para de frescura, filhote, se trazer ela pra cá ela vai adorar!
Sean: ... Shiro, já volto.
 Sean se teleporta para Hunkal, passam-se uns segundos e ele volta pra sala com Akari.
Sean: Então, Akari, não sabia quando ia mostrar mais a minha família, mas tô me sentindo sem opções.
Akari: Poxa, mas tão de repente...
Sean: Pai, essa é a Akari, minha atual.
Luisa Pamino: Ah, olha só, Senhor Nozawa, ela é mesmo forte e verde.
Akari: Isso foi o máximo que você me descreveu?
Sean: Não sabia como descrever melhor.
Pai do Sean: Sério que você largou a Luisa pra essa ogra enorme e horrível?
Akari: Ogra é sua mãe!
Sean: Espera, Akari, minha avó já faleceu.
Akari: Oh, sinto muito...
Pai do Sean: É, isso aí, respeita os mais velhos!
 A mãe de Sean dá um pescotapa e, com uma magia gravitacional, o segurava numa espécie de bolha espaço condensado, e falava com Akari.
Mãe do Sean: Ignora ele, moça, ele não faz ideia do que tá falando.
Akari: Não consigo ignorar um homem que abusa da própria autoridade, no meu planeta os homens eram mais cavalheiros.
Sean: Só eram? Quero dizer, mesmo não tendo mais seu planeta, ainda tem aquela tradição toda, né?
Akari: Não todos, depois que Kratos morreu, pra alguns homens a vida não fez sentido, e talvez você só viu os que se mantiveram juntos pra sobreviver.
Sean: Vocês já viram algum Elcsum em Hocerti?
 Nenhum deles da família afirmava, e a mãe até perguntava o que era um "Elcsum" e se era uma comida deles.
Sean: Não, mãe, Elcsum é a espécie dela.
Mãe do Sean: Ah, eu vi uma família deles, mas não sei onde foram parar.
Sean: Amanhã a gente vê eles.

> 25/09/2271.
 A mãe de Sean, chamada Gien C. Nozawa, guiava o grupo de Sean, Shiro e Akari para verem como era a casa desses tais Elcsum, e descobrem que o Sean, quando reviveu eles usando as Cinzas, ele se confundiu e não viu que não eram hocertianos, mas acabou os dando corpos, embora em parte, com traços de hocertiano, incluindo a cauda e os cabelos mais rígidos, Akari achou engraçado, mas ao mesmo tempo se perguntava se tava tudo bem com eles.
Akari: Hahahahaha... Espera, como eles vão viver desse jeito?
Shiro: Olha, só de olhar pra eles, eles só mudaram de aparência.
Sean: Veja de novo, tio Shiro.
Shiro: Relógio PHD, atividade 5, scaneamento de DNA.
 O relógio emite uma luz em forma de paralelepídica que alcança os dois mais novos que estavam brincando de lutinha e a mãe que estava no sofá, e o relógio afirma duas informações: Eles agora eram parte Elcsum e parte humanos-hocertianos, e por consequência eles podiam ser compatíveis com ambos e gerarem descendentes saudáveis.
Shiro: Ah, interessante. Sir Sean, diria que você criou uma espécie nova sem querer, pode ser útil pra salvar ambas.
Sean: Será que preciso cuidar deles também?
Akari: Não acho isso, amor, pode ser como você disse ou como esses seus amigos ricos prometeram, que eles vão proteger o planeta na sua ausência.
Sean: Ah, faz sentido, mas bem, Shiro, quer dormir aqui ou...
Shiro: Como quiser.

Continua>>>